Nunca vou esquecer daquela vez. Lembro que tudo começou assim: ela é uma vizinha de uns 28 anos, muito gostosa, loira, bunda bonita, peitos lindos, provocante. Sempre via ela passando pelo bairro, e toda vez que olhava, pensava em comer ela. Ela passava e nunca me dava bola, e o tempo foi passando. Ela tava junto com um vizinho. Até que tudo foi começando aos poucos. Tive a ideia de cumprimentar ela, e de um dia pro outro, tinha que dar um jeito de comer ela. Comecei passo a passo, dando um “oi, tudo bem?”. Ela respondia “bem, e você?”. Só cruzávamos no bairro, nada além disso. Com o passar dos dias, começamos a conversar mais, sobre qualquer assunto que surgisse. Eu sempre com a mente em comer ela. Toda vez que ela tava na minha frente, a pica ficava dura na hora, uma vontade de penetrar ela ali mesmo.
Os dias foram passando, ela tinha um relacionamento complicado com o parceiro. Eu tava em casa, num dia normal, e ouvi uns gritos vindo da rua. Era ela com o parceiro, brigando. O cara xingava ela de tudo, e ela saiu chorando, indo pra casa da mãe. Aproveitei a situação, saí, esperei ela andar um quarteirão e fui falar com ela: “O que foi? Por que você tá assim?”. Fui consolar ela. A gente conversou por um bom tempo, eu tava com a pica dura pra caralho. Até que ela foi pra casa da mãe. Antes de ir, passou o número dela pra mim, e eu o meu. Bom, passaram dois ou três dias, e recebi uma mensagem dela, agradecendo por ter ouvido ela e tal, e perguntando se eu não queria ir na casa dela tomar um mate e conversar. Bom, fui. Claro que fui, né? Esse já era um passo mais importante que os outros. Tava mais duro do que nunca. Fui, a gente conversou, tomou mate, não rolou nada. Até a quarta vez que fui na casa dela — isso em menos de uma semana, fui quatro vezes. Chegou o dia que eu tanto desejava: ver ela, olhar pra ela e pensar em como eu ia comer ela. Naquele dia, eu comi ela. Começou assim: entrei na casa, sentamos, começamos a conversar. Eu perguntei: “E o Pablo, que onda? Não tá?”. Ela disse: “Não sei, se foi.” foi ou deve andar com outras, mas já vai passar e ela vai voltar, mas enquanto isso tô contigo. do nada começou a passar a mão na minha perna até chegar na minha pica que tava a fuuul. ela falou: "e aí, como é que fica?" eu respondi: "o que você quer? se me deixa louco." ela chegou bem perto, frente a frente, e a gente começou a se beijar sem controle. levantamos nos beijando e, assim, fomos até o sofá, onde tirei a camiseta e o sutiã dela e comecei a chupar aqueles peitos lindos que ela tem. ela, super excitada, me fazia uma punheta braba com a mão. tava demais, eu não aguentava mais, então tirei a calça e a cueca bem rápido e falei: "chupa." ela desceu e me deu um boquete inesquecível. depois de um tempinho, ela levantou e falou: "guy, me come o dia inteiro." eu, com o fogo que tava, realizei o desejo dela. tirei o shortinho que ela tava usando, a calcinha fio dental, e comecei a chupar a buceta dela. ela se contorcia com a chupada de buceta que eu tava dando e gemia de um jeito que me deixava ainda mais louco. aí levantei e enfiei minha pica na buceta dela. ainda sinto aquele calor que a gente sentiu na hora. picaço atrás de picaço, ela gemia igual uma loba no cio. eu tava muito excitado e de pau duro, até que trocamos de posição. virei ela, coloquei de quatro e comecei a penetrar, sentindo como minha pica entrava na buceta dela. olhando aquele rabo lindo, ficava ainda mais excitado. foi assim que rolou uma transa tão intensa que a gente deve ter experimentado mais de 10 posições diferentes, cada uma por um bom tempo. passou outra transa. foram quatro gozadas lindas. essa é minha história da mina que eu comi, a garota que eu via passar na frente da minha casa. eu olhava pra ela com vontade, ela não me dava bola, até que tudo aconteceu e acabei comendo ela.
Os dias foram passando, ela tinha um relacionamento complicado com o parceiro. Eu tava em casa, num dia normal, e ouvi uns gritos vindo da rua. Era ela com o parceiro, brigando. O cara xingava ela de tudo, e ela saiu chorando, indo pra casa da mãe. Aproveitei a situação, saí, esperei ela andar um quarteirão e fui falar com ela: “O que foi? Por que você tá assim?”. Fui consolar ela. A gente conversou por um bom tempo, eu tava com a pica dura pra caralho. Até que ela foi pra casa da mãe. Antes de ir, passou o número dela pra mim, e eu o meu. Bom, passaram dois ou três dias, e recebi uma mensagem dela, agradecendo por ter ouvido ela e tal, e perguntando se eu não queria ir na casa dela tomar um mate e conversar. Bom, fui. Claro que fui, né? Esse já era um passo mais importante que os outros. Tava mais duro do que nunca. Fui, a gente conversou, tomou mate, não rolou nada. Até a quarta vez que fui na casa dela — isso em menos de uma semana, fui quatro vezes. Chegou o dia que eu tanto desejava: ver ela, olhar pra ela e pensar em como eu ia comer ela. Naquele dia, eu comi ela. Começou assim: entrei na casa, sentamos, começamos a conversar. Eu perguntei: “E o Pablo, que onda? Não tá?”. Ela disse: “Não sei, se foi.” foi ou deve andar com outras, mas já vai passar e ela vai voltar, mas enquanto isso tô contigo. do nada começou a passar a mão na minha perna até chegar na minha pica que tava a fuuul. ela falou: "e aí, como é que fica?" eu respondi: "o que você quer? se me deixa louco." ela chegou bem perto, frente a frente, e a gente começou a se beijar sem controle. levantamos nos beijando e, assim, fomos até o sofá, onde tirei a camiseta e o sutiã dela e comecei a chupar aqueles peitos lindos que ela tem. ela, super excitada, me fazia uma punheta braba com a mão. tava demais, eu não aguentava mais, então tirei a calça e a cueca bem rápido e falei: "chupa." ela desceu e me deu um boquete inesquecível. depois de um tempinho, ela levantou e falou: "guy, me come o dia inteiro." eu, com o fogo que tava, realizei o desejo dela. tirei o shortinho que ela tava usando, a calcinha fio dental, e comecei a chupar a buceta dela. ela se contorcia com a chupada de buceta que eu tava dando e gemia de um jeito que me deixava ainda mais louco. aí levantei e enfiei minha pica na buceta dela. ainda sinto aquele calor que a gente sentiu na hora. picaço atrás de picaço, ela gemia igual uma loba no cio. eu tava muito excitado e de pau duro, até que trocamos de posição. virei ela, coloquei de quatro e comecei a penetrar, sentindo como minha pica entrava na buceta dela. olhando aquele rabo lindo, ficava ainda mais excitado. foi assim que rolou uma transa tão intensa que a gente deve ter experimentado mais de 10 posições diferentes, cada uma por um bom tempo. passou outra transa. foram quatro gozadas lindas. essa é minha história da mina que eu comi, a garota que eu via passar na frente da minha casa. eu olhava pra ela com vontade, ela não me dava bola, até que tudo aconteceu e acabei comendo ela.
0 comentários - No final acabei comendo ela