Hoje acordei com vontade de transar, mas não qualquer transa, uma de verdade, pesada, selvagem, gritos, suor, atrito, xingamentos, arranhões, etc. Mas como sempre, seria só mais um dia comum na vida comum. Me preparei cedo pra sair pra faculdade. Tentei distrair a mente com a vista de cruzar a cidade inteira de metrô. No começo foi difícil, mas com o passar das paisagens consegui pensar em outras coisas. Chegando na faculdade, uma senhora de uns 50 anos se aproximou de mim, tava em perfeito estado: magra, não muito alta, peitos num decote, calça preta justa que deixava ver o quanto a buceta dela era marcada, dava pra ver tudo, mas ela era feliz e muito provocante. Elizabeth vou chamar ela, e eu serei Andrés.
E: Bom dia, moço, pode me dizer onde fica a faculdade X?
A: Claro, eu vou pra lá, me segue.
E: Não, ainda não vou pra lá, mas me diz onde é.
A: Olha, chega lá e vira duas quadras.
E: Obrigada.
Foi curto o diálogo, eu sei, mas tô só começando. Enquanto ela se afastava, eu virei e vi a bunda dela se mexendo no ritmo de uma música lenta que tocava num bar da manhã. Uma bunda firme, dura, não parecia de 50 anos, parecia de 18.
Saí umas 11 da faculdade, caminhei até a estação de metrô e entrei, quando atrás de mim vinha Elizabeth. Sentei e ela me olhou, sorriu e sentou do meu lado.
E: Vai pensar que tô te seguindo, mas pode me dizer onde fica o parque Z?
A: (ri) Olha, eu passo por lá, te aviso quando descer.
E: Muito obrigada.
Não falamos mais, o caminho não era muito longo até onde ela ia.
A: Aqui é, tem que descer agora.
Ela desceu, mas... eu também, alcancei ela.
A: Dona Elizabeth, se precisar de mais ajuda, posso te guiar.
E: Só Elizabeth, não sou tão velha assim. (riu)
A: Elizabeth, nome bonito mesmo, vai me deixar te guiar?
E: Humm (hesitou) Bom, mas não quero te fazer perder tempo.
A: Imagina, é um prazer ajudar uma mulher como você.
E: Como eu? (franziu a testa)
A: Sim, como você, madura mas com Vontade de ser divertida e bem cuidada
E: Esse vocabulário de agora... sinceramente não entendo.
Chegamos no parque e eu não queria parar de falar com ela, e pelo visto ela também não queria comigo.
A: Sua reunião é muito importante?
E: Por que a pergunta?
A: Gostaria de te convidar pra um café ou uma água, ou o que você quiser.
E: Sou mais velha, queria uma cerveja, vamos?
A: E seu compromisso?
E: Depois resolve.
Não faço ideia do que ia fazer, mas ela decidiu ir comigo.
Falamos dela, de mim, do mundo um pouco.
Viúva, mora sozinha, os filhos no exterior: só homens, rica mas sem nada mais pra comprar, tem tudo. Só faltava uma coisa que percebi rápido... Um homem.
E: Você é muito gentil. Ajudar uma desconhecida não é pra qualquer um.
A: Não é problema, gosto de ajudar no que for.
E: No que for? Tudo?
Senti o pé dela descalço roçando minha virilha. E o lábio inferior sendo mordido por aqueles dentes brancos e aquela língua suculenta que saía e entrava como pedindo por leite.
A: No que for, até gosto de tirar o pó e arrumar o que um idiota deixou largado.
E: (Sorriu e se aproximou) Você é bonitinho, um jovem bonitinho e eu uma velha enferrujada.
A: Nada disso. Uma milf como você provoca tudo num jovem como eu.
E: Tudo?
A: Desde um beijo até uma fantasia sexual.
E: (Me beijou) Um beijo assim?
A: (Beijei ela) Não só um.
Debaixo da mesa do bar, coloquei minha mão devagar na calça justa dela, senti que não tava de calcinha, olhei pra ela, sorrimos e comecei a apalpar ela, até que ela ficou molhada.
E: Vamos pra minha casa, chama um táxi.
Rápido chegamos em casa, beijei ela, rasguei a blusa dela e isso a excitou mais, dei palmadas nela com a calça vestida e ela se jogou como uma tigresa num cervo bebê. Me mordia, me beijava, me fez lamber a buceta dela até ficar com o pau duríssimo, ela me masturbou como uma deusa faria, a experiência é fenomenal.
E: Dane-se os joguinhos, enfia em mim, me xinga, me bate...
Um momento, minha fantasia do dia tá se realizando, uau é incrível, e que buceta, molhada, quente, depilada, e essa raba, essa raba...
E: Andres, NÃO! no cu não! Nunca ninguém enfiou nada aí...
A: 50 anos e ninguém nunca te arrombou a bunda, puta?
E: Foda-se, enfia.
Eu meti, gozei três vezes seguidas, a primeira 20 min, a segunda 45 min, a terceira 40 e ela gozou comigo. Caí de amores. Acordei no dia seguinte, ela estava do meu lado, pelada, sorrindo, me serviu café da manhã, me vesti e tinha dinheiro no meu bolso.
E: É só um bônus por ter sido um sexo bom.
A: Eliza, que delícia que você tá, quando quiser mais é só chamar.
E: Vem todo dia se puder, tô há quase dez anos sem uma foda como a de ontem.
E: Bom dia, moço, pode me dizer onde fica a faculdade X?
A: Claro, eu vou pra lá, me segue.
E: Não, ainda não vou pra lá, mas me diz onde é.
A: Olha, chega lá e vira duas quadras.
E: Obrigada.
Foi curto o diálogo, eu sei, mas tô só começando. Enquanto ela se afastava, eu virei e vi a bunda dela se mexendo no ritmo de uma música lenta que tocava num bar da manhã. Uma bunda firme, dura, não parecia de 50 anos, parecia de 18.
Saí umas 11 da faculdade, caminhei até a estação de metrô e entrei, quando atrás de mim vinha Elizabeth. Sentei e ela me olhou, sorriu e sentou do meu lado.
E: Vai pensar que tô te seguindo, mas pode me dizer onde fica o parque Z?
A: (ri) Olha, eu passo por lá, te aviso quando descer.
E: Muito obrigada.
Não falamos mais, o caminho não era muito longo até onde ela ia.
A: Aqui é, tem que descer agora.
Ela desceu, mas... eu também, alcancei ela.
A: Dona Elizabeth, se precisar de mais ajuda, posso te guiar.
E: Só Elizabeth, não sou tão velha assim. (riu)
A: Elizabeth, nome bonito mesmo, vai me deixar te guiar?
E: Humm (hesitou) Bom, mas não quero te fazer perder tempo.
A: Imagina, é um prazer ajudar uma mulher como você.
E: Como eu? (franziu a testa)
A: Sim, como você, madura mas com Vontade de ser divertida e bem cuidada
E: Esse vocabulário de agora... sinceramente não entendo.
Chegamos no parque e eu não queria parar de falar com ela, e pelo visto ela também não queria comigo.
A: Sua reunião é muito importante?
E: Por que a pergunta?
A: Gostaria de te convidar pra um café ou uma água, ou o que você quiser.
E: Sou mais velha, queria uma cerveja, vamos?
A: E seu compromisso?
E: Depois resolve.
Não faço ideia do que ia fazer, mas ela decidiu ir comigo.
Falamos dela, de mim, do mundo um pouco.
Viúva, mora sozinha, os filhos no exterior: só homens, rica mas sem nada mais pra comprar, tem tudo. Só faltava uma coisa que percebi rápido... Um homem.
E: Você é muito gentil. Ajudar uma desconhecida não é pra qualquer um.
A: Não é problema, gosto de ajudar no que for.
E: No que for? Tudo?
Senti o pé dela descalço roçando minha virilha. E o lábio inferior sendo mordido por aqueles dentes brancos e aquela língua suculenta que saía e entrava como pedindo por leite.
A: No que for, até gosto de tirar o pó e arrumar o que um idiota deixou largado.
E: (Sorriu e se aproximou) Você é bonitinho, um jovem bonitinho e eu uma velha enferrujada.
A: Nada disso. Uma milf como você provoca tudo num jovem como eu.
E: Tudo?
A: Desde um beijo até uma fantasia sexual.
E: (Me beijou) Um beijo assim?
A: (Beijei ela) Não só um.
Debaixo da mesa do bar, coloquei minha mão devagar na calça justa dela, senti que não tava de calcinha, olhei pra ela, sorrimos e comecei a apalpar ela, até que ela ficou molhada.
E: Vamos pra minha casa, chama um táxi.
Rápido chegamos em casa, beijei ela, rasguei a blusa dela e isso a excitou mais, dei palmadas nela com a calça vestida e ela se jogou como uma tigresa num cervo bebê. Me mordia, me beijava, me fez lamber a buceta dela até ficar com o pau duríssimo, ela me masturbou como uma deusa faria, a experiência é fenomenal.
E: Dane-se os joguinhos, enfia em mim, me xinga, me bate...
Um momento, minha fantasia do dia tá se realizando, uau é incrível, e que buceta, molhada, quente, depilada, e essa raba, essa raba...
E: Andres, NÃO! no cu não! Nunca ninguém enfiou nada aí...
A: 50 anos e ninguém nunca te arrombou a bunda, puta?
E: Foda-se, enfia.
Eu meti, gozei três vezes seguidas, a primeira 20 min, a segunda 45 min, a terceira 40 e ela gozou comigo. Caí de amores. Acordei no dia seguinte, ela estava do meu lado, pelada, sorrindo, me serviu café da manhã, me vesti e tinha dinheiro no meu bolso.
E: É só um bônus por ter sido um sexo bom.
A: Eliza, que delícia que você tá, quando quiser mais é só chamar.
E: Vem todo dia se puder, tô há quase dez anos sem uma foda como a de ontem.
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