Relato Recheado: Minha Coleguinha Peituda

Fala aí, amigos poringa boys, trouxe mais uma experiência sexual que me sinto na obrigação de compartilhar com vocês. No decorrer dos dias ou meses, vou postar mais relatos para deixar vocês de pau duro com essas leituras eróticas.

Essa história rola anos antes dos acontecimentos com minha prima, é sobre minha coleguinha peituda. Aqui vai:
Sempre fui um bom aluno na escola, mas tinha duas matérias que odiava e, mesmo que ficasse 5 horas estudando, não tinha chance de entender: Matemática e Contabilidade. E eu precisava passar nelas em alguns meses pra terminar o ensino médio. Durante vários anos letivos, optei por ir a professoras particulares (tem um relato com uma delas, mais pra frente vou postar). Entre tantas que tive, juntei várias experiências que vou compartilhar depois.

Essa em específico é sobre uma das tantas coleguinhas que me conquistou por uma única coisa... suas tetas enormes e voluptuosas!! Foi em 2000, eu ia pra uma professora que morava na esquina de casa, e iam muitos alunos, homens e mulheres do bairro. Em alguns meses, eu ia prestar essas duas matérias e precisava me preparar. Entre todos os alunos, estava ela, devia ter uns 17 anos, pele branca, uma boquinha vermelha de beijar o dia inteiro, baixinha e gostosa, com umas tetas gigantes, um cabelo longo e lindo castanho escuro e olhos castanhos que faziam você se apaixonar. De rosto, era uma gata.

Várias vezes percebi que eu podia estar afim dela, e ela de mim, tipo, ela me olhava muito. Quando eu me levantava pra perguntar algo pra professora e esperava na fila, ela automaticamente se levantava, ficava do meu lado e se aproximava de mim.

Um dia, ficamos só eu e ela estudando, e nesse dia a gente conseguiu conversar e rir, porque até então eram só olhares indiscretos. Eu sabia que ela morava perto de casa porque ela sempre vinha a pé, e além disso, todo mundo era do bairro.

Terminamos a aula juntos e, quando saí pra fora, fomos andando e conversando. Quando cheguei na minha casa, que por sorte tava vazia, perguntei:Você mora por aqui perto?aí, o que você me respondeSim, moro a umas quadras daqui, somos vizinhos hehe, bora ver quando você me chama pra tomar um mateMe tira, e aí eu respondo.E olha, não tem ninguém em casa, te convido agora pra gente tomar alguma coisa. O que você acha?e ela me responde -Dale, acho perfeito.Entramos em casa, ficamos confortáveis, conversamos sobre um monte de coisas. Tomamos algo na sala e, quando relaxamos, ela começa a confessar que eu gosto dela, eu olhei pra ela e também falei que ela me encantava. Ela começou a se aproximar ainda mais, olhava pra minha boca quando eu falava. Ela estava vestida do jeito mais simples que uma gatinha pode se vestir: um shortinho branco curto, chinelos rosa, uma regata branca que deixava ver um biquíni verde por baixo.

Naquele momento, eu toco a coxa dela e a gente começa a se beijar apaixonadamente, começamos a tirar a roupinha até ficar pelados. Ela se deita do meu lado e começa a me chupar enquanto eu tocava com a mão direita a buceta dela. A boquinha vermelha dela sugava de um jeito privilegiado, eu sentia a boca quente dela devorando meu pau. Depois de alguns minutos, eu me deito e rola um 69 completo!! Ela tinha a raba dela em cima de mim e eu não parava de chupar e meter os dedos, ela tinha uma buceta rosadinha linda.

Ela fica de quatro, eu coloco uma camisinha que tinha no meu quarto e começo a dar prazer gostoso pra ela, eu penetro e sentia como ela apertava a buceta dela até aumentar. Eu tocava as costas todas dela e massageava aqueles peitos incríveis. Era tipo um sonho pornô.

Eu me sento e ela sobe em cima de mim e começa a cavalgar, ela tinha aqueles peitos na frente da minha cara... chupei aqueles mamilos grandes e rosados enquanto ela gemia e não parava de cavalgar.E aí, bombom, como você me agrada, que gostosa, meu deus.dizia ela no meio do êxtase.Assim, assim mais forte. Cê gosta? Te amoooIsso já quase nem era sexo, a gente tava fazendo amor... me deixava louco, o corpo dela inteiro, a boca, o cheiro, praticamente tudo.

Deito em cima dela e a gente continua transando, a gente se encara, um olhar intenso. Ela tava com o rosto perto do meu, minha boca perto da dela e eu podia sentir o hálito dela enquanto ela gemia de prazer.Vai, assim mesmo, bombom. Adoro assim, vai.tava metendo forte e rápido e depois devagar e suave.
Não aguentava mais, ia morrer. Precisava gozar com essa deusa de mulher, paro, tiro a camisinha e ela automaticamente se ajoelha e me diz —Vai, me dá toda essa porra aí, por favor.Ela começou a me bater uma punheta e a chupar de novo. Apertei meus glúteos e senti que meu leite ia jorrar, e falei pra ela:Aí vem minha gostosa.e eu gozei o mais forte que pude, tão forte que um jato passou por cima do rosto dela, o outro % restante foi direto na boca dela, escorrendo pelo pescoço e nos peitos. Era lindo ver ela com meu gozo escorrendo nos peitos e pendurado na boca dela.

Ela se levantou, foi no banheiro se lavar, eu também. Nos trocamos, ela me deu um beijo lindo e foi pra casa dela. A gente continuou se vendo algumas vezes até que, por problemas financeiros, tive que me mudar. Nossa relação tinha ficado por isso mesmo.Tão pensando como é que caralho eu me saí nas provas anteriores? Foi uma merda, mas fazer o quê... isso é outra história, no final eu passei de boa.

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