Sou a Cíntia, tenho 21 anos e terminei com meu namorado faz pouco tempo, então tava muito bem solteira. Ele não me cuidava o suficiente, por mais que vivesse elogiando meus dotes na frente de todo mundo, não me queria como pessoa, o que eu achava muito mais importante. Ele sempre gostava que eu me mostrasse, e pra todo mundo ele fazia questão de falar da minha dianteira incrível; da minha cintura principalmente e da minha bunda, que é bem empinada e redonda. E o melhor de tudo é que sem nem fazer exercício, só o que a natureza me deu, mesmo com minha altura bem reduzida, só 1,60, mas não me incomodava porque eu tinha boas medidas pra não precisar de tanta altura. No total e sem exagerar, eu tinha 93-65-100.
Lá na faculdade, eu tinha que cursar de manhã e às vezes de tarde. Quando dava, passava pra buscar minha amiga do lado e a gente passava o tempo todo conversando ou fazendo alguma coisa. A verdade é que ela era minha melhor amiga, a gente sempre ria de tudo, principalmente de algumas coisas que o irmão dela fazia, e ele achava que ela não percebia. Ela me contava que sempre pegava ele vendo filme pornô, e muitas vezes sabia que ele tirava dinheiro da mãe pra ir nas putas saciar os desejos. Não era um tarado, mas acho que dava pra entender, já que era um cara muito gordo, com óculos bem grossos e meio devagar de pensamento, sem ser deficiente. É óbvio que ele tinha que saciar as vontades pagando, não acho que devia ter mulher pra aguentar um sujeito daquele, e ainda com 35 anos.
Era tarde da tarde, todo mundo dormindo, quando em silêncio ouvi um barulho na casa da minha vizinha. Eu sabia que não tinha ninguém, então me preocupei. Saí do quarto de estudo, subi num banquinho pra me espiar por cima do muro baixinho que divide nossos quintais, que não tem nem 1,80. Não tinha ninguém. Quando ia descer, ouvi umas vozes lá dentro da casa e pensei que fossem ladrões. Por via das dúvidas e por curiosidade, fiquei mais um pouco pra escutar e ver. Até que de repente o Alejandro sai meio pelado com Uma mulher, que pela aparência devia ser uma prostituta, ele a levava pelo braço e, depois de chegar perto da piscina dele, disse: — Vamos, foxy, quero que você me chupe a pica aqui! Eu continuava meio escondida atrás dos galhos de uma árvore, observando a cena obscena, quando Alejandro abaixou a sunga dele. Aí apareceu o pau dele, era enorme, grosso demais, parecia meu braço e estava como inchado. A garota, que não devia ser muito mais velha que eu, rapidamente se ajoelhou e começou um boquete, metendo e tirando aquela pica enorme da boca dela. Eu olhava surpresa como aquela pica gigante não cabia na boca dela. Alejandro só fechava os olhos, o rosto dele mostrava o prazer enquanto aquela louca devorava o pau dele. Ele só exclamava: — Ahgg, ahh, sim, come ela toda, ahh! — Ahh, ahh, assim, assim, chupa ela toda, Cíntia, siiiim, AAHHH! Eu fiquei paralisada ao ouvir o nome dela, que era igual ao meu. Uma sensação estranha atravessou meu corpo e eu não conseguia parar de olhar, estava de boca aberta, surpresa, e já tinham se passado uns 10 minutos que eu estava ali vendo. De repente, pude ver que Alejandro ficava ainda mais excitado, com certeza estava perto de gozar, quando gritou: — Já vou gozar, puta, abre a boca! Ele tirou a pica enorme da boca dela e começou a bater punheta. Ela ficou de boca aberta esperando a descarga. De repente, começaram a sair os jatos de porra do pau dele e ele jogou na boca e na cara toda dela. Depois de descarregar tudo, pegou o pau dele e começou a passar na cara dela e a dar tapas nas bochechas e nos lábios dela com a pica. Tudo que eu estava vendo me parecia nojento e obsceno. Alejandro tinha cara de vitorioso, de ter gozado dela do jeito que ele queria. Então ele disse: — Já vai, puta, ficou bem banhadinha da minha porra, agora limpa ele pra mim! Ela, como se fosse uma ordem, começou a limpar com a língua aquela pica enorme, e Alejandro, quando virou o rosto para cima de prazer, olhou para onde eu estava. Eu não sabia se ele estava me olhando. mas parecia que sim, então me escondi rapidamente.
Já tinham se passado vários dias, até que chegou a sexta-feira. Nesse dia, fiquei super apressada, preparando tudo, porque depois de um longo dia de aula, chego em casa e saio pra dançar. No meio de toda essa correria, saí sem a chave. Não me preocupei muito, porque sempre tinha alguém em casa. O problema foi que nesse dia todo mundo foi ajudar meu pai no trabalho dele. Quando voltei pra casa, naquele dia que chovia pra caralho, me deparei com a casa vazia, e ainda por cima sem chave, toda molhada com o jaleco da faculdade. Rapidamente, decidi tirar o jaleco molhado pra não ficar doente e joguei ele junto com as pastas por uma janela que sempre ficava meio aberta, e resolvi ficar debaixo do telhado esperando eles chegarem. Não deviam demorar tanto, imaginei. As horas passavam e eu sentia cada vez mais frio, já que estava vestida pra sair, com uma regata branca bem decotada e curtinha, que não cobria meu umbigo, uma calça jeans apertada e umas sandálias um pouco altas. Não sabia o que fazer esperando eles voltarem. De repente, pensei em pedir pros meus vizinhos me deixarem entrar pelo quintal deles, mas se o Alejandro estivesse lá, ele ia falar alguma coisa sobre o outro dia, então não tive coragem e fiquei ali, passando frio sozinha. O tempo passava e ninguém chegava em casa. Aí criei coragem e decidi ir pedir ajuda pros vizinhos. Corri até o lado e a chuva me molhou toda, mesmo sendo pouca distância. Toquei a campainha e ninguém atendia, enquanto eu continuava me molhando. Já estava quase voltando pra debaixo do telhado onde estava, quando de repente a porta se abriu e apareceu o Alejandro. Ele me olhou rapidamente e mandou eu entrar. Eu entrei sem hesitar, só pensando na chuva e no frio.
De repente, ele me pediu pra chegar perto e provar o café, pra ver se tava no ponto de açúcar. Eu me aproximei, muito nervosa, comecei a provar o café devagar, e vi como os olhos dele olhavam descaradamente pros meus peitos. Nos olhos dele, pude notar a excitação dele, ou melhor Dava pra ver que ele tava no tesão, me olhava tão fixo que parecia que queria devorar meus peitos. Depois de provar o café, bom, na verdade tomei tudo porque tava com muito frio, pedi outro, mas com mais açúcar por favor. Aí ele falou que tinha atrás de mim, eu me virei e abri o armário, ficando na ponta dos pés porque não alcançava, sabia que ele tava me olhando por trás e com certeza direto na minha bunda, mas uma sensação estranha tomou conta do meu corpo, o frio tinha ido embora e o calor começava a aparecer, sentia minhas orelhas ficarem vermelhas e um calor me invadindo por dentro, me dando sede, enquanto eu continuava procurando o açúcar. Ele disse de repente, quebrando o silêncio: —Você tem umas pernas lindas! Eu congelei, e ele falou depois: —Espero que não se importe de eu falar isso. Eu, toda nervosa, respondi: —Não. Fiquei parada, sem saber o que fazer, aí ele disse: —E essa cintura!! Você vai pra academia? Eu falei: —Não. Secamente. Passou um tempo e eu não achava o açúcar, quando ele quebrou o silêncio de novo e falou: —E essa bunda, me desculpa falar, mas é fantástica!! Engoli seco, tava nervosa demais pra responder, e quando viu que eu não respondia, continuou: —Você tem um corpaço, devem te falar um monte de putaria na rua!! Eu tava muito desconfortável e concordei com a cabeça, sem saber o que fazer. De repente, ele se aproximou dizendo: —Deixa eu te ajudar! E ficou atrás de mim, e senti o sem-vergonha encostar o pau na minha bunda, pude sentir a excitação dele nas minhas nádegas, o cara tava se aproveitando de mim e eu tentei sair daquela situação, mas meu corpo não respondia. De repente, sem perder tempo, ele falou no meu ouvido algo que me deixou perplexa: —E aí, Cíntia, o que você achou do outro dia, aquela puta tava me chupando, você gostou, né, por isso ficou olhando de boca aberta!! Eu fiquei paralisada, morrendo de medo, meu coração começou a bater mais forte, não sabia o que dizer nem o que fazer diante daquela revelação. Fiquei muda, aí ele disse: "O que foi? Não vai falar nada?" Eu continuei calada, mas rapidamente parei as acusações com voz firme e respondi: "Qual é o seu problema, Alejandro? Você tá louco, não sei do que você tá falando, me deixa em paz!" Mas ele, longe de me soltar, começou a passar as mãos nas minhas costas. Eu, com medo e quase chorando, falei quase implorando: "Por favor, me solta, não faz nada comigo, Alejandro!" Mas acho que isso só deixou ele mais animado, porque as mãos dele começaram a percorrer meu pescoço e, num movimento rápido, me envolveram até pegar meus peitos e ele sussurrou no meu ouvido: "Que peitão gostoso você tem, Cintia!" Eu, diante daquele assédio, gritei: "Já chega, me soltaaaaaaa!" Mas ele continuava na dele, apertando meus peitos com força, amassando tudo e murmurando no meu ouvido: "Que peitão grande e duro você tem!" O calor tomou conta de mim ainda mais agora que ele estava abusando de mim. Não sei por quê, mas eu estava meio excitada com aquele assédio, pensando no quão tarado era aquilo: aquele cara mais velho, gordo e sujo que quase toda noite ia atrás de puta, e que nem elas deviam deixar ele encostar, agora tinha um corpo bem mais jovem e gostoso pra apalpar, e aquele corpo era meu, uma garota 10 anos mais nova que ele. O desgraçado devia estar se sentindo no céu. Ele ficou um tempão massageando meus peitos e apertando o pacote dele contra minha bunda uma e outra vez. Eu estava excitada, por mais que minha cabeça tentasse me soltar daquele opressor, meu corpo não obedecia. De repente, uma das mãos dele foi parar na parte de cima da minha coxa direita, foi descendo devagar até conseguir acariciar minha bela rabeta. Ele acariciou com gosto, eu me virei por um segundo e vi a cara doentia dele, parecia um maluco. A boca aberta, quase babando, mostrava um prazer tarado. Alejandro quase gritou: "Vira essa bunda pra cá, Cintia!" Com medo, obedeci e fiquei mais na ponta dos pés, enquanto começava a chorar devagar. Ele ria e dizia: "Isso, mostra essa bucetinha gostosa que você tem! Enquanto continuava admirando minha bunda, ele pegou minhas nádegas, separou elas e continuou apoiando o volume dele com mais força na linha da minha bunda, eu podia sentir as pulsações do pau dele excitado, enquanto minha bunda linda se enterrava debaixo da barriga enorme dele. Ele me segurou pelos quadris e continuou apertando o pacote dele contra mim, depois de um tempo ele disse -Vamos, mexe sua bunda devagar no meu pedaço!! Eu quase não conseguia controlar meu corpo, que estava ainda mais excitado e com um pouco de medo obedeci, empinei o máximo que pude a bunda e comecei a mexer devagar de um lado pro outro sentindo o pau duro dele todo no meu short, não sei por que, mas virei pra ver o rosto dele por um instante; e vi como o Alejandro parecia estar gostando cada vez mais.
Eu, com um pouco de medo, parei de me mexer, mas ele rapidamente gritou -O que foi?!, não falei pra parar, continua rebolando sua bunda, puta gostosa! Eu, entre lágrimas, falei me defendendo e gritando -Chega, me solta e não me chama assim, filho da puta!! Mas ele ria e falava -Te chamo do jeito que eu quiser, puta... você não passa de uma puta gostosa que tem um corpaço e eu vou aproveitar ele! Eu chorava ao ouvir tudo aquilo sobre mim, mas meu corpo estava completamente no fogo e eu não podia fazer nada pra evitar, uma sensação estranha percorria todo meu corpo, não conseguia acreditar na situação de estar com o irmão da minha melhor amiga, sendo um cara que nem era atraente e eu ali com meu short super apertado sendo apoiada totalmente e minha blusa molhada grudando nos meus peitos e de pé nos meus saltos altos. Enquanto ele me olhava, sorria de um jeito doentio. Enquanto continuava me apoiando e falava no meu ouvido -Você é muito gostosa, Cintia!
De repente ele me pegou pela cintura e me virou violentamente, ficando na altura do peito dele, sendo ele muito mais alto que eu, rapidamente as mãos dele entraram debaixo da minha blusa pra apertar meus peitos, eu chorava diante do abuso e sentia os apertões fortes dele que despertavam aos poucos apertei meus mamilos; ele, ao perceber rapidamente a ereção deles, me disse:
—Você gosta que apalpem seus peitos, sua puta?
Eu não respondi, mas senti meu rosto corar, era evidente que aquilo já tinha respondido por mim. Num movimento rápido, as mãos dele arrancaram minha camisa e meu sutiã. Tentei me cobrir, mas ele estava muito perto e eu não conseguia levantar os braços. Ele ficou de boca aberta me olhando por um instante e depois disse num tom eufórico:
—Que peitos gostosos, Cíntia, são melhores do que eu imaginava!
E depois disso, ele apertou meus peitos com força, enquanto começou a lamber descontroladamente. Depois de aproveitar bastante dos meus seios, soltou eles e suas mãos grandes foram para minha bunda, apertando e apalpando violentamente, enquanto me olhava e dizia com um sorriso vil:
—Que raba que você tem, que delícia, tem um cuzão... você gosta que toquem sua bunda?
Eu já não sentia nada, nem tinha vontade que ele fizesse aquilo. Odiava aquela forma de me tratar, mas meu corpo parecia não odiar. Como pude, gritei:
—Já chega!!! Me solta, você não está bem, por favor!!!
Mas ele ria e dizia:
—Que puta que você é, me manda parar, mas está mais excitada do que eu!! Você merece um presentinho!! Quer que eu te recompense com meu gozo?
Eu chorava cada vez mais, mas Alejandro continuava e começou a desabotoar o cinto. Quando ia abrir a calça, pegou uma das minhas mãos e disse:
—Vamos, Cíntia, procura o que você gosta!!
Eu estava completamente apavorada, mas não conseguia resistir tanto, não sei por quê. Ele continuou levando minha mão até chegar no volume grande da calça dele. Eu estava como que ausente diante da situação, não queria pensar, só queria ir embora, enquanto sentia aquela barra de carne pulsando e muito quente. De repente, ele me pegou pelo queixo e me deu um beijo violento, a língua nojenta dele entrou completamente na minha. Tentei tirá-lo de cima de mim e consegui, mas ele lambeu meu rosto e minhas lágrimas, era totalmente nojento e humilhante.
Aos poucos, ele foi... Levando pra mesa, eu tentava lutar contra meu corpo e o dele, pra me soltar, mas não conseguia, não sabia por quê. Quando chegamos perto da mesa, ele me inclinou sobre ela, me deixando apoiada quase numa ponta da mesa, minha cabeça pendurada pra baixo e minha bunda apontando pro céu do outro lado. Enquanto acariciava minha bunda, o desgraçado tirou o pau dele, que era todo venoso e grosso, aí encostou na minha cara pra começar a dar umas batidinhas com ele. Eu não parava de chorar, era muito humilhante, e ele curtia cada vez mais, me falando num tom de deboche — Cê tá vendo como me deixa putinha? Eu só gemia de nojo e rejeição, mas tava toda engasgada com minhas lágrimas. De repente, as mãozonas dele começaram a dar uns tapas fortes na minha bunda, que ele tava obcecado, dava pra sentir nos apertos e nas palmadas que ele me dava. De repente ele foi embora e ficou atrás de mim, eu chorava sem parar, aí o filho da puta de repente puxou minha calça pra baixo. Na hora eu soube que não tinha volta, o desgraçado ia me estuprar e meu corpo não respondia pra me negar, só minha cabeça. Ele baixou minha calça devagar, eu me virei como dava e vi ele olhando fixo pra minha bunda, aí a mão dele acariciou minha entreperna sentindo os fluidos do meu corpo. Ele riu e me falou uma coisa que fez tudo fazer sentido — Ahhh, que gostosa você tá!! Esses comprimidos que coloquei no seu café funcionaram direitinho!! Quando ouvi aquilo, comecei a chorar mais e a xingar ele, era verdade, sentia muito calor e tesão, mas minha cabeça não, era meu corpo, era óbvio que ele sabia que meu corpo ia buscar se saciar. A situação era revoltante, mas não tinha o que fazer, ele até continuava rindo da minha desgraça e me dizia — Que rabo lindo você tem, Cíntia!! Quando terminou de falar isso, pegou o pau grosso já bem duro e começou a bater nas minhas nádegas, e com a outra mão ficava apalpando elas. De repente parou e, num movimento rápido, puxou as alças da minha tanga e baixou até meus joelhos. tornozelos, ficou parado um segundo e comentou —Que bucetao você tem, Cintia, é bem gostosa, para e balança de novo!! E me deu um tapa forte na bunda, eu, com muito medo, comecei a rebolá-la em círculos, mas foi por pouco tempo, porque ele rapidamente pegou minhas nádegas com as mãos grandes e colocou a ponta do pau grosso na entrada da minha buceta e, aos poucos, começou a abrir caminho. Eu fiquei paralisada, então ele foi enfiando o pau dentro de mim devagar, e a dor começou a aumentar. Era grande demais pra mim e me fez gritar de dor —Aaaahhhhgggggggg, tira isso, filho da puta!! Ele enfiou o pau até o fundo dentro de mim e disse, meio sem fôlego —Ahhhggg, que apertadinha você é, que gostoso ela aperta, Ahhhhh!! Eu sentia uma dor forte e um pouco de falta de ar, parecia que o pau dele ia me partir, mas meu corpo parecia gostar mais, e rapidamente meus mamilos ficaram bem duros. Por momentos, passava pela minha cabeça a sensação de ser tão desejada. Num movimento rápido, virei pra trás e vi calcinha no chão e minhas pernas abertas. Ele realmente me tinha totalmente exposta, eu estava à disposição dele. Depois, ele me pegou pela cintura e começou a me penetrar devagar, e de repente foi acelerando cada vez mais. Eu sentia que, a cada estocada daquele pau grosso e grande, ele me preenchia. Quase não conseguia controlar meu corpo, que estava cada vez mais perto do orgasmo. Era óbvio que o que ele tinha me dado era muito forte, porque eu mal conseguia pensar e, aos poucos, comecei a gemer pra satisfação nojenta dele —Ahhh ahhh ahhh assim ahhhhhh Ho assim assim oohh!! Ele, ao me ouvir, acelerava as estocadas e me fodia com muita força. Senti que me partia por dentro, era uma dor de sensação estranha. Nisso, o desgraçado agarrou minhas nádegas e começou a movê-las ritmicamente contra o pau dele, enquanto dizia —Aaaahhhhh que gostoso que você fode, Cintia, você é melhor que uma puta de luxo, ninguém me excitou tanto, vamos, mexe essa bunda assimmm aaahhh!! Eu chorava ouvindo os insultos dele, mas meu corpo continuava fiel ao objetivo de gozar. Ele devia estar me comendo há uns 20 minutos, já tinha me acostumado com meus gemidos e o barulho que minha bunda fazia ao bater na barriga dele. Com um movimento rápido, ele me pegou pelos braços e puxou pra trás, e nessa posição começou a me comer com muita força. Metia e tirava o pau de dentro de mim de um jeito incrível e doloroso pra caralho, enquanto entre gemidos ele dizia: -Aaahhh que gostosa você tá assim, aproveitando como uma puta!! Não demorou pra ele gozar logo nessa posição, e eu também, chorando por me sentir tão culpada e suja. Ele sabia como eu devia estar me sentindo, porque falou baixinho no meu ouvido: -Aproveita sua gozada, Cíntia, sei que você gostou!! Eu tava com muito ódio, me sentindo totalmente humilhada, mas meu corpo, em vez de voltar ao normal, só aumentava a temperatura. Ele devia saber, porque rápido e sem perder tempo, subiu minha calcinha fio-dental junto com a calça, esfregando bem minha bunda, e me pegou pelo braço, me levando pra dentro de casa. Eu gemia e xingava ele, tentando me soltar, mas a força dele era muito maior que a minha, e o tamanho então, nem se fala. Chegamos rápido num quarto, que obviamente era o dele. O cômodo inteiro tava cheio de fotos de mulheres semi-nuas ou nuas, o cheiro era bem pesado e tinha só uma cama. Rapidinho ele me pegou pela cintura, me virou e me deu um beijo nojento, mexendo a língua dele contra a minha o máximo que podia. As mãos dele desceram até agarrar com força as nádegas da minha bunda e me apertou contra ele, começando a me mexer contra o volume dele. Ele tava me esfregando de um jeito vil, enquanto a boca dele parecia que sugava a minha, era algo totalmente horrível.
De repente, as mãos dele soltaram minha bunda e foram pros meus ombros. Eu continuava imóvel. Então ele parou de me beijar e gritou: -Vai, fica de joelhos, puta!! E me fez ajoelhar empurrando meus ombros. Eu, mesmo tentando... Resistir? Impossível. Ele me segurava com uma força muito maior do que a que eu podia fazer, então eu caí aos pés dele. O pau dele era grosso e muito duro. Comigo completamente dominada, ele continuou me humilhando, batendo na minha cara com aquele pau, que parecia um facão de tão duro. Eu olhava pra ele, completamente apavorada e chorando, até que ele parou. Mas aí voltou com tudo. Pegou o pau inchado dele e começou a bater nos meus peitos, enquanto com a outra mão apertava eles com força. Depois de uns minutos, ele parou, se inclinou um pouco até colocar o pau na altura dos meus peitos e disse: — Vai, gostosa, agora dá um massagem gostosa com essas tetonas que você tem! Eu não sabia o que fazer, mas o pau dele no meu canalete já deixava claro o que esperava. Então, chorando cada vez mais, peguei meus peitos e juntei eles contra o pau dele, sem fazer mais nada. Mas ele rapidamente começou a mover o pau e, segurando meus peitos, impôs um vai e vem lento e humilhante, enquanto gozava pra caralho e, entre os gemidos, dizia: — Que delícia, sua puta, você me enlouquece com essas tetas! Ele ficou um bom tempo assim, se esfregando nos meus peitos e no massagem que eles faziam. Aí pegou o pau dele e apontou pra minha boca, segurando minha cabeça. Eu me engasguei e quase vomitei. O cheiro era bem forte, mas não tinha outra opção senão chupar aquele pau, já que ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mover ritmicamente. Ele tava comendo minha boca com um movimento que doía pra caralho, porque era muito grosso. Doía muito, e eu comecei a tentar beliscar e bater nele pra ele parar, mas ele riu e me olhou fixo: — Não, aguenta, agora não! E continuou, ainda mais rápido. Eu sofria pra caralho, e os cantos da minha boca doíam de tão esticados que estavam. Ele começou a puxar meu cabelo, enquanto movia minha cabeça pra frente e pra trás, aumentando a dor. Eu pensei que ia desmaiar. Não sei quanto tempo ele ficou assim, mas pareceu uma eternidade. até que parei e dei um último empurrão, enfiando o pau o mais fundo possível na minha boca e gozou.
A situação de ser usada pelo Alejandro, com a cara de idiota dele, aquele tesão nojento por putas, sendo muito mais velho que eu, gordinho e muito feio; me fazia chorar cada vez mais e me dava vontade de matar ele se pudesse. Ele começou um vai e vem mais ou menos rápido e meu corpo reagia por dentro às estocadas dele, e baixinho meus gemidos começavam a escapar da minha boca — Mmmmm!! Ahhhhhh!! Cada vez eu gemia mais alto enquanto minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto, ele, percebendo meus gemidos e minha dor interna, aproveitou e entre risadas de deboche me dizia — Ahhhhhggggg Cintia, agora é tarde, seu corpo gostoso já é meu... senti como te fodi...!! A dor que as palavras dele me causavam era impossível de descrever, eu só queria que esse pesadelo acabasse, quando ele parou de repente, tirou o pau, se afastou e, me segurando pelos tornozelos, juntou minhas pernas e colocou cada uma sobre os ombros dele e então começou com as estocadas, mas muito mais fortes que antes, o ritmo era selvagem e violento e eu gritava mais do que gemia — Ahhhhyyy!! Ahhhhyyy!! Ahhhhyyy!! Ele suava cada vez mais e gemia alto enquanto me dizia — Isso, Cintia, você é minha puta!! Adoro ver como seus peitos pulam, vamos, grita, puta, grita!! Ele se movia contra meu corpo com um desejo e um ódio que pareciam me fazer sentir ainda mais medo.
Quando de repente ele jogou minhas pernas sobre mim, ficando quase em cima de mim e acelerando ainda mais a penetração, a cara de prazer dele e o suor eram assustadores demais, ele devia saber disso porque me olhava e ria de forma vil, até que de repente o desgraçado cuspiu em mim, fazendo a saliva cair no meu rosto, eu chorei de raiva com aquela humilhação imunda, e ele devia ter percebido porque cuspiu em mim de novo, mas dessa vez fazendo a saliva cair nos meus peitos, a humilhação era demais, mas ele ficava ainda mais excitado mas, porque ele acelerava as estocadas e pulava em cima de mim, fazendo eu morrer de dor e prazer humilhante, ele ria safadamente e me dizia — Vamos, junta seus peitos, aperta eles!! Eu, com lágrimas nos olhos, fiz isso enquanto ele gemia cada vez mais e eu, aos poucos, também ia sentindo um calorão, era óbvio que eu ia gozar — Ahhhhhhhffff!! Ahhhh!! Ahhhh!! Ahhgggggggg!! Ele, de repente, num movimento rápido, saiu de dentro de mim, deixando meu orgasmo pela metade, se deitou do meu lado e se masturbou em cima dos meus peitos, gozando rapidinho neles e espirrando na minha cara. Eu chorava cada vez mais, e ele se divertia com meu choro, porque depois começou a me bater com o pau quase mole e a passar ele nos meus peitos e rosto, esfregou ele na minha cara toda, nos meus olhos, nariz, queixo, etc. Era muito assustador como aquele gordo nojento me curtia, eu chorava sem consolo, enquanto meu corpo continuava sentindo aquele calor descontrolado.
Depois ele se deitou do meu lado, com a respiração ofegante e suspirando, com certeza depois do orgasmo violento que tinha acabado de ter. Não sei quanto tempo fiquei em silêncio chorando, enquanto ele recuperava a respiração normal, quando de repente, ele me pegou pelo pulso, me levantou de um puxão da cama e eu tentei me soltar, mas ele me segurava muito forte e me levou pro banheiro, onde passou água no meu rosto e limpou todo aquele líquido nojento dele. Depois tapou minha boca e falou no meu ouvido — Ainda tenho muita porra pra te dar, putinha!! Eu chorei mais ainda, sabendo que aquele maldito ia continuar abusando do meu corpo e que eu não podia fazer nada pra impedir, e o pior de tudo é que meu corpo queria receber ele, ainda estava muito excitada, sem dúvida o que ele tinha colocado no meu café era muito forte, e meu corpo tava me mostrando isso.
CONTINUA…
Lá na faculdade, eu tinha que cursar de manhã e às vezes de tarde. Quando dava, passava pra buscar minha amiga do lado e a gente passava o tempo todo conversando ou fazendo alguma coisa. A verdade é que ela era minha melhor amiga, a gente sempre ria de tudo, principalmente de algumas coisas que o irmão dela fazia, e ele achava que ela não percebia. Ela me contava que sempre pegava ele vendo filme pornô, e muitas vezes sabia que ele tirava dinheiro da mãe pra ir nas putas saciar os desejos. Não era um tarado, mas acho que dava pra entender, já que era um cara muito gordo, com óculos bem grossos e meio devagar de pensamento, sem ser deficiente. É óbvio que ele tinha que saciar as vontades pagando, não acho que devia ter mulher pra aguentar um sujeito daquele, e ainda com 35 anos.
Era tarde da tarde, todo mundo dormindo, quando em silêncio ouvi um barulho na casa da minha vizinha. Eu sabia que não tinha ninguém, então me preocupei. Saí do quarto de estudo, subi num banquinho pra me espiar por cima do muro baixinho que divide nossos quintais, que não tem nem 1,80. Não tinha ninguém. Quando ia descer, ouvi umas vozes lá dentro da casa e pensei que fossem ladrões. Por via das dúvidas e por curiosidade, fiquei mais um pouco pra escutar e ver. Até que de repente o Alejandro sai meio pelado com Uma mulher, que pela aparência devia ser uma prostituta, ele a levava pelo braço e, depois de chegar perto da piscina dele, disse: — Vamos, foxy, quero que você me chupe a pica aqui! Eu continuava meio escondida atrás dos galhos de uma árvore, observando a cena obscena, quando Alejandro abaixou a sunga dele. Aí apareceu o pau dele, era enorme, grosso demais, parecia meu braço e estava como inchado. A garota, que não devia ser muito mais velha que eu, rapidamente se ajoelhou e começou um boquete, metendo e tirando aquela pica enorme da boca dela. Eu olhava surpresa como aquela pica gigante não cabia na boca dela. Alejandro só fechava os olhos, o rosto dele mostrava o prazer enquanto aquela louca devorava o pau dele. Ele só exclamava: — Ahgg, ahh, sim, come ela toda, ahh! — Ahh, ahh, assim, assim, chupa ela toda, Cíntia, siiiim, AAHHH! Eu fiquei paralisada ao ouvir o nome dela, que era igual ao meu. Uma sensação estranha atravessou meu corpo e eu não conseguia parar de olhar, estava de boca aberta, surpresa, e já tinham se passado uns 10 minutos que eu estava ali vendo. De repente, pude ver que Alejandro ficava ainda mais excitado, com certeza estava perto de gozar, quando gritou: — Já vou gozar, puta, abre a boca! Ele tirou a pica enorme da boca dela e começou a bater punheta. Ela ficou de boca aberta esperando a descarga. De repente, começaram a sair os jatos de porra do pau dele e ele jogou na boca e na cara toda dela. Depois de descarregar tudo, pegou o pau dele e começou a passar na cara dela e a dar tapas nas bochechas e nos lábios dela com a pica. Tudo que eu estava vendo me parecia nojento e obsceno. Alejandro tinha cara de vitorioso, de ter gozado dela do jeito que ele queria. Então ele disse: — Já vai, puta, ficou bem banhadinha da minha porra, agora limpa ele pra mim! Ela, como se fosse uma ordem, começou a limpar com a língua aquela pica enorme, e Alejandro, quando virou o rosto para cima de prazer, olhou para onde eu estava. Eu não sabia se ele estava me olhando. mas parecia que sim, então me escondi rapidamente.
Já tinham se passado vários dias, até que chegou a sexta-feira. Nesse dia, fiquei super apressada, preparando tudo, porque depois de um longo dia de aula, chego em casa e saio pra dançar. No meio de toda essa correria, saí sem a chave. Não me preocupei muito, porque sempre tinha alguém em casa. O problema foi que nesse dia todo mundo foi ajudar meu pai no trabalho dele. Quando voltei pra casa, naquele dia que chovia pra caralho, me deparei com a casa vazia, e ainda por cima sem chave, toda molhada com o jaleco da faculdade. Rapidamente, decidi tirar o jaleco molhado pra não ficar doente e joguei ele junto com as pastas por uma janela que sempre ficava meio aberta, e resolvi ficar debaixo do telhado esperando eles chegarem. Não deviam demorar tanto, imaginei. As horas passavam e eu sentia cada vez mais frio, já que estava vestida pra sair, com uma regata branca bem decotada e curtinha, que não cobria meu umbigo, uma calça jeans apertada e umas sandálias um pouco altas. Não sabia o que fazer esperando eles voltarem. De repente, pensei em pedir pros meus vizinhos me deixarem entrar pelo quintal deles, mas se o Alejandro estivesse lá, ele ia falar alguma coisa sobre o outro dia, então não tive coragem e fiquei ali, passando frio sozinha. O tempo passava e ninguém chegava em casa. Aí criei coragem e decidi ir pedir ajuda pros vizinhos. Corri até o lado e a chuva me molhou toda, mesmo sendo pouca distância. Toquei a campainha e ninguém atendia, enquanto eu continuava me molhando. Já estava quase voltando pra debaixo do telhado onde estava, quando de repente a porta se abriu e apareceu o Alejandro. Ele me olhou rapidamente e mandou eu entrar. Eu entrei sem hesitar, só pensando na chuva e no frio.
De repente, ele me pediu pra chegar perto e provar o café, pra ver se tava no ponto de açúcar. Eu me aproximei, muito nervosa, comecei a provar o café devagar, e vi como os olhos dele olhavam descaradamente pros meus peitos. Nos olhos dele, pude notar a excitação dele, ou melhor Dava pra ver que ele tava no tesão, me olhava tão fixo que parecia que queria devorar meus peitos. Depois de provar o café, bom, na verdade tomei tudo porque tava com muito frio, pedi outro, mas com mais açúcar por favor. Aí ele falou que tinha atrás de mim, eu me virei e abri o armário, ficando na ponta dos pés porque não alcançava, sabia que ele tava me olhando por trás e com certeza direto na minha bunda, mas uma sensação estranha tomou conta do meu corpo, o frio tinha ido embora e o calor começava a aparecer, sentia minhas orelhas ficarem vermelhas e um calor me invadindo por dentro, me dando sede, enquanto eu continuava procurando o açúcar. Ele disse de repente, quebrando o silêncio: —Você tem umas pernas lindas! Eu congelei, e ele falou depois: —Espero que não se importe de eu falar isso. Eu, toda nervosa, respondi: —Não. Fiquei parada, sem saber o que fazer, aí ele disse: —E essa cintura!! Você vai pra academia? Eu falei: —Não. Secamente. Passou um tempo e eu não achava o açúcar, quando ele quebrou o silêncio de novo e falou: —E essa bunda, me desculpa falar, mas é fantástica!! Engoli seco, tava nervosa demais pra responder, e quando viu que eu não respondia, continuou: —Você tem um corpaço, devem te falar um monte de putaria na rua!! Eu tava muito desconfortável e concordei com a cabeça, sem saber o que fazer. De repente, ele se aproximou dizendo: —Deixa eu te ajudar! E ficou atrás de mim, e senti o sem-vergonha encostar o pau na minha bunda, pude sentir a excitação dele nas minhas nádegas, o cara tava se aproveitando de mim e eu tentei sair daquela situação, mas meu corpo não respondia. De repente, sem perder tempo, ele falou no meu ouvido algo que me deixou perplexa: —E aí, Cíntia, o que você achou do outro dia, aquela puta tava me chupando, você gostou, né, por isso ficou olhando de boca aberta!! Eu fiquei paralisada, morrendo de medo, meu coração começou a bater mais forte, não sabia o que dizer nem o que fazer diante daquela revelação. Fiquei muda, aí ele disse: "O que foi? Não vai falar nada?" Eu continuei calada, mas rapidamente parei as acusações com voz firme e respondi: "Qual é o seu problema, Alejandro? Você tá louco, não sei do que você tá falando, me deixa em paz!" Mas ele, longe de me soltar, começou a passar as mãos nas minhas costas. Eu, com medo e quase chorando, falei quase implorando: "Por favor, me solta, não faz nada comigo, Alejandro!" Mas acho que isso só deixou ele mais animado, porque as mãos dele começaram a percorrer meu pescoço e, num movimento rápido, me envolveram até pegar meus peitos e ele sussurrou no meu ouvido: "Que peitão gostoso você tem, Cintia!" Eu, diante daquele assédio, gritei: "Já chega, me soltaaaaaaa!" Mas ele continuava na dele, apertando meus peitos com força, amassando tudo e murmurando no meu ouvido: "Que peitão grande e duro você tem!" O calor tomou conta de mim ainda mais agora que ele estava abusando de mim. Não sei por quê, mas eu estava meio excitada com aquele assédio, pensando no quão tarado era aquilo: aquele cara mais velho, gordo e sujo que quase toda noite ia atrás de puta, e que nem elas deviam deixar ele encostar, agora tinha um corpo bem mais jovem e gostoso pra apalpar, e aquele corpo era meu, uma garota 10 anos mais nova que ele. O desgraçado devia estar se sentindo no céu. Ele ficou um tempão massageando meus peitos e apertando o pacote dele contra minha bunda uma e outra vez. Eu estava excitada, por mais que minha cabeça tentasse me soltar daquele opressor, meu corpo não obedecia. De repente, uma das mãos dele foi parar na parte de cima da minha coxa direita, foi descendo devagar até conseguir acariciar minha bela rabeta. Ele acariciou com gosto, eu me virei por um segundo e vi a cara doentia dele, parecia um maluco. A boca aberta, quase babando, mostrava um prazer tarado. Alejandro quase gritou: "Vira essa bunda pra cá, Cintia!" Com medo, obedeci e fiquei mais na ponta dos pés, enquanto começava a chorar devagar. Ele ria e dizia: "Isso, mostra essa bucetinha gostosa que você tem! Enquanto continuava admirando minha bunda, ele pegou minhas nádegas, separou elas e continuou apoiando o volume dele com mais força na linha da minha bunda, eu podia sentir as pulsações do pau dele excitado, enquanto minha bunda linda se enterrava debaixo da barriga enorme dele. Ele me segurou pelos quadris e continuou apertando o pacote dele contra mim, depois de um tempo ele disse -Vamos, mexe sua bunda devagar no meu pedaço!! Eu quase não conseguia controlar meu corpo, que estava ainda mais excitado e com um pouco de medo obedeci, empinei o máximo que pude a bunda e comecei a mexer devagar de um lado pro outro sentindo o pau duro dele todo no meu short, não sei por que, mas virei pra ver o rosto dele por um instante; e vi como o Alejandro parecia estar gostando cada vez mais.
Eu, com um pouco de medo, parei de me mexer, mas ele rapidamente gritou -O que foi?!, não falei pra parar, continua rebolando sua bunda, puta gostosa! Eu, entre lágrimas, falei me defendendo e gritando -Chega, me solta e não me chama assim, filho da puta!! Mas ele ria e falava -Te chamo do jeito que eu quiser, puta... você não passa de uma puta gostosa que tem um corpaço e eu vou aproveitar ele! Eu chorava ao ouvir tudo aquilo sobre mim, mas meu corpo estava completamente no fogo e eu não podia fazer nada pra evitar, uma sensação estranha percorria todo meu corpo, não conseguia acreditar na situação de estar com o irmão da minha melhor amiga, sendo um cara que nem era atraente e eu ali com meu short super apertado sendo apoiada totalmente e minha blusa molhada grudando nos meus peitos e de pé nos meus saltos altos. Enquanto ele me olhava, sorria de um jeito doentio. Enquanto continuava me apoiando e falava no meu ouvido -Você é muito gostosa, Cintia!
De repente ele me pegou pela cintura e me virou violentamente, ficando na altura do peito dele, sendo ele muito mais alto que eu, rapidamente as mãos dele entraram debaixo da minha blusa pra apertar meus peitos, eu chorava diante do abuso e sentia os apertões fortes dele que despertavam aos poucos apertei meus mamilos; ele, ao perceber rapidamente a ereção deles, me disse:
—Você gosta que apalpem seus peitos, sua puta?
Eu não respondi, mas senti meu rosto corar, era evidente que aquilo já tinha respondido por mim. Num movimento rápido, as mãos dele arrancaram minha camisa e meu sutiã. Tentei me cobrir, mas ele estava muito perto e eu não conseguia levantar os braços. Ele ficou de boca aberta me olhando por um instante e depois disse num tom eufórico:
—Que peitos gostosos, Cíntia, são melhores do que eu imaginava!
E depois disso, ele apertou meus peitos com força, enquanto começou a lamber descontroladamente. Depois de aproveitar bastante dos meus seios, soltou eles e suas mãos grandes foram para minha bunda, apertando e apalpando violentamente, enquanto me olhava e dizia com um sorriso vil:
—Que raba que você tem, que delícia, tem um cuzão... você gosta que toquem sua bunda?
Eu já não sentia nada, nem tinha vontade que ele fizesse aquilo. Odiava aquela forma de me tratar, mas meu corpo parecia não odiar. Como pude, gritei:
—Já chega!!! Me solta, você não está bem, por favor!!!
Mas ele ria e dizia:
—Que puta que você é, me manda parar, mas está mais excitada do que eu!! Você merece um presentinho!! Quer que eu te recompense com meu gozo?
Eu chorava cada vez mais, mas Alejandro continuava e começou a desabotoar o cinto. Quando ia abrir a calça, pegou uma das minhas mãos e disse:
—Vamos, Cíntia, procura o que você gosta!!
Eu estava completamente apavorada, mas não conseguia resistir tanto, não sei por quê. Ele continuou levando minha mão até chegar no volume grande da calça dele. Eu estava como que ausente diante da situação, não queria pensar, só queria ir embora, enquanto sentia aquela barra de carne pulsando e muito quente. De repente, ele me pegou pelo queixo e me deu um beijo violento, a língua nojenta dele entrou completamente na minha. Tentei tirá-lo de cima de mim e consegui, mas ele lambeu meu rosto e minhas lágrimas, era totalmente nojento e humilhante.
Aos poucos, ele foi... Levando pra mesa, eu tentava lutar contra meu corpo e o dele, pra me soltar, mas não conseguia, não sabia por quê. Quando chegamos perto da mesa, ele me inclinou sobre ela, me deixando apoiada quase numa ponta da mesa, minha cabeça pendurada pra baixo e minha bunda apontando pro céu do outro lado. Enquanto acariciava minha bunda, o desgraçado tirou o pau dele, que era todo venoso e grosso, aí encostou na minha cara pra começar a dar umas batidinhas com ele. Eu não parava de chorar, era muito humilhante, e ele curtia cada vez mais, me falando num tom de deboche — Cê tá vendo como me deixa putinha? Eu só gemia de nojo e rejeição, mas tava toda engasgada com minhas lágrimas. De repente, as mãozonas dele começaram a dar uns tapas fortes na minha bunda, que ele tava obcecado, dava pra sentir nos apertos e nas palmadas que ele me dava. De repente ele foi embora e ficou atrás de mim, eu chorava sem parar, aí o filho da puta de repente puxou minha calça pra baixo. Na hora eu soube que não tinha volta, o desgraçado ia me estuprar e meu corpo não respondia pra me negar, só minha cabeça. Ele baixou minha calça devagar, eu me virei como dava e vi ele olhando fixo pra minha bunda, aí a mão dele acariciou minha entreperna sentindo os fluidos do meu corpo. Ele riu e me falou uma coisa que fez tudo fazer sentido — Ahhh, que gostosa você tá!! Esses comprimidos que coloquei no seu café funcionaram direitinho!! Quando ouvi aquilo, comecei a chorar mais e a xingar ele, era verdade, sentia muito calor e tesão, mas minha cabeça não, era meu corpo, era óbvio que ele sabia que meu corpo ia buscar se saciar. A situação era revoltante, mas não tinha o que fazer, ele até continuava rindo da minha desgraça e me dizia — Que rabo lindo você tem, Cíntia!! Quando terminou de falar isso, pegou o pau grosso já bem duro e começou a bater nas minhas nádegas, e com a outra mão ficava apalpando elas. De repente parou e, num movimento rápido, puxou as alças da minha tanga e baixou até meus joelhos. tornozelos, ficou parado um segundo e comentou —Que bucetao você tem, Cintia, é bem gostosa, para e balança de novo!! E me deu um tapa forte na bunda, eu, com muito medo, comecei a rebolá-la em círculos, mas foi por pouco tempo, porque ele rapidamente pegou minhas nádegas com as mãos grandes e colocou a ponta do pau grosso na entrada da minha buceta e, aos poucos, começou a abrir caminho. Eu fiquei paralisada, então ele foi enfiando o pau dentro de mim devagar, e a dor começou a aumentar. Era grande demais pra mim e me fez gritar de dor —Aaaahhhhgggggggg, tira isso, filho da puta!! Ele enfiou o pau até o fundo dentro de mim e disse, meio sem fôlego —Ahhhggg, que apertadinha você é, que gostoso ela aperta, Ahhhhh!! Eu sentia uma dor forte e um pouco de falta de ar, parecia que o pau dele ia me partir, mas meu corpo parecia gostar mais, e rapidamente meus mamilos ficaram bem duros. Por momentos, passava pela minha cabeça a sensação de ser tão desejada. Num movimento rápido, virei pra trás e vi calcinha no chão e minhas pernas abertas. Ele realmente me tinha totalmente exposta, eu estava à disposição dele. Depois, ele me pegou pela cintura e começou a me penetrar devagar, e de repente foi acelerando cada vez mais. Eu sentia que, a cada estocada daquele pau grosso e grande, ele me preenchia. Quase não conseguia controlar meu corpo, que estava cada vez mais perto do orgasmo. Era óbvio que o que ele tinha me dado era muito forte, porque eu mal conseguia pensar e, aos poucos, comecei a gemer pra satisfação nojenta dele —Ahhh ahhh ahhh assim ahhhhhh Ho assim assim oohh!! Ele, ao me ouvir, acelerava as estocadas e me fodia com muita força. Senti que me partia por dentro, era uma dor de sensação estranha. Nisso, o desgraçado agarrou minhas nádegas e começou a movê-las ritmicamente contra o pau dele, enquanto dizia —Aaaahhhhh que gostoso que você fode, Cintia, você é melhor que uma puta de luxo, ninguém me excitou tanto, vamos, mexe essa bunda assimmm aaahhh!! Eu chorava ouvindo os insultos dele, mas meu corpo continuava fiel ao objetivo de gozar. Ele devia estar me comendo há uns 20 minutos, já tinha me acostumado com meus gemidos e o barulho que minha bunda fazia ao bater na barriga dele. Com um movimento rápido, ele me pegou pelos braços e puxou pra trás, e nessa posição começou a me comer com muita força. Metia e tirava o pau de dentro de mim de um jeito incrível e doloroso pra caralho, enquanto entre gemidos ele dizia: -Aaahhh que gostosa você tá assim, aproveitando como uma puta!! Não demorou pra ele gozar logo nessa posição, e eu também, chorando por me sentir tão culpada e suja. Ele sabia como eu devia estar me sentindo, porque falou baixinho no meu ouvido: -Aproveita sua gozada, Cíntia, sei que você gostou!! Eu tava com muito ódio, me sentindo totalmente humilhada, mas meu corpo, em vez de voltar ao normal, só aumentava a temperatura. Ele devia saber, porque rápido e sem perder tempo, subiu minha calcinha fio-dental junto com a calça, esfregando bem minha bunda, e me pegou pelo braço, me levando pra dentro de casa. Eu gemia e xingava ele, tentando me soltar, mas a força dele era muito maior que a minha, e o tamanho então, nem se fala. Chegamos rápido num quarto, que obviamente era o dele. O cômodo inteiro tava cheio de fotos de mulheres semi-nuas ou nuas, o cheiro era bem pesado e tinha só uma cama. Rapidinho ele me pegou pela cintura, me virou e me deu um beijo nojento, mexendo a língua dele contra a minha o máximo que podia. As mãos dele desceram até agarrar com força as nádegas da minha bunda e me apertou contra ele, começando a me mexer contra o volume dele. Ele tava me esfregando de um jeito vil, enquanto a boca dele parecia que sugava a minha, era algo totalmente horrível.
De repente, as mãos dele soltaram minha bunda e foram pros meus ombros. Eu continuava imóvel. Então ele parou de me beijar e gritou: -Vai, fica de joelhos, puta!! E me fez ajoelhar empurrando meus ombros. Eu, mesmo tentando... Resistir? Impossível. Ele me segurava com uma força muito maior do que a que eu podia fazer, então eu caí aos pés dele. O pau dele era grosso e muito duro. Comigo completamente dominada, ele continuou me humilhando, batendo na minha cara com aquele pau, que parecia um facão de tão duro. Eu olhava pra ele, completamente apavorada e chorando, até que ele parou. Mas aí voltou com tudo. Pegou o pau inchado dele e começou a bater nos meus peitos, enquanto com a outra mão apertava eles com força. Depois de uns minutos, ele parou, se inclinou um pouco até colocar o pau na altura dos meus peitos e disse: — Vai, gostosa, agora dá um massagem gostosa com essas tetonas que você tem! Eu não sabia o que fazer, mas o pau dele no meu canalete já deixava claro o que esperava. Então, chorando cada vez mais, peguei meus peitos e juntei eles contra o pau dele, sem fazer mais nada. Mas ele rapidamente começou a mover o pau e, segurando meus peitos, impôs um vai e vem lento e humilhante, enquanto gozava pra caralho e, entre os gemidos, dizia: — Que delícia, sua puta, você me enlouquece com essas tetas! Ele ficou um bom tempo assim, se esfregando nos meus peitos e no massagem que eles faziam. Aí pegou o pau dele e apontou pra minha boca, segurando minha cabeça. Eu me engasguei e quase vomitei. O cheiro era bem forte, mas não tinha outra opção senão chupar aquele pau, já que ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mover ritmicamente. Ele tava comendo minha boca com um movimento que doía pra caralho, porque era muito grosso. Doía muito, e eu comecei a tentar beliscar e bater nele pra ele parar, mas ele riu e me olhou fixo: — Não, aguenta, agora não! E continuou, ainda mais rápido. Eu sofria pra caralho, e os cantos da minha boca doíam de tão esticados que estavam. Ele começou a puxar meu cabelo, enquanto movia minha cabeça pra frente e pra trás, aumentando a dor. Eu pensei que ia desmaiar. Não sei quanto tempo ele ficou assim, mas pareceu uma eternidade. até que parei e dei um último empurrão, enfiando o pau o mais fundo possível na minha boca e gozou.
A situação de ser usada pelo Alejandro, com a cara de idiota dele, aquele tesão nojento por putas, sendo muito mais velho que eu, gordinho e muito feio; me fazia chorar cada vez mais e me dava vontade de matar ele se pudesse. Ele começou um vai e vem mais ou menos rápido e meu corpo reagia por dentro às estocadas dele, e baixinho meus gemidos começavam a escapar da minha boca — Mmmmm!! Ahhhhhh!! Cada vez eu gemia mais alto enquanto minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto, ele, percebendo meus gemidos e minha dor interna, aproveitou e entre risadas de deboche me dizia — Ahhhhhggggg Cintia, agora é tarde, seu corpo gostoso já é meu... senti como te fodi...!! A dor que as palavras dele me causavam era impossível de descrever, eu só queria que esse pesadelo acabasse, quando ele parou de repente, tirou o pau, se afastou e, me segurando pelos tornozelos, juntou minhas pernas e colocou cada uma sobre os ombros dele e então começou com as estocadas, mas muito mais fortes que antes, o ritmo era selvagem e violento e eu gritava mais do que gemia — Ahhhhyyy!! Ahhhhyyy!! Ahhhhyyy!! Ele suava cada vez mais e gemia alto enquanto me dizia — Isso, Cintia, você é minha puta!! Adoro ver como seus peitos pulam, vamos, grita, puta, grita!! Ele se movia contra meu corpo com um desejo e um ódio que pareciam me fazer sentir ainda mais medo.
Quando de repente ele jogou minhas pernas sobre mim, ficando quase em cima de mim e acelerando ainda mais a penetração, a cara de prazer dele e o suor eram assustadores demais, ele devia saber disso porque me olhava e ria de forma vil, até que de repente o desgraçado cuspiu em mim, fazendo a saliva cair no meu rosto, eu chorei de raiva com aquela humilhação imunda, e ele devia ter percebido porque cuspiu em mim de novo, mas dessa vez fazendo a saliva cair nos meus peitos, a humilhação era demais, mas ele ficava ainda mais excitado mas, porque ele acelerava as estocadas e pulava em cima de mim, fazendo eu morrer de dor e prazer humilhante, ele ria safadamente e me dizia — Vamos, junta seus peitos, aperta eles!! Eu, com lágrimas nos olhos, fiz isso enquanto ele gemia cada vez mais e eu, aos poucos, também ia sentindo um calorão, era óbvio que eu ia gozar — Ahhhhhhhffff!! Ahhhh!! Ahhhh!! Ahhgggggggg!! Ele, de repente, num movimento rápido, saiu de dentro de mim, deixando meu orgasmo pela metade, se deitou do meu lado e se masturbou em cima dos meus peitos, gozando rapidinho neles e espirrando na minha cara. Eu chorava cada vez mais, e ele se divertia com meu choro, porque depois começou a me bater com o pau quase mole e a passar ele nos meus peitos e rosto, esfregou ele na minha cara toda, nos meus olhos, nariz, queixo, etc. Era muito assustador como aquele gordo nojento me curtia, eu chorava sem consolo, enquanto meu corpo continuava sentindo aquele calor descontrolado.
Depois ele se deitou do meu lado, com a respiração ofegante e suspirando, com certeza depois do orgasmo violento que tinha acabado de ter. Não sei quanto tempo fiquei em silêncio chorando, enquanto ele recuperava a respiração normal, quando de repente, ele me pegou pelo pulso, me levantou de um puxão da cama e eu tentei me soltar, mas ele me segurava muito forte e me levou pro banheiro, onde passou água no meu rosto e limpou todo aquele líquido nojento dele. Depois tapou minha boca e falou no meu ouvido — Ainda tenho muita porra pra te dar, putinha!! Eu chorei mais ainda, sabendo que aquele maldito ia continuar abusando do meu corpo e que eu não podia fazer nada pra impedir, e o pior de tudo é que meu corpo queria receber ele, ainda estava muito excitada, sem dúvida o que ele tinha colocado no meu café era muito forte, e meu corpo tava me mostrando isso.
CONTINUA…
5 comentários - Abusada pelo vizinho gostoso
Por dios, se me engarroto la verga. LPM!!!!
Terrible y morboso relato