Olá, meu nome é Carlos, tenho 29 anos, o que vou contar é 100% verdadeiro.
São minhas experiências sexuais pela Internet.
Me animei a escrever porque acho que pode ajudar outra pessoa indecisa e incrédula sobre os benefícios da Web.
Sou da Argentina, cidade de La Plata, meu corpo não é atlético, sou magro, também não sou alto, e minhas amigas do chat dizem que não sou feio.
Devo dizer que sou uma pessoa muito sexual, com formação oriental (em relação a sexo), já que além do meu trabalho habitual, estudei a vida inteira as ciências ocultas, como Tarô, Parapsicologia,
Mitologia Egípcia, entre outras coisas.
Sinto que a sexualidade deve ser livre, além do que podem te ensinar na sua igreja.
Desde cedo olhava para os padres com curiosidade, já que não dá pra ir contra o que acredito que Deus criou, a sexualidade, é como se te dissessem que comer é pecado.
Você conseguiria parar de fazer isso?
Casei muito jovem, aos 18 anos, meus amigos sempre zoam com isso, porque minha mulher é uma gostosa e falam que só um mago como eu podia fazer ela se apaixonar por mim.
Ela, minha mulher, é o oposto de mim, embora eu curta nosso sexo, ela estagnou nessa área, o que me faz perder o apetite por ela.
Através do meu site (relacionado ao Tarô), comecei a receber consultas sobre sexo e propostas de todo tipo, que eu nem considerava.
Um dia comecei a bater papo e descobri um mundo diferente, depois do lógico direito de piso, comecei a ficar popular, assim conheci muitas mulheres por esse meio, logicamente, não tava afim de transar com qualquer uma só pelo sexo, se rolasse, tinha que ser do meu jeito, claro.
Sabia que existiria uma mulher com as mesmas ideias que eu.
É muito bom pra mim ser sincero e direto, porque assim não teria encontros frustrantes por gostos diferentes.
Essa primeira história que vou contar não foi a primeira, mas foi a que mais... aproveita
Era um sábado, tipo umas nove da noite, eu já tinha meu grupinho de amigas no chat, então quando uma desconhecida me puxava pro privado, sempre desconfiava, achava que era alguém escondendo a identidade pra tirar alguma coisa de mim.
De repente, uma tal de Mônica me puxa, as perguntas de praxe, fiquei na dúvida se ela me conhecia, então não dei muita trela.
Ela se irritou, me perguntando quem eu pensava que era? Que uma mulher como ela não merecia esse desaforo, então cortei na hora.
Isso deixou ela mais puta ainda, me puxava e eu cortava, assim por um bom tempo.
Até que ela saiu da sala.
Uma hora depois, entra de novo e escreve umas coisas no geral pra eu ler, levo ela pro privado e falo que se quer me conhecer, me dá o telefone, assim eu tirava a dúvida se conhecia ela ou não.
Sem hesitar, me passou, eu tinha me enganado, era de uma cidade da Argentina, bem longe, Santa Fé.
Ligo: "Oi, oi", ela diz.
(Gostei da voz), bom, falei, vamos continuar no chat. Na Argentina, ligação de celular a longa distância é CARÍSSIMAAAAA, hahaha.
Quando nos conectamos, começamos a nos conhecer, ela 30 anos, casada, com problemas em casa.
A conversa foi a de sempre, combinamos de nos conectar no dia seguinte.
No domingo de manhã, tava sozinho em casa, o celular me acordou, eram 10h, era ela.
Mônica: "Oi, te incomoda eu ter ligado?"
Eu: "Sim, porque sou casado e não te dei o número nem minha permissão."
Mônica: "Acontece que seu número ficou gravado quando você ligou, e não preguei o olho a noite toda, pensando em você."
Eu: "Tá de brincadeira? Pensando em mim? Se você nem me conhece."
Mônica: "Ontem foi minha primeira vez no chat, e sei que você é um cara legal."
Eu: "Valeu, mas tá se precipitando, o que sabe de mim?"
Mônica: "Sei."
Eu: "OK (mas é...)"
Mônica: "Quero viajar pra te conhecer."
Eu: "Hahaha."
Mônica: "Falando sério..."
Eu: "Cê é maluca? Sempre faz isso?"
Mônica: "Nunca."
Eu: "Acha que sou um cara comum? Não quero fazer você viajar 600 km e se decepcionar."
Mônica: "Comum? O que quer dizer? Eu, sexualmente, acho que você não tá à altura.
Mônica: Ha ha ha.
Eu: Bom, vou te deixar, à noite eu entro.
Quando a noite chega, entro como de costume, converso com minhas amigas, até que ela entra.
Mônica: Hoje você me assustou.
Eu: Por quê?
Mônica: Por aquela coisa normal, o que eu deveria fazer?
Eu: Gozar… sentir… se deixar levar.
Mônica: Você vai me machucar?
Eu: Você quer que eu te machuque?
Mônica: Não (fez um breve silêncio).
Mônica: Ok, mas tem coisas que eu não gosto.
Eu: Essas coisas, você já experimentou?
Mônica: Não, e acho que não vou gostar.
Eu: São tão pesadas assim?
Mônica: Nunca vou entregar a bunda pra um homem, porque é antinatural e doloroso, jamais vou provar esperma dele, porque é nojento.
Eu: A primeira coisa que quero que você saiba é que isso é a dois, ok?
Mônica: Você jura?
Eu: Te prometo, além disso, te explico: eu poderia fazer o que quisesse quando estivéssemos juntos, mas não me satisfaria. De que adianta você fazer só porque eu gosto? A essência do sexo é o poder, e isso se consegue na união do casal em todos os sentidos.
Mônica: Ok.
Eu: Bom, agora me manda uma foto, pra te conhecer.
Mônica: Não faço ideia de como se faz, mas durante a semana eu te mando.
Eu: Ok, vou esperar.
Assim continuou a conversa, depois os e-mails, chegou a foto dela, era uma mulher agradável, as conversas por telefone eram diárias.
Até que combinamos um encontro.
Íamos nos encontrar em Buenos Aires, quatro dias.
Quando chegou o dia, era uma sexta-feira, viajei pra Baires, o transporte dela chegava às 16h.
Já tínhamos feito as reservas num hotel.
Ela chegou, estava muito bem vestida, dava pra ver que era uma mulher formal, exatamente como eu imaginava.
Pegamos um táxi e fomos direto pro hotel.
No caminho, conversamos pouco, dava pra ver que ela estava tensa, seja pela situação ou por não ter gostado de mim.
Entramos no quarto, depois de nos registrar, ela começou a desfazer as malas.
Mônica: Trouxe algumas coisas pra você, uma garrafa de uísque de presente, eu não bebo, deixo claro, um copo e duas taças.
Trouxe um aparelho de cara, vamos tomar um mate?
Eu: Valeu
Eu: Se for whisky, um pouquinho... então bora matear
Sentamos na cama, batendo papo, tomando mate, relaxamos
Eu: Sabe, Mônica, adoro que você tá aqui, você é muito gostosa
Mônica: Eu também tô à vontade com você, mesmo com medo, mas com vontade
Começamos a nos beijar, enquanto isso, tentava sentir que tipo de mulher era, porque ela tava nervosa, hesitante
Resolvi dar uma pausa, queria que, na hora H, ela tivesse todos os sentidos ligados na própria sexualidade, sem falsos pudores, aqueles tipo "o que será que ele vai pensar de mim?" e essas merdas de criação que enfiam nas mulheres e só servem pra podar elas
Além disso, ia deixar ela pensando: "por que ele não parte pra ação?" já que a gente tinha começado!
Eu: Vou no banheiro, já volto
Abri o chuveiro, tomei um banho. "Me serve um whisky?" falei
Ela entra no banheiro com a taça, só de toalha se cobrindo. "Nossa... como você é linda!" falei
Ela entrou no box, tirando a toalha. Enquanto eu me penteava, observava ela pelo espelho, e ela, disfarçadamente, me provocava, se ensaboando de um jeito sensual
Ela tem um corpo muito bom, com destaque pros peitos: grandes, rosados, com uns bicos bem marcados. Depois descobri que eram bem firmes e duros, com uma sensibilidade que nunca vi em mulher nenhuma
Mesmo eu sendo fã do corpo feminino inteiro, especialmente das bundas, acho que foram os peitos dela que me deixaram dominar ela, gozar e fazer ela perder o chão de prazer
Quando ela fechou o chuveiro, peguei a toalha e comecei a secar ela. Enquanto massageava o corpo dela, percebia como ela se excitava. Abracei e beijei com paixão, nossas línguas numa luta de reconhecimento, olhos fechados, sentidos focados no prazer infinito
Enquanto nos beijávamos, minhas mãos começaram a percorrer o corpo dela. Quando roçava nos bicos dos peitos, ela soltava um gemido, que não passou despercebido. Ao acariciar as costas dela, sentia como ela... Ela se apertava contra mim, se esfregando, cheia de luxúria.
Levei ela pro quarto, a gente transou por umas duas horas.
Não foi algo selvagem, foi só um sexo de reconhecimento e quebra de falsos pudores.
A gente tinha quatro dias.
Propus sair pra comer alguma coisa, caminhar um pouco, bater papo, a gente fez isso, aproveitamos pra nos conhecer melhor e relembrar nossas conversas por e-mail, chat, etc.
Quando voltamos pro hotel, ia começar a melhor parte dessa história, que quero contar com todos os detalhes, se é que depois de tudo isso vocês ainda tão lendo. Só de lembrar, já tô com uma ereção do caralho, e não sei como vou acalmar, porque tô sozinho.
Entramos no quarto, comecei a desembalar uns bagulhos que tinha trazido: velas, incenso, essas paradas.
Ela me olhava, sem dizer nada, porque já sabia das minhas paradas esotéricas.
Pedi pra ela tirar a roupa de sair, vestir umas roupas mais insinuantes e pintar o rosto de um jeito bem sensual.
Apaguei as luzes do quarto, acendi várias velas e o incenso, isso deu um clima místico no ambiente.
Monica love…! Que clima gostoso você criou, vai ser uma noite inesquecível pra nós dois.
Pedi pra gente tomar uns copos de uísque, e ela respondeu: “Não bebo isso, só cerveja.”
“Vai, me acompanha com um gole, faz parte da magia”, falei.
Ela tava realmente muito gostosa, só de olhar a luxúria já tomava conta de mim, ia fazer de tudo pra contagiar ela também.
A gente tomou um copo, e ela disse: “Hum… vou pegar outro. É estranho, mas gostei pela primeira vez.”
“Espera, eu sirvo pra você.” Tomei um gole do meu copo, sem engolir, me aproximei dela e dei de beber assim. O beijo quente, encharcado de álcool e saliva, nos deu uma excitação foda. Lembro que, ao ver ela deitada, entregue à nossa luxúria, fiquei fascinado. Como um artista, tentei criar uma obra só seguindo a libido, sem fazer nada ensaiado.
Comecei a despir ela, me reconheço como fetichista das roupas íntimas femininas, só deixei ela de calcinha. calcinha minúscula, que na frente tinha só um triângulo de pano tampando a buceta dela, e por trás também minúscula, enfiava dentro da racha, me excitando ainda mais, já que ela tinha uma bunda linda
Que beleza..! Desperdiçada pelo seu marido, comentei
Mônica rindo, Deus dá pão a quem não tem dentes
Peguei a garrafa de uísque e derramei um pouco nos peitos dela, começando a lamber, ela se contorcia de prazer, quando eu chupava o mamilo ela apertava minha cabeça contra os peitos dela pra eu não parar, quando eu me afastava um pouco ela falava, Olha como eles estão, faz alguma coisa, me concentrei neles, já não chupava porque parecia esfriar, quanto mais eu apertava o mamilo com meus lábios, mais ela gemia
Era como se essa mulher tivesse o clitóris no mamilo, mas pra satisfazer, eu tinha que apertar quase machucando ela
Era uma chave, quanto mais o mamilo excitava ela, mais coisas ela queria
Mônica Sssss, não sei o que tá rolando comigo, tô pegando fogo..! quero fazer coisas que nunca fiz…faz o que quiser, Dani, por favor..!
Isso me deixava louco de prazer, uma mulher que eu curtia e me excitava, uma história muito intensa
Descrever as posições que a gente fez seria interminável e não sei se seria exato, porque numa situação dessas, me sinto em contato com uma divindade, num estado alfa e não se tem muita consciência real
Nessa altura nosso desempenho já era supremo, a gente tava há várias horas de sexo
Tenho a sorte de ter me treinado via Tântrica no controle da ejaculação, senão seria impossível satisfazer uma mulher dessas
Mônica, vou te dar algo que nunca pensei em dar,
Eu Shhhh, só me beija..!
Ela virou, me oferecendo o cuzinho virgem dela, juro que quase gozei, mas por sorte consegui segurar, queria continuar curtindo com ela
Ao encostar meu pau no cu dela, ela soltou um gemido, devia ser muito doloroso pra ela, na primeira tentativa de penetrar, ela travou e contraiu os músculos
Tornando impossível eu possuir ela
Deitei de barriga pra cima Em cima, fiz ela sentar em cima de mim, ela dizia que assim doía mais, mas usei meus truques, comecei com um carinho nos bicos dos peitos dela, pra transformar em beliscões, isso só fazia ela gozar, quanto mais eu apertava, mais ela ficava excitada, mais relaxava, sozinha sentou no meu pau, segurando ele com uma mão, apontando pra bunda dela, foi enfiando devagar, agora não parecia uma bunda virgem, porque a excitação fez ela dilatar até um ponto surpreendente.
Ao sentir meu pau na bundinha dela, ela se sentiu possuída e liberada, cavalgava como uma garota de 20 anos, que vitalidade...! ficou assim por meia hora, o cansaço começou a tomar conta de mim, queria dar uma pausa pra recuperar as energias.
Me propus a gozar. Mas por causa de tanto mete e tira e dos pelos da buceta dela, esfregando meu pau neles, já tava doendo um pouco, tava ardendo.
Eu: Mônica, vamos descansar um pouco, love..!
Mônica: Depois sim..?
Eu: Temos tempo, é sábado ainda, faz um dia que a gente tá nessa.
Mônica: Bom, fica quietinho que eu quero provar com minha boca.
Eu: Depois.
Mônica: Só um pouquinho, sim?
Eu: Tá bom.
Ela desceu, começou a chupar meu pau, não sabia fazer direito, raspava muito com os dentes, por causa do ardor, me dava mais dor do que prazer.
Tive que parar ela e, bem didaticamente, ensinar como fazer.
Ficou assim por um bom tempo, eu já não estimulava ela, só emprestava meu pau duro que ainda não tinha descarregado.
Já era hora... queria gozar na boca dela, não sabia como ela reagiria, já que achava nojento.
Eu: Love... quero acabar em você, quero que veja o fruto da sua paixão.
Tira um pouco da boca e comecei a esfregar.
Ao dizer isso, ela começou uma masturbação lenta, que poderia me fazer gozar em 20 dias.
Estendi minha mão até o bico do peito dela, comecei a beliscar, isso acelerou a masturbação dela.
Eu: Love, vou terminar... Ao dizer isso, ela mesma orientou meu pau pra boca dela, seguindo o ritmo da masturbação.
Enquanto isso, eu já no caminho da explosão, não não só beliscava o mamilo dela, como também enfiava vários dedos na buceta dela, e ela respondia com um movimento pélvico
Quando gozei, parecia que o leite não acabava nunca, surpreendentemente ela não deixou escapar nada, porque o que caía da boca dela, ela juntava e engolia de novo
São minhas experiências sexuais pela Internet.
Me animei a escrever porque acho que pode ajudar outra pessoa indecisa e incrédula sobre os benefícios da Web.
Sou da Argentina, cidade de La Plata, meu corpo não é atlético, sou magro, também não sou alto, e minhas amigas do chat dizem que não sou feio.
Devo dizer que sou uma pessoa muito sexual, com formação oriental (em relação a sexo), já que além do meu trabalho habitual, estudei a vida inteira as ciências ocultas, como Tarô, Parapsicologia,
Mitologia Egípcia, entre outras coisas.
Sinto que a sexualidade deve ser livre, além do que podem te ensinar na sua igreja.
Desde cedo olhava para os padres com curiosidade, já que não dá pra ir contra o que acredito que Deus criou, a sexualidade, é como se te dissessem que comer é pecado.
Você conseguiria parar de fazer isso?
Casei muito jovem, aos 18 anos, meus amigos sempre zoam com isso, porque minha mulher é uma gostosa e falam que só um mago como eu podia fazer ela se apaixonar por mim.
Ela, minha mulher, é o oposto de mim, embora eu curta nosso sexo, ela estagnou nessa área, o que me faz perder o apetite por ela.
Através do meu site (relacionado ao Tarô), comecei a receber consultas sobre sexo e propostas de todo tipo, que eu nem considerava.
Um dia comecei a bater papo e descobri um mundo diferente, depois do lógico direito de piso, comecei a ficar popular, assim conheci muitas mulheres por esse meio, logicamente, não tava afim de transar com qualquer uma só pelo sexo, se rolasse, tinha que ser do meu jeito, claro.
Sabia que existiria uma mulher com as mesmas ideias que eu.
É muito bom pra mim ser sincero e direto, porque assim não teria encontros frustrantes por gostos diferentes.
Essa primeira história que vou contar não foi a primeira, mas foi a que mais... aproveita
Era um sábado, tipo umas nove da noite, eu já tinha meu grupinho de amigas no chat, então quando uma desconhecida me puxava pro privado, sempre desconfiava, achava que era alguém escondendo a identidade pra tirar alguma coisa de mim.
De repente, uma tal de Mônica me puxa, as perguntas de praxe, fiquei na dúvida se ela me conhecia, então não dei muita trela.
Ela se irritou, me perguntando quem eu pensava que era? Que uma mulher como ela não merecia esse desaforo, então cortei na hora.
Isso deixou ela mais puta ainda, me puxava e eu cortava, assim por um bom tempo.
Até que ela saiu da sala.
Uma hora depois, entra de novo e escreve umas coisas no geral pra eu ler, levo ela pro privado e falo que se quer me conhecer, me dá o telefone, assim eu tirava a dúvida se conhecia ela ou não.
Sem hesitar, me passou, eu tinha me enganado, era de uma cidade da Argentina, bem longe, Santa Fé.
Ligo: "Oi, oi", ela diz.
(Gostei da voz), bom, falei, vamos continuar no chat. Na Argentina, ligação de celular a longa distância é CARÍSSIMAAAAA, hahaha.
Quando nos conectamos, começamos a nos conhecer, ela 30 anos, casada, com problemas em casa.
A conversa foi a de sempre, combinamos de nos conectar no dia seguinte.
No domingo de manhã, tava sozinho em casa, o celular me acordou, eram 10h, era ela.
Mônica: "Oi, te incomoda eu ter ligado?"
Eu: "Sim, porque sou casado e não te dei o número nem minha permissão."
Mônica: "Acontece que seu número ficou gravado quando você ligou, e não preguei o olho a noite toda, pensando em você."
Eu: "Tá de brincadeira? Pensando em mim? Se você nem me conhece."
Mônica: "Ontem foi minha primeira vez no chat, e sei que você é um cara legal."
Eu: "Valeu, mas tá se precipitando, o que sabe de mim?"
Mônica: "Sei."
Eu: "OK (mas é...)"
Mônica: "Quero viajar pra te conhecer."
Eu: "Hahaha."
Mônica: "Falando sério..."
Eu: "Cê é maluca? Sempre faz isso?"
Mônica: "Nunca."
Eu: "Acha que sou um cara comum? Não quero fazer você viajar 600 km e se decepcionar."
Mônica: "Comum? O que quer dizer? Eu, sexualmente, acho que você não tá à altura.
Mônica: Ha ha ha.
Eu: Bom, vou te deixar, à noite eu entro.
Quando a noite chega, entro como de costume, converso com minhas amigas, até que ela entra.
Mônica: Hoje você me assustou.
Eu: Por quê?
Mônica: Por aquela coisa normal, o que eu deveria fazer?
Eu: Gozar… sentir… se deixar levar.
Mônica: Você vai me machucar?
Eu: Você quer que eu te machuque?
Mônica: Não (fez um breve silêncio).
Mônica: Ok, mas tem coisas que eu não gosto.
Eu: Essas coisas, você já experimentou?
Mônica: Não, e acho que não vou gostar.
Eu: São tão pesadas assim?
Mônica: Nunca vou entregar a bunda pra um homem, porque é antinatural e doloroso, jamais vou provar esperma dele, porque é nojento.
Eu: A primeira coisa que quero que você saiba é que isso é a dois, ok?
Mônica: Você jura?
Eu: Te prometo, além disso, te explico: eu poderia fazer o que quisesse quando estivéssemos juntos, mas não me satisfaria. De que adianta você fazer só porque eu gosto? A essência do sexo é o poder, e isso se consegue na união do casal em todos os sentidos.
Mônica: Ok.
Eu: Bom, agora me manda uma foto, pra te conhecer.
Mônica: Não faço ideia de como se faz, mas durante a semana eu te mando.
Eu: Ok, vou esperar.
Assim continuou a conversa, depois os e-mails, chegou a foto dela, era uma mulher agradável, as conversas por telefone eram diárias.
Até que combinamos um encontro.
Íamos nos encontrar em Buenos Aires, quatro dias.
Quando chegou o dia, era uma sexta-feira, viajei pra Baires, o transporte dela chegava às 16h.
Já tínhamos feito as reservas num hotel.
Ela chegou, estava muito bem vestida, dava pra ver que era uma mulher formal, exatamente como eu imaginava.
Pegamos um táxi e fomos direto pro hotel.
No caminho, conversamos pouco, dava pra ver que ela estava tensa, seja pela situação ou por não ter gostado de mim.
Entramos no quarto, depois de nos registrar, ela começou a desfazer as malas.
Mônica: Trouxe algumas coisas pra você, uma garrafa de uísque de presente, eu não bebo, deixo claro, um copo e duas taças.
Trouxe um aparelho de cara, vamos tomar um mate?
Eu: Valeu
Eu: Se for whisky, um pouquinho... então bora matear
Sentamos na cama, batendo papo, tomando mate, relaxamos
Eu: Sabe, Mônica, adoro que você tá aqui, você é muito gostosa
Mônica: Eu também tô à vontade com você, mesmo com medo, mas com vontade
Começamos a nos beijar, enquanto isso, tentava sentir que tipo de mulher era, porque ela tava nervosa, hesitante
Resolvi dar uma pausa, queria que, na hora H, ela tivesse todos os sentidos ligados na própria sexualidade, sem falsos pudores, aqueles tipo "o que será que ele vai pensar de mim?" e essas merdas de criação que enfiam nas mulheres e só servem pra podar elas
Além disso, ia deixar ela pensando: "por que ele não parte pra ação?" já que a gente tinha começado!
Eu: Vou no banheiro, já volto
Abri o chuveiro, tomei um banho. "Me serve um whisky?" falei
Ela entra no banheiro com a taça, só de toalha se cobrindo. "Nossa... como você é linda!" falei
Ela entrou no box, tirando a toalha. Enquanto eu me penteava, observava ela pelo espelho, e ela, disfarçadamente, me provocava, se ensaboando de um jeito sensual
Ela tem um corpo muito bom, com destaque pros peitos: grandes, rosados, com uns bicos bem marcados. Depois descobri que eram bem firmes e duros, com uma sensibilidade que nunca vi em mulher nenhuma
Mesmo eu sendo fã do corpo feminino inteiro, especialmente das bundas, acho que foram os peitos dela que me deixaram dominar ela, gozar e fazer ela perder o chão de prazer
Quando ela fechou o chuveiro, peguei a toalha e comecei a secar ela. Enquanto massageava o corpo dela, percebia como ela se excitava. Abracei e beijei com paixão, nossas línguas numa luta de reconhecimento, olhos fechados, sentidos focados no prazer infinito
Enquanto nos beijávamos, minhas mãos começaram a percorrer o corpo dela. Quando roçava nos bicos dos peitos, ela soltava um gemido, que não passou despercebido. Ao acariciar as costas dela, sentia como ela... Ela se apertava contra mim, se esfregando, cheia de luxúria.
Levei ela pro quarto, a gente transou por umas duas horas.
Não foi algo selvagem, foi só um sexo de reconhecimento e quebra de falsos pudores.
A gente tinha quatro dias.
Propus sair pra comer alguma coisa, caminhar um pouco, bater papo, a gente fez isso, aproveitamos pra nos conhecer melhor e relembrar nossas conversas por e-mail, chat, etc.
Quando voltamos pro hotel, ia começar a melhor parte dessa história, que quero contar com todos os detalhes, se é que depois de tudo isso vocês ainda tão lendo. Só de lembrar, já tô com uma ereção do caralho, e não sei como vou acalmar, porque tô sozinho.
Entramos no quarto, comecei a desembalar uns bagulhos que tinha trazido: velas, incenso, essas paradas.
Ela me olhava, sem dizer nada, porque já sabia das minhas paradas esotéricas.
Pedi pra ela tirar a roupa de sair, vestir umas roupas mais insinuantes e pintar o rosto de um jeito bem sensual.
Apaguei as luzes do quarto, acendi várias velas e o incenso, isso deu um clima místico no ambiente.
Monica love…! Que clima gostoso você criou, vai ser uma noite inesquecível pra nós dois.
Pedi pra gente tomar uns copos de uísque, e ela respondeu: “Não bebo isso, só cerveja.”
“Vai, me acompanha com um gole, faz parte da magia”, falei.
Ela tava realmente muito gostosa, só de olhar a luxúria já tomava conta de mim, ia fazer de tudo pra contagiar ela também.
A gente tomou um copo, e ela disse: “Hum… vou pegar outro. É estranho, mas gostei pela primeira vez.”
“Espera, eu sirvo pra você.” Tomei um gole do meu copo, sem engolir, me aproximei dela e dei de beber assim. O beijo quente, encharcado de álcool e saliva, nos deu uma excitação foda. Lembro que, ao ver ela deitada, entregue à nossa luxúria, fiquei fascinado. Como um artista, tentei criar uma obra só seguindo a libido, sem fazer nada ensaiado.
Comecei a despir ela, me reconheço como fetichista das roupas íntimas femininas, só deixei ela de calcinha. calcinha minúscula, que na frente tinha só um triângulo de pano tampando a buceta dela, e por trás também minúscula, enfiava dentro da racha, me excitando ainda mais, já que ela tinha uma bunda linda
Que beleza..! Desperdiçada pelo seu marido, comentei
Mônica rindo, Deus dá pão a quem não tem dentes
Peguei a garrafa de uísque e derramei um pouco nos peitos dela, começando a lamber, ela se contorcia de prazer, quando eu chupava o mamilo ela apertava minha cabeça contra os peitos dela pra eu não parar, quando eu me afastava um pouco ela falava, Olha como eles estão, faz alguma coisa, me concentrei neles, já não chupava porque parecia esfriar, quanto mais eu apertava o mamilo com meus lábios, mais ela gemia
Era como se essa mulher tivesse o clitóris no mamilo, mas pra satisfazer, eu tinha que apertar quase machucando ela
Era uma chave, quanto mais o mamilo excitava ela, mais coisas ela queria
Mônica Sssss, não sei o que tá rolando comigo, tô pegando fogo..! quero fazer coisas que nunca fiz…faz o que quiser, Dani, por favor..!
Isso me deixava louco de prazer, uma mulher que eu curtia e me excitava, uma história muito intensa
Descrever as posições que a gente fez seria interminável e não sei se seria exato, porque numa situação dessas, me sinto em contato com uma divindade, num estado alfa e não se tem muita consciência real
Nessa altura nosso desempenho já era supremo, a gente tava há várias horas de sexo
Tenho a sorte de ter me treinado via Tântrica no controle da ejaculação, senão seria impossível satisfazer uma mulher dessas
Mônica, vou te dar algo que nunca pensei em dar,
Eu Shhhh, só me beija..!
Ela virou, me oferecendo o cuzinho virgem dela, juro que quase gozei, mas por sorte consegui segurar, queria continuar curtindo com ela
Ao encostar meu pau no cu dela, ela soltou um gemido, devia ser muito doloroso pra ela, na primeira tentativa de penetrar, ela travou e contraiu os músculos
Tornando impossível eu possuir ela
Deitei de barriga pra cima Em cima, fiz ela sentar em cima de mim, ela dizia que assim doía mais, mas usei meus truques, comecei com um carinho nos bicos dos peitos dela, pra transformar em beliscões, isso só fazia ela gozar, quanto mais eu apertava, mais ela ficava excitada, mais relaxava, sozinha sentou no meu pau, segurando ele com uma mão, apontando pra bunda dela, foi enfiando devagar, agora não parecia uma bunda virgem, porque a excitação fez ela dilatar até um ponto surpreendente.
Ao sentir meu pau na bundinha dela, ela se sentiu possuída e liberada, cavalgava como uma garota de 20 anos, que vitalidade...! ficou assim por meia hora, o cansaço começou a tomar conta de mim, queria dar uma pausa pra recuperar as energias.
Me propus a gozar. Mas por causa de tanto mete e tira e dos pelos da buceta dela, esfregando meu pau neles, já tava doendo um pouco, tava ardendo.
Eu: Mônica, vamos descansar um pouco, love..!
Mônica: Depois sim..?
Eu: Temos tempo, é sábado ainda, faz um dia que a gente tá nessa.
Mônica: Bom, fica quietinho que eu quero provar com minha boca.
Eu: Depois.
Mônica: Só um pouquinho, sim?
Eu: Tá bom.
Ela desceu, começou a chupar meu pau, não sabia fazer direito, raspava muito com os dentes, por causa do ardor, me dava mais dor do que prazer.
Tive que parar ela e, bem didaticamente, ensinar como fazer.
Ficou assim por um bom tempo, eu já não estimulava ela, só emprestava meu pau duro que ainda não tinha descarregado.
Já era hora... queria gozar na boca dela, não sabia como ela reagiria, já que achava nojento.
Eu: Love... quero acabar em você, quero que veja o fruto da sua paixão.
Tira um pouco da boca e comecei a esfregar.
Ao dizer isso, ela começou uma masturbação lenta, que poderia me fazer gozar em 20 dias.
Estendi minha mão até o bico do peito dela, comecei a beliscar, isso acelerou a masturbação dela.
Eu: Love, vou terminar... Ao dizer isso, ela mesma orientou meu pau pra boca dela, seguindo o ritmo da masturbação.
Enquanto isso, eu já no caminho da explosão, não não só beliscava o mamilo dela, como também enfiava vários dedos na buceta dela, e ela respondia com um movimento pélvico
Quando gozei, parecia que o leite não acabava nunca, surpreendentemente ela não deixou escapar nada, porque o que caía da boca dela, ela juntava e engolia de novo
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