son las peores, dicen

A gente se conhecia da faculdade, tinhamos feito algumas matérias juntos e éramos colegas comuns, conversávamos de vez em quando e nada além disso. Dois anos depois nos reencontramos em outro curso e aí nossa relação começou a crescer.

Um dia vi ela meio triste e perguntei se tinha acontecido alguma coisa, se ela quisesse podia me contar, eu disse, mas ela não deu muita bola. Quando estávamos saindo, ela me perguntou se eu tinha uns exercícios que não tinham saído pra ela, emprestei e a partir daí começamos a trocar mensagens e nos encontrar pra estudar. Como toda cutie, assim que te conhecem perguntam tudo que vem na cabeça, umas verdadeiras fofoqueiras: namorado, cachorro, com quem mora, quantos anos tem, irmãos... etc.

Eu sempre tive bom senso de humor e ela ria o tempo todo. Por minha parte, sabia que ela tinha namorado então nunca insinuei nada, ela era uma cutie muito gata, meio conservadora, mas eu imaginava que quem soubesse fazê-la explodir conseguiria tirar a putinha que ela realmente era, como toda conservadora.

Um sábado, depois da aula, eram quase três da tarde e ficamos conversando, já não tinha tanto recato nos diálogos e ela sempre estava insinuando coisas, então surgiu na conversa convidá-la pra minha casa porque com outros colegas a gente se juntava pra comer, eles a conheciam mas ela não fazia parte do grupo como eles que costumavam estar mais presentes pra gente se reunir pra comer de vez em quando ou pra aniversários ou shows.

Ela perguntou quando era e que horas e aceitou, mesmo com o namorado controlando bastante, era óbvio que ela não ia perder e já estava procurando um jeito de arranjar uma desculpa pra estar presente.

Antes de nos despedirmos, ela estava no hall de saída e eu dois degraus abaixo, uma mancha na camisinha dela me chamou a atenção e eu falei, ela perguntou onde e eu, como se nada, apoiei um dedo uns centímetros abaixo do peito direito dela, ela se segurou sorrindo e me disse:

- Acho que você queria me tocar.
- Não, mas se quiser eu tento de novo - eu disse.
- Ela sorriu, ficou me olhando e não... não disse nada. -a gente se vê no sábado, lembrei a ela. -mas como chego na sua casa? -vamos fazer o seguinte, me espera no Jumbo e eu passo pra te buscar às 11h. Naquele meio-dia ela estava lá, passei pra buscá-la e fomos até em casa, os outros ainda não tinham chegado e começou o novo bombardeio de perguntas, eu respondia metendo piadas e causos, ela ria sempre e dava pra notar um certo nervosismo nela, piorou quando os outros colegas chegaram, viram ela e surpresos ela emudeceu, quase não falou com ninguém por uma hora. Estávamos no quincho e me pediram pra trazer música, fui até a casa e ela estava saindo do banheiro, então ela me diz: -queria te perguntar, você não contou pros caras que eu vinha? -respondi, você não contou pros caras que vinha? você vê eles mais do que eu durante a semana... -ai, não. tô morrendo de vergonha. -por quê? -e porque sim, o que eu tô fazendo aqui. -você veio comer um churrasco, o que tem de estranho. quer que eu explique alguma coisa? -não não, ai tô toda corada né? -não. não acontece nada, vamos. dei um beijo na bochecha dela e disse: vamos. -ai você me espetou - tenho barba, sempre de dois ou três dias. -sempre reclama tanto? - perguntei. -não sempre não, depende - disse. como isso me esquentou, olhei pra ela e sorri e disse: -não fala assim se depois não aguenta. Voltamos pro quincho, comemos, bebemos, mate, café, tinha sorvete, cervejas... linda zoeira, mas já estavam todos pra ir embora. Nos despedimos na porta, então perguntei se ela ficava mais um pouco, ela disse que sim, se depois eu podia levar ela sim. -pra onde você quer que eu te leve, perguntei. -pro Jumbo - disse e olhou rindo. A essa altura já tinha clima em cada comentário, nos motivos que aceitou ficar pra tomar, a conversa continuava sendo de respostas pras intermináveis perguntas dela e num comentário mencionei que gostava de conhecer lugares perto pra passar o dia. -ai sim, adoraria fazer essas escapadas, seria bem legal né? perguntou. -quando você quiser ou puder a gente vai, disse. -mas um dia Tem que ser de semana, senão não dá.
- Beleza, terça dá?
- Sim, essa terça dá.

O domingo e a segunda passaram entre mensagens de texto, chegou a terça. Nos encontramos de novo no Jumbo, ela subiu no meu carro e partimos. Uma hora e meia depois chegamos ao nosso destino, como amigos que passeiam e trocam ideia. Quatro horas depois estávamos indo embora com uma vontade de foder incrível, porque, como eu disse, não tinha trazido camisinha. Ela respondeu: "Não importa, porque isso não termina aqui..."

O que vou contar agora é o que rolou nessas seis horas em que tudo mudou.

Como bons amigos, havíamos levado termo de mate, câmera fotográfica, etc. E depois das primeiras duas ou três horas, com os pés na famosa lagoa, começou a zoeira de se molhar e fingir que ia jogar o outro na água, até que nos abraçamos com a água pelos tornozelos. Ela apoiou a cabeça no meu ombro e, de olhos fechados, disse:
- Eu adoro estar aqui com você.

De ladinho, comecei a dar beijos na bochecha dela, e ela aproximou a boca para começarmos a nos beijar. Super fofos os dois, durou bastante, mas nos "aproximamos" demais para continuar assim.

Então eu disse: "Vamos dar uma volta?"
- Vamos sim!!!! - ela respondeu.

Já no carro, a volta não durou nem cinco minutos. Parei numa espécie de parque com vista para a lagoa que estava perto, e nos beijamos de um jeito que minha barba já estava deixando a boca e arredores dela vermelhos.

Numa pausa, olhamos os dois para o banco de trás e, sem dizer nada, abrimos as portas para correr os bancos da frente e passar para a parte de trás.

Aí o amasso e as mãozinhas dos dois estavam mais do que saindo do controle. Eu estava com um tesão da porra, meti a mão dela por baixo do shorts dela e percebi por que ela ficou tão animada quando eu sugeri dar uma volta: ela estava toda molhada, e mal toquei e ela suspirou de um jeito que me fez soltar: "Nossa, como você gozou, gata!!!!!"

- Umas três vezes já, lindo - ela disse, e por cima da minha bermuda, sem tirar ainda, me... Agarro o pau com uma desesperação linda, me olhou e disse: não vou chupar ele!!!!!
- Sim, gata, você vai chupar ele todinho!!!!
- Como sabe?
- Essa buceta me contou agora!!!!, eu disse.

A rapidez e desespero com que ela tirou meu pau foi impressionante. Que chupada, meu Deus, ela engolia quase tudo, cuspia e voltava a comer. Então ela me diz: você não vai gozar na minha boca, hein!!!
- Não vou gozar na sua barriguinha, gata!!
- Que malvado você é,
- Malvado por quê? Onde você quer?
- Não seja safado.
- Que delícia como você chupa, gata!!!
- Você gosta?
- Sim
- Quanto?
- Muito, gata, mas eu gostaria mais que você comesse ele inteiro, consegue? Eu desafiei.
- Não sei. Vamos ver?

E então foi que ela começou a tentar engolir ele todo, não sei como não enchi a boca dela toda. Ela chupava como o que tinha se revelado ser: uma gostosa linda.
- Assim, você pediu ele todo, não foi?
- Sim, gata, mas se vai fazer tudo que eu pedir, tira tudo porque estou morrendo de vontade de chupar sua buceta todinha, eu disse.
- Ah, é? Então vamos fazer isso, porque esse pau está uma delícia!!

Então ela começou a tirar a roupa, eu fiz tudo em 2 segundos e sozinha ela se posicionou em cima de mim para fazer um 69 animal, eu comia a buceta toda melada, ela estava feita um demônio, comia o pau inteiro e quando comecei a enfiar dois dedos ela gemeu e disse:
- Ai, gata, assim, mas não enfia muito, hein, porque o que eu quero que enfie é esse pau, já está do jeito que eu gosto, bem duro.
- Quer o pau, gata. Pede de novo.
- Me fode bem forte, você mereceu. Me fode toda, enfia ele bem fundo!!!!!

Para que!!!!!!!!!! Não sei como aguentei sem gozar, coloquei ela sobre o assento e de cima, com o pau na mão, eu disse: olha o pau que você vai comer, gata.
- Eu adoro!!!!!!, ela disse sorrindo.

A foda que começou foi animal, ela suspirava muito fundo como se estivesse se segurando, então perguntei: se quiser gritar pode, olha que aqui ninguém escuta, deve ter parecido uma ordem, porque começou com gritos tão gostosos quanto inspirador para mim, para continuar metendo cada vez mais forte, até que quando eu estava quase gozando ela me disse:
-vai, vai, mete, mete, mais forte, mais forte, quero seu leite vai vai, goza tudo em mim vai.
isso me matou, tirei o pau e na hora os jatos de porra chegaram até os peitos dela, ela continuava gemendo desesperada e o gozo se espalhava pela barriguinha e pelos peitos, e depois ela passou a língua na umidade da mão direita que tinha usado para fazer isso.
devem ter sido 10 minutos no máximo, mas foram especiais para nós dois. nos vestimos como deu e depois de uma troca de ideias boba partimos para ir embora e antes de sair ela me disse:
-como você me deixou!!!!
-como?
-ai, tão feliz!!!!! e soltou uma gargalhada da qual eu ecoei.
-dá pra ver no seu rosto- eu disse.
-sem falar mal e nem nada, que foda que você me deu, bebê!
-você vai me fazer gozar de novo, hein- falei.
-eu adoraria, outro dia eu faço você gozar- e apontou para a boca.
fomos embora e foi assim que começou essa historinha, que durou um tempo.
cada um sabe se é verdade ou não, mas são as piores, dizem.

1 comentários - son las peores, dicen