É muito louco perceber que uns 800 dias atrás, nem fodendo eu imaginava viver o que vivi nesses últimos tempos, e mais louco ainda como tudo começou. Sempre gostei de ler histórias de sexo e tal, mas achava que era mais ilusão/mentira do que outra coisa, agora sou eu quem escreve. Tenho 30 anos e desde moleque sempre gostei de ficar com minas gostosas porque me deixavam de pau duro só de olhar, mas agora percebo que era porque me excitava mais que os outros caras desejarem elas. Toda essa mudança começou quando decidi me mudar pra casa da minha namorada e a gente tinha um monte de coisa sobrando, então resolvemos vender o que não usava pra comprar o que faltava. Entre essas coisas, minha mina queria vender o carrinho dela, já que o meu era novo e garantia zero problemas. Anunciei e comecei a receber ligações. Uma delas era de um casal jovem que tinha começado a morar junto igual a gente, o cara um mano gente boa, de shape, e ela muito simpática e gostosa. Vieram ver o carro e ficaram apaixonados porque minha namorada cuidava muito bem dele, decidiram comprar e fechamos negócio. Durante os trâmites de rotina, dividi uma viagem pra vistoria técnica do carro e começamos a conversar, tínhamos em comum umas merdas da nossa idade e o tênis. Rolou uma química boa e combinamos de jogar uma partida num fim de semana. Jogamos naquele sábado e o cara, que morava perto, falou que a mulher dele tava cozinhando e me convidou pra almoçar, minha namorada tava trabalhando, então aceitei. Quando cheguei, ela tava em casa com uma regata curta e um short de algodão rosa bem curtinho também (tava calor, quase verão) e dava pra ver o começo da bunda dela. Ela era loira, cabelo comprido, pele bronzeada, olhos claros, peitos pequenos e uma cintura linda que terminava numa raba tão gostosa quanto a da minha namorada. Ela super educada, enquanto conversava sobre um pouco de tudo, ia e vinha trazendo coisas da cozinha, já que a gente almoçava no quintal, e em cada uma dessas idas e vindas eu não conseguia parar de olhar pra Booty. O cara foi tomar banho e eu fiquei com ela no quintal conversando, achei estranho porque eu nunca teria feito algo assim, mas como todo mundo é diferente, não pensei mal. Ela perguntava muito sobre nosso relacionamento e contava das viagens que tinha feito com o namorado dela. Em um momento, ela se levantou e o short subiu, deixando à mostra uma fio dental clarinha, muito sexy e delicada. Naquela hora, fiquei duro, mas depois continuamos conversando normalmente. O cara desceu e sentou pra bater um papo comigo, e depois de um tempo fui pra casa. Mas fiquei muito excitado pensando naquela mulher e em toda a situação, e, além de tudo, eles eram super legais. Contei pra minha namorada (que adora fazer novos amigos) sobre o almoço (menos a parte de olhar pra namorada do cara) e ela ficou feliz com a possibilidade de fazer novas amizades. No domingo, o cara (Ivan) me mandou mensagem perguntando sobre um negócio do carro, e eu respondi, mas a próxima mensagem dizia que a namorada dele tinha ficado muito contente comigo. Naquela hora, fiquei duro de novo só de lembrar daquela bunda linda. Ivan comentou que percebeu que eu olhava pra ela com admiração. Fiquei sem palavras e não respondi. No dia seguinte, ele me escreveu de novo dizendo que estava tudo bem, que gostava que olhassem pra mulher dele. Respondi com um "hahaha" pra sair da enrascada, mas ele me convidou pra tomar um café e conversar. Aceitei e fui depois do trabalho. Na conversa, ele repetiu isso, e eu disse que todo mundo gosta de ter uma mulher que seja admirada pelos outros. Aí ele respondeu: "Admirada e algo mais pra mim..." Não entendi e perguntei de novo, e ele disse que gostava de vê-la com outros caras. Fiquei meio chocado, mas a ideia de imaginá-la na cama de fio dental me deixou com tesão. Ele disse que fazia muito tempo que não faziam isso porque ela não se dava bem com a maioria dos caras, já que era muito seletiva, porque adorava a preliminar, a sacanagem e ir esquentando o clima. Ou seja, transar também com a cabeça, além do corpo. corpo. Comentei que achava muito louco, mas que tudo bem, eu era mente aberta e não tinha por que julgar. Ela me olha fixo e diz: você nunca imaginou fazer isso com sua namorada? Respondi que nem fodendo, entre risadas, que gostava que a desejassem, já que ela é uma baixinha magra com umas pernas e uma bunda exata, mas só até aí. Ela diz que pensava igual, mas que o tempo mudou. Me olha de novo com atenção e fala: eu, Alex, você gostaria de ficar com minha mulher? Fiquei doido kkkk respondi: é zoeira? Ela diz que não, que ela tinha fantasiado aquela noite umas paradas muito pesadas comigo enquanto eles dividiam a cama pra dormir naquela noite do meu almoço na casa deles e que era tudo perfeito pra rolar, considerando como a gente se conheceu e a boa vibe que tínhamos. Falei que ia pensar e fui pra casa viajando na maionese, mas também fiquei matutando a ideia de ver outro cara curtindo a bunda linda da minha mina. Quando cheguei, ela também tava nessa, já que vinha da academia. Sabrina é uma morena baixinha de cabelo ondulado, bem delicada na aparência. Tem uns peitos médios grandes operados, cintura linda e uma bunda que é um monumento, e sempre recebe cantada na rua, muito mais quando vem da academia de legging. Escutei ela contar que um cara de lá fala com ela o tempo todo pra tentar pegar e não para de olhar. Falei que isso era normal com uma mulher dessas, ela riu e só. De noite, estávamos nos beijos e carícias pra transar, e quando ela tava super excitada com minhas carícias no clitóris, perguntei: o que você faria se agora tivesse outra rola aqui, sem se importar com nada? Ela ficou calada, e pergunto de novo com uns carinhos pra dar tranquilidade e confiança. Ela fecha os olhos e diz: faria uma punheta com a mão olhando nos olhos dele e me olhando. Fiquei mais duro do que nunca e me deitei por cima pra meter na buceta, enquanto enfiava os dedos nela. a boca dizendo: "me mostra como você chuparia a pica de outro". Ela ficou super excitada e gozou na hora, eu também, e ficamos rindo sobre o assunto. Mas algo tinha mudado naquela noite...
Fiquei aquela noite muito bitolado imaginando situações sexuais enquanto ela dormia, puxava o lençol olhando a raba dela e pensava se ela curtiria ver a pica de outro cara metendo naquela raba tão gostosa. Dois dias depois, recebo uma mensagem no celular de um número desconhecido e quando perguntei quem era, responderam: "sou eu, Vane" (a namorada do Ivan), e curti pra caramba o contato. Ela contou que estava em casa, tinha chegado do trabalho e queria entrar na piscina de plástico, mas os operários do lado ficavam olhando e ela ficava com vergonha, aí respondi: "me falaram que você curte a ideia de outros homens". Ela respondeu rindo, dizendo que "às vezes... depende", falou que curtia ser olhada sim... "dar uma esquentada". Falei que também gostava de brincar assim, que me excitava muito. Sem perder tempo, falei: "que linda sua calcinha fio dental rosa do outro dia, hein" e ela respondeu que é a preferida do marido quando ela tem que ficar com outros caras. Minha pica subiu na hora e falei que era uma pena não ter visto ela inteira, mas rapidinho ela pediu meu e-mail e me mandou uma fotinho dela de fio dental, rebolando e mostrando a raba... perguntou se eu tinha gostado, aí respondi: "te incomoda se eu me masturbar olhando pra ela?". Ela respondeu: "adoro, mas com a condição de você me mandar uma foto de como ela tá agora e depois que você gozar", na hora coloquei a câmera do PC e tirei uma foto da minha pica durona, mandei pra ela esperando resposta. Ela me manda uma mensagem dizendo "mmmmm é muito lindaaaa, adoraria fazer carinho nela, mas faltou a de quando ela goza", respondi que queria que ela fizesse ela gozar. Ela disse que ia pensar. No outro dia, o Ivan me manda uma mensagem perguntando se eu podia fazer a boa de buscar a Vane no abastecimento porque ele tava super enrascado. No trampo (e era verdade no final), respondi que sim e fui sem falar nada pra minha namorada Sabrina. Mando uma mensagem pra Vane quando tô chegando e ela diz que tá tomando um café no refeitório, pra eu subir, e subi. Tava sozinha numa mesa, linda com uma calça jeans azul clara justa, uma regata branca curta mostrando o umbigo, cabelo preso com um rabinho e óculos escuros. Dei um beijo nela e sentei do lado, ela disse que tava cansada das idas e vindas do trabalho e que tinha saído pra dar um rolê besta. Fomos pra garagem, ela na frente pra eu olhar bem aquele rabo lindo, ela percebia e mexia mais. Subimos no carro (que eu tinha deixado longe de propósito), ela senta e me abraça dizendo: "obrigada", eu coloco a mão na perna dela e aproximo minha boca. Ela sobe a mão e acaricia por cima da calça a pica (que nessa altura já tava doendo de tão dura), dizendo: "me mostra?" Respondo: "se me mostrar a raba, bebê". Ela olha pra fora vendo que não tinha ninguém e vai pro banco de trás, se ajoelha e abaixa a calça jeans mostrando aquele rabo gostoso. Imediatamente começo a acariciar a raba e as pernas dela. Ela diz: "bate uma pra mim, vai". Eu tiro ela pra fora e mostro, ela estica a língua e rebola a raba. Com um pouco de medo de alguém ver, puxo a fio dental e encosto a língua no buraquinho da raba, ela começa a falar um monte de putaria tipo: "queria que o corno do meu marido visse isso, vou contar pra ele que você chupou meu cu e da sua pica enorme pra ele bater uma também". Ela virou e bateu uma pra mim, quando eu ia gozar, ela tampou a cabeça da pica com a mão e ficou com meu gozo na mão. Disse que adorava brincar assim comigo, e que o Ivan ia amar isso e tudo que a gente podia fazer. Deixei ela na casa de uma amiga e voltei pra casa. A Sabrina parecia desligada e encontrei ela na cama (tinha chegado cedo). boca pra baixo gemendo, entrei devagar e vi que ela tava com as mãos entre as pernas. Cheguei perto e vi que com uma mão ela tava enfiando um consolo que ganharam de presente num aniversário, usa a palavra: buceta, e com a outra mão tava enfiando "algo" (ainda não sei o que era) no cu. Devagar, sem fazer barulho, ouvi ela gemer e falar: "me comam por todos os lados, sou a putinha de vocês". Meu pau ficou duro na hora quando imaginei ela assim com dois caras em cima, metendo. Tirei a roupa e me meti na cama. Ela se assustou, mas não deixei esfriar, enfiei o dedo no cu dela e falei pra imaginar que tavam comendo ela na academia, dois caras com paus bem grossos e duros. Ela gritava: "sim, quero isso, siiiim". Eu falava que adoraria ver aquilo enquanto batia uma boa punheta vendo como comiam minha mulher gostosa. Ela jogava a raba pra trás, enfiando meus dedos no cu, dizia que queria que eu visse aqueles paus dentro dela. Na hora, falei que imaginava a porra deles escorrendo na bunda dela, e ela gozou naquele instante. Eu continuei gozando muito, grosso, pra todo lado. Ela riu e falou: "gostou da ideia, hein, olha como gozou, buceta". Ficamos conversando e lembramos de várias situações onde caras olharam pra ela com maldade, lembramos da praia, balada, saídas, excursões, etc. E combinamos de fantasiar com isso direto pra ver no que dava. Mas enquanto isso, por outro lado, a Vanesa me deixava de pau duro imaginando aproveitar ela inteirinha, e a ideia do Ivan olhar também me excitava...
Uma tarde cheguei em casa e encontro a Sabry toda feliz e contente, pergunto o porquê e ela conta que começou a "experimentar" o jogo de "motivar", porque o porteiro do prédio tinha vindo arrumar os canos da pia. Soltei um sorriso cúmplice que pedia pra ouvir a situação com todos os detalhes. É bom acrescentar que o porteiro é um cara relativamente novo, bem gato e de bom físico, que nem sempre usa o uniforme direito. Não é um trabalho comum, ele se veste descolado e isso parece ter chamado a atenção da Sabry. Além disso, o cara tem fama de ter comido várias vizinhas, algumas pelos corredores espalham que ele é muito bem dotado. Parece que quando ele entrou na casa da Sabry (nervosa por ser novata), ela o esperava com uma camiseta branca sem sutiã e um shortinho justo de ficar em casa. A baixinha recebe ele e, rebolando a raba, anda na frente dele em direção à cozinha para mostrar o problema e o que ela mais queria exibir: "a bunda linda dela". Ela se abaixa pra mostrar o problema, deixando a bunda bem na cara dele (imagino o cara já de pau duro, pensando em devorar aquela raba). O cara agradece o gesto e começa a trabalhar, ela faz um café e continua com as tarefas dela, indo e vindo por cima dele, que tá deitado no chão trabalhando. Antes de voltar pra cozinha, ela sobe um pouco mais o shortinho e se abaixa de costas pra ele, mostrando tudo que tem. Ela diz que viu o cara "ajeitando" o pau. Enquanto tá na cozinha, ela dança bem devagar com a música que sempre toca lá, deixando a situação cada vez mais difícil no local. O cara chama ela e mostra o conserto, ele se levanta enquanto ela se abaixa pra olhar, e é aí que ela sente "algo" encostar bem sutil (mas com força) entre as nádegas dela. Dura pouco, mas ela sente. Dá medo da situação, mas fica muito excitada e diz que começa a imaginar aquele pau (que segundo ela era monstruoso). Ela beija ele pra agradecer e, enquanto beija, pergunta: "quanto te devo?" E ele coloca as duas mãos enormes nas duas nádegas dela, impedindo que ela se afaste do beijo, respondendo: "o que todas as princesas como você devem." Sabry fica paralisada e diz que sentia a bunda inteira nas mãos do cara, sentia uma umidade naquela área e beija ele de língua na boca. O cara começa a amassar a bunda dela, e ela percebe que aquilo não era o combinado, então o afasta. O cara diz: "bebê, não seja má, não me deixa na mão. assim, olhando o pau dele". E a gostosona toda fogosa fala: "me mostra". O cara abre a calça primeiro e depois abaixa a cueca... segundo ela, era impressionante de ver, um pau como ela nunca viu antes, não tanto pelo comprimento (que dizia ser muito bom), mas mais pela grossura e pelo tamanho da cabeça. Ela se aproxima e o cara fala: "faz um carinho", Sabry com a mãozinha pequena fica impressionada quando segura na palma e começa devagar a bater uma pra ele. O cara beija ela de língua de novo e mete as mãos na bunda dela, mas agora por baixo do short. Ela sente aqueles dedos grandes procurando o buraquinho do cu pra enfiar e enfia mais a língua na boca do cara, aumentando a velocidade com que batia uma pra aquela pica. O cara num momento fala: "traz uma camisinha que vou meter em você, puta" e ela fala que não, que daí não passa. O cara pede então uma chupada, mas ela fala que não (embora segundo ela morresse de vontade de tentar engolir aquele pau), então ele fala: "deixa eu bater uma entre suas nádegas então", ela diz que não entendeu direito e que ficou com medo, mas se deixou levar. O cara virou ela de costas e abriu as nádegas sem tirar a calcinha fio dental, enfiou depois a pica dele e começou a esfregar. Ela sentia, diz, o tronco enorme do cara junto com os ovos passando pelo buraquinho da bunda linda dela. O cara falava todo tipo de putaria e ela escorria pela buceta bem molhada. Segundo ela, teve que lembrar do nosso pacto pra não pedir pra ele partir ela de uma vez. Depois de alguns minutos em cima da bancada sendo "usada" pelo cara pra ele bater uma, ela sente ele apertar os quadris dela com as duas mãos e um jorro quente e interminável cai primeiro nas nádegas, depois na cintura e até quase no pescoço. O cara tinha gozado como um animal em cima da minha princesa... sujou ela toda com o esperma grosso dele. Diz que ficaram em silêncio um tempo, ele beijou ela de língua falando que "aquilo dali não vazava" porque tinha "códigos" e foi embora. Ela se deitou. De bruços no futon, ainda com a porra do cara escorrendo, até pela tanga, e ela fez uma punheta gostosa. Depois tomou banho e esperou eu chegar pra me contar. Nessa altura, eu nem pensava na palavra "ciúmes", só imaginava a cena daquela raba cheia de porra de outro. Ela me pega pela mão, me leva pro quarto e me mostra a tanga que usou... toda cheia de porra. Ela abaixou minha calça, me fez deitar, disse: "fecha os olhos e imagina tudo que te contei" e começou a me dar o melhor boquete que já me deu. De vez em quando, fazia comentários tipo: "se enfiasse no meu cu, ia arrebentar" ou "que delícia ter esse pauzão a noite toda" até que enchi a boca dela de porra. A gente se beijou rindo e ficamos na cama juntos nos amassos. Ficamos meio dormindo e eu acordei pensando naquela hora chupando a raba da Vane no carro. Na hora, olhei pra Sabry que dormia e vi na minha mente a piroca do porteiro gozando na bunda dela. Percebi que tudo tinha mudado, mas fiquei feliz que fosse assim. Mas eu tinha que contar pra Sabry sobre a Vane e o Ivan. Comecei a beijar ela e falar o quanto eu amava ela, mostrando que meus sentimentos não mudaram (só minha fome de sexo). Ela virou e começamos a transar bem intenso, e ela pergunta: "você curte isso de verdade?" Falo que agora sim, e ela fica mais feliz me dizendo: "te amo". Falo que tenho algo pra confessar. Ela me olha fixo, como se desconfiasse, e diz: "o quê?" Conto sobre os caras e as intenções deles, além de contar sobre o episódio no carro com a Ivana. Ela me olha fixo, me beija de língua dizendo pra eu ficar tranquilo que estava tudo bem. Ela sabia que a gente precisava dessa mudança no fundo, e levou como o pontapé que deu origem a essa mudança positiva. Fiquei super relaxado e ela pediu pra eu contar o que rolou no carro. Contei tudo. Ela começou a se tocar com meu relato, principalmente quando falei que tinha chupado a raba dela. Subiu em cima de mim. em cima e me comeu pedindo pra eu contar "o que eu faria" com a Vane, além disso, excitava ele a ideia do Ivan ser espectador. Gozou em cima de mim e depois me olhou dizendo: "come ela na frente do namorado, bem comida". Eu fiquei pasmo e minha cabeça começou a viajar. Ele me disse: "escreve pra ele agora e fala coisas da mulher dele, você vai ver como ele gosta". Escrevi e na hora o Ivan me respondeu dizendo que a Ivana tinha ficado feliz com a do carro e que ele queria que eu fizesse mais coisas com ela. Sabry não parava de tocar na minha piroca enquanto trocávamos mensagens com o Ivan. Ela ficou super contente, talvez já fantasiando com a ideia de um delicioso suruba entre os quatro. Sabry me diz: "pergunta se a Vane curte pelo cu", ele responde que sim e muito. "Ah bom, então se você fizer o cu nela, eu escolho quem faz o meu, hein..." Soltei o celular, beijei ela de língua com amor e falei: "ficou com vontade da piroca do porteiro puta, né?" Ela ri e me diz: "e você? Não tem vontade de que ela experimente?". Combinamos que no dia seguinte eu iria na casa da Vane e do Ivan e ela ia chamar o porteiro pra terminar o que começou naquele dia. Fui trabalhar esperando receber mensagens da Sabry como se fossem avisos de aumento de salário de 1000%. E finalmente chega uma dizendo que voltando da academia mais "puta" do que nunca, encontrou o encarregado e pediu pra ele subir na hora do descanso pra terminar "o conserto". Me contou que ia esperar ele vestida quase igual ao outro dia pra ele curtir muito, me disse também que tinha comprado camisinhas e que não via a hora de ver como ele colocava naquela piroca enorme. Ela já estava decidida a tudo. Chegou a hora do descanso dele, pararam de chegar mensagens, então supus que tudo tinha começado. Só chegaram depois de um tempo, sendo bem curtas dizendo: "incrível", "me matou", "gozei como nunca"... a ideia era ela me contar quando chegasse em casa. Escrevo pra Vane tentando fazer contato com ela antes de vê-la às noite e ela me responde que está com o Ivan comprando lingerie pra ela e me diz: "você prefere lycra ou algodão?" Nisso eu queria morrer ali mesmo de tesão que tava sentindo, não podia acreditar que por um lado o porteiro tinha comido sei lá como a Sabry a tarde inteira na minha casa e por outro a Vane me esperava pra dar vazão a toda nossa putaria na frente do marido dela. Olhava o relógio do trabalho e não passava mais. Pedi alguns detalhes pra Sabry sobre a maratona sexual dela em casa e ela respondeu que precisava dormir, que à noite a gente compartilhava tudo e mais um pouco em casa. Quando finalmente deu a hora de ir pra casa da Vane e do Ivan, recebo uma mensagem da Vane dizendo que tava me esperando com muita vontade de brincar, perguntei pelo Ivan e ela disse que ele tava morrendo de vontade de ser um espectador de luxo naquela tarde. Quando tava saindo, tive que ajeitar a pica porque tava dura pra caralho, minha cabeça não parava de trabalhar pensando em tudo que tava rolando. Entro no carro e recebo um e-mail da Vane com uma foto dela de lingerie na cama de quatro, e foi aí que "perdi a linha". Respondi com um texto: "vadia, hoje vou te arrombar no sofá da sua casa na frente do seu marido e você vai gritar como nunca... vai tomar tanta porra", ela respondeu um "mmmmm... gosto que você seja dominante e sem limites, quase sem freio". Estaciono o carro e toco a campainha, ajeitando a pica, claro. Quem abre é o Ivan e me cumprimenta como se fôssemos amigos de infância, me faz entrar e me oferece uma bebida "espirituosa" (JB) pra relaxar, segundo ele. Batemos um papo furado de sempre e ele corta o assunto falando baixinho "faz de tudo com ela, hein, sem drama nem vergonha porque ela tá mais gostosa do que nunca e eu quero ver tudoooo, então você é quem manda escolhendo o que fazer". Quando ouço isso, dou um sorriso (era como se tivessem tirado a coleira depois de meses amarrado) e pergunto "cadê a dona daquela bunda linda?" Ele responde "já vai descer, tava no O banheiro". Nos segundos seguintes, ela desce vestindo uma calça jeans azul bem justa, botas pretas bem altas, cabelo solto e uma camiseta preta curta bem colada no corpo. Tinha um cheirinho de recém-tomada banho, sem aquele perfume exagerado que disfarça o que ela já tem de naturalmente gostosa... aquele aroma de "recém-brotada" ou de "chuva", talvez mais de "tempestade" hahaha. Ela desce, me abraça e me dá um beijo enorme na bochecha, bem perto da boca. Eu segurei aquela cinturinha linda e deslizei uma mão pelas bundas dela. Ela ficou me abraçando com os braços cruzados no meu pescoço, enquanto eu a segurava pela cintura. Olhei pro lado e vi o Ivan observando a cena atentamente, o que me deixava com muito mais tesão. Ela vai pra cozinha pegar algo pra beber, e eu fico olhando ela por trás, que bunda gostosa e como ela rebola ao andar. "É tanta mulher que tenho que dividir ela", me diz o Ivan... E por uns instantes, lembro da Sabry e de tudo que a gente tinha começado a fazer, mas guardo pra mim naquele momento. Ela volta e me abraça de novo, eu aproveito e beijo ela perto da boca de novo. Ela me diz que quer me mostrar no PC as fotos que o Ivan tirou dela, então me faz sentar e ela senta em cima de mim. O Ivan se aproxima e, de pé, procura os arquivos, deixando depois que a Vane os mostre pra mim. Eu sentia aquela bunda gostosa em cima de mim e não conseguia tirar as mãos da cintura e das pernas dela. Ela me mostra as fotos dela, bem quentes, mas sugestivas e nada explícitas, sem close desagradável, o que me deixa mais duro ainda. Ela se inclina pra trás e sussurra no meu ouvido: "amor, você tá muito duro. Pode me quebrar se enfiar assim". Beijo o pescoço dela, o lóbulo da orelha e, por fim, a gente se beija de língua na frente do parceiro dela. Ela jogada em cima de mim, me comendo de boca, enquanto eu passo uma das mãos pelos peitos e pela barriga dela. O Ivan vai passando fotos, provocando ainda mais a situação. Ela se vira e senta em cima de mim de frente, e a gente continua se pegando de língua. Ela se move em cima do meu pau como se quisesse rasgar a calça pra eu entrar nela sem tanto preâmbulo. Agarro ela com as duas mãos na bunda e enfio a língua até o fundo. Aperto as nádegas dela com força e no ouvido ela me diz "sim, Sweetie, sou sua... o que você quiser, mais". Levanto com ela em cima e continuamos nos pegando de pé. Sinto as mãos dela vasculhando minha entreperna, e o Ivan bebendo o JB dele mais afastado, já se acariciando também por fora da calça. "Morro de vontade de ver essa raba, bebê", falo, ela vira e desabotoa a calça, inclina pra começar a abaixar. Fica exposta aquela raba linda com uma tanga preta muito bonita, além disso parecia nova, comprada pra ocasião, até mais. Chego perto dela, encosto ela completamente, ela geme e estica a língua pra trás pra beijar comigo, que não parava de acariciar as nádegas dela. Enfiei um dedo por baixo da tanga e senti ela muito, mas muito molhada, então comecei a beijar as costas dela até chegar na raba, onde comecei a aproveitar. Ela abriu as pernas e eu abri as nádegas dela com as duas mãos, passei a língua por todo o interior, chupando cada pedaço. Ela gemia como uma louca e dizia pro Ivan "eu gosto, ele chupa muito bem... um pouco mais e eu gozo". Quando ouvi isso, chupei com mais força e pressionei com o indicador o buraquinho da raba dela. Segundos depois, ela começou a tremer e gozou, quase caindo de joelhos. O Ivan já estava nu, se tocando no pau bem duro que tinha. A Vane se vira e me beija de língua, abraço ela pela cintura, enfiando a mão na bunda dela pra mostrar pro parceiro que ela era minha "putinha" naquele momento. Ela me senta no sofá enorme que tem na sala, tira minha cueca e olha pro Ivan dizendo algo tipo "que pau lindo que ele tem pra minha raba, tenho que deixar ele bem duro". Imediatamente, ela abre bem minhas pernas, tira as botas, a calça e a camiseta, se inclina e começa a me dar um boquete incrível. Ela chupava, batia uma pra mim. Olhando nos meus olhos, enquanto Ivan gemia como espectador, dava pra ouvir ele dizendo "chupa tudo, assim, puta minha, aproveita ela toda". Entendi a sacanagem do Ivan e peguei a Vane pelo cabelo, empurrando ela contra meu pau, falando "vai, puta, chupa meu pau que você gosta, puta linda, depois vou te comer essa bunda gostosa que você tem". Ivan surtava me ouvindo falar com a esposa dele daquele jeito tão puta, ela tirava o pau da boca pra eu bater na cara dela com ele, esfregava na cara dela também. Ela sempre olhando nos olhos do Ivan. Era inacreditável ver como os dois curtiam tanto aquela situação, naquele momento imaginei estar numa parada parecida com a Sabry e enlouqueci de amor por aquela mulher. Ivan alcança uma camisinha pra Vane, que coloca em mim delicadamente. Ela tira a tanga e sobe em cima de mim, sem esperar, enfia com força. Ela geme recebendo minhas sentadas, rebolando em cima de mim. Ivan esticava a mão pra apalpar a bunda dela, acompanhando o movimento. Quando tô quase gozando, levanto e ela se encosta no encosto do sofá, mostrando a bunda. Quando vou meter na buceta, Ivan chega com gel e fala "faz a bunda dela". Era exatamente o que eu queria!!! Passei gel, eu e Ivan enfiamos gel na bundinha apertada da Vane, até as nádegas enchemos de gel. A desculpa era apalpar ela e ver ela gemer. Me posiciono atrás dela e Ivan chega perto pra ver bem de pertinho, começo a penetrar ela e ela geme alto, gritando pro Ivan "cê gosta de ver como ele tá arrombando minha bunda?" Ivan respondia "sim, Vane, como ele tá entrando em você". Ivan bate uma punheta na bunda da Vane, eu meto com força. Vane começa a falar que vai gozar, eu acelero as metidas e Ivan enche a bunda dela de porra, as costas, tudo. Vane goza e eu dentro dela. Ela grita "sim, buceta, sinto seu gozo na camisinha", ficamos assim uns segundos, Vane pega a camisinha fazendo eu sair dela. Ela deixa a camisinha apoiada na bunda e Ivan tira uma foto bem safada pra coleção dele. A gente ficou sentado. Tomando umas bebidas, rindo pra caralho, a Vane não parava de me tocar e me beijar. Resolvi me mandar e elas reclamaram, expliquei que tenho um LAR pra ir, e elas responderam "vamos todo mundo e seguimos você até lá". Eu JÁ tinha isso em mente, me despedi delas que me acompanharam até o carro, me deram tchau e a Vane disse que nunca tinha se divertido tanto (além do sexual inclusive), que a gente tinha muita coisa pra compartilhar ainda. Minha cabeça era um míssil pilotado por ratos com destino a Júpiter. Mandei mensagem pra Sabry dizendo que tô indo, ela respondeu "vem rápido, love, pra gente contar tudo. Te amo"... se quiserem, conto a segunda parte do relato. Muito obrigada pela atenção. Beijos meus e da Sabry.
Fiquei aquela noite muito bitolado imaginando situações sexuais enquanto ela dormia, puxava o lençol olhando a raba dela e pensava se ela curtiria ver a pica de outro cara metendo naquela raba tão gostosa. Dois dias depois, recebo uma mensagem no celular de um número desconhecido e quando perguntei quem era, responderam: "sou eu, Vane" (a namorada do Ivan), e curti pra caramba o contato. Ela contou que estava em casa, tinha chegado do trabalho e queria entrar na piscina de plástico, mas os operários do lado ficavam olhando e ela ficava com vergonha, aí respondi: "me falaram que você curte a ideia de outros homens". Ela respondeu rindo, dizendo que "às vezes... depende", falou que curtia ser olhada sim... "dar uma esquentada". Falei que também gostava de brincar assim, que me excitava muito. Sem perder tempo, falei: "que linda sua calcinha fio dental rosa do outro dia, hein" e ela respondeu que é a preferida do marido quando ela tem que ficar com outros caras. Minha pica subiu na hora e falei que era uma pena não ter visto ela inteira, mas rapidinho ela pediu meu e-mail e me mandou uma fotinho dela de fio dental, rebolando e mostrando a raba... perguntou se eu tinha gostado, aí respondi: "te incomoda se eu me masturbar olhando pra ela?". Ela respondeu: "adoro, mas com a condição de você me mandar uma foto de como ela tá agora e depois que você gozar", na hora coloquei a câmera do PC e tirei uma foto da minha pica durona, mandei pra ela esperando resposta. Ela me manda uma mensagem dizendo "mmmmm é muito lindaaaa, adoraria fazer carinho nela, mas faltou a de quando ela goza", respondi que queria que ela fizesse ela gozar. Ela disse que ia pensar. No outro dia, o Ivan me manda uma mensagem perguntando se eu podia fazer a boa de buscar a Vane no abastecimento porque ele tava super enrascado. No trampo (e era verdade no final), respondi que sim e fui sem falar nada pra minha namorada Sabrina. Mando uma mensagem pra Vane quando tô chegando e ela diz que tá tomando um café no refeitório, pra eu subir, e subi. Tava sozinha numa mesa, linda com uma calça jeans azul clara justa, uma regata branca curta mostrando o umbigo, cabelo preso com um rabinho e óculos escuros. Dei um beijo nela e sentei do lado, ela disse que tava cansada das idas e vindas do trabalho e que tinha saído pra dar um rolê besta. Fomos pra garagem, ela na frente pra eu olhar bem aquele rabo lindo, ela percebia e mexia mais. Subimos no carro (que eu tinha deixado longe de propósito), ela senta e me abraça dizendo: "obrigada", eu coloco a mão na perna dela e aproximo minha boca. Ela sobe a mão e acaricia por cima da calça a pica (que nessa altura já tava doendo de tão dura), dizendo: "me mostra?" Respondo: "se me mostrar a raba, bebê". Ela olha pra fora vendo que não tinha ninguém e vai pro banco de trás, se ajoelha e abaixa a calça jeans mostrando aquele rabo gostoso. Imediatamente começo a acariciar a raba e as pernas dela. Ela diz: "bate uma pra mim, vai". Eu tiro ela pra fora e mostro, ela estica a língua e rebola a raba. Com um pouco de medo de alguém ver, puxo a fio dental e encosto a língua no buraquinho da raba, ela começa a falar um monte de putaria tipo: "queria que o corno do meu marido visse isso, vou contar pra ele que você chupou meu cu e da sua pica enorme pra ele bater uma também". Ela virou e bateu uma pra mim, quando eu ia gozar, ela tampou a cabeça da pica com a mão e ficou com meu gozo na mão. Disse que adorava brincar assim comigo, e que o Ivan ia amar isso e tudo que a gente podia fazer. Deixei ela na casa de uma amiga e voltei pra casa. A Sabrina parecia desligada e encontrei ela na cama (tinha chegado cedo). boca pra baixo gemendo, entrei devagar e vi que ela tava com as mãos entre as pernas. Cheguei perto e vi que com uma mão ela tava enfiando um consolo que ganharam de presente num aniversário, usa a palavra: buceta, e com a outra mão tava enfiando "algo" (ainda não sei o que era) no cu. Devagar, sem fazer barulho, ouvi ela gemer e falar: "me comam por todos os lados, sou a putinha de vocês". Meu pau ficou duro na hora quando imaginei ela assim com dois caras em cima, metendo. Tirei a roupa e me meti na cama. Ela se assustou, mas não deixei esfriar, enfiei o dedo no cu dela e falei pra imaginar que tavam comendo ela na academia, dois caras com paus bem grossos e duros. Ela gritava: "sim, quero isso, siiiim". Eu falava que adoraria ver aquilo enquanto batia uma boa punheta vendo como comiam minha mulher gostosa. Ela jogava a raba pra trás, enfiando meus dedos no cu, dizia que queria que eu visse aqueles paus dentro dela. Na hora, falei que imaginava a porra deles escorrendo na bunda dela, e ela gozou naquele instante. Eu continuei gozando muito, grosso, pra todo lado. Ela riu e falou: "gostou da ideia, hein, olha como gozou, buceta". Ficamos conversando e lembramos de várias situações onde caras olharam pra ela com maldade, lembramos da praia, balada, saídas, excursões, etc. E combinamos de fantasiar com isso direto pra ver no que dava. Mas enquanto isso, por outro lado, a Vanesa me deixava de pau duro imaginando aproveitar ela inteirinha, e a ideia do Ivan olhar também me excitava...
Uma tarde cheguei em casa e encontro a Sabry toda feliz e contente, pergunto o porquê e ela conta que começou a "experimentar" o jogo de "motivar", porque o porteiro do prédio tinha vindo arrumar os canos da pia. Soltei um sorriso cúmplice que pedia pra ouvir a situação com todos os detalhes. É bom acrescentar que o porteiro é um cara relativamente novo, bem gato e de bom físico, que nem sempre usa o uniforme direito. Não é um trabalho comum, ele se veste descolado e isso parece ter chamado a atenção da Sabry. Além disso, o cara tem fama de ter comido várias vizinhas, algumas pelos corredores espalham que ele é muito bem dotado. Parece que quando ele entrou na casa da Sabry (nervosa por ser novata), ela o esperava com uma camiseta branca sem sutiã e um shortinho justo de ficar em casa. A baixinha recebe ele e, rebolando a raba, anda na frente dele em direção à cozinha para mostrar o problema e o que ela mais queria exibir: "a bunda linda dela". Ela se abaixa pra mostrar o problema, deixando a bunda bem na cara dele (imagino o cara já de pau duro, pensando em devorar aquela raba). O cara agradece o gesto e começa a trabalhar, ela faz um café e continua com as tarefas dela, indo e vindo por cima dele, que tá deitado no chão trabalhando. Antes de voltar pra cozinha, ela sobe um pouco mais o shortinho e se abaixa de costas pra ele, mostrando tudo que tem. Ela diz que viu o cara "ajeitando" o pau. Enquanto tá na cozinha, ela dança bem devagar com a música que sempre toca lá, deixando a situação cada vez mais difícil no local. O cara chama ela e mostra o conserto, ele se levanta enquanto ela se abaixa pra olhar, e é aí que ela sente "algo" encostar bem sutil (mas com força) entre as nádegas dela. Dura pouco, mas ela sente. Dá medo da situação, mas fica muito excitada e diz que começa a imaginar aquele pau (que segundo ela era monstruoso). Ela beija ele pra agradecer e, enquanto beija, pergunta: "quanto te devo?" E ele coloca as duas mãos enormes nas duas nádegas dela, impedindo que ela se afaste do beijo, respondendo: "o que todas as princesas como você devem." Sabry fica paralisada e diz que sentia a bunda inteira nas mãos do cara, sentia uma umidade naquela área e beija ele de língua na boca. O cara começa a amassar a bunda dela, e ela percebe que aquilo não era o combinado, então o afasta. O cara diz: "bebê, não seja má, não me deixa na mão. assim, olhando o pau dele". E a gostosona toda fogosa fala: "me mostra". O cara abre a calça primeiro e depois abaixa a cueca... segundo ela, era impressionante de ver, um pau como ela nunca viu antes, não tanto pelo comprimento (que dizia ser muito bom), mas mais pela grossura e pelo tamanho da cabeça. Ela se aproxima e o cara fala: "faz um carinho", Sabry com a mãozinha pequena fica impressionada quando segura na palma e começa devagar a bater uma pra ele. O cara beija ela de língua de novo e mete as mãos na bunda dela, mas agora por baixo do short. Ela sente aqueles dedos grandes procurando o buraquinho do cu pra enfiar e enfia mais a língua na boca do cara, aumentando a velocidade com que batia uma pra aquela pica. O cara num momento fala: "traz uma camisinha que vou meter em você, puta" e ela fala que não, que daí não passa. O cara pede então uma chupada, mas ela fala que não (embora segundo ela morresse de vontade de tentar engolir aquele pau), então ele fala: "deixa eu bater uma entre suas nádegas então", ela diz que não entendeu direito e que ficou com medo, mas se deixou levar. O cara virou ela de costas e abriu as nádegas sem tirar a calcinha fio dental, enfiou depois a pica dele e começou a esfregar. Ela sentia, diz, o tronco enorme do cara junto com os ovos passando pelo buraquinho da bunda linda dela. O cara falava todo tipo de putaria e ela escorria pela buceta bem molhada. Segundo ela, teve que lembrar do nosso pacto pra não pedir pra ele partir ela de uma vez. Depois de alguns minutos em cima da bancada sendo "usada" pelo cara pra ele bater uma, ela sente ele apertar os quadris dela com as duas mãos e um jorro quente e interminável cai primeiro nas nádegas, depois na cintura e até quase no pescoço. O cara tinha gozado como um animal em cima da minha princesa... sujou ela toda com o esperma grosso dele. Diz que ficaram em silêncio um tempo, ele beijou ela de língua falando que "aquilo dali não vazava" porque tinha "códigos" e foi embora. Ela se deitou. De bruços no futon, ainda com a porra do cara escorrendo, até pela tanga, e ela fez uma punheta gostosa. Depois tomou banho e esperou eu chegar pra me contar. Nessa altura, eu nem pensava na palavra "ciúmes", só imaginava a cena daquela raba cheia de porra de outro. Ela me pega pela mão, me leva pro quarto e me mostra a tanga que usou... toda cheia de porra. Ela abaixou minha calça, me fez deitar, disse: "fecha os olhos e imagina tudo que te contei" e começou a me dar o melhor boquete que já me deu. De vez em quando, fazia comentários tipo: "se enfiasse no meu cu, ia arrebentar" ou "que delícia ter esse pauzão a noite toda" até que enchi a boca dela de porra. A gente se beijou rindo e ficamos na cama juntos nos amassos. Ficamos meio dormindo e eu acordei pensando naquela hora chupando a raba da Vane no carro. Na hora, olhei pra Sabry que dormia e vi na minha mente a piroca do porteiro gozando na bunda dela. Percebi que tudo tinha mudado, mas fiquei feliz que fosse assim. Mas eu tinha que contar pra Sabry sobre a Vane e o Ivan. Comecei a beijar ela e falar o quanto eu amava ela, mostrando que meus sentimentos não mudaram (só minha fome de sexo). Ela virou e começamos a transar bem intenso, e ela pergunta: "você curte isso de verdade?" Falo que agora sim, e ela fica mais feliz me dizendo: "te amo". Falo que tenho algo pra confessar. Ela me olha fixo, como se desconfiasse, e diz: "o quê?" Conto sobre os caras e as intenções deles, além de contar sobre o episódio no carro com a Ivana. Ela me olha fixo, me beija de língua dizendo pra eu ficar tranquilo que estava tudo bem. Ela sabia que a gente precisava dessa mudança no fundo, e levou como o pontapé que deu origem a essa mudança positiva. Fiquei super relaxado e ela pediu pra eu contar o que rolou no carro. Contei tudo. Ela começou a se tocar com meu relato, principalmente quando falei que tinha chupado a raba dela. Subiu em cima de mim. em cima e me comeu pedindo pra eu contar "o que eu faria" com a Vane, além disso, excitava ele a ideia do Ivan ser espectador. Gozou em cima de mim e depois me olhou dizendo: "come ela na frente do namorado, bem comida". Eu fiquei pasmo e minha cabeça começou a viajar. Ele me disse: "escreve pra ele agora e fala coisas da mulher dele, você vai ver como ele gosta". Escrevi e na hora o Ivan me respondeu dizendo que a Ivana tinha ficado feliz com a do carro e que ele queria que eu fizesse mais coisas com ela. Sabry não parava de tocar na minha piroca enquanto trocávamos mensagens com o Ivan. Ela ficou super contente, talvez já fantasiando com a ideia de um delicioso suruba entre os quatro. Sabry me diz: "pergunta se a Vane curte pelo cu", ele responde que sim e muito. "Ah bom, então se você fizer o cu nela, eu escolho quem faz o meu, hein..." Soltei o celular, beijei ela de língua com amor e falei: "ficou com vontade da piroca do porteiro puta, né?" Ela ri e me diz: "e você? Não tem vontade de que ela experimente?". Combinamos que no dia seguinte eu iria na casa da Vane e do Ivan e ela ia chamar o porteiro pra terminar o que começou naquele dia. Fui trabalhar esperando receber mensagens da Sabry como se fossem avisos de aumento de salário de 1000%. E finalmente chega uma dizendo que voltando da academia mais "puta" do que nunca, encontrou o encarregado e pediu pra ele subir na hora do descanso pra terminar "o conserto". Me contou que ia esperar ele vestida quase igual ao outro dia pra ele curtir muito, me disse também que tinha comprado camisinhas e que não via a hora de ver como ele colocava naquela piroca enorme. Ela já estava decidida a tudo. Chegou a hora do descanso dele, pararam de chegar mensagens, então supus que tudo tinha começado. Só chegaram depois de um tempo, sendo bem curtas dizendo: "incrível", "me matou", "gozei como nunca"... a ideia era ela me contar quando chegasse em casa. Escrevo pra Vane tentando fazer contato com ela antes de vê-la às noite e ela me responde que está com o Ivan comprando lingerie pra ela e me diz: "você prefere lycra ou algodão?" Nisso eu queria morrer ali mesmo de tesão que tava sentindo, não podia acreditar que por um lado o porteiro tinha comido sei lá como a Sabry a tarde inteira na minha casa e por outro a Vane me esperava pra dar vazão a toda nossa putaria na frente do marido dela. Olhava o relógio do trabalho e não passava mais. Pedi alguns detalhes pra Sabry sobre a maratona sexual dela em casa e ela respondeu que precisava dormir, que à noite a gente compartilhava tudo e mais um pouco em casa. Quando finalmente deu a hora de ir pra casa da Vane e do Ivan, recebo uma mensagem da Vane dizendo que tava me esperando com muita vontade de brincar, perguntei pelo Ivan e ela disse que ele tava morrendo de vontade de ser um espectador de luxo naquela tarde. Quando tava saindo, tive que ajeitar a pica porque tava dura pra caralho, minha cabeça não parava de trabalhar pensando em tudo que tava rolando. Entro no carro e recebo um e-mail da Vane com uma foto dela de lingerie na cama de quatro, e foi aí que "perdi a linha". Respondi com um texto: "vadia, hoje vou te arrombar no sofá da sua casa na frente do seu marido e você vai gritar como nunca... vai tomar tanta porra", ela respondeu um "mmmmm... gosto que você seja dominante e sem limites, quase sem freio". Estaciono o carro e toco a campainha, ajeitando a pica, claro. Quem abre é o Ivan e me cumprimenta como se fôssemos amigos de infância, me faz entrar e me oferece uma bebida "espirituosa" (JB) pra relaxar, segundo ele. Batemos um papo furado de sempre e ele corta o assunto falando baixinho "faz de tudo com ela, hein, sem drama nem vergonha porque ela tá mais gostosa do que nunca e eu quero ver tudoooo, então você é quem manda escolhendo o que fazer". Quando ouço isso, dou um sorriso (era como se tivessem tirado a coleira depois de meses amarrado) e pergunto "cadê a dona daquela bunda linda?" Ele responde "já vai descer, tava no O banheiro". Nos segundos seguintes, ela desce vestindo uma calça jeans azul bem justa, botas pretas bem altas, cabelo solto e uma camiseta preta curta bem colada no corpo. Tinha um cheirinho de recém-tomada banho, sem aquele perfume exagerado que disfarça o que ela já tem de naturalmente gostosa... aquele aroma de "recém-brotada" ou de "chuva", talvez mais de "tempestade" hahaha. Ela desce, me abraça e me dá um beijo enorme na bochecha, bem perto da boca. Eu segurei aquela cinturinha linda e deslizei uma mão pelas bundas dela. Ela ficou me abraçando com os braços cruzados no meu pescoço, enquanto eu a segurava pela cintura. Olhei pro lado e vi o Ivan observando a cena atentamente, o que me deixava com muito mais tesão. Ela vai pra cozinha pegar algo pra beber, e eu fico olhando ela por trás, que bunda gostosa e como ela rebola ao andar. "É tanta mulher que tenho que dividir ela", me diz o Ivan... E por uns instantes, lembro da Sabry e de tudo que a gente tinha começado a fazer, mas guardo pra mim naquele momento. Ela volta e me abraça de novo, eu aproveito e beijo ela perto da boca de novo. Ela me diz que quer me mostrar no PC as fotos que o Ivan tirou dela, então me faz sentar e ela senta em cima de mim. O Ivan se aproxima e, de pé, procura os arquivos, deixando depois que a Vane os mostre pra mim. Eu sentia aquela bunda gostosa em cima de mim e não conseguia tirar as mãos da cintura e das pernas dela. Ela me mostra as fotos dela, bem quentes, mas sugestivas e nada explícitas, sem close desagradável, o que me deixa mais duro ainda. Ela se inclina pra trás e sussurra no meu ouvido: "amor, você tá muito duro. Pode me quebrar se enfiar assim". Beijo o pescoço dela, o lóbulo da orelha e, por fim, a gente se beija de língua na frente do parceiro dela. Ela jogada em cima de mim, me comendo de boca, enquanto eu passo uma das mãos pelos peitos e pela barriga dela. O Ivan vai passando fotos, provocando ainda mais a situação. Ela se vira e senta em cima de mim de frente, e a gente continua se pegando de língua. Ela se move em cima do meu pau como se quisesse rasgar a calça pra eu entrar nela sem tanto preâmbulo. Agarro ela com as duas mãos na bunda e enfio a língua até o fundo. Aperto as nádegas dela com força e no ouvido ela me diz "sim, Sweetie, sou sua... o que você quiser, mais". Levanto com ela em cima e continuamos nos pegando de pé. Sinto as mãos dela vasculhando minha entreperna, e o Ivan bebendo o JB dele mais afastado, já se acariciando também por fora da calça. "Morro de vontade de ver essa raba, bebê", falo, ela vira e desabotoa a calça, inclina pra começar a abaixar. Fica exposta aquela raba linda com uma tanga preta muito bonita, além disso parecia nova, comprada pra ocasião, até mais. Chego perto dela, encosto ela completamente, ela geme e estica a língua pra trás pra beijar comigo, que não parava de acariciar as nádegas dela. Enfiei um dedo por baixo da tanga e senti ela muito, mas muito molhada, então comecei a beijar as costas dela até chegar na raba, onde comecei a aproveitar. Ela abriu as pernas e eu abri as nádegas dela com as duas mãos, passei a língua por todo o interior, chupando cada pedaço. Ela gemia como uma louca e dizia pro Ivan "eu gosto, ele chupa muito bem... um pouco mais e eu gozo". Quando ouvi isso, chupei com mais força e pressionei com o indicador o buraquinho da raba dela. Segundos depois, ela começou a tremer e gozou, quase caindo de joelhos. O Ivan já estava nu, se tocando no pau bem duro que tinha. A Vane se vira e me beija de língua, abraço ela pela cintura, enfiando a mão na bunda dela pra mostrar pro parceiro que ela era minha "putinha" naquele momento. Ela me senta no sofá enorme que tem na sala, tira minha cueca e olha pro Ivan dizendo algo tipo "que pau lindo que ele tem pra minha raba, tenho que deixar ele bem duro". Imediatamente, ela abre bem minhas pernas, tira as botas, a calça e a camiseta, se inclina e começa a me dar um boquete incrível. Ela chupava, batia uma pra mim. Olhando nos meus olhos, enquanto Ivan gemia como espectador, dava pra ouvir ele dizendo "chupa tudo, assim, puta minha, aproveita ela toda". Entendi a sacanagem do Ivan e peguei a Vane pelo cabelo, empurrando ela contra meu pau, falando "vai, puta, chupa meu pau que você gosta, puta linda, depois vou te comer essa bunda gostosa que você tem". Ivan surtava me ouvindo falar com a esposa dele daquele jeito tão puta, ela tirava o pau da boca pra eu bater na cara dela com ele, esfregava na cara dela também. Ela sempre olhando nos olhos do Ivan. Era inacreditável ver como os dois curtiam tanto aquela situação, naquele momento imaginei estar numa parada parecida com a Sabry e enlouqueci de amor por aquela mulher. Ivan alcança uma camisinha pra Vane, que coloca em mim delicadamente. Ela tira a tanga e sobe em cima de mim, sem esperar, enfia com força. Ela geme recebendo minhas sentadas, rebolando em cima de mim. Ivan esticava a mão pra apalpar a bunda dela, acompanhando o movimento. Quando tô quase gozando, levanto e ela se encosta no encosto do sofá, mostrando a bunda. Quando vou meter na buceta, Ivan chega com gel e fala "faz a bunda dela". Era exatamente o que eu queria!!! Passei gel, eu e Ivan enfiamos gel na bundinha apertada da Vane, até as nádegas enchemos de gel. A desculpa era apalpar ela e ver ela gemer. Me posiciono atrás dela e Ivan chega perto pra ver bem de pertinho, começo a penetrar ela e ela geme alto, gritando pro Ivan "cê gosta de ver como ele tá arrombando minha bunda?" Ivan respondia "sim, Vane, como ele tá entrando em você". Ivan bate uma punheta na bunda da Vane, eu meto com força. Vane começa a falar que vai gozar, eu acelero as metidas e Ivan enche a bunda dela de porra, as costas, tudo. Vane goza e eu dentro dela. Ela grita "sim, buceta, sinto seu gozo na camisinha", ficamos assim uns segundos, Vane pega a camisinha fazendo eu sair dela. Ela deixa a camisinha apoiada na bunda e Ivan tira uma foto bem safada pra coleção dele. A gente ficou sentado. Tomando umas bebidas, rindo pra caralho, a Vane não parava de me tocar e me beijar. Resolvi me mandar e elas reclamaram, expliquei que tenho um LAR pra ir, e elas responderam "vamos todo mundo e seguimos você até lá". Eu JÁ tinha isso em mente, me despedi delas que me acompanharam até o carro, me deram tchau e a Vane disse que nunca tinha se divertido tanto (além do sexual inclusive), que a gente tinha muita coisa pra compartilhar ainda. Minha cabeça era um míssil pilotado por ratos com destino a Júpiter. Mandei mensagem pra Sabry dizendo que tô indo, ela respondeu "vem rápido, love, pra gente contar tudo. Te amo"... se quiserem, conto a segunda parte do relato. Muito obrigada pela atenção. Beijos meus e da Sabry.
13 comentários - Como minha vida mudou...