Fui pega gostosa na oficina

Bom, precisei viajar no fim de semana passado pra Puebla. Fui com umas amigas pra balada à noite, tudo normal: caras, bebida, dança, etc.

Como já comentei com meus amigos próximos, família, namorados, etc., sou uma garota "normal", então não pude levar ninguém pra cama naquela noite, embora vontade não faltasse, porque tinha cada cara gostoso na balada, uf.

A questão é que eu tinha que estar cedo, às 9h da manhã, num lugar onde ia assinar um documento e depois teria que esperar duas horas pra voltar e continuar com os trâmites.

O problema é que quando bebo bastante, digamos, meu estômago fica solto no dia seguinte, sempre acontece comigo. E aí, em casa, vou ao banheiro numa boa e tudo certo, mas dessa vez cheguei da balada às 4h da manhã, dormi pouco e saí voando porque estava atrasada.

Não me arrumei muito: vesti uma calça branca bem justa no quadril, uma blusa de lycra com renda cor de chocolate e uma jaqueta curta, um sutiã rosinha claro de algodão confortável e uma calcinha fio dental de renda combinando com o sutiã, salto alto, me maquiei um pouco e só escovei o cabelo rápido e fui.

Cheguei na minha consulta voando, quase perdi, mas cheguei, assinei e, bem, ia indo pra uma praça perto tomar café da manhã pra matar o tempo, mas do nada senti uma dor de barriga, UFFF, "vontade de ir ao banheiro". Normalmente a gente segura, mas por causa do que já contei, não consigo quando é por causa da bebedeira, tenho que ir.

Comecei a ficar verde, não cheguei no carro porque pensei: não vou aguentar, não vou aguentar!

Comecei a andar pra ver lojas abertas, um café, algo que me salvasse. Andei duas quadras em volta de onde estava e, como ainda era cedo, quase nada estava aberto.

Uf, comecei a suar, já não aguentava mais, andava com cara de desesperada. Se alguém já passou pelo que passei, sabe do que estou falando. Já estava desesperada e vi ao longe uma oficina de bicicletas, SIM, de bicicletas, e me aproximei e... Tinha aquele letreiro típico de banheiro no fundo.
Tinha 3 caras: um senhor de uns 55 anos, feio e magro; um cara de uns 32, com um corpo muito bom, alto, muito alto e com mãos grandes e rudes (amo mãos grandes, principalmente os dedos), moreno, ombros largos e nem tão feio; e um moleque de uns 16 anos, magro e nem tão feio. Não sei como tive coragem, porque depois pensei bem, não sei como realmente tive coragem e pedi pra eles me deixarem passar no banheiro deles, É UMA EMERGÊNCIA, falei rebolando, quase me dobrando pela barriga, o que fazia minha bunda aparecer mais.

Eles só balançaram a cabeça e me deram passagem, obviamente me devoraram com o olhar. Tentei abrir a porta e ela não abria, como se estivesse emperrada. A porta do banheiro ficava atrás do balcão, e tinha um espaço relativamente pequeno.

Rapidamente, o cara alto foi até onde eu estava e ficou atrás de mim, roçava as nádegas no corpo dele e empurrou a porta com força. "Pronto", ele disse enquanto colocava uma das mãos na minha cintura.

Entrei o mais rápido que pude sem fechar a porta, porque não aguentava mais. Ele conseguiu ver quando eu abaixei a calça com a tanga. Levantei o olhar e perguntei: "Fecha?" Ele fechou e me deixou…

Ufa, era a glória. Não demorei muito, mas pra minha surpresa não tinha papel. Então tive que gritar pros caras se eles tinham. O mesmo cara que tinha me visto antes entrou e jogou o papel pra mim. Fiz o que tinha que fazer e vocês não sabem como descansei.

Lavei as mãos e aí percebi onde estava: era um lugar sujo, com o chão cheio de água, baldes de água por todo lado e roupas penduradas nas paredes. Os móveis do banheiro estavam encardidos e notei que tinha molhado a calça ao abaixar ela completamente. "Puta merda", pensei.

Tinha uma mancha de água e aparecia bastante. Como eu ia sair assim? Peguei papel e comecei a secar a calça, mas a mancha não ia sair fácil. Já tinha mais de 20 minutos no banheiro tentando secar a mancha, e os caras bateram perguntando se estava tudo bem. Vai em frente", falei, já que a porta estava dura e precisava ser empurrada com força. Era o mesmo cara. Falei: "Sujei minha calça de água" e me virei, mostrando a bunda pra ele.

Até esse momento, minha libido voltou a funcionar. Lembrei que ele já tinha me visto abaixar a calça e me visto sentada no banheiro, e agora eu tava mostrando minha bunda. "Que puta que eu sou", ele deve pensar.

Eu tinha tirado a jaqueta e tava só de blusa sexy. J

Ele passou os olhos pelo meu corpo inteiro e segurou o pau. Uff, como me excita ver isso. Comecei a me molhar...

"Você tem secadora? Ou ferro de passar?", perguntei.

"Não, mas a uma quadra tem uma lavanderia. Se quiser, a gente pode levar, ou você pode ir... Mas teria que tirar a calça lá de qualquer jeito."

"Que dilema", pensei. Ou eu saía com a calça molhada, parecendo que tinha mijado, andando uma quadra e mesmo assim teria que tirar lá, ou tirava aqui. Observei ele bem: braços grandes, tórax, pernas fortes. E ele já tinha me visto duas vezes de fio dental. Como dizem, "mais vale um ruim conhecido do que um bom por conhecer". Então, enquanto a calça lava, posso "brincar" um pouco com esse "machão", pensei.

Como o chão tava molhado, estendi meu braço tocando o ombro dele pra me equilibrar e evitar pisar na água. Fiquei de frente pra ele e desabotoei o botão da calça, deixando ver minha calcinha fio dental rosinha de renda, bem sexy. Já tava excitada e começando a escorrer meus suquinhos.

Abaixei a calça devagar, e a cara dele dizia tudo. Ele me devorava com os olhos e se acariciava o pau descaradamente. Puxei ele um pouco pra não ficar com o braço tão esticado, e ficamos a uns 30 centímetros de distância. Tirei uma perna e depois a outra. Com a desculpa de me ajudar, ele colocou a mão na minha cintura, na ponta da blusa, tocando um pouco da pele. Isso me eletrizou.

Peguei a calça e entreguei pra ele. Agora imagina a cena: eu de fio dental rosa de renda com salto alto, uma blusa de renda, dava pra ver as alças do sutiã rosa e, pelo meu nível de excitação e o sutiã de algodão, meus bicos aparecendo. Já marcava bem, a fenda da minha bucetinha aparecia na minha calcinha fio dental e por trás dava pra ver perfeitamente o contorno das minhas nádegas, eu parecia uma puta de calendário de oficina mecânica, e olha que eu tava num lugar parecido.

Ele disse: "já volto", me soltou, puxou a calça e gritou pro ajudante dele. O moleque de 17 anos se aproximou, eu me apoiei na pia, empinando a bunda. O garoto me viu semidespida, arregalou os olhos e meu "protetor" mandou ele levar a calça pra lavanderia e esperar lavar e secar. Tirou uma nota de 100 pesos mexicanos e deu pra ele. Também gritou pro outro senhor: "Vô, vai pra casa um pouco, não tem nada hoje."

Assim que os dois foram embora, ele entrou no banheiro comigo, fechou a porta e, bem decidido, me pegou pela cintura pra me levar pro box. Sem mais delongas, puxou o pau pra fora e começou a mijar na minha frente. Puta que pariu, pensei. Mas pude ver o pinto dele, grosso e grande, meio duro. Ele sacudiu ele, me encarando, enquanto eu levantava os olhos pros dele.

— Gostou?

Fiquei meio corada, verdade. Lembrem que eu gosto de me sentir "domada". Não soube o que responder, só baixei o olhar. Ele começou a bater uma pra ele crescer, se aproximou de mim com o pau de fora.

Eu fiquei de frente pra ele, de costas pra porta. Já tava muito excitada. Ele chegou perto e começou a dar tapinhas com o pau na minha barriga e na minha calcinha fio dental. Uffa, meu Deus.

Ele tirou a camiseta e tinha um peitoral lindo, moreno, cheio de músculos. Tirou a calça e as nádegas dele eram muito gostosas, as pernas duras. Era um macho muito bom mesmo. Ficou só de cueca com o pau pra fora e me segurou pela cintura. Eu já esperava, com os lábios entreabertos. Nos fundimos num beijo super safado, ofegante, excitante. O pau dele batia nas minhas pernas, na barriga e, dependendo dos movimentos, de repente ficava entre as minhas coxas.

Ele desabotoou meu sutiã como um expert, com uma mão. Quando fazem isso comigo, sei que vou me divertir muito. Ele me levantou. a blusa e começou a chupar meus peitos, ai, que gostoso, papai, assim, com uma mão ele apertava minha bunda por cima da tanga que ficava um pouco enfiada entre elas e com a outra apertava um dos meus peitos enquanto chupava o outro, o pau dele já estava bem grande me "cutucando", eu não perdia tempo e segurava a bunda dele com uma mão e com a outra batia uma pra ele o máximo que dava por causa da posição.

Ficamos assim por um tempo, a mão que acariciava minha bunda invadiu minha frente, com a ponta dos dedos roçando a entrada da minha buceta por trás, já estava toda molhada, soltando uns sucos grossos, lubrificada ao máximo, queria ter um pau dentro de mim.

Ele começou a me dedilhar por trás e como era mais alto me levantou literalmente pela minha buceta, uma mão com a ponta dos dedos dentro de mim e a outra na bunda, fiquei suspensa do chão, ele mordia meus peitos, coloquei meus braços no pescoço dele e enrolei minhas pernas na cintura dele, ele era muito forte e me aguentava sem problemas.

Do jeito que deu, ele afastou a tanga e sem guiar o pau me cutucou, uffff, gemi que nem louca quando senti a cabeça dele na minha buceta, me deixei cair e senti o pau dele entrar completamente em mim, me preenchia bem, era grosso, lindo, me apertava (e pra eu sentir essa pressão na minha xereca nessa altura, deve ser um membro grande, hehe)

Quem já foi comida assim sabe o tesão que é um cara te carregar, você se sente indefesa, à mercê dele e isso me excita pra caralho.

Ele me segurou pela bunda e começou a meter forte, rápido, uff, eu mesma tirei a blusa pra ele lamber à vontade e foi o que ele fez assim que tirei, voltou ao ataque nos meus peitos, lambia um e outro, ele também gemia muito gostoso.

A gente se beijava sempre que dava, beijos quentes, safados, de língua, nos lambíamos, os dedos dele começaram a brincar com meu cu, puxava a lubrificação da minha buceta e enfiava a ponta de um dedo, isso me excita demais, eu estava realmente perdida, queria pau, mais pau, pedia pra ele.

- Me dá, me dá, mas, me fode, papai, que pau gostoso você tem, adoro, assim, assim, assim, assim…
- Me fode, ah, ahhhhh, ahhhh, ahhhhhh, ahhhhh, papai….

Ele já estava suando pra caralho porque tava me carregando e a gente já tinha 15 minutos nessa posição, acho que cansou e me encostou de costas na parede, quando fez isso conseguiu me foder ainda mais rápido, eu acariciava o peito dele, e ele metia muito rápido.

- Mamãe, você é muito gostosa, desde que te vi meu pau ficou duro
- Você é uma delícia, te adoro, quero te foder todo dia

Ele metia bem forte e o tamanho do pau dele me excitava demais, comecei a ter meu primeiro gozo.

- Ahhh papai, vou gozar, ahh vou gozar, papai
- Goza, putinha, goza, putinha, posso gozar dentro? Ele disse.

- Claro, goza onde quiser, amor, tomo pílula

Ele meteu mais forte enquanto começou a dar umas tapas nos meus peitos, ahh como me excita levar uns tapinhas, ele metia cada vez mais forte.

Com uma mão me puxava pela bunda em direção a ele e com a outra me batia e às vezes enfiava pra acariciar meu clitóris ahhh, gozei uma segunda vez muito gostoso, ahh, queria que esse cara me fodesse pra sempre, ele fodia delicioso.

- Vou gozar, ele disse

Empurrei ele com as pernas e “soltei” da minha bucetinha, ele tentou me enfiar de novo mas eu me joguei no chão, não tava nem aí se tivesse cheio de água, me joguei no chão e de joelhos com as pernas abertas enfiei aquele pedaço enorme de carne na boca.

- Ahh que putinha, assim mamãe, você é incrível, chupa, putinha, assim…

Assim que comecei a chupar o pau dele, ele soltou meu prêmio, uma quantidade enorme de porra que não coube na minha boca e começou a escorrer pelos lados, eu não engoli nada, só continuei chupando pra extrair até a última gota.

Eu tinha o canto dos lábios cheio de porra, como pude engoli aquele pau enorme até chegar com meus lábios nas bolas dele, sujando elas com a própria porra do meu lábio inferior.

Ele me pegou pela cabeça e enfiou Enfiei até o fundo, quase me engasgo.
- Ahhg, ahhg, ahgg se ouvia

Ele tirou tudo e a cena do ângulo dele devia ser de filme pornô, uma puta de joelhos sem sutiã, sem blusa, com os peitos vermelhos de tanto tapa, cara de quem gozou, boca cheia de porra, um pouco de porra escorrendo no peito, no cabelo, de calcinha fio dental, com a buceta toda aberta e a boca aberta esperando mais.

Não aguentei mais e ele soltou ainda mais porra na minha cara, eu abria a boca e lambia os ovos dele, enquanto enfiava o máximo de dedos que podia na minha pepita.

Uff, gozei pela terceira vez, dessa vez na minha calcinha e na mão, soltei muitos fluidos.
- Ahhhh, ahhhh, ahhhh, ahhhhh

Me encostei na parede, tirei a mão da bucetinha e dei pra ele lamber, ele, como bom macho, aceitou e lambeu até deixar limpa.

A porra dele começava a ficar aguada e escorria pelos meus peitos, cara e pernas.

Peguei com a mão e espalhei por todos os meus peitos e barriga, depois lambia como uma puta no cio.

O pau dele ainda não tinha "baixado", então levei de novo à boca pra limpar, puxei a pele pra trás e com a ponta da língua lambi com cuidado, a base, os ovos, comi cada mililitro de porra.

Ele estava em outro mundo, pela puta que eu era e pelo boquete e show que estava dando.

Minhas pernas começaram a ficar dormentes e tive que me levantar, já de pé ele apalpou minha bunda de novo enquanto nos fundíamos num beijo de língua delicioso, ele se colava em mim pra sentir meus peitos no peito dele.

Assim, de pé, ele afastou minha calcinha fio dental (como da outra vez no provador com o taxista, lembram?) sem meter o pau, só sentia ele com meus lábios molhados e ele fingia que me comia mas sem meter, minha bucetinha ficava em cima do pau dele, acariciava na horizontal, meus lábios envolviam ele, muito gostoso.

Ficamos assim nos beijando e nos mimando como dois namorados por um bom tempo, obviamente o pau dele já estava de novo Parei e minha buceta já tava pronta pra guerra.

Viro de costas pra ele, ele me beija, beija meu pescoço, lambe meu pescoço enquanto apalpa meus peitos por trás, aperta minha bunda com força, ufff.

Desce com a boca por toda minha costa, isso me esquenta ainda mais, sobe e desce lambendo minhas costas, enchendo cada cantinho de saliva, com a mão brinca com meus sucos e passa no meu cu, sabia o que queria e eu ia dar com gosto.

Ele abaixa minha calcinha até a metade da coxa e começa a lamber minha bunda, ufff, ufff, os homens não fazem isso com frequência, mas deviam fazer mais, é super excitante.

Ele abre minhas nádegas e enfia a língua, lambe da minha buceta até em cima, pega os sucos da minha buceta e enfia no meu cu, devagar, com calma, não era bruto, era paciente, enfia a ponta do dedo aos poucos, vai buscar mais sucos e de novo, ajuda com as lambidas e a saliva.

Eu tava no paraíso, gemia igual uma puta, levantava minha bunda pra ele fazer melhor, ele já enfiava um dedo inteiro no meu cuzinho apertado, tirava e enfiava, lubrificava, lambia, ufff.

Guiou o pau dele pra minha buceta e entrou muito fácil dessa vez, me segurou pelos quadris e me comeu assim por trás, eu me inclinei e abri minha bunda, queria que me comesse por trás, então facilitei as coisas, mostrei meu cu e deixei ele continuar dedando lá.

Começou a me comer devagar, enfiava tudo e tirava tudo, depois a ponta do pau dele colocava no meu cu e fazia um pouco de pressão e enfiava de novo na frente.

Ficou assim por um tempo, eu abria minha bunda com as mãos e me mexia pra trás, queria que ele enfiasse logo, ele entendeu perfeitamente e enfiou a cabeça aos poucos.

Ai, ai, ai, isso doía por causa do tamanho do pau dele, ele ficou parado e eu comecei a me mexer sozinha, em círculos, devagar, enquanto ele dedava minha buceta pra puxar os sucos pra cima.

Ele se apoiou na parede e me deixou me mexer, eu sozinha me jogava pra trás. atrás, sentia aquele pedaço enorme de carne me partindo ao meio, ardia minha buceta, mas eu gostava da dor, ah, ah, ahhhh, ahhh, eu gemia.

Ele começou a dar tapinhas na minha bunda, ufff, foi isso que me deu coragem e comecei a me mexer mais rápido enquanto ele me batia mais forte.

Já tinha quase metade da pica dele dentro de mim quando ele tomou o controle, me segurou pelas nádegas e me empurrou com força contra ele. Eu gritei de dor, um grito entre tesão e sofrimento, mas ele me deu um tapa na bunda e disse: "É isso que você queria, sua puta?"

Ele começou a falar um monte de sacanagem: "Você é uma puta, adora pica, fala que gosta da minha pica, pede pica, puta..."

Eu respondia tudo que ele pedia com gemidos.

— Sim, papai, adoro sua pica, sou sua puta, me come onde quiser, papai, me come, me dá mais, ai, ai, ai, eu gritava quando ele me dava tapas.

Ele se movia rápido, enfiando a pica até o fundo e tirando metade. Adorava como ele fazia isso. Colocou os dedos na minha boca e comecei a chupá-los de tanto tesão que eu tava, queria mamar uma pica e os dedos grandes e grossos dele eram perfeitos pra minha fantasia.

Ele me comeu assim por mais um tempinho, até que os dois começamos a sentir dor por falta de lubrificação, mas queríamos mais. Então ele me puxou pelo cabelo e me levou, ainda empalada, até o chão. Me colocou de joelhos e me curvei o máximo que pude sem encostar o rosto no chão molhado. Nessa posição, minha bunda ficava mais pra fora, e ele, de um puxão só, tirou a pica toda e cuspiu na minha buceta. A saliva ardeu um pouco, eu reclamei, mas na hora ele enfiou na minha buceta de novo.

— Ahh, que gostoso, sentia de novo, como deslizava fácil enquanto me dava prazer. Ele me comeu assim por um tempo, puxando minha bunda pros lados. Eu sabia o que ele ia fazer.

De repente, numa enfiada, ele tirou da minha buceta e enfiou no meu cu. Ahhh, ahhh, que gostoso. Ele dava duas metidas no cu e voltava pra buceta.

Uff, isso é o máximo, ser comida nos dois buraquinhos ao mesmo tempo. Com a minha buceta encharcada, lubrificava a pica e depois... Ele enfiava no meu cu, ritmicamente, 4 ou 5 metidas na buceta, 2 pelo cu.

Ele me comia rápido, enfiava até o fundo da minha buceta várias vezes, o pau longo e grosso dele era uma delícia, tirava quase tudo e enfiava de novo no fundo da minha xereca, fazia isso várias vezes e depois tirava inteirinho pra meter no meu cu por um tempo, uff, doía gostoso, abria meu cu ao máximo, me sentia cheia de pica, amava como ele fazia, depois me comia de novo pela buceta, ele tava me usando muito gostoso e eu me sentia suja, no chão de um banheiro, sendo comida por um desconhecido, sem camisinha, pelo cu e pela buceta, vermelha de tanto tapa na bunda e nos peitos e pedindo mais pica, me sentia uma verdadeira puta de oficina mecânica.

Ele me dava tapas na bunda, literalmente me montava e me espancava, puxava meu cabelo pra trás e às vezes me fazia lamber os dedos dele, quando acelerava me soltava e se mexia muito rápido, eu comecei a gozar pela quarta vez, pra ele era a segunda, acho, ah ai ai eu gemia, tô gozando, tô gozando, falei pra ele.

Uf, ai ai ai siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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dele, me recostei pra trás no peito dele, me mexendo devagar, sentindo ainda pulsar aquela yummy cock.

Ele lambia meu pescoço, massageava meus peitos, uff.

- Você é incrível, de verdade incrível, quero te comer todo dia, ele dizia.

Ficamos um tempão assim, quase dormi encostada nele, o pau dele perdeu a força e saiu da minha buceta, a gente acordou com um grito lá fora.

Rodrigo, Rodrigo, isso nos assustou e a gente levantou, eu subi a tanga, tava um bagaço, cheia de porra dele e meus fluidos.

Ele levantou rápido, vestiu a cueca, a calça, a camiseta e saiu, O que foi? Disse sem fechar a porta.

O rapaz tava do outro lado do balcão, na frente do banheiro, então me viu de tanga e com os peitos de fora.

- Já, já foi, ele gaguejou e levantou uma sacola que com certeza tinha a calça dele.

Eu me cobri meio por cima com uma mão, mas sorri pra ele, sempre tive tesão em novinho, imagino como eles se acabam na punheta pensando em mim e quando tive chance de deixar um deles me comer, o pau fica bem gostoso, embora geralmente gozem muito rápido.

Rodrigo virou pra me olhar e viu meu olhar safado e que eu não me cobria direito, então entendeu que não tava nem aí se ele me dividia, embora ele não soubesse que eu já não queria ser penetrada de novo, tava ardendo tudo!

Ele sorriu e falou pro moleque, me ajuda? Preciso que você seque o banheiro pra minha amiga poder trocar de roupa à vontade.

Eu só ri e comecei a catar minhas coisas, vesti o sutiã na hora que o rapaz entrava.

Ele pegou um esfregão e ia fazer o que mandaram, mas eu parei ele e falei que não precisava, só me ajuda, falei.

Alcança minha bolsa, sempre levo calcinhas extras porque adoro dar de presente, peguei uma preta e estiquei, combina comigo? Perguntei.

Ele só balançava a cabeça que sim e dava pra ver um volume no moletom dele, ok, falei, coloquei a mão no ombro dele pra não perder o equilíbrio e comecei a Tirar a calcinha rosa com cuidado enquanto a preta segurava ela com a boca.
Ele ficou chocado, me olhando com tesão e as mãos querendo me tocar mas não ousava, fingi que perdia o equilíbrio e ele teve que me segurar com uma mão na cintura nua, me encostei nele e senti o pau dele na minha perna.

Obrigada, falei, minha calcinha ainda estava nas minhas coxas, minha bucetinha depilada completamente parecia uma delícia e ele tentava olhar, encarei ele nos olhos e ele disse: “desculpa”, desculpa? Haha, me deu risada e tive a ideia de dar o melhor momento do dia pra esse garoto.

Ouviu-se um “bom dia”, fecha a porta que podem me ver, falei, ele fechou ela pela metade enquanto Rodrigo via a cena de fora fumando um cigarro e ao perceber que a gente fechava balançou a cabeça de um lado pro outro e falou com os lábios “slut”.

Ele me segurava pela cintura e o pau dele roçava na minha perna, só separava a gente a calça dele, a respiração dele estava ofegante, eu sentia um pouco de tesão, a respiração dele aumentava cada vez mais, ele não sabia o que fazer então decidi ajudar.

Quer ver meus peitos de novo, falei? Ele não acreditava e balançou a cabeça que sim, desabotoei o sutiã e puxei ele pra lamber, no começo fez uma cara estranha, tipo, não, deviam ter gosto de porra do chefe dele, mas depois começou a lamber com muito cuidado, diferente do Rodrigo, lambia com carinho, devagar, só com a língua.

Eu começava a ficar molhada de novo e peguei no pau dele por cima da calça, abri a calça e coloquei a mão, quando agarrei o pau dele soltou um monte de porra, ele gozou só de tocar!

Me lambuzou a mão inteira, era porra demais, aff, eu nunca consegui resistir a porra, puxei a calça dele pra baixo, me ajoelhei e lambi a cueca dele pra provar a porra, depois lambi o pau dele, comprido comprido mas fino, limpei com muito cuidado, ele não conseguia nem falar.

Chupava gostoso, até o fundo, acariciei os ovos dele e ele encheu minha boca de porra, isso que é bom dos jovens, pensei comigo, nunca Eles pararam de tirar leite, comi até a última gota e, pra minha surpresa, ele ainda tava duro.
Bendita juventude, né? Ele tava passando a mão nos meus peitos por cima, eu levantei e deixei ele provar o próprio leite na minha boca, ele me beijou como se eu fosse a namorada dele, com carinho, gostoso, devagar.

O pau dele continuava bem duro, eu já não aguentava mais meter nada na minha buceta, mas tudo bem, ele tá fazendo a parte dele, pensei. Puxei o pau dele assim, em pé, e comecei a enfiar na minha xota, só a cabeça entrou. Me apoiei com as mãos na pia e abri as pernas, ele segurou minhas nádegas e deu três estocadas, enfiou o pau todo e eu senti ele "bufando", tava gozando de novo dentro de mim, que garoto precoce!

Eu tava só começando a sentir gostoso e ele já tinha me enchido de porra, não quis continuar, já que tava cansada e com certeza já tinham passado duas horas e eu precisava seguir com meus tramites. Me separei dele, tirei a calcinha fio dental e limpei os restos de leite com ela.

Vesti minha calcinha limpa, peguei a calça, coloquei meu sutiã e blusa, arrumei um pouco o cabelo, me maquiei, me pintei, enfim, todas as coisas que uma mulher tem que fazer depois de uma foda daquele tamanho, e não tô falando do garoto, mas do "grandalhão" haha.

Peguei a calcinha e dei pra ele: "pras suas próximas punhetas", enquanto dava um beijo de língua na boca dele.

Peguei minha bolsa e saí como se nada tivesse acontecido. Rodrigo tava atendendo um senhor, eu passei rebolando, o cliente dele me olhou sem vergonha. Cheguei no Rodrigo e dei um selinho, dizendo: "Adorei tanto que vou voltar pra te visitar."

Ele sorriu e pediu meu número, meu nome, etc. Eu só sorri e falei: "Nada disso você vai ter, mas prometo que volto e te dou todo o resto."

Saí de lá indo pra esquina, me mexendo igual uma puta, e quando virei, olhei pra trás: os três caras, Rodrigo, o jovem e o cliente, estavam debruçados me olhando.

Uffa, que história, real, mesmo que não acreditem, 100% real. Já visitei o Rodrigo duas vezes. Várias vezes desde aquele dia e continuo apaixonada por ele.
Beijinhos pra todo mundo na buceta e espero que tenham curtido meu relato.

9 comentários - Fui pega gostosa na oficina

Muy bueno!! Me encanto. Espero que cuentes más de tus aventuras
Wooow que putita que eres amor me encantaria toparte algún día y no te la acabas
jajaja seguro después tuviste una infección vaginal del carajo o todo fue tu historia un mame monumental, que te laman el culo despues de haber cagado y luego que te la metan en le orto luego en concha es o es infección segura, pero bueno como relato esta bien la próxima no cagues antes de cojer jajaja