Saí tarde do trabalho e combinei de me encontrar na casa do Adrián; a gente tinha planejado passar um tempo no apartamento dele. Quando cheguei, quem me recebeu foi o primo dele, que tava com a namorada, e me convidou pra entrar; falou que o Adrián tinha ido na lojinha mas não demorava.
Entrei e me acomodei na sala, onde o Juan Carlos (o primo do Adrián) e a namorada dele estavam vendo um filme. Daí a pouco o Adrián chegou e me ofereceu algo pra beber; a gente ficou vendo o filme abraçado. De canto de olho, eu via o Juan Carlos que, de repente e sem vergonha nenhuma, começou a apalpar a namorada dele, que ficava corada e pedia pra ele parar, porque a gente tava ali. Eles riam e a gente continuava vendo o filme.
Quando o filme acabou, falei pro Adrián que já ia embora, e ele pediu pra eu ficar; só tinha dois quartos e, como o irmão dele não tava, não teria problema. Como eu não precisava trabalhar no dia seguinte, aceitei. Então a gente todo mundo preparou uma comida e jantamos os quatro, fazendo um bate-papo gostoso depois.
Já de noite, eu e o Adrián fomos pro quarto dele, e o Juan Carlos e a namorada foram pro outro quarto. Embora estivesse tudo bem comigo estar ali, meu namorado ficava meio sem graça de fazer alguma coisa sabendo que o primo tava no outro quarto, então eu me resignei e a gente se preparou pra dormir. Tirei a roupa, fiquei só de cueca e abracei ele.
Eu tava começando a pegar no sono quando, de repente, ouvi uns barulhos estranhos. Prestei mais atenção e percebi um bate-bate que reconheci na hora: o Juan Carlos e a namorada dele com certeza estavam transando. Como o Adrián já tava dormindo, tentei fazer o mesmo, mas logo a namorada do Juan Carlos começou a fazer mais barulho e, com a casa em silêncio, os gemidos dela se ouviam claramente. Eu me acendi e fiquei bem excitado, então, sem mais, enfiei a mão por baixo da cueca do Adrián, que tava de barriga pra cima, puxei o pau dele e me deslizei debaixo das cobertas pra meter o pau dele, ainda mole, na minha boca.
Não demorou muito pra ele acordar, tanto o Adrián quanto o pau dele. — O que você tá fazendo? (ele me disse)
— Tava com vontade… teu primo tá comendo e me deixou com tesão
— Mas podem nos ouvir
— Isso não preocupou eles.
— É que…
Já não prestei mais atenção nele, joguei as cobertas pra me acomodar melhor e continuei chupando aquela pica que ficava cada vez mais dura; no outro quarto, Juan Carlos e a namorada faziam cada vez mais barulho, dava pra ver que ele tava dando uma bela de uma comida, e eu tava com vontade da mesma coisa, então me levantei, acendi a luz pra procurar uma camisinha e coloquei no Adrián, que continuava deitado na cama.
— Cê quer transar mesmo?
— Sim, (eu disse) tô precisando
— Tá bom, mas não faz muito barulho
— Meh… cê acha que teu primo liga? Ele tem outras coisas pra pensar
— É que eu fico com vergonha
— hahaha, só deixa, (falei enquanto subia nele)
Sentei na pica dele devagar, até sentir que tinha entrado toda, e comecei a me mexer pra cima e pra baixo, sentindo como apertava ela bem forte. A verdade é que tentei não fazer muito barulho naquele momento. Sentava nele uma vez e outra, cada vez um pouquinho mais rápido porque a pica dele começava a deslizar melhor no meu cu.
Transamos assim por um tempo enquanto também ouvíamos o primo dele continuando a meter na namorada, então falei pro Adrián que queria que ele metesse por trás. Fiquei de quatro enquanto o Adrián se ajoelhava atrás do meu cu pra meter; ele abriu um pouco minhas nádegas e colocou a pica na entrada pra me penetrar, aí eu fiz um gemido de propósito.
— Mmmmmm, mete! Falei
— Shhh, sim, mas não faz barulho (ele disse enquanto deslizava a pica dentro de mim)
— Aaah, sim… assim, mete até o fundo (falei de novo de propósito)
O Adrián metia, mas ria das minhas expressões; ele percebeu que eu tava fazendo de propósito, então, já sem tanta vergonha, me segurou bem pelas cadeiras e começou a meter bem forte. Aí sim meus gemidos eram de verdade, eu sentia o púbis dele batendo nas minhas nádegas a cada estocada, eu gemia de prazer.
Ele tirou e pediu pra eu virei de costas, me deitei enquanto ele, em pé na beira da cama, levantou minhas pernas segurando meus tornozelos e eu coloquei o pau dele no meu cu; assim ele me comeu enquanto com uma mão batia uma punheta pra mim, até que não aguentei mais e gozei na mão dele.
Fiquei satisfeito que quando o Adrián gozou, ele não se segurou e soltou um gemido gostoso enquanto o pau dele inchava dentro de mim; ele se deitou na cama enquanto eu tirava a camisinha dele; como fiquei todo leitoso, vesti minha cueca e fui pro banheiro, e bem quando ia pegar a maçaneta da porta, ela se abriu e saiu a namorada do Juan Carlos, que ficou me encarando toda corada enquanto trocávamos sorrisos cúmplices;
Espero que vocês tenham gostado desse relato.
Entrei e me acomodei na sala, onde o Juan Carlos (o primo do Adrián) e a namorada dele estavam vendo um filme. Daí a pouco o Adrián chegou e me ofereceu algo pra beber; a gente ficou vendo o filme abraçado. De canto de olho, eu via o Juan Carlos que, de repente e sem vergonha nenhuma, começou a apalpar a namorada dele, que ficava corada e pedia pra ele parar, porque a gente tava ali. Eles riam e a gente continuava vendo o filme.
Quando o filme acabou, falei pro Adrián que já ia embora, e ele pediu pra eu ficar; só tinha dois quartos e, como o irmão dele não tava, não teria problema. Como eu não precisava trabalhar no dia seguinte, aceitei. Então a gente todo mundo preparou uma comida e jantamos os quatro, fazendo um bate-papo gostoso depois.
Já de noite, eu e o Adrián fomos pro quarto dele, e o Juan Carlos e a namorada foram pro outro quarto. Embora estivesse tudo bem comigo estar ali, meu namorado ficava meio sem graça de fazer alguma coisa sabendo que o primo tava no outro quarto, então eu me resignei e a gente se preparou pra dormir. Tirei a roupa, fiquei só de cueca e abracei ele.
Eu tava começando a pegar no sono quando, de repente, ouvi uns barulhos estranhos. Prestei mais atenção e percebi um bate-bate que reconheci na hora: o Juan Carlos e a namorada dele com certeza estavam transando. Como o Adrián já tava dormindo, tentei fazer o mesmo, mas logo a namorada do Juan Carlos começou a fazer mais barulho e, com a casa em silêncio, os gemidos dela se ouviam claramente. Eu me acendi e fiquei bem excitado, então, sem mais, enfiei a mão por baixo da cueca do Adrián, que tava de barriga pra cima, puxei o pau dele e me deslizei debaixo das cobertas pra meter o pau dele, ainda mole, na minha boca.
Não demorou muito pra ele acordar, tanto o Adrián quanto o pau dele. — O que você tá fazendo? (ele me disse)
— Tava com vontade… teu primo tá comendo e me deixou com tesão
— Mas podem nos ouvir
— Isso não preocupou eles.
— É que…
Já não prestei mais atenção nele, joguei as cobertas pra me acomodar melhor e continuei chupando aquela pica que ficava cada vez mais dura; no outro quarto, Juan Carlos e a namorada faziam cada vez mais barulho, dava pra ver que ele tava dando uma bela de uma comida, e eu tava com vontade da mesma coisa, então me levantei, acendi a luz pra procurar uma camisinha e coloquei no Adrián, que continuava deitado na cama.
— Cê quer transar mesmo?
— Sim, (eu disse) tô precisando
— Tá bom, mas não faz muito barulho
— Meh… cê acha que teu primo liga? Ele tem outras coisas pra pensar
— É que eu fico com vergonha
— hahaha, só deixa, (falei enquanto subia nele)
Sentei na pica dele devagar, até sentir que tinha entrado toda, e comecei a me mexer pra cima e pra baixo, sentindo como apertava ela bem forte. A verdade é que tentei não fazer muito barulho naquele momento. Sentava nele uma vez e outra, cada vez um pouquinho mais rápido porque a pica dele começava a deslizar melhor no meu cu.
Transamos assim por um tempo enquanto também ouvíamos o primo dele continuando a meter na namorada, então falei pro Adrián que queria que ele metesse por trás. Fiquei de quatro enquanto o Adrián se ajoelhava atrás do meu cu pra meter; ele abriu um pouco minhas nádegas e colocou a pica na entrada pra me penetrar, aí eu fiz um gemido de propósito.
— Mmmmmm, mete! Falei
— Shhh, sim, mas não faz barulho (ele disse enquanto deslizava a pica dentro de mim)
— Aaah, sim… assim, mete até o fundo (falei de novo de propósito)
O Adrián metia, mas ria das minhas expressões; ele percebeu que eu tava fazendo de propósito, então, já sem tanta vergonha, me segurou bem pelas cadeiras e começou a meter bem forte. Aí sim meus gemidos eram de verdade, eu sentia o púbis dele batendo nas minhas nádegas a cada estocada, eu gemia de prazer.
Ele tirou e pediu pra eu virei de costas, me deitei enquanto ele, em pé na beira da cama, levantou minhas pernas segurando meus tornozelos e eu coloquei o pau dele no meu cu; assim ele me comeu enquanto com uma mão batia uma punheta pra mim, até que não aguentei mais e gozei na mão dele.
Fiquei satisfeito que quando o Adrián gozou, ele não se segurou e soltou um gemido gostoso enquanto o pau dele inchava dentro de mim; ele se deitou na cama enquanto eu tirava a camisinha dele; como fiquei todo leitoso, vesti minha cueca e fui pro banheiro, e bem quando ia pegar a maçaneta da porta, ela se abriu e saiu a namorada do Juan Carlos, que ficou me encarando toda corada enquanto trocávamos sorrisos cúmplices;
Espero que vocês tenham gostado desse relato.
4 comentários - Vecinos ruidosos (relato gay)
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