Valeu pelos pontos e comentários. Nessa história, meu dono me leva pra um hotel e me dá uma fodida violenta e faz um anúncio que me deixou preocupada.
Capítulo III
Assim ia se desenrolando minha vida de dominação e escrava sexual do meu colega de trabalho. O safado me tinha nas mãos dele e fazia o que queria comigo, mas tenho que admitir que eu curtia.
Todo dia Alberto passava na minha sala, me dava um beijo, me apalpava e perguntava algo sobre minha vida sexual, e às vezes mandava como eu devia ir vestida no dia seguinte pro escritório. Um dia ele entra e me avisa pra me preparar porque no dia seguinte a gente ia pra um hotel, e deixa claro que eu não posso transar com ninguém desde agora até aquele momento.
Alb: "Quero que você venha vestida elegante, mas provocante."
No dia seguinte, assim que entro, ele vem na minha sala e ao me ver exclama:
Alb: "Que gostosa que você tá."
Sole: "Sim, meu dono, vim linda pro senhor."
Alb: "Beleza, beleza, quero ver sua roupa íntima. Mas prefiro esperar pra fazer isso depois no hotel."
Ele me dá um beijinho nos lábios e sai. Já no fim da tarde, passa na minha sala e fala que já é hora de ir. A gente vai no carro dele até um hotel nos arredores da cidade, ele pede um quarto específico e a gente entra. Já no quarto, ele tira duas câmeras de uma bolsa.
Sole: "O que você vai fazer com isso?"
Rindo, ele responde.
Alb: "O que você acha? Vou filmar esse momento glorioso, e nem pense em tentar me dizer que não."
Ele coloca uma câmera num lugar apontando pro lado da cama e a outra segura na mão, e me fala.
Alb: "Quero que você se vista devagar, tipo fazendo um strip-tease pra mim."
Sole: "Sim, meu dono, o que o senhor quiser."
Ele me posiciona num lugar específico do quarto, vai até a câmera que tinha deixado e liga ela, e faz o mesmo com a que tá na mão dele. Eu começo a me despir, bem devagar, desabotoo minha blusa, brinco de abrir ela e... fechá-la; coloco minhas mãos sobre minha saia e levanto um pouco, apertando-a contra meu corpo, fazendo movimentos sensuais. Levanto até aparecer o começo da minha tanga. Enquanto isso, Alberto diz:
Alb: “Bem, bem, assim que se faz, puta, rebola como o que você é, uma verdadeira puta.”
Eu continuo soltando a saia e deixando-a cair, a blusa que é comprida chega até embaixo da minha bunda e, sem tirá-la, solto meu sutiã, tiro ele, giro por cima da minha cabeça e jogo pra ele.
Alb: “Isso, minha puta! Sabe bem o que eu gosto.”
Viro de costas para ele e tiro a tanga, que também jogo na direção dele. Já só com minha blusa vestida, brinco com ela de um jeito que, por momentos, meus mamilos, minha bundinha e minha buceta aparecem. Por último, tiro minha blusa e fico totalmente nua.
Ele se aproxima com a câmera e filma close-ups dos meus peitos, da minha bunda e da minha buceta. Depois, se afasta um pouco e pede para eu despir ele. Eu faço isso e, quando estou abaixando a cueca dele, ajoelhada na frente dele, o pau dele salta ereto e ele pede para eu chupar. Ele larga a câmera que estava na mão em outro lugar, mas continua filmando.
Alb: “Hoje você vai levar uma das melhores fodas da sua vida, puta.”
Sol: “Sim, amor, tenho certeza que sim.”
Ele coloca as mãos na minha nuca e me faz engolir o pau dele de uma só vez. A violência me dá uma ânsia, mas puxando meus cabelos, ele tira e começa a mover minha cabeça, fazendo o pau dele foder minha boca.
Alb: “Hoje você vai receber porra em todos os seus buracos, puta. Vou te foder até você pedir pra parar. Hoje você vai gozar como o que você é, uma puta, uma vagabunda.”
Tentei falar, mas não consegui, o pau dele continuava perfurando minha boca, até que senti ele gozar. O pau dele explodiu e a porra encheu minha boca.
Alb: “Engole, puta, engole tudo. Como você faz com todos os diretores, puta. Agora você vai começar a engolir porra dos seus colegas também. Acabou a época de chupar paus por dinheiro, agora você vai chupar por puta mesmo.” Você vai receber porra por todo lado, mas porra de trabalhadora, não de patrão.
Naquele momento eu me assustei, ele tava agressivo, parecia falar com rancor, fiquei com medo, mas quando tirei a pica da minha boca ele me perguntou se eu tinha gostado e pediu pra eu limpar bem a pica dele com minha língua, dessa vez sem violência. Quando terminei de limpar, ele me sentou na cama e me deu um boquete foda na minha buceta, fez tanto que me deu dois orgasmos e chupou todos os meus sucos. Enquanto isso rolava, notei que ele tava duro de novo. Ele se jogou na cama de barriga pra cima e disse:
Alb: "Hora de cavalgar, sua puta."
Sole: "Sim, meu amo, mal posso esperar pra sentir sua pica na minha buceta."
Isso saiu da alma, eu tava muito tesuda. Me ajeitei em cima dele e eu mesma enfiei o pau duro dele dentro da minha buceta e comecei a cavalgar. Cavalguei sem controle e Alberto começou a me chamar de puta de novo.
Alb: "Isso, sua puta, assim, mastiga, sente minha pica na sua buceta. Aproveita esse homem que vai te fazer conhecer o verdadeiro prazer de ser puta. Você é a maior puta que já conheci."
Sole: "Sim, meu amo, sou muito puta, a mais puta, aquela que você nunca sonhou em conhecer, vou gastar sua pica de tanto transar, quero que me coma todos os dias da minha vida, quero ser sua puta pra sempre."
Isso eu dizia fora de mim, enquanto cavalgava tive dois ou três orgasmos, sentia que ia desmaiar, mas não conseguia parar e Alberto continuava firme, era certeza que ele tinha tomado algo, nenhum homem aguenta tanto. Quando já sentia que ia cair de exaustão, sinto a pica dele explodir e a porra jorrar como se fosse um tiro, e o jato bate nas paredes da minha buceta, isso me deu mais um orgasmo e aí sim eu caí rendida.
Ficamos os dois jogados na cama, exaustos. Uns minutos depois, mas bem poucos, e antes de eu me sentir recuperada, ele já tava se levantando.
Alb: "Ainda falta o cuzinho, Sole."
Sole: "Não, Alberto, não consigo, não aguento mais."
Alb: "Como Alberto, desde quando? Tanta confiança assim?"
Sole: "Desculpa, meu dono, é que tô exausta, não consigo juntar duas ideias, tive uns 6 ou 7 orgasmos, não aguento mais."
Alb: "Você tem uns minutos pra se recuperar, e aí vou meter nessa sua bunda linda."
Passaram uns dez minutos, eu ainda sem forças, e de repente sinto o pau ereto do Alberto encostado nos meus lábios.
Alb: "Já é hora, Sole, é a vez da sua bunda linda. Fica de quatro e apoia a cabeça no travesseiro."
Sole: "Sim, meu dono," (fiz com esforço)
Alberto começou a passar a língua no meu cu e com os dedos brincar nos meus lábios da buceta, um resto de excitação apareceu em mim, mas faltava força. Ele continuou mesmo assim, apoiou a cabeça do pau no meu buraquinho.
Alb: "Vou meter tudo de uma vez até o fundo, Sole."
Senti uma dor forte, senti meu cu rasgando, mas não tinha nem forças pra gritar. Parecia que tava sendo penetrada por um ferro quente, doía, ardia.
Alb: "Toma, puta, toma, vou te arrebentar toda, vou deixar teu cu destruído, puta, você não vai sentar por uma semana, puta. Teu cu vai ficar definitivamente arrombado, o pau pequeno do teu marido e o do Iglesias vão dançar dentro dele."
Eu não respondia nem gritava, embora a dor já tivesse passando e o prazer começando de novo. Alberto parecia possuído, o pau dele entrava e saía do meu cu numa velocidade impressionante, parecia que era a primeira transa dele, eu não podia acreditar, ele devia ter tomado um ou dois Viagra porque nem um adolescente aguenta tanto.
Enquanto isso, eu começava a gozar de novo, mas sem forças pra expressar.
Alb: "Lá vai, puta, lá vai meu gozo no teu cu, no teu cu arrombado, todo mundo diz que você é cu arrombado, agora você é de verdade, puta, puta, puta, arhg!"
O pau dele explodiu de novo, o gozo dele entrava nas minhas entranhas e eu tive um novo orgasmo, mas já sem força nenhuma. Esse orgasmo final fez com que eu praticamente desmaiasse, meus joelhos não aguentaram mais e meu corpo caiu na cama, e Alberto caiu junto. pra mim. Não sei se desmaiei ou não, mas é claro que fiquei um bom tempo deitada na cama, dormindo ou desmaiada, ou as duas coisas.
Quando me recuperei, Alberto estava vendo a gravação numa das câmeras. Ao me ver reagindo, ele disse:
Alb: “Vagabunda, você acordou? Tive medo de que tivesse morrido.” (Ele riu, debochando.)
Sole: “Foi demais, senhor, me destruiu.”
Alb: “Não gostou, vagabunda?”
Sole: “Gostei sim, senhor, fiquei fascinada. Nunca na minha vida tinha gozado tanto.”
Alb: “É porque você nunca teve um homem de verdade ao seu lado. Quantos orgasmos você acha que teve?”
Sole: “Não sei, senhor, mas devem ter sido uns dez. Perdi a conta, e acho que tive orgasmo em cima de orgasmo, impossível contar.”
Alb: “Bom, de agora em diante, sua vida vai ser assim. Quando eu quiser que você goze, vai ter 10 orgasmos, e talvez mais.”
Sole: “Não, senhor, mais é impossível, eu morreria antes.”
Alb: “Você vai ver, vagabunda, isso vai virar rotina pra você. Bom, se quiser, toma um banho e a gente vai embora. O corno do seu marido vai ficar preocupado com sua demora.”
Quando voltei do banho, ele me disse:
Alb: “Amanhã você vai ter o dia de folga pra se recuperar, e na segunda a gente começa a preparar a nova semana. Tenho uns joguinhos legais pra você, vagabunda. A partir de terça, vamos fazer o escritório inteiro ficar de pau duro por você. Mais duro ainda, porque tem muitos que, como eu, sempre sonharam em te comer.”
Sole: “O que o senhor vai fazer, senhor? Tô com medo.”
Alb: “Fica tranquila, Sole, só vamos fazer uns joguinhos pra animar os caras, nada mais.”
De novo aquelas dúvidas: o que esse depravado vai aprontar? Mas eu já sabia que não tinha jeito, estava à mercê dele e faria tudo o que ele exigisse. Pra falar a verdade, já estava excitada pensando no que a gente ia fazer. Era como ele diz: uma vagabunda.
Capítulo III
Assim ia se desenrolando minha vida de dominação e escrava sexual do meu colega de trabalho. O safado me tinha nas mãos dele e fazia o que queria comigo, mas tenho que admitir que eu curtia.
Todo dia Alberto passava na minha sala, me dava um beijo, me apalpava e perguntava algo sobre minha vida sexual, e às vezes mandava como eu devia ir vestida no dia seguinte pro escritório. Um dia ele entra e me avisa pra me preparar porque no dia seguinte a gente ia pra um hotel, e deixa claro que eu não posso transar com ninguém desde agora até aquele momento.
Alb: "Quero que você venha vestida elegante, mas provocante."
No dia seguinte, assim que entro, ele vem na minha sala e ao me ver exclama:
Alb: "Que gostosa que você tá."
Sole: "Sim, meu dono, vim linda pro senhor."
Alb: "Beleza, beleza, quero ver sua roupa íntima. Mas prefiro esperar pra fazer isso depois no hotel."
Ele me dá um beijinho nos lábios e sai. Já no fim da tarde, passa na minha sala e fala que já é hora de ir. A gente vai no carro dele até um hotel nos arredores da cidade, ele pede um quarto específico e a gente entra. Já no quarto, ele tira duas câmeras de uma bolsa.
Sole: "O que você vai fazer com isso?"
Rindo, ele responde.
Alb: "O que você acha? Vou filmar esse momento glorioso, e nem pense em tentar me dizer que não."
Ele coloca uma câmera num lugar apontando pro lado da cama e a outra segura na mão, e me fala.
Alb: "Quero que você se vista devagar, tipo fazendo um strip-tease pra mim."
Sole: "Sim, meu dono, o que o senhor quiser."
Ele me posiciona num lugar específico do quarto, vai até a câmera que tinha deixado e liga ela, e faz o mesmo com a que tá na mão dele. Eu começo a me despir, bem devagar, desabotoo minha blusa, brinco de abrir ela e... fechá-la; coloco minhas mãos sobre minha saia e levanto um pouco, apertando-a contra meu corpo, fazendo movimentos sensuais. Levanto até aparecer o começo da minha tanga. Enquanto isso, Alberto diz:
Alb: “Bem, bem, assim que se faz, puta, rebola como o que você é, uma verdadeira puta.”
Eu continuo soltando a saia e deixando-a cair, a blusa que é comprida chega até embaixo da minha bunda e, sem tirá-la, solto meu sutiã, tiro ele, giro por cima da minha cabeça e jogo pra ele.
Alb: “Isso, minha puta! Sabe bem o que eu gosto.”
Viro de costas para ele e tiro a tanga, que também jogo na direção dele. Já só com minha blusa vestida, brinco com ela de um jeito que, por momentos, meus mamilos, minha bundinha e minha buceta aparecem. Por último, tiro minha blusa e fico totalmente nua.
Ele se aproxima com a câmera e filma close-ups dos meus peitos, da minha bunda e da minha buceta. Depois, se afasta um pouco e pede para eu despir ele. Eu faço isso e, quando estou abaixando a cueca dele, ajoelhada na frente dele, o pau dele salta ereto e ele pede para eu chupar. Ele larga a câmera que estava na mão em outro lugar, mas continua filmando.
Alb: “Hoje você vai levar uma das melhores fodas da sua vida, puta.”
Sol: “Sim, amor, tenho certeza que sim.”
Ele coloca as mãos na minha nuca e me faz engolir o pau dele de uma só vez. A violência me dá uma ânsia, mas puxando meus cabelos, ele tira e começa a mover minha cabeça, fazendo o pau dele foder minha boca.
Alb: “Hoje você vai receber porra em todos os seus buracos, puta. Vou te foder até você pedir pra parar. Hoje você vai gozar como o que você é, uma puta, uma vagabunda.”
Tentei falar, mas não consegui, o pau dele continuava perfurando minha boca, até que senti ele gozar. O pau dele explodiu e a porra encheu minha boca.
Alb: “Engole, puta, engole tudo. Como você faz com todos os diretores, puta. Agora você vai começar a engolir porra dos seus colegas também. Acabou a época de chupar paus por dinheiro, agora você vai chupar por puta mesmo.” Você vai receber porra por todo lado, mas porra de trabalhadora, não de patrão.
Naquele momento eu me assustei, ele tava agressivo, parecia falar com rancor, fiquei com medo, mas quando tirei a pica da minha boca ele me perguntou se eu tinha gostado e pediu pra eu limpar bem a pica dele com minha língua, dessa vez sem violência. Quando terminei de limpar, ele me sentou na cama e me deu um boquete foda na minha buceta, fez tanto que me deu dois orgasmos e chupou todos os meus sucos. Enquanto isso rolava, notei que ele tava duro de novo. Ele se jogou na cama de barriga pra cima e disse:
Alb: "Hora de cavalgar, sua puta."
Sole: "Sim, meu amo, mal posso esperar pra sentir sua pica na minha buceta."
Isso saiu da alma, eu tava muito tesuda. Me ajeitei em cima dele e eu mesma enfiei o pau duro dele dentro da minha buceta e comecei a cavalgar. Cavalguei sem controle e Alberto começou a me chamar de puta de novo.
Alb: "Isso, sua puta, assim, mastiga, sente minha pica na sua buceta. Aproveita esse homem que vai te fazer conhecer o verdadeiro prazer de ser puta. Você é a maior puta que já conheci."
Sole: "Sim, meu amo, sou muito puta, a mais puta, aquela que você nunca sonhou em conhecer, vou gastar sua pica de tanto transar, quero que me coma todos os dias da minha vida, quero ser sua puta pra sempre."
Isso eu dizia fora de mim, enquanto cavalgava tive dois ou três orgasmos, sentia que ia desmaiar, mas não conseguia parar e Alberto continuava firme, era certeza que ele tinha tomado algo, nenhum homem aguenta tanto. Quando já sentia que ia cair de exaustão, sinto a pica dele explodir e a porra jorrar como se fosse um tiro, e o jato bate nas paredes da minha buceta, isso me deu mais um orgasmo e aí sim eu caí rendida.
Ficamos os dois jogados na cama, exaustos. Uns minutos depois, mas bem poucos, e antes de eu me sentir recuperada, ele já tava se levantando.
Alb: "Ainda falta o cuzinho, Sole."
Sole: "Não, Alberto, não consigo, não aguento mais."
Alb: "Como Alberto, desde quando? Tanta confiança assim?"
Sole: "Desculpa, meu dono, é que tô exausta, não consigo juntar duas ideias, tive uns 6 ou 7 orgasmos, não aguento mais."
Alb: "Você tem uns minutos pra se recuperar, e aí vou meter nessa sua bunda linda."
Passaram uns dez minutos, eu ainda sem forças, e de repente sinto o pau ereto do Alberto encostado nos meus lábios.
Alb: "Já é hora, Sole, é a vez da sua bunda linda. Fica de quatro e apoia a cabeça no travesseiro."
Sole: "Sim, meu dono," (fiz com esforço)
Alberto começou a passar a língua no meu cu e com os dedos brincar nos meus lábios da buceta, um resto de excitação apareceu em mim, mas faltava força. Ele continuou mesmo assim, apoiou a cabeça do pau no meu buraquinho.
Alb: "Vou meter tudo de uma vez até o fundo, Sole."
Senti uma dor forte, senti meu cu rasgando, mas não tinha nem forças pra gritar. Parecia que tava sendo penetrada por um ferro quente, doía, ardia.
Alb: "Toma, puta, toma, vou te arrebentar toda, vou deixar teu cu destruído, puta, você não vai sentar por uma semana, puta. Teu cu vai ficar definitivamente arrombado, o pau pequeno do teu marido e o do Iglesias vão dançar dentro dele."
Eu não respondia nem gritava, embora a dor já tivesse passando e o prazer começando de novo. Alberto parecia possuído, o pau dele entrava e saía do meu cu numa velocidade impressionante, parecia que era a primeira transa dele, eu não podia acreditar, ele devia ter tomado um ou dois Viagra porque nem um adolescente aguenta tanto.
Enquanto isso, eu começava a gozar de novo, mas sem forças pra expressar.
Alb: "Lá vai, puta, lá vai meu gozo no teu cu, no teu cu arrombado, todo mundo diz que você é cu arrombado, agora você é de verdade, puta, puta, puta, arhg!"
O pau dele explodiu de novo, o gozo dele entrava nas minhas entranhas e eu tive um novo orgasmo, mas já sem força nenhuma. Esse orgasmo final fez com que eu praticamente desmaiasse, meus joelhos não aguentaram mais e meu corpo caiu na cama, e Alberto caiu junto. pra mim. Não sei se desmaiei ou não, mas é claro que fiquei um bom tempo deitada na cama, dormindo ou desmaiada, ou as duas coisas.
Quando me recuperei, Alberto estava vendo a gravação numa das câmeras. Ao me ver reagindo, ele disse:
Alb: “Vagabunda, você acordou? Tive medo de que tivesse morrido.” (Ele riu, debochando.)
Sole: “Foi demais, senhor, me destruiu.”
Alb: “Não gostou, vagabunda?”
Sole: “Gostei sim, senhor, fiquei fascinada. Nunca na minha vida tinha gozado tanto.”
Alb: “É porque você nunca teve um homem de verdade ao seu lado. Quantos orgasmos você acha que teve?”
Sole: “Não sei, senhor, mas devem ter sido uns dez. Perdi a conta, e acho que tive orgasmo em cima de orgasmo, impossível contar.”
Alb: “Bom, de agora em diante, sua vida vai ser assim. Quando eu quiser que você goze, vai ter 10 orgasmos, e talvez mais.”
Sole: “Não, senhor, mais é impossível, eu morreria antes.”
Alb: “Você vai ver, vagabunda, isso vai virar rotina pra você. Bom, se quiser, toma um banho e a gente vai embora. O corno do seu marido vai ficar preocupado com sua demora.”
Quando voltei do banho, ele me disse:
Alb: “Amanhã você vai ter o dia de folga pra se recuperar, e na segunda a gente começa a preparar a nova semana. Tenho uns joguinhos legais pra você, vagabunda. A partir de terça, vamos fazer o escritório inteiro ficar de pau duro por você. Mais duro ainda, porque tem muitos que, como eu, sempre sonharam em te comer.”
Sole: “O que o senhor vai fazer, senhor? Tô com medo.”
Alb: “Fica tranquila, Sole, só vamos fazer uns joguinhos pra animar os caras, nada mais.”
De novo aquelas dúvidas: o que esse depravado vai aprontar? Mas eu já sabia que não tinha jeito, estava à mercê dele e faria tudo o que ele exigisse. Pra falar a verdade, já estava excitada pensando no que a gente ia fazer. Era como ele diz: uma vagabunda.
15 comentários - Dominada pelo colega III - Enrabada 10 orgasmos
Van todos mis puntos para vos diosa, y a favoritos; por supuesto! 😉 😉
muy bueno segui escribiendo, ya estoy esperando el que sigue
Felicitaciones