MINHA MEIA-IRMÃ
Tudo começou há uns 2 anos, quando meu velho parecia muito abatido, às vezes irritadiço. Perguntei várias vezes o que estava acontecendo, e sempre a mesma resposta: "problemas meus".
O trabalho dele como representante de uma empresa importante em Buenos Aires fazia ele viajar bastante e ficar vários dias naquela metrópole. Em casa nunca faltou nada, aliás, todo esforço dele se via nos presentes pra toda família, boas férias, sem muitos luxos, mas sempre nos deu uma vida muito boa. Isso, junto com minha mãe ser diretora de uma escola de ensino médio, nos permitia ter uma casa de fim de semana numa vila próxima na serra.
Eu tinha acabado de fazer 21 anos, então tava começando minha vida de adulto. Geneticamente, na minha família somos grandões: 1,90m, pele clara e cabelo claro. Sempre fui mais na minha, meio tímido, digamos. Nunca me jogava pra cima de uma mulher se não tivesse certeza que ia dar certo.
Um dia, meu velho chega de viagem mais abatido que antes, dava pra ver que tinha chorado. Parei ele na hora e sentamos no sofá da sala. Perguntei de novo o que tava rolando, se ele tava doente, se tinha problema no trabalho, me oferecendo pra cobrir ele no que desse.
Foi aí que descobri que durante muitos anos ele teve uma segunda mulher, com quem nasceu a Johana. Aquilo caiu como um balde de água fria em mim. Sempre fui filho único, e de repente tinha uma irmã. Ele também me contou que a Raquel, a mãe da menina, tava muito doente e decidiu viajar pro exterior pra passar os últimos momentos com a família, que, por causa da religiosidade, não iam aceitar a filha fora do casamento. Foi assim que nós dois contamos pra minha mãe, que deu um berro. Ficou quase uma semana sem falar com a gente: com meu pai pela infidelidade de tantos anos, e comigo por achar que eu sabia e tava encobertando as mancadas dele.
Foi um terça-feira, quando me sentei na frente da minha mãe e quase aos gritos pedi um pouco de compreensão, que a Johana estava sozinha e que, querendo ou não, era família. Aí minha mãe amoleceu, pelo menos um pouco, e voltou a falar com meu pai.
Na quinta-feira à tarde, meu pai chegou acompanhado de uma moça linda, muito delicada nas feições. A primeira coisa que me impactou foi o azul quase celeste dos olhos dela, emoldurados por uma cabeleira preta e abundante. Não reparei mesmo no físico, era minha irmã e nenhum pensamento obsceno passou pela minha cabeça.
Minha mãe, meio reticente em puxar conversa, ouvia atenta os comentários da Johana, que, muito grata, se oferecia pra ajudar nos afazeres de casa. Ela se mostrou uma mulher muito respeitosa, prendada e companheira. Nem preciso dizer que com pequenas atitudes ela conquistou minha mãe, que a aceitou como mais uma filha. Meu velho estava feliz, tinha tirado um peso enorme das costas. Johana continuou com os estudos de direito, e nem preciso dizer que sempre tinha urubu rondando ela, querendo levar pra casa, chamando pra sair. Eu achava estranho que ela nunca aceitasse sair com ninguém, sempre rodeada de amigas, mas de namorado, nada.
Num certo fim de semana, convidei ela pra sair pra dançar comigo. Eu ia na caça, ela se vestiu de arrasar: uma minissaia prateada, um corset preto que deixava ver a voluptuosidade dos peitos dela, e umas botas combinando. Quando vi ela, fiquei petrificado, de boca aberta. Ela, toda safada, passa do meu lado e fala: “maninho, parece que nunca viu uma gostosa”. Isso me fez sair do devaneio e dizer que ela estava espetacular. Saímos de casa e eu, todo cavalheiro, abri a porta do carro pra ela e fomos pra balada.
Assim que entramos, Johana roubou todos os olhares. Alguns nem se seguravam e desnudavam ela com os olhos. Foi aí que Johana segurou meu braço e se aninhou contra mim. Instintivamente, levei meu braço pra cintura dela.
Johana, apesar de Tendo crescido em Buenos Aires, era uma garota muito recatada, que não gostava de certas atitudes dos caras em relação a ela. A gente tava no balcão da balada bebendo, eu de refrigerante porque dirijo e ela um daiquiri, sempre de mãos dadas pra espantar os urubus, quando ela me leva pra pista e a gente começa a dançar. A multidão era enorme, então a gente se roçava quase o tempo todo. Ela sussurra no meu ouvido que o cara atrás dela tá passando a mão na bunda dela. Sem pensar, eu encarei ele, e ele, querendo bancar o durão, me deu um soco. Desviei por milagre e, com um direto de direita, deixei ele no chão. A segurança da balada não demorou, perguntou o que tinha rolado, e vários presentes contaram. Então me pediram pra sair, e o outro cara foi expulso na base do chute. Durante a volta pra casa, Johana não falava nada, dava pra ver que tava triste. Eu — O que foi, maninha? J — É que eu estraguei sua noite. Eu — Não, nada a ver, quem estragou foi aquele sem noção. J — Valeu por me proteger, maninho. Esse “maninho” foi tão sensual que meu pau reagiu dentro da calça. Chegamos em casa e cada um foi pro seu quarto. Na manhã seguinte, minha mãe disse que iam pro sítio e voltavam só de noite. Johana adorava ir pra montanha, então achei que ia ficar sozinho. Perto do meio-dia, acordei e fui direto pro chuveiro. Depois de um banho revigorante, saí pelado, me secando o cabelo. Qual não foi minha surpresa quando tirei a toalha da cabeça: lá estava minha inocente maninha me olhando, sem perder nenhum detalhe da minha anatomia inteira. Envergonhado, me tapei como pude e corri pro meu quarto. Minutos depois, bateram na porta. Só de cueca boxer, abri. Johana ainda tava com a regatinha fina que usa pra dormir. Fiquei besta olhando os peitos dela, os bicos se adivinhavam por baixo do tecido. Ela percebeu e, olhando pro chão, fez menção de se cobrir. Pedi desculpas por não ter me coberto quando saí do banho. Ela, sorrindo, minimizou a situação. Com o olhar baixo, não sabia como iniciar a conversa que mudaria nossas vidas.
Eu – johy O que você tem? Te noto estranha há alguns dias
J – o que eu tenho é muito complicado, não sei como me explicar.
Johana levantando o olhar, cravou os olhos nos meus, e foi aí que entendi tudo, e descobri que estava tão apaixonado pela minha meia-irmã quanto ela estava por mim. Não precisaram mais palavras, me aproximei e a beijei. Sentia os mamilos dela eretos contra meu peito, minhas mãos viajavam por toda a costa dela, até que não aguentei mais e desci para aquela bunda linda e dura. Ela gemeu na minha boca, o que me deu livre acesso para continuar tocando até o último cantinho daquele corpo entregue.
Caímos na cama, ela debaixo de mim, eu me posicionei entre as pernas dela, tudo eram beijos e carícias, meus lábios voavam dos lábios dela para o pescoço, Johana entregue se deixava fazer, levantei a camisetinha fina e pela primeira vez vi aqueles peitos que tanto me chamaram a atenção desde que ela chegou. Eles não ficaram de fora das minhas carícias, ia de um para o outro, tentando deixar os mamilos o mais duros possível.
Meu pau estava estourando, suavemente fazia movimentos de cópula sobre minha irmãzinha que cada vez gemia mais alto, sentindo minha dureza sobre a buceta inexplorada dela. Desci uma mão e ela se enfiou dentro da calcinha dela, que sem ser fio-dental, era bem sugestiva. Encontrei uma penugem pubiana encaracolada, bem aparada, digamos que não era uma selva, mas também não era um bebê; continuei e cheguei ao começo da rachinha dela, quando sentiu meu dedo acariciando a área, se contorceu e teve um orgasmo, mordia o lábio para não gritar, mas os gemidos denunciavam o prazer dela.
Rastejando sobre o corpo dela, me livrei da calcinha da minha irmã, e sem dizer nada passei a língua pela fenda molhadíssima, ela deu um pulo, mas não reclamou, continuei, me entretendo em pescar o clitóris dela, o que virava gemidos de prazer reprimidos.
Parei o que estava fazendo e olhando nos olhos dela, disse que Estávamos sozinhos, que ela não se preocupasse em demonstrar o prazer, me excita demais ouvir uma mulher uivar de prazer. Não precisei repetir, os gemidos viraram gritos de prazer, até que um novo orgasmo nascia da coluna dela até minha boca, que se encheu dos fluidos dela. Johana me segurando pelo cabelo, apertava minha cara contra a buceta dela, se contorcia, respirava ofegante de boca aberta, até que a sensibilidade do clitóris a obrigou a me afastar.
Me levantei e tirei a cueca e finalmente ela pôde ver minha pica, ficou surpresa. Não acreditou nos olhos e a mão dela percorreu meu pau de cima a baixo, pra ter certeza de que tudo aquilo era meu.
— Mas isso é o quê? Um osso?... — exclamou ingenuamente.
— Não, meu amor, isso é seu... — falei beijando ela, rindo.
— Juan, sério... você acha que isso cabe em mim?... — disse preocupada.
— Já vai ver que sim... — respondi sorrindo.
Continuei beijando ela, depois os peitos dela, meus dedos novamente provocavam a boceta dela, queria que ela esquecesse o tamanho da minha pica. Tava conseguindo, Johana gemia e começou a me bater uma punheta. É hora, pensei.
O corpo dela se arrepiava. Pela luz fraca da TV e pela claridade que entrava pela janela, pude apreciar ela. Era a primeira vez que um homem via ela assim, era linda, as formas harmônicas, as curvas graciosas, a pele lisa e branca. Sempre enfiada em jeans, nunca percebi que tinha umas pernas bem torneadas.
— Que gostosa você é!... — exclamei agradavelmente surpreso, até apaixonado, diria. Talvez ela fosse prêmio demais pra mim.
Ela sorriu com aquele elogio sincero, percebeu na minha voz e talvez no jeito que eu olhava pra ela que eu não mentia. O brilho no rosto dela, o brilho nos olhos lindos dela me fez entender que tava pronta.
Ela se levantou um pouco, os lábios dela tocaram os meus, com a mão no meu pescoço me puxou pra perto. Sem parar de beijar ela, Johana instintivamente abriu as pernas pra me deixar ficar entre elas. Já tava em cima do corpo dela, acariciando a... cabelos, talvez esperando um gesto de aprovação que me permitisse iniciar aquele ritual que a transformaria em mulher.
Te amo… ela disse com voz apaixonada.
Uma alegria imensa me invadiu, nenhuma mulher tinha me dito isso de um jeito tão seguro, apaixonado, sincero.
Eu também te amo… respondi, e naquele momento era verdade.
Foi o gesto de aprovação que eu esperava. Posicionei meu pau entre os lábios molhados da buceta dela, isso causou um pequeno tremor no corpo dela. Fui empurrando meu pênis e sentindo como o buraquinho virgem dela ia se alargando com a minha passagem. Ela, com uma careta de surpresa, aceitava essa invasão.
Os braços dela envolveram meu torso, talvez pra acompanhar o ritmo da entrada ou pra segurar quando chegasse a hora. O curto trajeto até o hímem tinha acabado, e Johana tinha aguentado.
Com um pequeno esforço e empurrão, consegui romper o selo virginal dela, estava feito. Johana sentiu e, mordendo os lábios, calou um gemido de dor. Ela ia me deixar continuar. Fui enfiando meu pau musculoso na intimidade apertada e quentinha dela,
Ahhh… ohhh… eu a ouvia suspirar de dor enquanto os dedos dela apertavam meus braços.
Já, já já… eu dizia, observando o rosto abafado dela.
Um sorriso forçado no meio da dor gostosa dela me fez saber que ela entendia e aprovava.
Quando meu pau chegou no fundo do caminho, pude sentir o corpo dela relaxar.
Ahhh… Uhmmm… ela gemeu, pra mim soou como alívio, depois da dor inicial tinha um pouco de satisfação nessa etapa final.
Senti as paredes dela se dilatando pra me dar espaço, tudo parecia se encaixar bem. As mãos dela foram soltando a pressão nos meus bíceps. A expressão de angústia, de dor, foi diminuindo. As bochechas quentes, os lábios carnudos dela estavam vermelhos, molhados, o brilho nos olhos dela era um convite.
Beijei ela, num beijo carinhoso agradeci por ela me deixar fazer parte dessa experiência, ser o primeiro a aproveitar ela, o corpo dela, a entrega dela.
As mãos de Johana soltaram meus braços, passearam pelas minhas costas. Até meu pescoço, meus cabelos. Os beijos suaves deram lugar aos mais apaixonados, sua língua e as respirações ofegantes que os acompanhavam me fizeram entender que eu devia continuar.
Devagar, ele foi tirando e enfiando meu pau de novo na buceta inexperiente dela. Em cada beijo, eu afogava um gemido, um suspiro. Sentia os peitos dela se encherem de ar e roçarem meu peito, por causa da agitação dela.
Parei de beijá-la pra deixar ela respirar melhor e pra ver como o corpo dela reagia a essa nova experiência.
Uhmmm… foi o primeiro suspiro morno, mistura de gemido e lamento que ouvi quando me afastei dos lábios dela.
Olhei pra ela: o rosto lindo mergulhado numa mistura de emoções, o vai e vem calmo dos seios dela. Tentei imitar aquele balanço gostoso, dando o mesmo ritmo nas minhas penetradas.
Aii… oummm…
No rosto dela, uma censura inocente pelo que eu tava fazendo. Mas os gemidos iniciais foram se transformando em suspiros doces, suspiros de prazer que ela agradecia de vez em quando com beijos profundos. Via o corpo dela tremer com meu vigor, segundos, minutos, não sei dizer, só sei que curti demais, não era só sexo… a gente tava fazendo amor…
Ahhh… ela exclamou quando o corpo dela não aguentou mais aquela mistura de emoções, sentimentos.
Essa energia se espalhou pelo corpo todo dela, fazendo ela se contrair, as mãos, os dedos apertando minhas costas. Segundos depois, derramei meus fluidos naquela cavidade que até pouco tempo era virgem. Um tremorzinho passou por ela de novo.
Nos olhos dela, satisfação, talvez um pouco de incredulidade pelo que aconteceu e pelo jeito que ela tinha curtido.
Uhmmm… ela suspirou suave, saboreando o último resquício de orgasmo no corpo.
Beijei ela com paixão. Ela devolveu meus beijos com carinho, sentia a respiração dela ainda ofegante. Me afastei e sorri com ternura. Ela já não era mais uma menina, talvez na alma ainda fosse, mas o corpo dela tinha experimentado a maturidade.
Depois de alguns minutos nos olhando, sorrindo, nos beijando, quis me afastar… a gente precisava se lavar. Tava ficando tarde, ela me segurou do lado dela.
— Não, não me deixa… — ela implorou.
— Bobinha, se o que eu mais quero é ficar do seu lado… — eu disse.
Depois de um tempo, ela deixou eu tirar meu pau mole, me deitei de lado. Ela me seguiu, apoiou a cabeça no meu peito. Uma lágrima escorreu pela bochecha dela até o meu peito.
— Ei, o que foi?… — eu disse, levantando o rosto dela.
— Nada vai ser igual… — ela disse, preocupada.
Eu entendia que ela não era mais uma menina, talvez tivesse medo que, aos meus olhos, ela mudasse, que se perdesse o que era bom na nossa relação, que eu só a visse como um objeto pra satisfazer minhas necessidades sexuais.
— Não… tudo vai ser melhor… — eu disse.
A nuvem escura que tinha se fechado sobre os olhos dela se dissipou. Ela me deu um sorriso lindo, e de novo nossos lábios se encontraram. Esse foi o começo de uma grande relação de irmãos.
Tudo começou há uns 2 anos, quando meu velho parecia muito abatido, às vezes irritadiço. Perguntei várias vezes o que estava acontecendo, e sempre a mesma resposta: "problemas meus".
O trabalho dele como representante de uma empresa importante em Buenos Aires fazia ele viajar bastante e ficar vários dias naquela metrópole. Em casa nunca faltou nada, aliás, todo esforço dele se via nos presentes pra toda família, boas férias, sem muitos luxos, mas sempre nos deu uma vida muito boa. Isso, junto com minha mãe ser diretora de uma escola de ensino médio, nos permitia ter uma casa de fim de semana numa vila próxima na serra.
Eu tinha acabado de fazer 21 anos, então tava começando minha vida de adulto. Geneticamente, na minha família somos grandões: 1,90m, pele clara e cabelo claro. Sempre fui mais na minha, meio tímido, digamos. Nunca me jogava pra cima de uma mulher se não tivesse certeza que ia dar certo.
Um dia, meu velho chega de viagem mais abatido que antes, dava pra ver que tinha chorado. Parei ele na hora e sentamos no sofá da sala. Perguntei de novo o que tava rolando, se ele tava doente, se tinha problema no trabalho, me oferecendo pra cobrir ele no que desse.
Foi aí que descobri que durante muitos anos ele teve uma segunda mulher, com quem nasceu a Johana. Aquilo caiu como um balde de água fria em mim. Sempre fui filho único, e de repente tinha uma irmã. Ele também me contou que a Raquel, a mãe da menina, tava muito doente e decidiu viajar pro exterior pra passar os últimos momentos com a família, que, por causa da religiosidade, não iam aceitar a filha fora do casamento. Foi assim que nós dois contamos pra minha mãe, que deu um berro. Ficou quase uma semana sem falar com a gente: com meu pai pela infidelidade de tantos anos, e comigo por achar que eu sabia e tava encobertando as mancadas dele.
Foi um terça-feira, quando me sentei na frente da minha mãe e quase aos gritos pedi um pouco de compreensão, que a Johana estava sozinha e que, querendo ou não, era família. Aí minha mãe amoleceu, pelo menos um pouco, e voltou a falar com meu pai.
Na quinta-feira à tarde, meu pai chegou acompanhado de uma moça linda, muito delicada nas feições. A primeira coisa que me impactou foi o azul quase celeste dos olhos dela, emoldurados por uma cabeleira preta e abundante. Não reparei mesmo no físico, era minha irmã e nenhum pensamento obsceno passou pela minha cabeça.
Minha mãe, meio reticente em puxar conversa, ouvia atenta os comentários da Johana, que, muito grata, se oferecia pra ajudar nos afazeres de casa. Ela se mostrou uma mulher muito respeitosa, prendada e companheira. Nem preciso dizer que com pequenas atitudes ela conquistou minha mãe, que a aceitou como mais uma filha. Meu velho estava feliz, tinha tirado um peso enorme das costas. Johana continuou com os estudos de direito, e nem preciso dizer que sempre tinha urubu rondando ela, querendo levar pra casa, chamando pra sair. Eu achava estranho que ela nunca aceitasse sair com ninguém, sempre rodeada de amigas, mas de namorado, nada.
Num certo fim de semana, convidei ela pra sair pra dançar comigo. Eu ia na caça, ela se vestiu de arrasar: uma minissaia prateada, um corset preto que deixava ver a voluptuosidade dos peitos dela, e umas botas combinando. Quando vi ela, fiquei petrificado, de boca aberta. Ela, toda safada, passa do meu lado e fala: “maninho, parece que nunca viu uma gostosa”. Isso me fez sair do devaneio e dizer que ela estava espetacular. Saímos de casa e eu, todo cavalheiro, abri a porta do carro pra ela e fomos pra balada.
Assim que entramos, Johana roubou todos os olhares. Alguns nem se seguravam e desnudavam ela com os olhos. Foi aí que Johana segurou meu braço e se aninhou contra mim. Instintivamente, levei meu braço pra cintura dela.
Johana, apesar de Tendo crescido em Buenos Aires, era uma garota muito recatada, que não gostava de certas atitudes dos caras em relação a ela. A gente tava no balcão da balada bebendo, eu de refrigerante porque dirijo e ela um daiquiri, sempre de mãos dadas pra espantar os urubus, quando ela me leva pra pista e a gente começa a dançar. A multidão era enorme, então a gente se roçava quase o tempo todo. Ela sussurra no meu ouvido que o cara atrás dela tá passando a mão na bunda dela. Sem pensar, eu encarei ele, e ele, querendo bancar o durão, me deu um soco. Desviei por milagre e, com um direto de direita, deixei ele no chão. A segurança da balada não demorou, perguntou o que tinha rolado, e vários presentes contaram. Então me pediram pra sair, e o outro cara foi expulso na base do chute. Durante a volta pra casa, Johana não falava nada, dava pra ver que tava triste. Eu — O que foi, maninha? J — É que eu estraguei sua noite. Eu — Não, nada a ver, quem estragou foi aquele sem noção. J — Valeu por me proteger, maninho. Esse “maninho” foi tão sensual que meu pau reagiu dentro da calça. Chegamos em casa e cada um foi pro seu quarto. Na manhã seguinte, minha mãe disse que iam pro sítio e voltavam só de noite. Johana adorava ir pra montanha, então achei que ia ficar sozinho. Perto do meio-dia, acordei e fui direto pro chuveiro. Depois de um banho revigorante, saí pelado, me secando o cabelo. Qual não foi minha surpresa quando tirei a toalha da cabeça: lá estava minha inocente maninha me olhando, sem perder nenhum detalhe da minha anatomia inteira. Envergonhado, me tapei como pude e corri pro meu quarto. Minutos depois, bateram na porta. Só de cueca boxer, abri. Johana ainda tava com a regatinha fina que usa pra dormir. Fiquei besta olhando os peitos dela, os bicos se adivinhavam por baixo do tecido. Ela percebeu e, olhando pro chão, fez menção de se cobrir. Pedi desculpas por não ter me coberto quando saí do banho. Ela, sorrindo, minimizou a situação. Com o olhar baixo, não sabia como iniciar a conversa que mudaria nossas vidas.
Eu – johy O que você tem? Te noto estranha há alguns dias
J – o que eu tenho é muito complicado, não sei como me explicar.
Johana levantando o olhar, cravou os olhos nos meus, e foi aí que entendi tudo, e descobri que estava tão apaixonado pela minha meia-irmã quanto ela estava por mim. Não precisaram mais palavras, me aproximei e a beijei. Sentia os mamilos dela eretos contra meu peito, minhas mãos viajavam por toda a costa dela, até que não aguentei mais e desci para aquela bunda linda e dura. Ela gemeu na minha boca, o que me deu livre acesso para continuar tocando até o último cantinho daquele corpo entregue.
Caímos na cama, ela debaixo de mim, eu me posicionei entre as pernas dela, tudo eram beijos e carícias, meus lábios voavam dos lábios dela para o pescoço, Johana entregue se deixava fazer, levantei a camisetinha fina e pela primeira vez vi aqueles peitos que tanto me chamaram a atenção desde que ela chegou. Eles não ficaram de fora das minhas carícias, ia de um para o outro, tentando deixar os mamilos o mais duros possível.
Meu pau estava estourando, suavemente fazia movimentos de cópula sobre minha irmãzinha que cada vez gemia mais alto, sentindo minha dureza sobre a buceta inexplorada dela. Desci uma mão e ela se enfiou dentro da calcinha dela, que sem ser fio-dental, era bem sugestiva. Encontrei uma penugem pubiana encaracolada, bem aparada, digamos que não era uma selva, mas também não era um bebê; continuei e cheguei ao começo da rachinha dela, quando sentiu meu dedo acariciando a área, se contorceu e teve um orgasmo, mordia o lábio para não gritar, mas os gemidos denunciavam o prazer dela.
Rastejando sobre o corpo dela, me livrei da calcinha da minha irmã, e sem dizer nada passei a língua pela fenda molhadíssima, ela deu um pulo, mas não reclamou, continuei, me entretendo em pescar o clitóris dela, o que virava gemidos de prazer reprimidos.
Parei o que estava fazendo e olhando nos olhos dela, disse que Estávamos sozinhos, que ela não se preocupasse em demonstrar o prazer, me excita demais ouvir uma mulher uivar de prazer. Não precisei repetir, os gemidos viraram gritos de prazer, até que um novo orgasmo nascia da coluna dela até minha boca, que se encheu dos fluidos dela. Johana me segurando pelo cabelo, apertava minha cara contra a buceta dela, se contorcia, respirava ofegante de boca aberta, até que a sensibilidade do clitóris a obrigou a me afastar.
Me levantei e tirei a cueca e finalmente ela pôde ver minha pica, ficou surpresa. Não acreditou nos olhos e a mão dela percorreu meu pau de cima a baixo, pra ter certeza de que tudo aquilo era meu.
— Mas isso é o quê? Um osso?... — exclamou ingenuamente.
— Não, meu amor, isso é seu... — falei beijando ela, rindo.
— Juan, sério... você acha que isso cabe em mim?... — disse preocupada.
— Já vai ver que sim... — respondi sorrindo.
Continuei beijando ela, depois os peitos dela, meus dedos novamente provocavam a boceta dela, queria que ela esquecesse o tamanho da minha pica. Tava conseguindo, Johana gemia e começou a me bater uma punheta. É hora, pensei.
O corpo dela se arrepiava. Pela luz fraca da TV e pela claridade que entrava pela janela, pude apreciar ela. Era a primeira vez que um homem via ela assim, era linda, as formas harmônicas, as curvas graciosas, a pele lisa e branca. Sempre enfiada em jeans, nunca percebi que tinha umas pernas bem torneadas.
— Que gostosa você é!... — exclamei agradavelmente surpreso, até apaixonado, diria. Talvez ela fosse prêmio demais pra mim.
Ela sorriu com aquele elogio sincero, percebeu na minha voz e talvez no jeito que eu olhava pra ela que eu não mentia. O brilho no rosto dela, o brilho nos olhos lindos dela me fez entender que tava pronta.
Ela se levantou um pouco, os lábios dela tocaram os meus, com a mão no meu pescoço me puxou pra perto. Sem parar de beijar ela, Johana instintivamente abriu as pernas pra me deixar ficar entre elas. Já tava em cima do corpo dela, acariciando a... cabelos, talvez esperando um gesto de aprovação que me permitisse iniciar aquele ritual que a transformaria em mulher.
Te amo… ela disse com voz apaixonada.
Uma alegria imensa me invadiu, nenhuma mulher tinha me dito isso de um jeito tão seguro, apaixonado, sincero.
Eu também te amo… respondi, e naquele momento era verdade.
Foi o gesto de aprovação que eu esperava. Posicionei meu pau entre os lábios molhados da buceta dela, isso causou um pequeno tremor no corpo dela. Fui empurrando meu pênis e sentindo como o buraquinho virgem dela ia se alargando com a minha passagem. Ela, com uma careta de surpresa, aceitava essa invasão.
Os braços dela envolveram meu torso, talvez pra acompanhar o ritmo da entrada ou pra segurar quando chegasse a hora. O curto trajeto até o hímem tinha acabado, e Johana tinha aguentado.
Com um pequeno esforço e empurrão, consegui romper o selo virginal dela, estava feito. Johana sentiu e, mordendo os lábios, calou um gemido de dor. Ela ia me deixar continuar. Fui enfiando meu pau musculoso na intimidade apertada e quentinha dela,
Ahhh… ohhh… eu a ouvia suspirar de dor enquanto os dedos dela apertavam meus braços.
Já, já já… eu dizia, observando o rosto abafado dela.
Um sorriso forçado no meio da dor gostosa dela me fez saber que ela entendia e aprovava.
Quando meu pau chegou no fundo do caminho, pude sentir o corpo dela relaxar.
Ahhh… Uhmmm… ela gemeu, pra mim soou como alívio, depois da dor inicial tinha um pouco de satisfação nessa etapa final.
Senti as paredes dela se dilatando pra me dar espaço, tudo parecia se encaixar bem. As mãos dela foram soltando a pressão nos meus bíceps. A expressão de angústia, de dor, foi diminuindo. As bochechas quentes, os lábios carnudos dela estavam vermelhos, molhados, o brilho nos olhos dela era um convite.
Beijei ela, num beijo carinhoso agradeci por ela me deixar fazer parte dessa experiência, ser o primeiro a aproveitar ela, o corpo dela, a entrega dela.
As mãos de Johana soltaram meus braços, passearam pelas minhas costas. Até meu pescoço, meus cabelos. Os beijos suaves deram lugar aos mais apaixonados, sua língua e as respirações ofegantes que os acompanhavam me fizeram entender que eu devia continuar.
Devagar, ele foi tirando e enfiando meu pau de novo na buceta inexperiente dela. Em cada beijo, eu afogava um gemido, um suspiro. Sentia os peitos dela se encherem de ar e roçarem meu peito, por causa da agitação dela.
Parei de beijá-la pra deixar ela respirar melhor e pra ver como o corpo dela reagia a essa nova experiência.
Uhmmm… foi o primeiro suspiro morno, mistura de gemido e lamento que ouvi quando me afastei dos lábios dela.
Olhei pra ela: o rosto lindo mergulhado numa mistura de emoções, o vai e vem calmo dos seios dela. Tentei imitar aquele balanço gostoso, dando o mesmo ritmo nas minhas penetradas.
Aii… oummm…
No rosto dela, uma censura inocente pelo que eu tava fazendo. Mas os gemidos iniciais foram se transformando em suspiros doces, suspiros de prazer que ela agradecia de vez em quando com beijos profundos. Via o corpo dela tremer com meu vigor, segundos, minutos, não sei dizer, só sei que curti demais, não era só sexo… a gente tava fazendo amor…
Ahhh… ela exclamou quando o corpo dela não aguentou mais aquela mistura de emoções, sentimentos.
Essa energia se espalhou pelo corpo todo dela, fazendo ela se contrair, as mãos, os dedos apertando minhas costas. Segundos depois, derramei meus fluidos naquela cavidade que até pouco tempo era virgem. Um tremorzinho passou por ela de novo.
Nos olhos dela, satisfação, talvez um pouco de incredulidade pelo que aconteceu e pelo jeito que ela tinha curtido.
Uhmmm… ela suspirou suave, saboreando o último resquício de orgasmo no corpo.
Beijei ela com paixão. Ela devolveu meus beijos com carinho, sentia a respiração dela ainda ofegante. Me afastei e sorri com ternura. Ela já não era mais uma menina, talvez na alma ainda fosse, mas o corpo dela tinha experimentado a maturidade.
Depois de alguns minutos nos olhando, sorrindo, nos beijando, quis me afastar… a gente precisava se lavar. Tava ficando tarde, ela me segurou do lado dela.
— Não, não me deixa… — ela implorou.
— Bobinha, se o que eu mais quero é ficar do seu lado… — eu disse.
Depois de um tempo, ela deixou eu tirar meu pau mole, me deitei de lado. Ela me seguiu, apoiou a cabeça no meu peito. Uma lágrima escorreu pela bochecha dela até o meu peito.
— Ei, o que foi?… — eu disse, levantando o rosto dela.
— Nada vai ser igual… — ela disse, preocupada.
Eu entendia que ela não era mais uma menina, talvez tivesse medo que, aos meus olhos, ela mudasse, que se perdesse o que era bom na nossa relação, que eu só a visse como um objeto pra satisfazer minhas necessidades sexuais.
— Não… tudo vai ser melhor… — eu disse.
A nuvem escura que tinha se fechado sobre os olhos dela se dissipou. Ela me deu um sorriso lindo, e de novo nossos lábios se encontraram. Esse foi o começo de uma grande relação de irmãos.
4 comentários - Minha meia-irmã gostosa
me gusta que, además de sexo prohibido, haya un poco de amor prohibido
gracias @arerbacsa.....