Encontros 2

Uma das melhores tardes de trampo que já tive!
Já fazia um tempo que eu e Clara tínhamos encontros puramente sexuais, a gente criou uma confiança mútua, a ponto de não usar camisinha, porque ela não pode mais ser mãe de novo, algo que fazia a gente transar sem culpa e sem pensar em nada além de trepar e trepar de novo.
Numa dessas tardes, ela veio me visitar, eu tava sozinho, sem meu sócio, o local aberto ao público.
A gente se beijou, se apalpou um pouco com cuidado, e de repente Clara parou e falou: "puta merda, vou embora" – já vai? respondi. "Sim, faz meia hora que tô aqui e você ainda não fechou pra me comer!"
Nem imaginam a velocidade que fechei meu negócio naquela tarde, nunca na vida aconteceu algo igual.
Botei ela pelada, lembro que ela tava com uma mini infartante, chupei tanto a buceta dela que minha língua ardia, até que ela sentou no meu pau e cavalgou como já me tinha acostumado.
De repente, até percebemos que estávamos prestes a destruir a divisória de drywall que deixava parte do local escondida.
Pouco importou, a gente desmontou tudo, Clara começou a gritar como poucas vezes, terrível, feito uma gostosa, o que me deixou insaciável, gozamos, e voltamos a trepar como se nada tivesse acontecido, e de novo desmontamos tudo, sentamos num sofazinho de tecido que ficou todo manchado até que de quatro, no chão mesmo, enfiei no cu dela pra ela gritar mais e mais alto.
Quando terminei com ela, olhamos a hora: "a puta mãe, são 21h!! Meu marido vai sair me procurar por todo lado!"
A gente se vestiu rápido, abri o portão, saímos e 4 ou 5 "vizinhos" olharam pra gente como quem diz "ah, era esse feio filho da puta com essa mulher gostosa pra caralho?" Dei um beijinho nela, ela parou um táxi e foi embora.
Esse foi o pontapé inicial da Clara mais gritadeira que já conheceram.
Abraço.

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