Las nalgotas de mi mama ( fotos)

Bom, antes de tudo quero dizer que já li várias histórias difíceis de acreditar. Somos uma família normal. Não vou colocar os nomes reais por razões óbvias. Eu tenho 20 anos, não sou muito alto, 1,75m, também não sou atlético, sou só magro. Minha mãe, Mônica, tem uns 1,70m, é magra, tem peitos de tamanho médio, pele branca, traços bonitos e tem umas bundonas enormes, de verdade. Desde sempre, elas são o motivo de todas as minhas punhetas — bom, não só minhas, de quase todo mundo que vê, incluindo meus primos e amigos que não tiram os olhos daquela raba. Anexei as fotos tiradas em casa, óbvio sem ela perceber, vocês vão ver que não estou exagerando. E se eu me tornei um tarado, é porque é impossível isso não te excitar.Las nalgotas de mi mama ( fotos)mamaSempre inventei mil planos pra seduzir ela e, sinceramente, nunca funcionava nada. Até pensei em dopar ela pra poder tocar aquele bundão divino, mas a opção era difícil porque meu pai passava muito tempo em casa — ele tem uma mercearia e é na própria casa. Lembro que minha obsessão foi crescendo com o tempo e eu aproveitava cada momento pra dar uns amassos nela em casa. Abraçava ela por trás enquanto ela lavava louça, essas coisas, e encostava meu pau naquele rabão dela, fazendo perguntas idiotas enquanto segurava ela, só pra ficar mais tempo assim. Notei que ela não se incomodava quando eu abraçava daquele jeito, e fazia isso quase todo dia. Isso foi escalando cada vez mais. Lembro que um dia acordei super excitado e queria dar um amasso nela sem que meu pau fosse bloqueado pela cueca ou calça. Lembrei que coloquei uma bermuda e pensei rápido em como faria. Fingi que ia tomar banho, abaixei o zíper da bermuda, tirei o pau pra fora e, com o comprimento da toalha que estava no meu pescoço, cobria aquela área perfeitamente. Então fui pra cozinha e falei: "Vou tomar banho cedo, mãe", enquanto abraçava ela por trás. Só afastei a toalha de leve e passei meu pau direto naquele bundão dela. Pra ser sincero, tava super nervoso — se ela me descobrisse, ia dar merda. Mas tava muito excitado e fiquei ali uns 30 segundos. Ela, num tom normal de conversa, disse: "E isso agora? Por que vai tomar banho cedo, doido?" Enquanto ela perguntava, eu continuei esfregando todo o meu pau de leve naquele rabão dela e respondi: "É que vou sair com meus amigos daqui a pouco e quero estar pronto." Ela falou: "Ah, menino, como você enche o saco, não vou conseguir lavar a louça." Naquele momento, minhas bolas e meu pau pelados continuavam batendo naquele rabão dela. Lembro que uma ereção foi inevitável por causa do contato direto. Ela pareceu sentir minha cabeça no meio da bunda dela e se mexeu um pouco. Nessa hora, reagi rápido de nervoso, soltei ela e falei: "Bom, não pega água, por favor." Ela ficou meio sem graça. Não entendi nada e fui direto pro chuveiro super excitado e me masturbei. Como isso se repetia, cada vez era mais comum as esfregadas nas bundonas dela. Comecei a achar que ela percebia. Um dia cheguei da escola e ela tava dormindo no sofá da sala, lembro que tava deitada de lado mostrando aquela rabuda. A verdade é que chamei ela várias vezes pra ver se tava dormindo fundo mesmo e, como não respondia, fiquei muito excitado. Era a primeira vez em anos que tinha uma chance de tocar nela. Lembro que me inclinei um pouco e comecei a beijar aquela bunda enorme várias vezes, bem devagar. Enfiava um pouquinho a língua na fenda da calça jeans dela. Tava super excitado e com muito medo, meu pai podia aparecer e aí seria um problemão. Lembro que coloquei minha mão naquela bundona, meu deus, minhas mãos abertas não eram grandes o suficiente. Fiquei acariciando e beijando por minutos, era um banquete. E nesse momento ela acordou! Lembro que me deu um tapa e falou: "O que você tá fazendo, idiota?" Levantou e foi pro quarto dela. Fiquei muito nervoso, pensei no pior, que ela ia me dedurar pro meu pai e tudo mais. Mas pra minha surpresa, ela não falou nada pro meu pai, ficou conversando comigo como se nada tivesse acontecido. Lembro que essa situação me deu coragem pra ser mais sem vergonha, e a oportunidade tava perto de aparecer. Era fim de ano e meus pais sempre vão juntos, um ano com cada família. Esse ano era com a família da minha mãe, mas meu pai insistia em ir com os pais dele porque tavam com a saúde frágil e ele dizia que talvez fosse o último ano novo com eles. Bom, no fim minha mãe entendeu e falou que ele podia ir com a família dele, mas ela iria pro compromisso da família dela e levaria eu e meu irmão. Meu pai disse que levaria meu irmão mais novo e ela ficaria comigo, o que me deixou bem excitado porque era uma oportunidade perfeita. Meus avós moram em Toluca e a gente teria que dormir lá. Bom, o dia chegou. E o carro, originalmente por causa da distância, eu e minha mãe íamos levar, mas meus planos eram levá-la de transporte pra dar uns amassos gostosos no metrô. Então falei pro meu pai que não tinha confiança pra dirigir na estrada, algo absurdo, verdade, e ele entendeu. Assim, iríamos de ônibus. Ele queria nos deixar lá, mas eu inventei mil desculpas e trouxe minha mãe do jeito que queria: no metrô em horário de pico. Lembro que estava superlotado e, com a desculpa de proteger a bunda suculenta dela pra ninguém encostar, me posicionei atrás dela. Quando as portas do metrô abriram, dei o primeiro amasso, fingindo que era pra empurrar. Já dentro do vagão, a posição não mudou muito e, com a lotação, fui dando uns amassos deliciosos. Meu pau ficou bem no meio das nádegas dela. Minha meia ereção não demorou, e claro que ela sentiu. Lembro que fiquei nervoso e, pra disfarçar, comecei a puxar conversa. Falei: — A tia Paty vai, né? Ela respondeu: — Claro, filho, é família dela também. Eu disse: — Ah, é que pensei que talvez não fosse por causa da distância. Aliás, onde vamos dormir? Se minha tia também for, ela vai ficar pra dormir e não vai ter muito espaço. Ela respondeu: — Pois é, não sei bem. Vou ligar pra sua avó agora e perguntar na rodoviária. Enquanto dizíamos isso, eu me aproveitava e estava nas nuvens. Sentir meu pau assim pareceu incomodá-la, e ela se mexeu um pouco pro lado. Descaradamente, me encaixei atrás dela de novo e continuei roçando gostoso. A verdade é que, assim que surgiu espaço, ela se afastou de mim. Parecia que ainda estava incomodada, mas não dizia nada.corpoChegamos na rodoviária, pegamos o ônibus e não teve nada demais, tudo normal. Depois fui pra casa da minha avó, em algumas horas começou a festa e todos os meus tios e tias estavam presentes. Minha mãe trocou aquela calça jeans e vestiu uma calça social bem justa que fazia aquele rabo parecer descomunal, umas nalgas enormes de verdade. E minhas tias brincavam, dizendo que ela tinha levado a parte que cabia a todas de bunda, hahaha. Uma blusa discreta, como minha mãe gosta, fechada com botões. Eu observei como todos os meus primos e até meus tios ficavam olhando pra bunda dela toda hora, e isso me deixava mais excitado. Eu estava com meus primos durante a festa e, verdade seja dita, minha mãe estava bebendo pra caralho. Minha avó até falou pra ela diminuir no álcool, o que irritou minha mãe, e ela disse: — Já não sou mais uma menina, mãe, sei das minhas responsabilidades, mas vejo minhas irmãs uma vez por ano.

Lembro que por volta das 3 da manhã, minha mãe fez papel de bêbada e apagou no sofá, literalmente morta. Um dos meus tios, o João, disse pra gente subir ela pra dormir, e minha avó falou: — Deitem a Moni na minha cama, ela vai dormir comigo. Aí eu pensei: "fodeu". Meu tio subiu ela comigo, deitamos ela. Pedi pro meu tio pegar a bolsa da minha mãe, e ele desceu pra buscar. Lembro que não perdi nem um segundo: assim que ouvi o barulho das escadas, me ajoelhei e comecei a beijar a bunda dela sem vergonha nenhuma. Lambia e beijava com um tesão do caralho, nem ligando que ela tava de calça, já tava satisfeito, era o mais longe que tinha chegado. Isso durou menos de um minuto, porque meu tio já tava subindo as escadas de volta. Só me levantei, e ele disse: — Vamos deixar ela dormir, filho, ela tá perdida. Queria ficar, sabia que era minha única chance, mas meus primos subiram e todos descemos pra sala de novo. Depois de um tempo, todo mundo começou a ir embora, e minha tia Paty também ia ficar. Ela, meu primo e o marido dela pegaram o quarto de visitas, e eu, resignado, fui... Me acomodei no sofá, mas minha avó falou: "Como é que é, amor? Sobe na cama, é de casal, a gente só se aperta um pouco pra sua mãe, não tem problema." Isso foi foda pra caralho, estar na cama com a mamãe apagada de bêbada. Lembro que não pensei duas vezes, subi e coloquei a mamãe no meio pra ela não cair. Enquanto fazia isso, vi aquela bunda descomunal que ela tem naquela calça social marrom. Minha avó apagou a luz. Lembro de realizar minhas fantasias — não seria difícil por causa do estado da minha mãe, mas minha avó estava ali. Não tive coragem de tocar nela porque minha avó dormiu de lado, olhando pra minha mãe. Depois de uns 40 minutos, minha avó virou pro outro lado. Claro que eu tava acordado, era a única chance que eu teria na vida. Lembro que esperei até minha avó roncar pra ter certeza. Quando ela roncou, me enfiei debaixo da mesma coberta que minha mãe. Ela tava de lado, de costas pra mim. Comecei a tocar aquelas nalgas dela suavemente, elas estavam super quentes. Apertei elas, tava fazendo o que queria. Lembro que eu tava só de cueca, abaixei o zíper e tirei meu pau duro pra caralho. Minha respiração tava super ofegante e minhas mãos tremiam, mas ela tava inconsciente, não teria problema dessa vez. Disfarcei um pouco, abracei ela por trás com meu pau duro querendo furar a calça dela. Com a mão direita, desabotoei só os dois primeiros botões da blusa e acariciei os bicos dos peitos dela em círculos. Brinquei um pouco com os peitos dela, queria lamber eles, mas era arriscado demais, podia acordar minha avó. Lembro que desabotoei a calça dela e meti só um dedo na pussy gostosa dela. Ela chupava meu dedo e eu metia de novo, até meter dois dedos bem devagar. Me preparei pra abaixar a calça dela, demorei uns 20 minutos, com medo da minha avó acordar, até conseguir. Ela tava de calcinha fio dental, que com aquela bunda enorme sumia toda. Eu tava mais que excitado, pensei que nunca teria outra chance igual. Lembro que abaixei minha calça só até a coxa. igual que os dela dela, comecei a raspar meus ovos e meu pau naquelas nalgas enormes totalmente à mostra (sem calça mesmo, são descomunais). lembro que tinha um camisinha do INSS na carteira e, morrendo de medo e nervoso, coloquei uma. abracei ela de novo por trás e com minhas mãos abri um pouco aquelas nalgas enormes pra enfiar meu pau, encaixei bem no meio. foi a coisa mais gostosa da minha vida. meu pau deslizou no meio daquelas nalgas que, só pelo peso, apertavam deliciosamente. senti que ia gozar, mas segurei. tava onde sempre quis estar. comecei a me masturbar com o aperto das nalgas dela, me movia devagar e constante, uma delícia. não penetrei ela com meu pau na buceta, era complicado, mas eu tinha meus dedos dentro daquela ppk, que era bem grande e carnuda. meu pau dentro das nalgas dela, uma e outra e outra vez, entrei e saí. isso é mulher. as nalgas dela batiam lindas nos meus ovos. queria explodir, não aguentei mais e, graças à camisinha, gozei com meu pau no meio daquelas nalgas enormes. explodi dentro e, com a excitação, dei um empurrão até o fundo, acho que entrei um pouquinho no cu dela. descarreguei com confiança. depois disso, deitei uns minutos, mas continuava aproveitando ela. sabia que aquilo nunca mais ia se repetir. descansei 20 minutos e meu pau ficou duro de novo, e parti pra carga. dessa vez queria penetrar um pouco o cu, porque ela tava realmente nocauteada. lembro que fiquei com meu pau entre as nalgas dela a noite toda. na segunda tentativa, claramente senti que acertei o cu dela. fiquei uns 3 minutos lá dentro e gozei. tive que usar a mesma camisinha, aproveitei ao máximo. ainda de manhã, umas 4:30, minha avó tava perdida e eu tirei a rola sem camisinha, super dura, e enfiei de novo entre aquelas nalgas enormes por uns 30 minutos. dessa vez fui um pouco bruto na força das estocadas, uma atrás da outra até o fundo. definitivamente tava no começo do cu dela, dava pra sentir a ponta do meu pau sendo sufocada. gostosa que apertava, eu queria gozar de novo mas já não dava porque não tinha proteção. Isso aconteceu a ponto da mamãe murmurar "o que vocês estão fazendo?" entre os sonhos dela e o que ela sentia. Lembro que entrei em pânico e, com as mãos tremendo, abotoei a calça dela de novo. Minha mãe só levantou meio-dia e minha avó umas 9h. Minha mãe nunca descobriu, estava super de ressaca no dia seguinte e não tocou no assunto da bebedeira dela nem em casa, de vergonha. E claro, espero ter uma chance de novo um dia, enquanto isso vou continuar encostando meu pau nela. As fotos são totalmente reais, eu mesmo tirei e tenho muito mais.

29 comentários - Las nalgotas de mi mama ( fotos)

Cuando mas fotos buen post y relato tambien
Muy buen relato, me puso bien hot de sólo imaginar ese culito sin pantalones. Espero la siguiente parte y más fotos. Saluditos..
Que bien paisano. Saludos. Que mega experiencia. Estaría bien mas fotos y de su ropa eso seria muy exitante.
Desgraciadamente no se ven las fotos pero me las puedo imaginar, buenisimo relato me excito mucho imaginar las nalgotas de tu mama y que envidia de que las disfrutaste tan rico, espero que puedas resubir las fotos.
TAEEP
muy calientes tus relatos socio, podrias subir de nuevo las fotos? saludos
TAEEP
venga hermano, las fotos por favor
hakin58 +1
y las imagenes hermano? que relata vaya que no desperdiciaste la oportunidad
como concha veo las fotos? No jodas, no pense que lo leeria todo pero me puse re hot, solamente porque es tu mama xD
las putas fotos che!!!!! dale no seas forro y enviamelas por mp por favor
indepo
qe pasa bro pasa esas fotos we
chido post me encanto man
Excelente relato de los mejores, sólo podrías subir de nuevo las fotos
Hola bro empese a leer tu relato soy nuevo en esto que buena redaccion d tu vida las fotos d tu mama no se ven pero buen relato....