Lembranças de uma noite com minha irmã

Depois da minha primeira experiência sexual, que aconteceu nada mais nada menos que com uma mulher desejada por muitos e possuída por poucos, a mulher que despertou minha sexualidade, aquela que com seu corpo voluptuoso provocou minhas primeiras ereções, e com sua bunda gostosa eu fiz minhas primeiras punhetas, e com suas nádegas deliciosas fez meu pau entrar nelas pra penetrar sua buceta e ter minha primeira relação sexual da minha vida, essa é minha mãe, Brenda.

Aquela primeira vez, daquela noite memorável, dormi feliz abraçado no corpo voluptuoso da minha mãe. De manhã, como era domingo, acordei tarde e minha mãe já não estava na cama, ela tava na cozinha preparando o café da manhã. Fiquei mais um tempinho na cama, pensando que talvez o que aconteceu ontem à noite tivesse sido um sonho, lembrando como me tornei homem, colado na bunda enorme da minha mãe, mas não, porque olhei minha cueca e meu pau, que estavam com os restos secos dos fluidos que minha mãe e eu emitimos, prova de que não foi um sonho. Animado e feliz pelo que aconteceu, levantei e fui ao banheiro me lavar, e vejo no cesto de roupa suja o biquíni vermelho que minha mãe usou ontem à noite, quando eu comi ela. Examinei e vi que também estavam impregnados com restos dos nossos fluidos da noite passada. Levei ao nariz pra cheirar, e o aroma me excitou de novo, assim como saber que aquele biquíni lindo abrigou as nádegas carnudas da minha mãe. Enrolando meu pau duro no biquíni, comecei uma punheta matinal fenomenal, lembrando o que aconteceu na noite em que eu tinha minha mãe, comendo ela agarrado nas bundonas dela. Terminei gozando meu leite dentro da peça, me limpei com ela, deixando meu pau limpo e o biquíni da minha mãe molhado com minha porra matinal. Joguei no cesto de roupa suja e fui tomar banho. Pouco depois, ouvi a voz da minha mãe chamando minha irmã Gabriela e eu pra tomar café.

Já na cozinha, vi minha mãe de costas, servindo o café. Ela tava usando um Vestido leve que fazia ela exibir aquela bunda bonita e gostosa, por um momento bateu uma vontade de chegar nela, segurar pela cintura e dar um beijo no pescoço pra desejar bom dia, mas me segurei porque não sabia qual seria a reação dela depois do que rolou ontem à noite. Dei bom dia normal, como sempre, e ela respondeu super de bom humor, alegre como todo dia. Perguntou como eu tinha dormido, falei que estupendamente, e perguntei de propósito se ela tinha passado bem a noite. Ela disse que poucas vezes dormiu tão bem como ontem. Notei ela mais animada que o normal, e o comportamento dela era o mais natural possível, como se nada de fora do comum tivesse acontecido. Isso me deixou feliz e contente, porque confiava que não tinha achado tão ruim o fato do filhinho dela ter se animado a meter o pau adolescente na buceta madura dela. Nisso chegou minha irmã Gaby, vinha com um shortinho branco, mostrando as pernas torneadas e as nádegas grandes, com uma blusa de alcinha e decotada, dava pra ver parte dos peitos lindos dela. Ela cumprimentou a gente e perguntou por que estávamos tão animados. Falamos que era porque era domingo e não precisava acordar cedo, além de termos dormido muito bem. Minha mãe concordou com a minha resposta, com um sorriso de cumplicidade.

Terminado o café da manhã, minha mãe pediu pra gente ajudar com os arranjos no jardim. Minha irmã disse que tinha um encontro com as amigas e foi embora. Eu fiquei o resto do dia ajudando minha mãe a cuidar das plantas do jardim, aproveitando cada chance pra olhar a bunda dela quando se abaixava pra fazer algum arranjo. E assim eu me deliciava com a vista das nádegas carnudas dela, cheguei a ver naquela manhã até a calcinha amarela que ela estava usando. Passei o dia feliz ao lado da minha mãe, me esbaldando com ela e o corpo dela, e claro, com o pau duro o tempo todo, que eu disfarçava com uma camiseta comprida que conseguia esconder minha ereção, sem que nenhum dos dois mencionasse o que aconteceu. O que rolou entre nós, o resto do dia foi assim, na companhia da mamãe. Depois de ajudar ela, minha mãe foi tirar uma soneca e eu fui visitar meu amigo Nacho, morrendo de vontade de contar que já tinha comido a mulher que ele gostava e que, uma vez que convidei ele pra casa, ele vivia falando que ela era bem gostosa, igualzinho minha irmã. Queria contar tudo nos mínimos detalhes pra ele morrer de inveja, mas claro que não contei, porque se fizesse isso, com certeza ele ia dar um jeito de também aproveitar aquele rabo gostoso da minha mãe. Meu amigo é mais ousado e muito tarado, vive me contando das vezes que comeu a empregada dele, que é gorda e peituda, e se gaba de ter a piroca maior que a minha — e é verdade, porque a gente já comparou. Mas não ligo, porque a minha é mais feliz, e minha mãe é muito melhor que a empregada dele, então minha piroca se divertiu mais que a dele, kkkkkkkkkk. Talvez mais pra frente eu conte pra ele se foder.

À noite, voltei a dormir com ela, mas dessa vez não rolou nada, porque minha mãe agora usava pijamas mais comportados, talvez pra não me excitar com as roupas íntimas sexy dela. Mas eu me contentava em ficar abraçado no corpo dela, com minha piroca dura encostada na bunda dela. Ela parecia dormir feliz assim, sem fazer nada além disso nos dias seguintes. Eu ia esperar outra oportunidade pra comer minha mãe de novo.

Até que tudo deu uma reviravolta de cento e tantos graus numa sexta-feira, quando minha irmã Gaby pediu permissão pra ir a uma festa, convidada por um suposto pretendente, que não era outro senão Saúl Jr., filho do seu Saúl, dono da sapataria onde compramos nossos sapatos. Eu não suportava nenhum dos dois, porque por serem de família rica, acham que podem ter tudo, inclusive a mamãe, e acho que também minha irmã, pelo que aconteceu no dia em que compramos calçados lá. A sapataria dele, que inclusive eu fui testemunha de como ele comeu minha mãe no depósito e despia minha irmã com o olhar cheio de luxúria, aquele dia foi o pior da minha vida por causa do ciúme que senti ao ver aquele velho feio e arrogante aproveitando a bunda da minha amada mãe, e agora acontece que o filho odioso dele está de olho na Gaby. Isso não me agradou nada, mas minha mãe deu permissão com a condição de ele chegar antes da meia-noite, porque minha mãe nos avisou que naquele dia ela também ia sair para outra festa para a qual a amiga dela, Natália, a convidou junto com o marido Manuel.

Naquele dia, fiquei em casa, deitado na cama do quarto, enquanto elas se ajudavam a escolher as roupas, e eu, entretido, via minha mãe e minha irmã se arrumando para seus compromissos. As duas estavam animadas, mas a Gaby mais ainda, caprichando na produção. Ela foi a primeira a ficar pronta, com uma minissaia preta bem justa nos quadris, mostrando a bunda linda e as pernas torneadas, e uma blusa vermelha decotada que deixava à mostra os peitos bonitos e generosos. Ela estava uma gostosa. Minha mãe também terminou de se arrumar com um vestido claro, de uma peça só, que batia um pouco acima dos joelhos, justinho no corpo bonito dela e realçando a bunda grande. Dava pra ver levemente o contorno da calcinha de biquíni nas nádegas, o que a deixava muito sensual e desejável, e também com um decote generoso em V, mostrando o belo par de seios. As duas calçavam saltos altos, mas minha mãe usava meia-calça escura. Para ambas, os saltos valorizavam bem as bundas redondas e as pernas torneadas. Depois, andando na frente do espelho, elas se admiravam, se virando para exibir os corpos e me perguntaram, divertidas, como eu as via. Sem pensar, respondi que as duas estavam muito boas. A Gaby, rindo, me disse:

— Misael, nos respeita. Não se diz "estão muito boas", se diz: estão muito bonitas, muito lindas, muito preciosas, muito... etc., etc. jijijijijijiji

--*Desculpa, maninha, você tem razão, as duas estão lindas, estão muito gostosas, estão muito bonitas, mas as duas são bem boas, hehehehehehe,

-Vai com meu irmãozinho, mãe, não sabia que ele era tão ousado com as mulheres, mas acho que ele tem razão, tem bom gosto, e vamos mostrar pra ele que é verdade que somos bem gostosas, jijijijijijijiji, rindo as duas, começaram a modelar suas roupas, rebolando com sensualidade suas bundas lindas e notei que minha mãe era quem mais rebolava eroticamente a bunda pra mim quando era a vez dela, porque faziam uma de cada vez, como se dissessem: "isso você comeu e isso você vai comer direto", e claro, eu interpretava assim aqueles rebolados da bunda dela, e feliz da vida com o espetáculo que os corpos sensuais delas me davam, deitado na cama, dobrei minhas pernas pra disfarçar a ereção que me causaram, elas perceberam, principalmente minha mãe, que mais insistia em olhar pro meu volume, e disfarçadamente davam um jeito de contornar com as mãos a silhueta dos quadris sobre a roupa, pra minha alegria, e minha irmã não queria ficar pra trás e se inclinava de um jeito provocante pra me mostrar um pouco mais das pernas lindas dela e um pouco da bunda desejável, eu feliz admirando esse par de gostosas.

Minutos depois, Saúl filho chegou, o suposto pretendente da minha irmã, ela foi sem muito entusiasmo com ele pra festa, com a promessa de que voltaria antes da meia-noite, como tinha prometido.

Outros minutos depois, Natalia e o marido Manuel chegaram pra buscar minha mãe, que já estava pronta e deslumbrante com a produção. Os amigos, ao verem a mãe toda arrumada, comentam:

-*Brenda, como você está gata hoje... diz a amiga com certa inveja...

--É verdade, diz Manuel, você está linda e muito, muito, muito...

-*Gostosa! como meu filho disse ainda agora, jijijijiji...

--Exato, essa é a palavra, concordo com a opinião do seu filho, dá pra ver que ele é bom conhecedor de mulheres bonitas e... Buenas…", disse Manuel, e todos rimos divertidos. Eu já me sentia o maior conhecedor de mulheres gostosas e de buceta boa, tipo minha mãe Brenda e minha irmã Gabriela.

Antes de sair pra festa, minha mãe se despediu de mim com um beijo na bochecha. Aproveitei pra abraçar ela e sentir o cheiro do perfume gostoso dela, e sussurrei no ouvido:

— *Que cheirosa você tá, mamãe, tá linda…* e apertando ela um pouco contra mim, completei:

— E você tá muito gostosa, mãe. Valeu por ter me mostrado seu corpo lindo, maravilhoso e perfeito mais cedo. Te amo muito e aproveito pra agradecer por deixar eu mostrar o carinho e o amor que sinto por você. Te quero demais, se diverte essa noite porque você merece, e eu adoraria te esperar acordado pra agradecer a felicidade que você me deu naquela noite inesquecível…

O marido da amiga dela, a Natália, aproveitando que a esposa tava distraída, não perdia um detalhe, com o olho fixo na raba da minha mãe. Ele sorria com maldade, praticamente comendo o cu da minha mãe com os olhos. Ela, de canto de olho, via e, toda provocante, empinava mais a bunda, pra deleite do seu Manuel. Depois, saiu nervosa do meu abraço porque com certeza tava sentindo meu volume na pélvis dela, e falou:

— *Não me espera acordado, Misael. Talvez eu chegue um pouco tarde. Melhor esperar a Gabriela, que deve chegar antes da meia-noite. Se ela chegar mais tarde, você me conta amanhã. Não quero que você esconda nada dela, ok, querido?…* — disse minha mãe enquanto passava a mão no meu cabelo. E depois das despedidas de praxe, elas saíram pra festa.

Elas foram embora e eu fiquei sozinho em casa, pensando no que fazer pra não morrer de tédio. Passei a tarde toda vendo TV em casa, comendo salgadinhos e tomando refrigerante de bunda. Já de noite, antes de ir dormir, passei no quarto da Gaby e remexi na gaveta onde ela guarda a roupa íntima. Vi a coleção enorme de biquínis curtinhos e tangas minúsculas, peguei alguns pra admirar, e no fundo da gaveta encontrei uma caixa de comprimidos pela metade, parecidos com… que minha mãe toma todo dia, depois descobri que eram pílulas anticoncepcionais, deixei tudo no lugar e continuei vendo a lingerie sensual, peguei um biquíni vermelho, que tinha visto na minha irmã um dia da semana em que ela foi tomar banho, sem ela perceber eu vi ela com aquele biquíni antes de entrar no banho, as bundas dela durinhas e empinadas estavam lindas, só de lembrar já comecei a ficar excitado e me deitei na cama dela com meu pau pra fora e duro pra me masturbar, enrolando o biquíni dela no meu pau comecei a bater uma, imaginando que dentro do biquíni estava a bunda da minha irmã, eu acariciando com minhas mãos segurando as nádegas dela que eu abria pra meter todo o meu pau e começar a foder ela com toda a vontade que tenho de fazer isso de verdade, com isso não aguentei mais e comecei a gozar uma porra bem grossa, caindo na cama, terminei feliz e limpei meu pau com o biquíni, deixando ele molhado com meu sêmen, morbidamente guardei ele assim úmido na mesma gaveta pra que ela veja e perceba que me masturbei pensando nela.

Decidi dormir logo, e pensei em fazer isso no quarto da Gaby, na esperança de que talvez quando ela chegar da festa, venha um pouco bêbada e aproveitar o estado dela pra tentar de novo acariciar as pernas lindas dela e a bunda firme e empinada, e quem sabe até conseguir comer ela essa noite mesmo, mas lembrei da vez que tentei quando a mãe deixou a gente sozinho e dormi com ela, naquela vez ela deixou eu acariciar a bunda toda dela, mas na hora que achei que ela tava dormindo e apontei meu pau duro pra bunda dela, ela parou minha ousadia com um tapa, embora no dia seguinte não me acusou nem reclamou de nada, talvez ela tenha gostado que o irmãozinho que ela achava bobo, ficou excitado com a bunda gostosa dela.

Mas pensei melhor e escolhi dormir no quarto da minha mãe, com a ideia de que talvez ela também chegasse um pouco bebida e com tesão, com vontade de ser comida de novo pelo filhinho dela.

Com essas ideias quentes me meti na cama e fui pegando no sono. dormido.

Lá pela meia-noite, acordei ao ouvir vozes na entrada de casa. Me levantei e espiei pela janela, vi que era minha irmã chegando da festa, vinha acompanhada de um cara, imaginei que fosse aquele odioso do filho do Saúl (pra mim, era filho da p…). Estavam abraçados e se beijando na porta de entrada, achei que era só uma despedida e que a Gaby entraria logo em casa. Ciumento e puto, voltei pra cama. Depois de alguns minutos, quando já estava quase pegando no sono, ouvi a porta do quarto abrir, e lá da entrada minha irmã fala baixinho:

— Misael, cheguei, irmãozinho — ela sussurrava, como se tentasse não me acordar. Não respondi, ainda tava puto e com ciúmes. Depois de uns segundos, percebi que, devagar e sem fazer barulho, ela foi se aproximando da minha cama. Com essa atitude dela, fiquei iludido, pensei que talvez minha irmã tivesse voltado um pouco bebada e com tesão da festa, e que, por estarmos sozinhos, deu vontade nela de se aproximar em silêncio e pegar no pau do irmãozinho. Isso fez meu pau subir na hora. Ela chegou perto de mim e tocou meu ombro, como pra ver se eu tava mesmo dormindo. Me balançou um pouco, e eu respirei mais forte, como se estivesse bem dormindo. Esperei o momento em que ela criasse coragem pra descer a mão e tocar no meu pau duro, mas, que decepção, ela começou a se afastar do mesmo jeito sorrateiro que entrou, e saiu do quarto, me deixando extremamente excitado e frustrado. Com isso, de má vontade, ajustei meu pau duro pra tentar dormir. Já tava quase conseguindo quando ouvi vozes vindo da sala. Curioso, fui investigar, e que surpresa tive. Apesar da escuridão, vi perfeitamente minha irmã deitada no sofá grande, com a minissaia levantada até a cintura, nua da cintura pra baixo, com as pernas lindas abertas, e no meio delas um cara comendo ela. Imaginei que fosse o filho do Saúl. Não conseguia acreditar no que tava vendo. Fiquei paralisado olhando, cheio de tesão. Ciúmes de como estavam fodendo minha linda irmãzinha, mas diante daquele espetáculo comecei a ficar excitado, meu pau tava bem duro, ao ver como aquele filho da p...t... tinha uma mão massageando com vontade seus lindos peitos que saíam da blusa meio desabotoada, e com a outra segurava minha irmã pelo quadril, pra meter todo o pau até o fundo da buceta da Gaby que tava claramente aproveitando pela cara de satisfação e tesão que ela tinha, me aproximei um pouco mais com cuidado pra não perceberem minha presença e pude ouvir:

--*Finalmente tô te comendo como deve ser Gabrielinha, quanto tempo esperei por esse momento de aproveitar plenamente esse corpo gostoso que você tem, nas outras vezes não pude te aproveitar como deve ser dessa bucetinha gostosa e apertada que você tem, porque nos interrompiam na hora de foder, ou porque você ficava muito enjoada, mas agora te tenho como sempre quis te ter, assim aberta de pernas recebendo meu pau nessa bocetinha suculenta e apertada que você tem, putinha linda, mmmmmhhhh, toma sente ele todo puta, aaaahhhhhhhh, dizia o cara, ao mesmo tempo que metia até o fundo da minha irmãzinha gostosa, se aproximava pra chupar os bicos duros que ela tinha naquele momento de total tesão,

-*Aaaaaaahhhhhh, não fale tão alto moço que pode acordar meu irmão, mmmmmhhhhh, que gostoso você tá me comendo, mete tudo assim até o fundo, e continua chupando meus peitos que são seus agora aahhhhhhhhhh, me dá mais forte que isso é muito gostoso......, inacreditavelmente lá estava minha irmã aproveitando pra caralho a foda que tava levando, eu super excitado comecei a curtir ver minha irmã sendo penetrada e gozando, então comecei a me masturbar gostosinho e eles continuaram uns minutos mais fodendo naquela posição, até que de repente ele tirou o pau da buceta da minha irmã, pra frustração dela que queria continuar sendo comida, ele se levantou e sentou no sofá, aí pude ver bem apesar da pouca luz, o cara que tava comendo minha irmã Gaby, e não era o Saúl filho, era o seu Saúl!, o mesmo velho que comeu minha mãe no depósito da sapataria dele, mas eu não entendia por que aquele babaca tava ali, fodendo gostoso minha irmã, depois fiquei sabendo por ela mesma, que a festa foi na casa do seu Saúl, e que o filho dele tinha bebido demais, e não conseguiu trazer minha irmã de volta pra casa, e seu Saúl, oportunista como sempre, se ofereceu pra trazer ela, e aproveitando que a Gaby também tinha bebido, se aproveitou da situação e convenceu ela a dar pra ele na sala da minha casa, e agora ele tava sentado no sofá, com o pau duro, apontando pro teto, fez minha irmã se levantar, e colocou ela de cócoras na frente dos joelhos dele, ela excitada se deixava levar pelas ordens do velho, ele pegou ela pela cabeça e enfiou a língua na boca da minha irmã, que correspondeu abrindo a boca e entrelaçando as línguas, dava pra ouvir os estalos que as bocas faziam ao se beijar e chupar lábios e língua, seu Saúl separou ela e inclinou a cabeça dela pra chupar o pau dele, minha irmã pegando com a mãozinha a base do pênis ereto, balançou um pouco e começou a chupar mansamente, como se tivesse muita experiência.

Eu tava vendo o show pornô da minha irmã, excitadíssimo, como ela ia abrindo a boquinha linda, colocou a língua pra fora e passou por toda a volta da cabeça do pau, que tava brilhando por causa dos fluidos que ela deixou depois das metidas que ele deu minutos antes na buceta dela, que ela adorava saborear os próprios líquidos vaginais, deu mais duas ou três lambidas e depois engoliu devagar com a boca o pau do velho, que revirava os olhos, aproveitando o boquete que minha irmã tava dando, com as mãos na cabeça dela ele controlava o ritmo da mamada, eu tava surpreso com a atitude da minha irmãzinha linda, não conseguia acreditar que ela era tão puta, mas isso já não importava pra mim, porque agora eu tava curtindo o espetáculo, e pensando que tudo isso ia me beneficiar e depois eu faria o mesmo comigo, com uma excitação no talo, comecei a me masturbar mais rápido, vendo minha irmãzinha chupando pau e com aquelas bundinhas gostosas empinadas e nuas, apontando a bunda pra mim, não aguentei mais e gozei, jogando meu esperma na cortina da sala que servia de esconderijo, pra poder ver tudo que rolava na sala sem ser descoberto, ofegante, suado e ainda excitado pela puta punheta que bati graças à atuação da minha linda e gostosa irmãzinha, como pude limpei minha gozada, e a ação continuava na sala.

--*Que gostoso você chupa, garota, é uma chupadora experiente, aaahhhhhhhhh, acho que nem sua mãe faria tão bem quanto você, continua assim minha filha, que bem que você tá fazendo, mas me diz quem te ensinou a chupar tão gostoso assim, com certeza foi o idiota do seu namorado Cesar que você me contou que foi o primeiro a te comer, por isso mandei darem uma surra nele pra ele se afastar de você, porque eu te queria pro meu filho Saúl, mas agora mudei de ideia e te quero só pra mim, mmmmmhhhh……, minha irmã parou de chupar pau pra esclarecer:

-Não, seu Saúl, não foi meu ex que me ensinou a chupar um pau gostoso, foi outra pessoa mas não posso dizer quem é porque é um grande segredo e a gente pode se foder, melhor me deixar continuar mostrando que aluna boa que sou fazendo isso, jijijijijijiji…..

--Mas que putinha você é, Gabrielita, desde a outra vez na sapataria eu já queria que você estivesse assim de joelhos comendo todo o meu pau, mas você se fez de difícil e comportada, lembra?.......

-Mmmmjjjhhh, mas se naquele dia eu chupei sim, seu Saúl, lembra, só que você queria me comer ali e era perigoso porque minha mãe e meu irmão estavam por perto, mas eu chupei um pouquinho e falei pra esperar a ocasião em que a gente ficasse sozinho, e já viu que logo surgiu a chance de ficarmos a sós, então vamos nos apressar porque Pode acordar Misael, e minha mãe não demora pra chegar da festa que foi com a amiga dela, a Natalia… e continuou chupando como se fosse um pirulito grosso o pau duro do velho, que gemia de prazer com a boca de puta da minha irmã puta…

— Aaaaaahhhhhhhh, que prazer você me dá, puta gostosa, mas espera um pouco que você vai me fazer gozar, e não quero por enquanto gozar na sua boquinha, e sim em outro buraco do seu corpinho lindo. Dizendo isso, parou o boquete e, levantando minha irmã, colocou ela em cima do sofá, de quatro. Ela, dócil e sem resistência, deixava fazer tudo. Ele se posicionou atrás dela, tendo à disposição aquela bundona, pegou nas nádegas dela e as abriu pra começar a chupar a buceta melada dela, com poucos pelinhos. Passava a língua por todo o contorno dos lábios, fazendo movimentos circulares com a cabeça, saboreando os sucos que escorriam da xota da Gaby, que só conseguia sentir prazer:

— *Aaaaaahhhhhhhh, que delícia, continua me chupando aí atrás, que tô sentindo uma maravilha*, dizia minha irmã, já sem se preocupar se iam ser ouvidos, achando que eu tava dormindo e que ninguém via.

O velho continuava chupando a buceta, metendo e tirando a língua, subiu um pouco pro cuzinho dela, parou ali, passando a língua e babando bastante, deixando aquele buraquinho escuro todo molhado. Parou o boquete e se levantou…

— Olha só, puta, já tá escorrendo muito aí embaixo e meu pau quer entrar na sua caverninha pra ver por si mesmo, hehehehehehe… Pegando o pau dele, já duro, apontou pra entrada da buceta e penetrou devagar, sem muita dificuldade, porque minha irmã tava toda molhada depois do boquete que levou e dos muitos sucos que a xota dela soltou… Segurou firme na cintura linda dela e meteu até o fundo, provocando um aaaaaaaahhhhhhhhh de prazer da minha irmã puta, que aguentava firme as estocadas profundas que recebia. Depois… Depois de mais algumas metidas, ele parou a foda pra tirar a pica da buceta escorrendo dela e colocar na entrada do cuzinho dela, com a intenção de sodomizar aquele rabo virgem. Diante dessa intenção, minha irmã Gaby protestou:

- Por trás não, seu Saulo, nem tenta, por favor, porque dói muito por aí (como ela sabia que dói, será que já tinha experimentado?).

- Relaxa, mocinha, vou meter com cuidado e vai doer só um pouquinho, mas depois você vai ver como goza.

- Não, por aí não, porque sua coisa é muito grande, melhor meter onde é pra meter.

- Anda, não seja malvada, Gabriele, fica molinha e vai ver como vai gostar, insistia o cara, que com os dedos lambuzava de cuspe o buraquinho desejado, massageando ele suavemente, e tentando enfiar um dedo no cuzinho dela, manobras que já começavam a agradar minha irmã.

- Ooooohhhhh, já falei que não, seu Saulo, porque dizem que por aí dói muito, melhor continuar me comendo como antes, vai, não seja malvado, dizia minha irmãzinha toda melosa, apoiando os cotovelos e o rosto totalmente no assento do sofá, fazendo a bunda dela se levantar ainda mais e ficar completamente exposta pro velho, que continuava provocando aquele rabo delicado, já percebendo a pouca resistência dela.

- Vou fazer devagarzinho, minha filha, se doer muito eu tiro e continuo te comendo pela sua bocetinha gostosa, dizia ele ao mesmo tempo que já enfiava o dedo indicador no cuzinho dela, mexendo em círculos pra dilatar aquele canal estreito.

- Aaaaaahhhhhhh, o que você tá fazendo, seu Saulo, oooooohhhhhhhhh, que gostoso, foi tudo que minha irmã submissa disse, já totalmente entregue aos desejos daquele velho.

Vendo minha irmã como uma boneca inerte, que era manipulada ao bel-prazer daquele cara odioso, senti um ciúme enorme, ao saber que aquele rabo que eu via todo dia, admirava e desejava, ia ser profanado por aquele velho desgraçado, que não satisfeito em comer minha mãe e minha irmã pela buceta e boca, agora se preparava pra furar o cu da Gaby, que eu considerava só meu, então não ia permitir, e inventei algo pra não deixarem pegar a bunda enorme da minha irmã.

Naquele momento, eu já tinha a pica na entrada do cuzinho dela, molhado pela saliva que tinha lá, levemente relaxado pelos dedos daquele velho sortudo; minha irmã esperava de olhos fechados que partissem o cu virgem dela, seu Saúl estava babando de tesão e de olhos bem abertos, vendo a iguaria suculenta que ia comer, mas azar o dele, porque naquela hora, fiz barulho no quarto, batendo a porta. Com isso, vi escondido do quarto da mamãe como minha irmã Gaby levantou rápido da posição de puta em que estava, assustada e nervosa, se vestiu como pôde, empurrando pra porta o velho excitado e frustrado, que ainda tentou dizer pra ela se acalmar, que não era nada, que talvez eu ainda estivesse dormindo, mas ela, apavorada, o empurrava pra fora de casa. Quando o expulsou, fechou a porta e ficou um tempo encostada nela, esperando que a qualquer momento eu a confrontasse. Como nada aconteceu, depois de se benzer, foi pro quarto dela, pensando que talvez eu não tivesse percebido nada.

Aproveitei esses instantes pra entrar no quarto da minha irmã, esperar ela deitado na cama dela, e ver que cara ela ia fazer ao saber que, quando chegou, me viu supostamente dormindo no quarto da mamãe, e agora ia me encontrar na cama macia dela, acordado e esperando uma explicação pro comportamento de puta e safada que até então eu desconhecia. Tava bem animado e excitado, sabendo que ia tirar bastante proveito dessa situação.

Abri um pouco a porta do quarto da minha irmã pra ver o que ela tava fazendo, depois do susto que levou, e ela já tava indo pro quarto dela. Entrei rápido debaixo dos lençóis da cama e esperei por ela, mas sem perceber nada, ela entrou direto no banheiro, com certeza pra limpar os vestígios do corpo profanado dela. Aos Poucos minutos depois, ela sai do banheiro e, na penumbra, vejo que vai até o lugar onde guarda a calcinha, pega uma e veste. Não estava usando a tanga ou o biquíni que colocou naquela noite — com certeza o velho ficou com ele como troféu, quando tirou pra meter nela. Então, o Seu Saúl já tinha os troféus em forma de biquíni da minha irmã e da minha mãe, quando também comeu as duas no depósito da sapataria dele. Por coincidência, o biquíni que a Gaby tirou da gaveta era exatamente o vermelho, com o qual eu me masturbei na cama dela, e com certeza estava molhado com o sêmen da minha gozada. Ela vestiu assim mesmo, e, com o robe de dormir curto e meio transparente, acendeu a luz do quarto pra se arrumar pra dormir. E, com grande surpresa, me viu deitado na cama dela:

— Misael, o que você tá fazendo aqui? Achei que você tivesse dormindo no quarto da mamãe — disse Gaby, confusa e incrédula.

— Tava lá, mas acordei com uns barulhos que vinham da sala — falei com voz acusadora — e vi tudo. Vi como aquele velho desgraçado do Seu Saúl te comeu. Não esperava isso de você, Gabriela… Ela, nervosa, assustada e quase chorando, responde com voz trêmula:

— Me perdoa, Misael, não sabia o que tava fazendo. Por favor, não conta nada disso pra mamãe. É que eu tava meio bêbada e ele se aproveitou do meu estado.

— Pois eu não vi ele te forçar a nada. Pelo contrário, vi como você tava de pernas abertas, gostando da pica que ele tava te dando, e mais ainda do boquete que fez naquele velho desgraçado! Que puta você é, irmã… Diante das minhas palavras cortantes, Gaby sentou na cama, derrotada, e começou a chorar sem consolo.

— Irmãozinho, me desculpa. Juro que não sei o que deu em mim. Não vou fazer de novo. Por favor, não conta nada pra minha mãe — e continuou chorando sem controle por vários minutos. Fiquei triste com a atitude de arrependimento dela. Me levantei pra abraçá-la e consolá-la.

— Tá bem, Gaby, se acalma. Não vou contar nada do que aconteceu pra nossa mãe, mas agora se acalma — falei, secando as lágrimas dela com minhas mãos. Segurando a cabeça dela com carinho, dei um beijo na bochecha dela, bem perto dos lábios, e ela se acalmou um pouco.

—*Valeu, maninho, juro que isso não acontece de novo, e me desculpa de novo, tô te devendo uma e quando você quiser e do jeito que quiser, eu pago — minha irmã falou num tom meio provocante, me devolvendo o beijo, também bem perto dos meus lábios. Eu, todo animado, pensei que claro que ia cobrar isso, e talvez até mais cedo do que a gente imaginava, quem sabe essa noite mesmo. Decidido, olhei fixo nos olhos dela, segurei as mãos dela e falei com voz firme:

—*Tô afim de dormir

com você hoje na sua cama, mana, deixa?....., ela sem tirar os olhos dos meus e eu vi um brilho de safadeza neles:

—*Claro que sim, maninho, o que você quiser e desejar, vamos dormir que já é tarde, e não quero que a mãe nos encontre acordados……., todo animado e feliz, voltei pra cama dela e fiz um espaço, ela foi apagar a luz e, excitado, vi o corpo lindo dela com a camisola de dormir, dava pra ver as pernas bonitas e torneadas, que com o biquíni vermelho destacavam a bunda gostosa dela, como minha irmã era uma delícia, e daqui a pouco ia aproveitar do meu jeito aquele corpo todo, tanto ou mais que o velho filho da puta que já tinha aproveitado ele; ela se acomodou do meu lado de barriga pra cima, abracei ela pelos ombros, deixando minha mão bem perto do peito dela, depois de um tempo, meti a mão no peito dela, por dentro da camisola, e ela com cuidado virou de costas pra mim, e eu aproveitei pra encostar minha pélvis com meu pau bem duro na bunda dela, que tava aparecendo porque a camisola curta não cobria, deixei meu pau descansando entre as nádegas dela, ela deixava eu fazer tudo porque sabia que não tinha como negar depois que eu vi ela sendo comida pelo velho do seu Saúl, e segurando a cintura dela, comecei a esfregar a bunda dela, ela em silêncio deixava, com cuidado comecei a acariciar o corpo dela, começando pelas pernas lindas, subindo até chegar na... Nádegas firmes, continuei subindo até chegar nos peitos lindos e macios dela, sentindo com minha mão os biquinhos duros e crescidos pela excitação que minha irmãzinha já tava sentindo com as carícias que o irmãozinho dela tava fazendo. Decidido a tudo, tirei meu pau duro e comecei a roçar na bunda dela por cima do biquíni vermelho, sem ela me impedir de nada dessa vez, diferente da outra ocasião em que dormi com ela e, quando tentei encostar meu pau na bunda dela, ela me impediu com um tapa. Mas dessa vez era diferente, as circunstâncias eram outras, agora ela deixava eu fazer tudo o que eu quisesse, porque se sentia culpada e envergonhada pela situação em que eu a peguei. E ali eu tinha a Gaby à minha disposição total. Já com minha excitação no talo, fui tirar o biquíni dela pra meter nela. Ela continuava "dormindo" e sem falar nada. Tava nessa quando ouvimos que a mamãe chegou da festa. Ouvimos vozes na sala e supusemos que ela tinha chegado com a amiga Natalia. Minha irmã "acordou", virou de barriga pra cima, acariciou meu rosto e, com uma voz sensual e excitada, disse:

- Parece que a mamãe já chegou, e veio com a amiga dela. Vai lá e fala que vai dormir comigo. Fico te esperando aqui, não demora porque vou dormir logo e, não importa o que você faça comigo, não acordo com nada, jijijijijiji... E dizendo isso, se aproximou pra me dar um beijo na boca, dando uma leve mordida no meu lábio inferior, o que me excitou ainda mais. Empolgado, vesti meu pijama e saí pra avisar que ia dormir com a Gaby. Esperei um pouco pra broxar, me aproximei em silêncio da sala de onde vinham as vozes, e o que vi me deixou realmente surpreso, porque não era a amiga que tava com a mamãe, era um cara. Minha mãe tava abraçada nele, com os braços no pescoço dele, levantada na ponta de um pé e o outro dobrado, numa pose sensual pra alcançar ele, porque o cara era alto. Ela tava beijando ele com muita paixão, e minha mãe correspondia do mesmo jeito, parecia que tavam se devorando. Claramente se ouviam os estalos que suas bocas faziam, não conseguia acreditar no que estava vendo, minha santa mãe daquele jeito, e na sala da nossa casa, se deixando tocar o corpo desejado dela, porque o cara já tinha as mãos nas bundas dela, apertando com tesão, e aí vi que ele se abaixou um pouco, pra tirar os peitos dela do decote do vestido e começou a chupar, notei minha mãe curtindo, jogando a cabeça pra trás, gozando com o que ele tava fazendo. Em seguida, ele puxou o zíper do vestido dela por trás, e foi descendo até cair no chão, deixando minha mãe só de sutiã, calcinha fio dental, meia e salto alto. Ela tava uma gostosa com essas roupas mínimas e sexys, isso fez meu pau endurecer de novo, vendo todo aquele espetáculo erótico. Aí ela, excitada, começou a desabotoar a camisa dele pra tirar e acariciar, beijar e lamber o peito peludo dele, enquanto era correspondida, tocando tudo que podia do corpo lindo da minha mãe, ao mesmo tempo que dizia com a voz cheia de tesão:

— *Que gostosa você tá, Brenda, como eu queria te ter assim, sempre gostei da sua bunda, nossa que delícia, seu corpo inteiro me encanta, você me deixa muito louco* — ele falava pra minha mãe enquanto beijava a boca dela de novo. Ela responde baixinho e excitada, quase num sussurro:

— *Sshh, não fala alto, porque podem acordar meus filhos, melhor se apressar, porque eu também tô excitada, olha só* — ela disse, pegando a mão dele e levando até a virilha dela pra ele sentir a umidade da buceta. Então o cara, todo animado, tira o sutiã dela, deixando os peitos lindos à disposição, enfia a mão no elástico da calcinha e puxa pra baixo pelas pernas dela, e aparecem as bundas suculentas que eu já conhecia, ficando semi-nua porque ainda usava as meias sensuais. Ela tava divina, eu já tava realmente excitado, com o pau duro, vendo a bunda da minha mãe.

Nisso, vejo minha irmã chegando, e faço sinal pra ela. faz sinal pra eu ficar quieto e chegar perto pra ver, ela também surpresa começa a observar a ação e, em voz baixa e com os olhos arregalados, exclama:

- Não é possível, o que minha mãe tá fazendo ali quase nua, e com o senhor Manuel, e realmente, eu não tinha reparado porque toda minha atenção tava na bunda da mamãe, e sim, o cara era o marido da Natália, a amiga dela, mas como que era possível ele estar ali, prestes a comer minha mãe; depois a mamãe nos contou que, na festa que foram, ele a encontrou num canto afastado da festa com um cara que já tinha deixado os peitos dela de fora e tava chupando eles, e ela correspondia com a pica do cara na mão, masturbando ele distraída que nem percebeu quando o marido Manuel surpreendeu os dois, que furioso bateu nos dois e acabou a festa, e que desolado ele se ofereceu pra trazer a mamãe de volta pra casa, e agora tava consolando ele bem assim.

Minha irmã se colocou na minha frente pra continuar vendo o que rolava na sala, também com cuidado pra não entregar nossa presença de voyeurs, a Gaby ainda tava com o shortinho de dormir, semi-transparente que deixava ver o biquíni vermelho, marcando as nádegas lindas dela, eu com minha pica dura a poucos centímetros da bunda dela, a ação continuava na sala, agora minha mãe tava de costas pra gente, pelada, com toda a roupa espalhada no chão, só mantinha as meias escuras, tava muito gostosa e excitadíssima, tanto que começou a abaixar a braguilha da calça dele, desabotoou a calça e ficou esfregando a pica por cima da cueca, meteu a mão e puxou a pica dele que parecia bem grande mesmo, esfregando e apalpando ela por todo o comprimento, depois beijou ele na boca com muito tesão, e foi descendo devagar beijando e lambendo o pescoço, o peito peludo, a barriga até chegar na verga dura do cara, ali entreabriu os lábios e começou beijando e lambendo a cabeça do pau, pra depois meter ele na boca e começar a dar um mamada que o cara tava curtindo pra caralho, a gente, ligado e excitadíssimo, vendo todo esse espetáculo agora pornográfico, sem acreditar que ali tava nossa mãe engolindo a pica do seu Manuel feito uma puta, tava inclinada chupando com a bunda virada pra gente, dava pra ver bem as cadeironas dela, as pernas carnudas e aquele cuzão gostoso.

Gabi atenta, não perdia um detalhe da ação, comenta baixinho e excitada:

— *Parece que tão curtindo muito, né Misael, eu respondo que sim, encostando minha pica dura na bunda dela, ela não fez nada, continuava vidrada olhando, eu grudei mais e esfreguei meu pau no rabo dela, ela não se mexia, se deixando fazer e olhando fixo, a gente continuou vendo a ação, e eu continuei mexendo minha pica no cuzão dela, dessa vez minha irmã reagiu, e rebolando um pouco a bunda pra trás diz:

— *Dá pra ver que “ele” tá curtindo muito, apontando pro cara, mas indiretamente tava falando que eu tava gozando atrás daquela bunda gostosa dela, respondo também com duplo sentido, esfregando mais claramente minha pica já solta no rabo dela, mas agora segurando firme na cintura dela:

— *Isso mesmo irmãzinha, e “ela” também parece que tá gostando muito, falo isso colando minha boca na nuca dela, aproveitando pra dar uma mordidinha de leve no lóbulo da orelha dela, soltando um aahhh de prazer, e sentindo no corpo dela um tremor de excitação, continuando com nossos movimentos eróticos, eu pra frente e ela pra trás, que faziam a temperatura subir tanto que ela jogou uma mão pra trás, pra pegar minha pica pela base e esfregar ela na bunda toda, passava por toda a racha do rabo dela e eu feliz deixava ela fazer essa manobra gostosa, a gente continuou vendo e ela sussurra de novo:

— *Acho que “ela” ia adorar sentir ela dentro, dando um apertão de leve na minha pica.

— *Acho que sim, “ele” ia amar sentir ela dentro, chego no pescoço dela e beijo por Atrás da orelha dela, ela reage com outro arrepio, jogando a cabeça pra trás. Enfiei meus dedos dentro do biquíni dela e deslizei ele por cima da bunda e das pernas até tirar completamente, deixando ela pelada, só com a camisolinha que não cobria a rabeta gostosa dela.

Na sala, seu Manuel parou o boquete que minha mãe tava dando, levantou ela e beijou a boca dela com paixão, e depois virou ela de frente pra gente, pra ver e se deliciar com a bunda linda dela. Pegou ela pelas nádegas e colocou na posição de putinha, com os braços apoiados no sofá da sala. A gente via de perfil ele começando a beijar e chupar a bunda dela, abriu um pouco e meteu a língua na buceta molhada dela e no cuzinho. Minha mãe só soltava vários aaahhh de prazer. Minutos depois, ele pegou o pauzão grande e brilhante de tanto cuspe que mamãe deixou, segurou as nádegas dela e, abrindo elas, colocou a rola na entrada da buceta e começou a enfiar devagar na xota escorrendo da mamãe, até sumir tudo dentro dela, que soltou um ohhh de satisfação ao se sentir bem empalada. O cara, suando de tesão, segurou as cadeiras largas dela e começou a comer ela num vai e vem frenético, e a gente ouviu mamãe:

-*Assim, mmmmmhhh, que pau gostoso você tem, Manuel, que delícia você me come, continua me dando duro, aaahhh, assim, assim, aaahhh, mais por favor mmmmmhhh, que gostoso, sinto ele todo dentro, aaahhh, exclamava já sem cuidado a nossa irreconhecível e p... mãe, e o cara gozando, dando estocadas profundas e fortes na bunda dela, que faziam ela levantar um pouco do sofá, pela força que ele colocava em cada metida:

--*Aaahhhhhh, como você é gostosa, Brenda, sempre gostei de você, amo sua bunda, como sonhei em te ter assim, com esse rabo à minha disposição, aahhh, toma, toma, sente meu pau, aaahhh, que gostoso você aperta, assim, aahhh, que gostoso você rebola, dá pra ver que você é boa de cama, do que eu tava perdendo por ficar com a vadia da minha mulher, você sabe apertar meu pau com sua buceta gostosa, mmmhhhhhhh,.
Gabi e eu, excitadíssimos vendo a putaria que tão dando na nossa mãe gostosa, já sem controle, pego a Gabi pelos ombros e abaixo ela no chão acarpetado da antessala onde a gente tá, coloco ela na posição de putinha, igualzinho a mamãe, fico atrás dela e agarro as belas bundas dela, pra beijar, e provar com minha língua a buceta molhada dela, dando lambidas nos lábios escorrendo e no cuzinho, igual o dom Saúl chupou antes, e igual o dom Manuel fez minutos antes com minha mãe, minha irmã gemendo e gozando em silêncio……..,
-*Aahh, que gostoso você chupa maninho, continua assim, aahhh, que delícia que tô sentindo, continua, mais, ohm, depois de um tempo pego meu pau duro, agarro a bunda dela, abro e coloco a ponta na entrada da buceta molhada, e começo a meter devagar, sentindo ela me apertar com as paredes da buceta durante a penetração, até só minhas bolas ficarem pra fora, finalmente meti o pau na minha linda irmã!, seguro na cintura dela e começamos a rebolar, eu pra frente e ela pra trás, finalmente tô comendo minha linda irmãzinha!, nós dois continuamos vendo a ação que rola na sala, e meto nela com a mesma força que tão metendo na mamãe, isso era tipo um sonho gostoso, eu comendo minha linda irmãzinha e vendo como tão comendo nossa linda mamãe, assim ficamos os dois casais aproveitando um tempo, até que notamos que mamãe começou a rebolar a bunda gostosa dela em círculos e mais rápido, ouvindo os gemidos dela mais altos:
-*Aaaahhhh, assim, mete duro Manuel, que já tô chegando lá, aaaahhhh, não para de me comer que já tô gozando, aaahhhhhh, que gostoso isso, ouvimos mais forte, vemos o corpo dela tremer, explodindo num orgasmo enorme, com essas putarias da mamãe, a Gabi faz a mesma coisa, rebolando a bunda grande do mesmo jeito, e com gemidos abafados sinto a buceta dela O corpo dela se tensiona e o orgasmo vem também com um "aaahhh" quase inaudível, as duas gozaram quase ao mesmo tempo, e estão ali desfalecidas de prazer, com nossas picas penetrando elas, firmes em suas bundas preciosas, mas nós ainda não terminamos. Agora vemos Dom Manuel se desconectar e tirar seu membro molhado da buceta escorrendo da mamãe, e levanta um pouco, colocando na entrada do cu dela, depois de lubrificar com os fluidos que saem da vagina dela e bastante cuspe que ele cospe, e começa a meter a pica grande no buraquinho apertado dela. Vendo tudo isso, faço exatamente o mesmo com o cu da minha irmã, lubrificando com os fluidos dela e bastante cuspe, mas ela reclama:

-*Espera, Misael, o que você tá fazendo? Por aí não, porque dói* – e tentou se levantar, mas segurando ela firme pela cintura, eu impedi, e chegando perto do ouvido dela, sussurrei recriminando, deixando minha pica ereta colada na bunda dela:

-*Como você sabe que dói, Gabriela? Por acaso já te comeram pelo cu também? Porque há pouco vi que Dom Saúl ia meter em você por aqui* – e dei uma cutucada com meu pau na bunda dela – *e você tava de acordo e entregue pra ele fazer, mas eu parei a ação fazendo barulho, porque sempre sonhei que essa bunda gostosa que você tem fosse só minha.* Minha irmã, excitada, virou o rosto e me deu um beijo gostoso e molhado na boca, e disse com a voz carregada de desejo, enquanto com a mão pegava minha pica e acariciava:

-*Você tem razão, irmãozinho, mas juro que nunca fiz isso. E quando eu fizer, você vai ser o primeiro a meter essa pica linda que você tem no meu cu, que tá aqui esperando, e vai ser só seu. Mas te proponho uma coisa: vamos ver como tão arrombando o cu da nossa mãe, assim a gente aprende, e depois eu deixo você arrombar o meu. Tá de acordo, irmãozinho?*

Aceito a proposta dela e, emocionado com as palavras dela, pego o rosto dela e nos beijamos com paixão, entrelaçando nossas línguas, e nos apressamos pra ver como tão Enfiam o pau na nossa mamãe pelo cuzão lindo e grande dela.
Que eu conto no próximo e último dos contos, onde pretendo adicionar fotos das bundas lindas e desejáveis da minha mãe Brenda e da minha irmã Gabriela.

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