Como tantos outros dias, a gente do time de futebol se reuniu pra comemorar que, mais um ano, a gente tinha conseguido mais um título. Dessa vez saímos pra tomar uns vinhos com a intenção de beliscar uns petiscos, mas, como sempre acontece nesses casos, já tinha escurecido fazia tempo e a gente ainda tava por lá festejando nossa boa temporada no futebol.
De todos os membros do time, tenho uma amizade especial com uns seis ou sete que são os que sempre se juntam e até fazem uns jantares mais íntimos com as mulheres ou namoradas de todo mundo. Entre as parceiras dos meus colegas, destaca a Mary, a mulher do Xisco, com quem tenho uma amizade mais especial do que com as outras. Mary é uma belezinha, uma gostosa de verdade, alta, cabelo cacheado, esbelta e com um corpão que se destacam aqueles peitos perfeitos e uma bunda bem empinada e durinha. Tudo nela me parece muito sexy, desde o jeito dela andar, passando por um rostinho lindo, até aquele sorriso viciante que ela tem.
Faz uns meses que a gente costuma trocar e-mails e mensagens pra saber como a vida tá indo e, de vez em quando, a gente tem umas trocas mais quentes, até com envio de fotos bem eróticas. O caso é que durante toda a tarde da comemoração, eu tava mandando e recebendo mensagens da Mary e, com os efeitos do álcool, acho que fiquei mais ousado e as mensagens passaram a ser de conteúdo sexual. Ela até me mandou umas duas fotos bem insinuantes e eróticas, por exemplo, numa delas dava pra ver ela sentada num sofá, pelada e coberta só com uma almofada. Não dava pra ver nada, mas deixava a imaginação voar e isso era muito pior pra minha excitação.
Como sempre acontece nesse tipo de comemoração, as doses que a gente tinha tomado já tavam fazendo efeito e alguns membros do time já tavam bem alterados, principalmente o Xisco, que não tava muito acostumado a beber e já tava há um tempinho cambaleando e quase não dava pra entender quando ele tentava falar. Lógico, como sou um bom amigo, me ofereci pra levar ele em casa, mas, de sacanagem, não falei nada pra Mary nas mensagens. No caminho pra casa dele, a gente continuava se pegando de tesão com as mensagens e as fotos. A última que ela mandou, bem na hora que a gente tava chegando no portão do prédio, foi uma com a camiseta do Xisco do time de futebol que a gente joga. Ela tava uma gostosa, só coberta pela camiseta.
Peguei as chaves do Xisco e, quando abri a porta da casa dele, sentia meu coração batendo forte, imaginando que a Mary ainda ia estar com a camiseta de futebol. Assim que a gente abriu a porta da sala ampla e iluminada, recebi outra mensagem dela dizendo que o Xisco já tava em casa e que a gente deixava pra outro dia.
– A camiseta do time fica melhor em você do que no Xisco, e muito melhor ao natural do que nas fotos – falei pra Mary.
Lembro perfeitamente da cara de choque dela quando ouviu minhas palavras. Ela levantou do sofá, chegou perto, me deu dois beijos bem perto dos cantos da boca e olhou pro Xisco pra dizer que sempre acontecia a mesma coisa com ele e a bebida em todas as comemorações do time.
A gente decidiu deitar o Xisco numa cama porque ele mal tava em pé, e eu ajudei a tirar a roupa dele. Não conseguia nem queria evitar, e meus olhos iam direto pras pernas da Mary, já que a camiseta mal cobria ela e uma boa parte da bunda dela aparecia desafiadora logo abaixo da camiseta. Acho que não tem nada mais sexy do que uma mulher vestida só com uma camiseta de futebol.
– Javiiiiiiiiii, tá perdendo o olhaaaaaar – ela dizia, enquanto a gente ria junto.
Depois que o Xisco tava deitado, falei pra ela por que não me convidava pra um drink enquanto a gente sentava no sofá, como agradecimento por eu ter me comportado tão bem ao trazer o marido dela, são e salvo, pra casa.
– É o mínimo que posso fazer, porque, além disso, você perdeu parte da noite de farra por culpa dele – ela disse.
A gente ficou um tempinho conversando e comentando como tinha sido a tarde e contando umas histórias engraçadas que rolaram durante a festa toda. O que, a princípio, ia ser só um drink, viraram vários e, entre um gole e outro, com a tesão de ver ela vestida só com a camiseta, sugeri que eu tirasse umas fotos dela com meu celular.
– Nem pensar, Javi! – decretou Mary
– Mas qual é a diferença entre você tirar e mandar as suas, e eu tirar com o meu celular? – perguntei.
– Então, vai fundo – ela disse depois de hesitar um segundo – Até que você tem razão, não tem muita diferença.
Aí ela subiu no sofá e começou a fazer poses, cada uma mais gostosa que a outra. Numa dessas poses, quando se apoiou na parede de costas pra mim e levantou a camiseta um pouquinho, mostrou aquele pedaço de bunda que me deixava louco. A princípio achei que não tava usando nada por baixo, mas depois vi que tinha uma fio dental minúscula. A sessão de fotos tava esquentando e eu não parava de clicar. Os bicos dos peitos de Mary tinham endurecido, parecia que iam furar a camiseta, e meu pau já não cabia mais na calça de tão tarado que eu tava. Numa das fotos em que ela mostrava, literalmente, a bunda linda, alta e empinada dela, notei que tinha um fio pendurado na camiseta. Me aproximei com a intenção de tirar e, de quebra, roçar naquela bunda que me enlouquecia. Foi só um roçar, mas o suficiente pra sentir que ela tremia um pouquinho. Eu achava que ia explodir, mas queria continuar curtindo o momento, não queria que acabasse. Sem nenhum pudor, depois de algumas fotos, me aproximei dela de novo e aproveitei pra continuar com os roces. Uma hora roçava os bicos dos peitos por cima da camiseta, outra hora roçava a bucetinha por cima daquela fio dental preta com rendinha na parte de cima, minúscula pra caralho.
Não sei quanto tempo passou, mas sei que tirei umas duzentas fotos, no mínimo. Sentamos no sofá pra ver no meu celular, bem juntinhos. Dava pra sentir a respiração ofegante dela e, com certeza, Mary devia sentir minha excitação assim que desviou o olhar pro meu jeans. Tava durasso pra caralho, minhas bolas doíam. Em vez de olhar as fotos, eu tava olhando diretamente pras tetas dela e saboreando de longe aqueles bicos tão eretos que dava pra ver por baixo da camiseta. Não aguentei mais e comecei a roçar as coxas dela enquanto ela continuava passando e comentando as fotos no meu celular. Mary não falava nada sobre meus roços e, consequentemente, eu ia me animando e cada vez roçava mais. Coloquei a mão em cima de uma das coxas dela e comecei a acariciar.
– Javiiiiiiiii! – ela falou me olhando fixo, largando meu celular no sofá.
Eu me aproximei mais e dei um selinho pequenininho. Ela ficou calada e eu dei outro maior até que ela abriu a boca e começamos a nos pegar de língua. Minhas mãos não ficaram paradas e foram pras tetas dela. No início por cima da camiseta, mas logo decidi meter por baixo pra descobrir umas tetas perfeitas, bem redondinhas, de pele macia e coroadas com uns bicos bem durinhos. Ali estava eu, na casa do meu colega Xisco, deitado no sofá dele e passando a mão na mulher gostosa dele.
Parei de apalpar as tetas dela quando decidi chupá-las, levantei devagar a camiseta dela sem parar de nos beijar, nossas línguas lutavam pra conquistar terreno dentro da boca do adversário, desci pra baixo pra com minhas mãos beliscar suavemente um bico e chupar a outra teta. Depois fui descendo até o umbigo dela dando beijinhos, com uma mão deslizei pro lado a parte da calcinha fio dental que tampava a bucetinha dela totalmente depilada. Perceber que não tinha nem um pelo me deixou muito mais acelerado, então comecei a roçar com um dedo enquanto ela, de olhos fechados, mordia o lábio inferior e soltava gemidos baixinhos. Depois de um tempo, continuávamos nos beijando, mas já Mary, de pernas bem abertas, recebia dois dedos meus dentro daquela bucetinha encharcada. Deitada completamente no sofá com a cabeça encostada num braço dele, ela se deixava fazer enquanto meu pau parecia que ia furar a calça, e eu mesmo, sem parar de meter dois dedos na buceta e com outro roçando o clitóris dela, desabotoei a calça jeans e baixei até os joelhos.
– Gostaria que você abrisse um pouco mais as pernas – sussurrava no ouvido dela.
– Mary, você tem uma bucetinha muito suculenta e meu pau tá estourando – completei também cochichando.
Ela obedeceu na hora e abriu ainda mais as pernas, os gemidos dela ficando cada vez mais fortes. Enfiei de novo, dessa vez, três dedos enquanto com o polegar acariciava o clitóris e o mindinho brincava na entrada do cu dela.
– Javi, isso não tá certo. Não continua, por favor, para por aqui – ela choramingava sem parar de gemer.
– Você tá morrendo de vontade de eu continuar, Mary – sussurrei de novo no ouvido dela.
– Nãooo, o Xisco tá no quarto ao lado. Não faz isso comigo, Javi. Para, por favor – ela protestou entre gemidos.
– Mary, sua puta, você tá com a buceta igual uma fonte. Você tá doida por isso! – falei enquanto meus dedos continuavam se movendo ritmicamente dentro da bucetinha molhada dela.
Resolvi tirar a calcinha fio dental dela e ver aquela bucetinha tão gostosa de mais pertinho, aproveitando pra abrir com meus dedos, soprar e dar lambidas no clitóris. A buceta dela tava a menos de dez centímetros do meu rosto, vendo meus dedos entrarem e saírem sem parar naquela bucetinha tão saborosa.
– Javi, por favor, por favor… – Mary gemia – não faz isso comigo – ela implorava enquanto mantinha as pernas abertas feito uma tesoura.
Resolvi chupar a buceta dela todinha. Quando enfiei a língua dentro da bucetinha dela, ela explodiu num gemido enorme e começou a agarrar meu cabelo e puxar minha cabeça pra perto da buceta gostosa dela. Eu lambia o clitóris dela com a pontinha da língua e, depois, comia a buceta dela também com a língua. Ela gemia e se esfregava nos peitos.
– Isso não tá certo, Javi… – Mary repetia várias vezes enquanto balançava a cabeça e, em segundos, explodia num orgasmo barulhento na minha boca. Ela gozou na minha boca. Enquanto isso, aproveitei pra tirar a calça e deixar meu pau livre. Pau daquela amarra e da cueca.
– Agora é sua vez – falei enquanto me levantava e colocava meu pau na boca dela.
– Não, Javi, não – repetia enquanto eu tentava enfiar o pau – Xisco pode acordar.
– Mary, gostosa, você sabe tão bem quanto eu que vou te foder – sussurrei no ouvido dela enquanto me levantava pra colocar o pau de novo na boca dela.
– Filho da puta – ela disse enquanto engolia meu pau até as bolas e me dava, sem dúvida, a melhor mamada de pau da minha vida. Mary chupava meu pau como a verdadeira puta que era. Parecia que iam tirar dele. Tava doida, me tocava e chupava os ovos. Tava ansiosa, como se desejasse meu pau há tempos. Enfiou um dedo no meu cu e isso foi como explodir por dentro. A putinha tava fodendo meu cu com um dedo e eu não parava de apalpar o corpo todo dela, era um polvo e ela correspondia balançando meu pau e me beijando com paixão, quase violência.
– Mary, puta, as meninas boas não chupam paus desse jeito – falei, enquanto ela continuava chupando meu pau e furando meu cu com um dedo.
Perdemos a noção do tempo. Fizemos um 69 perfeito enquanto aproveitávamos pra enfiar um dedo no cu um do outro.
– Não aguento mais. Vou te foder, Mary – falei enquanto me levantava e abria as pernas dela, procurando com meu pau aquela bucetinha gostosa.
– Não, Javi, não. Foder, nãooooo – implorava – o que você quiser, mas foder nãoooo, por favor, além disso você não tem camisinha, filho da puta – gemia, enquanto me arranhava e empurrava.
Eu não ligava. Tava muito excitado. Queria foder ela a todo custo. Precisava foder ela. E sabia que ela, no fundo, queria que eu fodesse ela.
– Mary, você tá morrendo de vontade de ser fodida, não grita que vai acordar o Xisco – falei.
– Javi, sem camisinha... Javi, sem camisinha... Javi, sem camisinha, não! – repetia sem parar enquanto gemia e se defendia me empurrando e arranhando.
Nessa altura, eu já imaginava que Mary queria parecer o contrário, mas tava com um tesão do caralho e com certeza queria que eu metesse nela. Sabia que assim que eu enfiasse a pontinha do meu pau ela ia se abrir toda, mas não me deixava com tanto empurrão e arranhão. Isso tava me deixando ainda mais excitado, meu pau tava a ponto de estourar. Queria foder ela a todo custo. Precisava comer ela. E sabia que, no fundo, ela queria que eu metesse.
– Mary, você tá morrendo de vontade de dar, não tá?
– Nãaaaaao, fuck noooooo – ela implorava enquanto me beijava de língua e me masturbava.
Era só eu encostar meu pau na bucetinha dela e a guerra de empurrões e arranhões recomeçava. A real é que a gente tava com muito tesão.
– Você me deixaria brincar com meu pau em cima da sua bucetinha sem meter? – perguntei, mudando de estratégia.
Teve só um lampejo de dúvida na cara dela. Coloquei meu pau em cima da bucetinha e comecei a deslizar ele da bunda até o clitóris. Agora ela tava de pernas abertas deitada no sofá, com meu pau roçando a ppk depilada dela, gemendo igual uma louca.
– Assim tá bom, Javi. Chega, por favor! – ela gemia e implorava.
Não liguei e, numa das passadas, quase sem empurrar, enfiei o pau. O gemido, quase um grito da Mary, veio junto com mais arranhões.
– Javi, seu filho da puta, você me enganou. Tira, que você não tá de camisinha. Filho da puta, por favor, não mexe. – ela gritava enquanto eu começava a meter.
– Não me fode – ela choramingava, enquanto, cada vez com menos força, continuava se defendendo.
Não devem ter passado nem dez segundos desde que eu tava comendo a Mary quando o jogo virou e ela passou dos empurrões pra me agarrar pela cintura e me puxar pra perto.
– Me fode com força, seu filho da puta. Não para, como você é bom, filho da puta – ela me xingava.
– Tá gostando, hein, puta? – perguntei enquanto amassava os peitos dela.
– Sou uma vagabunda. Me trata como uma puta – ela gritava, sem se importar mais que o Xisco tava no quarto ao lado.
Coloquei ela de quatro. patas, fiquei atrás dela e comecei a meter e tirar a pica com empurrões limpos.
– Dá também no meu cu. Arrebenta ele – ela exigia enquanto empinava mais a bunda.
Fiquei metendo no cu dela enquanto ela enfiava os dedos e se tocava no clitóris até chegar a outro orgasmo sonoro e descomunal que deixou ela, literalmente, desmaiada no sofá.
– Vou gozar, Mary! – Goza na minha buceta, goza dentro. Quero sentir você gozando dentro de mim! – ela implorou.
Ouvir aquilo foi demais pra mim, então, depois de alguns segundos fodendo a buceta dela, gozei dentro enquanto tinha o orgasmo mais animal da minha vida.
Ficamos uns minutos recuperando o fôlego até que ela pediu pra eu ir embora, não sem antes prometer que, quando pintasse de novo e sem forçar a barra, a gente repetiria a experiência.
Já tô doido pra temporada começar.
De todos os membros do time, tenho uma amizade especial com uns seis ou sete que são os que sempre se juntam e até fazem uns jantares mais íntimos com as mulheres ou namoradas de todo mundo. Entre as parceiras dos meus colegas, destaca a Mary, a mulher do Xisco, com quem tenho uma amizade mais especial do que com as outras. Mary é uma belezinha, uma gostosa de verdade, alta, cabelo cacheado, esbelta e com um corpão que se destacam aqueles peitos perfeitos e uma bunda bem empinada e durinha. Tudo nela me parece muito sexy, desde o jeito dela andar, passando por um rostinho lindo, até aquele sorriso viciante que ela tem.
Faz uns meses que a gente costuma trocar e-mails e mensagens pra saber como a vida tá indo e, de vez em quando, a gente tem umas trocas mais quentes, até com envio de fotos bem eróticas. O caso é que durante toda a tarde da comemoração, eu tava mandando e recebendo mensagens da Mary e, com os efeitos do álcool, acho que fiquei mais ousado e as mensagens passaram a ser de conteúdo sexual. Ela até me mandou umas duas fotos bem insinuantes e eróticas, por exemplo, numa delas dava pra ver ela sentada num sofá, pelada e coberta só com uma almofada. Não dava pra ver nada, mas deixava a imaginação voar e isso era muito pior pra minha excitação.
Como sempre acontece nesse tipo de comemoração, as doses que a gente tinha tomado já tavam fazendo efeito e alguns membros do time já tavam bem alterados, principalmente o Xisco, que não tava muito acostumado a beber e já tava há um tempinho cambaleando e quase não dava pra entender quando ele tentava falar. Lógico, como sou um bom amigo, me ofereci pra levar ele em casa, mas, de sacanagem, não falei nada pra Mary nas mensagens. No caminho pra casa dele, a gente continuava se pegando de tesão com as mensagens e as fotos. A última que ela mandou, bem na hora que a gente tava chegando no portão do prédio, foi uma com a camiseta do Xisco do time de futebol que a gente joga. Ela tava uma gostosa, só coberta pela camiseta.
Peguei as chaves do Xisco e, quando abri a porta da casa dele, sentia meu coração batendo forte, imaginando que a Mary ainda ia estar com a camiseta de futebol. Assim que a gente abriu a porta da sala ampla e iluminada, recebi outra mensagem dela dizendo que o Xisco já tava em casa e que a gente deixava pra outro dia.
– A camiseta do time fica melhor em você do que no Xisco, e muito melhor ao natural do que nas fotos – falei pra Mary.
Lembro perfeitamente da cara de choque dela quando ouviu minhas palavras. Ela levantou do sofá, chegou perto, me deu dois beijos bem perto dos cantos da boca e olhou pro Xisco pra dizer que sempre acontecia a mesma coisa com ele e a bebida em todas as comemorações do time.
A gente decidiu deitar o Xisco numa cama porque ele mal tava em pé, e eu ajudei a tirar a roupa dele. Não conseguia nem queria evitar, e meus olhos iam direto pras pernas da Mary, já que a camiseta mal cobria ela e uma boa parte da bunda dela aparecia desafiadora logo abaixo da camiseta. Acho que não tem nada mais sexy do que uma mulher vestida só com uma camiseta de futebol.
– Javiiiiiiiiii, tá perdendo o olhaaaaaar – ela dizia, enquanto a gente ria junto.
Depois que o Xisco tava deitado, falei pra ela por que não me convidava pra um drink enquanto a gente sentava no sofá, como agradecimento por eu ter me comportado tão bem ao trazer o marido dela, são e salvo, pra casa.
– É o mínimo que posso fazer, porque, além disso, você perdeu parte da noite de farra por culpa dele – ela disse.
A gente ficou um tempinho conversando e comentando como tinha sido a tarde e contando umas histórias engraçadas que rolaram durante a festa toda. O que, a princípio, ia ser só um drink, viraram vários e, entre um gole e outro, com a tesão de ver ela vestida só com a camiseta, sugeri que eu tirasse umas fotos dela com meu celular.
– Nem pensar, Javi! – decretou Mary
– Mas qual é a diferença entre você tirar e mandar as suas, e eu tirar com o meu celular? – perguntei.
– Então, vai fundo – ela disse depois de hesitar um segundo – Até que você tem razão, não tem muita diferença.
Aí ela subiu no sofá e começou a fazer poses, cada uma mais gostosa que a outra. Numa dessas poses, quando se apoiou na parede de costas pra mim e levantou a camiseta um pouquinho, mostrou aquele pedaço de bunda que me deixava louco. A princípio achei que não tava usando nada por baixo, mas depois vi que tinha uma fio dental minúscula. A sessão de fotos tava esquentando e eu não parava de clicar. Os bicos dos peitos de Mary tinham endurecido, parecia que iam furar a camiseta, e meu pau já não cabia mais na calça de tão tarado que eu tava. Numa das fotos em que ela mostrava, literalmente, a bunda linda, alta e empinada dela, notei que tinha um fio pendurado na camiseta. Me aproximei com a intenção de tirar e, de quebra, roçar naquela bunda que me enlouquecia. Foi só um roçar, mas o suficiente pra sentir que ela tremia um pouquinho. Eu achava que ia explodir, mas queria continuar curtindo o momento, não queria que acabasse. Sem nenhum pudor, depois de algumas fotos, me aproximei dela de novo e aproveitei pra continuar com os roces. Uma hora roçava os bicos dos peitos por cima da camiseta, outra hora roçava a bucetinha por cima daquela fio dental preta com rendinha na parte de cima, minúscula pra caralho.
Não sei quanto tempo passou, mas sei que tirei umas duzentas fotos, no mínimo. Sentamos no sofá pra ver no meu celular, bem juntinhos. Dava pra sentir a respiração ofegante dela e, com certeza, Mary devia sentir minha excitação assim que desviou o olhar pro meu jeans. Tava durasso pra caralho, minhas bolas doíam. Em vez de olhar as fotos, eu tava olhando diretamente pras tetas dela e saboreando de longe aqueles bicos tão eretos que dava pra ver por baixo da camiseta. Não aguentei mais e comecei a roçar as coxas dela enquanto ela continuava passando e comentando as fotos no meu celular. Mary não falava nada sobre meus roços e, consequentemente, eu ia me animando e cada vez roçava mais. Coloquei a mão em cima de uma das coxas dela e comecei a acariciar.
– Javiiiiiiiii! – ela falou me olhando fixo, largando meu celular no sofá.
Eu me aproximei mais e dei um selinho pequenininho. Ela ficou calada e eu dei outro maior até que ela abriu a boca e começamos a nos pegar de língua. Minhas mãos não ficaram paradas e foram pras tetas dela. No início por cima da camiseta, mas logo decidi meter por baixo pra descobrir umas tetas perfeitas, bem redondinhas, de pele macia e coroadas com uns bicos bem durinhos. Ali estava eu, na casa do meu colega Xisco, deitado no sofá dele e passando a mão na mulher gostosa dele.
Parei de apalpar as tetas dela quando decidi chupá-las, levantei devagar a camiseta dela sem parar de nos beijar, nossas línguas lutavam pra conquistar terreno dentro da boca do adversário, desci pra baixo pra com minhas mãos beliscar suavemente um bico e chupar a outra teta. Depois fui descendo até o umbigo dela dando beijinhos, com uma mão deslizei pro lado a parte da calcinha fio dental que tampava a bucetinha dela totalmente depilada. Perceber que não tinha nem um pelo me deixou muito mais acelerado, então comecei a roçar com um dedo enquanto ela, de olhos fechados, mordia o lábio inferior e soltava gemidos baixinhos. Depois de um tempo, continuávamos nos beijando, mas já Mary, de pernas bem abertas, recebia dois dedos meus dentro daquela bucetinha encharcada. Deitada completamente no sofá com a cabeça encostada num braço dele, ela se deixava fazer enquanto meu pau parecia que ia furar a calça, e eu mesmo, sem parar de meter dois dedos na buceta e com outro roçando o clitóris dela, desabotoei a calça jeans e baixei até os joelhos.
– Gostaria que você abrisse um pouco mais as pernas – sussurrava no ouvido dela.
– Mary, você tem uma bucetinha muito suculenta e meu pau tá estourando – completei também cochichando.
Ela obedeceu na hora e abriu ainda mais as pernas, os gemidos dela ficando cada vez mais fortes. Enfiei de novo, dessa vez, três dedos enquanto com o polegar acariciava o clitóris e o mindinho brincava na entrada do cu dela.
– Javi, isso não tá certo. Não continua, por favor, para por aqui – ela choramingava sem parar de gemer.
– Você tá morrendo de vontade de eu continuar, Mary – sussurrei de novo no ouvido dela.
– Nãooo, o Xisco tá no quarto ao lado. Não faz isso comigo, Javi. Para, por favor – ela protestou entre gemidos.
– Mary, sua puta, você tá com a buceta igual uma fonte. Você tá doida por isso! – falei enquanto meus dedos continuavam se movendo ritmicamente dentro da bucetinha molhada dela.
Resolvi tirar a calcinha fio dental dela e ver aquela bucetinha tão gostosa de mais pertinho, aproveitando pra abrir com meus dedos, soprar e dar lambidas no clitóris. A buceta dela tava a menos de dez centímetros do meu rosto, vendo meus dedos entrarem e saírem sem parar naquela bucetinha tão saborosa.
– Javi, por favor, por favor… – Mary gemia – não faz isso comigo – ela implorava enquanto mantinha as pernas abertas feito uma tesoura.
Resolvi chupar a buceta dela todinha. Quando enfiei a língua dentro da bucetinha dela, ela explodiu num gemido enorme e começou a agarrar meu cabelo e puxar minha cabeça pra perto da buceta gostosa dela. Eu lambia o clitóris dela com a pontinha da língua e, depois, comia a buceta dela também com a língua. Ela gemia e se esfregava nos peitos.
– Isso não tá certo, Javi… – Mary repetia várias vezes enquanto balançava a cabeça e, em segundos, explodia num orgasmo barulhento na minha boca. Ela gozou na minha boca. Enquanto isso, aproveitei pra tirar a calça e deixar meu pau livre. Pau daquela amarra e da cueca.
– Agora é sua vez – falei enquanto me levantava e colocava meu pau na boca dela.
– Não, Javi, não – repetia enquanto eu tentava enfiar o pau – Xisco pode acordar.
– Mary, gostosa, você sabe tão bem quanto eu que vou te foder – sussurrei no ouvido dela enquanto me levantava pra colocar o pau de novo na boca dela.
– Filho da puta – ela disse enquanto engolia meu pau até as bolas e me dava, sem dúvida, a melhor mamada de pau da minha vida. Mary chupava meu pau como a verdadeira puta que era. Parecia que iam tirar dele. Tava doida, me tocava e chupava os ovos. Tava ansiosa, como se desejasse meu pau há tempos. Enfiou um dedo no meu cu e isso foi como explodir por dentro. A putinha tava fodendo meu cu com um dedo e eu não parava de apalpar o corpo todo dela, era um polvo e ela correspondia balançando meu pau e me beijando com paixão, quase violência.
– Mary, puta, as meninas boas não chupam paus desse jeito – falei, enquanto ela continuava chupando meu pau e furando meu cu com um dedo.
Perdemos a noção do tempo. Fizemos um 69 perfeito enquanto aproveitávamos pra enfiar um dedo no cu um do outro.
– Não aguento mais. Vou te foder, Mary – falei enquanto me levantava e abria as pernas dela, procurando com meu pau aquela bucetinha gostosa.
– Não, Javi, não. Foder, nãooooo – implorava – o que você quiser, mas foder nãoooo, por favor, além disso você não tem camisinha, filho da puta – gemia, enquanto me arranhava e empurrava.
Eu não ligava. Tava muito excitado. Queria foder ela a todo custo. Precisava foder ela. E sabia que ela, no fundo, queria que eu fodesse ela.
– Mary, você tá morrendo de vontade de ser fodida, não grita que vai acordar o Xisco – falei.
– Javi, sem camisinha... Javi, sem camisinha... Javi, sem camisinha, não! – repetia sem parar enquanto gemia e se defendia me empurrando e arranhando.
Nessa altura, eu já imaginava que Mary queria parecer o contrário, mas tava com um tesão do caralho e com certeza queria que eu metesse nela. Sabia que assim que eu enfiasse a pontinha do meu pau ela ia se abrir toda, mas não me deixava com tanto empurrão e arranhão. Isso tava me deixando ainda mais excitado, meu pau tava a ponto de estourar. Queria foder ela a todo custo. Precisava comer ela. E sabia que, no fundo, ela queria que eu metesse.
– Mary, você tá morrendo de vontade de dar, não tá?
– Nãaaaaao, fuck noooooo – ela implorava enquanto me beijava de língua e me masturbava.
Era só eu encostar meu pau na bucetinha dela e a guerra de empurrões e arranhões recomeçava. A real é que a gente tava com muito tesão.
– Você me deixaria brincar com meu pau em cima da sua bucetinha sem meter? – perguntei, mudando de estratégia.
Teve só um lampejo de dúvida na cara dela. Coloquei meu pau em cima da bucetinha e comecei a deslizar ele da bunda até o clitóris. Agora ela tava de pernas abertas deitada no sofá, com meu pau roçando a ppk depilada dela, gemendo igual uma louca.
– Assim tá bom, Javi. Chega, por favor! – ela gemia e implorava.
Não liguei e, numa das passadas, quase sem empurrar, enfiei o pau. O gemido, quase um grito da Mary, veio junto com mais arranhões.
– Javi, seu filho da puta, você me enganou. Tira, que você não tá de camisinha. Filho da puta, por favor, não mexe. – ela gritava enquanto eu começava a meter.
– Não me fode – ela choramingava, enquanto, cada vez com menos força, continuava se defendendo.
Não devem ter passado nem dez segundos desde que eu tava comendo a Mary quando o jogo virou e ela passou dos empurrões pra me agarrar pela cintura e me puxar pra perto.
– Me fode com força, seu filho da puta. Não para, como você é bom, filho da puta – ela me xingava.
– Tá gostando, hein, puta? – perguntei enquanto amassava os peitos dela.
– Sou uma vagabunda. Me trata como uma puta – ela gritava, sem se importar mais que o Xisco tava no quarto ao lado.
Coloquei ela de quatro. patas, fiquei atrás dela e comecei a meter e tirar a pica com empurrões limpos.
– Dá também no meu cu. Arrebenta ele – ela exigia enquanto empinava mais a bunda.
Fiquei metendo no cu dela enquanto ela enfiava os dedos e se tocava no clitóris até chegar a outro orgasmo sonoro e descomunal que deixou ela, literalmente, desmaiada no sofá.
– Vou gozar, Mary! – Goza na minha buceta, goza dentro. Quero sentir você gozando dentro de mim! – ela implorou.
Ouvir aquilo foi demais pra mim, então, depois de alguns segundos fodendo a buceta dela, gozei dentro enquanto tinha o orgasmo mais animal da minha vida.
Ficamos uns minutos recuperando o fôlego até que ela pediu pra eu ir embora, não sem antes prometer que, quando pintasse de novo e sem forçar a barra, a gente repetiria a experiência.
Já tô doido pra temporada começar.
1 comentários - Follándome a la mujer de mi amigo