Essa história começou há alguns anos. Vou usar termos que a gente usa aqui no México, qualquer dúvida eu explico. Espero que vocês gostem do meu primeiro relato e me animem a fazer mais.
Minha namorada, na época, era da Cidade do México, e eu sou um cara do interior. Conheci ela porque a família dela mora na minha cidade e nos fins de semana eles vêm visitar. O primo dela me apresentou, a gente se gostou e namoramos por quase 3 anos. Agora tô solteiro, haha.
Bom, depois de 4 meses de namoro, a gente já falava sobre sexo, mas nunca decidimos que era a hora. Num certo fim de semana, como sempre, eu me preparava pra ir vê-la, porque ela chegava na casa dos tios e ficava lá o fim de semana inteiro. Mas dessa vez ela pediu pra eu levar meu irmão, porque gostava muito dele e eles se davam bem. Eu, de cara feia, aceitei e levei ele. Quando mandei mensagem dizendo que já tava lá e pra ela sair, qual foi minha surpresa? Ela saiu com um shortinho jeans bem justinho, era magrinha mas tinha umas pernas lindas. Mas não foi só isso: ela também tava com uma blusa bem decotada, onde dava pra ver os peitos dela, não muito grandes, mas bem formados e gostosos. Só de ver ela, meu pau já subiu, e me aproximei pra cumprimentar como devia: um beijo longo de língua, apalpando a bunda redondinha e muito, muito gostosa. Mano, eu não aguentava a ereção!
Depois disso, a gente foi pra casa. Minha surpresa foi que só estavam a prima dela e o namorado da prima em casa, porque quase sempre a casa tá cheia da família toda. Na hora, não dei importância, mas isso foi essencial pra eu poder comer ela.
A gente viu um filme e, verdade seja dita, todo mundo tava entediado. Eu não conseguia apalpar minha namorada do jeito que queria porque meu irmão e a prima dela estavam olhando.
Mas aí, a prima dela deu vontade de comprar alguma coisa na lojinha. A loja era longe pra caralho de casa, e ela queria que todo mundo fosse. Mas minha namorada teve uma ideia genial:
— Que tal se meu brother for com você? Lei, prima…
Mas a prima não tinha dinheiro, era minha chance, então não deixei ela ir. Dei 20 pila pra prima dela e ela foi na venda com meu irmão. Assim que elas saíram, peguei minha mina e coloquei ela em cima de mim, dando uns beijos bem intensos e apalpando ela toda, principalmente a bunda dela, já que tava na minha frente. Baixei a cabeça, comecei a beijar o pescoço dela e devagar cheguei nos peitos, só por cima da roupa mesmo.
— Amor, tô amando essa blusa que você tá usando — falei.
— E por quê?
— Porque seus peitos ficam muito gostosos nela. — Ela corou.
— Então, tenho uma blusa que fica ainda melhor, é mais decotada. Quer que eu vista?
— Hum… claro que quero.
— Então vem comigo no quarto pra eu trocar.
Ela não falou duas vezes e eu fui atrás. Entrei com ela no quarto, fechei a porta e tranquei. Ela não disse nada. Pegou a blusa que falou e pediu ajuda pra tirar a que tava usando. Tirei, mas não deixei ela vestir a outra.
— Assim você fica ainda mais gostosa, amor.
Falei e ela ficou só de sutiã. Começamos a nos beijar, eu passava a mão nela toda, até que tirei o sutiã. Os biquinhos dela estavam bem durinhos e, sem pensar, me abaixei e comecei a chupar e morder. Dava pra ouvir ela gemendo baixinho. Já tava no ponto certo: desabotoei e tirei o short dela, ficando só de cueca. Ela não falou nada, mas também não perdeu tempo: aproveitou e tirou minha calça. Nisso, pegou no meu pau, já bem duro pra ação.
Vale dizer que era a primeira vez de nós dois, como namorados e como pessoas. Até então, éramos virgens.
— Quero fazer amor com você — falei.
— Eu também quero.
E com isso, foi o bastante. Tirei a cueca dela, deixando ela pelada. Ela também tirou minha cueca e minha camiseta. Os dois nus e bem excitados, começamos o ritual sexual.
Carreguei ela até a cama, beijei os lábios, o rosto, os peitos, e ela não largava meu pau. Abri as pernas dela… Abri as pernas de leve e me posicionei.
— Vai devagar, porque é minha primeira vez e não quero que doa.
— Não se preocupa, amor, que vai ficar tudo bem. — falei, sendo o cara legal que sou, mas já tava doido pra meter a pica toda.
Aí comecei enfiando só a cabeça primeiro, ouvia uns gemidos leves, e aos poucos fui enfiando a rola toda. Ela deu um grito forte, de prazer ou dor não sei, mas já com a pica toda lá dentro, comecei a bombar devagarzinho. Ela gemia de um jeito excitante, e eu ficava mais tesudo vendo a cara que ela fazia: olhos semi-cerrados, boca meio aberta, as mãos arranhando minhas costas. Fiquei tão excitado que comecei a bombar forte, ouvia os gritos dela no meu ouvido:
— Devagar que tá doendo, devagar que tá doendo.
Mas eu tava pouco me fodendo, não parava de meter forte, e ela gemia e gemia, que delícia que ela fazia. Só que aí chegaram meu irmão e a prima dela. Mas não nos chamaram, e minha mina me pedia pra continuar, que eu não me preocupasse.
Mudei de posição, coloquei ela por cima agora, ela começou a cavalgar, mas era muito ruim nisso. Por causa disso, voltei ela pra posição de antes. Eu ainda não tinha gozado e queria mais. Com ela debaixo e eu enfiando a pica de novo, bateram na porta…
— Se apressem, porra! — gritou a prima da minha mina.
— Já, porque senão minha prima vai ficar puta.
— Como assim, mas eu ainda não gozei.
— Então vou fazer você gozar, mas desce agora, amor.
Muito contrariado, parei de comer ela. Quando tirei minha rola, não tinha reparado que ela tava cheia de sangue, igual a buceta da minha mina. Ela limpou e começou a fazer uma siririca daquelas até eu gozar.
— Feliz?
— Sim, amor, vamos nessa.
Saímos como se nada tivesse acontecido, mas ficou um puta tesão de ter transado na casa dos tios dela. Continuamos comendo, mas essas são outras e melhores histórias.
Minha namorada, na época, era da Cidade do México, e eu sou um cara do interior. Conheci ela porque a família dela mora na minha cidade e nos fins de semana eles vêm visitar. O primo dela me apresentou, a gente se gostou e namoramos por quase 3 anos. Agora tô solteiro, haha.
Bom, depois de 4 meses de namoro, a gente já falava sobre sexo, mas nunca decidimos que era a hora. Num certo fim de semana, como sempre, eu me preparava pra ir vê-la, porque ela chegava na casa dos tios e ficava lá o fim de semana inteiro. Mas dessa vez ela pediu pra eu levar meu irmão, porque gostava muito dele e eles se davam bem. Eu, de cara feia, aceitei e levei ele. Quando mandei mensagem dizendo que já tava lá e pra ela sair, qual foi minha surpresa? Ela saiu com um shortinho jeans bem justinho, era magrinha mas tinha umas pernas lindas. Mas não foi só isso: ela também tava com uma blusa bem decotada, onde dava pra ver os peitos dela, não muito grandes, mas bem formados e gostosos. Só de ver ela, meu pau já subiu, e me aproximei pra cumprimentar como devia: um beijo longo de língua, apalpando a bunda redondinha e muito, muito gostosa. Mano, eu não aguentava a ereção!
Depois disso, a gente foi pra casa. Minha surpresa foi que só estavam a prima dela e o namorado da prima em casa, porque quase sempre a casa tá cheia da família toda. Na hora, não dei importância, mas isso foi essencial pra eu poder comer ela.
A gente viu um filme e, verdade seja dita, todo mundo tava entediado. Eu não conseguia apalpar minha namorada do jeito que queria porque meu irmão e a prima dela estavam olhando.
Mas aí, a prima dela deu vontade de comprar alguma coisa na lojinha. A loja era longe pra caralho de casa, e ela queria que todo mundo fosse. Mas minha namorada teve uma ideia genial:
— Que tal se meu brother for com você? Lei, prima…
Mas a prima não tinha dinheiro, era minha chance, então não deixei ela ir. Dei 20 pila pra prima dela e ela foi na venda com meu irmão. Assim que elas saíram, peguei minha mina e coloquei ela em cima de mim, dando uns beijos bem intensos e apalpando ela toda, principalmente a bunda dela, já que tava na minha frente. Baixei a cabeça, comecei a beijar o pescoço dela e devagar cheguei nos peitos, só por cima da roupa mesmo.
— Amor, tô amando essa blusa que você tá usando — falei.
— E por quê?
— Porque seus peitos ficam muito gostosos nela. — Ela corou.
— Então, tenho uma blusa que fica ainda melhor, é mais decotada. Quer que eu vista?
— Hum… claro que quero.
— Então vem comigo no quarto pra eu trocar.
Ela não falou duas vezes e eu fui atrás. Entrei com ela no quarto, fechei a porta e tranquei. Ela não disse nada. Pegou a blusa que falou e pediu ajuda pra tirar a que tava usando. Tirei, mas não deixei ela vestir a outra.
— Assim você fica ainda mais gostosa, amor.
Falei e ela ficou só de sutiã. Começamos a nos beijar, eu passava a mão nela toda, até que tirei o sutiã. Os biquinhos dela estavam bem durinhos e, sem pensar, me abaixei e comecei a chupar e morder. Dava pra ouvir ela gemendo baixinho. Já tava no ponto certo: desabotoei e tirei o short dela, ficando só de cueca. Ela não falou nada, mas também não perdeu tempo: aproveitou e tirou minha calça. Nisso, pegou no meu pau, já bem duro pra ação.
Vale dizer que era a primeira vez de nós dois, como namorados e como pessoas. Até então, éramos virgens.
— Quero fazer amor com você — falei.
— Eu também quero.
E com isso, foi o bastante. Tirei a cueca dela, deixando ela pelada. Ela também tirou minha cueca e minha camiseta. Os dois nus e bem excitados, começamos o ritual sexual.
Carreguei ela até a cama, beijei os lábios, o rosto, os peitos, e ela não largava meu pau. Abri as pernas dela… Abri as pernas de leve e me posicionei.
— Vai devagar, porque é minha primeira vez e não quero que doa.
— Não se preocupa, amor, que vai ficar tudo bem. — falei, sendo o cara legal que sou, mas já tava doido pra meter a pica toda.
Aí comecei enfiando só a cabeça primeiro, ouvia uns gemidos leves, e aos poucos fui enfiando a rola toda. Ela deu um grito forte, de prazer ou dor não sei, mas já com a pica toda lá dentro, comecei a bombar devagarzinho. Ela gemia de um jeito excitante, e eu ficava mais tesudo vendo a cara que ela fazia: olhos semi-cerrados, boca meio aberta, as mãos arranhando minhas costas. Fiquei tão excitado que comecei a bombar forte, ouvia os gritos dela no meu ouvido:
— Devagar que tá doendo, devagar que tá doendo.
Mas eu tava pouco me fodendo, não parava de meter forte, e ela gemia e gemia, que delícia que ela fazia. Só que aí chegaram meu irmão e a prima dela. Mas não nos chamaram, e minha mina me pedia pra continuar, que eu não me preocupasse.
Mudei de posição, coloquei ela por cima agora, ela começou a cavalgar, mas era muito ruim nisso. Por causa disso, voltei ela pra posição de antes. Eu ainda não tinha gozado e queria mais. Com ela debaixo e eu enfiando a pica de novo, bateram na porta…
— Se apressem, porra! — gritou a prima da minha mina.
— Já, porque senão minha prima vai ficar puta.
— Como assim, mas eu ainda não gozei.
— Então vou fazer você gozar, mas desce agora, amor.
Muito contrariado, parei de comer ela. Quando tirei minha rola, não tinha reparado que ela tava cheia de sangue, igual a buceta da minha mina. Ela limpou e começou a fazer uma siririca daquelas até eu gozar.
— Feliz?
— Sim, amor, vamos nessa.
Saímos como se nada tivesse acontecido, mas ficou um puta tesão de ter transado na casa dos tios dela. Continuamos comendo, mas essas são outras e melhores histórias.
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