Contos de pedreiro, recebido de macho

Só pra vocês me lembrarem, sou o Mario, o pedreiro formado em mais um relato que compartilho com vocês.

Um dia comum, tava andando pela calçadão da cidade, olhando pra comprar um tênis, quando escuto uma voz dizendo:
– Mario, é você?

Viro pra olhar e me deparo, na minha memória meio vaga, com a mãe de um amigo de infância. A gente era vizinho lá pelos meus onze anos, meu amigo se chamava Javier, o pai dele era chefe dos correios e ela professora de línguas estrangeiras. Uma mulher como minha mãe, uns 45 anos, típica europeia, meio envelhecida mas ainda muito gostosa, cabelo preto, olhos azuis, alta, magra, pele bem branca, meio chata de bunda, mas dois peitos de campeonato. Desde pequeno, daqueles onze, doze anos, eu olhava pra aquelas tetas espetaculares e ela não era do tipo que mostrava ou destacava com a roupa, também não escondia, mas sem medo de errar no diagnóstico, um dos dois melhores peitos que já vi na vida.

– Como vai, Rosana? Não acredito que te encontrei, como tá o Javier?
– Olho pra você e não acredito que virou um homem, e olha que bonitão que você tá…

E começamos aquelas conversas de praxe, que continuamos num café perto, graças a ela ter um tempo entre as aulas e os colégios. Bom, ela me contou desses quase 12 anos bem difíceis, que depois que saíram daquela casa onde éramos vizinhos, andaram por vários lugares do país, atrás do trabalho do marido, até que um câncer na garganta, fazia uns dois anos, tinha acabado com ele. É que ele fumava igual uma chaminé, disse ela resignada. Que o Marcos, filho mais velho, tinha juntado com uma mina, deram um neto pra ela e moravam perto da capital, e que o Javier, meu amigo, trabalhava no sul, numa mineradora, tava indo muito bem e aparecia umas duas vezes por ano, pelo menos. E que ela trabalhava como professora em vários colégios, vivia pra lá e pra cá o dia inteiro, e claro... Ela me perguntou sobre minha vida, meus pais, irmãs e tal... enquanto eu contava tudo, ela não parava de me olhar e passar a mão no meu rosto, pegar nas minhas mãos, acariciar meu pescoço. É estranho que, depois de 12 anos, uma mulher que viu um menino se encontre com um homem barbado e aja desse jeito tão carinhoso — ou talvez não seja nada disso… O papo foi se esticando e ela tinha aula, então pediu pra eu anotar o endereço dela, telefone fixo, celular, ela anotou os meus, mandou eu prometer que ia visitá-la e saiu toda apressada, escrava do tempo. Mesmo com seus 40 e tantos anos, ainda tinha uns peitos do caralho.

Umas duas semanas depois, acho, chegou uma mensagem no meu celular: “Nem um mensagem, que malvado”. Era da Rosana, a mãe do meu amigo. Parei num orelhão e liguei pro celular dela, não atendeu. Liguei pro fixo, tocou várias vezes e, quando achei que ninguém ia atender:
— Alô, alô, alô?
— Oi, Rosana, é o Mario.
— Oi, tava tomando banho.
— Desculpa, te ligo daqui a pouco.
— Não, não, já tô no telefone, toda molhada e pelada (??).
A frase parece normal, mas se eu pudesse contar como ela disse, o tom, cara, me deu um nó na cabeça.
— Cê tem razão, não te liguei. Tava com uns trampos e a faculdade, e aí queria saber quando cê quer que eu vá.
— Fala a verdade, nem lembrou de mim.
— Lembrei sim, Rosana, só que como você disse que vive pra lá e pra cá...
— Pode ser. Olha, hoje à noite eu fico livre umas 20h30. Vem que eu preparo um jantar, sim? Te parece bem umas 21h?
— Sim, sim, beleza, nesse horário.
— Bom, vou desligar, tô pelada, culpa sua, vou ficar doente. Tchau, a gente se vê, beijinhos.
Tudo assim, curto e simples, e essa história de me contar que tava pelada, do jeito que ela falou, me deixou a milhão de tesão.

Cheguei umas 21h10, um pouco atrasado, com uma garrafa de vinho tinto na mão, dos bons. Ela me recebeu com um vestido de seda vermelho, justo, meio antigo mas muito elegante, decote discreto, maquiagem leve. O que mais se destacava... Os olhos azuis claros dela, muito gostosa a americana. Quando entrei no salão de jantar, tinham mais duas amigas, era aniversário dela, que surpresa.
— Apresento pra vocês o Mário, um amigo do meu filho, de quem eu tava falando…
As duas amigas se levantam, me cumprimentam com carinho e viro alvo de curiosidade, de todas as perguntas delas, papos desde quando eu era pequeno até o mundo por causa do reencontro, como o tempo passa rápido. Foi uma experiência meio especial, dividir aquela janta com aquelas três mulheres, todas da idade da minha mãe, compartilhar as conversas delas, os desejos, as metas, os medos, os preconceitos. Se me perguntassem se eu escolheria estar naquela mesa, teria recusado mil vezes, e que erro. Ouvir elas era aprender. De vez em quando lembravam que eu tava na mesa e me obrigavam a participar, participação que sempre era curta porque alguma interrompia com um comentário e eu voltava ao meu silêncio.

No meio disso tudo, Rosana, com a discrição de uma mulher madura e ainda mais na frente de duas amigas, com sabedoria e prudência, me olhava, roçava suavemente minhas mãos quando, por exemplo, me alcançava um prato, um copo, ou nossas pernas debaixo da mesa faziam contato "sem querer". A gente mantinha os dois aquele contato o máximo que dava.

Quando foi perto da meia-noite, uma das amigas casadas argumentou que ia pra casa senão o marido reclamava, a amiga que veio com ela também. Depois de pegar os casacos, uns últimos papos, subiram num Peugeot dos caros, de família, e foram embora. Rosana e eu estávamos lá fora, no portão, nos despedindo. Quando voltamos pra entrar, comentei como quem não quer nada que também já tava na hora de ir. Aí Rosana, na porta de entrada da casa dela, pega minha mão esquerda com a mão direita dela e meio que me puxa pra dentro, fecha a porta e, colocando minha mão no peito dela, tocando com carinho:
— Por que você tem a mão tão áspera, Mário? Não usa creme?
E me olha com aqueles lindos olhos azuis claros, minha mão no peito dela, com as mãos dela segurando a minha, e eu começo a andar. para ela, naquela atitude de "agora vou te foder", olhando fixamente, ela recuava andando pra trás, até que chegamos no encosto do sofá, ela já não podia mais escapar naquele jogo. me aproximo dela, procurando a boca dela e encostando o volume que já estava visivelmente duro, ela abre um pouco as pernas me recebendo e a gente se beija. era a segunda mulher madura na minha vida, esse jeito de beijar que essas mulheres têm, beijos que são uma arte, suaves no começo, sentir os lábios um pouco firmes, pra depois ir aumentando a intensidade, vêm aqueles beijos mais apaixonados, quando ela abre mais a boca e te beija, encosta a boca semiaberta despertando o desejo dela e o seu, aqueles olhares, aqueles gemidos provocantes que te chamam. ela solta minha mão e com aquelas mãos macias, abre minha camisa, devagar, botão por botão, enquanto minha boca se enche da pele do pescoço dela, aquele pescoço que cheira tão gostoso, e volto pra boca dela, onde nasce meu desejo. ela tira minha camisa e passa as mãos nas minhas costas, me beija o peito, me chupa, morde meus mamilos e chupa um pouco mais forte e volta pra minha boca, mantendo meu tesão. ela solta meu cinto, abre o botão da calça e abaixa o zíper, me afasta dela, se ajoelha e tira meus mocassins, tira minhas meias e com as duas mãos me abaixa a calça. não para de me olhar, os olhos azuis dela me provocam e eu posso ver da minha posição aquele decote prudente que indica meu desejo, minha vontade. e Rosana se levanta, apoia os braços no encosto do sofá e me espera com aquela sabedoria e controle. eu me ajoelho e tiro as lindas sandálias dela, solto como um cinto que ela tem na cintura que combina com aquele vestido de seda justo e me levanto, procuro a boca dela de novo, aquela boca que acende meu tesão. aperto ela com força, ela sente minha piroca duríssima através da minha cueca e do vestido dela, beijo ela com paixão, posso sentir quando encosto os peitos enormes dela, morro de vontade de chupá-los. viro ela, ela apoia as mãos no encosto do sofá, eu encosto o Volume na bunda, me abaixando um pouco e me mexendo, passo as mãos por frente e puxo ela com força pra sentir meu volume na bunda dela, levanto um pouco o cabelo dela e mordo o pescoço, abrindo a boca querendo devorar ela, ela me mostra no gemido sentido, na rebolada que acompanha o movimento do meu volume na bunda dela, procuro um zíper comprido que o vestido tem, começa quase no pescoço dela e desce até embaixo do quadril, bem onde começa a rachinha, vou devagar, descobrindo as costas dela, aquela pele meio madura, com umas ruguinhas bonitas em certos lugares, muitos pintinhos, quando termino de abrir o zíper, coloco as duas mãos no pescoço dela e começo a tirar o vestido, ela me ajuda com os braços pra frente, quando termina de tirar tenta, num gesto de vergonha, se cobrir, eu continuo descendo as mãos passando pelos peitos dela pra baixo, forçando ela a soltar, o vestido cai, só fica o sutiã dela, branco, enorme, de tecido fininho e uma calcinha branca, viro ela e olho, ela pede pra eu não fazer, não ligo, extasiado observo aquele corpo da madura, a pele branca, chego perto do ouvido dela, sussurrando:
— Te sigo até a cama.

E ela esquece a vergonha, esquece a diferença de idade, anda ereta na minha frente rebolando, se sentindo desejada, desfilando, só vira a cabeça procurando meus olhos, abre um sorriso, mexe a bunda, curte a indecência do meu olhar, curte eu desejar ela, curte aquele momento de ser mulher.

Quando chega na cama, senta, me puxa e procura minha barriga, beijando e passando a língua, me acaricia as nádegas, me abaixa a cueca, olha pra minha pica, roça ela no rosto se acariciando, roça com os lábios, com o nariz, estica a língua e dá uma lambida na cabeça, roça de novo com os lábios, abrindo a boca vai encaixando a cabeça, devagar enfia, chupando, sinto a saliva dela me molhando, sinto as carícias nas minhas bolas que ela faz com as mãos, sinto enquanto ele enfia mais fundo na boca dela, ela chupa, me saliva, meu gemido fica mais alto, me ver aproveitando o que ele faz me excita ainda mais, ele percorre minha rola inteira, chupando ela, mal faz pressão, entra e sai no ritmo, o máximo que consegue, entra e sai, mal faz pressão, entra e sai, me saliva, aperta com os lábios na ponta, volta a enfiar fundo, às vezes me olha com aqueles olhos azuis e volta a me chupar de olhos fechados, gemendo, aproveitando, saboreando o prazer dela.

as contrações me avisam que tenho que parar ela, não consigo me segurar, isso me irrita em mim, quero curtir um bom boquete, mas meu tesão acelera, procurando um beijo, afasto ela desse boquete fatal, vou deitando ela na cama, é minha vez, peço pra ela virar de costas, ela tem a bunda chata e umas ruguinhas, me enlouquecem, quase louco e apressado, percorro com minha boca as costas dela, tiro a calcinha, enquanto vou descendo vou colocando a bunda dela na minha boca, ela levanta respondendo ao meu carinho, coloca o furinho do cu na minha língua, geme mais alto, mordo de leve as nádegas da bunda dela e continuo descendo, as panturrilhas, os pés, sinto o perfume da pele dela, macia, depilada, sinto por instantes as pintas como asperezas na minha boca, sinto aquela mulher, gostosa, madura, antes de pedir pra ela virar, solto o sutiã, minha rola pulsa de tesão, finalmente vou chegar naquelas tetas que quando moleque eu olhava escondido.

de frente pra mim, meus olhos se enchem daquela mulher linda, duas tetonas enormes, brancas, que pelo peso caem pro lado, com bicos longos, rosados, durinhos, auréolas normais, do tamanho certo pra minha boca, fecho os olhos por um instante e sinto aquele bico entrando na minha boca, dou uma chupada pensando em quantas vezes olhei pras tetas dela, tantas vezes desejadas, como aproveito aquele momento, ela percebe, se sente desejada, chupo as tetas dela envolvido na minha loucura, chupo forte, chupo gostoso Devagar, eu chupo elas pelo lado, por cima, por baixo, estico elas com minha boca ou aperto contra o peito dela, ela só me deixa me saciar dos peitos dela, ela deixa eu alimentar minha tesão.
E desço, deixando minha loucura por essas tetas, percorrer esse caminho até a pussy dela, seca minha boca, chegar naquele monte de Vênus, poucos pelos, alguns descoloridos, rebelde, desleixado, não parece que pode estar mais quente, mas é um erro meu, dou uma chupada desesperada, idiota, cego, e ela devagar abre um pouco mais as pernas, vai me mostrando a pussy dela, de lábios rosados escuros, largos, toda ensopada, chupar ela me enlouquece, ela geme mais alto e mais me motiva, Mario…, Mario diz meu nome, é um gemido de prazer intenso e mais me motiva, chupo a pussy dela, passo a língua no clitóris, ela só se contorce, geme, aproveita, aproveita, Rosana.
Ela me pede pra me apoiar na cabeceira da cama, não tô sentado, mas também não deitado, ela acomoda com a mão meu pau inflado na entrada da pussy molhada dela, procura me beijar, arqueia os quadris com experiência e sente roçando com os lábios vaginais a cabeça do meu pau, aproveita aquele instante antes com sabedoria, não para de me beijar daquele jeito, coloca essas tetas maravilhosas na minha boca, enormes, penduradas, me deixa olhar aquele momento em que meu pau vai se esconder dentro dela, sabe como fazer, me deixa ver como desce devagarzinho, me deixa ouvir o gemido intenso dela, me deixa ver como nossos pelos se aproximam, me deixa sentir penetrar ela, eu penetro ela com o pau pulsando, ela bombeia suavemente aproveitando, cavalga com maestria, se penetra de pedaços ou inteira, se move aproveitando o sexo dela, a umidade dela, é só gemidos, acelera o ritmo, desce e sobe mais rápido, busca fundo dentro dela, bombeia e volta a sair, procura me abraçar, sinto como acelera o ritmo, sinto a pulsação forte do coração dela, sinto como a pussy dela pulsa, se contrai, abre e fecha, bombeia. bombeia.. de repente aperta até o fundo, sinto ela se contrair, sinto seus gemidos, um atrás do outro, cheia de prazer, sinto ela tremer, ela fala meu nome Mário, se mexe mais devagar… até ficar parada, ofegante, com o cabelo no rosto, a boca cheia de saliva e a buceta toda molhada.
Ela me recebe de pernas abertas, me pega pela cintura, eu penetro fundo, entro e saio, olho pras tetas dela, entro e saio, o pau lateja, inchado de tanto sangue, ela me beija, morde meu pescoço e recebe gemendo minha penetração profunda, o pau começa a pulsar, meu gemido fica mais forte, meu instinto me faz penetrar o mais fundo que posso, Rosana me recebe, recebe meu gozo dentro dela, sinto como ela curte, arqueia a cintura, se mexendo, faz meu pau percorrer ela, recebe outro jorro meu e geme de prazer, continua se mexendo, eu começo a perder as forças, empurro de novo e sai o último, ela leva tudo, me abraça fechando os braços e deixa eu descansar em cima dela de pernas abertas, na minha saciedade, os gemidos se apagam, os desejos se acalmam, a mãe do meu amigo de infância, a das tetas maravilhosas, aquela mulher que me viu menino, me faz sentir como nunca até agora, que me tornei um homem.

6 comentários - Contos de pedreiro, recebido de macho

muy bueno, exelente relato
Mertus
Muchas gracias, me alegro que te haya gustado
Tenia mucho tiempo sin leer, un buen relato excelente ....
Mertus
Muchas gracias.
Excelente relato, mucha electricidad, mucha sensualidad...
Mertus
Me alegro que te haya gustado, saludos.
Muy buen relato te felicito!
Mertus
Muchas gracias, me alegro te haya gustado.