toda noite levaram pau no cu

Meu nome é Vanessa, e vou contar como um cara me iniciou no sexo anal. No começo eu sentia rejeição, não imaginava que pudesse ser tão prazeroso como acabou sendo depois de experimentar. O que foi necessário foi a curiosidade que os comentários de uma amiga produziram em mim, que experimentou com o namorado dela e adorou. Um dia apareceu a oportunidade de experimentar, quando fui jantar na casa de um ficante da faculdade.

Depois do jantar, eu e ele ficamos conversando até muito tarde, então tive que dormir na casa dele. Era verão, estava calor. Nos deitamos, cada um na sua cama, a última coisa que falamos foi sobre como seria fazer amor por trás. Ele me disse que nunca tinha feito, mas que tinham dito a ele que a sensação era igual a quando se faz pela frente (eu queria mesmo era saber o que se sente quando te penetram por trás). Assim, estranhado, ele começou a dormir, enquanto eu sentia curiosidade e excitação pelo que poderia sentir.

No escuro, me despi sem que ele percebesse, e fiquei nua sobre a cama mostrando minhas costas e minha bunda linda.

Acabei adormecendo deitada em cima da cama. Tinha me despido para que ele me descobrisse.

No meio da noite, ele acordou. Me viu nua e se surpreendeu ao mesmo tempo que ficou extremamente excitado. Acariciou minhas nádegas, começou a beijar minha bunda e a separou lentamente para não me acordar (embora eu já estivesse acordada e fingindo dormir). Lambeu meu traseiro, parece bobeira, mas me deu muito prazer, desde as paredes dos glúteos, pouco a pouco em direção ao ânus, e depois fazendo cócegas no buraquinho, pressionando por fim com a língua para dentro. Amei, mas continuei tentando fingir que dormia.

Depositou muita saliva para lubrificar. Senti também que ele depositou uma grande quantidade de um líquido gelado.

Ele se posicionou atrás de mim, beijando minhas costas e pescoço, tocando meus peitos suavemente, enquanto eu sentia seu pau (que ele já tinha lubrificado bastante) ele afundou entre minhas nádegas. Nesse ponto eu estava muito excitada, mas tentei relaxar o máximo possível para não deixar transparecer que tinha acordado.

O pênis dele deslizou entre minhas nádegas e comecei a notar como ele se posicionava na entrada do meu ânus. Sentia muito calor naquela parte, na entrada do meu cu. E começou a pressão bem devagar, quase imperceptível. Ele ficava brincando na entrada do meu cu, pressionando bem de leve e parando, como uma massagem relaxante. Eu sentia um relaxamento enorme na minha entrada, não sentia dor nem pressão excessiva. Ficou assim por meia hora, brincando de pressionar intermitentemente. Pressionava e parava de pressionar. Chegou um ponto em que eu nem percebia que estava com o cu totalmente relaxado e que já fazia tempo que ele estava se dilatando enormemente para acomodar o pênis dele.

A cabeça já estava entrando, eu estava "beijando" ela com meu ânus lubrificado, totalmente dilatado e relaxado. Eu continuava sentindo muito calor, mas além disso sentia uma sensação indescritível e nova. Meu ânus estava muito dilatado, como se eu quisesse ir ao banheiro, mas com muito prazer. Comecei a me sentir penetrada, sodomizada, dele.

Meu ânus já dilatado como nunca antes e totalmente lubrificado não oferecia nenhuma resistência à penetração. Já era tarde para tentar detê-lo. Fizesse o que fizesse, com 4 centímetros de pênis dentro do cu, ele já me tinha, não conseguiria evitar essa violação. Ele estava entrando mais profundamente, deslizando lentamente, centímetro a centímetro meu cu estava engolindo um falo enorme. Entrava um pouco e saía outro pouco. Meu reto estava se dilatando lentamente e de forma prazerosa se adaptava ao tamanho enorme dele, e estava se lubrificando por completo. Me maravilhou como ele conseguiu me sodomizar quase sem eu sentir dor (pelo contrário, estava morta de prazer e excitação) e sem provocar nenhuma contração em mim. Meu cu totalmente dilatado e relaxado estava deixando deslizar uma rola enorme para dentro e fora dele, e não gerava em mim nenhuma rejeição nem dor.

Sinto que está chegando no fundo do meu cu. Acho que tinha 20 centímetros de pênis na minha bunda. Mas ele não para aí. Sinto dor porque ainda pressiona, ainda quer penetrar mais fundo. Meu esfíncter se contrai involuntariamente, inutilmente porque já estava perto de engolir o cabo dele. De repente senti o púbis dele pressionando minhas nádegas. Ele já me tinha penetrado totalmente mas ainda faltava um pouco de pênis para engolir. Ele abriu suavemente minhas nádegas e continuou empurrando, pressionando até que todo o pênis dele estivesse dentro de mim, senti os testículos dele colados na minha vulva. Eu estava empalada, totalmente invadida, totalmente dele.

Ele começou a sacar de novo lentamente, lubrificando todo o interior do meu cu com a mucosa que se tinha formado. Deixou só uns 4 centímetros dentro, quando começou de novo a enfiar lentamente, centímetro a centímetro, avançando um pouco e recuando outro pouco, deslizando mais para dentro até que notei o púbis dele pressionar meus glúteos, e de novo a sair lentamente de mim. Assim ele me teve por meia hora me violentando docemente pelo meu cu. Deslizava sem problemas, parecia como se eu tivesse aí outra vagina. Ele se afundava no meu cu lentamente até pressionar com o púbis dele minhas nádegas uma e outra vez, com a cabeça do pau dele no fundo do meu cu, e saía lentamente.

Depois de meia hora de penetração prazerosa e profunda, ele tirou totalmente de mim, e foi olhar como estava meu cu: obscenamente aberto, dilatado, deixando entrever a escuridão do interior do meu cu, mas não estava irritado de jeito nenhum, foi uma penetração muito doce. Ele enfiou três dedos lentamente, e os moveu dentro de mim, acariciando todas as paredes e comprovando que eu não conseguia fechar o esfíncter, que meu cu permanecia aberto e sem possibilidade de rejeitar nenhuma penetração.

Dessa forma ele me deu uns sonoros tapas nas nádegas, me chamando para acordar.

Imediatamente, me vi preso em um abraço Forte e encurralado contra a parede ao lado da cama, com meu estuprador atrás de mim, minhas nádegas molhadas à disposição dele e o buraco do meu cu totalmente aberto e lubrificado, sem nenhuma possibilidade de fechar, por mais que eu tentasse apertar a bunda, ele estava totalmente relaxado, totalmente aberto, pronto para engolir tudo o que enfiassem nele.

E no final, senti de novo, no meio daquele abraço forte, a cabeça do pau dele deslizando mais uma vez entre minhas nádegas redondas em direção ao meu ânus, sem conseguir resistir à violação que ele estava prestes a me submeter.

Sem nenhuma pressão, a cabeça inteira entrou, e foi deslizando dentro de mim. Apertei meu cu, mas ele continuou deslizando mais fundo sem nenhum problema dentro do meu cu super dilatado, lubrificado e relaxado. Me senti empalada, cheia, violentada. Me mexi tentando resistir, mas a cada movimento dos meus quadris, e cada movimento da minha bunda, a única coisa que conseguia era mover o pau dele dentro de mim, me perdendo ainda mais no prazer. Empurrei para tentar expulsá-lo de algum jeito, desesperadamente, empurrei com força, mas isso só apertava levemente o pau dele, e ele continuava entrando e saindo da mesma forma, só que dando mais prazer a ele, e me penetrando ainda mais fundo, então me rendi a ele e a única coisa que pude fazer foi deixar ele violentar meu cu. Arqueei minhas costas e ofereci minha bunda empinada para facilitar a penetração e assim pelo menos evitar que ele me rasgasse por dentro. Minhas nádegas deixavam à mostra levemente meu ânus totalmente aberto e penetrado pelo pau dele, totalmente molhado de lubrificante, chupando docemente todo o pau dele.

Ele começou a meter e sacar cada vez mais rápido, deslizava rapidamente para o mais profundo de mim e, como se tivesse transformado meu cu em outra buceta, comecei a sentir toda a minha bunda cheia de lubrificação. Cada vez que ele saía rápido assim e voltava a escorregar até o mais interno do meu cu, eu sentia um prazer enorme por todo o meu interior. O púbis dele batia com força contra minhas nádegas, apertando-as e, muitas vezes, separando-as para ver como meu cu vencido engolia todo seu pau.

Depois de meia hora de sodomização total, ele já não conseguia mais resistir, já não conseguia se segurar para ficar mais tempo me penetrando. Eu, totalmente imersa há muito tempo em um prazer máximo, senti como numa estocada profunda, no mais fundo que ele podia chegar, ele descarregava seu sêmen quente. Notei como ele descarregava cada jato dentro de mim, um líquido quente, ardente que se alojava no meu cu, onde nunca antes tinha se alojado. Me sentia dele.

Mas ele ainda não tira o pau do meu cu. Me abraça com força e aperta seu púbis contra meus glúteos, empurrando ainda o pau no meu interior. Não acredito, ele mantém seu pau dentro de mim a noite toda, a noite toda com meu cu aberto e forçado, com meu esfíncter chupando seu pau flácido mas ainda grosso.

Durante a noite, de vez em quando, noto que seu pau cresce dentro de mim e endurece, que meu cu se alarga de novo, e que ele começa a pressionar minhas nádegas com seu púbis de novo. De novo ele me estrupa docemente, de novo meu cu é dele. Seu pau afunda uma e outra vez entre minhas nádegas, por mais que eu as aperte ou tente fechar meu cu. Meu esfíncter faz tempo que não responde a nada. Ele volta a separar minhas nádegas para ver como meu cu dilatadíssimo e violentadíssimo (há muito tempo que não fecha) engole uma e outra vez aquela grande coluna de carne dura. De uma vez senti como toda sua pica desliza dentro do meu cu quase sem pressão, depois ele a puxa de novo até deixar só uns quatro centímetros dentro de mim, e volta rapidamente a penetrar até o fundo do meu cu, assim ele fica mais de meia hora usando meu cu até que não consegue se segurar mais e ejacula uma grande quantidade de sêmen no mais profundo. Depois de duas sodomizações, começa a vazar seu sêmen e a sair pelo âno castigado. Minha bunda começa a cheirar a sêmen dele.

Assim, sem nunca parar de me penetrar, sem nunca tirar seu pau do meu cu, eu sentia meu ânus tão dilatado quanto um bebedouro de patos, minhas nádegas totalmente encharcadas de uma mistura de lubrificante (que várias vezes eu adicionava no pau dele), muco formado pelo meu cu por ser penetrado tão continuamente, e sêmen das suas ejaculações. Meu cu tinha se tornado um objeto sexual, um objeto de prazer.

Quando finalmente ele decidiu tirar para nos levantarmos, ele tirou de uma gaveta uma calcinha de látex meio estranha, com tiras de ajuste que apertavam, muito esquisita. Tinha na parte que ficava no cu um grande pau de látex, com mais de 20 cm de comprimento e 4 ou 5 cm de diâmetro. Ele disse que eu ia usar para andar pela casa dele, e aproveitando minha postura (deitada com o cu pra cima), ele colocou, verificando que meu cu estava tão aberto que não custou nada deslizá-la até escondê-la entre minhas nádegas, dilatando permanentemente meu esfíncter. Ele apertou todas as tiras, ajustando a calcinha ao meu corpo e não deixando possibilidade do consolo escorregar pra fora. Para me vestir, ele me deu uma minissaia, que não conseguia cobrir a parte inferior das minhas nádegas, deixando entrever assim minhas redondas nádegas permanentemente penetradas.

Andar pela casa dele com um consolo daquele abrindo meu cu é um prazer que nunca vou esquecer. Ele se movia de um lado pro outro dentro de mim. Quando eu tinha que me abaixar, o consolo deslizava um pouco mais dentro do meu cu, apertando docemente o fundo. Nesse momento a minissaia deixava minhas nádegas à mostra, que ao se separarem deixavam por sua vez meu esfíncter totalmente dilatado exposto. Ao me sentar com ele para tomar café da manhã, senti necessidade de mexer os quadris para continuar a estimulação do meu cu. Quando terminamos o café, ele me ordenou me inclinar sobre a mesa na frente dele, deixando ele ver o espetáculo das minhas nádegas penetradas.

O consolo tinha um canal interno que servia para introduzir no cu o que ele desejasse. Enchi o aplicador que se conectava ao vibrador com uma grande quantidade de lubrificante, quase meio tubo. Coloquei o aplicador e acionei a válvula várias vezes. Eu sentia uma pressão enorme no meu interior mais profundo quando aquele líquido frio entrava. Tentei segurá-lo dentro de mim, apertando a bunda, sem deixar nada passar entre meu cu e o vibrador que me penetrava, mas era impossível. Ao acionar o aplicador novamente com mais lubrificante, começou a sair pelo meu esfíncter uma quantidade de líquido que me deixava extremamente molhada.

Era a hora de receber de novo o pau duro dele. Afrouxei as tiras e tirei o vibrador, que quase saiu sozinho, deslizou rapidamente.

Nem percebo mais o que é meu esfíncter, o que separa o exterior e o interior do meu cu, está permanentemente aberto. Sinto sim o pau dele deslizando entre minhas nádegas, mas, ao chegar no ânus, não há nenhuma resistência para entrar no meu reto. Ele entra e sai rapidamente, como se estivesse fodendo uma buceta, e entra até o mais fundo. Também não sinto o fundo do meu cu, sinto o púbis dele batendo contra minhas nádegas, seus testículos contra minha vulva. Sai rápido e entra rápido, mas nem por isso me machuca, pelo contrário, estou sentindo a maravilha de um pau grosso e longo deslizando pelo meu cu e isso me provoca um prazer que faz com que eu não consiga conter os gemidos.

Tenho que confessar que depois dessa experiência, fiquei louca pelo sexo anal. Aproveito cada vez que posso repetir essa experiência com esse cara.

12 comentários - toda noite levaram pau no cu

solo con él?...o lo entregás siempre bb?
Primero hola!! segundo estas divina!! Poringa tierra de mujeres hermosas y más aún con un relato de esta magnitud!!! Estas divina, con curvas q llevan a la perdición, te gusta el sexo anal y tenes una hermosa herramienta para practicarlo!! Te gusta el fútbol sólo falta q me digas q el diego es las q Pelé y q odias a Justin biever y me rindo ante la mujer perfecta!!! Jaja van puntines pa alimentaria a entregar más!!! GRACIAS POR TANTO!!!
Me encantó el relato. Gracias por compartir!!!!!
q lindo es saber que hay gente con buenos relatos... ahora falta que te conozcamos como poringuera mmmm
Lo lei otra vez y me calente otra vez voy a penetrarme mi culito con mi botella de coca de 600ml.
Muy buen relato amo el sexo anal, amo el xulo de ina mujer lo ADORO, y más cuando lo disfrutan.
Lamidas en ese orto dilatado!!!
Gracias x compartir!!!
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necesito cogerte el culo ya... ademas sos hermosa... x dios
Excelente extendidisima descripcion del sexo anal!!!!