Bom, chegou a hora! Depois de tanto tempo, me animei a contar algumas das coisas que aconteceram comigo ao longo dessa vida. Por enquanto, vamos contar as vitórias; em outra oportunidade, conto as outras também, mas principalmente as experiências mais divertidas que tive que passar.
Espero que vocês curtam, e se não, bem, com o tempo e os relatos, vamos melhorando aos poucos.
Espero opiniões, conselhos, críticas (construtivas, claro) para ir aprimorando essa arte de contar situações vividas.
E claro, não podia deixar de pedir para me seguirem e compartilharem. Em breve, teremos mais histórias e, se possível, com uma qualidade melhor na narrativa.
Espero que vocês curtam, e se não, bem, com o tempo e os relatos, vamos melhorando aos poucos.
Espero opiniões, conselhos, críticas (construtivas, claro) para ir aprimorando essa arte de contar situações vividas.
E claro, não podia deixar de pedir para me seguirem e compartilharem. Em breve, teremos mais histórias e, se possível, com uma qualidade melhor na narrativa.
Janeiro, ardente janeiro. Era um daqueles dias de calor intenso, sufocante, com um vento igualmente quente. Até na sombra dava pra sentir o brilho do sol queimando o rosto.
Por algum motivo que não lembro, consegui sair bem mais cedo do trabalho, o que era bem raro, e aproveitei pra passar pelo centro da cidade pra comprar alguma bebida refrescante, já que nesse horário quase não tinha trânsito. Me vi quase sozinho pelas ruas naquela hora da tarde, devia ser por volta das 15h, e mesmo indo de carro com o ar-condicionado no máximo, dava pra ver o calor que fazia lá fora. O brilho dos prédios, a miragem que se forma no asfalto, aquele reflexo cegante que faz tudo parecer num tom esbranquiçado... tudo me dizia que a rua estava intratável e que eu não devia sair do meu casulo protetor.
Por uma dessas casualidades do destino, virei numa rua por onde nunca passo, quando de longe avistei uma figura. No começo pensei que fosse uma daquelas miragens, mas pouco depois percebi que era uma figura humana, embora não conseguisse distinguir o gênero, nem mesmo a altura ou o biotipo. Conforme me aproximava, pude notar que se tratava de uma mulher caminhando pela calçada sob o sol pleno, e, pra piorar, num trecho de várias quadras não havia uma única árvore ou sombra salvadora. O sol castigava perpendicularmente a calçada, sem piedade.
Enquanto me aproximava daquela silhueta, aquela miragem ia ficando, metro a metro, cada vez mais familiar. Parei a alguns metros à frente de onde ela caminhava. Seu movimento ao andar era tão provocante, mas nada forçado, dava pra ver que o balançar dos quadris era natural. Mesmo com ela centralizada no retrovisor, ainda não conseguia vê-la por completo, quando ela passou pelo lado do carro e, com a maior das cortesias, perguntei se podia levá-la a algum lugar, dar uma carona por algumas quadras até seu destino. Um pouco... Largado? Sim, uma proposta meio estranha? Também, mas sinceramente não sei por que fiz isso, talvez tenha sido hipnotizado pela maneira como ela andava, não sei, mas algo me dizia que por algum capricho estranho do universo eu deveria estar ali. Foi então que ela, com a maior calma e sem medo, considerando a insegurança em que se vive atualmente, me disse: "Desde quando você anda abordando mulheres na rua para levá-las a algum lugar?"; ao que eu, ainda deslumbrado pelo brilho dos edifícios, consegui reconhecer aquela voz. Uma voz com a qual não apenas tinha sonhado inúmeras vezes, mas também tinha fantasiado na mesma quantidade. Segundos depois consegui focar minha visão e, para minha surpresa, era Laura, uma amiga da adolescência com quem tínhamos sido muito amigos, me arriscaria a dizer melhores amigos.
Naquele exato instante, esqueci o calor, o castigo da luz do sol nos meus olhos e na minha pele, esqueci tudo diante da alegria de ter encontrado uma amizade tão querida para mim e que me trazia tantas lembranças, tanto que automaticamente desci do carro e fui cumprimentá-la. Assim, sem perder minha surpresa, me aproximei, dei-lhe um abraço e vieram todas as perguntas de praxe: como você está? O que aconteceu com sua vida? O que você está fazendo por aqui?, etc.
Dessa forma, conversamos por um breve instante e ela me disse: "Por que não continuamos conversando no carro? Estou assando aqui fora"; aceitei, não sem antes percorrer um pouco sua humanidade com o olhar. Ela havia se tornado uma mulher lindíssima, e embora eu a lembrasse como uma garota realmente linda, percebia nela uma evolução de adolescente para mulher e digo MULHER. Um pouco mais alta do que eu, digamos 1,73 ou 1,75 m aproximadamente contra meus 1,69 m, ela me superava claramente, claro, isso considerando que ela usava uns saltos de uns 7 ou 8 cm, o que, aliás, também realçava sua bunda carnuda e bem formada; suas pernas longas, extensas, torneadas tão delicadamente e uma cinturinha... que as esculpia como a mais bela das obras de arte e como não contar sobre seus seios não tão grandes, mas turgentes. Seus ombros brilhavam ao sol e delineavam uma costas pequenas, em seu pescoço repousava uma gargantilha mínima que se contagiava do apetitoso perfume de sua pele, ahh… ela cheirava tão bem! Ainda sinto seu perfume no vento. E para finalizar sua descrição, o que posso dizer sobre esse rostinho angelical, esse rostinho que derrete qualquer homem por mais durão que seja, que te faz esquecer seus pensamentos, que quebra suas convicções. O que dizer desse rostinho? Que adornado por lábios grossos e sensuais e por olhos castanhos com o olhar mais profundo do universo, bate às portas da fantasia.
Obnubilado ainda pela visão de sua beleza, estendi a mão com cavalheirismo para ajudá-la a entrar enquanto segurava a porta, foi ali que pude sentir a suavidade deliciosa de sua mão. Comecei a me sentir um pouco tenso, nervoso, não sei… algo despertava em mim com essa mulher, algo mais que apetite ou luxúria, era mais profundo que isso, não sei.
Perguntei aonde ela queria que a levasse, ao que ela respondeu que ia para casa, que também havia saído um pouco antes do trabalho e não havia conseguido táxi, que se não fosse incômodo, aceitaria que a levasse algumas quadras. Definitivamente para mim não era problema algum, pelo contrário, comentei que aquele tinha sido meu dia de sorte por poder encontrá-la depois de tantos anos. Seguimos rumo à sua casa guiado por suas indicações e conversando sobre coisas banais, até que em um momento, e não sei por que razão, saiu dos meus lábios uma confissão que nem em sonhos eu teria feito. Talvez fosse um momento de vulnerabilidade ou talvez o efeito do calor, mas comentei que, quando adolescente, tinha fantasiado inúmeras vezes em ter algo com ela. Imediatamente me desculpei com ela por ter dito aquilo e disse que não era minha intenção me aproveitar do momento e que era algo que guardava há tantos anos. que ao vê-la, instintivamente soltei aquilo. Fiquei surpreso quando ela disse: "Tanto alvoroço por isso? Se é por isso, não se preocupe, eu também guardei coisas desde nossa adolescência e não posso negar que naquela época também te via como mais que um amigo, mas não sei por que nunca tive coragem de te contar. Mas bem, o tempo passa e todos mudamos, seja para melhor ou para pior." E acrescentou, sorrindo: "Não fique maluco, fique tranquilo que eu levo como um elogio e ao mesmo tempo me dá pena que a gente tenha calado o que sentia naquela época, seja qual for a razão para não falar, mas bem, já passou." O resto do caminho tentei mudar de assunto e conversar sobre coisas mais cotidianas, mas tinha ficado a pulga atrás da orelha de que poderíamos ter ficado juntos de alguma forma, seja como namorados ou só como algo mais casual, o que também não me incomodaria.
Na hora de chegar no apartamento dela, ela disse: "Quer entrar para tomar algo gelado? É o mínimo que posso fazer depois de você me trazer para casa, além do mais temos que nos atualizar, afinal faz anos que não nos vemos." Obviamente aceitei com prazer e talvez inconscientemente esperava algo mais do que uma conversa agradável acompanhada de algo gelado para beber.
Subimos para o apartamento dela, que ficava no terceiro andar, mas para minha surpresa o prédio não tinha elevador e eu disse: "Não tem elevador?" Ao que ela respondeu: "Por que você acha que eu estou com esse corpo?" enquanto batia com a mão aberta entre a coxa e a bunda. Meu Deus, como aquela palmada sonora naquela carne firme e apetitosa me deixou louco. A partir daí subimos as escadas até o apartamento dela e, claro, eu durante todo o caminho, obrigatoriamente, tive que observar seu delicioso bumbum na minha frente, inclusive tive uma tentação enorme de dar uma boa palmada naquela bunda, mas no final milagrosamente consegui me controlar. Ela abriu a porta e entrou, me dizendo: "Entra e senta onde você preferir, que eu volto já, vou me refrescar um pouco. Havia um sofá perto da porta, apontando naquela direção, e mais adiante, à esquerda, uma mesa com seis cadeiras na área que seria a cozinha, tudo num mesmo ambiente sem divisórias, o que dava a sensação de que o apartamento parecia maior do que realmente era. Sentei-me numa das cadeiras da cozinha quando, de repente, ouvi o som do chuveiro. Não sei por que, mas comecei a pensar e imaginar como ela estaria no banho, visualizando a água escorrendo pelo seu corpo delicado e, inevitavelmente, comecei a ter uma ereção. Ninguém estava me vendo, mas mesmo assim fiquei com vergonha; ela poderia sair do banheiro a qualquer momento e me encontrar naquele estado na casa dela. O que ela pensaria de mim se me visse assim na cozinha? Pensava comigo mesmo.
Claro, o que eu nunca imaginei é que, como se não houvesse ninguém em casa, ela saiu do banho e foi direto para o quarto, que era grudado na sala, cobrindo-se apenas com uma toalha minúscula. Ela vira na porta do quarto e me diz: "Não vai embora, que num minuto eu tô com você". Então, entra no quarto deixando a porta entreaberta, o que me permitia ver como ela secava seu corpo lindo, e acho que ela sabia que eu estava espiando, porque parecia que ela sorria enquanto se trocava. Fiquei nervoso quando ela saiu do quarto e me perguntou: "Sentiu minha falta?" "Nah, acho que não, você me perdeu só por uns minutinhos, haha", disse ela, sorrindo de modo safado.
"O que você quer tomar?" ela pergunta e, claro, mesmo parecendo um pouco ordinário, pedi uma cerveja. "Ok", ela diz, "eu vou tomar uma também", e, caminhando em direção à geladeira, não consegui parar de olhar para aquele bumbum, tão firme, tão empinado, definitivamente tão apetitoso, e piorou quando ela se abaixou, curvando a cintura e levantando ainda mais a bunda. Não queria acreditar que ela estava fazendo de propósito, bom, na verdade queria acreditar, haha... O curioso é que eu me sentia tão extasiado e tão nervoso ao mesmo tempo que não conseguia reagir para agarrá-la pelos quadris e me aproveitar totalmente dela. posição. A verdade é que, enquanto não tomávamos as cervejas, começamos a conversar sobre nossos trabalhos, nossas vidas em geral. Enquanto contávamos coisas e relembrávamos velhos tempos, tomávamos outra cerveja que, por causa do calor, descia como água e, claro, isso não deixaria de causar seu efeito. Depois de termos tomado algumas cervejas, a conversa foi ficando um pouco mais interessante à medida que segredos iam surgindo e algumas confissões, inclusive experiências com nossos ex-parceiros, incluindo algumas relacionadas às lençóis.
Acho que essas coisas que contávamos começaram a ter um efeito em mim, porque eu começava a me sentir muito excitado e, claro, não conseguia disfarçar. Naquele momento, meu pau já começava a ganhar outras dimensões e acho que Laura tinha percebido a situação, porque naquele exato momento ela começou a ser mais explícita sobre suas experiências sexuais, até que em um momento ela me perguntou:
- O que te deixaria louco que fizessem em você?
- Uhh, tantas coisas têm… (respondendo com um certo tom de timidez)
- Ah, que vivo! Eu estou perguntando sobre o que estou contando. O que você gostaria de experimentar alguma vez?
- Tudo, gostosa, tudo… e, pegando coragem — porque naquele momento teria sido estúpido não fazer —, eu disse: “mas tudo com você, linda”. No mesmo instante, ela se levantou de um salto e, me olhando com muita intensidade, veio rapidamente na minha direção. Tive medo que ela tivesse ficado brava e levantado para me dar um tapa pelo que eu tinha acabado de dizer, mas não. Ao chegar na minha frente, ela imediatamente sentou em cima de mim e me deu um beijo profundo que tirou meu fôlego. Ela me segurava pela nuca e acariciava meu cabelo enquanto me beijava e esfregava seu corpo contra o meu. Eu podia sentir como o corpo dela também estava reagindo: seus mamilos endureciam e eu percebia sua respiração ficando ofegante, enquanto os beijos ficavam mais quentes e intensos. Seus shorts curtíssimos marcavam o formato delicioso da sua bunda, que não demorou para… confirmar sua textura macia e a incrível firmeza daquela iguaria suculenta.
Laura começava a mostrar sinais de excitação ao mover os quadris e esfregar sua quente buceta contra a minha, separadas apenas por alguns milímetros de tecido. Nossa respiração estava tão acelerada, estávamos tão desesperados para nos provar um ao outro, com tanta ansiedade que não queríamos perder nem um milímetro do outro. Beijava sua boca carnuda, suas bochechas, seu pescoço perfumado, mordia suavemente seu ombro, e isso parecia ter um efeito poderoso nela, pois ela me abraçava com mais força enquanto sua respiração falhava e voltava com um grande suspiro.
Depois de um dos beijos mais molhados e apaixonados que já experimentei, Laura se levantou e, ainda sentada sobre mim, ficou me olhando por alguns segundos, mordendo os lábios. Então, com um sorriso sexy nos lábios, disse: "Você não faz ideia de quantas vezes sonhei com uma situação como essa com você. Já acordei tão molhada quanto estou agora. Mas desta vez vou poder realizar algumas coisas que sonhei com você." Não consigo explicar com palavras como esse comentário me deixou excitado. Senti meu pau, além de duro, começar a vazar líquido pré-seminal.
Para o que estava prestes a acontecer, não podia deixar que nada saísse imperfeito. Por isso, perguntei se ela se importava se eu tomasse um banho. Ela me olhou e respondeu com uma voz bem safada que a única coisa que a incomodava era eu não ter pedido para ela me acompanhar. Respondi que mal podia esperar por isso. Rapidamente, ela pegou minha mão e quase me arrastou até o banheiro. Lá, tirou minha roupa com uma velocidade incrível e se despiu ainda mais rápido, para que entrássemos juntos no chuveiro. Foi tão bom sentir o aroma e o toque suave de seu corpo, beijar seus lábios sob a água, saborear seus seios, acariciar desde suas costas até sua bunda firme. Ela se dedicava a me beijar... quase com desespero, enquanto com a mão ela pegava meu pau e masturbava lentamente, mas sem parar, e eu, pra não ficar atrás, busquei com meus dedos sua carnuda e encharcada buceta. Inacreditavelmente molhada, sua apetitosa buceta permitia que meus dedos a invadissem por completo. Ficamos assim um bom tempo, nos curtindo mutuamente e nos fazendo curtir.
Num dado momento, Laura me empurra contra a parede do box e me diz, com um olhar desafiador e uma cara bem de putinha:
– Agora vou te mostrar o que é bom.
Ela se ajoelha na minha frente, agarra meu pau, saliva nele e engole até a metade. Se esmera, dá algumas chupadas com muita sucção, sem parar de me olhar e lamber os lábios quando eles não estão ocupados pelo meu membro. Passa a língua desde as bolas até a ponta e engole de novo, dando mais algumas chupadas quase frenéticas.
Enquanto eu curto e tento me segurar pra que essa mamada maravilhosa não me faça gozar feito um animal, fico hipnotizado pela vista linda que a água escorrendo pelas suas costas pequenas e desembocando na sua bunda me proporciona, enquanto ela se masturba.
– Você gosta do que eu tô fazendo, bebê? – ela me diz com voz de gatona.
– Adoro, mas se continuar assim não vou durar muito – falo com a voz embargada.
– Relaxa, temos tempo pra fazer o que quiser.
– Sim, mas você faz tão bem que vai me fazer gozar na hora.
– Não se preocupa, tô com vontade de experimentar o gosto da sua porra.
Isso, nem preciso dizer, explodiu minha cabeça. E ela, percebendo, aumentou a velocidade e a intensidade da chupada. Chupava enquanto me olhava nos olhos, fazendo sua melhor carinha de safada e gemendo. Tirava da boca, cuspia e chupava de novo como uma endiabrada, me dizendo com a voz mais provocante possível:
– Vai, amor, me dá toda sua porra na boquinha, vai… mmm, quero agora.
(Lembro da voz dela e fico duro de novo. Esse é o efeito que ela tem em mim.) kkkk).
Ela continuou chupando até eu sentir que não conseguia mais lutar contra o impulso de explodir na boca gulosa da Laurita, que, sem tirá-la, começou a receber toda a minha porra quente na boca.
— MMMMM!!! — ela dizia, como se estivesse saboreando a iguaria mais deliciosa. Era tudo que a Laurita conseguia expressar, já que meu pau tinha inundado até a garganta dela. Ela não parou de chupar e lamber meu pau até deixá-lo o mais limpo possível, não deixou uma gotinha.
Ela se levantou, apoiou o rostinho lindo no meu peito e, enquanto continuava acariciando meu pau e eu a abraçava, ela disse:
— Adoro seu pau, papi, mal posso esperar para tê-lo dentro da minha buceta.
— É mesmo? Quer que eu te coma já?
— Sim, e quero que você me diga o quão forte vai me foder.
— Vou te foder tanto!!! Vou te enfiar a tarde toda.
— Adoro quando você fala assim.
O anjinho tinha se transformado em demônio, mas eu não estava com medo, estava com tesão. Incrivelmente, meu pau ainda estava duro, e a Laura não pensava em desperdiçar nem essa ereção nem o tesão que ainda tínhamos. Segurando meu pau, ela me levou ao quarto dela, um lugar não muito amplo, mas agradável, com uma cama gigante e alguns pufes grandes que aproveitaríamos em outras oportunidades.
Quando entramos no quarto, ela sentou na cama e, comigo de frente, quis me chupar de novo, mas eu a segurei e disse: “Agora é minha vez de te mostrar o que é bom”. Ela me olhou com a melhor expressão de cumplicidade. Ela ficou de quatro na cama, e eu, quase desesperado, mergulhei na sua bunda linda, comecei a saborear sua buceta deliciosa e, com o mesmo cuidado, me dediquei a dar prazer ao seu cuzinho também. Depois de um tempo, pedi que ela se virasse e se deitasse bem na beirada da cama. Peguei suas pernas torneadas e beijei cada centímetro até chegar à sua buceta, lambi ela toda, prestando mais atenção no clitóris. Estimulei com a língua e massageei com meus lábios, meu dedo entrou na... a umidade de sua buceta, sentindo como era bem recebida. Brincava com minha língua desde seu cu, passando por sua gostosa ppk e chegando a parar em seu umbigo. Assim passaram vários minutos até que Laura começou a gemer mais forte e me disse: "você vai me fazer explodir, baby, como eu gosto do que você está fazendo, me sinto tão puta, me sinto sua puta". Seu corpo começou a se contorcer e dar espasmos, seus gemidos eram urros, quase gritos, ela me pegou pela cabeça e disse: "se você parar, eu te mato", "continua assim, papi, não para" e imediatamente tudo ficou em silêncio, ela começou a tremer e depois ficou quieta com a cintura arqueada para cima, sem emitir som e sem respirar, foram alguns segundos e depois um grito e novamente os tremores e espasmos. Me levantei para beijá-la e ela me abraçou muito forte enquanto ainda duravam os espasmos que o orgasmo havia provocado nela. Quando ela me abraçava tão forte que quase doía, ela me diz ao ouvido: "filho da puta, olha como você me deixa, como me deixa excitada, agora você vai me comer inteira, vai enfiar até as bolas".
Em pé ao lado da cama, coloquei-a de quatro bem na borda, aproveitando o glorioso panorama que a imagem de sua bunda linda oferecia, e me preparei para penetrá-la. Tão molhada estava aquela buceta rosada que quase não ofereceu resistência ao meu pau, que, estimulado pelo prazer que refletia no rostinho de Laura, havia permanecido com a dureza máxima. No momento de entrar nela, Laura soltou um suspiro misturado com um gemido do fundo de sua garganta, e seu rosto expressava o máximo prazer, quase uma súplica para que eu não parasse de proporcioná-lo. A penetrava lentamente, mas profundamente, ao mesmo tempo em que me agarrava firmemente em seus gloriosos quadris. Nossos gemidos se confundiam no quarto à medida que essa dança sensual que nossos corpos executavam com uma sincronia inesperada se acelerava. Depois de alguns minutos, ela se separou de mim e me convidou para me deitar na cama. Quando eu estava deitado na cama... Com um único movimento, Laura sobe em cima de mim e crava meu pau com habilidade admirável. Assim, ela começa a cavalgar sobre mim, esfregando seus peitos no meu rosto. Eu respondo agarrando-os com as duas mãos e levando-os à minha boca, começando a chupar quase desesperadamente seus mamilos já excitados. Eram uma delícia, não só pelo sabor, mas também pelo perfume, pela textura, pela maciez — tão firmes quanto o resto do seu corpo. Eu os lambia, tentando não perder um único centímetro daquela dupla maravilha.
Nem havia percebido que, enquanto me distraía com seus peitos, Laura me olhava extasiada, quase incrédula com a experiência tão excitante que estávamos vivendo. Enquanto isso, ela cavalgava e se rebolava com uma destreza admirável, gemendo, ofegando e soltando gritinhos baixos de vez em quando, o que me deixava ainda mais frenético. Sem tirar meu pau de dentro de sua buceta, virei-a, deixando-a deitada na cama para uma posição de missionário perfeita. Continuamos nos olhando nos olhos enquanto nos curtíamos mutuamente e nos beijávamos com desejo extremo — tanto que, às vezes, ela me dava pequenas mordidas nos lábios enquanto repetia uma e outra vez que queria que eu a comesse como uma puta, que queria ser minha putinha pessoal.
Naquele momento, meu tesão atingiu níveis inimagináveis. Depois de vários minutos de metida forte e ritmada, ela se sentou, ficando os dois na cama, ainda com meu pau dentro dela. Me abraçou e começou a pular sobre meu pau quase com violência. Foi aí que comecei a sentir os músculos da sua vagina se contraindo, apertando meu pau enquanto ela continuava com sua cavalgada furiosa. Isso foi seguido por gemidos mais altos da parte de Laura e por tremores no seu corpo, mesmo com meu membro duro ainda dentro dela.
À beira de explodir, eu também digo que não aguento mais. Então, Laura habilmente se joga na cama de frente para meu pau e começa a chupá-lo como uma louca, enquanto me lembra que quer todo o meu leite. em seus peitos. Depois de alguns segundos de uma chupada magistral, ajudada pela masturbação de suas mãos delicadas, não aguentei mais e enchi seus peitos, seu pescoço e parte do seu rosto com uns bons jatos da minha porra. Um pouco caiu na boca dela, e fiquei maluco vendo ela saborear esses restos de gozo que tinham ficado no corpo dela. Ela pegou meu pau e levou à boca, chupou como se quisesse extrair até a última gota e me diz: "Eu te disse que queria toda a sua porra", ao mesmo tempo que sorria de maneira safada.
Terminamos jogados na cama, exaustos, totalmente suados, nos acariciando. Depois tomamos um banho, obviamente juntos, onde rolou mais um pouco de ação, só que mais leve, mais beijos e carícias, para depois tomarmos algo para nos reidratar, hehe. Mas claro, nosso reencontro não terminaria aqui; a tarde-noite ainda nos reservava mais prazer, mas isso deixaremos para outro relato.
Por algum motivo que não lembro, consegui sair bem mais cedo do trabalho, o que era bem raro, e aproveitei pra passar pelo centro da cidade pra comprar alguma bebida refrescante, já que nesse horário quase não tinha trânsito. Me vi quase sozinho pelas ruas naquela hora da tarde, devia ser por volta das 15h, e mesmo indo de carro com o ar-condicionado no máximo, dava pra ver o calor que fazia lá fora. O brilho dos prédios, a miragem que se forma no asfalto, aquele reflexo cegante que faz tudo parecer num tom esbranquiçado... tudo me dizia que a rua estava intratável e que eu não devia sair do meu casulo protetor.
Por uma dessas casualidades do destino, virei numa rua por onde nunca passo, quando de longe avistei uma figura. No começo pensei que fosse uma daquelas miragens, mas pouco depois percebi que era uma figura humana, embora não conseguisse distinguir o gênero, nem mesmo a altura ou o biotipo. Conforme me aproximava, pude notar que se tratava de uma mulher caminhando pela calçada sob o sol pleno, e, pra piorar, num trecho de várias quadras não havia uma única árvore ou sombra salvadora. O sol castigava perpendicularmente a calçada, sem piedade.
Enquanto me aproximava daquela silhueta, aquela miragem ia ficando, metro a metro, cada vez mais familiar. Parei a alguns metros à frente de onde ela caminhava. Seu movimento ao andar era tão provocante, mas nada forçado, dava pra ver que o balançar dos quadris era natural. Mesmo com ela centralizada no retrovisor, ainda não conseguia vê-la por completo, quando ela passou pelo lado do carro e, com a maior das cortesias, perguntei se podia levá-la a algum lugar, dar uma carona por algumas quadras até seu destino. Um pouco... Largado? Sim, uma proposta meio estranha? Também, mas sinceramente não sei por que fiz isso, talvez tenha sido hipnotizado pela maneira como ela andava, não sei, mas algo me dizia que por algum capricho estranho do universo eu deveria estar ali. Foi então que ela, com a maior calma e sem medo, considerando a insegurança em que se vive atualmente, me disse: "Desde quando você anda abordando mulheres na rua para levá-las a algum lugar?"; ao que eu, ainda deslumbrado pelo brilho dos edifícios, consegui reconhecer aquela voz. Uma voz com a qual não apenas tinha sonhado inúmeras vezes, mas também tinha fantasiado na mesma quantidade. Segundos depois consegui focar minha visão e, para minha surpresa, era Laura, uma amiga da adolescência com quem tínhamos sido muito amigos, me arriscaria a dizer melhores amigos.
Naquele exato instante, esqueci o calor, o castigo da luz do sol nos meus olhos e na minha pele, esqueci tudo diante da alegria de ter encontrado uma amizade tão querida para mim e que me trazia tantas lembranças, tanto que automaticamente desci do carro e fui cumprimentá-la. Assim, sem perder minha surpresa, me aproximei, dei-lhe um abraço e vieram todas as perguntas de praxe: como você está? O que aconteceu com sua vida? O que você está fazendo por aqui?, etc.
Dessa forma, conversamos por um breve instante e ela me disse: "Por que não continuamos conversando no carro? Estou assando aqui fora"; aceitei, não sem antes percorrer um pouco sua humanidade com o olhar. Ela havia se tornado uma mulher lindíssima, e embora eu a lembrasse como uma garota realmente linda, percebia nela uma evolução de adolescente para mulher e digo MULHER. Um pouco mais alta do que eu, digamos 1,73 ou 1,75 m aproximadamente contra meus 1,69 m, ela me superava claramente, claro, isso considerando que ela usava uns saltos de uns 7 ou 8 cm, o que, aliás, também realçava sua bunda carnuda e bem formada; suas pernas longas, extensas, torneadas tão delicadamente e uma cinturinha... que as esculpia como a mais bela das obras de arte e como não contar sobre seus seios não tão grandes, mas turgentes. Seus ombros brilhavam ao sol e delineavam uma costas pequenas, em seu pescoço repousava uma gargantilha mínima que se contagiava do apetitoso perfume de sua pele, ahh… ela cheirava tão bem! Ainda sinto seu perfume no vento. E para finalizar sua descrição, o que posso dizer sobre esse rostinho angelical, esse rostinho que derrete qualquer homem por mais durão que seja, que te faz esquecer seus pensamentos, que quebra suas convicções. O que dizer desse rostinho? Que adornado por lábios grossos e sensuais e por olhos castanhos com o olhar mais profundo do universo, bate às portas da fantasia.
Obnubilado ainda pela visão de sua beleza, estendi a mão com cavalheirismo para ajudá-la a entrar enquanto segurava a porta, foi ali que pude sentir a suavidade deliciosa de sua mão. Comecei a me sentir um pouco tenso, nervoso, não sei… algo despertava em mim com essa mulher, algo mais que apetite ou luxúria, era mais profundo que isso, não sei.
Perguntei aonde ela queria que a levasse, ao que ela respondeu que ia para casa, que também havia saído um pouco antes do trabalho e não havia conseguido táxi, que se não fosse incômodo, aceitaria que a levasse algumas quadras. Definitivamente para mim não era problema algum, pelo contrário, comentei que aquele tinha sido meu dia de sorte por poder encontrá-la depois de tantos anos. Seguimos rumo à sua casa guiado por suas indicações e conversando sobre coisas banais, até que em um momento, e não sei por que razão, saiu dos meus lábios uma confissão que nem em sonhos eu teria feito. Talvez fosse um momento de vulnerabilidade ou talvez o efeito do calor, mas comentei que, quando adolescente, tinha fantasiado inúmeras vezes em ter algo com ela. Imediatamente me desculpei com ela por ter dito aquilo e disse que não era minha intenção me aproveitar do momento e que era algo que guardava há tantos anos. que ao vê-la, instintivamente soltei aquilo. Fiquei surpreso quando ela disse: "Tanto alvoroço por isso? Se é por isso, não se preocupe, eu também guardei coisas desde nossa adolescência e não posso negar que naquela época também te via como mais que um amigo, mas não sei por que nunca tive coragem de te contar. Mas bem, o tempo passa e todos mudamos, seja para melhor ou para pior." E acrescentou, sorrindo: "Não fique maluco, fique tranquilo que eu levo como um elogio e ao mesmo tempo me dá pena que a gente tenha calado o que sentia naquela época, seja qual for a razão para não falar, mas bem, já passou." O resto do caminho tentei mudar de assunto e conversar sobre coisas mais cotidianas, mas tinha ficado a pulga atrás da orelha de que poderíamos ter ficado juntos de alguma forma, seja como namorados ou só como algo mais casual, o que também não me incomodaria.
Na hora de chegar no apartamento dela, ela disse: "Quer entrar para tomar algo gelado? É o mínimo que posso fazer depois de você me trazer para casa, além do mais temos que nos atualizar, afinal faz anos que não nos vemos." Obviamente aceitei com prazer e talvez inconscientemente esperava algo mais do que uma conversa agradável acompanhada de algo gelado para beber.
Subimos para o apartamento dela, que ficava no terceiro andar, mas para minha surpresa o prédio não tinha elevador e eu disse: "Não tem elevador?" Ao que ela respondeu: "Por que você acha que eu estou com esse corpo?" enquanto batia com a mão aberta entre a coxa e a bunda. Meu Deus, como aquela palmada sonora naquela carne firme e apetitosa me deixou louco. A partir daí subimos as escadas até o apartamento dela e, claro, eu durante todo o caminho, obrigatoriamente, tive que observar seu delicioso bumbum na minha frente, inclusive tive uma tentação enorme de dar uma boa palmada naquela bunda, mas no final milagrosamente consegui me controlar. Ela abriu a porta e entrou, me dizendo: "Entra e senta onde você preferir, que eu volto já, vou me refrescar um pouco. Havia um sofá perto da porta, apontando naquela direção, e mais adiante, à esquerda, uma mesa com seis cadeiras na área que seria a cozinha, tudo num mesmo ambiente sem divisórias, o que dava a sensação de que o apartamento parecia maior do que realmente era. Sentei-me numa das cadeiras da cozinha quando, de repente, ouvi o som do chuveiro. Não sei por que, mas comecei a pensar e imaginar como ela estaria no banho, visualizando a água escorrendo pelo seu corpo delicado e, inevitavelmente, comecei a ter uma ereção. Ninguém estava me vendo, mas mesmo assim fiquei com vergonha; ela poderia sair do banheiro a qualquer momento e me encontrar naquele estado na casa dela. O que ela pensaria de mim se me visse assim na cozinha? Pensava comigo mesmo.
Claro, o que eu nunca imaginei é que, como se não houvesse ninguém em casa, ela saiu do banho e foi direto para o quarto, que era grudado na sala, cobrindo-se apenas com uma toalha minúscula. Ela vira na porta do quarto e me diz: "Não vai embora, que num minuto eu tô com você". Então, entra no quarto deixando a porta entreaberta, o que me permitia ver como ela secava seu corpo lindo, e acho que ela sabia que eu estava espiando, porque parecia que ela sorria enquanto se trocava. Fiquei nervoso quando ela saiu do quarto e me perguntou: "Sentiu minha falta?" "Nah, acho que não, você me perdeu só por uns minutinhos, haha", disse ela, sorrindo de modo safado.
"O que você quer tomar?" ela pergunta e, claro, mesmo parecendo um pouco ordinário, pedi uma cerveja. "Ok", ela diz, "eu vou tomar uma também", e, caminhando em direção à geladeira, não consegui parar de olhar para aquele bumbum, tão firme, tão empinado, definitivamente tão apetitoso, e piorou quando ela se abaixou, curvando a cintura e levantando ainda mais a bunda. Não queria acreditar que ela estava fazendo de propósito, bom, na verdade queria acreditar, haha... O curioso é que eu me sentia tão extasiado e tão nervoso ao mesmo tempo que não conseguia reagir para agarrá-la pelos quadris e me aproveitar totalmente dela. posição. A verdade é que, enquanto não tomávamos as cervejas, começamos a conversar sobre nossos trabalhos, nossas vidas em geral. Enquanto contávamos coisas e relembrávamos velhos tempos, tomávamos outra cerveja que, por causa do calor, descia como água e, claro, isso não deixaria de causar seu efeito. Depois de termos tomado algumas cervejas, a conversa foi ficando um pouco mais interessante à medida que segredos iam surgindo e algumas confissões, inclusive experiências com nossos ex-parceiros, incluindo algumas relacionadas às lençóis.
Acho que essas coisas que contávamos começaram a ter um efeito em mim, porque eu começava a me sentir muito excitado e, claro, não conseguia disfarçar. Naquele momento, meu pau já começava a ganhar outras dimensões e acho que Laura tinha percebido a situação, porque naquele exato momento ela começou a ser mais explícita sobre suas experiências sexuais, até que em um momento ela me perguntou:
- O que te deixaria louco que fizessem em você?
- Uhh, tantas coisas têm… (respondendo com um certo tom de timidez)
- Ah, que vivo! Eu estou perguntando sobre o que estou contando. O que você gostaria de experimentar alguma vez?
- Tudo, gostosa, tudo… e, pegando coragem — porque naquele momento teria sido estúpido não fazer —, eu disse: “mas tudo com você, linda”. No mesmo instante, ela se levantou de um salto e, me olhando com muita intensidade, veio rapidamente na minha direção. Tive medo que ela tivesse ficado brava e levantado para me dar um tapa pelo que eu tinha acabado de dizer, mas não. Ao chegar na minha frente, ela imediatamente sentou em cima de mim e me deu um beijo profundo que tirou meu fôlego. Ela me segurava pela nuca e acariciava meu cabelo enquanto me beijava e esfregava seu corpo contra o meu. Eu podia sentir como o corpo dela também estava reagindo: seus mamilos endureciam e eu percebia sua respiração ficando ofegante, enquanto os beijos ficavam mais quentes e intensos. Seus shorts curtíssimos marcavam o formato delicioso da sua bunda, que não demorou para… confirmar sua textura macia e a incrível firmeza daquela iguaria suculenta.
Laura começava a mostrar sinais de excitação ao mover os quadris e esfregar sua quente buceta contra a minha, separadas apenas por alguns milímetros de tecido. Nossa respiração estava tão acelerada, estávamos tão desesperados para nos provar um ao outro, com tanta ansiedade que não queríamos perder nem um milímetro do outro. Beijava sua boca carnuda, suas bochechas, seu pescoço perfumado, mordia suavemente seu ombro, e isso parecia ter um efeito poderoso nela, pois ela me abraçava com mais força enquanto sua respiração falhava e voltava com um grande suspiro.
Depois de um dos beijos mais molhados e apaixonados que já experimentei, Laura se levantou e, ainda sentada sobre mim, ficou me olhando por alguns segundos, mordendo os lábios. Então, com um sorriso sexy nos lábios, disse: "Você não faz ideia de quantas vezes sonhei com uma situação como essa com você. Já acordei tão molhada quanto estou agora. Mas desta vez vou poder realizar algumas coisas que sonhei com você." Não consigo explicar com palavras como esse comentário me deixou excitado. Senti meu pau, além de duro, começar a vazar líquido pré-seminal.
Para o que estava prestes a acontecer, não podia deixar que nada saísse imperfeito. Por isso, perguntei se ela se importava se eu tomasse um banho. Ela me olhou e respondeu com uma voz bem safada que a única coisa que a incomodava era eu não ter pedido para ela me acompanhar. Respondi que mal podia esperar por isso. Rapidamente, ela pegou minha mão e quase me arrastou até o banheiro. Lá, tirou minha roupa com uma velocidade incrível e se despiu ainda mais rápido, para que entrássemos juntos no chuveiro. Foi tão bom sentir o aroma e o toque suave de seu corpo, beijar seus lábios sob a água, saborear seus seios, acariciar desde suas costas até sua bunda firme. Ela se dedicava a me beijar... quase com desespero, enquanto com a mão ela pegava meu pau e masturbava lentamente, mas sem parar, e eu, pra não ficar atrás, busquei com meus dedos sua carnuda e encharcada buceta. Inacreditavelmente molhada, sua apetitosa buceta permitia que meus dedos a invadissem por completo. Ficamos assim um bom tempo, nos curtindo mutuamente e nos fazendo curtir.
Num dado momento, Laura me empurra contra a parede do box e me diz, com um olhar desafiador e uma cara bem de putinha:
– Agora vou te mostrar o que é bom.
Ela se ajoelha na minha frente, agarra meu pau, saliva nele e engole até a metade. Se esmera, dá algumas chupadas com muita sucção, sem parar de me olhar e lamber os lábios quando eles não estão ocupados pelo meu membro. Passa a língua desde as bolas até a ponta e engole de novo, dando mais algumas chupadas quase frenéticas.
Enquanto eu curto e tento me segurar pra que essa mamada maravilhosa não me faça gozar feito um animal, fico hipnotizado pela vista linda que a água escorrendo pelas suas costas pequenas e desembocando na sua bunda me proporciona, enquanto ela se masturba.
– Você gosta do que eu tô fazendo, bebê? – ela me diz com voz de gatona.
– Adoro, mas se continuar assim não vou durar muito – falo com a voz embargada.
– Relaxa, temos tempo pra fazer o que quiser.
– Sim, mas você faz tão bem que vai me fazer gozar na hora.
– Não se preocupa, tô com vontade de experimentar o gosto da sua porra.
Isso, nem preciso dizer, explodiu minha cabeça. E ela, percebendo, aumentou a velocidade e a intensidade da chupada. Chupava enquanto me olhava nos olhos, fazendo sua melhor carinha de safada e gemendo. Tirava da boca, cuspia e chupava de novo como uma endiabrada, me dizendo com a voz mais provocante possível:
– Vai, amor, me dá toda sua porra na boquinha, vai… mmm, quero agora.
(Lembro da voz dela e fico duro de novo. Esse é o efeito que ela tem em mim.) kkkk).
Ela continuou chupando até eu sentir que não conseguia mais lutar contra o impulso de explodir na boca gulosa da Laurita, que, sem tirá-la, começou a receber toda a minha porra quente na boca.
— MMMMM!!! — ela dizia, como se estivesse saboreando a iguaria mais deliciosa. Era tudo que a Laurita conseguia expressar, já que meu pau tinha inundado até a garganta dela. Ela não parou de chupar e lamber meu pau até deixá-lo o mais limpo possível, não deixou uma gotinha.
Ela se levantou, apoiou o rostinho lindo no meu peito e, enquanto continuava acariciando meu pau e eu a abraçava, ela disse:
— Adoro seu pau, papi, mal posso esperar para tê-lo dentro da minha buceta.
— É mesmo? Quer que eu te coma já?
— Sim, e quero que você me diga o quão forte vai me foder.
— Vou te foder tanto!!! Vou te enfiar a tarde toda.
— Adoro quando você fala assim.
O anjinho tinha se transformado em demônio, mas eu não estava com medo, estava com tesão. Incrivelmente, meu pau ainda estava duro, e a Laura não pensava em desperdiçar nem essa ereção nem o tesão que ainda tínhamos. Segurando meu pau, ela me levou ao quarto dela, um lugar não muito amplo, mas agradável, com uma cama gigante e alguns pufes grandes que aproveitaríamos em outras oportunidades.
Quando entramos no quarto, ela sentou na cama e, comigo de frente, quis me chupar de novo, mas eu a segurei e disse: “Agora é minha vez de te mostrar o que é bom”. Ela me olhou com a melhor expressão de cumplicidade. Ela ficou de quatro na cama, e eu, quase desesperado, mergulhei na sua bunda linda, comecei a saborear sua buceta deliciosa e, com o mesmo cuidado, me dediquei a dar prazer ao seu cuzinho também. Depois de um tempo, pedi que ela se virasse e se deitasse bem na beirada da cama. Peguei suas pernas torneadas e beijei cada centímetro até chegar à sua buceta, lambi ela toda, prestando mais atenção no clitóris. Estimulei com a língua e massageei com meus lábios, meu dedo entrou na... a umidade de sua buceta, sentindo como era bem recebida. Brincava com minha língua desde seu cu, passando por sua gostosa ppk e chegando a parar em seu umbigo. Assim passaram vários minutos até que Laura começou a gemer mais forte e me disse: "você vai me fazer explodir, baby, como eu gosto do que você está fazendo, me sinto tão puta, me sinto sua puta". Seu corpo começou a se contorcer e dar espasmos, seus gemidos eram urros, quase gritos, ela me pegou pela cabeça e disse: "se você parar, eu te mato", "continua assim, papi, não para" e imediatamente tudo ficou em silêncio, ela começou a tremer e depois ficou quieta com a cintura arqueada para cima, sem emitir som e sem respirar, foram alguns segundos e depois um grito e novamente os tremores e espasmos. Me levantei para beijá-la e ela me abraçou muito forte enquanto ainda duravam os espasmos que o orgasmo havia provocado nela. Quando ela me abraçava tão forte que quase doía, ela me diz ao ouvido: "filho da puta, olha como você me deixa, como me deixa excitada, agora você vai me comer inteira, vai enfiar até as bolas".
Em pé ao lado da cama, coloquei-a de quatro bem na borda, aproveitando o glorioso panorama que a imagem de sua bunda linda oferecia, e me preparei para penetrá-la. Tão molhada estava aquela buceta rosada que quase não ofereceu resistência ao meu pau, que, estimulado pelo prazer que refletia no rostinho de Laura, havia permanecido com a dureza máxima. No momento de entrar nela, Laura soltou um suspiro misturado com um gemido do fundo de sua garganta, e seu rosto expressava o máximo prazer, quase uma súplica para que eu não parasse de proporcioná-lo. A penetrava lentamente, mas profundamente, ao mesmo tempo em que me agarrava firmemente em seus gloriosos quadris. Nossos gemidos se confundiam no quarto à medida que essa dança sensual que nossos corpos executavam com uma sincronia inesperada se acelerava. Depois de alguns minutos, ela se separou de mim e me convidou para me deitar na cama. Quando eu estava deitado na cama... Com um único movimento, Laura sobe em cima de mim e crava meu pau com habilidade admirável. Assim, ela começa a cavalgar sobre mim, esfregando seus peitos no meu rosto. Eu respondo agarrando-os com as duas mãos e levando-os à minha boca, começando a chupar quase desesperadamente seus mamilos já excitados. Eram uma delícia, não só pelo sabor, mas também pelo perfume, pela textura, pela maciez — tão firmes quanto o resto do seu corpo. Eu os lambia, tentando não perder um único centímetro daquela dupla maravilha.
Nem havia percebido que, enquanto me distraía com seus peitos, Laura me olhava extasiada, quase incrédula com a experiência tão excitante que estávamos vivendo. Enquanto isso, ela cavalgava e se rebolava com uma destreza admirável, gemendo, ofegando e soltando gritinhos baixos de vez em quando, o que me deixava ainda mais frenético. Sem tirar meu pau de dentro de sua buceta, virei-a, deixando-a deitada na cama para uma posição de missionário perfeita. Continuamos nos olhando nos olhos enquanto nos curtíamos mutuamente e nos beijávamos com desejo extremo — tanto que, às vezes, ela me dava pequenas mordidas nos lábios enquanto repetia uma e outra vez que queria que eu a comesse como uma puta, que queria ser minha putinha pessoal.
Naquele momento, meu tesão atingiu níveis inimagináveis. Depois de vários minutos de metida forte e ritmada, ela se sentou, ficando os dois na cama, ainda com meu pau dentro dela. Me abraçou e começou a pular sobre meu pau quase com violência. Foi aí que comecei a sentir os músculos da sua vagina se contraindo, apertando meu pau enquanto ela continuava com sua cavalgada furiosa. Isso foi seguido por gemidos mais altos da parte de Laura e por tremores no seu corpo, mesmo com meu membro duro ainda dentro dela.
À beira de explodir, eu também digo que não aguento mais. Então, Laura habilmente se joga na cama de frente para meu pau e começa a chupá-lo como uma louca, enquanto me lembra que quer todo o meu leite. em seus peitos. Depois de alguns segundos de uma chupada magistral, ajudada pela masturbação de suas mãos delicadas, não aguentei mais e enchi seus peitos, seu pescoço e parte do seu rosto com uns bons jatos da minha porra. Um pouco caiu na boca dela, e fiquei maluco vendo ela saborear esses restos de gozo que tinham ficado no corpo dela. Ela pegou meu pau e levou à boca, chupou como se quisesse extrair até a última gota e me diz: "Eu te disse que queria toda a sua porra", ao mesmo tempo que sorria de maneira safada.
Terminamos jogados na cama, exaustos, totalmente suados, nos acariciando. Depois tomamos um banho, obviamente juntos, onde rolou mais um pouco de ação, só que mais leve, mais beijos e carícias, para depois tomarmos algo para nos reidratar, hehe. Mas claro, nosso reencontro não terminaria aqui; a tarde-noite ainda nos reservava mais prazer, mas isso deixaremos para outro relato.
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