Por ir de shopping

Minha esposa adora fazer compras.
O problema é que ela gosta que eu a acompanhe, e eu acho um saco danado ficar andando e andando, pra no final do dia, ainda voltar brava porque não encontrou nada bonito.
Semana passada, no entanto, valeu a pena acompanhá-la.
Ela convidou a amiga Marcela. Mas antes de continuar, é bom a gente se apresentar, todos os personagens dessa história.
Meu nome é Arturo. Tenho 55 anos, 30 de casado, e, como vocês podem imaginar, uma vida linda, rotineira e entediante.
Minha mulherzinha, com alguns anos a menos que eu, se conserva muito bem. O nome dela é Norma, e, na real, todo mundo dá muito menos idade do que ela tem. O corpo dela é magro, bem cuidado, e a bunda e os peitos conseguiram vencer a lei da gravidade. O único problema é que ela usa pouco esse corpo, e passam semanas sem a gente transar direito.
A amiga dela, Marcela, tem uns 45 anos, e é de tirar o fôlego. É uma puta no sentido mais literal da palavra. Mais de uma vez, em casa, quando a via, me imaginei na cama com ela, e juro que fiquei excitado igual um bicho. Mas ela nunca me deu motivo pra criar esperança. É muito amiga da minha mulher, e mantém comigo um tratamento mais que respeitoso. Além disso, ninguém sabe de namorados dela, desde que se separou do marido, uns 5 anos atrás. Dedicada aos dois filhos, quase não sai. 1,70m, uma cintura fina que dá pra abraçar com um braço, uma bunda empinada e durinha, e um belo par de peitos, fazem com que ela passe despercebida, difícil.
Durante a semana, às vezes minha esposa vai visitá-la, e outras vezes é ela que vem na nossa casa. Na maioria das vezes, não estou, então fico sabendo quando chego à noite, ou que minha esposa foi visitá-la, ou que ela veio.
Algumas vezes, a gente conversa sobre a amiga, sempre disfarçando pra ela não perceber meu interesse.
- Que pena que a Marcela está sozinha, falei uma vez, inocente.
- É escolha dela. Te garanto que tem muitos candidatos, disse minha esposa sem parar de lavar a louça.
- É que você... Conhece algum?
— Não. Ela é muito reservada. Mas em algumas conversas íntimas que tivemos, ela disse certas coisas que fazem a gente suspeitar que ela não fica sempre sozinha — disse ela, enigmática.
— O que ela te disse?
— Nada diretamente, mas é muito suspeito que, mesmo separada há 5 anos, ela continue tomando pílula. Com certeza tem alguém na vida dela.

De qualquer forma, naquele dia saímos cedo e nos perdemos nas lojas, andamos a manhã toda, paramos pra comer algo rápido e continuamos o passeio.

Claro, onde a gente ia, os homens de todas as idades se alvoroçavam com a Marcela e com a minha mulher, mas como eu estava junto, eles se seguravam até descobrir pelo menos qual era a minha parceira. Depois, partiam pra cima da Marcela sem vergonha nenhuma — uns disfarçadamente, outros na cara dura, dando o telefone ou pedindo o dela, que ela sempre recusava educadamente.

Enquanto minha esposa olhava uns sapatos, a Marcela se distraía procurando leggings. Eu sentei num sofá que tinha no hall, e de lá dava pra ver o que as duas faziam, mas não ouvia o que falavam.

Minha mulher olhava e relia uns sapatos pretos de salto, e a Marcela examinava as roupas que tinha pedido. Um rapaz de uns 25 anos a atendia todo solícito, e dava pra ver que ele tava mais que interessado nela. Ele se aproximava, falava no ouvido dela, e claramente a incentivava a experimentar a roupa, mas ela recusava educadamente. Outro rapaz, um pouco mais novo que o primeiro, fingia que não tava ligando, mas não perdia um detalhe do que rolava.

Quando finalmente a Marcela saiu e foi até a sapataria onde minha esposa estava, eu entrei fingindo que tava olhando o que eles tinham, e enquanto fazia isso, consegui ouvir a conversa dos vendedores.
— Tô te falando, essa mina aí tá afim de farra. Tá precisando.
— Qual é, ela não te deu o gosto de entrar no provador.
— Mas ela curtiu minhas insinuações. Principalmente quando eu falei que se ela entrasse no provador, ia atender como ela merecia. Juro que ela ficou vermelha e me sorriu.
- Mas ela foi embora, disse o colega.
- Mas ela disse que ia pensar e que talvez voltasse à tarde. Te garanto que ela vai voltar e nesse momento a gente faz a festinha, disse ele, passando a mão no pau descaradamente por cima da calça jeans.
- Tomara que você tenha razão. Vamos ver.

Assim como tinha entrado, saí também disfarçadamente.
Esses moleques estavam totalmente loucos, se achavam que a Marcela ia dar bola pra eles. Não a conheciam. Talvez ela estivesse precisando como eles pensam, mas não ia se oferecer desse jeito.

Mais tarde, enquanto comíamos, eu a olhava disfarçadamente. Ela era muito gostosa mesmo. Só de olhar pra ela, meu pau começou a pulsar desesperado. Pensei que, se ela realmente tivesse vontade, essa era uma oportunidade excelente. Ninguém a conhecia e ela não conhecia o rapaz. Claro que também não sabia que a ideia era enfiar uma festinha entre os dois, mas, bom, isso ia ser bem mais complicado. Marcela não ia aceitar ser tratada como uma putinha barata.

O sinal de alerta acendeu quando minha mulher disse que queria voltar na galeria onde tinha visto os sapatos, porque aquela tarde chegavam modelos novos, e Marcela, nem aí, disse que achava boa ideia, porque ela tinha ficado com vontade de experimentar umas roupas de manhã e agora, com mais tempo, podia se dar ao luxo. Quase me engasguei com a água que estava tomando. A vadiazinha ia voltar lá no rapaz. Eu não podia acreditar, mas estava ali, preto no branco, com todas as letras.

Fiquei paralisado. Não sabia o que fazer nem o que dizer, mas pelo menos decidi voltar a sentar no mesmo lugar daquela manhã, pra ver que rumo a coisa tomava.

Chegamos na galeria, minha mulher foi na sapataria e a Marcela, decidida, entrou de novo na loja. A cara dos vendedores se iluminou. Rapidamente, o jovem que tinha atendido ela se aproximou. Pegou ela pelo braço e levou de novo até o balcão. Lá, escolheram algumas roupas e a Marcela Ela foi para os provadores, mas o jovem, pegando-a pelo braço de novo, puxou ela pra perto, sussurrou algo no ouvido dela, ela sorriu, e ele a levou pro fundo da loja, atrás de todos os expositores e cabideiros. Naquele momento, sem pensar, entrei na loja. Me perdi no meio dos expositores e segui eles sem me mostrar. O jovem a conduzia pelo braço e a outra mão dele descansava na cintura dela. Marcela não oferecia resistência nenhuma.
Quando chegaram na porta do provador, Marcela entrou e o jovem ficou do lado de fora com as roupas escolhidas, que ele colocou num banco que tinha ali.
— Tira a roupa pra poder provar tudo — ele disse
— Me passa a roupa primeiro — falou Marcela
— Relaxa, que quando você estiver pronta eu te dou tudo — disse o jovem com firmeza, enquanto, sem fazer barulho, se despia completamente, mostrando uma pica respeitável.
Barulho de roupa deslizando.
— Pronto — disse a mulher.
O jovem abriu um pouco a cortina e espiou.
— Desculpa, mas quero confirmar as medidas pra ver se acertamos nos tamanhos — ele disse
— Você é bem atrevido — falou Marcela, mas sem nenhuma raiva.
— Uauuu, mamãe, acho que tenho exatamente o que você precisa e me parece que o tamanho vai ficar perfeito — disse, entrando no provador.
— Espera, espera — ela disse, e depois um silêncio pesado se espalhou pela loja. Me aproximei devagar, e pela abertura da cortina, refletido no espelho, vejo Marcela de joelhos, chupando o pedaço do jovem com muito tesão e dedicação.
— O que achou do tamanho? Serve? — o vendedor dizia enquanto, segurando a cabeça dela, se masturbava na boca dela.
— É, entendi. Você não pode falar, mas já já vai poder, fica tranquila — ele disse, fechando os olhos e aproveitando o boquete.
A cena, com Marcela completamente nua, era muito safada, e como vocês podem imaginar, eu tinha ficado duro que nem um animal. Ela era gostosa pra caralho, e agora eu descobria que também era uma puta.
Naquele momento, o jovem pegou ela pelo cabelo e a fez levantar. Beijou ela na boca, um Bom tempo, e depois, pegando-a pela cintura, levantou-a no ar. Marcela envolveu a cintura do macho com as pernas.
— Agora, mamãe, você vai se ajeitar pra gente decolar, vamos — disse ele, e Marcela, tateando com a mão entre os dois corpos, ajeitou a pica, que estava dura e poderosa, entre os lábios da buceta dela. Na hora, ela se pendurou com os braços no pescoço do macho e, devagar, foi se deixando cair até se empalar por completo. Depois, começou a quicar com vontade, engolindo inteira aquela lança viril que a preenchia por completo.
Foi nesse momento que o outro vendedor se aproximou e, ao me ver ali, ficou paralisado.
— O que você está fazendo aqui? — disse em voz baixa pra ninguém mais ouvir.
— Vim buscar a esposa do meu amigo e me deparo com essa cena vergonhosa — falei, fingindo estar puto.
O jovem se assustou.
— Olha, não estamos forçando ela — disse, como se justificasse o que rolava.
— E você, o que ia fazer? Ia entrar na festa? Ela sabe? Tenho certeza que não — falei.
— Não leva a mal, mas quando cai uma cliente faminta como essa, todo mundo passa ela na pedra. Te garanto que elas não ficam bravas — disse ele, assustado. — Mas por favor, não faz escândalo.
Fiquei um tempo, sério.
— Olha, pra ser sincero, não tô nem aí pro que a mulher do meu amigo faz. Te digo mais: faz tempo que quero montar nela, então hoje pode ser uma boa hora. Se me deixarem participar, vou embora como vim e deixo vocês se divertirem à vontade.
O jovem sorriu.
— Olha só, olha só. Por um momento achei que você era um cara sério. Mas tudo bem, sem problemas. Vamos esperar o momento e fica preparado — disse ele enquanto se despia. Eu, da minha parte, fiz o mesmo. Ficamos os dois lá fora, pelados e de pau duro. Devo dizer que minha pica era bem maior em comprimento e grossura do que as que esses caras carregavam, embora, com certeza, a deles fosse mais dura e eles se recuperassem mais rápido do que eu.
Por fim, os gritos de Marcela e os gemidos do vendedor indicaram que o fim Tinha chegado. Tinham transado um campeonato. Pelo espelho, pude ver como o macho injetava o sêmen dele bem fundo na buceta da mulher. A contração dos músculos dela não deixava dúvidas. Quando ele a baixou, fez ela se agachar pra limpar a pica dele, e devagarzinho moveu ela pra que a bunda saísse do provador no meio das cortinas.
— É toda sua — disse o jovem.
Me aproximei, peguei ela pela cintura e, apontando, enfiei até o fundo aproveitando a lubrificação que ela já tinha. Marcela gemeu, mas o vendedor não deixou ela se virar, enquanto metia a pica já dura até o fundo da garganta dela.
— Shhh, quietinha, que hoje você vai pra casa com a carga completa. Aproveita, putinha, aproveita — e Marcela se deixou fazer enquanto cuidava da vara que tinha na boca. Comecei a bombar ela gostoso, me retirando quase por completo pra depois enterrar até as bolas. A sensação era incrível. Depois de muito tempo e muitos sonhos, ali estava aquela buceta com a qual eu tinha me masturbado várias vezes. O prazer era supremo. Queria ter continuado a tarde inteira, mas o tesão não deixou. Depois de uns 10 minutos, senti um fogo descendo pros meus ovos e, me enfiando até o fundo, me deixei ir, dando toda a minha porra pra aquele buraco tão desejado. Meus gemidos foram profundos, e quando Marcela sentiu a queimadura, teve um novo orgasmo mais violento que o anterior. Não queria sair do corpo dela, mas o outro vendedor tocou no meu ombro. Ele também queria a parte dele. Me retirei e ele ocupou meu lugar. Sem preâmbulos, enfiou e começou a serrar ela como um animal. Eu me vesti e saí da loja silenciosamente.
Voltei a sentar no sofá. Minha esposa ainda estava na sapataria.
Uns dez minutos depois, minha esposa saiu e se juntou a mim.
— Bom, pelo menos consegui o que queria, mas te garanto que cansei — disse ela se escarrapachando no sofá ao meu lado.
Olhou pra todos os lados.
— E a Marcela? — perguntou.
— Tá naquela loja, imagino que Experimentando roupas, falei inocente.
- Pra ser sincera, tô cansada, vou esperar ela aqui.
- É, fica tranquila, se ela precisar de você, ela te chama, falei olhando pro outro lado.
Uns minutos depois, Marcela apareceu lá do fundo da loja, ladeada pelos dois vendedores. O rapaz rapidamente embrulhou umas roupas pra ela e entregou. Percebi que ela não pagou, mas achei justo. Pela carona que ela nos deu, merecia um guarda-roupa novo.
Ela saiu da loja, nos viu e veio na nossa direção. Dava pra ver que ainda estava agitada.
- Nossa, Marcela, você tá toda corada, disse minha esposa sorrindo.
- É que naquele provador fazia um calor do cão. Mas no fim consegui o que tava procurando, disse sorrindo. E você, como foi?
- Bem, consegui meus sapatos pra festa.
Elas continuaram conversando um pouco enquanto a gente ia pro estacionamento e voltava pra casa.
Já em casa, minha esposa ofereceu um café e foi pra cozinha preparar, enquanto a gente ficou na sala.
- Que dia, hein, falei suspirando.
- Nem me fale.
- Pelo menos você conseguiu alguma coisa, falei com duplo sentido, esperando a reação dela.
- Sim, não posso reclamar. Na real, consegui mais do que tava procurando, mas enquanto o corpo aguentar, disse sorrindo.
- Lá de fora, o vendedor parecia bem atencioso, falei fingindo inocência.
- É, Arturo. Ele era bem atencioso. E depois o colega dele também ajudou bastante.
- Parecia que eles gostaram muito, falei arriscando.
Ela me olhou com malícia.
- Arturo, sabe de uma coisa? Os espelhos têm dois lados. Quem você vê, também te vê, disse ela, bem na hora que minha esposa entrava com o café. Fiquei gelado. A danada tinha me visto olhando pra ela e com certeza sabia que eu fui um dos que comeu ela naquela tarde, e não falou nada. Na hora comecei a ficar duro de novo.
Quando minha esposa levou as xícaras, foi a chance de retomar o assunto.
- Escuta, Marcela, eu...
- Shh, não fala nada. A verdade é que eu gostei. Além do mais, sua esposa faz Rato comentou que você era bem dotado, mas não imaginava tanto. Se não fosse o segundo, com certeza me partia ao meio, disse com um olhar de tesão que dava vontade de arrancar a roupa dela ali mesmo.
- É que não consegui evitar, faz tempo que te desejo.
- Agora se acalma que não quero ter problemas com a Normita, disse cortando o papo, e levantando-se foi pra cozinha cumprimentar minha esposa, pegou as bolsas, me deu um beijo no rosto agradecendo pelo “trabalho” que me deu e foi pra casa dela.
Com tristeza, pensei que tudo tinha acabado ali. Não conhecia as mulheres tão bem quanto pensava.

9 comentários - Por ir de shopping

muy bueno saldra la 3ra parte??
El fin de semana, seguro. No creo que esté lista antes. Gracias por comentar