Passei um tempão, uns dois meses pelo menos, a loira não deu sinal de vida e numa terça à noite, lembro claramente porque a tarde inteira eu tinha transado pra caralho com a Constanza, uma mensagem no meu número trambiqueiro, de um número desconhecido, perguntando se podia falar comigo. Olho os detalhes e era um SMS das 19h, quase 21h quando eu vi. Respondi curto: "liga sim"... ela liga de novo, era a Karen, a loira. Me cumprimenta bem mais calma, me conta umas besteiras e que o Alexander, umas horas antes, tinha embarcado num avião, viagem pra capital, por vários dias, e que a gente devia, segundo ela, ter uma conversa. Como ela achava que o Alexander mandava seguir ela, me pediu um esquema especial pra gente se encontrar: ela ia meter o carro dela num estacionamento fechado no centro da cidade, eu já devia estar estacionado esperando pra pegar ela no meu. Ela chegaria loira, do jeito que eu conhecia, e no meu carro trocaria de roupa, colocaria uma peruca, e daí a gente saía. Sinceramente, dava pra mandar ela tomar no cu... mas, você sabe, dois pelinhos de uma buceta puxam... e não era qualquer buceta.
Foi assim que fiz. Estacionei perto de onde eu tava esperando ela. Ela veio numa Mercedes Benz daquelas familiares, vestindo uma calça verde-claro social, um blazer combinando, algo formal, camisa branca solta, bolsa e uma mochila média pra pequena. Veio andando rápido e entrou na minha caminhonete. Reclinou o banco do carona e me disse pra não olhar pra ela. Tirou a calça de uma vez, deixando à mostra uma calcinha branca bordada, e vestiu uma minissaia jeans que tirou da bolsa. Trocou a blusa por uma camiseta preta, tênis preto, prendeu o cabelo e colocou um boné preto, óculos, e me pediu pra gente vazar. Mudo de surpresa, nem sei como liguei o carro e saí do estacionamento.
— Pra onde a gente vai? — ela me pergunta.
— Pra minha casa. Todo mundo sabe que vou estar lá pra dormir.
Ela sorriu, endemoniada, diabólica demais, gostosa demais... pecado lindo.
Na minha casa, ela soltou o cabelo. Pelo, a minissaia caía perfeitamente nela, as pernas brancas levemente tortas, a beleza... isso resume tudo, ela era a beleza.
— Imagino que você não entende nada, né?
— Preciso entender? E sabe, não quero entender. Capaz que se eu entender, vou ter que fazer julgamentos de valor e não quero. Quero aproveitar sua companhia, deixa eu te olhar e guardar a lembrança da sua beleza, e vamos falar de qualquer coisa, tá?
Ela sorriu pra mim, as bochechas maravilhosamente um pouco vermelhas, um pouco emocionada.
Abrimos uma cerveja e ofereci umas milanesas ao forno, ela aceitou como se fosse caviar. A conversa dela era agradável, simples, o sorriso endiabrado, o cabelo solto loiro, os olhos azuis. Enquanto eu cozinhava, ela ficava por perto, me rodeava que nem uma gata, olhando as coisas da minha cozinha, minhas receitas, rondava olhando minha casa e elogiando algumas coisas. Parecia que a loira mortal ronronava com a voz rouca. Olhava as fotos e voltava a se aproximar, sorrindo e se contorcendo que nem uma gata, dizendo que já tava com fome. "Espero que você cozinhe gostoso, porque de nervoso não consegui comer nada." Eu só mudava de assunto, não deixava ela me explicar nada.
A voz rouca dela me quebrava a cabeça, só de ouvir já me excitava. A risada dela, a linguagem cuidada mas simples, como uma gata ronronando...
Comemos, acendi a lâmpada do quarto, deixei meia-luz, música lenta internacional, terceira cerveja, a gente ria. Um momento único e na hora de lavar a louça e guardar as coisas, ela ficava atrás de mim ou do lado, com a conversa. Terminei de limpar, me apoiei na bancada da cozinha com os braços esticados e a loira na minha frente. Nossos olhares se entendiam, a conversa tinha acabado.
As mãos dela, macias e pequenininhas, percorriam meus braços em carícias, olhando atentamente, primeiro o esquerdo e depois o direito. Carícias no meu ombro, carícias no meu pescoço. A loira bem perto, mas sem me tocar. Quando terminou com meus braços, gravei na minha mente uma lembrança inesquecível, quando os olhos azuis dela se transformaram num só... Olhar, o olhar dela nos meus olhos, a beleza dela me calava, me paralisava, queria balbuciar algo e não conseguia, queria abraçar ela e meus braços tensos continuavam presos na bancada. A loira se pendurou no meu pescoço com aqueles braços fininhos e o percurso em no máximo três segundos, antes do primeiro beijo dela, posso contar pra vocês as sensações intermináveis… fecho os olhos por um instante e sinto o perfume da pele dela, a maciez do cabelo liso loiro como o sol, os olhos azuis que me atravessavam, a boca pequenina rosada, os dentes brancos… o contato com os lábios, macios, a loira linda de um jeito indescritível, a loira linda tirava meu ar.
Ela me pegou pela mão e fomos pro quarto, ver ela andar rebolando, ver ela sorrir pra mim, uma diaba linda, ver ela me olhar, sentando na beira da cama. Eu me ajoelhei, comecei a acordar, a sair do meu torpor e beijei ela, apaixonadamente. Ela me abraçou forte e me enroscou com as pernas, beijando ela em êxtase, carícias com meu nariz, desejando que o perfume dela nunca mais fosse embora. Minhas mãos pareciam desajeitadas acariciando aquele cabelo liso loiro e a pele branca, no pescoço, no rosto. Senti as mãos dela desabotoando minha camisa, tirando ela da minha calça, soltando meu cinto, tentando soltar o gancho, abaixando o zíper, terminando de tirar minha camisa. Ela enfiou as mãos esticando minha cueca nas nádegas da bunda, apertando, e aquele sorriso de diaba puta, e me comeu de boca e com aquela voz rouca que falava putamente comigo.
Posso contar como foi despir ela, mas ninguém na terra pode contar o que se sente. A pele branca, macia, com sardas marrons quase imperceptíveis e só em alguns lugares. Os peitos dela, não grandes, num tronco fininho feminino se destacam e terminam em ponta, as auréolas até o mamilo grosso, da mesma cor. Chupar aqueles peitos quase com loucura e a voz rouca da loira que me dizia mais devagar por favor, você me faz doer na minha tesão atrapalhada. Descer beijando a barriga dela, podendo ver as costelas. que percorria com dedicação com meus lábios, sua barriguinha lisa, seu umbiguinho pequeno, uns pelinhos loiros incipientes que me extasiaram à beira da loucura, não quis tirar a calcinha branca bordada ainda, desci beijando as pernas, brancas, um pouco tortas, levemente musculosas, chupar seu joelho, morder suas panturrilhas, chupar seus dedinhos pequenos e brancos que terminam em unhas rosadas e voltar a subir, mas com a loira de costas, aquela vista desde os pés dela, a raba, as costas, o cabelo preso com a mão de lado, como dizer o que aquilo me provocou sem ficar sem palavras, não consigo descrever, só subir passando a língua, parar nas nádegas da raba, mordiscadas e ouvi-la gemer com sua voz rouca, poder ver que a calcinha branca, a bordada, no meio tinha uma mancha de umidade, beijar suas costas, seu pescoço, comer sua boca, encostar o pau no meio das nádegas da loira, ver minha pele morena crioula quase comum, em cima daquele corpo lindo como poucos, a mulher de pele branca, a mulher de voz rouca, a mulher linda até o indizível, a mulher loira.
Sei que aconteceu em algum momento, tirar a calcinha, a bordada, olhar com atenção, cada detalhe, depois de tirá-la, a loira fechou as pernas e se cobriu com as duas mãos a buceta, sorria pra mim brincando, seus olhos azuis brilhavam de safadeza, na brincadeira com sua voz rouca:
— Tá procurando alguma coisa? Perdeu algo? Posso ajudar?
Doía o pau, juro que doía de tesão, devagarinho enfiei minha cabeça entre os joelhos, ela foi abrindo as pernas devagarinho e fui me deparando com aquela buceta, rosada quase avermelhada, lábios grossos e virados para o lado, no meio desses lábios dava pra ver um buraquinho, me aproximei e encostei meu nariz... e estiquei a língua, passei a ponta, recolhi um pouco da umidade dela, do cheiro, do líquido vaginal, saborear, observei seu monte de Vênus, depilado nas laterais, mas no meio uma linha grossa. bem cuidada, com pelos loiros fininhos e macios, que mal dava pra sentir entre os dentes, nos lábios, pelos loiros como o sol, os primeiros da minha vida, e chupar a buceta dela, meter na boca os lábios vaginais e esticá-los, chupar até cansar, chupar com desespero, com paixão, insano, doido, um psicopata fundamentalista que só chupava, só chupava, beijava, explorava…
— Deixa eu um pouquinho agora (a voz rouca dela, saindo como um gemido)
E eu me deitei na cama, sem preâmbulo, sem rodeios, a loira meteu a boca na minha pica, atônito eu via aquela boca pequena engolir minha pica daquele jeito, que boquete, por favor, ela engolia inteira, lambia minhas bolas com a língua e voltava fechando com pressão dos lábios, percorrendo minha pica inteira e descia de novo, eu me arqueava com a sensação, prazer é pouco, eu segurava o grito, que jeito mortal de chupar a loira, descia e subia, senti contrações na pica e a loira riu de forma puta, umas porras tinham escapado sem querer, agradeci por ser só aquilo e não esvaziar o tanque inteiro de uma vez.
Tava catando minha calça no chão desesperado, na minha carteira sempre tem dois ou três preservativos, ela fala:
— Tenho DIU, eu me cuido
— Eu também cuido de você, respondi, a Soledad teve uma cistite e não quero que se eu tiver algo, passe pra você.
Mentira, tava doido pela loira, mas ainda tinha um pouco de juízo, o Alexander, o da caminhonete Jeep Branca, eu e contando… quando tem muita gente no mesmo prato, sempre acaba em confusão, com a camisinha fico muito mais tranquilo.
Quando fui subir na loira pra meter, algo na expressão dela tinha mudado, até o olhar era diferente, os lindos olhos azuis me olhavam de outro jeito, ela me recebeu com um abraço e um beijo super carinhoso
— Valeu, neguinho… com aquela voz rouca, me dando um beijo nas bochechas e mordendo de leve minha orelha direita
Olhei pra ela surpreso, em Essa expressão, de quê?
—Por cuidar de mim, outro nem teria perguntado… deixa, não liga pra mim, vem, quero sentir você dentro de mim, neguinho lindo.
Enfiei de uma vez, típica magrinha, cinturinha fina, ainda por cima bem molhadinha, quase entrou dançando e comecei a bombar igual um louco, desesperado. A loira tinha deixado a atitude de puta, de gata que ronronava pra mim, e virou uma fofa meiga, o olhar dela dizia tudo, os beijos dela, aquela parada de eu falar que cuidava dela, tinha virado um ponto de virada nela, inacreditável mas real. Minha língua tinha ficado seca de tanto chupar e beijar ela, quase doía o maxilar… e umas palavras minhas tinham sido mais eficazes.
O jeito dela de me abraçar, os beijos dela, os olhos fechados, os gemidos, a atitude de curtir quando eu bombava dentro dela, o movimento dela ajudando com a cintura e a beleza daquele corpo, tudo era com uma paixão imensa, mas tinha muita ternura. A loira me dava beijinhos no rosto, nos olhos, no nariz, me acariciava com o narizinho dela, carícias enormes, super suaves, me extasiava de outro jeito essa mudança. Ela subiu em cima de mim e começou a se mexer, me beijando com uma ternura enorme, até que de repente um gemido intenso, longo, emocionante, o abraço forte naquele momento, até que ficou parada.
A cara de saciedade dela, a cara de prazer, o cabelo lindo no rosto, aquele sorriso único…
Ela saiu, desceu, tirou a camisinha e naqueles boquetes do começo, mas mais carinhosos, não aguentei muito, deixou o curral vazio.
Ela ficou até o dia seguinte e olha que eu comi aquela mulher linda aquela noite, de todas as formas, naquelas 14 horas. Nunca mais ficamos juntos, tenho na memória o momento em que ela se despediu, aqueles olhos azuis brilhantes que ainda acariciam minha alma.
Foi assim que fiz. Estacionei perto de onde eu tava esperando ela. Ela veio numa Mercedes Benz daquelas familiares, vestindo uma calça verde-claro social, um blazer combinando, algo formal, camisa branca solta, bolsa e uma mochila média pra pequena. Veio andando rápido e entrou na minha caminhonete. Reclinou o banco do carona e me disse pra não olhar pra ela. Tirou a calça de uma vez, deixando à mostra uma calcinha branca bordada, e vestiu uma minissaia jeans que tirou da bolsa. Trocou a blusa por uma camiseta preta, tênis preto, prendeu o cabelo e colocou um boné preto, óculos, e me pediu pra gente vazar. Mudo de surpresa, nem sei como liguei o carro e saí do estacionamento.
— Pra onde a gente vai? — ela me pergunta.
— Pra minha casa. Todo mundo sabe que vou estar lá pra dormir.
Ela sorriu, endemoniada, diabólica demais, gostosa demais... pecado lindo.
Na minha casa, ela soltou o cabelo. Pelo, a minissaia caía perfeitamente nela, as pernas brancas levemente tortas, a beleza... isso resume tudo, ela era a beleza.
— Imagino que você não entende nada, né?
— Preciso entender? E sabe, não quero entender. Capaz que se eu entender, vou ter que fazer julgamentos de valor e não quero. Quero aproveitar sua companhia, deixa eu te olhar e guardar a lembrança da sua beleza, e vamos falar de qualquer coisa, tá?
Ela sorriu pra mim, as bochechas maravilhosamente um pouco vermelhas, um pouco emocionada.
Abrimos uma cerveja e ofereci umas milanesas ao forno, ela aceitou como se fosse caviar. A conversa dela era agradável, simples, o sorriso endiabrado, o cabelo solto loiro, os olhos azuis. Enquanto eu cozinhava, ela ficava por perto, me rodeava que nem uma gata, olhando as coisas da minha cozinha, minhas receitas, rondava olhando minha casa e elogiando algumas coisas. Parecia que a loira mortal ronronava com a voz rouca. Olhava as fotos e voltava a se aproximar, sorrindo e se contorcendo que nem uma gata, dizendo que já tava com fome. "Espero que você cozinhe gostoso, porque de nervoso não consegui comer nada." Eu só mudava de assunto, não deixava ela me explicar nada.
A voz rouca dela me quebrava a cabeça, só de ouvir já me excitava. A risada dela, a linguagem cuidada mas simples, como uma gata ronronando...
Comemos, acendi a lâmpada do quarto, deixei meia-luz, música lenta internacional, terceira cerveja, a gente ria. Um momento único e na hora de lavar a louça e guardar as coisas, ela ficava atrás de mim ou do lado, com a conversa. Terminei de limpar, me apoiei na bancada da cozinha com os braços esticados e a loira na minha frente. Nossos olhares se entendiam, a conversa tinha acabado.
As mãos dela, macias e pequenininhas, percorriam meus braços em carícias, olhando atentamente, primeiro o esquerdo e depois o direito. Carícias no meu ombro, carícias no meu pescoço. A loira bem perto, mas sem me tocar. Quando terminou com meus braços, gravei na minha mente uma lembrança inesquecível, quando os olhos azuis dela se transformaram num só... Olhar, o olhar dela nos meus olhos, a beleza dela me calava, me paralisava, queria balbuciar algo e não conseguia, queria abraçar ela e meus braços tensos continuavam presos na bancada. A loira se pendurou no meu pescoço com aqueles braços fininhos e o percurso em no máximo três segundos, antes do primeiro beijo dela, posso contar pra vocês as sensações intermináveis… fecho os olhos por um instante e sinto o perfume da pele dela, a maciez do cabelo liso loiro como o sol, os olhos azuis que me atravessavam, a boca pequenina rosada, os dentes brancos… o contato com os lábios, macios, a loira linda de um jeito indescritível, a loira linda tirava meu ar.
Ela me pegou pela mão e fomos pro quarto, ver ela andar rebolando, ver ela sorrir pra mim, uma diaba linda, ver ela me olhar, sentando na beira da cama. Eu me ajoelhei, comecei a acordar, a sair do meu torpor e beijei ela, apaixonadamente. Ela me abraçou forte e me enroscou com as pernas, beijando ela em êxtase, carícias com meu nariz, desejando que o perfume dela nunca mais fosse embora. Minhas mãos pareciam desajeitadas acariciando aquele cabelo liso loiro e a pele branca, no pescoço, no rosto. Senti as mãos dela desabotoando minha camisa, tirando ela da minha calça, soltando meu cinto, tentando soltar o gancho, abaixando o zíper, terminando de tirar minha camisa. Ela enfiou as mãos esticando minha cueca nas nádegas da bunda, apertando, e aquele sorriso de diaba puta, e me comeu de boca e com aquela voz rouca que falava putamente comigo.
Posso contar como foi despir ela, mas ninguém na terra pode contar o que se sente. A pele branca, macia, com sardas marrons quase imperceptíveis e só em alguns lugares. Os peitos dela, não grandes, num tronco fininho feminino se destacam e terminam em ponta, as auréolas até o mamilo grosso, da mesma cor. Chupar aqueles peitos quase com loucura e a voz rouca da loira que me dizia mais devagar por favor, você me faz doer na minha tesão atrapalhada. Descer beijando a barriga dela, podendo ver as costelas. que percorria com dedicação com meus lábios, sua barriguinha lisa, seu umbiguinho pequeno, uns pelinhos loiros incipientes que me extasiaram à beira da loucura, não quis tirar a calcinha branca bordada ainda, desci beijando as pernas, brancas, um pouco tortas, levemente musculosas, chupar seu joelho, morder suas panturrilhas, chupar seus dedinhos pequenos e brancos que terminam em unhas rosadas e voltar a subir, mas com a loira de costas, aquela vista desde os pés dela, a raba, as costas, o cabelo preso com a mão de lado, como dizer o que aquilo me provocou sem ficar sem palavras, não consigo descrever, só subir passando a língua, parar nas nádegas da raba, mordiscadas e ouvi-la gemer com sua voz rouca, poder ver que a calcinha branca, a bordada, no meio tinha uma mancha de umidade, beijar suas costas, seu pescoço, comer sua boca, encostar o pau no meio das nádegas da loira, ver minha pele morena crioula quase comum, em cima daquele corpo lindo como poucos, a mulher de pele branca, a mulher de voz rouca, a mulher linda até o indizível, a mulher loira.
Sei que aconteceu em algum momento, tirar a calcinha, a bordada, olhar com atenção, cada detalhe, depois de tirá-la, a loira fechou as pernas e se cobriu com as duas mãos a buceta, sorria pra mim brincando, seus olhos azuis brilhavam de safadeza, na brincadeira com sua voz rouca:
— Tá procurando alguma coisa? Perdeu algo? Posso ajudar?
Doía o pau, juro que doía de tesão, devagarinho enfiei minha cabeça entre os joelhos, ela foi abrindo as pernas devagarinho e fui me deparando com aquela buceta, rosada quase avermelhada, lábios grossos e virados para o lado, no meio desses lábios dava pra ver um buraquinho, me aproximei e encostei meu nariz... e estiquei a língua, passei a ponta, recolhi um pouco da umidade dela, do cheiro, do líquido vaginal, saborear, observei seu monte de Vênus, depilado nas laterais, mas no meio uma linha grossa. bem cuidada, com pelos loiros fininhos e macios, que mal dava pra sentir entre os dentes, nos lábios, pelos loiros como o sol, os primeiros da minha vida, e chupar a buceta dela, meter na boca os lábios vaginais e esticá-los, chupar até cansar, chupar com desespero, com paixão, insano, doido, um psicopata fundamentalista que só chupava, só chupava, beijava, explorava…
— Deixa eu um pouquinho agora (a voz rouca dela, saindo como um gemido)
E eu me deitei na cama, sem preâmbulo, sem rodeios, a loira meteu a boca na minha pica, atônito eu via aquela boca pequena engolir minha pica daquele jeito, que boquete, por favor, ela engolia inteira, lambia minhas bolas com a língua e voltava fechando com pressão dos lábios, percorrendo minha pica inteira e descia de novo, eu me arqueava com a sensação, prazer é pouco, eu segurava o grito, que jeito mortal de chupar a loira, descia e subia, senti contrações na pica e a loira riu de forma puta, umas porras tinham escapado sem querer, agradeci por ser só aquilo e não esvaziar o tanque inteiro de uma vez.
Tava catando minha calça no chão desesperado, na minha carteira sempre tem dois ou três preservativos, ela fala:
— Tenho DIU, eu me cuido
— Eu também cuido de você, respondi, a Soledad teve uma cistite e não quero que se eu tiver algo, passe pra você.
Mentira, tava doido pela loira, mas ainda tinha um pouco de juízo, o Alexander, o da caminhonete Jeep Branca, eu e contando… quando tem muita gente no mesmo prato, sempre acaba em confusão, com a camisinha fico muito mais tranquilo.
Quando fui subir na loira pra meter, algo na expressão dela tinha mudado, até o olhar era diferente, os lindos olhos azuis me olhavam de outro jeito, ela me recebeu com um abraço e um beijo super carinhoso
— Valeu, neguinho… com aquela voz rouca, me dando um beijo nas bochechas e mordendo de leve minha orelha direita
Olhei pra ela surpreso, em Essa expressão, de quê?
—Por cuidar de mim, outro nem teria perguntado… deixa, não liga pra mim, vem, quero sentir você dentro de mim, neguinho lindo.
Enfiei de uma vez, típica magrinha, cinturinha fina, ainda por cima bem molhadinha, quase entrou dançando e comecei a bombar igual um louco, desesperado. A loira tinha deixado a atitude de puta, de gata que ronronava pra mim, e virou uma fofa meiga, o olhar dela dizia tudo, os beijos dela, aquela parada de eu falar que cuidava dela, tinha virado um ponto de virada nela, inacreditável mas real. Minha língua tinha ficado seca de tanto chupar e beijar ela, quase doía o maxilar… e umas palavras minhas tinham sido mais eficazes.
O jeito dela de me abraçar, os beijos dela, os olhos fechados, os gemidos, a atitude de curtir quando eu bombava dentro dela, o movimento dela ajudando com a cintura e a beleza daquele corpo, tudo era com uma paixão imensa, mas tinha muita ternura. A loira me dava beijinhos no rosto, nos olhos, no nariz, me acariciava com o narizinho dela, carícias enormes, super suaves, me extasiava de outro jeito essa mudança. Ela subiu em cima de mim e começou a se mexer, me beijando com uma ternura enorme, até que de repente um gemido intenso, longo, emocionante, o abraço forte naquele momento, até que ficou parada.
A cara de saciedade dela, a cara de prazer, o cabelo lindo no rosto, aquele sorriso único…
Ela saiu, desceu, tirou a camisinha e naqueles boquetes do começo, mas mais carinhosos, não aguentei muito, deixou o curral vazio.
Ela ficou até o dia seguinte e olha que eu comi aquela mulher linda aquela noite, de todas as formas, naquelas 14 horas. Nunca mais ficamos juntos, tenho na memória o momento em que ela se despediu, aqueles olhos azuis brilhantes que ainda acariciam minha alma.
3 comentários - A lei é pra ser quebrada - parte quatro
Sublime de lo mejor que leí