Nunca imaginei que colocar umas câmeras no loft me daria a chance de saber tanta coisa, e tão importante.
Depois de superar o susto de ver que a Patrícia também estava transando com meu marido, a curiosidade me pegou e continuei assistindo.
Minha primeira surpresa foi ver a paixão que a Patrícia colocava no negócio. Vendo ela no escritório, ninguém imaginaria tanta energia na cama. Patrícia passava a imagem de secretária modelo, trabalhadora, discreta, silenciosa e eficiente em tudo que fazia. O físico dela contribuía pra essa impressão: morena de cabelo, um rostinho bonito de típica mulher espanhola, olhos pretos puxados, com certeza nos melhores dias dela teve muito moscão por perto.
Agora, perto dos cinquenta, continuava sendo uma mulher atraente, daquelas que agradam mais vestidas do que peladas.
Pelada, ficavam expostas as falhas dela: tudo era grande, em alguns casos exagerado. Uma bunda monumental, duas nádegas imensas onde já aparecia celulite, a cintura larga. Me chamou a atenção o par de peitos enormes que se mantinham bem firmes, com uns mamilos à altura, grandes e com as auréolas escuras. A barriga meio saliente e umas coxas que combinavam com o resto, fortes, redondas, imensas. Por último, pude ver que a Patrícia tinha a buceta no estado selvagem: não que tivesse uma moita muito grande, mas sendo morena zaina como era, chamava a atenção a escuridão do mato.
Se meu marido tivesse cinquenta anos, a Patrícia seria uma gostosa pra ele, mas não era o caso.
Quando a febre da trepada passou, a Patrícia preparou uns drinques e eles ficaram conversando deitados na cama. De vez em quando, meu marido se jogava nos peitos da acompanhante e chupava eles.
— Como você gosta das minhas tetas, Juan.
— Adoro, sempre me enlouqueceram esse par de jarras.
— Continua chupando elas que me deixa com muito tesão.
Me pareceu ver que Entre eles havia uma grande camaradagem, o que não era surpresa, já que Patricia era secretária dele desde que meu marido entrou na empresa, há mais de seis anos.
— Como é que tá com a Anita?
— É uma chata, já encheu meu saco. Não para de me perguntar quando vou me divorciar.
— Já te falei. Quando você me disse que queria comer ela, eu avisei que essa mina ia te dar problema.
— É verdade, você me avisou.
— Juan, você pode comer quem quiser, inclusive sua mulher, mas no final sempre acaba nas minhas tetas. Quem você realmente curte transar sou eu, com essa buceta aqui.
— Com ninguém transei como transo com você. Sabe que me deixa louco há muito tempo.
— E você sabe que eu não peço nada, eu sei qual é o meu lugar, só quero dar pra você de vez em quando. Sim, já são muitos anos desde que você me comeu pela primeira vez.
— Acho que na primeira vez foi você quem me comeu.
— É verdade, na época você era um pobre estudante cheio de pretensões, mas eu te achava uma delícia.
— Eu tinha 19 anos e era um pivete, e você já era uma mulher feita e direita. Não teve trabalho nenhum pra me levar pra cama.
— É verdade, você era quase um menino. E eu te enlouqueci. Fui eu quem te ensinou a transar, a satisfazer uma mulher e a chupar minha boceta. Eu te ensinei tudo.
Pausei a gravação por um momento. Meu marido tinha acabado de fazer quarenta anos e estava transando com Patricia desde os 19, ou seja, já eram 21 anos com ela. Quando casou comigo, já tinha 14 anos de chamego com Patricia. Pelo que ela disse, já estavam de saco cheio de transar quando meu marido era estudante. Quando ele entrou na minha empresa, trouxe ela como secretária pra ter uma bucetinha sempre à disposição. Filho da puta.
Imaginei ele correndo pra levar ela pra cama no mesmo dia em que voltamos da nossa lua de mel.
Apertei o play de novo. Meu marido tinha voltado ao serviço e estava chupando os peitos dela. Patricia gemia de gostoso. No meio da operação, ela pediu:
“Chupa minha buceta, chupa a xereca da sua putinha, enfia a língua e faz eu gozar de novo. Passa a língua do jeito que você sabe.”
Meu marido puxou os lençóis e enfiou a cabeça entre aquelas duas massas enormes de carne.
Ele devia ter feito o serviço direitinho, porque Patricia começou a bufar primeiro e depois a gritar, jogando a bunda pra frente.
“Chupa tudo, meu amor, chupa a xereca da sua mulher, porque você nunca vai chupar uma xereca maior nem mais gostosa. Passa a língua que você me deixa louca.”
Patricia devia ser demorada pra gozar, o coitado do Juan levou uns dez minutos até ela dizer:
“Tô gozando, meu amor, sua mamãe goza igual uma putinha, porque foi nisso que você me transformou, numa putinha sedenta de pau. Tô gozando, que gostoso, que delícia a sua língua.”
Eles terminaram e se vestiram. Antes de sair, Juan abraçou Patricia, levantou a saia dela até pegar na bunda e, com uma mão em cada nádega, beijou ela. Deixou à mostra aquela bunda enorme, uma calcinha sumindo entre os cachos e umas coxas grossas como pilastras. Os dois se enroscaram num beijo longo, profundo.
“Patricia, que tesão você me dá. Passaria a vida te comendo e chupando sua buceta.”
Ela passou a mão no volume dele:
“Você ficou duro de novo e eu ainda tô com tesão. Sabe que se você me tocar, eu acendo. Agora você me satisfaz como homem, não vou pra casa com esse fogo.”
Patricia tirou a roupa do meu marido e se pelou. Com um empurrão, jogou Juan no sofá e montou em cima dele. Nessa cena, vi que Patricia era uma máquina de transar e que, entre os dois, era ela quem mandava. Via a bunda dela indo pra frente e pra trás enquanto Juan chupava os peitos dela.
“Come a sua mulherzinha, come ela, faz eu gozar igual uma putinha, mete duro com esse pau que me deixa louca.” , me diz que com ninguém nunca você transou como comigo. Diz que eu sou sua mulher, sua gostosa.
Você sabe, meu amor, sabe que você é minha mulher e minha bucetinha e que ninguém nunca me deu tanto prazer quanto você me dá. Vou continuar te comendo até você ter noventa anos.
Meu amor, tô começando a gozar, vou gozar muito forte, sinto meu mel escorrendo pelas minhas coxas.
E quando parecia que ela ia gozar, Patricia parou, se levantou o suficiente pra manobrar e apontou a piroca do Juan pro cu dela. Encontrou a entrada porque sentou de uma vez.
Pega meu cu, arrebenta e enche minha barriga de porra. Hoje eu te dou tudo, tudo... Coloca um dedinho na minha xota.
Que fácil tua piroca entra no meu cu, e que gostoso eu sinto.
Lembra como era difícil no começo, agora acostumou com tua piroca. Fico louca sentindo tua piroca enchendo meu cu. Você me transformou numa viciada, numa puta que adora dar o cu. Chupa meus peitos. Aaaai meu amor, vou gozar, jorra tua porra que vou gozar (a mão de Patricia tinha sumido entre as coxas, o que me fez pensar que ela tava se tocando). Enche minha barriga com tua porra, meu amor. Tô gozando, tô gozando, tô gozando. Sua mulherzinha tá gozando viva.
Patricia fazia a piroca do Juan entrar e sair do cu dela numa velocidade do caralho. Não me afetou em nada ver meu marido foder, foi ela que me deixou com tesão.
Naquele momento eu soube que a verdadeira mulher do meu marido era Patricia, eu era a oficial e Ana a amante, mas a mulher dele era Patricia. Me veio na cabeça como seria a relação deles quando meu marido estivesse falido.
Eles se vestiram de novo e dessa vez Juan não teve a coragem de levantar as saias dela, se tivesse feito, Patricia teria dado pra ele de novo, com certeza.
CONTINUAAAAAAAAAAAAAAAAA......................
VEM O MAIS QUENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
Depois de superar o susto de ver que a Patrícia também estava transando com meu marido, a curiosidade me pegou e continuei assistindo.
Minha primeira surpresa foi ver a paixão que a Patrícia colocava no negócio. Vendo ela no escritório, ninguém imaginaria tanta energia na cama. Patrícia passava a imagem de secretária modelo, trabalhadora, discreta, silenciosa e eficiente em tudo que fazia. O físico dela contribuía pra essa impressão: morena de cabelo, um rostinho bonito de típica mulher espanhola, olhos pretos puxados, com certeza nos melhores dias dela teve muito moscão por perto.
Agora, perto dos cinquenta, continuava sendo uma mulher atraente, daquelas que agradam mais vestidas do que peladas.
Pelada, ficavam expostas as falhas dela: tudo era grande, em alguns casos exagerado. Uma bunda monumental, duas nádegas imensas onde já aparecia celulite, a cintura larga. Me chamou a atenção o par de peitos enormes que se mantinham bem firmes, com uns mamilos à altura, grandes e com as auréolas escuras. A barriga meio saliente e umas coxas que combinavam com o resto, fortes, redondas, imensas. Por último, pude ver que a Patrícia tinha a buceta no estado selvagem: não que tivesse uma moita muito grande, mas sendo morena zaina como era, chamava a atenção a escuridão do mato.
Se meu marido tivesse cinquenta anos, a Patrícia seria uma gostosa pra ele, mas não era o caso.
Quando a febre da trepada passou, a Patrícia preparou uns drinques e eles ficaram conversando deitados na cama. De vez em quando, meu marido se jogava nos peitos da acompanhante e chupava eles.
— Como você gosta das minhas tetas, Juan.
— Adoro, sempre me enlouqueceram esse par de jarras.
— Continua chupando elas que me deixa com muito tesão.
Me pareceu ver que Entre eles havia uma grande camaradagem, o que não era surpresa, já que Patricia era secretária dele desde que meu marido entrou na empresa, há mais de seis anos.
— Como é que tá com a Anita?
— É uma chata, já encheu meu saco. Não para de me perguntar quando vou me divorciar.
— Já te falei. Quando você me disse que queria comer ela, eu avisei que essa mina ia te dar problema.
— É verdade, você me avisou.
— Juan, você pode comer quem quiser, inclusive sua mulher, mas no final sempre acaba nas minhas tetas. Quem você realmente curte transar sou eu, com essa buceta aqui.
— Com ninguém transei como transo com você. Sabe que me deixa louco há muito tempo.
— E você sabe que eu não peço nada, eu sei qual é o meu lugar, só quero dar pra você de vez em quando. Sim, já são muitos anos desde que você me comeu pela primeira vez.
— Acho que na primeira vez foi você quem me comeu.
— É verdade, na época você era um pobre estudante cheio de pretensões, mas eu te achava uma delícia.
— Eu tinha 19 anos e era um pivete, e você já era uma mulher feita e direita. Não teve trabalho nenhum pra me levar pra cama.
— É verdade, você era quase um menino. E eu te enlouqueci. Fui eu quem te ensinou a transar, a satisfazer uma mulher e a chupar minha boceta. Eu te ensinei tudo.
Pausei a gravação por um momento. Meu marido tinha acabado de fazer quarenta anos e estava transando com Patricia desde os 19, ou seja, já eram 21 anos com ela. Quando casou comigo, já tinha 14 anos de chamego com Patricia. Pelo que ela disse, já estavam de saco cheio de transar quando meu marido era estudante. Quando ele entrou na minha empresa, trouxe ela como secretária pra ter uma bucetinha sempre à disposição. Filho da puta.
Imaginei ele correndo pra levar ela pra cama no mesmo dia em que voltamos da nossa lua de mel.
Apertei o play de novo. Meu marido tinha voltado ao serviço e estava chupando os peitos dela. Patricia gemia de gostoso. No meio da operação, ela pediu:
“Chupa minha buceta, chupa a xereca da sua putinha, enfia a língua e faz eu gozar de novo. Passa a língua do jeito que você sabe.”
Meu marido puxou os lençóis e enfiou a cabeça entre aquelas duas massas enormes de carne.
Ele devia ter feito o serviço direitinho, porque Patricia começou a bufar primeiro e depois a gritar, jogando a bunda pra frente.
“Chupa tudo, meu amor, chupa a xereca da sua mulher, porque você nunca vai chupar uma xereca maior nem mais gostosa. Passa a língua que você me deixa louca.”
Patricia devia ser demorada pra gozar, o coitado do Juan levou uns dez minutos até ela dizer:
“Tô gozando, meu amor, sua mamãe goza igual uma putinha, porque foi nisso que você me transformou, numa putinha sedenta de pau. Tô gozando, que gostoso, que delícia a sua língua.”
Eles terminaram e se vestiram. Antes de sair, Juan abraçou Patricia, levantou a saia dela até pegar na bunda e, com uma mão em cada nádega, beijou ela. Deixou à mostra aquela bunda enorme, uma calcinha sumindo entre os cachos e umas coxas grossas como pilastras. Os dois se enroscaram num beijo longo, profundo.
“Patricia, que tesão você me dá. Passaria a vida te comendo e chupando sua buceta.”
Ela passou a mão no volume dele:
“Você ficou duro de novo e eu ainda tô com tesão. Sabe que se você me tocar, eu acendo. Agora você me satisfaz como homem, não vou pra casa com esse fogo.”
Patricia tirou a roupa do meu marido e se pelou. Com um empurrão, jogou Juan no sofá e montou em cima dele. Nessa cena, vi que Patricia era uma máquina de transar e que, entre os dois, era ela quem mandava. Via a bunda dela indo pra frente e pra trás enquanto Juan chupava os peitos dela.
“Come a sua mulherzinha, come ela, faz eu gozar igual uma putinha, mete duro com esse pau que me deixa louca.” , me diz que com ninguém nunca você transou como comigo. Diz que eu sou sua mulher, sua gostosa.
Você sabe, meu amor, sabe que você é minha mulher e minha bucetinha e que ninguém nunca me deu tanto prazer quanto você me dá. Vou continuar te comendo até você ter noventa anos.
Meu amor, tô começando a gozar, vou gozar muito forte, sinto meu mel escorrendo pelas minhas coxas.
E quando parecia que ela ia gozar, Patricia parou, se levantou o suficiente pra manobrar e apontou a piroca do Juan pro cu dela. Encontrou a entrada porque sentou de uma vez.
Pega meu cu, arrebenta e enche minha barriga de porra. Hoje eu te dou tudo, tudo... Coloca um dedinho na minha xota.
Que fácil tua piroca entra no meu cu, e que gostoso eu sinto.
Lembra como era difícil no começo, agora acostumou com tua piroca. Fico louca sentindo tua piroca enchendo meu cu. Você me transformou numa viciada, numa puta que adora dar o cu. Chupa meus peitos. Aaaai meu amor, vou gozar, jorra tua porra que vou gozar (a mão de Patricia tinha sumido entre as coxas, o que me fez pensar que ela tava se tocando). Enche minha barriga com tua porra, meu amor. Tô gozando, tô gozando, tô gozando. Sua mulherzinha tá gozando viva.
Patricia fazia a piroca do Juan entrar e sair do cu dela numa velocidade do caralho. Não me afetou em nada ver meu marido foder, foi ela que me deixou com tesão.
Naquele momento eu soube que a verdadeira mulher do meu marido era Patricia, eu era a oficial e Ana a amante, mas a mulher dele era Patricia. Me veio na cabeça como seria a relação deles quando meu marido estivesse falido.
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VEM O MAIS QUENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
1 comentários - Vinguei do meu marido dando pra amigos dele