Sei que o que fiz foi errado e que não vou repetir, mas às vezes nós pais temos que fazer coisas que podem não ser bem vistas. Talvez isso seja só uma desculpa, porque a verdade é que desde que minha filha Carlota foi crescendo, comecei a me sentir atraído por ela de uma forma inadequada e selvagem.
Minha mulher e eu já estávamos separados há alguns anos porque não nos aguentávamos. O mesmo aconteceu com minha filha e ela acabou mandando a mãe passear, se mudando para minha casa assim que completou dezoito anos. Ela, Carlota, tinha um namorado desde os dezoito, um cara que não deve ser má pessoa, mas é bem paradão. Mesmo antes do que vou contar, eu sabia que ele nunca faria minha filha gozar na cama como toda mulher merece.
Assim que os dois terminaram a faculdade, decidiram se casar. Ambos tinham vinte e dois anos e ganhavam o suficiente para alugar um apartamento e começar uma vida juntos. Eu mentiria se dissesse que estava feliz, porque estava comido de ciúmes. Vocês não imaginam quantas vezes espiei minha filha enquanto ela dormia, quase sempre no verão, quando ela ficava meio nua. No começo, eu estava apavorado, mas logicamente fui me soltando com o tempo. Como ela tem o sono muito pesado, aos poucos me atrevi até a tocá-la, só de leve, porque tinha medo que ela acordasse e me pegasse ali, sentado ao lado dela na cama e completamente de pau duro. Um dia cheguei no quarto dela e vi que ela tinha adormecido completamente de pernas abertas, com uma mão dentro da calcinha, apoiada totalmente na buceta. Provavelmente ela estava se masturbando... Uuuuis, ainda fico maluco quando lembro. Enfim, me animei a tocar um pouco os lábios que ela tinha deixado entreabertos e de repente ela abriu mais a boca e começou a chupar meu dedo como se fosse uma chupeta, enquanto esfregava suavemente a buceta com a mão que ainda estava presa na calcinha. Naquele momento, achei que ia gozar sem nem nem mesmo me tocar, mas a verdade é que eu estava cagado de medo dela acordar de repente, e assim que consegui tirar o dedo da boca dela, voltei pra minha cama de fininho, onde me masturbei à vontade umas duas ou três vezes até conseguir me acalmar.
Enfim chegou o dia do casamento e Carlota acordou super animada, lógico. A gente tinha acabado de tomar café juntos. Foi um tempinho bem curto, igual qualquer outro dia, mas notei que ela estava muito mais carinhosa comigo do que o normal. Ela se levantou da mesa pra atender uma ligação no celular. Era a amiga Claudia, que ela estava esperando pra ajudar a se vestir. Pelo visto a amiga furou o pneu no meio do nada e não ia chegar a tempo de ajudar. No começo ela ficou um pouco nervosa, mas eu abracei ela de leve pra confortar e disse que eu seria o assistente dela.
– Mas, pai, você não entende nada de vestidos nem de arrumar uma noiva!
– Não me subestime! – tentei animá-la. – Vai tomar banho e quando estiver pronta me avisa que eu te ajudo.
Convenci ela bem rápido e fui tomar banho também. Imagina só, meu banho foi com água bem fria, mas não adiantou muito porque eu não conseguia parar de pensar que ia poder tocar na minha filha mais do que em qualquer outra vez na vida. Eu estava disposto a ir até onde desse sem que ela pensasse que eu era um tarado.
Carlota não demorou muito pra me chamar. Ela me recebeu no quarto de roupão. Tinha acabado de passar esmalte nas unhas e não podia encostar em nada, então estava numa posição que parecia um espantalho.
– Pai, você vai ter que me ajudar porque não quero estragar as unhas.
– Claro, o que você quer que eu faça? – perguntei.
– Tira meu roupão, por favor.
Era óbvio que minha filha confiava em mim, bom, ela me via pelo que eu sou, ou seja, o pai dela, o que me fazia sentir um lixo porque eu estava tão excitado com o corpo dela que tinha vontade de arrancar a pouca roupa que ela estava usando, jogar em qualquer canto, ali mesmo, e meter nela. Me aproximei dela por Na frente, desfiz o nó do roupão com cuidado para não tocá-la de um jeito que a deixasse desconfortável. Como vi que ela não dava a mínima, abri o roupão e tirei-o facilmente. Diante de mim apareceu uma deusa em lingerie branca de renda e meias com uma liga fina e uma flor azul. Já se sabe, por causa daquela tradição de noiva ter que usar algo azul, suponho.
Quando me aproximei da cama para deixar o roupão sobre ela, não pude (e nem quis) evitar ver sua bunda gloriosa adornada com uma calcinha de renda sensual. Sou fascinado pela bunda da Carlota, e olha que ela sempre teve complexo porque dizia que era muito grande. Grande nada! Eu precisava apertar aquelas duas massas de carne firme. Fiquei envergonhado com meu próprio desejo. Aquela era minha filha e ela ia se casar em algumas horas. Eu tinha que parar de pensar assim e procurar um especialista. Não podia passar a vida me masturbando pensando nela, ou até mesmo pensando nela quando transava com outras mulheres.
— Papai, por favor, puxa um pouco o bustier pra cima, tô sentindo que tá enrugando nas laterais.
Bustier? Que porra era essa? Eu estava tão excitado que demorei para relacionar bustier com busto e perceber que ela queria que eu puxasse para cima aquele sutiã grande com varinhas nas laterais que faz uma figura tão boa e que aparentemente se chama bustier. Então, me coloquei atrás dela, que ainda estava com os braços abertos, e enfiei dois dedos de cada mão entre o tecido e os lados dela, puxando para cima.
— Tá bom, agora na frente um pouco, por favor.
Quase morri, mas com muita coragem fiquei de frente para ela e repeti a operação, mas dessa vez não tive escolha a não ser roçar as laterais dos seus peitos. Ao puxar a peça para cima, seus peitos tremeram como pudins. Ela me olhava nos olhos sorrindo. Tive a impressão de que ela estava me encarando com uma cara de tesão, mas não conseguia acreditar.
— Ai, pai! Puxa um pouco mais que a parte da frente tá— Arrega!
Descaradamente, agarrei as alças do bustiê e enfiei os dedos. Agora sim eu estava roçando nos peitos dela, mas ela toda tranquila, embora ainda divertida, acho que porque já estava me vendo começar a suar levemente. Puxei de novo aquele tecido de puta, fazendo os dois peitos dela se juntarem no centro. Eu não conseguia parar de olhar para o decote, imaginando meu pau bem ali. Carlota soltou um gemidinho sem parar de me encarar.
Naquele momento, pensei que tinha que sair dali. Aquilo estava indo longe demais e meu pobre pau a ponto de estourar. Precisava de um pouco de amor próprio antes de sair para a igreja, mas qual não foi minha surpresa quando Carlota, nem aí nem ali, me diz:
— Merda! Pai! Desculpa, tanto esforço pra nada. Esqueci o creme.
Ela me olhou com cara de pena e a última coisa que eu queria era que minha menina ficasse triste num dia como aquele, então me ofereci para passar. Ela virou as costas e comecei a aplicar o creme com uma mão, morto de vergonha e com uma ereção do caralho.
— Pai, desabotoa meu bustiê, senão você vai manchar.
Tentando não morrer de infarto, desabotoei a porra do bustiê, que ela segurou na frente, pudicamente. Bom, pensei que depois de tudo ela não estaria dando sinais dos que eu achava ver e me senti mais porco ainda, mas com o pau igualmente duro. Como se estivesse com vergonha, ela começou a falar comigo e a pedir conselho.
— Ei pai, você acha que vai doer muito?
Ela nunca tinha me perguntado nada relacionado a sexo e eu imaginei que já teria conversado na hora com a mãe, mas parecia ter algumas dúvidas naquela altura.
— Não sei... Mas, querida... a essa altura... você ainda não fez nada?
— Hehehe, pai, como você é. Claro que não! Estávamos esperando por esse dia, justamente.
Minha filha era virgem e o idiota do namorado dela certamente também.
— Então vocês são virgens os dois?! — falei sem disfarçar meu espanto.
De repente, minha... A filha se virou e levantou o queixo, como se estivesse pedindo para eu passar o creme na frente também.
- Aham - ela respondeu.
- Pois não é bom nenhum dos dois não ter ideia do que tá fazendo. Sabe o que eu acho? - falei, parando na frente dela.
- O quê?
- Que você devia ter deixado alguém com experiência te desvirginar.
- Pai! Eu só tive esse namorado e você sabe disso - ela respondeu rindo.
- Não tô falando de casar, mas de alguém te ensinar a... bem, você sabe.
- Hahaha. Sim, eu sei, mas de qualquer jeito já é tarde, né?
Nesse momento, ela afastou as mãos do corpo e cruzou os braços de novo, fazendo o bustier cair no chão e seus mamilos ficarem apontando direto pra mim.
- Bom, anda logo, passa o creme que no final vai ficar tarde - ela disse, me olhando nos olhos.
Ela deve ter percebido, com certeza, como eu estava. Acho que até estava ofegante. O que mais eu podia fazer? Peguei uma boa quantidade de creme nas mãos, esfreguei uma na outra e, mesmo que pudesse ter disfarçado e começado pelos ombros ou pescoço, fui direto pros peitos dela. Ela gemeu e me olhou. Eu não conseguia tirar os olhos dos peitos dela. Os mamilos dela foram ficando duros a cada passada. Esfreguei em círculos, passando as pontas dos dedos por cima deles, sentindo todas as rugosidades e a pele se arrepiando a cada movimento. Apertei os dois peitos e, sem perceber, me aproximei mais do corpo dela. Carlota não se mexia do lugar.
- É assim que se faz? - ela perguntou num tom bem sensual.
A pergunta me surpreendeu e demorei pra responder.
- Como se faz o quê?
- Pai! - ela protestou, cheia de manha - Pois isso que a gente tava falando, do aquecimento, dos preliminares... você sabe. Não me faz falar mais, que dá vergonha!
Sinceramente, não sabia o que dizer, mas continuei mexendo e apertando os peitos dela, o que ela devia estar gostando, pelo tamanho que os mamilos dela ficaram. Então, ela baixou os braços sem avisar e os peitos apareceram maiores e mais juntas diante de mim. Ela posou as mãos na minha cintura e senti que puxava minha camiseta para cima para tirá-la da calça. Aquilo era demais e eu precisava frear imediatamente. Eu era o adulto responsável, claro, mas como dizer isso enquanto apalpava os peitos da minha filha? Carlota tirou minha camiseta completamente e meteu as mãos por dentro, acariciando minhas costas.
— Mas o que você tá fazendo, Carlota?! — disse, soltando-a imediatamente e me afastando.
Não consegui dizer mais nada porque não sabia o quê. De repente me senti um verme quando vi dois enormes lagrimões rolarem pelo seu rosto lindo.
— Não, por favor, minha menina! Não chore! — falei constrangido.
Então ela se abraçou a mim e começou a chorar, apoiando a cabeça no meu pescoço. Eu tinha repreendido ela por algo que eu mesmo estava querendo fazer há séculos e me sentia horrível. A abracei com mais força e ela se grudou em mim como uma lapa. Senti os peitos dela contra meu peito e desejei ter deixado ela tirar minha camiseta antes.
— Desculpa, pai — disse mais calma.
— Minha menina, eu sou um babaca — falei, acariciando seu rosto e jogando o cabelo dela para trás.
Então ela limpou o nariz e se abraçou a mim de novo, me olhando nos olhos de muito perto, tão perto que, quando menos esperava, ela fechou os olhos e encostou seus lábios suavemente nos meus. Não consegui nem me mexer.
— Pai, me ensina você — ela disse e me beijou de novo — Não quero que ninguém me ensine além de você.
O que eu podia fazer? Ela estava pedindo assim, tão docemente... no fim das contas não era uma ideia tão ruim e talvez estivesse fazendo um favor para os dois na nossa futura vida sexual, então decidi parar de lutar contra meus impulsos e a agarrei pelo quadril, puxando-a mais para perto de mim. Me grudei nela e ela voltou a acariciar minhas costas por baixo da camiseta. Eu agarrei sua cabeça com as duas mãos e suavemente abri mais sua boca para enfiar toda minha língua bem lá dentro. Ela gostou, porque respondeu com o corpo se grudando mais em mim, puxando minha camiseta para tirando para fora, acariciando-me com mais paixão, abrindo sua boca e deixando sua língua lutar com a minha.
- Papai! Me ensina tudo!
- Calma, meu amor. Aqui está seu papai para que nada te pegue de surpresa. Vem - disse, pegando-a pelo braço e levando-a até sua cama.
Sentei-a na beirada e me agachei de modo que seus tão desejados peitos ficassem na altura da minha boca. Ela estava bem ereta, acho que estava tensa. Me aproximei devagar, olhando em seus olhos. Com minha mão direita, segurei seu peito por baixo e me aproximei com a boca aberta, mostrando a língua para que ela visse bem o que eu fazia. Ela suspirou, esperando o que vinha.
- Olha, Carlota. Olha como eu como seus peitinhos.
- Ah, papai!
Deleitei-me o quanto quis, mordiscando, lambendo e chupando seus mamilos, passando a língua de cima para baixo, em círculos. Ia de um para o outro para não deixar nenhum desatendido, enquanto minha filha me agarrava pelo cabelo, ofegando suavemente.
- Espera - disse a ela.
Nem minhas pernas nem meu pau aguentavam mais naquela posição.
- Você já viu seu namorado pelado?
- Não - disse, inclinando a cabeça.
Desabotoei minhas calças e as tirei junto com a cueca em velocidade recorde. Lá estava eu, pelado, com o pau duro como uma estaca, na frente da minha filha. Agora era ela que tinha meu pau diante de seu rosto. Fiquei parado para ver se ela fazia algo, mas percebi imediatamente que ela não sabia o que fazer com aquilo.
- Me dá sua mão - disse, pegando sua mão e levando-a até meu sexo. - Me acaricia, meu amor... Assim, de cima para baixo, suavemente.
Ela estava fazendo muito bem e deixei que brincasse um pouco com meu pau para que se familiarizasse com ele. Então me aproximei mais dela e a segurei pela cabeça com cuidado para que o colocasse na boca. Fiz bem devagar para que ela não se assustasse.
- Abre a boca, filha - pedi. - Abre e chupa meu pau, coração.
Coloquei meu pau em sua boca e comecei a me mover devagar dentro dela, sem metendo bem fundo, lembrando que era a primeira vez que ela fazia aquilo.
- Devagar, Carlota. Devagar, com os lábios. Enche de saliva e nunca use os dentes. Isso. Muito bem.
Minha filha chupava meu pau com gosto, dava pra perceber. Foi ela quem enfiou mais pra dentro e pegou com as duas mãos. Não me surpreende, porque o tamanho estava de campeonato naquela altura e com o tesão que eu estava. Tive que parar porque ia gozar sem remédio.
- Nããão! - protestou Carlota - Me dá mais um pouquinho, pai.
- Espera, se continuar assim eu vou gozar e tenho que cumprir minha missão, querida.
Ela não disse mais nada e me obedeceu quando falei pra ela sentar apoiando as costas na cabeceira da cama. Ela tinha as pernas esticadas e juntas, acho que estava um pouco tímida com o que ia acontecer.
- Carlota, meu amor, lembra quando você era pequena e brincava na caixa de areia?
- Lembro, pai, por quê?
- Senta igual naquela época.
Sabia que assim ela ia entender perfeitamente. Sem demora, ela dobrou os dois joelhos ao mesmo tempo e quando os encostou no peito, abriu as duas pernas completamente, deixando eu ver sua bucetinha linda e rosada, brilhando pelos fluidos que escorriam dela. Me ajoelhei na frente dela e lambi um dedo devagar, colocando imediatamente no seu clitóris pequeno e descendo até a entrada da sua vagina. Fiz o caminho de volta e repeti mais três ou quatro vezes. Nessa hora, Carlota tinha parado de gemer e começado a gritar.
Ai, pai! O que você tá fazendo comigo?! Meu Deus, o que você tá fazendo?!
Sem eu perceber, minha filha gozou.
- Querida, você gozou! Que rápido! Bom, isso é bom - expliquei - Quanto mais vezes, melhor.
Me aproximei dela e a beijei suavemente. Ela abriu a boca ansiosa e chupou meus lábios e minha própria língua. Tava claro que ela precisava de mais e eu não aguentava nem mais um minuto. Voltei pra onde ela ainda estava com as pernas abertas e pude ver a bucetinha dela ainda pulsando. Antes que fosse tarde demais, me joguei literalmente com a boca aberta em toda a sua buceta suculenta e lambi como se estivesse beijando sua boca, entre seus gritos e os puxões de cabelo que ela me dava.
- Você gosta de como o papai come sua bucetinha, minha vida?
- Sim, sim! Por favor, papai, não para! Não para!
Depois de alguns minutos chupando toda a sua buceta, assim que senti que ela ia gozar de novo, sem me levantar nem parar de mover minha língua em volta do seu clitóris, enfiei um dedo na sua vagina, no começo com dificuldade, mas depois entrava e saía maravilhosamente, tanto que justo quando ela gozou de novo eu já tinha enfiado e tirado três dedos ao mesmo tempo, claro, devagarinho e com cuidado porque não queria machucá-la.
- Muito bem, querida - sussurrei no seu ouvido enquanto me deitava em cima dela - Agora vem a melhor parte.
Ela abriu os olhos e sorriu. Abriu completamente as pernas e levantou a bunda o máximo que pude, me convidando a entrar.
- Me fode, papai! Me perfura com seu pau!
Fiquei completamente atônito. Não pareciam palavras da minha Carlotinha, mas me deixaram ainda mais excitado do que já estava, então não quis demorar mais para montar nela.
- Olha pra mim - ordenei à minha filha - Quero que você me olhe enquanto eu te enfio, querida. Atenção, que isso vai ser rápido. Você me deixou tão excitado que acho que não vou aguentar muito.
Coloquei todo o meu cuidado para enfiar nela. Era como se meu pau tivesse vida própria. Ela mesma se direcionou ao buraco molhado que a aguardava ansiosamente. Enquanto isso, eu beijava minha filha e acariciava seus peitos, apertando seus mamilos entre meus dedos, o que a deixava tão excitada que ela tinha que parar de me beijar para gritar. Quando enfiei completamente naquela boceta apertada como poucas, comecei a me mover devagar, tirando e metendo meu pau que só queria explodir dentro dela. Minha filha também começou a se mexer debaixo de mim.
- Me fode, me fode, papai!
- Sim, filha, sim! Quem vai te foder melhor que seu pai?
- Ninguém, papai. Ninguém...!
Minha filha gozou de novo logo antes de eu ter feito isso. Pensei em ter tirado antes da hora, mas não quis quando chegou o momento. Preferi deixar a bucetinha dela cheia da minha porra, imaginando que ela andaria por aí no dia do casamento com todo o sêmen do pai molhando sua bucetinha linda.
Minha mulher e eu já estávamos separados há alguns anos porque não nos aguentávamos. O mesmo aconteceu com minha filha e ela acabou mandando a mãe passear, se mudando para minha casa assim que completou dezoito anos. Ela, Carlota, tinha um namorado desde os dezoito, um cara que não deve ser má pessoa, mas é bem paradão. Mesmo antes do que vou contar, eu sabia que ele nunca faria minha filha gozar na cama como toda mulher merece.
Assim que os dois terminaram a faculdade, decidiram se casar. Ambos tinham vinte e dois anos e ganhavam o suficiente para alugar um apartamento e começar uma vida juntos. Eu mentiria se dissesse que estava feliz, porque estava comido de ciúmes. Vocês não imaginam quantas vezes espiei minha filha enquanto ela dormia, quase sempre no verão, quando ela ficava meio nua. No começo, eu estava apavorado, mas logicamente fui me soltando com o tempo. Como ela tem o sono muito pesado, aos poucos me atrevi até a tocá-la, só de leve, porque tinha medo que ela acordasse e me pegasse ali, sentado ao lado dela na cama e completamente de pau duro. Um dia cheguei no quarto dela e vi que ela tinha adormecido completamente de pernas abertas, com uma mão dentro da calcinha, apoiada totalmente na buceta. Provavelmente ela estava se masturbando... Uuuuis, ainda fico maluco quando lembro. Enfim, me animei a tocar um pouco os lábios que ela tinha deixado entreabertos e de repente ela abriu mais a boca e começou a chupar meu dedo como se fosse uma chupeta, enquanto esfregava suavemente a buceta com a mão que ainda estava presa na calcinha. Naquele momento, achei que ia gozar sem nem nem mesmo me tocar, mas a verdade é que eu estava cagado de medo dela acordar de repente, e assim que consegui tirar o dedo da boca dela, voltei pra minha cama de fininho, onde me masturbei à vontade umas duas ou três vezes até conseguir me acalmar.
Enfim chegou o dia do casamento e Carlota acordou super animada, lógico. A gente tinha acabado de tomar café juntos. Foi um tempinho bem curto, igual qualquer outro dia, mas notei que ela estava muito mais carinhosa comigo do que o normal. Ela se levantou da mesa pra atender uma ligação no celular. Era a amiga Claudia, que ela estava esperando pra ajudar a se vestir. Pelo visto a amiga furou o pneu no meio do nada e não ia chegar a tempo de ajudar. No começo ela ficou um pouco nervosa, mas eu abracei ela de leve pra confortar e disse que eu seria o assistente dela.
– Mas, pai, você não entende nada de vestidos nem de arrumar uma noiva!
– Não me subestime! – tentei animá-la. – Vai tomar banho e quando estiver pronta me avisa que eu te ajudo.
Convenci ela bem rápido e fui tomar banho também. Imagina só, meu banho foi com água bem fria, mas não adiantou muito porque eu não conseguia parar de pensar que ia poder tocar na minha filha mais do que em qualquer outra vez na vida. Eu estava disposto a ir até onde desse sem que ela pensasse que eu era um tarado.
Carlota não demorou muito pra me chamar. Ela me recebeu no quarto de roupão. Tinha acabado de passar esmalte nas unhas e não podia encostar em nada, então estava numa posição que parecia um espantalho.
– Pai, você vai ter que me ajudar porque não quero estragar as unhas.
– Claro, o que você quer que eu faça? – perguntei.
– Tira meu roupão, por favor.
Era óbvio que minha filha confiava em mim, bom, ela me via pelo que eu sou, ou seja, o pai dela, o que me fazia sentir um lixo porque eu estava tão excitado com o corpo dela que tinha vontade de arrancar a pouca roupa que ela estava usando, jogar em qualquer canto, ali mesmo, e meter nela. Me aproximei dela por Na frente, desfiz o nó do roupão com cuidado para não tocá-la de um jeito que a deixasse desconfortável. Como vi que ela não dava a mínima, abri o roupão e tirei-o facilmente. Diante de mim apareceu uma deusa em lingerie branca de renda e meias com uma liga fina e uma flor azul. Já se sabe, por causa daquela tradição de noiva ter que usar algo azul, suponho.
Quando me aproximei da cama para deixar o roupão sobre ela, não pude (e nem quis) evitar ver sua bunda gloriosa adornada com uma calcinha de renda sensual. Sou fascinado pela bunda da Carlota, e olha que ela sempre teve complexo porque dizia que era muito grande. Grande nada! Eu precisava apertar aquelas duas massas de carne firme. Fiquei envergonhado com meu próprio desejo. Aquela era minha filha e ela ia se casar em algumas horas. Eu tinha que parar de pensar assim e procurar um especialista. Não podia passar a vida me masturbando pensando nela, ou até mesmo pensando nela quando transava com outras mulheres.
— Papai, por favor, puxa um pouco o bustier pra cima, tô sentindo que tá enrugando nas laterais.
Bustier? Que porra era essa? Eu estava tão excitado que demorei para relacionar bustier com busto e perceber que ela queria que eu puxasse para cima aquele sutiã grande com varinhas nas laterais que faz uma figura tão boa e que aparentemente se chama bustier. Então, me coloquei atrás dela, que ainda estava com os braços abertos, e enfiei dois dedos de cada mão entre o tecido e os lados dela, puxando para cima.
— Tá bom, agora na frente um pouco, por favor.
Quase morri, mas com muita coragem fiquei de frente para ela e repeti a operação, mas dessa vez não tive escolha a não ser roçar as laterais dos seus peitos. Ao puxar a peça para cima, seus peitos tremeram como pudins. Ela me olhava nos olhos sorrindo. Tive a impressão de que ela estava me encarando com uma cara de tesão, mas não conseguia acreditar.
— Ai, pai! Puxa um pouco mais que a parte da frente tá— Arrega!
Descaradamente, agarrei as alças do bustiê e enfiei os dedos. Agora sim eu estava roçando nos peitos dela, mas ela toda tranquila, embora ainda divertida, acho que porque já estava me vendo começar a suar levemente. Puxei de novo aquele tecido de puta, fazendo os dois peitos dela se juntarem no centro. Eu não conseguia parar de olhar para o decote, imaginando meu pau bem ali. Carlota soltou um gemidinho sem parar de me encarar.
Naquele momento, pensei que tinha que sair dali. Aquilo estava indo longe demais e meu pobre pau a ponto de estourar. Precisava de um pouco de amor próprio antes de sair para a igreja, mas qual não foi minha surpresa quando Carlota, nem aí nem ali, me diz:
— Merda! Pai! Desculpa, tanto esforço pra nada. Esqueci o creme.
Ela me olhou com cara de pena e a última coisa que eu queria era que minha menina ficasse triste num dia como aquele, então me ofereci para passar. Ela virou as costas e comecei a aplicar o creme com uma mão, morto de vergonha e com uma ereção do caralho.
— Pai, desabotoa meu bustiê, senão você vai manchar.
Tentando não morrer de infarto, desabotoei a porra do bustiê, que ela segurou na frente, pudicamente. Bom, pensei que depois de tudo ela não estaria dando sinais dos que eu achava ver e me senti mais porco ainda, mas com o pau igualmente duro. Como se estivesse com vergonha, ela começou a falar comigo e a pedir conselho.
— Ei pai, você acha que vai doer muito?
Ela nunca tinha me perguntado nada relacionado a sexo e eu imaginei que já teria conversado na hora com a mãe, mas parecia ter algumas dúvidas naquela altura.
— Não sei... Mas, querida... a essa altura... você ainda não fez nada?
— Hehehe, pai, como você é. Claro que não! Estávamos esperando por esse dia, justamente.
Minha filha era virgem e o idiota do namorado dela certamente também.
— Então vocês são virgens os dois?! — falei sem disfarçar meu espanto.
De repente, minha... A filha se virou e levantou o queixo, como se estivesse pedindo para eu passar o creme na frente também.
- Aham - ela respondeu.
- Pois não é bom nenhum dos dois não ter ideia do que tá fazendo. Sabe o que eu acho? - falei, parando na frente dela.
- O quê?
- Que você devia ter deixado alguém com experiência te desvirginar.
- Pai! Eu só tive esse namorado e você sabe disso - ela respondeu rindo.
- Não tô falando de casar, mas de alguém te ensinar a... bem, você sabe.
- Hahaha. Sim, eu sei, mas de qualquer jeito já é tarde, né?
Nesse momento, ela afastou as mãos do corpo e cruzou os braços de novo, fazendo o bustier cair no chão e seus mamilos ficarem apontando direto pra mim.
- Bom, anda logo, passa o creme que no final vai ficar tarde - ela disse, me olhando nos olhos.
Ela deve ter percebido, com certeza, como eu estava. Acho que até estava ofegante. O que mais eu podia fazer? Peguei uma boa quantidade de creme nas mãos, esfreguei uma na outra e, mesmo que pudesse ter disfarçado e começado pelos ombros ou pescoço, fui direto pros peitos dela. Ela gemeu e me olhou. Eu não conseguia tirar os olhos dos peitos dela. Os mamilos dela foram ficando duros a cada passada. Esfreguei em círculos, passando as pontas dos dedos por cima deles, sentindo todas as rugosidades e a pele se arrepiando a cada movimento. Apertei os dois peitos e, sem perceber, me aproximei mais do corpo dela. Carlota não se mexia do lugar.
- É assim que se faz? - ela perguntou num tom bem sensual.
A pergunta me surpreendeu e demorei pra responder.
- Como se faz o quê?
- Pai! - ela protestou, cheia de manha - Pois isso que a gente tava falando, do aquecimento, dos preliminares... você sabe. Não me faz falar mais, que dá vergonha!
Sinceramente, não sabia o que dizer, mas continuei mexendo e apertando os peitos dela, o que ela devia estar gostando, pelo tamanho que os mamilos dela ficaram. Então, ela baixou os braços sem avisar e os peitos apareceram maiores e mais juntas diante de mim. Ela posou as mãos na minha cintura e senti que puxava minha camiseta para cima para tirá-la da calça. Aquilo era demais e eu precisava frear imediatamente. Eu era o adulto responsável, claro, mas como dizer isso enquanto apalpava os peitos da minha filha? Carlota tirou minha camiseta completamente e meteu as mãos por dentro, acariciando minhas costas.
— Mas o que você tá fazendo, Carlota?! — disse, soltando-a imediatamente e me afastando.
Não consegui dizer mais nada porque não sabia o quê. De repente me senti um verme quando vi dois enormes lagrimões rolarem pelo seu rosto lindo.
— Não, por favor, minha menina! Não chore! — falei constrangido.
Então ela se abraçou a mim e começou a chorar, apoiando a cabeça no meu pescoço. Eu tinha repreendido ela por algo que eu mesmo estava querendo fazer há séculos e me sentia horrível. A abracei com mais força e ela se grudou em mim como uma lapa. Senti os peitos dela contra meu peito e desejei ter deixado ela tirar minha camiseta antes.
— Desculpa, pai — disse mais calma.
— Minha menina, eu sou um babaca — falei, acariciando seu rosto e jogando o cabelo dela para trás.
Então ela limpou o nariz e se abraçou a mim de novo, me olhando nos olhos de muito perto, tão perto que, quando menos esperava, ela fechou os olhos e encostou seus lábios suavemente nos meus. Não consegui nem me mexer.
— Pai, me ensina você — ela disse e me beijou de novo — Não quero que ninguém me ensine além de você.
O que eu podia fazer? Ela estava pedindo assim, tão docemente... no fim das contas não era uma ideia tão ruim e talvez estivesse fazendo um favor para os dois na nossa futura vida sexual, então decidi parar de lutar contra meus impulsos e a agarrei pelo quadril, puxando-a mais para perto de mim. Me grudei nela e ela voltou a acariciar minhas costas por baixo da camiseta. Eu agarrei sua cabeça com as duas mãos e suavemente abri mais sua boca para enfiar toda minha língua bem lá dentro. Ela gostou, porque respondeu com o corpo se grudando mais em mim, puxando minha camiseta para tirando para fora, acariciando-me com mais paixão, abrindo sua boca e deixando sua língua lutar com a minha.
- Papai! Me ensina tudo!
- Calma, meu amor. Aqui está seu papai para que nada te pegue de surpresa. Vem - disse, pegando-a pelo braço e levando-a até sua cama.
Sentei-a na beirada e me agachei de modo que seus tão desejados peitos ficassem na altura da minha boca. Ela estava bem ereta, acho que estava tensa. Me aproximei devagar, olhando em seus olhos. Com minha mão direita, segurei seu peito por baixo e me aproximei com a boca aberta, mostrando a língua para que ela visse bem o que eu fazia. Ela suspirou, esperando o que vinha.
- Olha, Carlota. Olha como eu como seus peitinhos.
- Ah, papai!
Deleitei-me o quanto quis, mordiscando, lambendo e chupando seus mamilos, passando a língua de cima para baixo, em círculos. Ia de um para o outro para não deixar nenhum desatendido, enquanto minha filha me agarrava pelo cabelo, ofegando suavemente.
- Espera - disse a ela.
Nem minhas pernas nem meu pau aguentavam mais naquela posição.
- Você já viu seu namorado pelado?
- Não - disse, inclinando a cabeça.
Desabotoei minhas calças e as tirei junto com a cueca em velocidade recorde. Lá estava eu, pelado, com o pau duro como uma estaca, na frente da minha filha. Agora era ela que tinha meu pau diante de seu rosto. Fiquei parado para ver se ela fazia algo, mas percebi imediatamente que ela não sabia o que fazer com aquilo.
- Me dá sua mão - disse, pegando sua mão e levando-a até meu sexo. - Me acaricia, meu amor... Assim, de cima para baixo, suavemente.
Ela estava fazendo muito bem e deixei que brincasse um pouco com meu pau para que se familiarizasse com ele. Então me aproximei mais dela e a segurei pela cabeça com cuidado para que o colocasse na boca. Fiz bem devagar para que ela não se assustasse.
- Abre a boca, filha - pedi. - Abre e chupa meu pau, coração.
Coloquei meu pau em sua boca e comecei a me mover devagar dentro dela, sem metendo bem fundo, lembrando que era a primeira vez que ela fazia aquilo.
- Devagar, Carlota. Devagar, com os lábios. Enche de saliva e nunca use os dentes. Isso. Muito bem.
Minha filha chupava meu pau com gosto, dava pra perceber. Foi ela quem enfiou mais pra dentro e pegou com as duas mãos. Não me surpreende, porque o tamanho estava de campeonato naquela altura e com o tesão que eu estava. Tive que parar porque ia gozar sem remédio.
- Nããão! - protestou Carlota - Me dá mais um pouquinho, pai.
- Espera, se continuar assim eu vou gozar e tenho que cumprir minha missão, querida.
Ela não disse mais nada e me obedeceu quando falei pra ela sentar apoiando as costas na cabeceira da cama. Ela tinha as pernas esticadas e juntas, acho que estava um pouco tímida com o que ia acontecer.
- Carlota, meu amor, lembra quando você era pequena e brincava na caixa de areia?
- Lembro, pai, por quê?
- Senta igual naquela época.
Sabia que assim ela ia entender perfeitamente. Sem demora, ela dobrou os dois joelhos ao mesmo tempo e quando os encostou no peito, abriu as duas pernas completamente, deixando eu ver sua bucetinha linda e rosada, brilhando pelos fluidos que escorriam dela. Me ajoelhei na frente dela e lambi um dedo devagar, colocando imediatamente no seu clitóris pequeno e descendo até a entrada da sua vagina. Fiz o caminho de volta e repeti mais três ou quatro vezes. Nessa hora, Carlota tinha parado de gemer e começado a gritar.
Ai, pai! O que você tá fazendo comigo?! Meu Deus, o que você tá fazendo?!
Sem eu perceber, minha filha gozou.
- Querida, você gozou! Que rápido! Bom, isso é bom - expliquei - Quanto mais vezes, melhor.
Me aproximei dela e a beijei suavemente. Ela abriu a boca ansiosa e chupou meus lábios e minha própria língua. Tava claro que ela precisava de mais e eu não aguentava nem mais um minuto. Voltei pra onde ela ainda estava com as pernas abertas e pude ver a bucetinha dela ainda pulsando. Antes que fosse tarde demais, me joguei literalmente com a boca aberta em toda a sua buceta suculenta e lambi como se estivesse beijando sua boca, entre seus gritos e os puxões de cabelo que ela me dava.
- Você gosta de como o papai come sua bucetinha, minha vida?
- Sim, sim! Por favor, papai, não para! Não para!
Depois de alguns minutos chupando toda a sua buceta, assim que senti que ela ia gozar de novo, sem me levantar nem parar de mover minha língua em volta do seu clitóris, enfiei um dedo na sua vagina, no começo com dificuldade, mas depois entrava e saía maravilhosamente, tanto que justo quando ela gozou de novo eu já tinha enfiado e tirado três dedos ao mesmo tempo, claro, devagarinho e com cuidado porque não queria machucá-la.
- Muito bem, querida - sussurrei no seu ouvido enquanto me deitava em cima dela - Agora vem a melhor parte.
Ela abriu os olhos e sorriu. Abriu completamente as pernas e levantou a bunda o máximo que pude, me convidando a entrar.
- Me fode, papai! Me perfura com seu pau!
Fiquei completamente atônito. Não pareciam palavras da minha Carlotinha, mas me deixaram ainda mais excitado do que já estava, então não quis demorar mais para montar nela.
- Olha pra mim - ordenei à minha filha - Quero que você me olhe enquanto eu te enfio, querida. Atenção, que isso vai ser rápido. Você me deixou tão excitado que acho que não vou aguentar muito.
Coloquei todo o meu cuidado para enfiar nela. Era como se meu pau tivesse vida própria. Ela mesma se direcionou ao buraco molhado que a aguardava ansiosamente. Enquanto isso, eu beijava minha filha e acariciava seus peitos, apertando seus mamilos entre meus dedos, o que a deixava tão excitada que ela tinha que parar de me beijar para gritar. Quando enfiei completamente naquela boceta apertada como poucas, comecei a me mover devagar, tirando e metendo meu pau que só queria explodir dentro dela. Minha filha também começou a se mexer debaixo de mim.
- Me fode, me fode, papai!
- Sim, filha, sim! Quem vai te foder melhor que seu pai?
- Ninguém, papai. Ninguém...!
Minha filha gozou de novo logo antes de eu ter feito isso. Pensei em ter tirado antes da hora, mas não quis quando chegou o momento. Preferi deixar a bucetinha dela cheia da minha porra, imaginando que ela andaria por aí no dia do casamento com todo o sêmen do pai molhando sua bucetinha linda.
7 comentários - Minha filha vai casar
abrazo y puntos
Me encanto...
Te dejo puntitos y besitos...
Excelente historia, gracias por compartirla y gracias por pasar por mi post 👍
Excelente relato Amigo... no hiciste re calentar de morbo 🙎♂️