Me chamo Sebastián, tenho 26 anos, 1,82m, cabelo curto. Se me vir na rua, se não fosse pelo terno, nem reparava. Traços rústicos no rosto, como esculpidos à mão, pele puxando pra moreno, pra não dizer preto de quebrada. Corpo bom, bem definido, sem exagero de academia de halteres ou de modelo: abdômen trincado, braços bons, pernas boas, e tô carregando uns 20 cm na ferramenta — não é exagero, mas tá bem servido. Além disso, sou advogado, trabalho no escritório do meu velho, que também é advogado. Moro sozinho na minha casa, que comprei com um pouco do meu trampo e uma baita ajuda do meu pai. Tenho uma caminhonete Eco deste ano e uma moto.
De mulher, sempre tive que me virar bem se quisesse uma buceta boa. Agora, sei lá se é o combo de exemplar masculino, se melhorei a técnica ou se é alguma aura que eu exalo, parece que eu remarco menos, principalmente com as gostosas. Mas isso não garante um sexo bom. Lembro com saudade de uma empregada doméstica na minha adolescência, que literalmente me destruía.
E por falar em bucetas boas, tem a minha namorada Soledad, 19 anos; minha sogra Silvia, 37; e minha cunhada Constanza, 15.
Conheci a Soledad há pouco mais de dois anos, num evento social, no lançamento de um carro de luxo de uma concessionária importante, cliente do escritório do meu pai. Uma criatura linda de 17 anos, dona da beleza natural no auge, visualmente espetacular, com um vestido azul coladinho no corpo e as curvas mais sensuais que alguém pode sonhar. Eu, recém-formado, meu velho orgulhoso e cheio de si como um ás no truco, me obrigou a ir com ele no evento, onde me apresentou pra todos os amigos nos sociais de praxe. Depois de um tempo, já tava mais que entediado e de saco cheio. Me aproximei de uma mesa cheia de petiscos, que nessas ocasiões são sensacionais, e comecei a matar o tédio comendo.
Uma voz quase de menina me interrompeu, perguntando se tinham me explicado como era. o produto que apresentavam, um pouco nervosa, aquela sorriso adolescente e aquela beleza juvenil que quase dói... gaguejando, falei que não, que se ela pudesse fazer isso, agradeceria, e ela começou a recitar, me mostrando uns folhetos, como tinham ensinado... eu observava extasiado e nisso a gerente da concessionária interrompe, chefe da Soledad, muito amiga da minha mãe, fazendo um escândalo aos gritos, abraços, lembrando quando trocava minhas fraldas e até a cor do meu cocô, me parabenizando por ser advogado, na típica atitude das amigas das nossas mães... quando ela foi embora, Soledad comentou baixinho, ainda bem que tratei ele bem, senão teria que procurar emprego, tentando fazer uma piada, peguei minha caneta e falei que se ela podia anotar o telefone pessoal dela, que eu ligaria mas pra pedir que ela me contasse sobre ela, sobre a vida dela e como fazia pra ser tão... linda, com uma pausa suspirando levemente, olhando nos olhos dela, tentando parecer doce, ela sorriu pra mim, anotou o telefone e se despediu, me chamando de Dr.
Confesso que ralei bastante com a Soledad, até que um dia ela tava na minha cama, meio sem jeito no começo mas com muita vontade de aprender, uma coisa pra mencionar, é que em menos de um mês desde a primeira vez, por iniciativa dela foi na ginecologista pra tomar anticoncepcional e com a tranquilidade devida e super necessária, desenvolver toda essa atividade sexual sem medos, além de ser uma gostosa, selvagem na medida certa, de formas variadas e diversas, às vezes meiga e às vezes slut divina, daquelas que fazem um boquete foda, até te esvaziar... na caminhonete, na porta da casa dela.
Passaram uns meses e eu tava feliz, namorada linda, comia tranquilo, comia todo dia e bem comido, mina gata e mina esperta, gastava pouco e sem me afogar dentro do relacionamento de jeito nenhum.
Até que um dia, por conta própria, tive que conhecer a família dela, o aniversário de 18 anos da Soledad, aí conheci a Silvia e a Constanza e quando isso aconteceu, me pergunta, por que será que a gente sempre fica com a mais fera? Silvia, com seus 35 anos, típica coroa gostosa que teve filhos nova, corpo perfeito, aquela experiência divina que excita, tinha vestido um vestido de duas cores colado no corpo, curto, quase como uma minissaia, mas não tão curto à primeira vista, coisa de te deixar maluco, alta, 1,75 mais ou menos, um corpão de primeira, morena, olhos verdes, sorriso de dar calafrios, e a filha dela, Constanza, 13 anos, terminando de emplumar, como dizem no bairro, olhos verdes mais claros que os da mãe, cabelo escuro comprido, bagunçado e selvagem com cachos, pele branca com sardas pequenas nas bochechas, minissaia curtinha e regata curtinha... uma menina linda, mal te dá bola e agradece se te olha, ao cumprimentar.
A partir daí, eu via elas com mais frequência, a gente saía junto, às vezes num domingo levava elas pra tomar mate no rio, pra pegar sol, só pra ver elas de biquíni, afinal a Sole acalmava a fera. A Silvia tinha mudado a atitude comigo, já não era mais aquela desconfiança do cara mais velho que quer comer a filha dela, ainda tinha um certo receio, mas o trato era melhor e mais tranquilo, e com a Conti, não tinha jeito, ela não dava a mínima bola.
Até que um dia, por essas coisas do sistema, a empresa de telefonia importante onde a Silvia trabalhava mandou ela embora, pagou tudo direitinho, e a Silvia, com 36 anos, duas filhas, caiu na real de que tava quase fora do sistema. Nos meses seguintes, ela arrumou uns trampos, mas tudo bico, e a situação financeira dela foi piorando, afetando obviamente as filhas, a Soledad e a Conti. A Soledad ficava preocupada, era um monólogo constante comigo sobre os problemas dela e da família, e no nosso relacionamento a gente transava pouco, e quando transava, era de mal a pior. A Conti saiu da escola particular cara que frequentava e teve que ir pra uma pública, onde não se dava tão bem e teve que engolir muito orgulho.
Tudo piorou ainda mais quando o dono do apartamento que elas alugavam, por causa da falta de garantia no pagamento e dos problemas com o aluguel, decidiu não alugar mais pra elas. Tiveram que procurar outro lugar, com os gastos que isso significa.
Um cenário complicado, Soledad não era a mesma, mas algo acendeu meus alarmes e sentidos quando ela me disse que estava atrasada. Perguntei se tinha tomado as pílulas e ela disse que sim, mas que às vezes não respeitava os horários. Reclamei, dizendo como ela não tinha me avisado, que além de tudo estar de pernas pro ar, adicionar mais um problema me parecia uma irresponsabilidade da parte dela. Ela não gostou da reclamação, não porque eu não tivesse razão, mas porque talvez esperasse outra reação minha. Naquela técnica feminina conhecida, irritada, me disse que não me preocupasse se estivesse grávida, que ela mesma cuidaria e que eu não me incomodasse… sem comentários.
Foi só um susto, mas algo não batia. Conversei com meu sábio pai e, em poucas palavras: cuidado, filho, não vá ter que resolver o problema. Fiquei irritado com o que meu pai disse, com a frieza dele e a falta de crédito na boa fé das pessoas.
Mas nem por isso ignorei as palavras do meu pai. Não confiava na Sole, e ela não demorou a perceber. Eu gozava na boca dela, na bundinha dela, mas nunca na buceta… até que um dia, de forma direta, ela reclamou e me acusou: "Você não goza dentro porque tem medo de me engravidar e ter que assumir. Assim diz que me ama? Só me tem pra transar…" Ela se levantou da cama, se vestiu e, antes de sair, disparou: "Você não se importa que eu vá embora." Fiquei em silêncio, olhando pra ela de um jeito tipo "cê tá louca?". Ela ficou mais puta ainda e saiu batendo a porta.
Passaram-se duas semanas e cortamos toda comunicação. Pra ser sincero, eu tava de mau humor, sentia muitas coisas pela Sole, mas algo não batia. Parecia que ela tentava me manipular. E um dia, daqueles que parecem começar mal e que vão ser ruins, termina de outro jeito. De manhã cedo, fui ao tribunal por um caso que meu velho tinha me passado e, por um erro meu, por descuido, a coisa complicou. Falei com Meu velho, claro que queria me matar, você tá feito um idiota atrás daquela gostosa e todo esse circo, e ele me manda na maldade que não quer me ver no escritório até segunda pra gente ver como resolve. Era uma sexta-feira fatídica que começava do pior jeito.
A verdade é que eu tava com a cabeça quente, saí na caminhonete e entrei naquela rede famosa de materiais de construção pra olhar umas merdas, gosto de fazer coisas com as mãos e cuidar da casa, e tava tentando desligar... olhando ferramentas, ouço uma voz:
- Oi, Seba.
Viro a cabeça, era minha preciosa, na época, minha "ex cunhada", Constanza.
- O que você tá fazendo aqui a essa hora? (me dando um beijo) Não devia tá trabalhando?
- Oi, o que você tá fazendo aqui? Não devia tá na escola?
Observando do jeito que dava, ela vestia uma camisa branca com as mangas arregaçadas de qualquer jeito, saia azul curta, as meias caídas e os mocassins meio sujos de terra, igual uma estudante.
- Perguntei primeiro!!! - respondeu com uma simpatia que eu nunca tinha visto nela.
- Hmm, pensando... vamos ver... fiz uma cagada com um processo, meu velho me encheu o saco, me mandou pra puta que pariu... e me deu folga até segunda, e aqui estou, clareando a cabeça, me distraindo.
- Nós viemos comprar uma placa de isopor pra um trabalho da escola, com meus colegas.
Um monte de caras rindo e conversando um pouco mais longe, sem a menor intenção de comprar nada. Fez-se um silêncio estranho, eu não sabia como continuar a conversa e acho que ela queria que eu dissesse algo com sentido... até que ela completou:
- Você parece bem demais, minha irmã tá destruída, chorando em casa, depois que você largou ela.
Dava pra falar um monte de coisas, só olhei pra ela, virei as costas e fui andando por um dos corredores, fiquei dando voltas até me entediar, não comprei nada e fui pra caminhonete. Quando vou ligar, Constanza parada do lado me olhando, bate no vidro, eu abaixo um pouco e ela diz:
- Que mal-educado, me deixou parada feito um poste, não gostou do que eu falei?
A cara dela Parecia que tava puta… parecia deboche também, eu fiquei em silêncio, ligando a caminhonete.
- Não vai me responder?, batendo no vidro com o dedo, tipo uns tapinhas de acusação.
- Você não me perguntou nada, só fez um comentário de mau humor.
- Não é de mau humor, minha irmã chorando na minha casa e você tranquilo fazendo compras.
- Primeiro, eu não terminei com ela, ela foi embora puta. Segundo… por que você não vai pra… bruxinha.
A cara de surpresa dela, que eu praticamente mandei ela pra… encarei de novo.
- Você me chamou de bruxa?
- Bruxa não, bruxinha, porque você ainda é uma garotinha.
Ela me olhou, me medindo… não sabia se mandava eu tomar no cu, me batia ou sei lá o quê… só falou:
- Tá, me leva pra casa, de quebra você fala com minha irmã.
Arregalei os olhos de surpresa.
- Cê tá louca? Não tenho nada pra falar com sua irmã, você vem descontar a raiva em mim por causa dela e ainda quer que eu te leve pra sua casa?
A gente ficou se olhando… o rosto dela mudou, os lindos olhos verdes ficaram marejados.
- Tô mal, na minha casa o clima é uma merda, minha irmã chorando mas ela é a otária, minha mãe não sabe o que fazer e eu tô sem um puto, porque as duas pratas do ônibus a gente juntou e comprou uma cerveja.
- Pega as duas pratas, vai pra casa.
- Tá, me leva até o ponto do busão, porque daqui tenho que pegar dois, acho que isso você pode fazer… soltando a bruxa que carrega no dna.
E não me deu tempo de responder, deu a volta na caminhonete e parou pra eu abrir a porta, colocou os materiais atrás e sentou com as pernas apontadas pra mim, me olhando como nunca tinha feito.
- Olha onde vim te encontrar, quando contar pra minha irmã ela vai querer morrer. É verdade que você ficou puto com ela porque não te mandou mensagem, porque não acreditou que ela não tinha crédito.
- Conti, não vou falar com você sobre sua irmã.
- Por quê?
- Porque o que eu puder te dizer, você não vai acreditar e também não é certo, chama-se discrição, igual ao que você Você fala comigo, jamais contaria isso.
— Desculpa, mas você nunca falou comigo, sempre foi um chato e grosso.
— Desculpa, a mina que acha que pode vir me dar bronca, quem não falava com o pretinho do teu cunhado era você, então deixa assim, quer? Já me basta e sobra, brigar com uma, pra ainda ter que brigar com as duas irmãs.
— hahahaha
Ela riu com aquele sorriso lindo, escondido, o dos 14 anos, soltou o cabelo e apertou os botões do rádio procurando música.
— O que você vai fazer? — ela perguntou.
— Vou pra casa, quero arrumar umas paradas e comer alguma coisa, já é quase meio-dia e desde as sete da manhã não como nada.
— Posso ir com você? Te ajudo…
Ela não me deixou responder.
— Vou te falar a verdade, a Mamãe acha que vou passar o dia todo na escola, porque falei que era uma feira de ciências em outra escola e que a gente ia ficar até as oito da noite, mas na verdade a gente ia sair pra zuar e tomar cerveja, só que os caras passam do limite e eu não curto muito. Quando te vi, fiquei com medo de você contar pra minha mãe.
— Conti… Se a Soledad ou sua mãe descobrirem que você esteve na minha casa, sozinha comigo, num dia que você fingiu que tava na escola, e que eu também não fui trabalhar… — e meu tom era sugestivo, tentando mostrar a situação pra ela recusar.
Constanza me olhava, e o olhar dela não entendia muito o que eu dizia, aquela expressão linda de inocência e inconsequência. Mais umas quadras em silêncio e de repente:
— Me larga aqui, sabe? Por que você não fala logo que não me aguenta e pronto… seu idiota, que eu tenho que falar com você.
Parei a caminhonete, a mina desceu puta, batendo a porta. Arranquei meio com o cu na mão e fui pra casa. Parei um tempo num supermercado, comprei uns mantimentos e voltei pra casa.
Quando cheguei… pra minha surpresa, a Constanza tava sentada na porta de entrada, com a cabeça apoiada nos joelhos, olhando pra baixo. Abri a garagem pra guardar a caminhonete, e nisso ela começou a andar na minha direção. Me apressei pra fechar o portão. Portão, e quando me aproximei vi os lindos olhos verdes dela, que estavam chorando pra caralho.
— Me perdoa, por favor… — com a voz embargada, ela me abraçou chorando, quase se pendurando em mim. Coloquei a mão nas costas dela, dando uns tapinhas de consolo, dizendo pra ela parar de encher o saco, que não tinha nada pra perdoar.
— Olha como tá minha cara, deixa eu lavar e dar uma arrumada, não posso chegar assim em casa. E se puder, me dá mais dois reais, não dava pra ir pra casa sem antes vir falar com você, tava me sentindo muito mal e descontei em você, sou uma garota idiota. (Soluçando).
De novo com o nó na garganta, abri a porta e ela entrou. Larguei as sacolas do mercado e ela foi pro banheiro. Demorou um tempinho pra sair, até que finalmente apareceu. Tinha tirado a saia do colégio e ficado só com a legging curta que usam por baixo da saia do uniforme, e vestido uma camiseta minha, que ficou enorme nela. Cabelo solto, o rosto meio vermelho de tanto chorar.
Só consegui perguntar:
— Vou fazer bife? Quer?
— Sim.
— Só quero ficar um pouco pra cara melhorar, e juro por tudo que se descobrirem, vou falar que eu vim porque quis e que tudo que aconteceu foi real.
Falei — Coloca uma música no computador que já vou preparar.
Me distraí, não pelo que a garota disse, mas porque já era, então simplesmente esqueci.
— Tem uma cerveja na geladeira ou refrigerante, se quiser. Te acompanho com qualquer um dos dois.
Ela abriu a cerveja, pegou os copos, enquanto eu fritava os bifes. A gente falou besteira, do colégio, dos problemas da casa dela, das fofocas dos colegas novos, aquelas conversas tão bobas, tão simples, mas tão importantes. Quando eu via ela sorrir, os olhos dela apertavam um pouco. Comemos, brindamos. Já era a segunda cerveja e as conversas viraram risada e zoação.
Depois de limpar tudo — a garota lavou a louça —, saímos pra comer mexerica no jardim. A sesta, com o sol nos acariciando, encostados no muro, sentados no chão. pasto com as pernas abertas, com a terceira cerveja aberta.
—Olha só como você é peludo, jogando esses pelinhos das suas pernas em mim.
—Ai, dói!! Para de encher o saco,
—Que mariquinha!!!! A gente, mulher, se depila toda e não reclama.
—Tá bom, sou viado, mas não fica puxando meus pelos.
E aquela brincadeira continuou com empurrões, umas lutinhas de empurrão, como se quisesse me enforcar, me deixei cair no pasto e ela pulou em cima de mim, apoiou a boceta na minha pica, abrindo só um pouquinho as pernas, minha ereção foi na hora, a gente se olhou por um segundo e os dois foram pro beijo, roçamos os lábios primeiro de leve, como sentindo o gosto e aquele olhar, pra depois o beijo ficar profundo.
Coloquei as mãos na cintura dela e ela apertou um pouco mais, enquanto os beijos dela não me deixavam espaço pra razão, minhas mãos percorreram por baixo da camiseta a pele macia das costas dela… e ela só fazia uma pressãozinha da boceta na minha pica, aliviava por instantes e apertava de novo… consigo descrever cada centímetro da pele das costas dela, que mal roçava com os dedos, o cheiro da pele dela, querendo ser mulher mas com muito de menina, as mordidinhas nos meus lábios da boca dela, a respiração e o olhar dela, me levantei sentando, ela abriu bem minhas pernas, levei minhas mãos até a bunda dela e me levantei, caminhando pro quarto, ela pendurada com os pés me abraçando quase pela cintura, os beijos dela sem parar, minhas mãos no paraíso, a bundinha redonda de menina, a gente caminhou junto até chegar na cama, sentando ela na ponta, me ajoelhei me metendo entre as pernas dela, a menina me beijava com as duas mãos no meu rosto, de vez em quando se afastava me olhando e voltava beijando meu nariz, a parte de cima da boca, os olhos e se afastava de novo e voltava a me olhar.
Devagar tirei a camiseta dela e ela tirou a minha, pedi pra ela me abraçar, quando ela fez isso soltei o sutiã dela, ela tremeu, me afastei pra olhar ela e ela, com vergonha, parecia querer se cobrir, pedi pra ela me abraçar de novo e quando ela fez isso pedi pra ela roçar o peito dela no meu, aquelas tetas lindas, com biquinhos pequenininhos que mal apareciam, ela roçava de leve no meu peito, passando de um lado pro outro, da esquerda pra direita, subindo e descendo, ela tentava olhar, mas eu não deixava, puxava ela de volta pra mim, pedindo – me acaricia, Constanza… colocando o pescoço dela na minha boca, quase um beijo, quase um chupão, meus beijos nos ombros dela, os chupões como se eu quisesse ficar com aquele gosto… peguei as duas mãos dela e levei pra trás, me inclinei um pouco pra baixo, procurando os peitos e forçando ela com os braços pra trás a empurrar um pouco o peito pra mim – Me olha, Constanza… a centímetros do biquinho, abrindo um pouco a boca – Me olha, Constanza… os olhos verdes dela não desviavam… - por favor, chega, ela me fala, faz logo de uma vez… abri a boca e o peito dela entrou, meus lábios como uma membrana começaram a cobrir, empurrei mais pra dentro pra entrar um pouco mais, soltando as mãos dela, ela agarrou minha cabeça, gemendo e me puxando pra perto, o primeiro chupão foi forte pra doer um pouco e depois suave, chupava só roçando os biquinhos dela, as auréolas, os lados dos peitos, ela tinha a cabeça meio levantada, os olhos fechados e gemia baixinho, quase não se ouvia
Fiz ela deitar na cama e com a ponta da língua, desci até a barriguinha, a pele era muito macia e o cheiro quase de menina, tão branca que ficavam uns pontinhos vermelhos que quase sumiam na hora quando meu beijo era mais forte, uma pintinha em cima de um umbiguinho pequeno era tipo uma frutinha de sobremesa, percorria aquele caminho, de olhos fechados, sentir com minha boca, sentir com meus ouvidos a linguagem dela e com minhas mãos memorizar o corpo dela, beijei sem pressa, sem pausa, descendo cada vez mais
Quando cheguei na legging dela, fui descendo com as duas mãos, beijando cada centímetro que descobria e com cada beijo me aproximava mais e mais, tive cuidado especial de deixar a calcinha dela, cor de rosa, descendo a legging beijei os joelhos, as panturrilhas o peito do pé... os dedos dos pés um por um na minha boca, a legging foi pro chão e pedi pra ela virar, deitando um pouco mais pra dentro da minha cama, ela virou arrumando o cabelo pro lado, as pernas juntas, a calcinha tentando cobrir as bundinhas e não conseguindo, tem paisagens lindas na natureza, mas a que eu tinha na minha frente... tirei toda a minha roupa e de baixo retomei o que tinha deixado, beijando as pernas devagar e roçando minha pica em partes, pedia de vez em quando pra ela falar meu nome e perguntava se ela sentia quando eu roçava, ela tava com a boca entreaberta respirando, subi enfiando a mão no meio das pernas dela, abrindo elas, um pouco meus dedos tocaram a buceta por cima da calcinha, ela levantou gemendo um pouco a raba, parei nas bundinhas dela, beijava e mordia, cm por cm e meu dedo indicador, tinha se enfiado na frente entre a calcinha e encontrei os pelinhos, pouquinhos, pequenininhos, macios e só roçava eles, sem descer mais, sem puxar a calcinha e com a cabeça da minha pica, roçava as panturrilhas dela, primeiro uma e depois a outra. Até que a calcinha ficou com uma mancha, puxei um pouco pro lado, levantei um pouco a raba dela, enfiei minha cara e só chupei aquele líquido, de olhos fechados e chupei de novo, ela se contorcia, Constanza, e gemia mais forte, era uma bucetinha pequena, os lábios fininhos apertados, rosados, e passei a língua, devagar, aproveitando, um lado primeiro, depois o outro e aí esticava a língua mais pra fora e empurrava pelo meio, meu nariz roçava o buraquinho do cu, rosado, sem uma ruga, e levantava ela um pouquinho mais, colocava a língua quase nos pelos dela e percorria pelo meio da buceta, o cu, parando e empurrando um pouco com a língua, até onde terminava a linha nas costas dela, a gata segurava forte a colcha e com a boca entreaberta respirava, às vezes falava meu nome e às vezes simplesmente não conseguia, aproveitei cada instante, não queria ela Penetrar ela, curtir com minha boca, com meu nariz, com meus ouvidos… a pica parecia doer de tão dura, pulsava igual contração de vez em quando.
Beijando as costas dela, desci com a língua, com as duas mãos puxei a calcinha dela devagar e, observando o que descobria, não parava de olhar cada centímetro da Constanza, as bandas da bunda, o rego comprido, o furinho rosado que eu explorava com a ponta da língua, e a Conti dizia que não, mas levantava um pouco mais a bunda pra eu não me perder. A calcinha finalmente saiu dos pés dela, a rabetinha um pouco levantada, a buceta fechadinha, meio vermelha de tanto que eu tinha chupado. Subi em cima da mina e coloquei a pica no meio das bandas da bunda, bem no rego, e me mexia pra cima e pra baixo feito uma punheta. A mina acompanhava o movimento e gemia, tentando acariciar minhas pernas com as mãos… mordendo de leve o pescoço dela e, de vez em quando, beijava a boca dela.
Virei ela, o momento tinha chegado. Ajeitei ela com minhas pernas, abrindo as dela. Ela me olhava, buscando minha atenção.
— Sebastián, tô com medo.
— Por quê? — perguntei.
— Nunca transei com ninguém ainda.
Não falei nada, beijei ela. Devagar, me ajeitei, encostando a cabeça da pica nos lábios da buceta, sem pressionar. Ela, meio tensa, prestava atenção. Fiquei parado. Segundos depois, ela perguntou o que tava rolando, e eu respondi: não posso fazer nada se você não estiver comigo… Ela sorriu, me beijou igual no começo, e eu empurrei um pouco, bem na entrada. Senti aqueles lábios pequenos se separando. Tava bem molhada. Saí um pouco e passei a cabeça da pica nos lábios da boceta dela. Voltei pra entrada e empurrei mais um pouco, enquanto não parava de beijar e acariciar ela por onde sentia. Saí de novo, passei a cabeça e busquei a entrada outra vez, empurrando um pouco mais que da vez anterior, até o ponto em que senti ela apertar a cabeça da pica e a Constanza, na cara dela, mostrava a dor. Naquele ponto, parei. A Constanza me olhou, a gente se olhou por uns instantes e... empurra, empurra, empurra, sentia como ela se abria, Constanza tentava fechar as pernas e eu não deixava, sentia como ela apertava minha cabeça a cada milímetro que eu avançava e ouvia os gemidos de Constanza, uma mistura de dor e prazer, acho que cheguei no fundo e saí devagarzinho, entrei de novo, Constanza tentava com as mãos parar o movimento do meu quadril e eu não parava, entrava e saía de novo, até os lábios e depois no fundo de novo, com duas ou três bombadas no fundo, sentindo como a buceta apertava a pica dentro da mina, bombeei mais umas vezes e de repente me levantei um pouco pra olhar como eu tava penetrando ela, minha pica tava com sangue, entrei de novo, a mina tentava frear minha bombada, só fazia eu meter mais forte e mais fundo... bombava com força, às vezes suave, beijava ela, chupava os peitos com força e às vezes suave roçava neles, era uma mistura de paixão, dominação e grossura e doçura, romantismo...
E tudo começa com um arrepio que sobe da ponta dos meus pés, um desejo instintivo de abrir um pouco mais as pernas, sair até a ponta da buceta e poder me ver a pica com as veias inchadas, toda vermelha de sangue e voltar a entrar até o fundo, mais devagar, sentia a pulsação, a contração da pica... Saí pra fora pensando em roçar os lábios dela de novo, quando voltei a percorrer pra dentro sabia que no fundo eu gozava... entrei na mina de novo, devagar, quase segurando, retardando o momento de gozar, como me concentrando e quando senti o fim, minha pica cuspiu um jato de porra que me fez tremer de susto, soltei um grito de prazer, Constanza ficou quietinha, com as mãos nos meus braços, uma bombadinha e saiu o segundo jato, a pica pulsando forte... e vieram outros menores, eu tentava respirar, Constanza me olhava.
Desabei em cima dela, abraçando, fiquei um tempão infinito, sentia como a pica pulsava dentro dela e de vez em quando empurrava um pouquinho, sentia a Contração, tinha saído cum demais... demais.
Pouco depois, sentei e fiquei olhando pra buceta dela, saindo um jato de porra misturado com um pouco de sangue. Ela mantinha as pernas abertas, olhando pro lado, tentando voltar ao ritmo normal da respiração. Depois, fechou as pernas e quase foi pro banheiro. Fico me perguntando o que ela pensava... só sorri pra ela. Não tem palavras que expliquem o que a gente sente... é só a glória.
De mulher, sempre tive que me virar bem se quisesse uma buceta boa. Agora, sei lá se é o combo de exemplar masculino, se melhorei a técnica ou se é alguma aura que eu exalo, parece que eu remarco menos, principalmente com as gostosas. Mas isso não garante um sexo bom. Lembro com saudade de uma empregada doméstica na minha adolescência, que literalmente me destruía.
E por falar em bucetas boas, tem a minha namorada Soledad, 19 anos; minha sogra Silvia, 37; e minha cunhada Constanza, 15.
Conheci a Soledad há pouco mais de dois anos, num evento social, no lançamento de um carro de luxo de uma concessionária importante, cliente do escritório do meu pai. Uma criatura linda de 17 anos, dona da beleza natural no auge, visualmente espetacular, com um vestido azul coladinho no corpo e as curvas mais sensuais que alguém pode sonhar. Eu, recém-formado, meu velho orgulhoso e cheio de si como um ás no truco, me obrigou a ir com ele no evento, onde me apresentou pra todos os amigos nos sociais de praxe. Depois de um tempo, já tava mais que entediado e de saco cheio. Me aproximei de uma mesa cheia de petiscos, que nessas ocasiões são sensacionais, e comecei a matar o tédio comendo.
Uma voz quase de menina me interrompeu, perguntando se tinham me explicado como era. o produto que apresentavam, um pouco nervosa, aquela sorriso adolescente e aquela beleza juvenil que quase dói... gaguejando, falei que não, que se ela pudesse fazer isso, agradeceria, e ela começou a recitar, me mostrando uns folhetos, como tinham ensinado... eu observava extasiado e nisso a gerente da concessionária interrompe, chefe da Soledad, muito amiga da minha mãe, fazendo um escândalo aos gritos, abraços, lembrando quando trocava minhas fraldas e até a cor do meu cocô, me parabenizando por ser advogado, na típica atitude das amigas das nossas mães... quando ela foi embora, Soledad comentou baixinho, ainda bem que tratei ele bem, senão teria que procurar emprego, tentando fazer uma piada, peguei minha caneta e falei que se ela podia anotar o telefone pessoal dela, que eu ligaria mas pra pedir que ela me contasse sobre ela, sobre a vida dela e como fazia pra ser tão... linda, com uma pausa suspirando levemente, olhando nos olhos dela, tentando parecer doce, ela sorriu pra mim, anotou o telefone e se despediu, me chamando de Dr.
Confesso que ralei bastante com a Soledad, até que um dia ela tava na minha cama, meio sem jeito no começo mas com muita vontade de aprender, uma coisa pra mencionar, é que em menos de um mês desde a primeira vez, por iniciativa dela foi na ginecologista pra tomar anticoncepcional e com a tranquilidade devida e super necessária, desenvolver toda essa atividade sexual sem medos, além de ser uma gostosa, selvagem na medida certa, de formas variadas e diversas, às vezes meiga e às vezes slut divina, daquelas que fazem um boquete foda, até te esvaziar... na caminhonete, na porta da casa dela.
Passaram uns meses e eu tava feliz, namorada linda, comia tranquilo, comia todo dia e bem comido, mina gata e mina esperta, gastava pouco e sem me afogar dentro do relacionamento de jeito nenhum.
Até que um dia, por conta própria, tive que conhecer a família dela, o aniversário de 18 anos da Soledad, aí conheci a Silvia e a Constanza e quando isso aconteceu, me pergunta, por que será que a gente sempre fica com a mais fera? Silvia, com seus 35 anos, típica coroa gostosa que teve filhos nova, corpo perfeito, aquela experiência divina que excita, tinha vestido um vestido de duas cores colado no corpo, curto, quase como uma minissaia, mas não tão curto à primeira vista, coisa de te deixar maluco, alta, 1,75 mais ou menos, um corpão de primeira, morena, olhos verdes, sorriso de dar calafrios, e a filha dela, Constanza, 13 anos, terminando de emplumar, como dizem no bairro, olhos verdes mais claros que os da mãe, cabelo escuro comprido, bagunçado e selvagem com cachos, pele branca com sardas pequenas nas bochechas, minissaia curtinha e regata curtinha... uma menina linda, mal te dá bola e agradece se te olha, ao cumprimentar.
A partir daí, eu via elas com mais frequência, a gente saía junto, às vezes num domingo levava elas pra tomar mate no rio, pra pegar sol, só pra ver elas de biquíni, afinal a Sole acalmava a fera. A Silvia tinha mudado a atitude comigo, já não era mais aquela desconfiança do cara mais velho que quer comer a filha dela, ainda tinha um certo receio, mas o trato era melhor e mais tranquilo, e com a Conti, não tinha jeito, ela não dava a mínima bola.
Até que um dia, por essas coisas do sistema, a empresa de telefonia importante onde a Silvia trabalhava mandou ela embora, pagou tudo direitinho, e a Silvia, com 36 anos, duas filhas, caiu na real de que tava quase fora do sistema. Nos meses seguintes, ela arrumou uns trampos, mas tudo bico, e a situação financeira dela foi piorando, afetando obviamente as filhas, a Soledad e a Conti. A Soledad ficava preocupada, era um monólogo constante comigo sobre os problemas dela e da família, e no nosso relacionamento a gente transava pouco, e quando transava, era de mal a pior. A Conti saiu da escola particular cara que frequentava e teve que ir pra uma pública, onde não se dava tão bem e teve que engolir muito orgulho.
Tudo piorou ainda mais quando o dono do apartamento que elas alugavam, por causa da falta de garantia no pagamento e dos problemas com o aluguel, decidiu não alugar mais pra elas. Tiveram que procurar outro lugar, com os gastos que isso significa.
Um cenário complicado, Soledad não era a mesma, mas algo acendeu meus alarmes e sentidos quando ela me disse que estava atrasada. Perguntei se tinha tomado as pílulas e ela disse que sim, mas que às vezes não respeitava os horários. Reclamei, dizendo como ela não tinha me avisado, que além de tudo estar de pernas pro ar, adicionar mais um problema me parecia uma irresponsabilidade da parte dela. Ela não gostou da reclamação, não porque eu não tivesse razão, mas porque talvez esperasse outra reação minha. Naquela técnica feminina conhecida, irritada, me disse que não me preocupasse se estivesse grávida, que ela mesma cuidaria e que eu não me incomodasse… sem comentários.
Foi só um susto, mas algo não batia. Conversei com meu sábio pai e, em poucas palavras: cuidado, filho, não vá ter que resolver o problema. Fiquei irritado com o que meu pai disse, com a frieza dele e a falta de crédito na boa fé das pessoas.
Mas nem por isso ignorei as palavras do meu pai. Não confiava na Sole, e ela não demorou a perceber. Eu gozava na boca dela, na bundinha dela, mas nunca na buceta… até que um dia, de forma direta, ela reclamou e me acusou: "Você não goza dentro porque tem medo de me engravidar e ter que assumir. Assim diz que me ama? Só me tem pra transar…" Ela se levantou da cama, se vestiu e, antes de sair, disparou: "Você não se importa que eu vá embora." Fiquei em silêncio, olhando pra ela de um jeito tipo "cê tá louca?". Ela ficou mais puta ainda e saiu batendo a porta.
Passaram-se duas semanas e cortamos toda comunicação. Pra ser sincero, eu tava de mau humor, sentia muitas coisas pela Sole, mas algo não batia. Parecia que ela tentava me manipular. E um dia, daqueles que parecem começar mal e que vão ser ruins, termina de outro jeito. De manhã cedo, fui ao tribunal por um caso que meu velho tinha me passado e, por um erro meu, por descuido, a coisa complicou. Falei com Meu velho, claro que queria me matar, você tá feito um idiota atrás daquela gostosa e todo esse circo, e ele me manda na maldade que não quer me ver no escritório até segunda pra gente ver como resolve. Era uma sexta-feira fatídica que começava do pior jeito.
A verdade é que eu tava com a cabeça quente, saí na caminhonete e entrei naquela rede famosa de materiais de construção pra olhar umas merdas, gosto de fazer coisas com as mãos e cuidar da casa, e tava tentando desligar... olhando ferramentas, ouço uma voz:
- Oi, Seba.
Viro a cabeça, era minha preciosa, na época, minha "ex cunhada", Constanza.
- O que você tá fazendo aqui a essa hora? (me dando um beijo) Não devia tá trabalhando?
- Oi, o que você tá fazendo aqui? Não devia tá na escola?
Observando do jeito que dava, ela vestia uma camisa branca com as mangas arregaçadas de qualquer jeito, saia azul curta, as meias caídas e os mocassins meio sujos de terra, igual uma estudante.
- Perguntei primeiro!!! - respondeu com uma simpatia que eu nunca tinha visto nela.
- Hmm, pensando... vamos ver... fiz uma cagada com um processo, meu velho me encheu o saco, me mandou pra puta que pariu... e me deu folga até segunda, e aqui estou, clareando a cabeça, me distraindo.
- Nós viemos comprar uma placa de isopor pra um trabalho da escola, com meus colegas.
Um monte de caras rindo e conversando um pouco mais longe, sem a menor intenção de comprar nada. Fez-se um silêncio estranho, eu não sabia como continuar a conversa e acho que ela queria que eu dissesse algo com sentido... até que ela completou:
- Você parece bem demais, minha irmã tá destruída, chorando em casa, depois que você largou ela.
Dava pra falar um monte de coisas, só olhei pra ela, virei as costas e fui andando por um dos corredores, fiquei dando voltas até me entediar, não comprei nada e fui pra caminhonete. Quando vou ligar, Constanza parada do lado me olhando, bate no vidro, eu abaixo um pouco e ela diz:
- Que mal-educado, me deixou parada feito um poste, não gostou do que eu falei?
A cara dela Parecia que tava puta… parecia deboche também, eu fiquei em silêncio, ligando a caminhonete.
- Não vai me responder?, batendo no vidro com o dedo, tipo uns tapinhas de acusação.
- Você não me perguntou nada, só fez um comentário de mau humor.
- Não é de mau humor, minha irmã chorando na minha casa e você tranquilo fazendo compras.
- Primeiro, eu não terminei com ela, ela foi embora puta. Segundo… por que você não vai pra… bruxinha.
A cara de surpresa dela, que eu praticamente mandei ela pra… encarei de novo.
- Você me chamou de bruxa?
- Bruxa não, bruxinha, porque você ainda é uma garotinha.
Ela me olhou, me medindo… não sabia se mandava eu tomar no cu, me batia ou sei lá o quê… só falou:
- Tá, me leva pra casa, de quebra você fala com minha irmã.
Arregalei os olhos de surpresa.
- Cê tá louca? Não tenho nada pra falar com sua irmã, você vem descontar a raiva em mim por causa dela e ainda quer que eu te leve pra sua casa?
A gente ficou se olhando… o rosto dela mudou, os lindos olhos verdes ficaram marejados.
- Tô mal, na minha casa o clima é uma merda, minha irmã chorando mas ela é a otária, minha mãe não sabe o que fazer e eu tô sem um puto, porque as duas pratas do ônibus a gente juntou e comprou uma cerveja.
- Pega as duas pratas, vai pra casa.
- Tá, me leva até o ponto do busão, porque daqui tenho que pegar dois, acho que isso você pode fazer… soltando a bruxa que carrega no dna.
E não me deu tempo de responder, deu a volta na caminhonete e parou pra eu abrir a porta, colocou os materiais atrás e sentou com as pernas apontadas pra mim, me olhando como nunca tinha feito.
- Olha onde vim te encontrar, quando contar pra minha irmã ela vai querer morrer. É verdade que você ficou puto com ela porque não te mandou mensagem, porque não acreditou que ela não tinha crédito.
- Conti, não vou falar com você sobre sua irmã.
- Por quê?
- Porque o que eu puder te dizer, você não vai acreditar e também não é certo, chama-se discrição, igual ao que você Você fala comigo, jamais contaria isso.
— Desculpa, mas você nunca falou comigo, sempre foi um chato e grosso.
— Desculpa, a mina que acha que pode vir me dar bronca, quem não falava com o pretinho do teu cunhado era você, então deixa assim, quer? Já me basta e sobra, brigar com uma, pra ainda ter que brigar com as duas irmãs.
— hahahaha
Ela riu com aquele sorriso lindo, escondido, o dos 14 anos, soltou o cabelo e apertou os botões do rádio procurando música.
— O que você vai fazer? — ela perguntou.
— Vou pra casa, quero arrumar umas paradas e comer alguma coisa, já é quase meio-dia e desde as sete da manhã não como nada.
— Posso ir com você? Te ajudo…
Ela não me deixou responder.
— Vou te falar a verdade, a Mamãe acha que vou passar o dia todo na escola, porque falei que era uma feira de ciências em outra escola e que a gente ia ficar até as oito da noite, mas na verdade a gente ia sair pra zuar e tomar cerveja, só que os caras passam do limite e eu não curto muito. Quando te vi, fiquei com medo de você contar pra minha mãe.
— Conti… Se a Soledad ou sua mãe descobrirem que você esteve na minha casa, sozinha comigo, num dia que você fingiu que tava na escola, e que eu também não fui trabalhar… — e meu tom era sugestivo, tentando mostrar a situação pra ela recusar.
Constanza me olhava, e o olhar dela não entendia muito o que eu dizia, aquela expressão linda de inocência e inconsequência. Mais umas quadras em silêncio e de repente:
— Me larga aqui, sabe? Por que você não fala logo que não me aguenta e pronto… seu idiota, que eu tenho que falar com você.
Parei a caminhonete, a mina desceu puta, batendo a porta. Arranquei meio com o cu na mão e fui pra casa. Parei um tempo num supermercado, comprei uns mantimentos e voltei pra casa.
Quando cheguei… pra minha surpresa, a Constanza tava sentada na porta de entrada, com a cabeça apoiada nos joelhos, olhando pra baixo. Abri a garagem pra guardar a caminhonete, e nisso ela começou a andar na minha direção. Me apressei pra fechar o portão. Portão, e quando me aproximei vi os lindos olhos verdes dela, que estavam chorando pra caralho.
— Me perdoa, por favor… — com a voz embargada, ela me abraçou chorando, quase se pendurando em mim. Coloquei a mão nas costas dela, dando uns tapinhas de consolo, dizendo pra ela parar de encher o saco, que não tinha nada pra perdoar.
— Olha como tá minha cara, deixa eu lavar e dar uma arrumada, não posso chegar assim em casa. E se puder, me dá mais dois reais, não dava pra ir pra casa sem antes vir falar com você, tava me sentindo muito mal e descontei em você, sou uma garota idiota. (Soluçando).
De novo com o nó na garganta, abri a porta e ela entrou. Larguei as sacolas do mercado e ela foi pro banheiro. Demorou um tempinho pra sair, até que finalmente apareceu. Tinha tirado a saia do colégio e ficado só com a legging curta que usam por baixo da saia do uniforme, e vestido uma camiseta minha, que ficou enorme nela. Cabelo solto, o rosto meio vermelho de tanto chorar.
Só consegui perguntar:
— Vou fazer bife? Quer?
— Sim.
— Só quero ficar um pouco pra cara melhorar, e juro por tudo que se descobrirem, vou falar que eu vim porque quis e que tudo que aconteceu foi real.
Falei — Coloca uma música no computador que já vou preparar.
Me distraí, não pelo que a garota disse, mas porque já era, então simplesmente esqueci.
— Tem uma cerveja na geladeira ou refrigerante, se quiser. Te acompanho com qualquer um dos dois.
Ela abriu a cerveja, pegou os copos, enquanto eu fritava os bifes. A gente falou besteira, do colégio, dos problemas da casa dela, das fofocas dos colegas novos, aquelas conversas tão bobas, tão simples, mas tão importantes. Quando eu via ela sorrir, os olhos dela apertavam um pouco. Comemos, brindamos. Já era a segunda cerveja e as conversas viraram risada e zoação.
Depois de limpar tudo — a garota lavou a louça —, saímos pra comer mexerica no jardim. A sesta, com o sol nos acariciando, encostados no muro, sentados no chão. pasto com as pernas abertas, com a terceira cerveja aberta.
—Olha só como você é peludo, jogando esses pelinhos das suas pernas em mim.
—Ai, dói!! Para de encher o saco,
—Que mariquinha!!!! A gente, mulher, se depila toda e não reclama.
—Tá bom, sou viado, mas não fica puxando meus pelos.
E aquela brincadeira continuou com empurrões, umas lutinhas de empurrão, como se quisesse me enforcar, me deixei cair no pasto e ela pulou em cima de mim, apoiou a boceta na minha pica, abrindo só um pouquinho as pernas, minha ereção foi na hora, a gente se olhou por um segundo e os dois foram pro beijo, roçamos os lábios primeiro de leve, como sentindo o gosto e aquele olhar, pra depois o beijo ficar profundo.
Coloquei as mãos na cintura dela e ela apertou um pouco mais, enquanto os beijos dela não me deixavam espaço pra razão, minhas mãos percorreram por baixo da camiseta a pele macia das costas dela… e ela só fazia uma pressãozinha da boceta na minha pica, aliviava por instantes e apertava de novo… consigo descrever cada centímetro da pele das costas dela, que mal roçava com os dedos, o cheiro da pele dela, querendo ser mulher mas com muito de menina, as mordidinhas nos meus lábios da boca dela, a respiração e o olhar dela, me levantei sentando, ela abriu bem minhas pernas, levei minhas mãos até a bunda dela e me levantei, caminhando pro quarto, ela pendurada com os pés me abraçando quase pela cintura, os beijos dela sem parar, minhas mãos no paraíso, a bundinha redonda de menina, a gente caminhou junto até chegar na cama, sentando ela na ponta, me ajoelhei me metendo entre as pernas dela, a menina me beijava com as duas mãos no meu rosto, de vez em quando se afastava me olhando e voltava beijando meu nariz, a parte de cima da boca, os olhos e se afastava de novo e voltava a me olhar.
Devagar tirei a camiseta dela e ela tirou a minha, pedi pra ela me abraçar, quando ela fez isso soltei o sutiã dela, ela tremeu, me afastei pra olhar ela e ela, com vergonha, parecia querer se cobrir, pedi pra ela me abraçar de novo e quando ela fez isso pedi pra ela roçar o peito dela no meu, aquelas tetas lindas, com biquinhos pequenininhos que mal apareciam, ela roçava de leve no meu peito, passando de um lado pro outro, da esquerda pra direita, subindo e descendo, ela tentava olhar, mas eu não deixava, puxava ela de volta pra mim, pedindo – me acaricia, Constanza… colocando o pescoço dela na minha boca, quase um beijo, quase um chupão, meus beijos nos ombros dela, os chupões como se eu quisesse ficar com aquele gosto… peguei as duas mãos dela e levei pra trás, me inclinei um pouco pra baixo, procurando os peitos e forçando ela com os braços pra trás a empurrar um pouco o peito pra mim – Me olha, Constanza… a centímetros do biquinho, abrindo um pouco a boca – Me olha, Constanza… os olhos verdes dela não desviavam… - por favor, chega, ela me fala, faz logo de uma vez… abri a boca e o peito dela entrou, meus lábios como uma membrana começaram a cobrir, empurrei mais pra dentro pra entrar um pouco mais, soltando as mãos dela, ela agarrou minha cabeça, gemendo e me puxando pra perto, o primeiro chupão foi forte pra doer um pouco e depois suave, chupava só roçando os biquinhos dela, as auréolas, os lados dos peitos, ela tinha a cabeça meio levantada, os olhos fechados e gemia baixinho, quase não se ouvia
Fiz ela deitar na cama e com a ponta da língua, desci até a barriguinha, a pele era muito macia e o cheiro quase de menina, tão branca que ficavam uns pontinhos vermelhos que quase sumiam na hora quando meu beijo era mais forte, uma pintinha em cima de um umbiguinho pequeno era tipo uma frutinha de sobremesa, percorria aquele caminho, de olhos fechados, sentir com minha boca, sentir com meus ouvidos a linguagem dela e com minhas mãos memorizar o corpo dela, beijei sem pressa, sem pausa, descendo cada vez mais
Quando cheguei na legging dela, fui descendo com as duas mãos, beijando cada centímetro que descobria e com cada beijo me aproximava mais e mais, tive cuidado especial de deixar a calcinha dela, cor de rosa, descendo a legging beijei os joelhos, as panturrilhas o peito do pé... os dedos dos pés um por um na minha boca, a legging foi pro chão e pedi pra ela virar, deitando um pouco mais pra dentro da minha cama, ela virou arrumando o cabelo pro lado, as pernas juntas, a calcinha tentando cobrir as bundinhas e não conseguindo, tem paisagens lindas na natureza, mas a que eu tinha na minha frente... tirei toda a minha roupa e de baixo retomei o que tinha deixado, beijando as pernas devagar e roçando minha pica em partes, pedia de vez em quando pra ela falar meu nome e perguntava se ela sentia quando eu roçava, ela tava com a boca entreaberta respirando, subi enfiando a mão no meio das pernas dela, abrindo elas, um pouco meus dedos tocaram a buceta por cima da calcinha, ela levantou gemendo um pouco a raba, parei nas bundinhas dela, beijava e mordia, cm por cm e meu dedo indicador, tinha se enfiado na frente entre a calcinha e encontrei os pelinhos, pouquinhos, pequenininhos, macios e só roçava eles, sem descer mais, sem puxar a calcinha e com a cabeça da minha pica, roçava as panturrilhas dela, primeiro uma e depois a outra. Até que a calcinha ficou com uma mancha, puxei um pouco pro lado, levantei um pouco a raba dela, enfiei minha cara e só chupei aquele líquido, de olhos fechados e chupei de novo, ela se contorcia, Constanza, e gemia mais forte, era uma bucetinha pequena, os lábios fininhos apertados, rosados, e passei a língua, devagar, aproveitando, um lado primeiro, depois o outro e aí esticava a língua mais pra fora e empurrava pelo meio, meu nariz roçava o buraquinho do cu, rosado, sem uma ruga, e levantava ela um pouquinho mais, colocava a língua quase nos pelos dela e percorria pelo meio da buceta, o cu, parando e empurrando um pouco com a língua, até onde terminava a linha nas costas dela, a gata segurava forte a colcha e com a boca entreaberta respirava, às vezes falava meu nome e às vezes simplesmente não conseguia, aproveitei cada instante, não queria ela Penetrar ela, curtir com minha boca, com meu nariz, com meus ouvidos… a pica parecia doer de tão dura, pulsava igual contração de vez em quando.
Beijando as costas dela, desci com a língua, com as duas mãos puxei a calcinha dela devagar e, observando o que descobria, não parava de olhar cada centímetro da Constanza, as bandas da bunda, o rego comprido, o furinho rosado que eu explorava com a ponta da língua, e a Conti dizia que não, mas levantava um pouco mais a bunda pra eu não me perder. A calcinha finalmente saiu dos pés dela, a rabetinha um pouco levantada, a buceta fechadinha, meio vermelha de tanto que eu tinha chupado. Subi em cima da mina e coloquei a pica no meio das bandas da bunda, bem no rego, e me mexia pra cima e pra baixo feito uma punheta. A mina acompanhava o movimento e gemia, tentando acariciar minhas pernas com as mãos… mordendo de leve o pescoço dela e, de vez em quando, beijava a boca dela.
Virei ela, o momento tinha chegado. Ajeitei ela com minhas pernas, abrindo as dela. Ela me olhava, buscando minha atenção.
— Sebastián, tô com medo.
— Por quê? — perguntei.
— Nunca transei com ninguém ainda.
Não falei nada, beijei ela. Devagar, me ajeitei, encostando a cabeça da pica nos lábios da buceta, sem pressionar. Ela, meio tensa, prestava atenção. Fiquei parado. Segundos depois, ela perguntou o que tava rolando, e eu respondi: não posso fazer nada se você não estiver comigo… Ela sorriu, me beijou igual no começo, e eu empurrei um pouco, bem na entrada. Senti aqueles lábios pequenos se separando. Tava bem molhada. Saí um pouco e passei a cabeça da pica nos lábios da boceta dela. Voltei pra entrada e empurrei mais um pouco, enquanto não parava de beijar e acariciar ela por onde sentia. Saí de novo, passei a cabeça e busquei a entrada outra vez, empurrando um pouco mais que da vez anterior, até o ponto em que senti ela apertar a cabeça da pica e a Constanza, na cara dela, mostrava a dor. Naquele ponto, parei. A Constanza me olhou, a gente se olhou por uns instantes e... empurra, empurra, empurra, sentia como ela se abria, Constanza tentava fechar as pernas e eu não deixava, sentia como ela apertava minha cabeça a cada milímetro que eu avançava e ouvia os gemidos de Constanza, uma mistura de dor e prazer, acho que cheguei no fundo e saí devagarzinho, entrei de novo, Constanza tentava com as mãos parar o movimento do meu quadril e eu não parava, entrava e saía de novo, até os lábios e depois no fundo de novo, com duas ou três bombadas no fundo, sentindo como a buceta apertava a pica dentro da mina, bombeei mais umas vezes e de repente me levantei um pouco pra olhar como eu tava penetrando ela, minha pica tava com sangue, entrei de novo, a mina tentava frear minha bombada, só fazia eu meter mais forte e mais fundo... bombava com força, às vezes suave, beijava ela, chupava os peitos com força e às vezes suave roçava neles, era uma mistura de paixão, dominação e grossura e doçura, romantismo...
E tudo começa com um arrepio que sobe da ponta dos meus pés, um desejo instintivo de abrir um pouco mais as pernas, sair até a ponta da buceta e poder me ver a pica com as veias inchadas, toda vermelha de sangue e voltar a entrar até o fundo, mais devagar, sentia a pulsação, a contração da pica... Saí pra fora pensando em roçar os lábios dela de novo, quando voltei a percorrer pra dentro sabia que no fundo eu gozava... entrei na mina de novo, devagar, quase segurando, retardando o momento de gozar, como me concentrando e quando senti o fim, minha pica cuspiu um jato de porra que me fez tremer de susto, soltei um grito de prazer, Constanza ficou quietinha, com as mãos nos meus braços, uma bombadinha e saiu o segundo jato, a pica pulsando forte... e vieram outros menores, eu tentava respirar, Constanza me olhava.
Desabei em cima dela, abraçando, fiquei um tempão infinito, sentia como a pica pulsava dentro dela e de vez em quando empurrava um pouquinho, sentia a Contração, tinha saído cum demais... demais.
Pouco depois, sentei e fiquei olhando pra buceta dela, saindo um jato de porra misturado com um pouco de sangue. Ela mantinha as pernas abertas, olhando pro lado, tentando voltar ao ritmo normal da respiração. Depois, fechou as pernas e quase foi pro banheiro. Fico me perguntando o que ela pensava... só sorri pra ela. Não tem palavras que expliquem o que a gente sente... é só a glória.
1 comentários - A lei é pra ser quebrada - parte um
te dejo un puntin
saludos