Uma história linda que encontrei por aí, mas quero compartilhar com vocês.

Tânia esperava ansiosa pelo dia do seu aniversário, porque significava pra ela a aventura de embarcar num navio cheio de adolescentes que iam passar uma semana de cruzeiro. Lá, ela planejava fazer amigos e conhecer muita gente, e foi exatamente o que aconteceu.
Chegou o tão esperado dia, e já no navio ela viu com muita alegria que começava a se afastar do porto, deixando pra trás não só o cais, mas também muitas amarras do pai e da mãe, que por uma semana não iam segurá-la.
Ela resolveu dar uma volta pra ver o que tinha por ali, e ao virar numa esquina, trombou com um garoto. Pela aparência, parecia ter a mesma idade que ela, era muito bonito e tinha um corpo bem gostoso; pra ela, ele parecia alguém incrível.
Os dois caíram na risada e, sem perceber, começaram a conversar e a conversar como se se conhecessem a vida inteira. Ela estava super feliz, porque sentia que estava vivendo um sonho, e todos os dias passavam juntos até que, finalmente, aconteceu o que ela mais queria: ele deu um beijo nela.
A partir daquele dia, toda manhã quando acordava, ela encontrava do lado da cama uma linda rosa azul, com um bilhete que dizia:
Pra mim, você é minha rosa azul. Te amo.
Durante o dia inteiro, não havia nada que ela mais desejasse do que reencontrar quem ela considerava seu anjo. Mas tudo que é bom acaba. Na última noite, o garoto disse que estava feliz por tê-la conhecido, que nunca ia conseguir esquecê-la, e que ela era muito importante pra ele. E, sem perceber, naquela última noite, Tânia acabou dando a ele o que tinha de mais valioso: a virgindade dela.
Na manhã seguinte, ao acordar, ela viu que estava sozinha e, diferente dos outros dias, não tinha uma rosa azul, mas sim um baú que dizia:
Sei que você nunca vai se esquecer de mim, mas não abra este baú até chegar em casa. Também não me procure, porque já me despedi de você.
Ela o procurou, mesmo assim, e não encontrou. Assim que entrou em casa de novo, subiu correndo pro quarto e lá abriu o baú que não tinha soltado em nenhum momento.
Nele encontrou uma rosa, mas desta vez era uma rosa preta e murcha, e presa aos seus espinhos havia um bilhete que dizia:
Você não será mais uma rosa azul, bem-vinda ao mundo da AIDS.
[/img]Chegou o tão esperado dia, e já no navio ela viu com muita alegria que começava a se afastar do porto, deixando pra trás não só o cais, mas também muitas amarras do pai e da mãe, que por uma semana não iam segurá-la.
Ela resolveu dar uma volta pra ver o que tinha por ali, e ao virar numa esquina, trombou com um garoto. Pela aparência, parecia ter a mesma idade que ela, era muito bonito e tinha um corpo bem gostoso; pra ela, ele parecia alguém incrível.
Os dois caíram na risada e, sem perceber, começaram a conversar e a conversar como se se conhecessem a vida inteira. Ela estava super feliz, porque sentia que estava vivendo um sonho, e todos os dias passavam juntos até que, finalmente, aconteceu o que ela mais queria: ele deu um beijo nela.
A partir daquele dia, toda manhã quando acordava, ela encontrava do lado da cama uma linda rosa azul, com um bilhete que dizia:
Pra mim, você é minha rosa azul. Te amo.
Durante o dia inteiro, não havia nada que ela mais desejasse do que reencontrar quem ela considerava seu anjo. Mas tudo que é bom acaba. Na última noite, o garoto disse que estava feliz por tê-la conhecido, que nunca ia conseguir esquecê-la, e que ela era muito importante pra ele. E, sem perceber, naquela última noite, Tânia acabou dando a ele o que tinha de mais valioso: a virgindade dela.
Na manhã seguinte, ao acordar, ela viu que estava sozinha e, diferente dos outros dias, não tinha uma rosa azul, mas sim um baú que dizia:
Sei que você nunca vai se esquecer de mim, mas não abra este baú até chegar em casa. Também não me procure, porque já me despedi de você.
Ela o procurou, mesmo assim, e não encontrou. Assim que entrou em casa de novo, subiu correndo pro quarto e lá abriu o baú que não tinha soltado em nenhum momento.
Nele encontrou uma rosa, mas desta vez era uma rosa preta e murcha, e presa aos seus espinhos havia um bilhete que dizia:
Você não será mais uma rosa azul, bem-vinda ao mundo da AIDS.
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