Me vengué de mi marido follándome a todos sus amigos .

O que tenho pra contar é tão intenso que vou direto ao ponto, sem perder tempo com introduções.

Sou casada, tenho 36 anos, não tenho filhos. Meu marido e eu temos uma situação financeira bem confortável, graças a uma empresa que meu pai deixou pra mim e que hoje é administrada pelo meu marido. Sou filha única. Sempre fui uma mulher muito fogosa, com uma necessidade enorme de sexo, mas desde que me casei fui fiel ao meu marido, mesmo não faltando propostas – algumas até vindas dos próprios amigos dele. Os homens se atraem muito por mim, sou daquele tipo de mulher que, assim que um homem vê, só pensa em uma coisa: levá-la pra cama.

Se tivesse que me comparar com alguém, acho que ficaria entre a Jennifer López e a Catherine Zeta-Jones. Morena, dois peitões e, principalmente, uma bunda de cair o queixo – é isso que deixa os homens malucos.

Pois bem. Por pura coincidência, descobri que meu marido me traía. Ele tinha como amante a Ana, minha melhor amiga e, pior ainda, a esposa do seu irmão, Jorge. O Jorge, aliás, é um dos diretores da empresa que meu marido comanda.

Minha primeira reação foi armar um escândalo e pedir o divórcio. Depois, mais calma, pensei que minha vingança tinha que ser mais cruel. Primeiro, eu ia meter chifre nele com todos que tinham me dado em cima nos últimos anos – não com um ou dois, mas com todos.

Decidi que ia transar com todos os amigos e conhecidos do meu marido e, ao mesmo tempo, ia juntar provas pra deixá-lo na pior miséria. Se eu tivesse agido por raiva, o Juan teria me tirado uma fortuna.

A primeira coisa que fiz foi contratar um detetive particular. Uma semana depois, já sabia com que frequência eles se viam e onde curtiam a intimidade.

A frequência era alta, três ou quatro vezes por semana, e o lugar era um loft numa zona industrial.

Eu conhecia o local – um loft que tinha acabado ficando com a gente como pagamento de uma dívida e que costumávamos alugar. Juan cuidava disso, eu só recebia o aluguel pontualmente.

Nem lembrava da última vez que tinha estado lá.

Propus ao detetive encher o loft de câmeras de vídeo.

Se a casa não fosse dele seria ilegal, mas sendo dele, podemos fazer quando quiser.

Para isso, numa manhã de domingo, disse ao meu marido que pegava o carro dele um momento porque o meu estava dando problema. Estudei o chaveiro dele e vi que havia quatro chaves que eu não tinha. Fui direto ao Carrefour e fiz cópia de todas as que eu não tinha.

Voltei pra casa sem levantar a mínima suspeita.

Naquela mesma semana, de manhã, liguei para o loft. Atendeu uma mulher com sotaque sul-americano e eu disse que tínhamos que entregar um pacote naquele endereço.

"Eu só fico até as doze, mas se quiserem entregar amanhã, eu estou todos os dias a partir das oito."

Confirmado: meu marido tinha uma empregada que chegava às 8 e ia embora às doze.

De acordo com Agustín, o detetive, aproveitamos a hora do almoço, quando nem o porteiro está, e fomos ao loft.

Os técnicos levaram duas horas para substituir os sensores do alarme por outros idênticos, mas que continham câmeras de vídeo com microfones direcionais. Depois da tarefa, instalaram uma espécie de receptor transmissor wi-fi no forro falso do banheiro.

De um computador, checaram o sistema.

Funcionava perfeitamente: a cama estava coberta por três câmeras diferentes e o teste de som mostrou que dava para ouvir até o menor sussurro.

Depois da tarefa, fomos embora, ninguém nos viu nem na entrada nem na saída.

Enquanto isso, tinha decidido que minha primeira vítima seria Jorge, meu cunhado, o marido de Ana, a amante do meu esposo. Jorge há muito tempo flertava comigo e eu tinha certeza de que seria uma presa fácil. E já que meu marido estava comendo a mulher dele, bem merecia ser o primeiro da minha lista. Minha... meu cunhado era mais novo que meu marido e sempre foi um pegador. Não me surpreenderia saber que ele também tinha uma amante. Apesar de saber que ele era um safado, meu cunhado me excitava.

Fiquei de encontrar com ele para almoçar. Ele me levou a uma área reservada, o que achei que facilitaria meu plano. Para a ocasião, vesti a roupa mais provocante do meu guarda-roupa. Uma blusa branca de tecido tão fino que ficava transparente, deixando o sutiã quase à mostra, uma saia tubo curta que marcava minha bunda perfeitamente – e eu sei que minha bunda deixa os homens loucos –, meia-calça com ligas e sapatos de salto agulha. Para me proteger do frio, um casaco longo que escondia perfeitamente o que havia por baixo.

Chegamos à área reservada, Jorge me ajudou a tirar o casaco e, ao ver a expressão dele, tive certeza absoluta de que meu plano ia funcionar.

"Myriam, cunhada, você está divina."

"Sabia que você ia gostar."

"Não é que eu goste, eu adoro."

Fizemos o pedido, o garçom deixou a garrafa de vinho sobre a mesa e discretamente se retirou.

"Se os senhores precisarem de algo, é só tocar a campainha."

"Bem, o que você tem para me contar?"

Joguei-me na piscina:

"Meu marido tem uma amante em Sigüenza, tenho confirmação (precisava evitar que ele relacionasse meu marido com a mulher dele) e eu fui fiel a ele desde que nos casamos. Quero traí-lo como ele fez comigo."

Ele me olhou com olhos estupefatos:

"Desculpa a pergunta, mas... você quer traí-lo comigo?"

"Bem, pensei com quem eu poderia colocar chifre nele, e você me pareceu a melhor opção. Assim fica tudo na família e, o que é mais importante para mim, você vai ser discreto. E eu tiro a coragem que tenho guardada."

Levantei-me da mesa e fiquei ao lado dele. Com uma lentidão premeditada, inclinei-me sobre ele e beijei seus lábios.

"Se não gostar de mim ou se tiver algum problema, é só me dizer e a gente esquece."

Eu continuava de pé ao lado de Jorge.

Sua mão deslizou entre minhas pernas, subiu... pelas coxas até alcançar a área que as meias não cobriam e enquanto me acariciava, ele disse:

Sabe, Myriam, que você me deixou louco a vida toda. Depois do que você me disse, só me matando para a gente não ir para a cama.

Sua mão continuou acariciando minhas coxas, mas ao mesmo tempo subiu por elas, e foi aí que Jorge levou a primeira surpresa:

Você não está de calcinha.

Não, meu amor. Se você dissesse que sim, eu queria te dar esse presente.

Levantei minha saia, não sem dificuldade porque era bem justa, e mostrei minha bucetinha nua. Estava depilada, mas tinha deixado um tufinho de pelo em cima do meu monte de Vênus.

A posição de ambos não permitiu que meu acompanhante fizesse o que tenho certeza que ele teria adorado. Com uma mão enfiada entre minhas coxas, ele só conseguiu me dar um beijo e uma pequena mordida no meu tufinho de pelo.

Comemos como se o mundo fosse acabar. Jorge, acho que ainda não estava acreditando. Quanto a mim, depois de tanto tempo reprimindo meus instintos para manter a fidelidade, a verdade é que eu estava com uma tesão de puta. Fazia mais de oito anos que não me deitava com ninguém além do meu marido, e a novidade estava me deixando a mil. Jorge é um homem atraente, culto, com um sorriso encantador e até um pouco tímido, perfeito para essa parte do meu plano.

Como não poderia ser diferente, ele me levou a um motel na saída de Madrid, O Jardim.

Subimos para o quarto e imediatamente bateram na porta, nem tínhamos tido tempo de nos sentar. Era uma camareira com uma garrafa de Dom Perignon em um balde com gelo. Ela se ofereceu para servir a primeira taça e aceitamos.

Sentados no sofá, adotei o papel de esposa novata:

Vou tomar um copinho porque estou muito nervosa, que nervos! Além do mais, você é meu cunhado. Tem que ter paciência porque isso é novo para mim.

Jorge viu a chance de bancar o experiente, os homens se... Ficam loucos pra mostrar superioridade com as mulheres.

Pra mim também é uma coisa nova, eu também sou fiel à Ana. Não se preocupa, você só tá fazendo o que deve. Seu marido é um babaca por te trair e merece que você pague na mesma moeda. E o fato de sermos cunhados não tem a menor importância, eu vou te ajudar a superar esse trago.

Discretamente, eu tinha deixado minha bolsa sobre um móvel aos pés da cama. O que o Jorge não sabia é que minha bolsa inocente, por um lado, era uma câmera de vídeo que ia gravar tudo que acontecesse no quarto. Fazia parte da minha vingança.

Depois de umas duas taças e, mesmo querendo manter o papel de esposa arrependida, a verdade é que eu estava ficando com tesão, antecipando o que ia acontecer.

Pra mudar um pouco os papéis, eu disse:

– Você que se despe primeiro, que eu tô com vergonha.

O Jorge se levantou e, num instante, tinha tirado tudo. Ele tinha um corpo bom, mas minha atenção foi toda pro pau dele. Sem nem estar totalmente ereto ainda, era um pedaço mais que respeitável. Me deu água na boca pensar que, em breve, ele ia me perfurar com aquilo.

Ele se aproximou e disse:

– Se ainda tiver vergonha, eu tiro sua roupa.

Aproveitando a proximidade, com uma mão peguei nas bolas dele e, com a outra, no pau, e levei até minha boca. Minha intenção não era fazer um boquete, só queria experimentar e deixar ele mais excitado. Quatro chupadas foram suficientes pro pau do Jorge ficar todo empinado.

Deixei a tarefa, pedi pra ele sentar e, na frente dele, comecei a me despir. Primeiro a blusa e, logo em seguida, o sutiã. Tenho um par de peitos perfeitos e não tenho vergonha nenhuma de confessar que fiz retoques com o melhor cirurgião de Madrid. Diferente de outras mulheres que, depois da operação, perdem a sensibilidade, desde que operei, meus peitos só me deram satisfação — vê-los tão cheios, tão empinados... Que provocar tanto os homens me deixa com tesão. E meus mamilos estão mais sensíveis do que antes da cirurgia.

Já estava com os mamilos duros como duas bolotas. Me aproximei do Jorge e pedi que me desse um beijinho. Ele atendeu, se atirou neles como um doido e cobriu meus mamilos de beijos e lambidas.

Me afastei de novo e tirei a saia. Por baixo, uma liga da Victoria Secret cor de malva segurava as meias que só chegavam até a metade da coxa. Minha bucetinha à mostra.

Ia ficar pelada como ele, quando o Jorge pediu:

"Não tira mais nada, quero te foder com as meias e a liga postas. Me deixa com muito tesão. Deixa os sapatos."

Vi a oportunidade para dizer:

"Você me diz tudo que te deixa com tesão, me conta tudo que gostaria de fazer comigo que não vou te privar de nada. Vou te dar tudo e quando digo tudo, quero dizer tudo."

E enquanto pensava: ao meu cunhado dá tesão o fetiche de lingerie, vou lembrar disso.

Fomos para a cama, já estávamos os dois com muito tesão. Deitamos de lado mas frente a frente e enquanto o Jorge se dedicava a chupar meus peitos e acariciar minha buceta, eu peguei no pau dele e comecei a brincar com ele.

Os preliminares terminaram quando o Jorge abandonou sua tarefa e desceu até os pés da cama para chupar minha buceta. Que chupem minha buceta me deixa louca, mas meu marido não gosta, acha anti-higiênico, de modo que não tinham chupado minha bucetinha há uma eternidade. Quase tinha esquecido como é gostoso sentir uma língua brincando com meu clitóris. O Jorge cumpriu a tarefa com total satisfação, tanto que supliquei que me fodesse, que a metesse, que se afundasse em mim.

Seu pau entrou em mim como uma faca quente na manteiga. Me senti cheia de pau até o último canto da minha buceta, e aí o Jorge começou a bombear enquanto agarrava minhas nádegas. Ele se mostrou um amante magnífico, um pau bom e com energia. Para me empurrar, me levaram ao êxtase logo que comecei a sentir suas investidas.

Ai Jorge, eu vou gozar, eu vou gozar, eu vou gozar, me dá me dá me dá bem forte, que eu vou gozar, eu tô gozando, eu tô gozando, eu gozo que nem uma cachorra, eu gozo que nem uma cachorra, eu gozooooooo.

Jorge ouviu como eu estava gozando, mas não pareceu importar muito, parece que o tempo dele era mais longo porque continuou me dando socadas cada vez mais fortes.

Depois de alguns minutos, tanto pau me fez subir de novo e outra vez senti aquela onda de prazer que precede o orgasmo, e outra vez:

Ai meu amor, eu vou gozar, você vai me matar, que pau gostoso e como você me fode bem, eu já tô gozando, eu já tô gozando que nem uma puta.

Eu, quando estou pra gozar falo sem parar e naquele momento eu estava gozando de novo. Sentia meu fluxo escorrer entre minhas coxas de tão molhada que eu estava.

Quando ainda não tinha acabado de aproveitar meu orgasmo, Jorge deve ter colocado uma marcha a mais no seu acoplamento, sentia o pau dele afundar até meu esterno e foi então que ele me disse:

Toma todo meu leite, toma que eu te dou tudo, vou encher sua barriga, eu vou gozar minha vida, eu vou gozar na sua buceta.

Ele teve três ou quatro espasmos que achei que iam me despedaçar inteira e senti no mais profundo do meu ser como seu leite me inundava.

Não lembrava de ter fodido tão selvagemente em toda minha vida. Jorge acabou sendo uma besta fodendo. Tudo saiu perfeito.

Na placidez do pós-coito, fiz ele jurar que não contaria pra ninguém que a gente tinha transado.

Se meu marido descobrir, você me destrói.

Eu juro pelo que há de mais sagrado que não conto pra ninguém. Além disso, se a Anita descobrir, não quero nem pensar com o quanto ela é ciumenta. Já pensou em se separar do meu irmão?

Não, nem passa pela minha cabeça, no final vai ser um capricho que vai passar. Não acho que seja a primeira vez que ele me trai.

Antes de irmos, Jorge me pediu um capricho, eu já tinha me comprometido a satisfazê-lo. Ele me pediu algo simples: fazer um boquete nele.

O que é que tem, Anita não te chupa?

Nunca na vida ela me chupou, diz que sente nojo.

Que boba, não sabe o que está perdendo.

Eu teria preferido que ele me desse outra trepada, mas eu o agradei e fiz um boquete, a julgar pelas reações dele, esplêndido.

Embora não fosse minha primeira escolha, uma vez na tarefa, com aquela rola enfiada na minha boca, a verdade é que eu estava no paraíso. Tanto que enquanto chupava, me toquei e quando comecei a sentir que ele ia gozar na minha garganta, gozei de novo.

Terminado o combate, me convinha ter o Jorge vidrado em mim. Essa era a melhor forma de contar com a discrição dele.

Quero que a gente foda de novo, você me deu muito prazer. Nunca transei tão gostoso como com você. Se você realmente guardar nosso segredo, da próxima vez que estivermos juntos, vou te dar minha bunda. Você gosta que eu te dê minha bunda? Embora com a ferramenta que você tem, não sei se vai caber em mim. Bom, se não couber, eu te chupo de novo.

Você me deixa louco, vou ficar contando os dias até você me chamar de novo.

Já de volta em casa, com aquela paz que fica quando a gente goza quatro ou cinco vezes, abri meu computador e me conectei às gravações do loft. As câmeras que havíamos instalado tinham um sistema de detecção de movimento, de modo que não ligavam quando não tinha ninguém.

Como eu sabia que meu marido estava em Sigüenza, dei por certo que ele ia ter uma sessão com sua amante.

Eu os vi chegando, a imagem era perfeita e o som melhor ainda. Assim que entraram, meu marido se sentou no sofá, Ana preparou drinques para os dois e antes de se juntar a ele no sofá, tirou a roupa, ficou pelada na frente do meu marido.

Tomando seu drinque, com um sorriso de satisfação, ele disse:

Ana, que puta safada você é e como me deixa com tesão. Toma um gole do seu uísque e faz o que você sabe fazer, puta.

Meu... Minha amiga do peito deu um gole na sua taça. Se posicionou entre as pernas do Juan, tirou a roupa dele e começou a fazer um boquete.

Me vieram à mente as palavras do meu cunhado:

"Ana nunca me chupou, diz que sente nojo."

Também me veio à cabeça que, se fosse para chupar um pau, preferia o do meu cunhado ao do meu marido.

Sem o menor sentimento, vi meu marido gozando enquanto nossa cunhada chupava ele. Quanto mais eu via, mais firme ficava minha ideia de uma vingança feroz. A mãe de todas as vinganças.

Vi toda a sequência: terminou o boquete, foram para a cama.

Tenho que reconhecer que minha cunhada tinha um corpão. Juan se jogou sobre ela e começaram a foder. Ana gritava como se estivessem matando ela - sei que isso excita muito os homens.

Deram uma boa trepada. Meu marido, com certeza, colocou muito mais interesse do que quando me comia.

Quando acabaram, prepararam outra taça e tomaram na cama, conversando.

"Como vão as coisas, Juan?"

"Tão mal como sempre. Não suporto minha mulher, me enjoo de dormir na mesma cama. Ainda bem que ela é frígida e não pede guerra. Se tivesse que meter nela, acho que vomitaria."

Que filho da puta, pensei.

"Mas você já decidiu se separar?"

"Sim, mas tudo leva seu tempo, assim como você com o Jorge. Devemos fazer as coisas com inteligência porque estamos arriscando muito. Já estou há meses desenvolvendo um plano que pode resolver todos os nossos problemas."

"Estou com vontade que tudo isso acabe, que nós dois nos separemos e possamos viver juntos."

"Tudo chegará, meu amor, tudo chegará."

"Amanhã vamos nos ver?"

"Sim, meu amor, amanhã continuo em Sigüenza."

"Bom, então amanhã vou te esperar aqui vestida de puta e vou comer seu cu, que sei que te deixa louco."

Caralho, minha cunhada, pensei. Era muito mais puta do que eu imaginava. E ainda se fazendo de difícil com o marido.

O restante... O que mais importava para mim na gravação era que meu marido estava desenvolvendo um plano antes de se divorciar. O plano teria a ver com o dinheiro da empresa, o que me obrigava a ficar alerta. Meu próximo objetivo estava claro: Fernando, o diretor financeiro da empresa.

Fernando é filho de um dos funcionários antigos do meu pai e eu o conheço a vida toda. Um homem cinza, tímido, mas, segundo meu pai, um gênio com números. Quando já estava me preparando para dormir, lembrei da gravação que havia feito da minha bolsa.

Toda a frieza com que vi meu marido comendo aquela mulher desapareceu quando me vi de pernas abertas enquanto Jorge me fodia com força.

Fiquei quente como uma puta me vendo sendo comida, vendo como Jorge me deixava louca de pica. O tesão que estava sentindo me obrigou a pegar o brinquedo que guardo na minha cabeceira. Fiz uma punheta lembrando do que havia acontecido naquela tarde, gozei gostoso e fiquei exausta e feliz pensando na minha vingança.

5 comentários - Me vengué de mi marido follándome a todos sus amigos .

swan28
Que buen relato, una tremenda perra infiel
Muy bueno el relato. Espero que la segunda parte sea por lo menos como esta. Van puntos y a favoritos
hermoso relato, muy bueno, que aprenda a no tenerte en cuenta tu marido