Tô nessa comunidade há um tempinho, mas só hoje resolvi compartilhar minhas experiências. Pode não ser o melhor conteúdo, mas garanto que tudo que eu colocar nos meus relatos é 100% verdade, exceto os nomes, por causa da privacidade...
Tudo começou quando a famÃlia se juntou pra alugar um ônibus e viajar de férias; como sobravam lugares, minha prima Karen convidou as amigas dela, Natalia, Lupita e Mônica pra participar da viagem; desde que cumprimentei a Natalia, sabia que alguma coisa ia rolar...
No ônibus de ida, tudo bem tranquilo, porque a famÃlia toda tava junto, só conversavam, não teve nada de interessante além dos olhares que a gente trocava.
Quando chegamos nas paradas noturnas, as luzes me acordaram, percebi que não tinha ninguém no ônibus, parecia que todo mundo tinha descido pra ir ao banheiro e comer alguma coisa, mas minha surpresa foi que a Natalia ainda tava no ônibus, então a gente conversou um pouco, se conheceu melhor, fizemos escala numa cidade e ficamos num hotel, não falei mais com ela nesses dias.
A gente tinha eventos e elas, como não eram da famÃlia e queriam fazer o próprio roteiro, se separaram da gente, mas na hora de se encontrar de novo no hotel, conversei com elas, começamos a esquentar o papo até o ponto em que ela me perguntou se eu queria ir pro quarto dela ver filmes, e eu falei que tava suado e queria tomar um banho, ela disse:
- Por que a gente não toma banho junto...
Eu não soube o que responder, não esperava por isso, pra piorar, minha mãe aparece e me manda buscar umas coisas, então aquela noite em que com certeza eu ia comer ela foi pro saco.
À noite, demorei pra pegar no sono pensando no que perdi, porque a Natalia não era feia de se olhar. Além do quanto a gente se esquentava sempre que conversava.
Continuamos indo a eventos e passeios separados, até que chegou a hora de voltar pra nossa cidade, mas aqui vem a parte boa; como toda a famÃlia tava cansada de tanto drink, dança e festa, dormiram cedo, então os jovens (meus primos, primas, as amigas e eu, claro) ficamos acordados até tarde no ônibus, começamos conversando e compartilhando o que a gente tinha gostado na viagem, depois começamos a jogar cartas, acabamos jogando semana inglesa. Onde a gente mudou um pouquinho as regras.
Nós dois morrÃamos de vontade de avançar, até que conseguimos, e aà eu tive que beijar ela 3 vezes em qualquer parte do corpo. Comecei pelo pescoço, e quando encostei na pele dela, senti ela se arrepiar toda. O segundo foi no peito, bem no começo da divisão dos seios, e senti a pele dela mais quente. No final, perguntei:
- Esse último, onde você quer?
Ela não se aguentou e enfiou a boca na minha, e eu respondi na mesma hora. Foi um beijo muito quente, sentia a pele dela queimando, e acho que ela sentia a minha também. O beijo durou uns 30 segundos, enquanto os outros ficaram em silêncio, murmurando:
- Acho que o jogo acabou.
Mas eu e a Natalia nem tÃnhamos começado direito. Então ofereci a garrafa de tequila que eles levavam no ônibus, lá no fundo, numa fileira. A gente tomou um pouco enquanto se beijava de novo. SaÃmos da fileira porque uma tia passou pra ir ao banheiro, então fomos pra uns lugares mais na frente. Parecia que Ãamos dormir: ela se deitou em cima de mim e a gente se aninhou. Aà comecei a acariciar ela, primeiro no cabelo, desci devagar pra testa, depois pro rosto, passei pelo pescoço e comecei a acariciar o peito dela (olha, não os seios), mas ela se excitou. Virou e disse: me beija. Eu, muito sem jeito... hahaha
A gente se beijou ainda mais intensamente enquanto ela acariciava minha perna e depois meu pedaço, que nessa altura já tava igual garrafa de Coca-Cola chacoalhada (durÃssimo). Aà continuei tocando ela, baixei o sutiã, só ficou a blusa cobrindo as tetas dela. Eu acariciava os bicos e beliscava de leve, e falava:
- Desde o começo da viagem você queria isso, né?
Isso excitou ela ainda mais. Enquanto a gente só tinha um lençolzinho nos cobrindo, ela desabotoou minha calça, tirou minha rola pra fora e começou a sacudir e bater uma pra mim. O tesão e o suspense eram extremos, e mesmo sabendo que minha mãe e toda minha famÃlia estavam no ônibus a poucos metros, a qualquer momento podiam nos ouvir. Mesmo assim, eu não queria ficar pra trás, então enquanto ela continuava entretida com meu pau, enfiei a mão na buceta dela, que tava super molhada e acabada de raspar; a gente continuava se beijando e se tocando, sentia que nos beijos ela se agitava cada vez mais até que ela tirou minha mão da buceta dela e falou:
- Para! Se eu me molhar toda, vão nos descobrir.
Parei, pensei e ela tinha razão, eu perderia tudo. Então me controlei e quando ia guardar o pau, ela disse: "Aonde você vai levar ele? Eu ainda quero continuar com esse pau."
Aà ela continuou e colocava a mão na boca dela pra umedecer meu pau. O problema é que não durou muito, porque o caminhão parou e vimos que era uma blitz de militares. Não deu tempo de guardar o pau no lugar, então ela só se deitou em cima de mim e a gente se cobriu com o lençol. Aà os militares passaram, pararam na nossa frente (acho que pelo cheiro de peixe), enquanto a gente fingia que tava dormindo e rezava pra eles não levantarem o lençol, porque a gente ia se foder.
Felizmente os militares foram embora. Nós dois nos assustamos, olhamos a hora e percebemos que a noite inteira a gente tinha passado fazendo "masturbações alheias". Eram 4 da manhã, então decidimos dormir o que restava da manhã.
Depois disso, a gente seguiu normal e não comentou com ninguém. Quando chegamos na cidade, combinamos de ir ao cinema. Então entramos numa sala meio vazia, sentamos lá no fundo e ela disse:
- Vamos terminar o que a gente tinha pendente?
E eu respondi:
- Claro que sim!
AÃ, no meio da sala, ela tirou meu pau de novo enquanto eu apalpava os peitos dela. Ela desceu e começou a chupar ele, no meio do filme. Por um lado, eu tava preocupado de vir algum segurança ou alguém perceber, mas não dava pra parar aquela puta. Sentia meu pau como se tivesse dentro de um formigueiro, uma sensação de que minha cabeça ia... separava da base do meu pau. Até que eu falei: "Você vai engolir a porra ou vai fazer o quê com ela?" E ela respondeu:
— Me avisa antes de gozar pra eu parar.
E foi o que eu fiz. Enquanto ela chupava, eu acariciava a bunda dela e empurrava a cabeça dela contra o meu pau, até que avisei que já era. A putinha levantou e disse:
— Que ferramenta linda que você tem.
Não soube o que responder, tava tentando não gozar. Guardei o pau, terminamos de ver o filme, mesmo com um cheiro na boca não muito agradável.
Levei ela pra casa e nunca mais chamei. Sabia que do jeito que as coisas iam, alguém podia descobrir, e não valia a pena estragar minha imagem por uma rapidinha que não ia durar.
Então conversei com ela e terminamos de boa, embora de vez em quando ela me mande mensagem pra sair com os primos...
Espero que vocês tenham gostado, em breve vou postar uma história que rolou com uma prima minha.
Tudo começou quando a famÃlia se juntou pra alugar um ônibus e viajar de férias; como sobravam lugares, minha prima Karen convidou as amigas dela, Natalia, Lupita e Mônica pra participar da viagem; desde que cumprimentei a Natalia, sabia que alguma coisa ia rolar...
No ônibus de ida, tudo bem tranquilo, porque a famÃlia toda tava junto, só conversavam, não teve nada de interessante além dos olhares que a gente trocava.
Quando chegamos nas paradas noturnas, as luzes me acordaram, percebi que não tinha ninguém no ônibus, parecia que todo mundo tinha descido pra ir ao banheiro e comer alguma coisa, mas minha surpresa foi que a Natalia ainda tava no ônibus, então a gente conversou um pouco, se conheceu melhor, fizemos escala numa cidade e ficamos num hotel, não falei mais com ela nesses dias.
A gente tinha eventos e elas, como não eram da famÃlia e queriam fazer o próprio roteiro, se separaram da gente, mas na hora de se encontrar de novo no hotel, conversei com elas, começamos a esquentar o papo até o ponto em que ela me perguntou se eu queria ir pro quarto dela ver filmes, e eu falei que tava suado e queria tomar um banho, ela disse:
- Por que a gente não toma banho junto...
Eu não soube o que responder, não esperava por isso, pra piorar, minha mãe aparece e me manda buscar umas coisas, então aquela noite em que com certeza eu ia comer ela foi pro saco.
À noite, demorei pra pegar no sono pensando no que perdi, porque a Natalia não era feia de se olhar. Além do quanto a gente se esquentava sempre que conversava.
Continuamos indo a eventos e passeios separados, até que chegou a hora de voltar pra nossa cidade, mas aqui vem a parte boa; como toda a famÃlia tava cansada de tanto drink, dança e festa, dormiram cedo, então os jovens (meus primos, primas, as amigas e eu, claro) ficamos acordados até tarde no ônibus, começamos conversando e compartilhando o que a gente tinha gostado na viagem, depois começamos a jogar cartas, acabamos jogando semana inglesa. Onde a gente mudou um pouquinho as regras.
Nós dois morrÃamos de vontade de avançar, até que conseguimos, e aà eu tive que beijar ela 3 vezes em qualquer parte do corpo. Comecei pelo pescoço, e quando encostei na pele dela, senti ela se arrepiar toda. O segundo foi no peito, bem no começo da divisão dos seios, e senti a pele dela mais quente. No final, perguntei:
- Esse último, onde você quer?
Ela não se aguentou e enfiou a boca na minha, e eu respondi na mesma hora. Foi um beijo muito quente, sentia a pele dela queimando, e acho que ela sentia a minha também. O beijo durou uns 30 segundos, enquanto os outros ficaram em silêncio, murmurando:
- Acho que o jogo acabou.
Mas eu e a Natalia nem tÃnhamos começado direito. Então ofereci a garrafa de tequila que eles levavam no ônibus, lá no fundo, numa fileira. A gente tomou um pouco enquanto se beijava de novo. SaÃmos da fileira porque uma tia passou pra ir ao banheiro, então fomos pra uns lugares mais na frente. Parecia que Ãamos dormir: ela se deitou em cima de mim e a gente se aninhou. Aà comecei a acariciar ela, primeiro no cabelo, desci devagar pra testa, depois pro rosto, passei pelo pescoço e comecei a acariciar o peito dela (olha, não os seios), mas ela se excitou. Virou e disse: me beija. Eu, muito sem jeito... hahaha
A gente se beijou ainda mais intensamente enquanto ela acariciava minha perna e depois meu pedaço, que nessa altura já tava igual garrafa de Coca-Cola chacoalhada (durÃssimo). Aà continuei tocando ela, baixei o sutiã, só ficou a blusa cobrindo as tetas dela. Eu acariciava os bicos e beliscava de leve, e falava:
- Desde o começo da viagem você queria isso, né?
Isso excitou ela ainda mais. Enquanto a gente só tinha um lençolzinho nos cobrindo, ela desabotoou minha calça, tirou minha rola pra fora e começou a sacudir e bater uma pra mim. O tesão e o suspense eram extremos, e mesmo sabendo que minha mãe e toda minha famÃlia estavam no ônibus a poucos metros, a qualquer momento podiam nos ouvir. Mesmo assim, eu não queria ficar pra trás, então enquanto ela continuava entretida com meu pau, enfiei a mão na buceta dela, que tava super molhada e acabada de raspar; a gente continuava se beijando e se tocando, sentia que nos beijos ela se agitava cada vez mais até que ela tirou minha mão da buceta dela e falou:
- Para! Se eu me molhar toda, vão nos descobrir.
Parei, pensei e ela tinha razão, eu perderia tudo. Então me controlei e quando ia guardar o pau, ela disse: "Aonde você vai levar ele? Eu ainda quero continuar com esse pau."
Aà ela continuou e colocava a mão na boca dela pra umedecer meu pau. O problema é que não durou muito, porque o caminhão parou e vimos que era uma blitz de militares. Não deu tempo de guardar o pau no lugar, então ela só se deitou em cima de mim e a gente se cobriu com o lençol. Aà os militares passaram, pararam na nossa frente (acho que pelo cheiro de peixe), enquanto a gente fingia que tava dormindo e rezava pra eles não levantarem o lençol, porque a gente ia se foder.
Felizmente os militares foram embora. Nós dois nos assustamos, olhamos a hora e percebemos que a noite inteira a gente tinha passado fazendo "masturbações alheias". Eram 4 da manhã, então decidimos dormir o que restava da manhã.
Depois disso, a gente seguiu normal e não comentou com ninguém. Quando chegamos na cidade, combinamos de ir ao cinema. Então entramos numa sala meio vazia, sentamos lá no fundo e ela disse:
- Vamos terminar o que a gente tinha pendente?
E eu respondi:
- Claro que sim!
AÃ, no meio da sala, ela tirou meu pau de novo enquanto eu apalpava os peitos dela. Ela desceu e começou a chupar ele, no meio do filme. Por um lado, eu tava preocupado de vir algum segurança ou alguém perceber, mas não dava pra parar aquela puta. Sentia meu pau como se tivesse dentro de um formigueiro, uma sensação de que minha cabeça ia... separava da base do meu pau. Até que eu falei: "Você vai engolir a porra ou vai fazer o quê com ela?" E ela respondeu:
— Me avisa antes de gozar pra eu parar.
E foi o que eu fiz. Enquanto ela chupava, eu acariciava a bunda dela e empurrava a cabeça dela contra o meu pau, até que avisei que já era. A putinha levantou e disse:
— Que ferramenta linda que você tem.
Não soube o que responder, tava tentando não gozar. Guardei o pau, terminamos de ver o filme, mesmo com um cheiro na boca não muito agradável.
Levei ela pra casa e nunca mais chamei. Sabia que do jeito que as coisas iam, alguém podia descobrir, e não valia a pena estragar minha imagem por uma rapidinha que não ia durar.
Então conversei com ela e terminamos de boa, embora de vez em quando ela me mande mensagem pra sair com os primos...
Espero que vocês tenham gostado, em breve vou postar uma história que rolou com uma prima minha.
1 comentários - Férias, um ônibus e uma jaqueta...
El relato esta bien, solo que medio raro como al final se queda todo en un simple pete por un dilema moral, yo queria mas accion jajajajaja.
Lindo aporte.