Mamada infernal

Há um tempo, chegaram umas estagiárias no meu trabalho pra compartilhar a experiência durante um ano junto com os peões mais experientes. Eu tinha 45 anos na época, e no local de trabalho a gente tinha uns cantinhos pra trocar de roupa e tomar alguma coisa nos intervalos. Eu tinha um desses lugares que, por causa de umas mudanças, acabei ficando sozinho nele. Chegava de manhã cedo e tomava mate até o sol nascer. Uma das estagiárias também chegava cedo e sentava na minha frente, a gente conversava e esperava a hora de sair. Ela se chama Claudia, tinha uns 23 anos e era recém-casada, morena, não muito alta, mas com um corpão gostoso.

Comecei o jogo fazendo questão de mostrar o volume enquanto fingia que tava lendo. De vez em quando, dava uma olhada disfarçada pra ver se ela percebia e olhava pra minha virilha. E, verdade seja dita, vi várias vezes ela olhando disfarçadamente também. Assim os dias foram passando, até que um dia coloquei uma jeans justa e sem cueca pra ela sentir bem o volume. Quando vi ela chegando, já fui me esquentando sozinho. Ela sentou na frente e o jogo começou. Naquele dia, já de cara ela olhava quase sem disfarçar, o que fazia minha rola crescer, e ela percebia. Por sorte tava frio e não tinha pressa de sair.

O jogo continuou, até que olhei pra ela e vi que tava com os olhos fechados, como se estivesse dormindo. Olhei bem e ela tava uma delícia. Não aguentei mais e arrisquei. Passei a mão suave na bochecha dela, perto da boca. Ela abriu os olhos quase com um sorriso, mas devagar. Falei que tinha uma aranha, ela agradeceu e fechou os olhos de novo, deixando a boca quase entreaberta. Eu tava com um tesão do caralho e decidi me jogar. Levantei devagar e toquei nela de novo, bem suave. Ela fingia que tava dormindo, e isso foi o que me deu coragem pra puxar a rola, que já não aguentava mais dentro da calça. Bem devagar, fui aproximando ela dos lábios dela. Juro que tava tremendo de tesão, de medo, sei lá, do que ela ia fazer. Quando a cabeça da rola encostou nela, ela nem se mexeu. Pensei que era o momento, que ela tava desejando aquilo. Pressionei a rola pra ela perceber, e já tava quase... Acabou a tesão.
Aos poucos, ela abriu os olhos meio sonolenta e me perguntou: "O que você tá fazendo?". Não conseguiu falar mais nada porque peguei a cabeça dela e aproximei mais a pica. Ela tentou tirar o rosto meio sem jeito, mas eu insisti. Aí ela abriu bem a boca e começou a chupar devagar. Disse que achou minha pica muito grande, e voltou a chupar. Não aguentei e logo gozei na boca dela. Ela não engoliu, cuspiu no chão... Disse que ia no banheiro e depois a gente se encontrava nas tarefas. Nunca mais subiu no meu lugar, e pouco tempo depois o estágio dela terminou e ela foi embora.
Anos depois, vi ela num shopping. Eu tava com minha esposa, e ela, um pouco mais gordinha, empurrava um carrinho de bebê.

1 comentários - Mamada infernal

Que forra! Mira si va a escupir un lechazo la putita!!!
eso no se hace! 😉