La misionera

Olá... essa história que quero compartilhar é uma loucura que aconteceu comigo lá por maio de 97. Naquela época, eu era cliente assíduo do Toovak's, e lembro que tinha uma morena espetacular, muito, mas muito gostosa (uns 1,70, cabelo preto até a cintura, olhos azuis e um corpo incrível... já viram a modelo Aria Giovanni? Pois é, tinha aquele mesmo rabo!) e ela estava sempre com o grupo de amigas... então era difícil tirar ela pra dançar. Por outro lado, sempre achei que ela não ia me dar muita bola. Enfim, o negócio é que uma noite encontrei ela no clube universitário e notei que ela tava me marcando de um jeito bem óbvio, e estava sozinha, mas quando resolvi chegar nela, ela já tinha ido embora.

No sábado seguinte, encontro ela no Toovak's, SOZINHA DE NOVO!! Nem pensei duas vezes, tirei ela pra dançar e ela aceitou super feliz! Dançamos a noite toda, conversamos sobre tudo, tomamos vários drinks... e acabamos num posto de gasolina tomando um café! Ela se chamava Margarita, era uma polaca com 21 aninhos lindos e novinhos, e na época trabalhava num hotel importante de Bahia, e não era daqui, então morava sozinha!

Até aí, tudo bem. Levei ela em casa, e ficamos conversando mais um tempão... e quando nos despedimos, o primeiro beijo foi inevitável. Combinamos de nos ver de novo na segunda. Na segunda, nos vimos e acabamos transando no Parque de Mayo. No dia seguinte, terça, nos vimos de novo, e foi aí que tudo começou a desandar... estávamos de novo no Parque de Mayo, e quando comecei a acariciar ela por baixo do moletom que ela tava usando, fui subindo devagar e descobri que ela não tava usando nada... nem preciso dizer que encontrei os peitos mais lindos que já vi na vida, volumosos, firmes e muito, mas muito macios ao toque!!! Bom, o negócio é que estávamos nos pegando pesado... aí ela, sem cerimônia, me disse que ali no parque a gente não ia fazer nada, então pra eu não criar expectativas. Bom, Lá pelas 12 e meia, levo ela de volta pra casa e a gente fica se pegando no carro de novo, até que ela falou: "Pra que vamos ficar aqui passando frio?"... Então, pela primeira vez, entrei no apartamento dela — pequeno, mas lindo, com tudo que uma pessoa sozinha precisa. A parada é que nós dois sabíamos o que ia rolar... Então, meio que em comum acordo, começamos a prolongar o desejo: conversamos, tomamos mate, fumamos uns cigarros... Até que o tesão ficou impossível de segurar. No ponto em que nossos beijos já tinham aquele gosto de sexo iminente, começamos a nos despir desesperadamente... E pude, pela primeira vez — das muitas que vieram depois —, beijar cada pedacinho da pele dela antes de parar na flor da buceta dela, quente e ensopada de sucos íntimos, onde me demorei um bom tempo, porque queria que ela aproveitasse ao máximo... Lembro quando finalmente não aguentamos mais e eu a penetrei... Foi um momento que quase chamaria de único, sentindo a buceta dela apertando meu pau de um jeito incrível, sentindo os músculos dela me apertando com força e soltando enquanto a gente se perdia num vai e vem sem fim... O único pedido que ela fez — e que sempre respeitei depois — foi que eu gozasse fora... — Linda, falei, fica tranquila, porque isso aqui tá só começando!... Mandei ela virar e ficar de quatro, que viraria nossa posição favorita dali pra frente... Mas ainda ecoa na minha cabeça a expressão de prazer que ela fez quando encaixei, e como acabei de dizer, senti a buceta dela praticamente me chupando pra dentro... Tenho gravado nos meus olhos o balanço daquele rabo lindo, que se movia ritmado a cada uma das minhas estocadas. (Uma coisa que sempre lamentei é que ela nunca deixou eu comer aquele cu!!)...

A gente ficou junto por dois anos, mas a lembrança da noite de 13 de maio de 97 ficou pra sempre na minha memória. Tivemos momentos lindos, Muito loucos e muito safados...

Um ano depois de nos conhecermos, a irmã dela veio do norte, e obviamente moravam juntas. O problema é que a irmã meio que não me aturava (e pra ser sincero, ela tinha razão, porque naquela época eu era bem pilantra e só fazia o que queria, então ela levou como uma falta de respeito com a irmã). Então eu não ficava mais no apartamento como antes, e por um bom tempo, especialmente no verão, a gente ia transar de noite, numa área de sítios que fica depois do Tu y Yo, uns dois km à esquerda, onde realmente não passava ninguém, só a gente. Lembro que ia buscar ela em casa no centro tarde da noite, e a gente ia pro nosso lugar, e a danada já me colocava no clima... Como? Muito simples: enquanto eu dirigia pela Berutti até o canal, e depois virava à direita rumo ao parque de Mayo, e depois pegava a Florida, nesse trajeto todo ela ficava me fazendo um boquete!!!... Tenho que admitir que ela era uma expert, porque quando a gente se conheceu, ela não tinha a menor ideia!!!... Com minha orientação, ela virou uma expert, a ponto de chegar num momento em que me enlouquecia de tal jeito que eu só queria que ela me chupasse a noite inteira!!... Aí a gente chegava no nosso cantinho secreto e se acabava... Uma coisa que deixava ela louca era se deitar no capô do meu carro (se ele falasse!!) e eu metia nela,... e ela não só abria bem as pernas, como se ajudava com os dedos e abria a buceta o máximo possível pra eu enfiar tudo, sem sobrar um milímetro dos meus 20 cm pra fora.

Passaram dois anos, e um dia ela resolveu terminar, porque como eu disse, eu era bem pilantra e não levei ela a sério... e ela colocou isso de forma clara... ela tinha conhecido um cara que a respeitava e dava o que ela queria (fora o sexo que a gente podia ter), e então me colocou na encruzilhada: ou eu levava ela a sério ou deixava ela ir... Bem nessa época, eu Conheci quem depois foi minha namorada por 4 anos... por isso deixei ela ir... Nunca mais a vi, nem cruzei com ela em lugar nenhum, e no único lugar onde podia encontrá-la, o trabalho dela, ninguém sabe de nada.

Embora não tenha me arrependido da decisão, devo admitir que sempre lembro dela porque a comunicação que tínhamos, sexualmente falando, era excepcional e única.

Hoje, quinze anos depois, ainda lembro de você com muito carinho, Margarita... se você ler isso ou um dia receber notícias dessas linhas, quero que saiba que você foi uma gostosa do caralho em todos os aspectos... toda vez que lembro de você, vêm à minha mente momentos de loucura linda... o prazer que demos um ao outro e os momentos preciosos que passamos permanecem tão vivos nos meus sentidos como se tivessem acontecido ontem mesmo. Te desejo o melhor, e pelo seu parceiro atual, quem quer que seja, minha mais sincera inveja pela bucetuda que a vida te deu.

5 comentários - La misionera

Buen relato biográfico con un dejo nostálgico al final. Por otra parte la misioneras son todas lindas, debe ser esa cercanía brasilera y guaraní. Un abrazo.
POST a FAVORITOS...A missionária

Se nota que Margarita te dio vuelta mal la cabeza amigo @bigdick1!! nos encantaria una fotito de ella para ilustrar el post 😉

morena_PUNTOS para VOS
Esperamos ansiosos esa continuación de historia amigo... un saludo grande 🙂