Trio com minha amante gostosa

Sofi nunca tinha tido a experiência de um trio HMH. Somos amantes há alguns meses, e ela me pediu para iniciá-la nisso, mas com um amigo. Ela recusava a ideia de se entregar, pela primeira vez, a um homem que não conhecêssemos mais profundamente.

Depois de conversar com Raul, um amigo solteiro, decidimos marcar um encontro, num sábado à noite, para que se conhecessem e pudessem bater um papo. Raul tem 50 anos, como eu, é solteiro, conhece bem a noite, é simpático, chegado, discreto e tem um feeling incrível com as mulheres. Eu diria que é um cara que acolhe...

Sugeri que a Sofi trouxesse para o encontro uma roupinha sexy, pra deixar tudo ainda mais estimulante pra todo mundo, sabendo que isso daria mais confiança nela mesma e permitiria que ela entrasse no personagem de um jeito mais natural. Afinal, não acho que seja fácil pra nenhuma mulher passar por essa situação na primeira vez...

Quando chegamos no apê do Raul, ele se derreteu em elogios pra Sofi, falando da beleza dela, do perfume, do jeito gracioso. A Sofi é uma mulher linda por todos os ângulos, magra, 1,70m, cabelo castanho comprido e super bem cuidado, pele branca, uma bunda redonda e perfeita, e uns peitos perfeitos, firmes, pequenos e sensuais.

Tomamos umas taças de champanhe, brindando ao encontro, e ficamos batendo papo sobre coisas do dia a dia, bem relaxados e quase sem tocar no assunto sexual.

Depois de alguns minutos, sugeri que a Sofi nos mostrasse a surpresa que ela tinha me prometido. Ela se levantou e, nos beijando na boca como uma despedida, foi pro banheiro.

Quando voltou... já não era a mesma.

Estava montada num par de saltos agulha, as pernas finas e bonitas cobertas por uma meia-calça de renda, um sutiã preto com tiras longas que terminavam amarradas na cintura num laço, uma máscara escura que destacava perfeitamente seus olhos de gata e a boca ansiosa. Nós dois ficamos impressionados com aquela figura feminina. deliciosa que avançava decidida ao encontro dos seus dois males.

Tudo começou na hora, tocando e beijando muito ela, mostrando nosso desejo, com os paus duros desde o primeiro momento. A gente se pelou, e ela resolveu começar a beijar e lamber nossos paus... primeiro os dois, até que eu me afastei pra observar a sensualidade daquela mulher, enfiando o pau do Raul na boca e dando um show de paixão e delírio, do qual eu era quase o único espectador.

Depois fomos pra cama, e enquanto ela recebia sexo oral do Raul, eu recebia boquete de mil maneiras diferentes. Era o paraíso!

Daí a pouco, ela sentou em cima de mim, e o Raul ficou de pé na cama, bem com o pau grosso na altura da cara da Sofi... Ela abriu a boca molhada e engoliu aquele pau com muita vontade. Ficamos assim uns minutos, até que ela me olhou e falou: — Agora, o que você me pediu.

Ela começou a masturbar e beijar o pau do Raul, e num minuto eu ouvi os gemidos dele, gozando dentro da boca da Sofi, uma quantidade de porra enorme, pelo jeito que a Sofi reagiu, se apressando pra engolir e saborear os sucos do macho que ela tinha provocado tanto! A verdade é que ela beijou e limpou aquele pau, pra até a última gota sair e ela poder beber com gosto e delírio. Aquela língua não parava de roçar a ponta do pau em busca de mais... e conseguiu o prêmio, porque o Raul é bem dotado, de bolas grandes. A mão da Sofi acompanhava as gozadas com massagens nos testículos pra estimular a saída da porra. Ela me contou depois que a gozada era abundante, morna, grossa e deliciosa... e que foi um prazer imenso beber e ter na boquinha dela.

A noite seguiu, mas prefiro contar mais sobre essa experiência outra hora... Por agora, levanto meu copo de novo, saudando a Sofi, mulher e fêmea total!

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