Flor da Reconciliação

Olá... Poringeros e Poringeras: esse é meu primeiro post, espero que gostem da minha história. Me desculpem pelos meus erros, como já falei, sou nova e espero aprender com eles. Bom, direto pra narrativa dessa vez.Chegava da faculdade, cansada, só queria dormir, aquele dia tinha sido um inferno, tinha brigado com meu namorado, numa prova tinha ido tudo pro caralho, enfim, a questão é que não tava a fim de nada. Cheguei em casa e desliguei o celular. Meu namorado, com quem moro atualmente, tava saindo da faculdade dele e vindo pra casa, naquele dia não queria ver ele e me fiz de surda quando ouvi a porta, não atendi ele, e como ele não tinha chave, não conseguia entrar. Ele ficou lá fora por uma hora mais ou menos e depois me senti culpada por deixar ele do lado de fora e imediatamente fui abrir a porta, e ele entrou puto da vida, furioso, e como sempre que fica bravo, tava mudo, não disse uma palavra.

Passaram 2 dias, já era sexta-feira e as coisas continuavam do mesmo jeito, a gente se ignorava, os dois por orgulho. Então decidi quebrar o gelo, falei: _Ainda tá bravo? Me desculpa pela outra noite, é que você me faz ficar puta, sabe bem que odeio cozinhar e ainda por cima na quarta-feira passei muito mal, não tava a fim de nada. Ele me respondeu: _Fica tranquila, já foi..!! Já passou, mas tava esperando você se acalmar, como você não falava comigo, pensei que ainda tivesse brava. _Vamos sair pra dançar?, falei. E ele respondeu que sim. Naquela noite me vesti bem gostosa, fomos dançar. Primeiro tava muito, mas muito entediada na balada, depois de uns drinks comecei a ficar animada e a gente dançava sem parar, e cada vez mais colados, tocava música de reggaeton e a gente se empolgava (sendo que eu nem sei dançar reggaeton direito). Dançamos e dançamos a noite toda e no final da balada os dois tavam super tarados. Falei: _Vamos, amor, não aguento mais!!, ele respondeu no meu ouvido: _Que tal a gente ir pra um motel em vez de ir pra casa?, eu falei: _Bora, vamos.. Chegamos num motel que ficava perto da balada, era pequeno e rústico, mas era muito bom por dentro, chegamos no quarto, queria acender a luz mas ele não deixou, começou a me beijar apaixonadamente, me dizia "sinto falta do seu corpo, minha gostosa", devagar começou a me despir, primeiro a blusinha que eu tava usando, uma bem Decotada e apertadinha, depois me jogo na cama e começo a beijar ela toda. Desabotoo minha minissaia, tiro ela com os dentes e, como um louco, começo a lamber meus sucos que escorriam. Eu tava muito excitada, e ele também. Depois, a gente se virou e se revirou até que eu fiquei por cima dele e comecei a tirar a calça dele. Nunca tinha tido coragem de fazer um boquete, porque achava que ia parecer muito puta. Naquela noite, não pensei duas vezes e me joguei, até porque tinha a desculpa de que tava bêbada. Deixei o Léo peladinho pra mim e acendi a luz. Peguei minha camisetinha e tapei os olhos dele, pra me sentir mais à vontade, e aos poucos comecei a beijar ele. Primeiro o pescoço, depois fui descendo devagar. Ele tava explodindo de tesão. Eu continuei, continuei e cheguei no pau dele. Tava bem gostoso. Comecei a beijar ele devagarinho, depois passei minha língua lentamente, até que, de repente, eu tava chupando ele sem parar. Adorava fazer aquilo. Segui e segui por uns dez minutos a mais, e depois não aguentei mais e comecei a montar nele. Montava sem parar, destapei os olhos dele e a gente meteu os dois sem parar. Passamos por posições que nunca tínhamos experimentado. Deixei fazerem de tudo comigo e ele gozou nos meus peitos. Ficamos exaustos na cama e dormimos. Ao acordar, comecei a acariciar ele. Queria meu matinal de todos os dias. Acariciei e ele acordou, sem dizer nada, começamos com aqueles beijos gostosos e as carícias deliciosas até que ele se colocou atrás de mim e começamos a meter. Hooo...!! Como eu gostei... e ele começou a enfiar o dedo no meu cuzinho. Começou a doer, mas eu gostava. Depois, ele quis colocar o pau dele no meu buraquinho, mas não deixei porque começou a doer muito e eu falei: — Aí não, por favor, love, dói muito. Ele disse: — Tá bom, agora não, mas quando a gente completar dois anos, esse cuzinho vai ser meu. Eu falei: — Sim, love, vai ser todo seu. Se eu não deixar, você me viola, mas agora não. Depois de passar uma noite tão gostosa, a gente se vestiu e foi pra casa. Tava tudo bem, saímos pra comer fora, mas na minha mente... Nunca vou esquecer aquela ocasião do meu primeiro boquete, toda vez que me dá vontade de fazer, eu faço e ele adora. ESPERO QUE GOSTEM DO MEU RELATO.. MANDO UM BEIJÃO SE VOCÊS CURTIRAM, PROMETO CONTINUAR FAZENDO MAIS, E SE NÃO... BOM... A GENTE VÊ... SAUDAÇÕES, PORINGA BOYS/GIRLS..

4 comentários - Flor da Reconciliação

Muy bueno!
Muy caliente reconciliacion!
Gracias por compartir