Estava escurecendo no parque. A gente tava numa das mesinhas de cimento tomando mate com bolachinha, rindo e falando besteira. Nas mesas ao redor tinha gente, principalmente turistas. O lugar era paradisíaco, a vista dos diques era dos sonhos, e ainda mais com o pôr do sol recente entre os morros.
Ana, minha mina, tava do meu lado no banquinho, e na nossa frente tava a Andrea, nossa amiga em comum. Sempre teve um puta tesão no ar, mas nunca rolou nada, a Andrea enchia o saco e desistia toda vez que a gente tentava avançar pra algo mais. Teve amasso, teve uns beijinhos entre as minas, mas nas poucas vezes que a gente sentiu que ela tava a ponto de caramelo, ela dava um jeito de frustrar o tão desejado ménage.
Minha namorada me contou que a Andrea tinha dito quanta vontade tinha de fazer um ménage, e que a gente fosse a primeira vez dela. Mas ela tava cheia de preconceito, de medo tipo "e se depois a gente brigar e acabar a amizade". A Ana tinha falado claramente que pra ela era uma puta tesão me ver transando, tocando e metendo em outra enquanto do lado ela se tocava. E tinha deixado bem claro que minas como a Andrea atraíam ela. Mas no fim, quando a gente podia chegar a algo, era desculpa e fuga.
A noite avançava rápido e as luzes no lugar eram raras. A conversa foi pro lado do tamanho do pau. A Ana comentou que um amigo do colégio a namorada traía ele, e eu falei que esse cara era famoso no vestiário pelo pinto minúsculo dele, que talvez a mina achou alguém com uma ferramenta melhor. Me chamaram de cavernícola, falaram que isso é pensamento de homem, que pra mulher importam muitas coisas... sim, também isso, mas não só isso. A coisa esquentou e eu incentivei elas a falar dos tamanhos dos paus que já tinham experimentado. Já sabia os da minha mina porque ela tinha me contado a pedido meu, cheio de tesão, mas os da nossa amiga não, então me preparei pra ouvir de novo os paus dos ex da minha garota pra que assim nossa amiga também tirei o meu.
Risada vai, risada vem, a parada ficou quente e meu pau subiu, e muito. Eu tava de bermuda de praia, sem nada por baixo, então dava pra ver o morro. Disfarçadamente, peguei a mão da Ana e fiz ela me tocar sem a nossa amiga perceber. Mas minha mina soltou um "Ah, então... como é que é?" e a Andrea começou a perguntar.
Tentei bancar o bobo porque sabia que era só pra esquentar sem rolar nada, mas a Ana mandou: "Esse teu amiguinho aqui acabou de me fazer pegar na pica dele e tá dura que nem um mastro, parece que a conversa deixou ele excitado."
A Andrea riu nervosa. Deu pra ver que o comentário esquentou ela, porque os bicos dos peitos reagiram, marcando na parte de cima do biquíni que ela tava usando. Dava pra notar bem.
A Ana assumiu de novo: "E você, amiga? Como é que cê tá? Porque 'isso' aí parece que tá apontando pra mim" e apontou rindo pros peitos dela.
A Andrea riu nervosa e cruzou os braços: "hahaha, nada, é que, pô, ninguém é de ferro, né?"
Ana: "Pois é, e ainda mais com o jejum que cê tá, doida."
Andrea: "Aiiii, cala a boca, TARADA!!! hahaha"
Eu: "Epa! Perdi alguma coisa?"
Andrea: "NÃO CONTA PRA ELE!!!"
Ana: "Nada, só que sua amiga faz dois meses que não é atendida."
Andrea: "Ai, burra!!! vai me fazer ficar vermelha."
Ana: "E, pô... você porque se faz de difícil, que esse não, que aquele também não..."
Andrea: "É que já te falei, neguinha, não dá pra ficar com um cara que conheci sábado no baile... eu não sou assim."
Nessa altura, tava meio desconfortável... com tesão, sim, mas não era a primeira vez que a gente tinha esse tipo de papo com ela, e nunca passava disso. Sabia que a coisa ia continuar com a Andrea falando que tava com frio/calor/fome/sono e que a gente fosse embora.
A Ana falou: "Claro... se é pica desconhecida, porque é pica desconhecida, e se é pica conhecida, porque é pica conhecida... cê é uma gataflor gorda, vai criar teia de aranha aí embaixo."
Andrea: "Ei, chega, não fala assim comigo, também não é pra tanto."
Ana: "Ah, não é??? então por que você não pega na piroca do meu namorado agora mesmo? Te desafio a que se anime, a tocar ela só mais nada"
Andrea ficou toda vermelha "Kkkkkk naaaaaaada boluda, é meu amigo"
Ana: "E DAÍ? Eu sou a namorada e não tenho problema, e por ele nem se preocupa que ele adora e não reclama"
Andrea: "Aiiii gente... gente... vocês sabem que..." fez uma pausa e ameaçou parar
Ana: "Que QUE?"
Andrea: "Nada, uma bobagem ia falar"
Ana: "Será? Ou será que quase se entregou em algo e recuou? Te conheço, sua piranha!"
Eu, nisso tudo, tava mudo. Ana tinha a mão no meu pau que continuava duríssimo. Ela me deu uma cotovelada e fez sinal pra eu olhar pra baixo, enquanto com a mão livre começou a roçar o joelho e acariciar a perna da Andrea
Ana: "Relaxa amiga, não tem nada... a gente é SUPER amigo!"
Andrea: "Mas ele é seu namorado..."
Ana: "E DAÍ? O Marcos não era casado? E você não dava pra ele do mesmo jeito?"
Andrea: "Kkkkk sua filha da puta, mas não na frente da mulher"
Ana: "Porque ela cortava seus peitos! Mas eu com você tudo de boa"
Eu falei: "E Andrea, há um tempão você ia contar algo e se segurou, o que era? Fala, doida, a gente é amigo!"
Ana continuava acariciando a perna dela, cada vez mais perto da buceta, e eu percebi pela respiração da Andrea que ela tava ficando com muito tesão. Os mamilos dela continuavam prestes a pular
Andrea: "Bom, nada, vou contar mas não levem a mal, né? É que me dá vergonha, aiiii não sei kkkkkk bom, vou falar... ontem tive um sonho meio pornô com vocês dois e quando acordei tava toda molhada e tive que me tocar, gozei com um orgasmo muito intenso e muito gostoso... aiiiiii falei, vou morrer"
Ana começou também a respirar meio ofegante "Ah é? E o que você sonhou? Me conta agora, me conta!"
Andrea "Não me enche"
Ana: "Bom, não me conta, mas com uma condição"
Andrea "Qual?"
Ana: "Que você toque no pau do meu namorado... mesmo que por cima da bermuda"
Andrea já não parecia mais envergonhada, mas sim decidida... olhou pra ela enquanto Ana continuava acariciando a perna dela e disse: Agora??"
Ana: "Agora!"
(Continua...)
__________________________________________________________________________
Se vocês tão gostando da história, me avisem que eu termino. Agora é tarde e tô meio cansado. Isso aconteceu uns dias atrás, e garanto que ainda tô naquele choque de tesão que a gente sente quando vive essas paradas... mas enfim, não quero me adiantar na história, já conto mais.
An
Eu:
Ana, minha mina, tava do meu lado no banquinho, e na nossa frente tava a Andrea, nossa amiga em comum. Sempre teve um puta tesão no ar, mas nunca rolou nada, a Andrea enchia o saco e desistia toda vez que a gente tentava avançar pra algo mais. Teve amasso, teve uns beijinhos entre as minas, mas nas poucas vezes que a gente sentiu que ela tava a ponto de caramelo, ela dava um jeito de frustrar o tão desejado ménage.
Minha namorada me contou que a Andrea tinha dito quanta vontade tinha de fazer um ménage, e que a gente fosse a primeira vez dela. Mas ela tava cheia de preconceito, de medo tipo "e se depois a gente brigar e acabar a amizade". A Ana tinha falado claramente que pra ela era uma puta tesão me ver transando, tocando e metendo em outra enquanto do lado ela se tocava. E tinha deixado bem claro que minas como a Andrea atraíam ela. Mas no fim, quando a gente podia chegar a algo, era desculpa e fuga.
A noite avançava rápido e as luzes no lugar eram raras. A conversa foi pro lado do tamanho do pau. A Ana comentou que um amigo do colégio a namorada traía ele, e eu falei que esse cara era famoso no vestiário pelo pinto minúsculo dele, que talvez a mina achou alguém com uma ferramenta melhor. Me chamaram de cavernícola, falaram que isso é pensamento de homem, que pra mulher importam muitas coisas... sim, também isso, mas não só isso. A coisa esquentou e eu incentivei elas a falar dos tamanhos dos paus que já tinham experimentado. Já sabia os da minha mina porque ela tinha me contado a pedido meu, cheio de tesão, mas os da nossa amiga não, então me preparei pra ouvir de novo os paus dos ex da minha garota pra que assim nossa amiga também tirei o meu.
Risada vai, risada vem, a parada ficou quente e meu pau subiu, e muito. Eu tava de bermuda de praia, sem nada por baixo, então dava pra ver o morro. Disfarçadamente, peguei a mão da Ana e fiz ela me tocar sem a nossa amiga perceber. Mas minha mina soltou um "Ah, então... como é que é?" e a Andrea começou a perguntar.
Tentei bancar o bobo porque sabia que era só pra esquentar sem rolar nada, mas a Ana mandou: "Esse teu amiguinho aqui acabou de me fazer pegar na pica dele e tá dura que nem um mastro, parece que a conversa deixou ele excitado."
A Andrea riu nervosa. Deu pra ver que o comentário esquentou ela, porque os bicos dos peitos reagiram, marcando na parte de cima do biquíni que ela tava usando. Dava pra notar bem.
A Ana assumiu de novo: "E você, amiga? Como é que cê tá? Porque 'isso' aí parece que tá apontando pra mim" e apontou rindo pros peitos dela.
A Andrea riu nervosa e cruzou os braços: "hahaha, nada, é que, pô, ninguém é de ferro, né?"
Ana: "Pois é, e ainda mais com o jejum que cê tá, doida."
Andrea: "Aiiii, cala a boca, TARADA!!! hahaha"
Eu: "Epa! Perdi alguma coisa?"
Andrea: "NÃO CONTA PRA ELE!!!"
Ana: "Nada, só que sua amiga faz dois meses que não é atendida."
Andrea: "Ai, burra!!! vai me fazer ficar vermelha."
Ana: "E, pô... você porque se faz de difícil, que esse não, que aquele também não..."
Andrea: "É que já te falei, neguinha, não dá pra ficar com um cara que conheci sábado no baile... eu não sou assim."
Nessa altura, tava meio desconfortável... com tesão, sim, mas não era a primeira vez que a gente tinha esse tipo de papo com ela, e nunca passava disso. Sabia que a coisa ia continuar com a Andrea falando que tava com frio/calor/fome/sono e que a gente fosse embora.
A Ana falou: "Claro... se é pica desconhecida, porque é pica desconhecida, e se é pica conhecida, porque é pica conhecida... cê é uma gataflor gorda, vai criar teia de aranha aí embaixo."
Andrea: "Ei, chega, não fala assim comigo, também não é pra tanto."
Ana: "Ah, não é??? então por que você não pega na piroca do meu namorado agora mesmo? Te desafio a que se anime, a tocar ela só mais nada"
Andrea ficou toda vermelha "Kkkkkk naaaaaaada boluda, é meu amigo"
Ana: "E DAÍ? Eu sou a namorada e não tenho problema, e por ele nem se preocupa que ele adora e não reclama"
Andrea: "Aiiii gente... gente... vocês sabem que..." fez uma pausa e ameaçou parar
Ana: "Que QUE?"
Andrea: "Nada, uma bobagem ia falar"
Ana: "Será? Ou será que quase se entregou em algo e recuou? Te conheço, sua piranha!"
Eu, nisso tudo, tava mudo. Ana tinha a mão no meu pau que continuava duríssimo. Ela me deu uma cotovelada e fez sinal pra eu olhar pra baixo, enquanto com a mão livre começou a roçar o joelho e acariciar a perna da Andrea
Ana: "Relaxa amiga, não tem nada... a gente é SUPER amigo!"
Andrea: "Mas ele é seu namorado..."
Ana: "E DAÍ? O Marcos não era casado? E você não dava pra ele do mesmo jeito?"
Andrea: "Kkkkk sua filha da puta, mas não na frente da mulher"
Ana: "Porque ela cortava seus peitos! Mas eu com você tudo de boa"
Eu falei: "E Andrea, há um tempão você ia contar algo e se segurou, o que era? Fala, doida, a gente é amigo!"
Ana continuava acariciando a perna dela, cada vez mais perto da buceta, e eu percebi pela respiração da Andrea que ela tava ficando com muito tesão. Os mamilos dela continuavam prestes a pular
Andrea: "Bom, nada, vou contar mas não levem a mal, né? É que me dá vergonha, aiiii não sei kkkkkk bom, vou falar... ontem tive um sonho meio pornô com vocês dois e quando acordei tava toda molhada e tive que me tocar, gozei com um orgasmo muito intenso e muito gostoso... aiiiiii falei, vou morrer"
Ana começou também a respirar meio ofegante "Ah é? E o que você sonhou? Me conta agora, me conta!"
Andrea "Não me enche"
Ana: "Bom, não me conta, mas com uma condição"
Andrea "Qual?"
Ana: "Que você toque no pau do meu namorado... mesmo que por cima da bermuda"
Andrea já não parecia mais envergonhada, mas sim decidida... olhou pra ela enquanto Ana continuava acariciando a perna dela e disse: Agora??"
Ana: "Agora!"
(Continua...)
__________________________________________________________________________
Se vocês tão gostando da história, me avisem que eu termino. Agora é tarde e tô meio cansado. Isso aconteceu uns dias atrás, e garanto que ainda tô naquele choque de tesão que a gente sente quando vive essas paradas... mas enfim, não quero me adiantar na história, já conto mais.
An
Eu:
32 comentários - Cachondeando no parque com minha mina e amiga
Quiero saber como termina!
Espero sea pronto, je!
Gracias por comparitr
Gracias por compartir!!
Gracias x Compartir !!
Espero la segunda, tercera y todas las partes que tenga!!!!
por esta historia
sigue contando.