Isso aconteceu neste verão, em janeiro de 2006. Meu nome é Sofia, sou divorciada há um ano, tenho 44, dois filhos: Ferr de 22, estudante de Ciências Políticas, e o pequeno. Sou profissional, meio alta, viciada em pilates e academia, operei os peitos, fiz bumbum e lifting há um ano. Sou tipo Jane Fonda, mas mais cheinha (171-92-62-93) e mais nova.
Neste verão, alugamos um apartamento em Mar del Plata por 30 dias. Fomos nós três por um mês, janeiro inteiro. Um apê bonito, dois quartos: um com cama de casal pra mim, um sofá-cama na sala pro Ferr, um quarto com beliche pros meninos e dois banheiros.
Esperávamos visitas ocasionais de parentes só nos fins de semana. O dia passava entre praia, passeios e, à noite, saídas com Ferr pra deixar o pequeno e o amigo dele em outras casas, indo buscá-los tipo umas 3 da manhã. Numa dessas saídas, Ferr me propôs que, pra matar o tempo, fôssemos a uma balada tomar algo. Ao entrar, notei como me olhavam. Ferr disse: "Age como se fosse minha namorada". "Como assim?", perguntei. "Só deixa rolar", ele me pegou pela mão, me abraçou, rimos, bebemos duas garrafas de champanhe. Me senti feliz como mãe e como mulher, quase na lua. Foi uma noite maravilhosa.
No dia seguinte, na praia, algo mudou. Ferr estava estranho, me olhava como se estivesse viajando. Às vezes cruzávamos olhares e ele ficava vermelho. Tinha algo sexual nele. Ele se ofereceu pra passar protetor em mim. Aceitei. Virei de costas, mostrando bem perto, quase no nariz dele, minha bunda coberta só por um fio-dental. Ele acariciou minhas costas com suavidade, era gostoso. Sussurrou: "Você gostou de ser minha namorada ontem à noite?" "Sim", respondi. Ele beijou bem perto da minha boca. Depois me pediu pra passar bronzeador nele. Ele tinha uma costa forte, um corpo lindo. "Pronto", falei. Ferr virou e ficou na minha frente com uma ereção que estufava o short de banho. Fiquei perturbada, ele percebeu, pegou minha mão e me levou correndo pro mar. Parecíamos dois adolescentes. Ele me abraçava, ríamos, colava o corpo no meu, roçava meus peitos. Tudo como casual, guarda com tuas mãos, lembra que somos namorados, ela me dizia, ou é só de noite, eu ia na onda dela, só de noite, Ferr.
Naquela noite me arrumei, ainda nem sei no que estava pensando, coloquei uma calça branca bem justa, que deixava transparecer minha calcinha fio dental branca, uma camisa preta aberta, um sutiã de bojo que realçava ainda mais meus peitos (92 cm). Ferr me olhou bestificado, e eu disse: "por acaso não pareço sua namorada?" e dei um selinho na boca dele. Deixamos os dois meninos e meu filho me propôs ir tomar alguma coisa, ele disse: "já que você parece uma rainha, vamos a um lugar bonito." Era lindo, na avenida principal, uma espécie de casa inglesa com vista para o mar. Eu estava intrigada com o que estava rolando, sentia que estava esquentando meu filho, mas não imaginava que ele fosse se jogar em mim. Eu só tinha tido um homem na minha vida, desde o meu divórcio não transava, não era caretice, fazia de tudo na cama, mas isso, meu Deus, eu estava super nervosa. Bebemos champanhe, contei sobre meu divórcio mais como mulher do que como mãe, ele perguntou se eu tinha ficado com alguém, "nada de nada", falei, pra não deixar dúvidas. Perguntei sobre a namorada dele e, nossa, que bruta, sobre a vida sexual dele, ele disse que se sentia meio acelerado porque estava acostumado a transar quase todo dia. "Como você se vira?", perguntei. "Tenho uma amante que me visita nos sonhos, ela se parece com você", ele dizia, e assim, brincando e com muito duplo sentido (depois de duas garrafas), já eram duas e meia da manhã. Partimos pra buscar os meninos. Quando abriu a porta do carro pra mim, Ferr roçou em mim, senti o pau dele duro, era talvez um aviso do que viria.
É verdade que a ocasião faz o ladrão. O pequeno ligou pedindo permissão pra dormir fora, nervosa, eu disse que sim. Ferr me propôs comprar uma garrafa e ir pra praia beber. Idiota, aceitei feito uma garota. Meu Deus, pensei, vou pra praia como uma adolescente com um homem que tá afim de mim, o que vai acontecer... que dormir sozinha com ele, debaixo do mesmo teto, sem o pequeno pra segurar ele e ainda por cima é meu filho, Deus me ajuda a manter o controle.
Quando chegamos na praia (as praias do sul), primeiro erro, procura um lugar onde ninguém nos veja por favor Ferr, falei porque tava com vergonha, estacionamos entre árvores, dunas, olhávamos a lua e o mar, ninguém nos via, além da solidão do lugar os vidros do carro eram escuros. Abrimos o champanhe, reclinamos os bancos, eu pensava e agora o que vem, tava excitada pela situação, era tão morbida, Ferr começou com o ataque dele, foi mais ou menos assim,
- Mãe hoje quando passei protetor em você vi que tem um corpo maravilhoso
- Obrigada filhinho mas o da sua namorada é melhor
- Eu gosto mais do seu
- Ferr a outra te dá prazer esse não
Que idiota coloquei o assunto na boca dele, ele pegou minhas mãos, me disse vamos ver e me beijou nos lábios enfiando a língua de leve, eu quase não abri eles.
- você gostou do beijo Mãe
- sim Ferr
- agora me beija você
- não isso não pode ser filho é
ele não me deixou terminar, me beijou, tentava enfiar a língua na minha boca, fechei os olhos e cedi, abri meus lábios nossas línguas se encontraram, o beijo foi safadíssimo, a mão dele tocou meu peito por cima da blusa, eu segurei com minha mão, sem tirar ela da minha teta mas impedindo qualquer avanço, ele montou em cima de mim, não impedi, nos mexíamos como se estivéssemos transando, nos beijávamos, eu lambia a orelha dele, ele balbuciava mamãe, mamãe gostosa, sim, sim eu dizia, senti como os jeans dele molhavam de esperma, foi demais, empurrei meu corpo contra o dele e gozei.
Afastei ele com delicadeza, fumamos em silêncio, minha blusa amassada e semi aberta deixava meu sutiã à mostra, ele pediu desculpas, eu também, me perguntou se tinha gozado, muito, muito falei e você Ferr, vi. Estrelas me disse, Deus que doçura. Beijei ele primeiro de leve, depois com paixão, levei as mãos dele pros meus peitos, não parei ele. Espera, eu falei, abri minha blusa e desabotoei meu sutiã, agarrei a cabeça dele e enfiei a boca dele nas minhas tetas, ele lambia maravilhosamente. Antes em busca de porra, hoje um homem em busca de sexo. Tira a calça, Ferr, eu abaixei ela junto com a cueca dele, ele tava com um pau duro, grosso, muito pelo, eu toquei nele. Eu abaixei minha calça, sentia o olhar dele e um silêncio, que horror, era incesto e não tinha volta. Tirei a calcinha, ficou calça e calcinha num tornozelo só, dava pra ver a brancura da minha buceta. Meu filho abaixou a cabeça procurando lamber, me beijou lá com muita língua, eu parei ele, tive medo de gozar, queria consumar o incesto. Vem, Ferr, vem meu amor, eu tava molhadíssima mas muito apertada por um ano sem transar. Encolhi meus joelhos no peito, ele enfiou a ponta, eu gritei um aiiiiiiiiii, Ferr parou, pareceu hesitar. Não, mãe, não, desculpa, ele gaguejava. Eu gritei, pelo amor de Deus, empurra, filho da puta, aí entrou tudo. Começamos a foder, nos lambendo as línguas, as orelhas, minhas tetas. Ele abriu minhas nádegas, enfiou um dedo no meu cu, a foda era maravilhosa. Ele gemia, mamãe, mamãe, eu, meu filho gostoso, meu filho gostoso, come a mamãe. Mesmo com toda a tesão, eu não conseguia gozar. Ferr tremeu, me dá, eu falei, me dá seu gozo. Senti um rio de porra banhar minhas entranhas, eu ainda não conseguia. Deus, pensava, tenho meu filho dentro de mim, Deus, tô fodendo com Ferr. Não consegui gozar. Beijei ele, meu amor, meu amor, ele, desculpa, desculpa, eu beijava ele. Relaxa, filho, você me fez muito feliz, relaxa, pelo amor de Deus. Ferr, chega de desculpa, age como homem, você quis, você teve. Pedi pra gente se vestir, eu saí pra fazer xixi do lado do carro, queria expulsar a porra do meu filho, não me cuidava, era um risco enorme. Voltamos pra casa num silêncio total, eu acariciava o cabelo dele, liguei o rádio pra relaxar, a gente fumava. Entrei, falei pra ele: toma um banho, vou fazer o mesmo no meu banheiro e a gente conversa.
Tomei banho sozinha no meu banheiro enquanto Ferr fazia o mesmo no dele, lavando do meu corpo os restos daquela trepada incestuosa. Tava confusa, ainda com tesão, não sabia que atitude tomar: se continuava comendo um cara que amava loucamente, tinha quebrado todos os tabus, mas era meu filho. Chorei, depois ri, chorei, ri. Me lavei bem, cada cantinho do meu corpo. Pensei: isso é o amor mais secreto, íntimo e infinito que pode existir. Foi com esse pensamento que vesti uma camiseta branca curtinha, uma calcinha fio dental de renda branca, me perfumei e saí pronta pra dar tudo. Dessa vez, sozinhos, ia ser com tudo.
Deitei em cima da cama, acendi só um abajurzinho na mesa de cabeceira. Me pareceu ridículo me cobrir com um roupão depois de ter trepado com ele. Chamei ele. Chegou com dois cafés e uns biscoitos. Vestia cueca boxer e uma camiseta. Me sorriu, parecia relaxado. Bebemos café em silêncio. Falei primeiro: "E aí, Ferr, o que você pensa? O que sente?" Ele disse que ficava muito excitado comigo, que me amava como mãe e como mulher, que viu estrelinhas quando fizemos amor, mas que queria deixar assim, como uma noite de loucura. Me irritei. Gritei: "Quem você pensa que é? Você me forçou a cruzar todos os limites que uma mãe pode cruzar. Vai agir como homem?" Levantei e tranquei a porta do quarto. Ele me olhava. "É incesto", balbuciava. "Eu sei que é incesto, seu filho da puta, mas você quem procurou. Agora vai comer." Acendi todas as luzes. Na frente dele, deixei a camiseta cair. Fiquei só de calcinha. "Ferr, você vai comer a mamãe na boa ou na ruim?" Avancei cheia de tesão pra cima dele...
Neste verão, alugamos um apartamento em Mar del Plata por 30 dias. Fomos nós três por um mês, janeiro inteiro. Um apê bonito, dois quartos: um com cama de casal pra mim, um sofá-cama na sala pro Ferr, um quarto com beliche pros meninos e dois banheiros.
Esperávamos visitas ocasionais de parentes só nos fins de semana. O dia passava entre praia, passeios e, à noite, saídas com Ferr pra deixar o pequeno e o amigo dele em outras casas, indo buscá-los tipo umas 3 da manhã. Numa dessas saídas, Ferr me propôs que, pra matar o tempo, fôssemos a uma balada tomar algo. Ao entrar, notei como me olhavam. Ferr disse: "Age como se fosse minha namorada". "Como assim?", perguntei. "Só deixa rolar", ele me pegou pela mão, me abraçou, rimos, bebemos duas garrafas de champanhe. Me senti feliz como mãe e como mulher, quase na lua. Foi uma noite maravilhosa.
No dia seguinte, na praia, algo mudou. Ferr estava estranho, me olhava como se estivesse viajando. Às vezes cruzávamos olhares e ele ficava vermelho. Tinha algo sexual nele. Ele se ofereceu pra passar protetor em mim. Aceitei. Virei de costas, mostrando bem perto, quase no nariz dele, minha bunda coberta só por um fio-dental. Ele acariciou minhas costas com suavidade, era gostoso. Sussurrou: "Você gostou de ser minha namorada ontem à noite?" "Sim", respondi. Ele beijou bem perto da minha boca. Depois me pediu pra passar bronzeador nele. Ele tinha uma costa forte, um corpo lindo. "Pronto", falei. Ferr virou e ficou na minha frente com uma ereção que estufava o short de banho. Fiquei perturbada, ele percebeu, pegou minha mão e me levou correndo pro mar. Parecíamos dois adolescentes. Ele me abraçava, ríamos, colava o corpo no meu, roçava meus peitos. Tudo como casual, guarda com tuas mãos, lembra que somos namorados, ela me dizia, ou é só de noite, eu ia na onda dela, só de noite, Ferr.
Naquela noite me arrumei, ainda nem sei no que estava pensando, coloquei uma calça branca bem justa, que deixava transparecer minha calcinha fio dental branca, uma camisa preta aberta, um sutiã de bojo que realçava ainda mais meus peitos (92 cm). Ferr me olhou bestificado, e eu disse: "por acaso não pareço sua namorada?" e dei um selinho na boca dele. Deixamos os dois meninos e meu filho me propôs ir tomar alguma coisa, ele disse: "já que você parece uma rainha, vamos a um lugar bonito." Era lindo, na avenida principal, uma espécie de casa inglesa com vista para o mar. Eu estava intrigada com o que estava rolando, sentia que estava esquentando meu filho, mas não imaginava que ele fosse se jogar em mim. Eu só tinha tido um homem na minha vida, desde o meu divórcio não transava, não era caretice, fazia de tudo na cama, mas isso, meu Deus, eu estava super nervosa. Bebemos champanhe, contei sobre meu divórcio mais como mulher do que como mãe, ele perguntou se eu tinha ficado com alguém, "nada de nada", falei, pra não deixar dúvidas. Perguntei sobre a namorada dele e, nossa, que bruta, sobre a vida sexual dele, ele disse que se sentia meio acelerado porque estava acostumado a transar quase todo dia. "Como você se vira?", perguntei. "Tenho uma amante que me visita nos sonhos, ela se parece com você", ele dizia, e assim, brincando e com muito duplo sentido (depois de duas garrafas), já eram duas e meia da manhã. Partimos pra buscar os meninos. Quando abriu a porta do carro pra mim, Ferr roçou em mim, senti o pau dele duro, era talvez um aviso do que viria.
É verdade que a ocasião faz o ladrão. O pequeno ligou pedindo permissão pra dormir fora, nervosa, eu disse que sim. Ferr me propôs comprar uma garrafa e ir pra praia beber. Idiota, aceitei feito uma garota. Meu Deus, pensei, vou pra praia como uma adolescente com um homem que tá afim de mim, o que vai acontecer... que dormir sozinha com ele, debaixo do mesmo teto, sem o pequeno pra segurar ele e ainda por cima é meu filho, Deus me ajuda a manter o controle.
Quando chegamos na praia (as praias do sul), primeiro erro, procura um lugar onde ninguém nos veja por favor Ferr, falei porque tava com vergonha, estacionamos entre árvores, dunas, olhávamos a lua e o mar, ninguém nos via, além da solidão do lugar os vidros do carro eram escuros. Abrimos o champanhe, reclinamos os bancos, eu pensava e agora o que vem, tava excitada pela situação, era tão morbida, Ferr começou com o ataque dele, foi mais ou menos assim,
- Mãe hoje quando passei protetor em você vi que tem um corpo maravilhoso
- Obrigada filhinho mas o da sua namorada é melhor
- Eu gosto mais do seu
- Ferr a outra te dá prazer esse não
Que idiota coloquei o assunto na boca dele, ele pegou minhas mãos, me disse vamos ver e me beijou nos lábios enfiando a língua de leve, eu quase não abri eles.
- você gostou do beijo Mãe
- sim Ferr
- agora me beija você
- não isso não pode ser filho é
ele não me deixou terminar, me beijou, tentava enfiar a língua na minha boca, fechei os olhos e cedi, abri meus lábios nossas línguas se encontraram, o beijo foi safadíssimo, a mão dele tocou meu peito por cima da blusa, eu segurei com minha mão, sem tirar ela da minha teta mas impedindo qualquer avanço, ele montou em cima de mim, não impedi, nos mexíamos como se estivéssemos transando, nos beijávamos, eu lambia a orelha dele, ele balbuciava mamãe, mamãe gostosa, sim, sim eu dizia, senti como os jeans dele molhavam de esperma, foi demais, empurrei meu corpo contra o dele e gozei.
Afastei ele com delicadeza, fumamos em silêncio, minha blusa amassada e semi aberta deixava meu sutiã à mostra, ele pediu desculpas, eu também, me perguntou se tinha gozado, muito, muito falei e você Ferr, vi. Estrelas me disse, Deus que doçura. Beijei ele primeiro de leve, depois com paixão, levei as mãos dele pros meus peitos, não parei ele. Espera, eu falei, abri minha blusa e desabotoei meu sutiã, agarrei a cabeça dele e enfiei a boca dele nas minhas tetas, ele lambia maravilhosamente. Antes em busca de porra, hoje um homem em busca de sexo. Tira a calça, Ferr, eu abaixei ela junto com a cueca dele, ele tava com um pau duro, grosso, muito pelo, eu toquei nele. Eu abaixei minha calça, sentia o olhar dele e um silêncio, que horror, era incesto e não tinha volta. Tirei a calcinha, ficou calça e calcinha num tornozelo só, dava pra ver a brancura da minha buceta. Meu filho abaixou a cabeça procurando lamber, me beijou lá com muita língua, eu parei ele, tive medo de gozar, queria consumar o incesto. Vem, Ferr, vem meu amor, eu tava molhadíssima mas muito apertada por um ano sem transar. Encolhi meus joelhos no peito, ele enfiou a ponta, eu gritei um aiiiiiiiiii, Ferr parou, pareceu hesitar. Não, mãe, não, desculpa, ele gaguejava. Eu gritei, pelo amor de Deus, empurra, filho da puta, aí entrou tudo. Começamos a foder, nos lambendo as línguas, as orelhas, minhas tetas. Ele abriu minhas nádegas, enfiou um dedo no meu cu, a foda era maravilhosa. Ele gemia, mamãe, mamãe, eu, meu filho gostoso, meu filho gostoso, come a mamãe. Mesmo com toda a tesão, eu não conseguia gozar. Ferr tremeu, me dá, eu falei, me dá seu gozo. Senti um rio de porra banhar minhas entranhas, eu ainda não conseguia. Deus, pensava, tenho meu filho dentro de mim, Deus, tô fodendo com Ferr. Não consegui gozar. Beijei ele, meu amor, meu amor, ele, desculpa, desculpa, eu beijava ele. Relaxa, filho, você me fez muito feliz, relaxa, pelo amor de Deus. Ferr, chega de desculpa, age como homem, você quis, você teve. Pedi pra gente se vestir, eu saí pra fazer xixi do lado do carro, queria expulsar a porra do meu filho, não me cuidava, era um risco enorme. Voltamos pra casa num silêncio total, eu acariciava o cabelo dele, liguei o rádio pra relaxar, a gente fumava. Entrei, falei pra ele: toma um banho, vou fazer o mesmo no meu banheiro e a gente conversa.
Tomei banho sozinha no meu banheiro enquanto Ferr fazia o mesmo no dele, lavando do meu corpo os restos daquela trepada incestuosa. Tava confusa, ainda com tesão, não sabia que atitude tomar: se continuava comendo um cara que amava loucamente, tinha quebrado todos os tabus, mas era meu filho. Chorei, depois ri, chorei, ri. Me lavei bem, cada cantinho do meu corpo. Pensei: isso é o amor mais secreto, íntimo e infinito que pode existir. Foi com esse pensamento que vesti uma camiseta branca curtinha, uma calcinha fio dental de renda branca, me perfumei e saí pronta pra dar tudo. Dessa vez, sozinhos, ia ser com tudo.
Deitei em cima da cama, acendi só um abajurzinho na mesa de cabeceira. Me pareceu ridículo me cobrir com um roupão depois de ter trepado com ele. Chamei ele. Chegou com dois cafés e uns biscoitos. Vestia cueca boxer e uma camiseta. Me sorriu, parecia relaxado. Bebemos café em silêncio. Falei primeiro: "E aí, Ferr, o que você pensa? O que sente?" Ele disse que ficava muito excitado comigo, que me amava como mãe e como mulher, que viu estrelinhas quando fizemos amor, mas que queria deixar assim, como uma noite de loucura. Me irritei. Gritei: "Quem você pensa que é? Você me forçou a cruzar todos os limites que uma mãe pode cruzar. Vai agir como homem?" Levantei e tranquei a porta do quarto. Ele me olhava. "É incesto", balbuciava. "Eu sei que é incesto, seu filho da puta, mas você quem procurou. Agora vai comer." Acendi todas as luzes. Na frente dele, deixei a camiseta cair. Fiquei só de calcinha. "Ferr, você vai comer a mamãe na boa ou na ruim?" Avancei cheia de tesão pra cima dele...
19 comentários - Madre e hijo Mar del Plata parte 1