Esta é minha primeira história contada em terceira pessoa.
O nome dela era Karina, uma garota de uns 21 anos, morena, com mais de 1,70m. Ela sempre se vestia elegante e sexy, beirando o provocante, ou pelo menos era o que percebia na rua quando passava pelo público masculino. O corpo dela também permitia que ela se vestisse sempre da melhor forma: peitos 100 com costas estreitas, cintura fina de aproximadamente 62 e uma bunda de 90, bem empinada, além das pernas longas, fazendo com que nenhum homem tirasse os olhos dela.
Ela morava com os pais e um irmão mais velho. O pai dela era muito ciumento e muitas vezes a repreendia pelo jeito de se vestir, principalmente quando ela ia sair para dançar. O pai era um cara bem antiquado e presidente da associação de moradores do bairro.
A vida dela girava em torno dos estudos, do trabalho e de sair para dançar com as amigas, embora muitas vezes também curtisse sair com caras da idade dela, mas ainda não tinha tido um namorado oficial.
Tudo corria normal no bairro MOC, onde eles moravam, até o dia em que souberam que uma discoteca ia ser instalada a duas quadras da casa da Karina. O pai dela, furioso, convocou uma reunião urgente da associação de moradores. Por mais que tenha havido uma rejeição geral, não puderam fazer nada, já que o dono da discoteca subornou o governo e conseguiu as licenças.
Enquanto o pai da Karina se opunha por todos os meios e continuava indo ao governo tentar impedir a abertura, a filha já estava se preparando com as amigas para a inauguração.
As semanas passaram, e numa reunião com amigos, vários comerciantes da área e outros amigos de Mário (esse era o nome do pai da Karina) comentaram sobre sua aceitação inicial da discoteca.
Mário ficou puto com todos, mas principalmente com Carlos, um amigo que até ia trabalhar na discoteca. Mário disse:
M — Mas Carlos, como assim você vai trabalhar lá?
C — Me ofereceram uma grana boa, e eu continuo... te apoiando!
M-É? Como assim? Trabalhando com eles?
C-Não, Mário, não é assim. Se eu tô lá e vejo droga, a gente denuncia e eles fecham o lugar, entendeu?
M-Perfeito, você me liga se ver qualquer coisa estranha, não importa a hora.
Quando chegou a noite da inauguração, Karina desceu do quarto dela, com saltos altos pretos, vestido bem acima do joelho e um decote pronunciado. Ela tava uma gostosa, mas aí começou a briga com o pai, porque ele não queria que a filha fosse, muito menos vestida daquele jeito. Mas depois de uma longa discussão no jantar, a mãe de Karina conseguiu convencê-lo a deixar ela ir.
Mário aceitou de má vontade, pedindo que se ela visse drogas ou coisas estranhas, avisasse. Karina chegou pra dançar com as amigas e rapidinho chamou a atenção dos caras. Os dois seguranças da balada olharam pra ela na entrada, sem disfarçar, secando o decote. Ela percebeu, mas fingiu que eles não existiam.
A noite inteira, vários caras tentaram tirar ela pra dançar, mas ela, junto com as amigas, recusava todos sem nem olhar. Mas o jeito que ela rebolava no ritmo do reggaeton era impossível pros homens não tentarem chamar ela.
Carlos, o amigo do Mário que já tinha fechado a bilheteria, subiu pro camarote VIP, de onde dava pra ver a pista de dança inteira de cima. Enquanto tomava um uísque, ele não parava de babar pelas bucetas que dançavam. Todas entre 18 e 21 anos, várias já bebadas.
As semanas passaram e todo fim de semana as festas eram cada vez melhores. Carlos curtia o trampo e também de ver as minas que iam dançar lá. Aos poucos, ele foi esquecendo do objetivo principal: ajudar Mário a fechar aquele lugar, caçando drogas. Na verdade, cada vez mais ele gostava de subir pro VIP e ver as garotas de cima.
Uma noite, como qualquer outra, enquanto ele olhava do camarote, os dois gorilas da segurança da porta se aproximaram, o Loco e o Oso, como eram chamados. O Loco era careca, tinha 1,80m... bigode, e violento. Já o Urso tinha 1,90, moreno e meio gordo.
Chegaram perto, cada um com um uísque na mão, e falaram.
U — Que vista boa, hein Carlos?
Carlos olhou pra eles, sorriu e respondeu.
C — A melhor!!
Nesse momento, os dois se entreolharam, e o Louco disse.
L — Não, a melhor não, por acaso você não viu aqueles boxes com luz vermelha?
C — Vi, o que tem?
L — Se a luz vermelha estiver acesa, ali você tem a melhor vista. Haha, ele ria às gargalhadas, o Louco. Carlos olhava confuso.
C — Não tô entendendo, Louco, a luz agora tá acesa... O que que rola?
U — Vamos, Carlitos, você vai ver o que é bom. Disse o Urso.
Carlos andou junto com eles até chegar numa espécie de sofá pra 4 pessoas, e sentaram. O Urso fechou uma cortina preta na entrada e levantou uma persiana que estava embaixo da luz vermelha. Quando terminou de levantar a persiana, Carlos ficou paralisado: apareceu na frente dele um quartinho branco, com uma mesa e um sofá verde, e lá estava o dono da balada sentado, e entre as pernas dele, ajoelhada, uma das várias minas da balada.
Carlos não sabia o que fazer ou dizer, só via a cabeça daquela garota descendo e subindo, e também ouvia claramente o que rolava lá dentro, porque tinha caixas de som.
O Urso e o Louco riam, então o Louco disse.
L — E aí, Carlitos? Essa não é a melhor vista?
Carlos continuava mudo e falou.
C — É uma puta, amigos?
O Urso, entre risadas, respondeu.
U — Paga não, é uma das várias vadias que vêm todo fim de semana aqui.
Carlos viu tudo que rolou lá dentro e ficou excitado. O Urso e o Louco falaram pra ele irem pegar uns drinques.
Carlos ainda estava em choque, não saía do espanto, enquanto o Urso e o Louco viam aquilo como algo normal. Os três se apoiaram no balcão, tomando seus uísques, olhando a pista.
De repente, os 6 olhos se fixaram em Karina, que dançava reggaeton de um jeito incrível, vestindo uma regata que parecia que os melões iam pular pra fora. Carlos não conhecia a filha do Mário, porque ele nunca queria que vissem por causa do ciúme dela, naquele momento o Urso falou.
U-Óh Maluco, a morena peituda de todo sábado.
L-Sim!!! Que puta que ela é, sempre se mexe assim, esquentando os paus.
Carlos, por sua vez, dizia
C-Aquela morena é pra levar pro privê!!
Urso e Maluco riram, e esse último falou
L-Cê acha, Carlinhos, que a gente já não tentou?
C-Imagino que sim, com o tesão que ela tem! Mas como vocês convencem elas?
Urso disse
U-De vários jeitos, troca por bebida, enchendo elas de cachaça, ou simplesmente várias sabem que se sobem é porque querem o delas.
C-E drogas, não? Disse Carlos.
U-Às vezes sim.
C-E com aquela morena?
L-A gente tentou de tudo, até já subiu, mas ela é boa em se esquivar. No fim, preferimos outras mais fáceis e pronto.
C-Qualquer um pode usar os privês? Disse Carlos.
L-Não, só os amigos da casa, agora você pode usar, Carlinhos.
E depois do brinde, foram sentar no balcão.
A noite terminou e Carlos foi pra casa muito excitado, não sabia se contava pros amigos ou não sobre o que tinha visto, mas lembrava do Mario como ele ficava com o assunto da balada, então preferiu não abrir a boca.
Mas no dia seguinte, na reunião com os amigos do bairro, ele comentava sobre as mulheres que via à noite, e Mario morria de raiva quando ouvia aquelas palavras, sabendo que a filha dele sempre ia naquele lugar dançar. Mas pra não levar zoeira deles, não falava nada.
Mario só disse
M-Chega de ouvir besteira! Cê viu droga lá?
Carlos hesitou por um minuto, não sabia se comentava o que os gorilas tinham falado na noite anterior, mas preferiu não dizer.
Depois de falar de outros assuntos, a reunião acabou. A semana passou sem novidades, e chegando o fim de semana, Carlos tava ansioso pra voltar a ver gente nos privês, então a ansiedade tomava conta dele conforme o sexta-feira se aproximava. Mas naquela noite, ninguém teve sorte, então ele voltou pra casa, um pouco decepcionado.
No sábado, a Karina ia pro aniversário da amiga, por isso tinha comprado um vestido novo dourado, bem curtinho e bem decotado, tinha comprado uns saltos mais altos do que costumava usar, tava realmente incrível.
Decidiu sair antes do pai chegar, então enquanto caminhava pra casa da amiga, recebia vários assobios, buzinaços e comentários. Ela continuava andando como se nada fosse.
Já na casa da amiga, depois de vários drinks, decidiram ir dançar na balada. Ao chegar, o Oso e o Loco devoraram ela com o olhar, ela sorriu ao ver a cara de bobões que eles tavam fazendo.
Depois de fechar o caixa, o Carlos subiu pra olhar a pista, e lá estavam o Oso e o Loco olhando também.
A Karina dançava bem embaixo, e por causa do vestido curto dava pra ver as pernas dela, os melões dela se mexiam de um jeito incrível. O Carlos também ficou olhando pra ela e disse:
C — Essa mina é incrível! Como ela se mexe!!
O Oso disse:
O — É uma puta provocante, olha como faz de propósito, às vezes olha pra cá e sorri.
O Loco então fala:
L — Essa morena de hoje não escapa, olha o que eu tenho aqui!!
E tira do bolso um saquinho com um pó branco. Nessa hora, o Carlos lembra do verdadeiro motivo pelo qual tava trabalhando ali.
O Oso disse:
O — Pera aí, Loco, o Carlinhos pode ajudar com a morena, ele não vai recusar um champanhe!
Nessa hora, o Oso passa um ticket de champanhe pro Carlos e fala:
O — Carlinhos, você dá esse ticket pra ela e fala que é cortesia da casa, só pra ela e na VIP.
O Carlos desce ansioso, e conforme se aproxima, vê como a morena dança, os peitos dela marcam no vestido e parecem que vão explodir.
O Carlos faz o que foi pedido e vai embora.
A Karina pega o ticket e, contente, sobe as escadas rumo à VIP. Vai ao bar e pega o champanhe. Quando quer descer, outro segurança impede, dizendo:
— Desculpe, senhorita, mas não pode descer com essa garrafa pra pista, ela tem que consumir aqui na VIP.
Karina, por mais que tente convencê-lo, não consegue, então decide ir pra única mesa vazia que tem, com dois sofazinhos, e senta pra beber tranquila, descansando os pés que doíam de tanto dançar.
Carlos ficava olhando ela do balcão, via como ela ainda respirava ofegante e bebia sua taça de champanhe. De repente, Oso e Loco se aproximam com outras taças e mais champanhe, depois de convencerem ela, sentam junto com ela. Loco tá com a mão no bolso e Carlos lembra da droga que ele mencionou.
Ele pega o celular e liga pro Mario. Eram 2 da manhã. Depois de convencer o Mario a vir, que ele encontrou drogas. O cara, sem hesitar, sai no caminho pra balada.
Carlos fica observando, num momento Oso distrai a Karina e Loco aproveita pra colocar um pouco daquele pó na taça dela.
Carlos olha o relógio, tem que ir abrir a porta quando o Mario chegar, nessa hora o celular dele toca, então ele vai abrir pra ele.
Carlos abre a porta e fala:
C—Vamo, Mario, senão a gente perde eles!
M—Vim o mais rápido que pude, cadê eles?
C—Lá em cima na VIP, com uma mina gostosa!
M—Vamo!
Quando chegam lá em cima, Carlos olha pra mesa e eles não tão! Ele olha pra todo lado e não vê. De repente, a luz vermelha acende, ele não acredita. Anda com o Mario do lado.
Karina ia rindo, muito bêbada e agora excitada, se segurando nos braços enormes do Oso e do Loco.
K—Aonde a gente vai, rapaziada? Se comportem! — Ela fala dando gargalhadas.
O—Você vai se divertir, morena, vem cá. — Dizia o Oso.
Oso coloca ela no meio dos dois, Loco apoia ela, e Oso fica na frente também, ela ri e fala:
K—Não, rapaziada, sei não, o que a gente vai fazer? — E ri.
Oso pega uma venda preta e coloca nos olhos dela, tampando.
Karina ri e fala:
K—Mmmmm, não vou enxergar nada, rapaziada. — E continua às gargalhadas, bem soltinha por causa do champanhe, mas principalmente por causa da droga.
Nessa hora, abrem a porta e entram no quarto, Loco senta. no sofá e o Urso a leva pelo braço até o meio do quarto.
Ela nervosa mas excitada fica bem ereta ali parada, esperando.
Enquanto isso lá fora, Carlos leva Mário até o sofá onde ele estava antes, levanta a persiana e aquela cena aparece na frente deles, Mário olha pra Carlos e diz
M-Que porra é essa? Cadê as drogas?
Carlos fica olhando o corpo de Karina de lado, vendo os melões dela balançando, a cintura fina e a bunda empinada, na frente dela aquele tal de Urso desnudando ela com o olhar, diz
C-Depois a gente vê essa parada das drogas, Mário, agora olha isso! Vai ser foda, viu a gostosa que tá ali?
Mário fica calado olhando aquela mulher com aquele vestido dourado justo do caralho, diz
M-Pô! Verdade, que corpaço ela tem!!
Carlos fala pra ele.
C-Viu os melões que ela carrega?
M-É impressionante, mas o que ela tá fazendo com esses dois gordões aí?
C-Você vai ver.
Urso naquele momento agarra Karina pela cintura e começa a beijar ela, Karina se deixa levar. Ele desce as mãos pra bunda dela por cima do vestido e aperta com força, fazendo ela colar mais ainda na virilha dele.
Os peitos de Karina se espremem na barriga do Urso, e ela começa a sentir cada vez mais calor por dentro. Loco olha a cena e levanta do sofá, chegando por trás de Karina, encosta a rola na bunda dela e começa a beijar o pescoço dela por trás.
Karina fica ainda mais tesuda, nunca tinha se sentido tão excitada e desejada, mesmo que meio tonta, coloca a mão na cabeça do Loco, convidando ele pra continuar beijando ela por trás.
Enquanto isso lá fora Carlos diz
C-Olha só que sortudos esses dois, a mina que eles vão comer!!
Mário não acredita no que vê e só fala
M-Deve ser uma puta fácil essa mina, pra se deixar fazer assim!!
Loco enquanto apalpava as pernas longas de Karina e sussurrava no ouvido dela.
L-Como você é gostosa, morena, faz tempo que você tá deixando a gente de pau duro!!
Karina continuava beijando o Urso, mas aquelas palavras excitavam mais e paravam mais a bunda dela, assim o Loco apoiava melhor. De repente, o Oso soltou ela e foi sentar no sofá, então o Loco por trás continuou beijando ela, mas as mãos dele foram pros peitos dela. Karina continuava rebolando a bunda, enquanto o Loco não acreditava e dizia:
L-Olha, Oso, que peitão é esse, não cabe na minha mão!!
O Oso, enquanto isso, tava sentado tirando a calça. Quando terminou, começou a se masturbar olhando a cena, e disse:
O-Loco, traz ela pra cá!!
O Loco, sem soltar ela, levou até o sofá. Quando chegaram na frente do Oso, ele soltou ela e sentou do lado. Karina, sem conseguir ver, disse:
K-Galera, cadê vocês? E quando ia tirar a venda, o Oso falou:
O-Não tira, e fica de joelhos, morena.
Ela só obedeceu. Na hora, as mãos dela foram pra aquelas coxas grossas e ela já sabia o que fazer. Pegou com uma mãozinha aquela pica e na hora disse:
K-Epa, como é que cê tá, Oso!! E depois riu.
O-Vai, gata, chupa!!
Karina abaixou a boca e sentiu aquela cabeçona nos lábios. Então, naquele momento, começou a mamar do jeito que ela sabia.
Enquanto isso, lá fora. Mário e Carlos tinham uma visão perfeita das duas coxas lindas dela e da bunda, enquanto a cabeça dela subia e descia naquela pica grossa.
Mário então disse:
M-Não acredito que essa mina tá com esses gorilas.
Carlos, enquanto isso, tava duro que nem uma pedra olhando a cena toda.
Karina não conseguia engolir nem metade daquele membro gordo, e a mandíbula começou a doer, então ela começou a se ajudar com a mão. O Oso gemia e dizia:
O-Gata, como cê manda bem!!
Na hora, o Loco tinha puxado o pau dele e, pegando Karina pelo cabelo, disse:
L-Vem cá, morena, é minha vez!!
Karina tentou se levantar, mas o Loco não deixou e, puxando ela pelo cabelo, obrigou ela a ficar de joelhos. Ela, excitada, não resistiu. Pegou o pau e levou à boca, fazendo o Loco soltar um gemido.
L-Aaaahhhhh!! Como cê manda bem, putinha!!
Karina se se esforçava pra satisfazer ele, enquanto os dois ficavam cada vez mais excitados. Nessa hora, o Oso levantou do sofá e começou a apalpar a bunda dela e as pernas. Ela, sentindo as mãos dele, começou a rebolar em círculo e de um lado pro outro, mostrando claramente o tesão que tava sentindo com as mãos do Oso.
O Oso, aos poucos, foi levantando o vestido dela até a cintura, deixando uma micro calcinha fio dental branca à mostra. Lá fora, Carlos e Mario já estavam de pau duro, se olharam e o Carlos falou.
C—Nãããooo! Mario, olha a raba que essa mina tem!!
M—E a fio dental de putinha que ela tá usando!! Que sorte que esses dois têm, pode crer!!
O Oso começou a passar a mão na entreperna da Karina e, sentindo a umidade dela, deu uma gargalhada e falou.
O—Mas que molhada que você tá, putinha!!
Karina só ficou vermelha, mostrando que era verdade, o corpo dela tava a mil, e a respiração tava super acelerada. O Loco tava curtindo o boquete que a Karina tava fazendo e dizia.
L—Essa mina chupa como uma profissional!! Vai, putinha, chupa!!
E tirando o pau da boca dela, começou a esfregar na cara dela, enquanto ria. Karina entrava na brincadeira e tentava colocar de novo na boca. Carlos e Mario viam os gorilas passando a mão no corpo todo dela, até que de repente o Oso agarrou ela pelo cabelo e falou.
O—Beleza, já deu a hora!!
Segurou ela com força e colocou ela de pé, pela barba da Karina escorria líquido pré-ejaculatório do Loco misturado com a saliva dela. O Oso pegou ela pela cintura e levou perto do vidro-espelho onde tavam do outro lado Mario e Carlos, e apontou falando.
O—Tão gostando da moreninha gostosa??
Karina nessa hora quase tirou a venda, mas só falou.
K—Com quem você tá falando, Oso? Quem tá aí?
O—Ninguém, gata, ninguém, relaxa.
Nessa hora, o Oso pegou ela pela cintura e levou até a mesa, colocando ela de bruços. Ela só falou.
K—Ei!! Espera, devagar!!
O—Cala a boca, putinha!! Agora vem a parte boa!! O corpo da Karina caía sobre a mesa, os peitos dela estavam espalhados na mesa e os braços ao lado do corpo.
Loco se aproximou naquele momento, que continuava se masturbando, e ficou ao lado dela, colocou a mão na bunda dela e começou a apalpar. Então disse:
L—Dale, Oso, toda sua!!
Oso se aproximou por trás e começou a descer aquela calcinha minúscula, puxou até deixar entre os joelhos dela. Oso se aproximou com o pau grosso na mão e começou a se encaixar entre as pernas dela. Apoiou a cabeça grossa do pau na entrada da buceta e pressionou com força, dando uma estocada violenta, fazendo Karina soltar um grito.
K—Ayyyyyyyyy!!
Oso, sem ligar para os gemidos dela, agarrou aquela cinturinha fina com as mãos enormes e começou uma metida violenta em Karina. Rapidamente começou a se ouvir o barulho da pélvis do Oso batendo na raba linda da Karina, enquanto ela só reclamava e dizia:
K—Ayyyy!! Para, para!! Mais devagar, por favor!! Ayyyy!!
Oso continuava como se nada, e só ria enquanto metia com força, dizendo pro parceiro:
O—Loco, você não tem ideia de como essa putinha aperta!! É a melhor mina que já comi!!
Karina só se segurava na mesa e apertava as mãos pra aguentar aquelas estocadas tão violentas, os saltos dela levantavam a cada metida que o Oso dava, enquanto a dor se misturava com a excitação que só aumentava, até que ela não conseguiu mais segurar os gemidos:
K—Mmmmmm, ahhhh, mmmm, siiiim, assiiiiim!!! Assiiiiim!!
Os dois riam, enquanto Oso tentava meter ainda mais forte, e dizia:
O—Cê gosta de ser comida gostoso, não é, morena??
Karina não respondeu, só gemia, então Oso puxou ela pelo cabelo pra trás e disse:
O—Com certeza todo mundo que já te comeu falou que você é uma gostosa, né??
K—Mmmmm, sim.... Siiiim, adoro!!
Karina começou a ter um orgasmo incrível, que só enchia o quarto de gemidos. Enquanto lá fora, Mario e Carlos via a cena excitados e diziam.
C-Mas que puta que a mina essa Mario acabou sendo!!
M-Sim, pode crer, escuta como ela geme!! E como se deixa fazer por esses dois.
Karina gozou e desabou de prazer em cima da mesa, enquanto Oso continuava montando ela, e segurando ela pela cintura começou a gemer
O-Oooohhhhgggg!! mina vou te encher!!
E começou a dar as últimas estocadas, segurando ela apertada contra a mesa, entre gemidos jorrou todo o líquido dentro dela.
O-Puta!! Você tirou tudo de mim!! E depois de dar uns tapas na bunda dela, foi se jogar no sofá, respirando ofegante.
Karina respirava ofegante em cima da mesa, exausta do orgasmo que acabara de ter.
Loco se aproximou por trás, e disse
L-Já tá pronta, gostosa?
K-Não, não, espera... Não aguento mais, por favor. Pedia Karina com a respiração ofegante.
L-Vamos, puta, agora é a vez do seu outro macho!!
E puxando Karina pelo cabelo, levantou ela da mesa, deixando ela de frente pra ele. Começou a descer a parte de cima do vestido, deixando os peitões de Karina expostos na frente dele. Ela só sorria, então Loco começou a apalpar eles, enquanto dizia
L-Mas que pedaços de melão que você tem, mina!!
Naquele momento, enfiou um dos peitos dela na boca e começou a chupar desesperadamente, e até começou a morder os bicos, fazendo Karina reclamar e gritar
K-Aiii!! Para, para devagar!! Aiii!!
Mas Loco amassava com uma mão inteira um dos peitos dela, enquanto com a boca chupava e mordia o outro. Enquanto isso, Carlos e Mario olhavam e diziam
C-Mas olha que pedaços de peito que a morena essa tem!!
M-Sim, verdade, impressionante!! E aquele gorila tá comendo eles inteiros, que inveja.
K-Aiii, chega!! Tá doendo, gritava Karina
L-Mas que porra é essa, mina, eu gosto assim!!
E naquele momento soltou ela, Karina ficou parada e o corpo dela pedia, então disse
K-Não fica bravo, continua, continua!!
Loco sorria pro espelho e se agarrou o pau, aí disse...
L - De joelhos, puta!!
Karina sem reclamar obedeceu, na hora Loco agarrou o pau dele e enfiou de uma vez até o fundo da boca dela, Karina não esperava e tentou se soltar, mas Loco segurou ela pela nuca.
L - Eu gosto assim!! Entendeu??
Karina só balançou a cabeça que sim, e Loco começou a foder a boca dela, fazia com violência, fazendo ela engasgar e ter ânsia.
De repente ele tirou o pau e deixou na frente dela, ela sentia o cheiro perto e tentou levar uma mão pra pegar de novo. Mas Loco segurou ela e falou
L - Garota, sabe o que é uma cubana ou russa??
Karina corando respondeu
K - Sei.
Aí do sofá Oso grita
O - Com esses melões, como não vai saber o que é, Loco idiota!!
Loco olhou pra ele e deu uma gargalhada.
L - Tem razão, Oso!! Que peitão ela tem!!
Karina continuava ali de joelhos ouvindo os comentários deles, aí Loco perguntou
L - Quando foi a primeira vez que você fez uma russa, puta??
Karina corando, disse
K - Isso não importa, eu vou fazer pra você.
L - Pra mim importa sim, gritou Loco excitado.
O - Responde, garota. Gritou Oso do sofá
Karina corando falou
K - Aos 16 anos eu fiz pela primeira vez.
Loco sorrindo continuou
L - 16 anos, boa garota... Quem foi o sortudo??
K - Um vizinho, disse ela toda corada.
Aí Loco colocou o pau babado entre os peitos. Karina só levantou as mãos e apertou os peitos, sentia o calor daquele pau, passando pelo meio deles. Loco se mexia rápido, batendo com a cabeça do pau no queixo dela.
L - Vai, gata, tenta chupar ele!!!
Karina esticava a língua e só conseguia lamber parte daquela cabeçona, que entrava e saía sem parar dos peitões enormes dela.
L - Como eu gosto de te usar!!! Gritou Loco.
Naquele momento Karina foi a única que sentiu arrependimento de estar ali. Pensava como tinha chegado a se deixar fazer aquilo, por Esse sujeito. E de repente, Loco parou ela puxando o cabelo dela.
L - Agora vem a parte boa, puta!!
Karina ficou parada, pensou que ele ia levar ela de volta pra mesa, onde Oso tinha comido ela. Oso se aproximou, e os dois ficaram parados dos lados dela, então Loco falou:
L - Gata, quero que você engatinhe até bater na parede!! Aí coloca as mãos no espelho!!
Karina, que já tava no fogo de novo, só disse:
K - Então é melhor eu tirar a venda, caras!
Os dois se olharam, e Loco falou:
- Não, ainda não, melhor!
Karina saiu engatinhando na direção que Loco ajudou indicando, o corpo dela se mexia de um jeito incrível, e lá fora Carlos e Mario olhavam atônitos.
Oso e Loco olhavam de trás como aquela bunda se mexia enquanto ela engatinhava, até que ela chegou no vidro frio e colocou as palmas das mãos contra ele, ficando parada esperando.
Loco olhou pro Oso e, com um sorriso safado, começou a andar até ela, a cara de tesão e desejo dele era foda. Chegou atrás dela e parou. Ficou um tempo admirando a figura de Karina, que esperava ser possuída de novo. Karina não sabia o que Loco ia fazer, só sentia a presença dele atrás e não se atrevia a falar nada.
De repente, naquele momento, a porta se abriu. Loco e Oso se viraram, e apareceu o dono da balada. Os dois ficaram em silêncio e se olharam cúmplices.
Enquanto o dono se aproxima de Karina por trás, lá fora Carlos e Mario tinham ficado chocados e completamente excitados. Então Mario falou:
M - Esse é o filho da puta dono disso! Seu chefe!! O que esse cuzão tá fazendo aí?
C - E Mario, ele deve ter filmado tudo, é um filho da puta, mas paga bem.
M - Não tô nem aí, quase enchi ele de porrada, vou embora!! Ele fodeu minha noite.
E Mario tentou se levantar, na hora Carlos segurou ele e falou:
C - Vai, Mario, não faz um drama!! Vamos ver o que rola e depois vazamos os dois.
Mario hesitou por um segundo, e nesse momento apareceu Oso, que puxou a cortina e perguntou:
O - Já ia embora, amigo?
Mario olhou pra ele. O cara tava todo suado e ofegante.
M—Não, não, melhor eu ficar.
O—Eu recomendo que você fique. Se viu tudo que a gente fez com aquela puta, nem imagina o que vem por aí.
Mário olhou pra dentro e viu aquele filho da puta esfregando as mãos, então perguntou:
M—O que é que vem?
O—O chefe é estranho ter nos interrompido, com certeza tá interessado na puta, coitada. Olha só e vê porque eu tô te falando.
O—Aliás, pedi dois uísques. Cortesia da casa.
Mário e Carlos se entreolharam intrigados. Aí o chefe se aproximou da Karina, ela, sem saber e pensando que era o Loco, continuava tranquila.
O chefe ficou do lado dela e baixou as calças. Então Mário começou a entender tudo: aquele filho da puta tinha um pau bem grosso e comprido, e ainda tava mole.
O chefe bateu na cara da Karina com o pau, sem falar nada. Ela pegou o pau dele e levou à boca, sem perceber que era outro pau que tava segurando. Custou pra ela abocanhar a cabeça daquela rola, passava a língua na cabeça e no tronco.
Nessa hora, o chefe fez um sinal pro Loco e tirou o pau da boca da Karina. Ela ficou parada, sem saber o que fazer. Aí sentiu alguém segurando a cabeça dela por trás — era o Loco, ela não sabia. E ele disse:
L—Fica quieta, puta, e bota a língua pra fora, mais vale fazer direito! Chupa o cu dele um pouco!
Karina tentou virar a cabeça pra trás e gritou:
K—Nãooo!!
Mas era impossível. O Loco segurava a cabeça dela e empurrou pro cu do chefe, que olhava no espelho e ria. Karina sentiu o cheiro horrível e só passou a língua. O nariz dela se perdia entre as nádegas daquele velho, enquanto o Loco apertava mais e mais e gritava:
L—Vai, puta! Chupa! Chupa ou não te solto!
Karina passava a língua no cu dele, vinham ânsias de vômito porque o cara tava sujo e fedorento, quase desmaiando ela fez. Loco Se olhavam com o chefe e caíam na gargalhada.
Enquanto lá fora, Oso comentava com Mario e Carlos.
O — Haha, que filho da puta o chefe, adora que as gostosas lambam o cu dele. Essa aí parece que pegou o gosto, haha.
Mario e Carlos se entreolharam e riram sem graça. Naquele momento, apareceu um garçom com os dois uísques pedidos para ambos.
Mario e Carlos deram um gole no bom uísque servido e continuaram olhando, na expectativa.
O chefe ficou um tempão, até que tirou o cu da cara da Karina. Ela respirou fundo e gritou:
K — São uns filhos da puta!! Nojentos!!
Depois, o chefe se abaixou atrás da Karina e começou a passar a língua no cu dela. Ao sentir aquilo, ela contraiu e um arrepio percorreu seu corpo, já que ninguém nunca tinha nem tentado aquilo antes.
Ele parou por um minuto, olhou no espelho e disse:
J — Agora vamos ver se essa buceta aguenta!!
Karina entrou em pânico e tentou sair daquela posição, mas o Loco a segurou pela frente e o chefe por trás, se acomodando sobre ela com o pau todo duro.
Lá fora, Carlos disse:
C — Olha só, esse filho da puta vai comer a bundinha dessa gostosa!!
Mario, mastigando ódio, só concordou, embora os dois estivessem de pau duro de ver toda a cena.
O chefe cuspiu na própria mão e lubrificou o pau grosso, e, segurando-a pelos quadris, ajeitou ela de um jeito que a bunda da Karina ficasse o mais empinada possível. Depois, apontou aquele pau cheio de veias na direção do cuzinho.
A primeira pressão foi quase interminável para Karina. As paredes do buraco resistiam em receber aquele bruto. Ela começou a chorar e se afogava de tanto chorar e gritar:
K — Aaaiii!! aaaaiiiiggg!! snif snif, pelo amor de Deeeeus!! Tira!! tira!! aaaaiiiii!!
Lá fora, Carlos e Mario se entreolharam, e Oso soltou a gargalhada:
O — Olha como ela se mexe!! Deve estar doendo pra caralho!! hahaha
C — Verdade, esse velho vai arrebentar ela!! Mas bem feito, por ser uma puta que provoca!!
M — Sim, deve estar doendo pra cacete!! Escuta só Esses gritos, ela deve estar morrendo de dor!!
Naquele momento, o chefe deu mais um empurrão, a cabeça penetrou à força e o grito da Karina quase deu pra ouvir na balada inteira. O chefe, olhando no espelho, agarrou a cintura dela e começou a enfiar mais o pau dentro dela, enquanto o cara berrava e ria ao mesmo tempo, e ela apertava as mãos e gritava sem controle.
K-¡¡AAAaahhhhhhhhhhhhhgggggggggggggggyyyy!! ¡¡AAAaggggggggggyyy!! ¡¡Pelo amor de Deus, tira!! Gritava e se contorcia.
O chefe se ajeitou de novo, encaixou o melhor que pôde e empurrou com força, era inacreditável como aquele pau enorme entrava naquela buceta tão apertada. Lá fora, Mario e Carlos já tinham sacado o que tava rolando.
M-Nãooo!! Olha como a mina se contorce!! Como que cabe tudo isso?
C-Pô, verdade, ele vai rasgar ela se continuar assim!! Que delícia que isso tá ficando, hein Mario? E dava uma cotovelada no Mario, pedindo cumplicidade.
M-Sim, Carlos, sim, quero ver como isso termina!!
O Urso, do lado dos dois, ria e dizia:
U-Falei que vocês iam gostar, senhores!!
Os dois olhavam na expectativa, sem perder nenhum detalhe do que o chefe tava fazendo com a Karina.
Depois que o chefe enfiou tudo dentro da Karina, pegou ela pelo cabelo e puxou pra trás com força, dizendo:
J-Tá gostando? Tá tudo dentro, o que cê tá sentindo agora que tá bem empalada?
K-Tira, pelo amor de Deus!! Tiraaaaaaaaaaaaaaaaaaa!! Gritava histérica.
O cara olhava no espelho, se divertindo como nunca, e depois colocava as mãos de novo na cintura dela e tentava, devagar, chegar no fundo dela.
Enquanto isso, Karina não aguentava mais, era insuportável pra ela, sentia aquele pau rasgando tudo por dentro, sentia como ele tava duro e como arranhava o interior dela. Depois que ficou tudo dentro, ele caiu na gargalhada e disse:
J-Agora cê tem tudo dentro, gostosa!! Agora aguenta!!
E pegou de novo o cabelo comprido da morena e puxou pra trás, pra começar a bombar com força. Ela balançava a cabeça de um lado pro outro, ainda. Com a venda nos olhos, ela gritava histérica cada vez mais forte.
K-AAAAhhhhhyyyyyyyyyyyyy!!! aaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyhhh!!! Tira logo!! Por favor!! Você tá me matando!!!
Mas o chefe, longe de dar ouvidos, ria e bombava com mais força, tava alucinado, fora de si, olhava no espelho e ria enquanto montava nela.
Lá fora, Carlos e Mario olhavam pasmos.
M-Não acredito, como esse filho da puta fode ela!!
C-Ele tá arrebentando ela toda, bem feito por ser uma puta gostosa!!
Então o Oso falou.
O-O que acontece é que o chefe sempre toma viagra pra essas ocasiões, então deve tá no talo, ainda mais com a gostosa que ele tá montando!! Olha como esses peitos balançam!!
M-Simmm!! os peitos são enormes, e balançam a cada estocada que seu chefe dá.
Mario olha pro Carlos, os dois tão excitados vendo a cena.
C-Olha como ela geme... como ela sofre... como tão metendo nela gostoso!! Essa mina me deixa doido!!
Oso falava pra eles.
O- Senhores, a minhoca tá bem presa no anzol... boa pescaria – Dizia aos berros de risada.
M- Ele tem razão... ela se mexe que nem uma minhoca espetada... – E também ria.
Lá dentro, o Chefe gemia e resmungava que nem um touro a cada estocada que dava na pobre Karina, ela sentia até ódio em cada investida, mas só podia gritar e esperar o cara terminar.
Naquela hora, o Chefe montando mais em cima dela, gritou.
J-Agora aguenta porque vou arrebentar esse seu cu!! Haha
E na mesma hora enterrou de novo e começou a bombar que nem um louco. O chefe puxava ela pelos cabelos pra trás e ria, montando nela como se fosse um cavalo, de repente diminuiu o ritmo por uns minutos, e começou a curtir aquela metida de outro jeito, tirava quase tudo e enfiava de novo até o saco de uma vez. Karina gritava a cada estocada.
K-¡¡AaAAAhhhh!! ¡¡Ahhhhhyyy!! ¡¡AAaaaaggg!!
Karina apertava os dentes com força, nunca tinha sentido uma dor tão forte e o pior é que sabia que naquele momento ela era só um objeto pra saciá-los, uma bunda gostosa, algo que podiam sujar à vontade. Só pensava que esse tormento acabasse logo.
De repente, o Chefe ficou parado em cima dela e disse
C- Já comi muita piranha, mas nunca comi uma gostosa assim... tão peituda... tão cheia de carne por todo lado!
Aí num movimento rápido, puxou o cabelo dela e tirou a venda que cobria o rosto da Karina sem perceber, agarrou ela pela cintura e com mais força voltou a meter sem parar.
K- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaai... che...ga!!!... ai... aaa... meu cu...!!! – Gritava a Karina.
Lá fora, o Urso dizia
U- Olha como ela reclama... como sofre... como entrega essa bunda!! ui como me excita essa mina!!
O Mario tinha ficado paralisado, rapidamente reconheceu a filha, os olhos se encheram de lágrimas, o coração disparou e parecia que o tempo tinha parado. Enquanto via aquele desgraçado metendo nela sem dó por trás.
O chefe continuava metendo, até que parou de repente e enfiou até o fundo, esperou e gozou dentro do cu da Karina, depois tirou, e do buraco começou a sair porra aos borbotões. Enquanto ele ria às gargalhadas, a Karina desmaiou no chão, exausta, caída de bruços.
O Mario olhava e não sabia o que fazer, as lágrimas estavam prestes a cair dos olhos, não podia ficar ali ou iam perceber, pensou, então num movimento rápido, disse.
M- Tenho que ir, rapaziada.
O Mario olhou estranho e levantou com ele, o Mario queria ir embora, queria sair dali naquele momento. Então o Carlos disse
C- Por que você vai, Mário? Não gostou do show, por acaso?
M- É que tenho que ir, vamos?
C- Vai na fé, Mário, eu vou ficar pra ver se como um pouco dessa morena. Disse o Carlos enquanto tirava a calça e virava em direção ao quarto.
O Mario fechou o punho e lagrimejou, mas não podia fazer nada. Saiu quase correndo, tentando disfarçar a dor. Muito obrigado e, como falei no começo, essa é a minha primeira história escrita desse jeito, espero que tenham gostado.
Por favor, peço comentários e avaliações.
Muito obrigado a
Ivan
Jhon
Karla
E se alguém quiser me ajudar a escrever e/ou editar (corrigir erros de redação, ortografia, parágrafos, etc), me escrevam: walum7@hotmail.com
O nome dela era Karina, uma garota de uns 21 anos, morena, com mais de 1,70m. Ela sempre se vestia elegante e sexy, beirando o provocante, ou pelo menos era o que percebia na rua quando passava pelo público masculino. O corpo dela também permitia que ela se vestisse sempre da melhor forma: peitos 100 com costas estreitas, cintura fina de aproximadamente 62 e uma bunda de 90, bem empinada, além das pernas longas, fazendo com que nenhum homem tirasse os olhos dela.
Ela morava com os pais e um irmão mais velho. O pai dela era muito ciumento e muitas vezes a repreendia pelo jeito de se vestir, principalmente quando ela ia sair para dançar. O pai era um cara bem antiquado e presidente da associação de moradores do bairro.
A vida dela girava em torno dos estudos, do trabalho e de sair para dançar com as amigas, embora muitas vezes também curtisse sair com caras da idade dela, mas ainda não tinha tido um namorado oficial.
Tudo corria normal no bairro MOC, onde eles moravam, até o dia em que souberam que uma discoteca ia ser instalada a duas quadras da casa da Karina. O pai dela, furioso, convocou uma reunião urgente da associação de moradores. Por mais que tenha havido uma rejeição geral, não puderam fazer nada, já que o dono da discoteca subornou o governo e conseguiu as licenças.
Enquanto o pai da Karina se opunha por todos os meios e continuava indo ao governo tentar impedir a abertura, a filha já estava se preparando com as amigas para a inauguração.
As semanas passaram, e numa reunião com amigos, vários comerciantes da área e outros amigos de Mário (esse era o nome do pai da Karina) comentaram sobre sua aceitação inicial da discoteca.
Mário ficou puto com todos, mas principalmente com Carlos, um amigo que até ia trabalhar na discoteca. Mário disse:
M — Mas Carlos, como assim você vai trabalhar lá?
C — Me ofereceram uma grana boa, e eu continuo... te apoiando!
M-É? Como assim? Trabalhando com eles?
C-Não, Mário, não é assim. Se eu tô lá e vejo droga, a gente denuncia e eles fecham o lugar, entendeu?
M-Perfeito, você me liga se ver qualquer coisa estranha, não importa a hora.
Quando chegou a noite da inauguração, Karina desceu do quarto dela, com saltos altos pretos, vestido bem acima do joelho e um decote pronunciado. Ela tava uma gostosa, mas aí começou a briga com o pai, porque ele não queria que a filha fosse, muito menos vestida daquele jeito. Mas depois de uma longa discussão no jantar, a mãe de Karina conseguiu convencê-lo a deixar ela ir.
Mário aceitou de má vontade, pedindo que se ela visse drogas ou coisas estranhas, avisasse. Karina chegou pra dançar com as amigas e rapidinho chamou a atenção dos caras. Os dois seguranças da balada olharam pra ela na entrada, sem disfarçar, secando o decote. Ela percebeu, mas fingiu que eles não existiam.
A noite inteira, vários caras tentaram tirar ela pra dançar, mas ela, junto com as amigas, recusava todos sem nem olhar. Mas o jeito que ela rebolava no ritmo do reggaeton era impossível pros homens não tentarem chamar ela.
Carlos, o amigo do Mário que já tinha fechado a bilheteria, subiu pro camarote VIP, de onde dava pra ver a pista de dança inteira de cima. Enquanto tomava um uísque, ele não parava de babar pelas bucetas que dançavam. Todas entre 18 e 21 anos, várias já bebadas.
As semanas passaram e todo fim de semana as festas eram cada vez melhores. Carlos curtia o trampo e também de ver as minas que iam dançar lá. Aos poucos, ele foi esquecendo do objetivo principal: ajudar Mário a fechar aquele lugar, caçando drogas. Na verdade, cada vez mais ele gostava de subir pro VIP e ver as garotas de cima.
Uma noite, como qualquer outra, enquanto ele olhava do camarote, os dois gorilas da segurança da porta se aproximaram, o Loco e o Oso, como eram chamados. O Loco era careca, tinha 1,80m... bigode, e violento. Já o Urso tinha 1,90, moreno e meio gordo.
Chegaram perto, cada um com um uísque na mão, e falaram.
U — Que vista boa, hein Carlos?
Carlos olhou pra eles, sorriu e respondeu.
C — A melhor!!
Nesse momento, os dois se entreolharam, e o Louco disse.
L — Não, a melhor não, por acaso você não viu aqueles boxes com luz vermelha?
C — Vi, o que tem?
L — Se a luz vermelha estiver acesa, ali você tem a melhor vista. Haha, ele ria às gargalhadas, o Louco. Carlos olhava confuso.
C — Não tô entendendo, Louco, a luz agora tá acesa... O que que rola?
U — Vamos, Carlitos, você vai ver o que é bom. Disse o Urso.
Carlos andou junto com eles até chegar numa espécie de sofá pra 4 pessoas, e sentaram. O Urso fechou uma cortina preta na entrada e levantou uma persiana que estava embaixo da luz vermelha. Quando terminou de levantar a persiana, Carlos ficou paralisado: apareceu na frente dele um quartinho branco, com uma mesa e um sofá verde, e lá estava o dono da balada sentado, e entre as pernas dele, ajoelhada, uma das várias minas da balada.
Carlos não sabia o que fazer ou dizer, só via a cabeça daquela garota descendo e subindo, e também ouvia claramente o que rolava lá dentro, porque tinha caixas de som.
O Urso e o Louco riam, então o Louco disse.
L — E aí, Carlitos? Essa não é a melhor vista?
Carlos continuava mudo e falou.
C — É uma puta, amigos?
O Urso, entre risadas, respondeu.
U — Paga não, é uma das várias vadias que vêm todo fim de semana aqui.
Carlos viu tudo que rolou lá dentro e ficou excitado. O Urso e o Louco falaram pra ele irem pegar uns drinques.
Carlos ainda estava em choque, não saía do espanto, enquanto o Urso e o Louco viam aquilo como algo normal. Os três se apoiaram no balcão, tomando seus uísques, olhando a pista.
De repente, os 6 olhos se fixaram em Karina, que dançava reggaeton de um jeito incrível, vestindo uma regata que parecia que os melões iam pular pra fora. Carlos não conhecia a filha do Mário, porque ele nunca queria que vissem por causa do ciúme dela, naquele momento o Urso falou.
U-Óh Maluco, a morena peituda de todo sábado.
L-Sim!!! Que puta que ela é, sempre se mexe assim, esquentando os paus.
Carlos, por sua vez, dizia
C-Aquela morena é pra levar pro privê!!
Urso e Maluco riram, e esse último falou
L-Cê acha, Carlinhos, que a gente já não tentou?
C-Imagino que sim, com o tesão que ela tem! Mas como vocês convencem elas?
Urso disse
U-De vários jeitos, troca por bebida, enchendo elas de cachaça, ou simplesmente várias sabem que se sobem é porque querem o delas.
C-E drogas, não? Disse Carlos.
U-Às vezes sim.
C-E com aquela morena?
L-A gente tentou de tudo, até já subiu, mas ela é boa em se esquivar. No fim, preferimos outras mais fáceis e pronto.
C-Qualquer um pode usar os privês? Disse Carlos.
L-Não, só os amigos da casa, agora você pode usar, Carlinhos.
E depois do brinde, foram sentar no balcão.
A noite terminou e Carlos foi pra casa muito excitado, não sabia se contava pros amigos ou não sobre o que tinha visto, mas lembrava do Mario como ele ficava com o assunto da balada, então preferiu não abrir a boca.
Mas no dia seguinte, na reunião com os amigos do bairro, ele comentava sobre as mulheres que via à noite, e Mario morria de raiva quando ouvia aquelas palavras, sabendo que a filha dele sempre ia naquele lugar dançar. Mas pra não levar zoeira deles, não falava nada.
Mario só disse
M-Chega de ouvir besteira! Cê viu droga lá?
Carlos hesitou por um minuto, não sabia se comentava o que os gorilas tinham falado na noite anterior, mas preferiu não dizer.
Depois de falar de outros assuntos, a reunião acabou. A semana passou sem novidades, e chegando o fim de semana, Carlos tava ansioso pra voltar a ver gente nos privês, então a ansiedade tomava conta dele conforme o sexta-feira se aproximava. Mas naquela noite, ninguém teve sorte, então ele voltou pra casa, um pouco decepcionado.
No sábado, a Karina ia pro aniversário da amiga, por isso tinha comprado um vestido novo dourado, bem curtinho e bem decotado, tinha comprado uns saltos mais altos do que costumava usar, tava realmente incrível.
Decidiu sair antes do pai chegar, então enquanto caminhava pra casa da amiga, recebia vários assobios, buzinaços e comentários. Ela continuava andando como se nada fosse.
Já na casa da amiga, depois de vários drinks, decidiram ir dançar na balada. Ao chegar, o Oso e o Loco devoraram ela com o olhar, ela sorriu ao ver a cara de bobões que eles tavam fazendo.
Depois de fechar o caixa, o Carlos subiu pra olhar a pista, e lá estavam o Oso e o Loco olhando também.
A Karina dançava bem embaixo, e por causa do vestido curto dava pra ver as pernas dela, os melões dela se mexiam de um jeito incrível. O Carlos também ficou olhando pra ela e disse:
C — Essa mina é incrível! Como ela se mexe!!
O Oso disse:
O — É uma puta provocante, olha como faz de propósito, às vezes olha pra cá e sorri.
O Loco então fala:
L — Essa morena de hoje não escapa, olha o que eu tenho aqui!!
E tira do bolso um saquinho com um pó branco. Nessa hora, o Carlos lembra do verdadeiro motivo pelo qual tava trabalhando ali.
O Oso disse:
O — Pera aí, Loco, o Carlinhos pode ajudar com a morena, ele não vai recusar um champanhe!
Nessa hora, o Oso passa um ticket de champanhe pro Carlos e fala:
O — Carlinhos, você dá esse ticket pra ela e fala que é cortesia da casa, só pra ela e na VIP.
O Carlos desce ansioso, e conforme se aproxima, vê como a morena dança, os peitos dela marcam no vestido e parecem que vão explodir.
O Carlos faz o que foi pedido e vai embora.
A Karina pega o ticket e, contente, sobe as escadas rumo à VIP. Vai ao bar e pega o champanhe. Quando quer descer, outro segurança impede, dizendo:
— Desculpe, senhorita, mas não pode descer com essa garrafa pra pista, ela tem que consumir aqui na VIP.
Karina, por mais que tente convencê-lo, não consegue, então decide ir pra única mesa vazia que tem, com dois sofazinhos, e senta pra beber tranquila, descansando os pés que doíam de tanto dançar.
Carlos ficava olhando ela do balcão, via como ela ainda respirava ofegante e bebia sua taça de champanhe. De repente, Oso e Loco se aproximam com outras taças e mais champanhe, depois de convencerem ela, sentam junto com ela. Loco tá com a mão no bolso e Carlos lembra da droga que ele mencionou.
Ele pega o celular e liga pro Mario. Eram 2 da manhã. Depois de convencer o Mario a vir, que ele encontrou drogas. O cara, sem hesitar, sai no caminho pra balada.
Carlos fica observando, num momento Oso distrai a Karina e Loco aproveita pra colocar um pouco daquele pó na taça dela.
Carlos olha o relógio, tem que ir abrir a porta quando o Mario chegar, nessa hora o celular dele toca, então ele vai abrir pra ele.
Carlos abre a porta e fala:
C—Vamo, Mario, senão a gente perde eles!
M—Vim o mais rápido que pude, cadê eles?
C—Lá em cima na VIP, com uma mina gostosa!
M—Vamo!
Quando chegam lá em cima, Carlos olha pra mesa e eles não tão! Ele olha pra todo lado e não vê. De repente, a luz vermelha acende, ele não acredita. Anda com o Mario do lado.
Karina ia rindo, muito bêbada e agora excitada, se segurando nos braços enormes do Oso e do Loco.
K—Aonde a gente vai, rapaziada? Se comportem! — Ela fala dando gargalhadas.
O—Você vai se divertir, morena, vem cá. — Dizia o Oso.
Oso coloca ela no meio dos dois, Loco apoia ela, e Oso fica na frente também, ela ri e fala:
K—Não, rapaziada, sei não, o que a gente vai fazer? — E ri.
Oso pega uma venda preta e coloca nos olhos dela, tampando.
Karina ri e fala:
K—Mmmmm, não vou enxergar nada, rapaziada. — E continua às gargalhadas, bem soltinha por causa do champanhe, mas principalmente por causa da droga.
Nessa hora, abrem a porta e entram no quarto, Loco senta. no sofá e o Urso a leva pelo braço até o meio do quarto.
Ela nervosa mas excitada fica bem ereta ali parada, esperando.
Enquanto isso lá fora, Carlos leva Mário até o sofá onde ele estava antes, levanta a persiana e aquela cena aparece na frente deles, Mário olha pra Carlos e diz
M-Que porra é essa? Cadê as drogas?
Carlos fica olhando o corpo de Karina de lado, vendo os melões dela balançando, a cintura fina e a bunda empinada, na frente dela aquele tal de Urso desnudando ela com o olhar, diz
C-Depois a gente vê essa parada das drogas, Mário, agora olha isso! Vai ser foda, viu a gostosa que tá ali?
Mário fica calado olhando aquela mulher com aquele vestido dourado justo do caralho, diz
M-Pô! Verdade, que corpaço ela tem!!
Carlos fala pra ele.
C-Viu os melões que ela carrega?
M-É impressionante, mas o que ela tá fazendo com esses dois gordões aí?
C-Você vai ver.
Urso naquele momento agarra Karina pela cintura e começa a beijar ela, Karina se deixa levar. Ele desce as mãos pra bunda dela por cima do vestido e aperta com força, fazendo ela colar mais ainda na virilha dele.
Os peitos de Karina se espremem na barriga do Urso, e ela começa a sentir cada vez mais calor por dentro. Loco olha a cena e levanta do sofá, chegando por trás de Karina, encosta a rola na bunda dela e começa a beijar o pescoço dela por trás.
Karina fica ainda mais tesuda, nunca tinha se sentido tão excitada e desejada, mesmo que meio tonta, coloca a mão na cabeça do Loco, convidando ele pra continuar beijando ela por trás.
Enquanto isso lá fora Carlos diz
C-Olha só que sortudos esses dois, a mina que eles vão comer!!
Mário não acredita no que vê e só fala
M-Deve ser uma puta fácil essa mina, pra se deixar fazer assim!!
Loco enquanto apalpava as pernas longas de Karina e sussurrava no ouvido dela.
L-Como você é gostosa, morena, faz tempo que você tá deixando a gente de pau duro!!
Karina continuava beijando o Urso, mas aquelas palavras excitavam mais e paravam mais a bunda dela, assim o Loco apoiava melhor. De repente, o Oso soltou ela e foi sentar no sofá, então o Loco por trás continuou beijando ela, mas as mãos dele foram pros peitos dela. Karina continuava rebolando a bunda, enquanto o Loco não acreditava e dizia:
L-Olha, Oso, que peitão é esse, não cabe na minha mão!!
O Oso, enquanto isso, tava sentado tirando a calça. Quando terminou, começou a se masturbar olhando a cena, e disse:
O-Loco, traz ela pra cá!!
O Loco, sem soltar ela, levou até o sofá. Quando chegaram na frente do Oso, ele soltou ela e sentou do lado. Karina, sem conseguir ver, disse:
K-Galera, cadê vocês? E quando ia tirar a venda, o Oso falou:
O-Não tira, e fica de joelhos, morena.
Ela só obedeceu. Na hora, as mãos dela foram pra aquelas coxas grossas e ela já sabia o que fazer. Pegou com uma mãozinha aquela pica e na hora disse:
K-Epa, como é que cê tá, Oso!! E depois riu.
O-Vai, gata, chupa!!
Karina abaixou a boca e sentiu aquela cabeçona nos lábios. Então, naquele momento, começou a mamar do jeito que ela sabia.
Enquanto isso, lá fora. Mário e Carlos tinham uma visão perfeita das duas coxas lindas dela e da bunda, enquanto a cabeça dela subia e descia naquela pica grossa.
Mário então disse:
M-Não acredito que essa mina tá com esses gorilas.
Carlos, enquanto isso, tava duro que nem uma pedra olhando a cena toda.
Karina não conseguia engolir nem metade daquele membro gordo, e a mandíbula começou a doer, então ela começou a se ajudar com a mão. O Oso gemia e dizia:
O-Gata, como cê manda bem!!
Na hora, o Loco tinha puxado o pau dele e, pegando Karina pelo cabelo, disse:
L-Vem cá, morena, é minha vez!!
Karina tentou se levantar, mas o Loco não deixou e, puxando ela pelo cabelo, obrigou ela a ficar de joelhos. Ela, excitada, não resistiu. Pegou o pau e levou à boca, fazendo o Loco soltar um gemido.
L-Aaaahhhhh!! Como cê manda bem, putinha!!
Karina se se esforçava pra satisfazer ele, enquanto os dois ficavam cada vez mais excitados. Nessa hora, o Oso levantou do sofá e começou a apalpar a bunda dela e as pernas. Ela, sentindo as mãos dele, começou a rebolar em círculo e de um lado pro outro, mostrando claramente o tesão que tava sentindo com as mãos do Oso.
O Oso, aos poucos, foi levantando o vestido dela até a cintura, deixando uma micro calcinha fio dental branca à mostra. Lá fora, Carlos e Mario já estavam de pau duro, se olharam e o Carlos falou.
C—Nãããooo! Mario, olha a raba que essa mina tem!!
M—E a fio dental de putinha que ela tá usando!! Que sorte que esses dois têm, pode crer!!
O Oso começou a passar a mão na entreperna da Karina e, sentindo a umidade dela, deu uma gargalhada e falou.
O—Mas que molhada que você tá, putinha!!
Karina só ficou vermelha, mostrando que era verdade, o corpo dela tava a mil, e a respiração tava super acelerada. O Loco tava curtindo o boquete que a Karina tava fazendo e dizia.
L—Essa mina chupa como uma profissional!! Vai, putinha, chupa!!
E tirando o pau da boca dela, começou a esfregar na cara dela, enquanto ria. Karina entrava na brincadeira e tentava colocar de novo na boca. Carlos e Mario viam os gorilas passando a mão no corpo todo dela, até que de repente o Oso agarrou ela pelo cabelo e falou.
O—Beleza, já deu a hora!!
Segurou ela com força e colocou ela de pé, pela barba da Karina escorria líquido pré-ejaculatório do Loco misturado com a saliva dela. O Oso pegou ela pela cintura e levou perto do vidro-espelho onde tavam do outro lado Mario e Carlos, e apontou falando.
O—Tão gostando da moreninha gostosa??
Karina nessa hora quase tirou a venda, mas só falou.
K—Com quem você tá falando, Oso? Quem tá aí?
O—Ninguém, gata, ninguém, relaxa.
Nessa hora, o Oso pegou ela pela cintura e levou até a mesa, colocando ela de bruços. Ela só falou.
K—Ei!! Espera, devagar!!
O—Cala a boca, putinha!! Agora vem a parte boa!! O corpo da Karina caía sobre a mesa, os peitos dela estavam espalhados na mesa e os braços ao lado do corpo.
Loco se aproximou naquele momento, que continuava se masturbando, e ficou ao lado dela, colocou a mão na bunda dela e começou a apalpar. Então disse:
L—Dale, Oso, toda sua!!
Oso se aproximou por trás e começou a descer aquela calcinha minúscula, puxou até deixar entre os joelhos dela. Oso se aproximou com o pau grosso na mão e começou a se encaixar entre as pernas dela. Apoiou a cabeça grossa do pau na entrada da buceta e pressionou com força, dando uma estocada violenta, fazendo Karina soltar um grito.
K—Ayyyyyyyyy!!
Oso, sem ligar para os gemidos dela, agarrou aquela cinturinha fina com as mãos enormes e começou uma metida violenta em Karina. Rapidamente começou a se ouvir o barulho da pélvis do Oso batendo na raba linda da Karina, enquanto ela só reclamava e dizia:
K—Ayyyy!! Para, para!! Mais devagar, por favor!! Ayyyy!!
Oso continuava como se nada, e só ria enquanto metia com força, dizendo pro parceiro:
O—Loco, você não tem ideia de como essa putinha aperta!! É a melhor mina que já comi!!
Karina só se segurava na mesa e apertava as mãos pra aguentar aquelas estocadas tão violentas, os saltos dela levantavam a cada metida que o Oso dava, enquanto a dor se misturava com a excitação que só aumentava, até que ela não conseguiu mais segurar os gemidos:
K—Mmmmmm, ahhhh, mmmm, siiiim, assiiiiim!!! Assiiiiim!!
Os dois riam, enquanto Oso tentava meter ainda mais forte, e dizia:
O—Cê gosta de ser comida gostoso, não é, morena??
Karina não respondeu, só gemia, então Oso puxou ela pelo cabelo pra trás e disse:
O—Com certeza todo mundo que já te comeu falou que você é uma gostosa, né??
K—Mmmmm, sim.... Siiiim, adoro!!
Karina começou a ter um orgasmo incrível, que só enchia o quarto de gemidos. Enquanto lá fora, Mario e Carlos via a cena excitados e diziam.
C-Mas que puta que a mina essa Mario acabou sendo!!
M-Sim, pode crer, escuta como ela geme!! E como se deixa fazer por esses dois.
Karina gozou e desabou de prazer em cima da mesa, enquanto Oso continuava montando ela, e segurando ela pela cintura começou a gemer
O-Oooohhhhgggg!! mina vou te encher!!
E começou a dar as últimas estocadas, segurando ela apertada contra a mesa, entre gemidos jorrou todo o líquido dentro dela.
O-Puta!! Você tirou tudo de mim!! E depois de dar uns tapas na bunda dela, foi se jogar no sofá, respirando ofegante.
Karina respirava ofegante em cima da mesa, exausta do orgasmo que acabara de ter.
Loco se aproximou por trás, e disse
L-Já tá pronta, gostosa?
K-Não, não, espera... Não aguento mais, por favor. Pedia Karina com a respiração ofegante.
L-Vamos, puta, agora é a vez do seu outro macho!!
E puxando Karina pelo cabelo, levantou ela da mesa, deixando ela de frente pra ele. Começou a descer a parte de cima do vestido, deixando os peitões de Karina expostos na frente dele. Ela só sorria, então Loco começou a apalpar eles, enquanto dizia
L-Mas que pedaços de melão que você tem, mina!!
Naquele momento, enfiou um dos peitos dela na boca e começou a chupar desesperadamente, e até começou a morder os bicos, fazendo Karina reclamar e gritar
K-Aiii!! Para, para devagar!! Aiii!!
Mas Loco amassava com uma mão inteira um dos peitos dela, enquanto com a boca chupava e mordia o outro. Enquanto isso, Carlos e Mario olhavam e diziam
C-Mas olha que pedaços de peito que a morena essa tem!!
M-Sim, verdade, impressionante!! E aquele gorila tá comendo eles inteiros, que inveja.
K-Aiii, chega!! Tá doendo, gritava Karina
L-Mas que porra é essa, mina, eu gosto assim!!
E naquele momento soltou ela, Karina ficou parada e o corpo dela pedia, então disse
K-Não fica bravo, continua, continua!!
Loco sorria pro espelho e se agarrou o pau, aí disse...
L - De joelhos, puta!!
Karina sem reclamar obedeceu, na hora Loco agarrou o pau dele e enfiou de uma vez até o fundo da boca dela, Karina não esperava e tentou se soltar, mas Loco segurou ela pela nuca.
L - Eu gosto assim!! Entendeu??
Karina só balançou a cabeça que sim, e Loco começou a foder a boca dela, fazia com violência, fazendo ela engasgar e ter ânsia.
De repente ele tirou o pau e deixou na frente dela, ela sentia o cheiro perto e tentou levar uma mão pra pegar de novo. Mas Loco segurou ela e falou
L - Garota, sabe o que é uma cubana ou russa??
Karina corando respondeu
K - Sei.
Aí do sofá Oso grita
O - Com esses melões, como não vai saber o que é, Loco idiota!!
Loco olhou pra ele e deu uma gargalhada.
L - Tem razão, Oso!! Que peitão ela tem!!
Karina continuava ali de joelhos ouvindo os comentários deles, aí Loco perguntou
L - Quando foi a primeira vez que você fez uma russa, puta??
Karina corando, disse
K - Isso não importa, eu vou fazer pra você.
L - Pra mim importa sim, gritou Loco excitado.
O - Responde, garota. Gritou Oso do sofá
Karina corando falou
K - Aos 16 anos eu fiz pela primeira vez.
Loco sorrindo continuou
L - 16 anos, boa garota... Quem foi o sortudo??
K - Um vizinho, disse ela toda corada.
Aí Loco colocou o pau babado entre os peitos. Karina só levantou as mãos e apertou os peitos, sentia o calor daquele pau, passando pelo meio deles. Loco se mexia rápido, batendo com a cabeça do pau no queixo dela.
L - Vai, gata, tenta chupar ele!!!
Karina esticava a língua e só conseguia lamber parte daquela cabeçona, que entrava e saía sem parar dos peitões enormes dela.
L - Como eu gosto de te usar!!! Gritou Loco.
Naquele momento Karina foi a única que sentiu arrependimento de estar ali. Pensava como tinha chegado a se deixar fazer aquilo, por Esse sujeito. E de repente, Loco parou ela puxando o cabelo dela.
L - Agora vem a parte boa, puta!!
Karina ficou parada, pensou que ele ia levar ela de volta pra mesa, onde Oso tinha comido ela. Oso se aproximou, e os dois ficaram parados dos lados dela, então Loco falou:
L - Gata, quero que você engatinhe até bater na parede!! Aí coloca as mãos no espelho!!
Karina, que já tava no fogo de novo, só disse:
K - Então é melhor eu tirar a venda, caras!
Os dois se olharam, e Loco falou:
- Não, ainda não, melhor!
Karina saiu engatinhando na direção que Loco ajudou indicando, o corpo dela se mexia de um jeito incrível, e lá fora Carlos e Mario olhavam atônitos.
Oso e Loco olhavam de trás como aquela bunda se mexia enquanto ela engatinhava, até que ela chegou no vidro frio e colocou as palmas das mãos contra ele, ficando parada esperando.
Loco olhou pro Oso e, com um sorriso safado, começou a andar até ela, a cara de tesão e desejo dele era foda. Chegou atrás dela e parou. Ficou um tempo admirando a figura de Karina, que esperava ser possuída de novo. Karina não sabia o que Loco ia fazer, só sentia a presença dele atrás e não se atrevia a falar nada.
De repente, naquele momento, a porta se abriu. Loco e Oso se viraram, e apareceu o dono da balada. Os dois ficaram em silêncio e se olharam cúmplices.
Enquanto o dono se aproxima de Karina por trás, lá fora Carlos e Mario tinham ficado chocados e completamente excitados. Então Mario falou:
M - Esse é o filho da puta dono disso! Seu chefe!! O que esse cuzão tá fazendo aí?
C - E Mario, ele deve ter filmado tudo, é um filho da puta, mas paga bem.
M - Não tô nem aí, quase enchi ele de porrada, vou embora!! Ele fodeu minha noite.
E Mario tentou se levantar, na hora Carlos segurou ele e falou:
C - Vai, Mario, não faz um drama!! Vamos ver o que rola e depois vazamos os dois.
Mario hesitou por um segundo, e nesse momento apareceu Oso, que puxou a cortina e perguntou:
O - Já ia embora, amigo?
Mario olhou pra ele. O cara tava todo suado e ofegante.
M—Não, não, melhor eu ficar.
O—Eu recomendo que você fique. Se viu tudo que a gente fez com aquela puta, nem imagina o que vem por aí.
Mário olhou pra dentro e viu aquele filho da puta esfregando as mãos, então perguntou:
M—O que é que vem?
O—O chefe é estranho ter nos interrompido, com certeza tá interessado na puta, coitada. Olha só e vê porque eu tô te falando.
O—Aliás, pedi dois uísques. Cortesia da casa.
Mário e Carlos se entreolharam intrigados. Aí o chefe se aproximou da Karina, ela, sem saber e pensando que era o Loco, continuava tranquila.
O chefe ficou do lado dela e baixou as calças. Então Mário começou a entender tudo: aquele filho da puta tinha um pau bem grosso e comprido, e ainda tava mole.
O chefe bateu na cara da Karina com o pau, sem falar nada. Ela pegou o pau dele e levou à boca, sem perceber que era outro pau que tava segurando. Custou pra ela abocanhar a cabeça daquela rola, passava a língua na cabeça e no tronco.
Nessa hora, o chefe fez um sinal pro Loco e tirou o pau da boca da Karina. Ela ficou parada, sem saber o que fazer. Aí sentiu alguém segurando a cabeça dela por trás — era o Loco, ela não sabia. E ele disse:
L—Fica quieta, puta, e bota a língua pra fora, mais vale fazer direito! Chupa o cu dele um pouco!
Karina tentou virar a cabeça pra trás e gritou:
K—Nãooo!!
Mas era impossível. O Loco segurava a cabeça dela e empurrou pro cu do chefe, que olhava no espelho e ria. Karina sentiu o cheiro horrível e só passou a língua. O nariz dela se perdia entre as nádegas daquele velho, enquanto o Loco apertava mais e mais e gritava:
L—Vai, puta! Chupa! Chupa ou não te solto!
Karina passava a língua no cu dele, vinham ânsias de vômito porque o cara tava sujo e fedorento, quase desmaiando ela fez. Loco Se olhavam com o chefe e caíam na gargalhada.
Enquanto lá fora, Oso comentava com Mario e Carlos.
O — Haha, que filho da puta o chefe, adora que as gostosas lambam o cu dele. Essa aí parece que pegou o gosto, haha.
Mario e Carlos se entreolharam e riram sem graça. Naquele momento, apareceu um garçom com os dois uísques pedidos para ambos.
Mario e Carlos deram um gole no bom uísque servido e continuaram olhando, na expectativa.
O chefe ficou um tempão, até que tirou o cu da cara da Karina. Ela respirou fundo e gritou:
K — São uns filhos da puta!! Nojentos!!
Depois, o chefe se abaixou atrás da Karina e começou a passar a língua no cu dela. Ao sentir aquilo, ela contraiu e um arrepio percorreu seu corpo, já que ninguém nunca tinha nem tentado aquilo antes.
Ele parou por um minuto, olhou no espelho e disse:
J — Agora vamos ver se essa buceta aguenta!!
Karina entrou em pânico e tentou sair daquela posição, mas o Loco a segurou pela frente e o chefe por trás, se acomodando sobre ela com o pau todo duro.
Lá fora, Carlos disse:
C — Olha só, esse filho da puta vai comer a bundinha dessa gostosa!!
Mario, mastigando ódio, só concordou, embora os dois estivessem de pau duro de ver toda a cena.
O chefe cuspiu na própria mão e lubrificou o pau grosso, e, segurando-a pelos quadris, ajeitou ela de um jeito que a bunda da Karina ficasse o mais empinada possível. Depois, apontou aquele pau cheio de veias na direção do cuzinho.
A primeira pressão foi quase interminável para Karina. As paredes do buraco resistiam em receber aquele bruto. Ela começou a chorar e se afogava de tanto chorar e gritar:
K — Aaaiii!! aaaaiiiiggg!! snif snif, pelo amor de Deeeeus!! Tira!! tira!! aaaaiiiii!!
Lá fora, Carlos e Mario se entreolharam, e Oso soltou a gargalhada:
O — Olha como ela se mexe!! Deve estar doendo pra caralho!! hahaha
C — Verdade, esse velho vai arrebentar ela!! Mas bem feito, por ser uma puta que provoca!!
M — Sim, deve estar doendo pra cacete!! Escuta só Esses gritos, ela deve estar morrendo de dor!!
Naquele momento, o chefe deu mais um empurrão, a cabeça penetrou à força e o grito da Karina quase deu pra ouvir na balada inteira. O chefe, olhando no espelho, agarrou a cintura dela e começou a enfiar mais o pau dentro dela, enquanto o cara berrava e ria ao mesmo tempo, e ela apertava as mãos e gritava sem controle.
K-¡¡AAAaahhhhhhhhhhhhhgggggggggggggggyyyy!! ¡¡AAAaggggggggggyyy!! ¡¡Pelo amor de Deus, tira!! Gritava e se contorcia.
O chefe se ajeitou de novo, encaixou o melhor que pôde e empurrou com força, era inacreditável como aquele pau enorme entrava naquela buceta tão apertada. Lá fora, Mario e Carlos já tinham sacado o que tava rolando.
M-Nãooo!! Olha como a mina se contorce!! Como que cabe tudo isso?
C-Pô, verdade, ele vai rasgar ela se continuar assim!! Que delícia que isso tá ficando, hein Mario? E dava uma cotovelada no Mario, pedindo cumplicidade.
M-Sim, Carlos, sim, quero ver como isso termina!!
O Urso, do lado dos dois, ria e dizia:
U-Falei que vocês iam gostar, senhores!!
Os dois olhavam na expectativa, sem perder nenhum detalhe do que o chefe tava fazendo com a Karina.
Depois que o chefe enfiou tudo dentro da Karina, pegou ela pelo cabelo e puxou pra trás com força, dizendo:
J-Tá gostando? Tá tudo dentro, o que cê tá sentindo agora que tá bem empalada?
K-Tira, pelo amor de Deus!! Tiraaaaaaaaaaaaaaaaaaa!! Gritava histérica.
O cara olhava no espelho, se divertindo como nunca, e depois colocava as mãos de novo na cintura dela e tentava, devagar, chegar no fundo dela.
Enquanto isso, Karina não aguentava mais, era insuportável pra ela, sentia aquele pau rasgando tudo por dentro, sentia como ele tava duro e como arranhava o interior dela. Depois que ficou tudo dentro, ele caiu na gargalhada e disse:
J-Agora cê tem tudo dentro, gostosa!! Agora aguenta!!
E pegou de novo o cabelo comprido da morena e puxou pra trás, pra começar a bombar com força. Ela balançava a cabeça de um lado pro outro, ainda. Com a venda nos olhos, ela gritava histérica cada vez mais forte.
K-AAAAhhhhhyyyyyyyyyyyyy!!! aaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyhhh!!! Tira logo!! Por favor!! Você tá me matando!!!
Mas o chefe, longe de dar ouvidos, ria e bombava com mais força, tava alucinado, fora de si, olhava no espelho e ria enquanto montava nela.
Lá fora, Carlos e Mario olhavam pasmos.
M-Não acredito, como esse filho da puta fode ela!!
C-Ele tá arrebentando ela toda, bem feito por ser uma puta gostosa!!
Então o Oso falou.
O-O que acontece é que o chefe sempre toma viagra pra essas ocasiões, então deve tá no talo, ainda mais com a gostosa que ele tá montando!! Olha como esses peitos balançam!!
M-Simmm!! os peitos são enormes, e balançam a cada estocada que seu chefe dá.
Mario olha pro Carlos, os dois tão excitados vendo a cena.
C-Olha como ela geme... como ela sofre... como tão metendo nela gostoso!! Essa mina me deixa doido!!
Oso falava pra eles.
O- Senhores, a minhoca tá bem presa no anzol... boa pescaria – Dizia aos berros de risada.
M- Ele tem razão... ela se mexe que nem uma minhoca espetada... – E também ria.
Lá dentro, o Chefe gemia e resmungava que nem um touro a cada estocada que dava na pobre Karina, ela sentia até ódio em cada investida, mas só podia gritar e esperar o cara terminar.
Naquela hora, o Chefe montando mais em cima dela, gritou.
J-Agora aguenta porque vou arrebentar esse seu cu!! Haha
E na mesma hora enterrou de novo e começou a bombar que nem um louco. O chefe puxava ela pelos cabelos pra trás e ria, montando nela como se fosse um cavalo, de repente diminuiu o ritmo por uns minutos, e começou a curtir aquela metida de outro jeito, tirava quase tudo e enfiava de novo até o saco de uma vez. Karina gritava a cada estocada.
K-¡¡AaAAAhhhh!! ¡¡Ahhhhhyyy!! ¡¡AAaaaaggg!!
Karina apertava os dentes com força, nunca tinha sentido uma dor tão forte e o pior é que sabia que naquele momento ela era só um objeto pra saciá-los, uma bunda gostosa, algo que podiam sujar à vontade. Só pensava que esse tormento acabasse logo.
De repente, o Chefe ficou parado em cima dela e disse
C- Já comi muita piranha, mas nunca comi uma gostosa assim... tão peituda... tão cheia de carne por todo lado!
Aí num movimento rápido, puxou o cabelo dela e tirou a venda que cobria o rosto da Karina sem perceber, agarrou ela pela cintura e com mais força voltou a meter sem parar.
K- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaai... che...ga!!!... ai... aaa... meu cu...!!! – Gritava a Karina.
Lá fora, o Urso dizia
U- Olha como ela reclama... como sofre... como entrega essa bunda!! ui como me excita essa mina!!
O Mario tinha ficado paralisado, rapidamente reconheceu a filha, os olhos se encheram de lágrimas, o coração disparou e parecia que o tempo tinha parado. Enquanto via aquele desgraçado metendo nela sem dó por trás.
O chefe continuava metendo, até que parou de repente e enfiou até o fundo, esperou e gozou dentro do cu da Karina, depois tirou, e do buraco começou a sair porra aos borbotões. Enquanto ele ria às gargalhadas, a Karina desmaiou no chão, exausta, caída de bruços.
O Mario olhava e não sabia o que fazer, as lágrimas estavam prestes a cair dos olhos, não podia ficar ali ou iam perceber, pensou, então num movimento rápido, disse.
M- Tenho que ir, rapaziada.
O Mario olhou estranho e levantou com ele, o Mario queria ir embora, queria sair dali naquele momento. Então o Carlos disse
C- Por que você vai, Mário? Não gostou do show, por acaso?
M- É que tenho que ir, vamos?
C- Vai na fé, Mário, eu vou ficar pra ver se como um pouco dessa morena. Disse o Carlos enquanto tirava a calça e virava em direção ao quarto.
O Mario fechou o punho e lagrimejou, mas não podia fazer nada. Saiu quase correndo, tentando disfarçar a dor. Muito obrigado e, como falei no começo, essa é a minha primeira história escrita desse jeito, espero que tenham gostado.
Por favor, peço comentários e avaliações.
Muito obrigado a
Ivan
Jhon
Karla
E se alguém quiser me ajudar a escrever e/ou editar (corrigir erros de redação, ortografia, parágrafos, etc), me escrevam: walum7@hotmail.com
2 comentários - Safada no baile
hacete la segunda parte