Olá, beleza? Continuo com meus relatos. Alguém me perguntou se são reais, e eu já deixei claro desde o início que sim, são 100% reais, embora óbvio que fica a critério de vocês acreditarem ou não. Dessa vez, trago uma parte da minha vida em que me soltei um pouco, hahahaha, e de quebra uma pergunta pra vocês: além das minhas experiências homossexuais, vocês também querem as heterossexuais, ou seja, com minas? Não sei, pergunto porque talvez só queiram saber das que tive com caras ou homens. Pergunto e espero respostas. O que pedirem, terão; senão, sigo pelo caminho que peguei desde o início.
Bom, retomando um pouco o fio anterior: depois das fodas gostosas que eu ganhava da minha tia, e da última que meu tio me deu, conheci uma mina. Era uma das minhas primeiras experiências, mas como disse antes, deixo a dúvida se mais pra frente vocês querem que eu conte. Passou uma época em que, por ter conhecido mulheres, fiquei tranquilo, muito tranquilo em relação à minha parte feminina. Arquivei as tangas e as coisinhas de menina que eu tinha e me dediquei a fazer o que se diria uma vida normal. Mas, como sempre acontece, isso volta e quase sempre volta com mais intensidade. Se lembram, eu trabalhava com minha tia. Tinha juntado uma grana e decidi mudar de emprego, e é por algo especial que vou contar mais pra frente. Minha tia tinha um irmão que era adotado, e tenho outra história especial com ele. Mas vamos aos fatos, seguindo a cronologia. Eu já tava cansado de trampar pra eles e fui trabalhar com um amigo chileno que tava na construção civil. Era um trampo de merda, mas ganhava mais, então não pensei duas vezes e fui. Esse amigo trabalhava com o pai, que era gesseiro. O nome dele era Horácio, e a gente fazia vários serviços e ganhava uma boa grana. Eu ajudava como peão, e muitas vezes, pra não viajar, a gente ficava na obra pra dormir. O pai dele quase sempre fazia isso, e várias noites em que eu tava cansado também fiquei. O cara beirava os 40 e eu era um guri que não tinha atingido a maioridade. Naquela época, eu tava com a cabeça em outra coisa e não dava bola pra ele. O filho dele era meu amigo, se chamava Jaime, e tinha vários outros que ficavam dormindo em vários lugares da obra. Além disso, eu terminava todo moído e a única coisa que queria era tomar banho e deitar pra dormir. Uma das tantas noites que fiquei, acordei de madrugada e fui ao banheiro. Notei que ele estava se masturbando, me ouviu e parou na hora, mas percebeu que eu vi e que a primeira coisa que olhei foi a pica dele. Era grande, igual às que eu já tinha comido, e aí bateu a vontade. Foi foda, quase nem consegui mijar porque subiu pra mim. Quando fui dormir, ele se fez de desentendido. Não nos falamos nada por umas duas semanas, até que numa nova noite ele confessou que ainda se punhetava porque ficava muito tesudo por não poder foder com a mulher dele direto. Uma noite ele trouxe revistas pornográficas que tinha na caminhonete e me mostrou. Não era o único que tava dormindo ali, então a gente viu todo mundo e fomos dormir. Ele era mais chegado comigo do que com os outros caras. E como o filho dele também ficava, a gente dormia os três juntos no mesmo quarto, com camas separadas. Eu tinha ficado com tesão na pica dele, mas o cara não me atraía. Era cheio de pelo e não curtia o jeito dele ser e se vestir. Nem preciso dizer que também curto caras, mas não todos, só as picas mesmo kkkkkkk. E foram passando as noites até que teve uma em que o filho dele não ficou. A gente tava sozinho, digamos, no quarto, mas não no lugar. Minha cabeça tava a mil e eu fantasiava em comer uma pica. Tava com tesão e decidi começar a me masturbar na cama. Como já contei, sempre faço isso de bruços, me esfregando. Ele parece que ouviu e perguntou o que eu tava fazendo, aí me fiz de dormindo e ele não encheu o saco, mas eu não consegui continuar. Fiquei com muito tesão por não ter conseguido aliviar naquela noite. No dia seguinte, a gente terminou o trabalho como sempre e todos os caras foram andar pelo centro. A gente tava reformando um lugar em Capital e eles quiseram dar um passeio. Eu tomei banho e, como tava Era só minha chance de bater uma em paz, aí ele entra e me vê olhando as revistas que ele tinha deixado. Me pergunta se eu tinha namorada e essas coisas, se já tinha comido ela, e começa a me contar umas histórias. Depois de uma conversa rápida, ele começa a me provocar com as mãos, tipo brincando de luta, e eu respondo. Aí ele fala que eu "tava forte, que tinha ganhado força por causa do trampo" e, quando eu me descuido, ele me agarra por trás e diz: "vamos ver se você tem força na bunda pra apertar minha pica". Eu fingi que não tinha tanta força pra me soltar, levei na brincadeira e me deixei levar. Ele logo puxou minha pica pra fora e começou a me forçar a chupar ele. Eu fingia que não queria, o que só deixava ele mais excitado, até que eu abri a boca e engoli aquele pedaço suculento. Fiz que não tava afim, mas comecei a chupar com força. Ele só dizia: "siimm, assim mesmo, gostosa, você come tudo, como chupa bem essa pica". E eu respondi: "com essas revistas e a putaria desses dias aqui, agora você vai ver o que conseguiu". Surpreso, ele só conseguiu soltar um "ah, boooom" e eu comecei a chupar com muita força até que, num momento, ele me parou e falou: "para... para, você vai me fazer gozar". Eu já tava no fogo e não aguentei mais, então falei: "não, agora você me come e bem comida". Molhei meu cu com um pouco de saliva e montei em cima dele feito uma puta sem vergonha. Eu mesma não me reconhecia de tão tarada que tava. Comecei a enfiar aquela pica e ele ficou parado, devorando meu cu com os olhos. Ele perguntou: "tá doendo?" Eu cavalgava aquela pica linda e comecei a me tocar enquanto dizia: "não, vai, me come feito uma puta". Ele me olhava como se não entendesse nada, eu tinha soltado a puta que mora dentro de mim e, em pouquíssimo tempo, gozei. Ele gozou dentro do meu cu também, e ficamos os dois destruídos depois daquela trepada. Foi foda. Eu me senti muito envergonhada quando fui no banheiro me lavar. Tava indo e pensando no que ia falar pra ele. Enquanto me lavava, ele entrou e disse: "você foi espetacular, melhor que minha mulher". Acho que vamos ser muito bons amigos, hahaha. Eu não sabia onde enfiar a cara. Entrei e sem ter o que dizer, só fiquei calado, sorri e fui pro quarto. Depois ele veio e falou: "Isso, se quiser morre aqui, senão escapa. Nada com minha mulher, eu não conto pra ninguém." Fiquei pensando, me perguntando o que eu fiz. Meti um hotte de merda na minha cabeça. Achava que o cara ia me deixar como um viadinho no bairro. Tava tão nervoso que quase chorei de raiva. Ele percebeu e tentou me acalmar, mas eu ainda tava pelado e, quando tentei me afastar dele, ele veio por trás de novo e começou a me apoiar. Eu falei: "Já foi, já era, deixa assim. Mesmo assim, a partir de amanhã não venho mais." Ele disse: "Não, não seja burro, tá tudo bem. Se quiser, te pago mais. Não fica sério assim, não vou te entregar, se é isso que cê tá pensando." Hahaha, pensei comigo: "Pagar mais?" Hahaha, me tratou como puta. Hahaha, isso me excitou. E ele viu que começou a subir pra mim e falou: "Fica tranquilo que eu adorei você, você me chupou muito bem. Vai, chupa de novo antes dos outros voltarem." Eu, que já tava esquentando de novo, não sabia o que fazer, mas continuava toda molhadinha. Então falei: "Então vai me pagar mais como se eu fosse sua puta?" Me abaixei feito uma boa puta e comecei a lamber os ovos dele, a rola e tudo. Chupei ele de novo, mas com mais suavidade. Enquanto eu chupava, ele dizia: "Você chupa melhor que minha mulher, que gostoso que você é, como você come toda a rola pelo cu. Sim, vou te pagar, me pede o que quiser, mas me chupa." Hahaha, eu ria como uma puta e continuava chupando. Ficamos um tempão, e eu sentia o suquinho da rola dele saindo, e isso me deixava mais excitada. Me deitei de bruços e falei: "Mete em mim." Ofereci o cu, e ele passou a língua. Disse: "Que puta que você é, como você gosta de rola." Eu falei: "Vai, mete logo que já tô quase gozando." Ele meteu e, em poucas bombadas, eu gozei. Deixei a rola dele bem dura. Ele continuou e gozou também. Quando terminamos, falei: "E aí, deixei ela bem dura, tenho força na bunda no final, né?" Hahaha, rimos e ele terminou dizendo: "Sim, você me enlouqueceu do jeito que apertou minha rola com o cu. cu". Os dias passaram e eu era a neném dele, ele tinha me dado uma tanguinha e eu colocava quando a gente tava sozinho, antes de foder ou chupar ele, ele adorava quando eu chupava ele, mais de uma vez quase nos pegaram no flagra, e ele também me deu roupa da mulher dele pra eu vestir na casa dele, me ligava na minha casa com alguma desculpa quando a gente não tava trabalhando pra foder, eu ia, vestia alguma coisa da mulher e a gente trepava, foram poucas vezes, a gente era mais amigo do que amante, mas tudo acabou quando ele se separou da mulher e foi embora, ele confessou que as coisas com a mulher dele estavam muito ruins e que era muito difícil porque ele ia morar no Chile, então foi assim que as coisas terminaram, Horácio foi um bom amigo que sempre guardou o segredo, pelo menos nunca ouvi falarem nada de mim, e eu sempre parece que correspondi às expectativas dele como a putinha dele na cama.
Bom, retomando um pouco o fio anterior: depois das fodas gostosas que eu ganhava da minha tia, e da última que meu tio me deu, conheci uma mina. Era uma das minhas primeiras experiências, mas como disse antes, deixo a dúvida se mais pra frente vocês querem que eu conte. Passou uma época em que, por ter conhecido mulheres, fiquei tranquilo, muito tranquilo em relação à minha parte feminina. Arquivei as tangas e as coisinhas de menina que eu tinha e me dediquei a fazer o que se diria uma vida normal. Mas, como sempre acontece, isso volta e quase sempre volta com mais intensidade. Se lembram, eu trabalhava com minha tia. Tinha juntado uma grana e decidi mudar de emprego, e é por algo especial que vou contar mais pra frente. Minha tia tinha um irmão que era adotado, e tenho outra história especial com ele. Mas vamos aos fatos, seguindo a cronologia. Eu já tava cansado de trampar pra eles e fui trabalhar com um amigo chileno que tava na construção civil. Era um trampo de merda, mas ganhava mais, então não pensei duas vezes e fui. Esse amigo trabalhava com o pai, que era gesseiro. O nome dele era Horácio, e a gente fazia vários serviços e ganhava uma boa grana. Eu ajudava como peão, e muitas vezes, pra não viajar, a gente ficava na obra pra dormir. O pai dele quase sempre fazia isso, e várias noites em que eu tava cansado também fiquei. O cara beirava os 40 e eu era um guri que não tinha atingido a maioridade. Naquela época, eu tava com a cabeça em outra coisa e não dava bola pra ele. O filho dele era meu amigo, se chamava Jaime, e tinha vários outros que ficavam dormindo em vários lugares da obra. Além disso, eu terminava todo moído e a única coisa que queria era tomar banho e deitar pra dormir. Uma das tantas noites que fiquei, acordei de madrugada e fui ao banheiro. Notei que ele estava se masturbando, me ouviu e parou na hora, mas percebeu que eu vi e que a primeira coisa que olhei foi a pica dele. Era grande, igual às que eu já tinha comido, e aí bateu a vontade. Foi foda, quase nem consegui mijar porque subiu pra mim. Quando fui dormir, ele se fez de desentendido. Não nos falamos nada por umas duas semanas, até que numa nova noite ele confessou que ainda se punhetava porque ficava muito tesudo por não poder foder com a mulher dele direto. Uma noite ele trouxe revistas pornográficas que tinha na caminhonete e me mostrou. Não era o único que tava dormindo ali, então a gente viu todo mundo e fomos dormir. Ele era mais chegado comigo do que com os outros caras. E como o filho dele também ficava, a gente dormia os três juntos no mesmo quarto, com camas separadas. Eu tinha ficado com tesão na pica dele, mas o cara não me atraía. Era cheio de pelo e não curtia o jeito dele ser e se vestir. Nem preciso dizer que também curto caras, mas não todos, só as picas mesmo kkkkkkk. E foram passando as noites até que teve uma em que o filho dele não ficou. A gente tava sozinho, digamos, no quarto, mas não no lugar. Minha cabeça tava a mil e eu fantasiava em comer uma pica. Tava com tesão e decidi começar a me masturbar na cama. Como já contei, sempre faço isso de bruços, me esfregando. Ele parece que ouviu e perguntou o que eu tava fazendo, aí me fiz de dormindo e ele não encheu o saco, mas eu não consegui continuar. Fiquei com muito tesão por não ter conseguido aliviar naquela noite. No dia seguinte, a gente terminou o trabalho como sempre e todos os caras foram andar pelo centro. A gente tava reformando um lugar em Capital e eles quiseram dar um passeio. Eu tomei banho e, como tava Era só minha chance de bater uma em paz, aí ele entra e me vê olhando as revistas que ele tinha deixado. Me pergunta se eu tinha namorada e essas coisas, se já tinha comido ela, e começa a me contar umas histórias. Depois de uma conversa rápida, ele começa a me provocar com as mãos, tipo brincando de luta, e eu respondo. Aí ele fala que eu "tava forte, que tinha ganhado força por causa do trampo" e, quando eu me descuido, ele me agarra por trás e diz: "vamos ver se você tem força na bunda pra apertar minha pica". Eu fingi que não tinha tanta força pra me soltar, levei na brincadeira e me deixei levar. Ele logo puxou minha pica pra fora e começou a me forçar a chupar ele. Eu fingia que não queria, o que só deixava ele mais excitado, até que eu abri a boca e engoli aquele pedaço suculento. Fiz que não tava afim, mas comecei a chupar com força. Ele só dizia: "siimm, assim mesmo, gostosa, você come tudo, como chupa bem essa pica". E eu respondi: "com essas revistas e a putaria desses dias aqui, agora você vai ver o que conseguiu". Surpreso, ele só conseguiu soltar um "ah, boooom" e eu comecei a chupar com muita força até que, num momento, ele me parou e falou: "para... para, você vai me fazer gozar". Eu já tava no fogo e não aguentei mais, então falei: "não, agora você me come e bem comida". Molhei meu cu com um pouco de saliva e montei em cima dele feito uma puta sem vergonha. Eu mesma não me reconhecia de tão tarada que tava. Comecei a enfiar aquela pica e ele ficou parado, devorando meu cu com os olhos. Ele perguntou: "tá doendo?" Eu cavalgava aquela pica linda e comecei a me tocar enquanto dizia: "não, vai, me come feito uma puta". Ele me olhava como se não entendesse nada, eu tinha soltado a puta que mora dentro de mim e, em pouquíssimo tempo, gozei. Ele gozou dentro do meu cu também, e ficamos os dois destruídos depois daquela trepada. Foi foda. Eu me senti muito envergonhada quando fui no banheiro me lavar. Tava indo e pensando no que ia falar pra ele. Enquanto me lavava, ele entrou e disse: "você foi espetacular, melhor que minha mulher". Acho que vamos ser muito bons amigos, hahaha. Eu não sabia onde enfiar a cara. Entrei e sem ter o que dizer, só fiquei calado, sorri e fui pro quarto. Depois ele veio e falou: "Isso, se quiser morre aqui, senão escapa. Nada com minha mulher, eu não conto pra ninguém." Fiquei pensando, me perguntando o que eu fiz. Meti um hotte de merda na minha cabeça. Achava que o cara ia me deixar como um viadinho no bairro. Tava tão nervoso que quase chorei de raiva. Ele percebeu e tentou me acalmar, mas eu ainda tava pelado e, quando tentei me afastar dele, ele veio por trás de novo e começou a me apoiar. Eu falei: "Já foi, já era, deixa assim. Mesmo assim, a partir de amanhã não venho mais." Ele disse: "Não, não seja burro, tá tudo bem. Se quiser, te pago mais. Não fica sério assim, não vou te entregar, se é isso que cê tá pensando." Hahaha, pensei comigo: "Pagar mais?" Hahaha, me tratou como puta. Hahaha, isso me excitou. E ele viu que começou a subir pra mim e falou: "Fica tranquilo que eu adorei você, você me chupou muito bem. Vai, chupa de novo antes dos outros voltarem." Eu, que já tava esquentando de novo, não sabia o que fazer, mas continuava toda molhadinha. Então falei: "Então vai me pagar mais como se eu fosse sua puta?" Me abaixei feito uma boa puta e comecei a lamber os ovos dele, a rola e tudo. Chupei ele de novo, mas com mais suavidade. Enquanto eu chupava, ele dizia: "Você chupa melhor que minha mulher, que gostoso que você é, como você come toda a rola pelo cu. Sim, vou te pagar, me pede o que quiser, mas me chupa." Hahaha, eu ria como uma puta e continuava chupando. Ficamos um tempão, e eu sentia o suquinho da rola dele saindo, e isso me deixava mais excitada. Me deitei de bruços e falei: "Mete em mim." Ofereci o cu, e ele passou a língua. Disse: "Que puta que você é, como você gosta de rola." Eu falei: "Vai, mete logo que já tô quase gozando." Ele meteu e, em poucas bombadas, eu gozei. Deixei a rola dele bem dura. Ele continuou e gozou também. Quando terminamos, falei: "E aí, deixei ela bem dura, tenho força na bunda no final, né?" Hahaha, rimos e ele terminou dizendo: "Sim, você me enlouqueceu do jeito que apertou minha rola com o cu. cu". Os dias passaram e eu era a neném dele, ele tinha me dado uma tanguinha e eu colocava quando a gente tava sozinho, antes de foder ou chupar ele, ele adorava quando eu chupava ele, mais de uma vez quase nos pegaram no flagra, e ele também me deu roupa da mulher dele pra eu vestir na casa dele, me ligava na minha casa com alguma desculpa quando a gente não tava trabalhando pra foder, eu ia, vestia alguma coisa da mulher e a gente trepava, foram poucas vezes, a gente era mais amigo do que amante, mas tudo acabou quando ele se separou da mulher e foi embora, ele confessou que as coisas com a mulher dele estavam muito ruins e que era muito difícil porque ele ia morar no Chile, então foi assim que as coisas terminaram, Horácio foi um bom amigo que sempre guardou o segredo, pelo menos nunca ouvi falarem nada de mim, e eu sempre parece que correspondi às expectativas dele como a putinha dele na cama.
1 comentários - Bocetinha Safada