Era verão, meus pais tinham viajado com meu irmãozinho, e já fazia um tempão que eu me enchia de ir com eles passar os fins de semana na serra; então decidi não ir, e aproveitar a ausência deles pra curtir a casa sozinho.
Naquela tarde, tinha me encontrado com meus amigos pra jogar futebol, e depois da partida a gente tomou umas cervejas e planejou se juntar pra jantar.
Cheguei em casa lá pelas cinco e meia, e, aproveitando que tava sozinho, resolvi fazer uma das coisas que mais amo: sentar pra ver TV completamente pelado!!! Então tomei um banho e já ia me sentar nu no sofá pra procurar um filme bom, tomar mais uma cerveja e esperar os caras.
Bateram na porta, e eu, achando que era um dos meus amigos, coloquei uma toalha na cintura e abri a porta; não era nenhum dos caras. Pra minha surpresa, era a Sônia, a melhor amiga da minha mãe. Fiquei me perguntando o que ela tava fazendo na minha casa, já que sabia muito bem que eu tava sozinho.
Sempre tive uma relação muito boa com ela; é uma mulher super simpática, engraçada e espirituosa. Naquela época, ela tinha uns 42 anos, cabelo escuro, quadril largo mas bem torneado, e por baixo do decote duas delícias escondidas, sempre com um sorriso meigo no rosto que transbordava maturidade e classe. Naquele dia, ela tava usando uma regatinha de modal com decote em V, que deixava uma boa parte à mostra e o resto pra imaginação, um short jeans que abraçava perfeitamente a bunda dela e deixava as pernas todas de fora.
Avisei que meus pais não estavam em casa, e ela perguntou se eu podia oferecer algo gelado pra beber. Convidei ela pra entrar, pedi desculpa pela minha cara e fui me trocar. Coloquei uma bermuda e uma camiseta, voltei pra cozinha, perguntei o que ela queria beber, e ela disse a mesma coisa que eu tava tomando. Então servi um copo de cerveza e levei pra ela.
Ela tinha se sentado no sofá de dois lugares, então Entreguei o copo pra ela e sentei no banco do lado, começamos a bater papo sobre coisas sem sentido, até chegar no ponto que ela queria:
— Você fez outra tatuagem?
— Não, por quê?
— Porque achei que vi uma na sua cintura quando você me atendeu!!
— Ah, sim!! Mas fiz no inverno, não é na cintura, é na pelve!!
Levantei e desabotoei minha bermuda, sem lembrar que na pressa de me trocar não tinha colocado cueca, então tentando não mostrar nada, mostrei pra ela. Ela olhou por alguns segundos, estendeu a mão e tocou. Aquele roçar na minha pelve me deu uma mistura de excitação e aquele calor frio que dá quando você tá nervoso.
— O que é? — disse ela, olhando nos meus olhos.
— É uma andorinha formada com os nomes dos meus pais e do meu irmão!!
— É muito lindo!! — disse, e passou a mão pra baixo, roçando de leve no meu pau. Aquele toque fez minha excitação aumentar, então abotoei a bermuda e sentei rápido, cruzando as pernas pra disfarçar a ereção que tava crescendo.
— E você tem mais algum, além do do braço?
— Tenho um tribal asteca na entreperna — respondi.
— Me mostra? — perguntou.
— Nãooo, não posso!!
— Qual é!! Me mostra!! Não seja ruim!!
— Não posso, Sonia!! Sério!!
— Não vai me dizer que... subiu pra você!!! — disse ela, se inclinando e acariciando minha perna do joelho até o meio da coxa.
— Não, nada a ver!! — falei nervoso, e com aquele outro toque, meu pau cresceu mais um pouco, e naquele momento eu tava quase sufocando ele com as pernas.
— Sério!! Pra mim parece que sim!! — disse ela com os olhos cheios de loucura — Posso te contar um segredo?
— Pode! — respondi.
— Desde o momento que você se desenvolveu, você causou um rebuliço danado na minha cabeça!!
Atônito com a confissão dela e atordoado por aquelas palavras, respondi:
— Eu também tive muitas fantasias com você!!
— Sério? Então mostra pra tia a tatuagem!!
— Não, sério, Não consigo — falei timidamente.
— Vamos fazer um trato: se você me mostrar a tatuagem, eu chupo sua pica?
— Hã… queeee….
Ela inclinou o corpo pra mim, deixando eu ver o decote dela de pertinho, colocou o dedo indicador na minha boca e com a outra mão acariciou suavemente minha pica:
— Shh… vai me negar que nunca bateu uma pensando em mim, eu aqui de joelhos te mamando a pica!!!!
Naquele momento, fiquei de pé na frente dela e desabotoei minha calça, a pica saltou de dentro como se fosse um preso em liberdade, ficou a centímetros da boca dela, ela sorriu e com os lábios pegou ela pela cabeça; apertou com eles e o calor da saliva fez meu corpo tremer, enfiou na boca até a metade, respirou fundo e meteu inteira, segurou por uns segundos e depois tirou, aí começou a passar a língua desde minhas bolas até a ponta dela; aquela visão que eu tinha de cima era linda; ela enfiou de novo toda dentro da boca e manteve um ritmo constante e firme, se levantou e me beijou apaixonadamente, tirou a camiseta e desabotoou o sutiã, e os dois peitos dela apareceram, tinuns uns mamilos meio grandes mas duros e empinados, peguei com minha boca, mordia de leve e chupava com força, ela desceu de novo beijando meu peito que já tava sem camiseta, voltou a chupar por um tempinho.
Peguei ela pelo braço, coloquei de pé de costas pra mim, desabotoei o short dela e deixei cair no chão; apoiei o peito dela no encosto do sofá, coloquei uma das pernas dela no braço do sofá, afastei a calcinha branca macia e sedosa dela um pouquinho e explorei com minha língua o buraquinho do cu dela, dando movimentos suaves em círculos e enfiando a língua dentro; abaixei a calcinha dela e provei o gosto da buceta dela, os lábios dela eram macios, picantes e apertados, comecei a alternar meus movimentos entre o cu e a buceta dela e com minha mão acariciava o clitóris dela de leve e apertava suavemente com meus dedos, os gemidos dela abafavam o barulho que vinha da televisão; comecei um movimento frenético com minhas mãos no clitóris dela enquanto brincava com minha língua, introduzindo rapidamente na sua buceta doce e gostosa, ela aumentou a força dos gemidos e naquele momento… gozei, deixando eu provar todo o sabor dos seus sucos, era a primeira vez que conseguia fazer uma mulher gozar com minha língua, aquele sabor único que percorria minha boca era o manjar mais doce que já tinha provado.
Me levantei e apoiei a cabeça da minha pica na entrada da buceta dela, fui introduzindo aos poucos, aproveitando cada segundo daquele momento maravilhoso, uma vez lá dentro comecei a aumentar o ritmo dos meus movimentos e os gemidos dela e os meus ficavam a cada minuto mais fortes e apaixonados; mantive esse ritmo e quando sentia que ia gozar, tirava e masturbava ela com a mesma intensidade; cada vez que eu metia de novo, ela suspirava fundo, senti que ela ia gozar de novo e os sucos escorriam pelas minhas pernas, segurei ela firme pela cintura e falei:
— você vai ser uma tia boa e vai deixar seu sobrinho brincar um pouquinho com sua bunda!!
Ela se separou de mim e me sentou no sofá, virou de costas, pegou minha pica com a mão e colocou no buraco do cu dela, começou a descer devagar, respirava ofegante e eu me sentia no paraíso, aquela mulher com quem eu tinha fantasiado por tanto tempo estava sendo penetrada pela minha pica!! Quando estava toda dentro, sem ajuda de lubrificação porque com os sucos dela já tinha dado conta, ela começou um ritmo suave e constante, fazendo a bunda dela se moldar à minha pica, depois de alguns minutos ela se separou de mim e ficou de quatro, me deixando ver o cu aberto dela e disse:
— vem!! Dá duro, buceta!!
Apoiei minha pica no cu e meti de uma vez só, comecei a dar forte e rápido, meu coração aumentava as batidas a cada segundo, ao mesmo tempo meus gritos e gemidos iam aumentando, a segundos de gozar ela vira a cabeça e me diz:
— você vai ser um menino bonzinho e vai gozar na minha bunda boca!!!
Continuei uns dez segundos a mais e me afastei; ela rapidamente se virou, pegou meu pau com a boca e eu comecei a gozar de um jeito impressionante, ela tentava engolir tudo que conseguia, mas minha porra era tanta que escorria pelo canto dos lábios dela, ela se afastou um pouco; e meu pau deu o último jato sujando a cara dela…
Me afastei uns metros e me joguei no sofá, ver ela ali, de joelhos com as pernas abertas, o rosto lambuzado de porra e os peitos encharcados de suor, baba e gozo, era uma visão linda, nos meus sonhos já tinha visto ela assim mais de uma vez, e agora tinha ela na carne viva, me aproximei e coloquei o pau perto da cara dela, ela pegou com a boca e chupou toda a porra que tinha sobrado; ela se levantou, me beijou e foi no banheiro se limpar, voltou pra cozinha, se trocou, me beijou apaixonadamente e deixou bem claro que isso eu não podia contar nem pro meu melhor amigo, falei pra ela ficar tranquila, e ela disse:
- Valeu!! Fazia tempo que eu não gozava tanto, isso tem que se repetir - me beijou na bochecha e foi embora, fiquei olhando ela ir e não conseguia acreditar, nessa hora chegou o Raul, meu melhor amigo, pra quem eu contei tudo!! Naquela época eu tinha 20 anos e esse tipo de coisa não dá pra deixar de contar pro seu melhor amigo, né?
Naquela tarde, tinha me encontrado com meus amigos pra jogar futebol, e depois da partida a gente tomou umas cervejas e planejou se juntar pra jantar.
Cheguei em casa lá pelas cinco e meia, e, aproveitando que tava sozinho, resolvi fazer uma das coisas que mais amo: sentar pra ver TV completamente pelado!!! Então tomei um banho e já ia me sentar nu no sofá pra procurar um filme bom, tomar mais uma cerveja e esperar os caras.
Bateram na porta, e eu, achando que era um dos meus amigos, coloquei uma toalha na cintura e abri a porta; não era nenhum dos caras. Pra minha surpresa, era a Sônia, a melhor amiga da minha mãe. Fiquei me perguntando o que ela tava fazendo na minha casa, já que sabia muito bem que eu tava sozinho.
Sempre tive uma relação muito boa com ela; é uma mulher super simpática, engraçada e espirituosa. Naquela época, ela tinha uns 42 anos, cabelo escuro, quadril largo mas bem torneado, e por baixo do decote duas delícias escondidas, sempre com um sorriso meigo no rosto que transbordava maturidade e classe. Naquele dia, ela tava usando uma regatinha de modal com decote em V, que deixava uma boa parte à mostra e o resto pra imaginação, um short jeans que abraçava perfeitamente a bunda dela e deixava as pernas todas de fora.
Avisei que meus pais não estavam em casa, e ela perguntou se eu podia oferecer algo gelado pra beber. Convidei ela pra entrar, pedi desculpa pela minha cara e fui me trocar. Coloquei uma bermuda e uma camiseta, voltei pra cozinha, perguntei o que ela queria beber, e ela disse a mesma coisa que eu tava tomando. Então servi um copo de cerveza e levei pra ela.
Ela tinha se sentado no sofá de dois lugares, então Entreguei o copo pra ela e sentei no banco do lado, começamos a bater papo sobre coisas sem sentido, até chegar no ponto que ela queria:
— Você fez outra tatuagem?
— Não, por quê?
— Porque achei que vi uma na sua cintura quando você me atendeu!!
— Ah, sim!! Mas fiz no inverno, não é na cintura, é na pelve!!
Levantei e desabotoei minha bermuda, sem lembrar que na pressa de me trocar não tinha colocado cueca, então tentando não mostrar nada, mostrei pra ela. Ela olhou por alguns segundos, estendeu a mão e tocou. Aquele roçar na minha pelve me deu uma mistura de excitação e aquele calor frio que dá quando você tá nervoso.
— O que é? — disse ela, olhando nos meus olhos.
— É uma andorinha formada com os nomes dos meus pais e do meu irmão!!
— É muito lindo!! — disse, e passou a mão pra baixo, roçando de leve no meu pau. Aquele toque fez minha excitação aumentar, então abotoei a bermuda e sentei rápido, cruzando as pernas pra disfarçar a ereção que tava crescendo.
— E você tem mais algum, além do do braço?
— Tenho um tribal asteca na entreperna — respondi.
— Me mostra? — perguntou.
— Nãooo, não posso!!
— Qual é!! Me mostra!! Não seja ruim!!
— Não posso, Sonia!! Sério!!
— Não vai me dizer que... subiu pra você!!! — disse ela, se inclinando e acariciando minha perna do joelho até o meio da coxa.
— Não, nada a ver!! — falei nervoso, e com aquele outro toque, meu pau cresceu mais um pouco, e naquele momento eu tava quase sufocando ele com as pernas.
— Sério!! Pra mim parece que sim!! — disse ela com os olhos cheios de loucura — Posso te contar um segredo?
— Pode! — respondi.
— Desde o momento que você se desenvolveu, você causou um rebuliço danado na minha cabeça!!
Atônito com a confissão dela e atordoado por aquelas palavras, respondi:
— Eu também tive muitas fantasias com você!!
— Sério? Então mostra pra tia a tatuagem!!
— Não, sério, Não consigo — falei timidamente.
— Vamos fazer um trato: se você me mostrar a tatuagem, eu chupo sua pica?
— Hã… queeee….
Ela inclinou o corpo pra mim, deixando eu ver o decote dela de pertinho, colocou o dedo indicador na minha boca e com a outra mão acariciou suavemente minha pica:
— Shh… vai me negar que nunca bateu uma pensando em mim, eu aqui de joelhos te mamando a pica!!!!
Naquele momento, fiquei de pé na frente dela e desabotoei minha calça, a pica saltou de dentro como se fosse um preso em liberdade, ficou a centímetros da boca dela, ela sorriu e com os lábios pegou ela pela cabeça; apertou com eles e o calor da saliva fez meu corpo tremer, enfiou na boca até a metade, respirou fundo e meteu inteira, segurou por uns segundos e depois tirou, aí começou a passar a língua desde minhas bolas até a ponta dela; aquela visão que eu tinha de cima era linda; ela enfiou de novo toda dentro da boca e manteve um ritmo constante e firme, se levantou e me beijou apaixonadamente, tirou a camiseta e desabotoou o sutiã, e os dois peitos dela apareceram, tinuns uns mamilos meio grandes mas duros e empinados, peguei com minha boca, mordia de leve e chupava com força, ela desceu de novo beijando meu peito que já tava sem camiseta, voltou a chupar por um tempinho.
Peguei ela pelo braço, coloquei de pé de costas pra mim, desabotoei o short dela e deixei cair no chão; apoiei o peito dela no encosto do sofá, coloquei uma das pernas dela no braço do sofá, afastei a calcinha branca macia e sedosa dela um pouquinho e explorei com minha língua o buraquinho do cu dela, dando movimentos suaves em círculos e enfiando a língua dentro; abaixei a calcinha dela e provei o gosto da buceta dela, os lábios dela eram macios, picantes e apertados, comecei a alternar meus movimentos entre o cu e a buceta dela e com minha mão acariciava o clitóris dela de leve e apertava suavemente com meus dedos, os gemidos dela abafavam o barulho que vinha da televisão; comecei um movimento frenético com minhas mãos no clitóris dela enquanto brincava com minha língua, introduzindo rapidamente na sua buceta doce e gostosa, ela aumentou a força dos gemidos e naquele momento… gozei, deixando eu provar todo o sabor dos seus sucos, era a primeira vez que conseguia fazer uma mulher gozar com minha língua, aquele sabor único que percorria minha boca era o manjar mais doce que já tinha provado.
Me levantei e apoiei a cabeça da minha pica na entrada da buceta dela, fui introduzindo aos poucos, aproveitando cada segundo daquele momento maravilhoso, uma vez lá dentro comecei a aumentar o ritmo dos meus movimentos e os gemidos dela e os meus ficavam a cada minuto mais fortes e apaixonados; mantive esse ritmo e quando sentia que ia gozar, tirava e masturbava ela com a mesma intensidade; cada vez que eu metia de novo, ela suspirava fundo, senti que ela ia gozar de novo e os sucos escorriam pelas minhas pernas, segurei ela firme pela cintura e falei:
— você vai ser uma tia boa e vai deixar seu sobrinho brincar um pouquinho com sua bunda!!
Ela se separou de mim e me sentou no sofá, virou de costas, pegou minha pica com a mão e colocou no buraco do cu dela, começou a descer devagar, respirava ofegante e eu me sentia no paraíso, aquela mulher com quem eu tinha fantasiado por tanto tempo estava sendo penetrada pela minha pica!! Quando estava toda dentro, sem ajuda de lubrificação porque com os sucos dela já tinha dado conta, ela começou um ritmo suave e constante, fazendo a bunda dela se moldar à minha pica, depois de alguns minutos ela se separou de mim e ficou de quatro, me deixando ver o cu aberto dela e disse:
— vem!! Dá duro, buceta!!
Apoiei minha pica no cu e meti de uma vez só, comecei a dar forte e rápido, meu coração aumentava as batidas a cada segundo, ao mesmo tempo meus gritos e gemidos iam aumentando, a segundos de gozar ela vira a cabeça e me diz:
— você vai ser um menino bonzinho e vai gozar na minha bunda boca!!!
Continuei uns dez segundos a mais e me afastei; ela rapidamente se virou, pegou meu pau com a boca e eu comecei a gozar de um jeito impressionante, ela tentava engolir tudo que conseguia, mas minha porra era tanta que escorria pelo canto dos lábios dela, ela se afastou um pouco; e meu pau deu o último jato sujando a cara dela…
Me afastei uns metros e me joguei no sofá, ver ela ali, de joelhos com as pernas abertas, o rosto lambuzado de porra e os peitos encharcados de suor, baba e gozo, era uma visão linda, nos meus sonhos já tinha visto ela assim mais de uma vez, e agora tinha ela na carne viva, me aproximei e coloquei o pau perto da cara dela, ela pegou com a boca e chupou toda a porra que tinha sobrado; ela se levantou, me beijou e foi no banheiro se limpar, voltou pra cozinha, se trocou, me beijou apaixonadamente e deixou bem claro que isso eu não podia contar nem pro meu melhor amigo, falei pra ela ficar tranquila, e ela disse:
- Valeu!! Fazia tempo que eu não gozava tanto, isso tem que se repetir - me beijou na bochecha e foi embora, fiquei olhando ela ir e não conseguia acreditar, nessa hora chegou o Raul, meu melhor amigo, pra quem eu contei tudo!! Naquela época eu tinha 20 anos e esse tipo de coisa não dá pra deixar de contar pro seu melhor amigo, né?
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