Parcialmente nublado

1º de abril.
Tava sozinho em casa, como quase sempre, e entrei um pouco no PC pra ver o que tinha. De repente, apareceu um convite de amizade novo, era um homem de uns 55 anos, acho. Aceitei e ele já tava online. Perguntei na hora como ele me adicionou e se me conhecia.
"Preciso falar com você, somos parentes distantes, quero me reencontrar com você", ele escreveu.
Não acreditei, tinha um avô ou um tio distante. Combinamos de nos ver na casa dele. Não me importava de pagar táxi, queria conhecer minha família. Quando cheguei, ele me recebeu muito bem, um homem maduro como eu imaginava, cabelo curto, estilo militar, com cabelos grisalhos, alto e bem vestido, de terno.
Ele me cumprimentou com um aperto de mão e eu o saudei. Ele disse que era ex-policial e que tinha ido pra bem longe, que era meu avô. Meu pai nunca falou do pai dele, e eu perguntei: "Por que eu não te conheci?" Ele disse que meu pai tinha raiva dele e que não podia saber que ele tinha me contatado.
Conversamos por uma hora mais ou menos, e ele contou sobre a vida dele, e eu, o pouco da minha. Comecei a ficar à vontade. No começo, cheguei muito tímido, sem conhecê-lo, e ele tinha acabado de chegar de sei lá onde e foi tomar banho, me deixando vendo TV.
Ouvi ele me chamar do chuveiro. Fui até lá e ele disse: "No meu quarto, à esquerda, está minha toalha, pega pra mim, por favor." Fui e entrei no banheiro, um banheiro grande, com chuveiro, banheira, vaso, uma mesa encostada na parede, tudo muito arrumado e limpo. Ele tava no chuveiro e eu entrei sem ele me ouvir pra não incomodar, e deixei a toalha na mesa, mas derrubei um creme e um líquido que tinha lá. Ainda bem que ele não ouviu, e eu me abaixei de quatro pra limpar. Eu tava usando uma calça de tecido do meu colégio e uma camisa que ficava meio apertada. Quando me abaixei, senti a brisa passando pelas minhas costas e tentava me cobrir e limpar ao mesmo tempo. Depois, resolvi só limpar. Eu ouvia a água caindo e tentava limpar rápido. Quando peguei o creme, dizia "Baselina XXX" e imaginei que ele usava na oficina dele. armas. Eu tava de quatro tentando limpar quando parei de ouvir a água cair e a porta do chuveiro abriu. Eu, de quatro, virei pra olhar e ele saiu molhado, com um pouco de sabão, e a pica dele que chegava até mais acima do joelho. Ele me olhou, eu olhei pra ele, e ele disse: "O que cê tá fazendo aí largado?" E eu expliquei, sem me levantar. Vi a pica dele encher de sangue enquanto ele olhava pro meu cu com um olhar tarado. Nessa hora, me levantei e falei: "Pega tua toalha." Ele pegou e eu saí. Não parava de pensar naquela pica enorme, nunca tinha visto outra além da minha. Ele saiu de toalha, marcando aquela pica enorme.
Ele disse: "Me faz um favor, limpa o que eu derramei no quintal." Eu fui ver e tinha uma mancha grande no chão. E, de novo, com meu costume de limpar de quatro, me joguei no chão. Ele ficava me olhando e falando coisas tipo: "Que cu gostoso que os jovens de hoje têm" e "Notei que cê não tá usando nada por baixo da calça." Quando ele falou isso, eu fiquei calado e imóvel. Era verdade, esqueci de vestir cueca.
Ele tirou a toalha e se jogou em cima de mim, rasgando minha roupa. Disse: "Seu viado safado, vou te estuprar." Eu tentei fugir, mas tudo estava trancado. Ele me pegou, me levantou e colocou um lenço no meu nariz. Quando acordei, tava vestido com uma tanga, uma saia de colegial, um top, e amarrado de pés e mãos numa cadeira. Ele tava na minha frente com a pica dura e um vibrador.
Gritei, mas ele disse: "Grita e eu te bato."
Tava na frente do meu avô ou de um estranho? Ele disse: "Você vai ser minha puta e vou te foder por dinheiro, bem que cê precisa pra sua escola." Começou a passar a mão nas minhas pernas e lamber meu rosto. Eu ainda tava amarrado. Ele desamarrou meus pés e me jogou na cama de bruços, ainda com as mãos amarradas, e disse: "Puta, levanta e dança pra mim." E eu fiz, bem devagar, porque não sei dançar e menos ainda como uma puta. Ele se masturbava enquanto eu dançava e disse: "Deita, puta." Eu obedeci, e ele levantou minha saia e começou a passar a mão no meu pau. Fiquei duríssimo enquanto ele chupava, e eu gozei. quando me fez enfiar no meu cu.
Depois ela tirou a minha tanga e começou a lamber meu cu, era tão gostoso, e enfiou devagar o dedo dela, um dedo de velho grande e durão. Doía, mas escorria um líquido. Ela enfiou a pica enorme dela no meu cu delicado, virgem e jovem enquanto eu chorava e gemia de prazer e dor, disse: "Você vai ser uma puta e engolir meu leite" e continuava enfiando aquela pica no meu cu, eu estava paralisado, estava sendo estuprado e tava adorando. De repente ela parou com a pica dentro de mim, bateram na porta, ela vestiu um roupão e foi atender. Eu estava chorando de prazer e dor e tentei me soltar, mas ela entrou com outro velho, esse era gordo e peludo. Eles se despirem e me fizeram chupar a pica do gordo. Era menor, mas soltava mais líquido transparente. Eu estava suando, coberto de minha própria saliva e do leite deles, cuspidas e líquido transparente. Ele enfiou a pica, o gordo, no meu cu e eu chorei mais, meu suposto avô gritava "puta" e eu gemia de prazer. O gordo gozou no meu cu e meu suposto avô na minha boca. Eles me despirem e eu fiquei coberto de leite na cara, no meu cu, na minha pica e na minha barriga, meu próprio leite tinha ficado marcado numa janela e eu me masturbei de novo, me sentia sujo mas tava com vontade. Os dois saíram e me deixaram largado num quarto. Não achei minha roupa, saí assim rápido pelado e quando cheguei na sala tinham 4 velhos, nenhum com menos de 50 anos. Eu estava cansado e sujo, cheio de leite, e meu cu escorria leite do gordo. Um velho preto de quase dois metros se levantou e tirou a pica. A única coisa que eu tinha que fazer era me ajoelhar e chupar, pensei que seria só isso, mas eles tiraram todas as energias e enquanto um enfiava no meu cu, outro na boca, um chupava minha pica e outro me fazia masturbar ele, era minha primeira vez e eu tava morrendo de prazer e dor. Eles se revezavam, quem tava no meu cu passava a chupar e assim por diante, eu era o brinquedo deles. Quando todos gozaram ao mesmo tempo, um no meu cu de novo, outro na minha cara, outro Enchi minha barriga de porra e o último fez eu engolir. Tava chorando, mas descansei quando todos sentaram na minha frente e um falou: "puta deliciosa, você é um menininho muito gostoso e safado, quero que chupe minha pica todo dia". Os outros riram e meu suposto avô tirava fotos enquanto eu me levantava do chão, escorrendo soro pelo cu e pela boca. Ele me levou pra tomar banho e lá chupei ele de novo. Depois saí bem vestido, com roupa de marca, dinheiro, quase 5 milhões de pesos numa maleta, descabaçado, e com uma proposta bem tentadora de chupar e foder por grana. Vou voltar pro meu "avô" pra satisfazer a necessidade dele de sexo e a minha de dinheiro.

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