Fala galera
Beleza, vou me apresentar... meu nome é... Panxo, tenho 22 anos, meu trampo (corretor de imóveis) me faz conhecer um monte de gostosa de todo tipo, e como também fa uns bicos fora do escritório, tenho que saber uns lugares bons pra encontrar o povo ou só pra tomar um drink sem perder a cabeça 😉
Tudo isso rolou semana passada, digamos (pra não ser pego no flagra).
Sexta-feira, lá pela hora de sair do trampo, tava saindo com meus fones de ouvido, indo escutar música no caminho pra casa, mas aí a dona Nancy me esperava, a lenda dos imóveis do bairro, peitão enorme, cintura fininha, rabo sensacional, uns olhos verdes que você queria passar um tempinho olhando.
— Panxito, já vai saindo?
— Sim, descansar.
— Escuta, você me deixa apresentar um projeto que tenho pra você?
Como dinheiro nunca é demais, aceitei na hora. Fomos pra um bar perto (umas cinco quadras).
Pedimos umas cervejas geladas, porque a caminhada me deixou "out of service".
Papeamos um pouco sobre a vida, como o bicho tá pegando e "como isso afetava o Boca".
Sem mais enrolação, ela mandou o projeto:
— Sabe? Tô atrás de um guri como você, cheio de vitalidade e carisma, pra animar um evento privado onde vários amigos meus vão participar ativamente. Então, com todo respeito, peço pra você ser o cara que vai comandar (o que vai dirigir).
Depois que rolou, dava pra ler a mesma frase assim:
— Sabe? Tô atrás de um "guri" como você, cheio de "vitalidade e carisma", pra "animar" um "evento" privado onde vários "amigos" meus vão participar "ativamente". Então, com todo respeito, peço pra você ser o cara que vai "comandar (o que vai dirigir)".
Sem muitos detalhes, aceitei o trato. O pagamento dava pra comprar um celular novo e era só por uma noite, então não ia me fazer mal.
Chegou o dia e a hora do "evento", era umas 10 da noite. Tinha muito rum e tequila numa mesa, música ambiente e luz baixa, a única coisa que me incomodava (até certo ponto) eram as toalhas empilhadas num canto do quarto principal.
No total, éramos 7 pessoas
Nancy, 3 caras mais ou menos da minha idade (talvez um pouco mais velhos), 2 amigos (que realmente me surpreenderam ver ali) e eu.
Bom, eu cruzava os dedos pra isso acabar numa putaria daquelas, mas falei pra mim mesmo "cara, isso só acontece em filme kkkk"
Finalmente, o clima (meio tenso, diga-se de passagem) se dissipa com as seguintes palavras:
-Bom, como todos "já sabem", hoje é meu aniversário (merda! pensei comigo) então quero que meu "animador" me dê um presente.
Sem mais, larga o microfone pra pegar outro, o meu! Abre meu zíper e começa a chupar numa velocidade alucinante, como se a vida dela dependesse disso, me deixou limpo como nunca estive.
Ela pegou o microfone de novo enquanto eu recuperava o fôlego.
-Ok, isso foi bom, quero que vocês se alinhem e me deem meu presente de aniversário
Nem um minuto dei pra todos os degenerados do quarto ficarem pelados, eu claro também tava nu na hora (embora não pudesse acreditar, a velha muito puta ia mamar em todo mundo)
Um por um fomos passando pela boca de Nancy, a língua dela era espetacular, um trabalho de puta de bairro daquelas que fazem isso o dia todo. Eu repeti o prato várias vezes "incentivando o resto" pra fazerem o mesmo, porém na terceira vez que passei pela boca dela, a dedicação dela ao meu pau foi tanta que soltei litros de porra na garganta dela, a muito puta me disse:
-Porra, eu queria isso aqui embaixo- Enquanto se acariciava os lábios inferiores como quem acaricia uma buceta.
Esperei a rodada terminar e me veio à cabeça uma recomendação do meu velho, uma que ele me fez quando eu ainda nem sabia se existia um pornô de Dragon Ball Z
"filho... se um dia você for pra putaria com amigos, seja o primeiro e o último, o primeiro não sei mancha com porra de outros cuzões e o último pode ir pra onde quiser
Dito e feito, assim que um dos meus amigos gozou na boca da Nancy, eu coloquei ela de quatro e meti até os bagos (testículos). Sendo bem sincero, ela tava molhada, mas não o suficiente, o que fez ela dobrar os braços da frente, ficando com o pescoço todo torto, mas deixando aquele rabão (aquela obra de arte) no ar pra ser comido à vontade.
— Devagar, é meu aniversário e quero que sejam deliskjdkhfghahgahghagahgahgahgah (alguém, não sei quem, começou a enfiar na boca dela antes dela terminar a frase)
Depois de várias enfiadas na velha, de repente ela ficou toda tensa, como se tivesse tido um ataque cardíaco. Pensei comigo: "aqui todo mundo se fode e vamos presos por tentativa de afogamento e homicídio, a velha 'bateu as botas' (morreu)".
Mas foi um orgasmo dela, a buceta dela também se contraiu e me fez gozar dentro. Me senti no paraíso... nem consegui relaxar direito e um filho da puta me jogou pra longe da senhora e começou a montar nela.
— Próximo — gritou a velha puta — me encham como um peru no Natal
Isso acendeu o fogo dos que ainda não tinham entrado na buceta da velha... mas isso fica pra uma segunda oportunidade.
Beleza, vou me apresentar... meu nome é... Panxo, tenho 22 anos, meu trampo (corretor de imóveis) me faz conhecer um monte de gostosa de todo tipo, e como também fa uns bicos fora do escritório, tenho que saber uns lugares bons pra encontrar o povo ou só pra tomar um drink sem perder a cabeça 😉
Tudo isso rolou semana passada, digamos (pra não ser pego no flagra).
Sexta-feira, lá pela hora de sair do trampo, tava saindo com meus fones de ouvido, indo escutar música no caminho pra casa, mas aí a dona Nancy me esperava, a lenda dos imóveis do bairro, peitão enorme, cintura fininha, rabo sensacional, uns olhos verdes que você queria passar um tempinho olhando.
— Panxito, já vai saindo?
— Sim, descansar.
— Escuta, você me deixa apresentar um projeto que tenho pra você?
Como dinheiro nunca é demais, aceitei na hora. Fomos pra um bar perto (umas cinco quadras).
Pedimos umas cervejas geladas, porque a caminhada me deixou "out of service".
Papeamos um pouco sobre a vida, como o bicho tá pegando e "como isso afetava o Boca".
Sem mais enrolação, ela mandou o projeto:
— Sabe? Tô atrás de um guri como você, cheio de vitalidade e carisma, pra animar um evento privado onde vários amigos meus vão participar ativamente. Então, com todo respeito, peço pra você ser o cara que vai comandar (o que vai dirigir).
Depois que rolou, dava pra ler a mesma frase assim:
— Sabe? Tô atrás de um "guri" como você, cheio de "vitalidade e carisma", pra "animar" um "evento" privado onde vários "amigos" meus vão participar "ativamente". Então, com todo respeito, peço pra você ser o cara que vai "comandar (o que vai dirigir)".
Sem muitos detalhes, aceitei o trato. O pagamento dava pra comprar um celular novo e era só por uma noite, então não ia me fazer mal.
Chegou o dia e a hora do "evento", era umas 10 da noite. Tinha muito rum e tequila numa mesa, música ambiente e luz baixa, a única coisa que me incomodava (até certo ponto) eram as toalhas empilhadas num canto do quarto principal.
No total, éramos 7 pessoas
Nancy, 3 caras mais ou menos da minha idade (talvez um pouco mais velhos), 2 amigos (que realmente me surpreenderam ver ali) e eu.
Bom, eu cruzava os dedos pra isso acabar numa putaria daquelas, mas falei pra mim mesmo "cara, isso só acontece em filme kkkk"
Finalmente, o clima (meio tenso, diga-se de passagem) se dissipa com as seguintes palavras:
-Bom, como todos "já sabem", hoje é meu aniversário (merda! pensei comigo) então quero que meu "animador" me dê um presente.
Sem mais, larga o microfone pra pegar outro, o meu! Abre meu zíper e começa a chupar numa velocidade alucinante, como se a vida dela dependesse disso, me deixou limpo como nunca estive.
Ela pegou o microfone de novo enquanto eu recuperava o fôlego.
-Ok, isso foi bom, quero que vocês se alinhem e me deem meu presente de aniversário
Nem um minuto dei pra todos os degenerados do quarto ficarem pelados, eu claro também tava nu na hora (embora não pudesse acreditar, a velha muito puta ia mamar em todo mundo)
Um por um fomos passando pela boca de Nancy, a língua dela era espetacular, um trabalho de puta de bairro daquelas que fazem isso o dia todo. Eu repeti o prato várias vezes "incentivando o resto" pra fazerem o mesmo, porém na terceira vez que passei pela boca dela, a dedicação dela ao meu pau foi tanta que soltei litros de porra na garganta dela, a muito puta me disse:
-Porra, eu queria isso aqui embaixo- Enquanto se acariciava os lábios inferiores como quem acaricia uma buceta.
Esperei a rodada terminar e me veio à cabeça uma recomendação do meu velho, uma que ele me fez quando eu ainda nem sabia se existia um pornô de Dragon Ball Z
"filho... se um dia você for pra putaria com amigos, seja o primeiro e o último, o primeiro não sei mancha com porra de outros cuzões e o último pode ir pra onde quiser
Dito e feito, assim que um dos meus amigos gozou na boca da Nancy, eu coloquei ela de quatro e meti até os bagos (testículos). Sendo bem sincero, ela tava molhada, mas não o suficiente, o que fez ela dobrar os braços da frente, ficando com o pescoço todo torto, mas deixando aquele rabão (aquela obra de arte) no ar pra ser comido à vontade.
— Devagar, é meu aniversário e quero que sejam deliskjdkhfghahgahghagahgahgahgah (alguém, não sei quem, começou a enfiar na boca dela antes dela terminar a frase)
Depois de várias enfiadas na velha, de repente ela ficou toda tensa, como se tivesse tido um ataque cardíaco. Pensei comigo: "aqui todo mundo se fode e vamos presos por tentativa de afogamento e homicídio, a velha 'bateu as botas' (morreu)".
Mas foi um orgasmo dela, a buceta dela também se contraiu e me fez gozar dentro. Me senti no paraíso... nem consegui relaxar direito e um filho da puta me jogou pra longe da senhora e começou a montar nela.
— Próximo — gritou a velha puta — me encham como um peru no Natal
Isso acendeu o fogo dos que ainda não tinham entrado na buceta da velha... mas isso fica pra uma segunda oportunidade.
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