Por conta das próximas festas do Dia dos Mortos e Halloween, que sempre têm uma atmosfera mística e macabra, resolvi escrever a seguinte história — talvez tenha sido real, talvez não… Espero que curtam!
Primavera de 2008; o lugar, Cidade de Santiago de Querétaro, a cidade onde nunca acontece nada de ruim, ou pelo menos é o que se pensa. A banca de revistas do Jardim Guerrero fornece os quadrinhos favoritos do René desde que ele tinha 12 anos, mas há 3 meses, além dos gibis, René compra uma revista de classificados de swing que o deixa louco. Durante anos ele viu esse tipo de publicação nas bancas, mas nunca chamaram tanto a atenção a ponto de comprar. Agora, com 24 anos, não perde um exemplar, porque sabe que à tarde, quando for encontrar a Adriana, a namorada dele, vão se divertir pra caralho imaginando e projetando a fantasia sexual mais recente deles… uma troca de casais.
Passam boa parte da tarde fuçando os anúncios, na esperança de que dessa vez encontrem um casal que agrade os dois e que esteja perto de Querétaro. Entre os anúncios, um chama a atenção: “Casal queretano na faixa dos 40, com experiência, procura similares para troca. Discrição e higiene, sem problemas nem muita enrolação. Contato: 9orqajerap99@hookmail.com”. Além disso, o anúncio vem com uma foto bem chamativa do casal em questão, parados ao lado da mesa da cozinha, completamente pelados, o homem segurando a mulher pela cintura. É exatamente o que estavam esperando. René anota o e-mail num papel e joga a revista no lixo. Depois, já no quarto de estudante que a Adriana ocupa, com a música Black Hole Sun tocando de fundo, eles se beijam igual loucos, se acariciam freneticamente e transam enquanto sussurram um pro outro o que fariam durante a troca que tanto desejam, o que faz os dois explodirem num orgasmo profundo e completo, daqueles bem intensos. que te deixam vendo luzes multicoloridas e fazem a vida valer a pena por mais um momento.
Adriana e René conectaram com o casal, que se intitula Lilith e Adão. Durante uma semana, trocaram mensagens e tiveram sessões de sexo por webcam, e agora estão prontos para se conhecer pessoalmente. Marcaram encontro no café El Arcángel, numa mesinhas num pátio pequeno ao lado da entrada principal, que são mais discretas. Enquanto os casais conversam, seus olhares e sombras parecem cristalizar suas fantasias antes mesmo dos corpos… ali se respira um ar de luxúria e cumplicidade dignas de inveja. Depois de baterem um papo, combinam de fazer a troca num motel nos arredores da cidade. O que vem a seguir é o Pandemônio sexual: imaginem a maturidade de um casal consolidado nos 40 anos combinada com a energia e espontaneidade de um casal jovem e inexperiente: Adriana se deliciando ao ver René enquanto Lilith enfia o pau na boca dele, e ao mesmo tempo, Adão praticando sexo oral em Lilith enquanto Adriana monta em Adão com movimentos impulsivos e incessantes de quadril, se acariciando os peitos que parecem que vão explodir. Depois, a cena muda quando Lilith experimenta uma dupla penetração e mostra pra Adriana como se comporta uma verdadeira deusa do sexo. Adriana, por sua vez, demonstra que não só é capaz de satisfazer dois homens ao mesmo tempo, mas que ao chegar no clímax, pode oferecer algo mais: uma chuva fina dos seus sucos genitais é espalhada sobre eles, enquanto sua buceta pulsante se contrai freneticamente e ela grita, grita e treme enquanto batiza o pacto sexual que fica selado com seus fluidos.
Depois da tempestade, já de volta pra casa, os 4 planejam o próximo encontro e concordam que querem que seja num lugar mais extremo, onde além do desejo, a adrenalina de transar num local fora do comum alimente as chamas da fantasia. Adão sugere um lugar, um depósito. abandonada na Avenida Espora da Ferrovia, na Zona Industrial, um lugar por onde eu costumava passar a caminho do trabalho e que sempre me pareceu um bom cenário pra uma fantasia… Todo mundo pareceu gostar da ideia e combinamos pro fim de semana seguinte.
A madrugada de domingo é uma cúmplice sinistra que dá seu toque nessa fantasia lá pelas 2h30 da manhã, trazendo uma chuva constante que engole os barulhos feitos pelos 4 amantes que deslizam nas sombras e entram furtivamente na propriedade abandonada, equipados com cobertores, camisinhas e meio litro de Tequila pra esquentar os ânimos. A noite tá propícia pra paixão e pra putaria. Depois de dar uma geral no lugar e ver que tá seguro, eles procuram um canto seco pra se deitar e começar a fantasia. Uns goles de bebida e as roupas molhadas já começam a incomodar.
Uma mistura de psicotrópicos foi passada na parte de fora da camisinha que ia ser usada pra penetrar a Adriana, e outra parte do mesmo coquetel foi passada na parte de dentro da camisinha que o René usaria mais tarde pra meter na Lilith; a droga absorvida pela mucosa da buceta fez efeito tão rápido que o René e a Adriana se perderam por uns instantes. Quando voltaram a si, estavam amarrados um do lado do outro, completamente pelados e com uns símbolos estranhos pintados de vermelho sangue por todo o corpo. Perto dali, a Lilith e o Adão murmuravam alguma coisa com "os outros", os sujeitos de túnicas pretas que os cercavam. Continuavam no mesmo galpão e ainda não tinha amanhecido. Se olharam tristes e ambos fitaram o chão onde estavam deitados em cima de um pentagrama de 5 pontas rodeado por um círculo. A luz das velas ardia nos olhos deles, mas por algum motivo não conseguiam piscar quando se olhavam; notaram que as pálpebras tinham sido coladas na parte de cima dos olhos e agora estavam condenados a ver o que vinha a seguir. Ouviram barulhos estranhos, cantos, gritos e profanações, respiraram fundo, depois uma adaga e escuridão.
Epílogo: 6 dias depois, os pais da Adriana vieram de Tierra Blanca, Gto., a cidade natal dela, pra dar uma olhada no quarto que alugavam pra ela enquanto estudava. Acharam as gavetas vazias, uns cadernos largados e um bilhete que dizia: "Tô indo embora com o homem da minha vida pra realizar nossas fantasias e ser feliz, não me procurem, porque não vou voltar. Com carinho, Adriana".
Primavera de 2008; o lugar, Cidade de Santiago de Querétaro, a cidade onde nunca acontece nada de ruim, ou pelo menos é o que se pensa. A banca de revistas do Jardim Guerrero fornece os quadrinhos favoritos do René desde que ele tinha 12 anos, mas há 3 meses, além dos gibis, René compra uma revista de classificados de swing que o deixa louco. Durante anos ele viu esse tipo de publicação nas bancas, mas nunca chamaram tanto a atenção a ponto de comprar. Agora, com 24 anos, não perde um exemplar, porque sabe que à tarde, quando for encontrar a Adriana, a namorada dele, vão se divertir pra caralho imaginando e projetando a fantasia sexual mais recente deles… uma troca de casais.
Passam boa parte da tarde fuçando os anúncios, na esperança de que dessa vez encontrem um casal que agrade os dois e que esteja perto de Querétaro. Entre os anúncios, um chama a atenção: “Casal queretano na faixa dos 40, com experiência, procura similares para troca. Discrição e higiene, sem problemas nem muita enrolação. Contato: 9orqajerap99@hookmail.com”. Além disso, o anúncio vem com uma foto bem chamativa do casal em questão, parados ao lado da mesa da cozinha, completamente pelados, o homem segurando a mulher pela cintura. É exatamente o que estavam esperando. René anota o e-mail num papel e joga a revista no lixo. Depois, já no quarto de estudante que a Adriana ocupa, com a música Black Hole Sun tocando de fundo, eles se beijam igual loucos, se acariciam freneticamente e transam enquanto sussurram um pro outro o que fariam durante a troca que tanto desejam, o que faz os dois explodirem num orgasmo profundo e completo, daqueles bem intensos. que te deixam vendo luzes multicoloridas e fazem a vida valer a pena por mais um momento.
Adriana e René conectaram com o casal, que se intitula Lilith e Adão. Durante uma semana, trocaram mensagens e tiveram sessões de sexo por webcam, e agora estão prontos para se conhecer pessoalmente. Marcaram encontro no café El Arcángel, numa mesinhas num pátio pequeno ao lado da entrada principal, que são mais discretas. Enquanto os casais conversam, seus olhares e sombras parecem cristalizar suas fantasias antes mesmo dos corpos… ali se respira um ar de luxúria e cumplicidade dignas de inveja. Depois de baterem um papo, combinam de fazer a troca num motel nos arredores da cidade. O que vem a seguir é o Pandemônio sexual: imaginem a maturidade de um casal consolidado nos 40 anos combinada com a energia e espontaneidade de um casal jovem e inexperiente: Adriana se deliciando ao ver René enquanto Lilith enfia o pau na boca dele, e ao mesmo tempo, Adão praticando sexo oral em Lilith enquanto Adriana monta em Adão com movimentos impulsivos e incessantes de quadril, se acariciando os peitos que parecem que vão explodir. Depois, a cena muda quando Lilith experimenta uma dupla penetração e mostra pra Adriana como se comporta uma verdadeira deusa do sexo. Adriana, por sua vez, demonstra que não só é capaz de satisfazer dois homens ao mesmo tempo, mas que ao chegar no clímax, pode oferecer algo mais: uma chuva fina dos seus sucos genitais é espalhada sobre eles, enquanto sua buceta pulsante se contrai freneticamente e ela grita, grita e treme enquanto batiza o pacto sexual que fica selado com seus fluidos.
Depois da tempestade, já de volta pra casa, os 4 planejam o próximo encontro e concordam que querem que seja num lugar mais extremo, onde além do desejo, a adrenalina de transar num local fora do comum alimente as chamas da fantasia. Adão sugere um lugar, um depósito. abandonada na Avenida Espora da Ferrovia, na Zona Industrial, um lugar por onde eu costumava passar a caminho do trabalho e que sempre me pareceu um bom cenário pra uma fantasia… Todo mundo pareceu gostar da ideia e combinamos pro fim de semana seguinte.
A madrugada de domingo é uma cúmplice sinistra que dá seu toque nessa fantasia lá pelas 2h30 da manhã, trazendo uma chuva constante que engole os barulhos feitos pelos 4 amantes que deslizam nas sombras e entram furtivamente na propriedade abandonada, equipados com cobertores, camisinhas e meio litro de Tequila pra esquentar os ânimos. A noite tá propícia pra paixão e pra putaria. Depois de dar uma geral no lugar e ver que tá seguro, eles procuram um canto seco pra se deitar e começar a fantasia. Uns goles de bebida e as roupas molhadas já começam a incomodar.
Uma mistura de psicotrópicos foi passada na parte de fora da camisinha que ia ser usada pra penetrar a Adriana, e outra parte do mesmo coquetel foi passada na parte de dentro da camisinha que o René usaria mais tarde pra meter na Lilith; a droga absorvida pela mucosa da buceta fez efeito tão rápido que o René e a Adriana se perderam por uns instantes. Quando voltaram a si, estavam amarrados um do lado do outro, completamente pelados e com uns símbolos estranhos pintados de vermelho sangue por todo o corpo. Perto dali, a Lilith e o Adão murmuravam alguma coisa com "os outros", os sujeitos de túnicas pretas que os cercavam. Continuavam no mesmo galpão e ainda não tinha amanhecido. Se olharam tristes e ambos fitaram o chão onde estavam deitados em cima de um pentagrama de 5 pontas rodeado por um círculo. A luz das velas ardia nos olhos deles, mas por algum motivo não conseguiam piscar quando se olhavam; notaram que as pálpebras tinham sido coladas na parte de cima dos olhos e agora estavam condenados a ver o que vinha a seguir. Ouviram barulhos estranhos, cantos, gritos e profanações, respiraram fundo, depois uma adaga e escuridão.
Epílogo: 6 dias depois, os pais da Adriana vieram de Tierra Blanca, Gto., a cidade natal dela, pra dar uma olhada no quarto que alugavam pra ela enquanto estudava. Acharam as gavetas vazias, uns cadernos largados e um bilhete que dizia: "Tô indo embora com o homem da minha vida pra realizar nossas fantasias e ser feliz, não me procurem, porque não vou voltar. Com carinho, Adriana".
3 comentários - Terror Swinger 1: Buceta e Pânico, Não pra Sensíveis