Oi, voltei com meus relatos. Tive um pouco de trabalho e também uma preguiça da porra, então decidi fazer o possível pra postar conto todo domingo, embora até os domingos tenham sido corridos ultimamente. Enfim, sem mais delongas, lá vai o relato.
Tava um dia de boa quando minha mãe me chamou pra comer. Na sala de jantar, encontrei minha prima mais nova, uma mina de apenas 19 anos, muito gostosa, que eu não via há um ou dois anos. Pra ser sincero, não sou muito apegado à família. Cumprimentei ela normal, e minha mãe disse que ela ia ficar em casa durante as férias e dormiria no quarto que a gente usava como depósito, que fica bem do lado do meu. Então, naquele dia, eu teria que ajudar minha prima a limpar o quarto enquanto minha mãe saía pra fazer compras.
Chegou o meio-dia e a gente começou a limpar. Pude apreciar bem o corpo da minha prima, que se chama Luisa. Ela é um pouco alta, tipo 1,70 mais ou menos, é magrinha, mas tem uns peitinhos lindos, umas pernas muito bem trabalhadas. Mas o que mais me surpreendeu foi a bunda dela, bem definida, uma coisa linda. E com o shortinho que ela tava usando, dava pra ver que ela tava de calcinha fio dental, que deixava aparecer um pouco aquele negócio que chamam de camel toe. Dava pra ver uns lábios vaginais volumosos e macios. No geral, uma beleza que me chamou a atenção e provocou uma ereção imediata. Então, decidi deixá-la nervosa com meu pau duro.
A gente começou a limpar o quarto, e eu aproveitava cada oportunidade pra deixar minha ereção bem óbvia. Ela percebeu, porque parecia meio nervosa, mas olhava pra mim sempre que podia, achando que eu não notava. Aí, vi umas prateleiras que eram meio altas e falei:
— Vou pegar uma escada pra tirar as coisas dessa prateleira, aí você pode usar.
— Tá bom, assim vou colocar minhas coisas aí — ela disse com uma vozinha baixa, nervosa.
Fui pegar a escada, subi nela e comecei a passar as coisas pra ela. Meu pau ficava quase na altura do rostinho dela. Ela, toda nervosa, pegava as coisas. Então, numa dessas, ajeitei meu pau pra ficar ainda mais evidente e aproximei ele demais da cara dela, quase... Toquei o nariz dela com meu pau, ela quase saiu correndo para o banheiro, voltou e decidi não brincar mais com ela, terminamos a limpeza e ela arrumou suas coisas. Aquela noite foi tranquila, só espiei um pouco por um buraco que tem entre os quartos por onde passava um cano antigo, mas só a vi dormindo. Fui dormir e no dia seguinte ela ainda falava pouco comigo, acho que por causa da lembrança do meu pau quase tocando o rosto dela.
Naquela noite, fui deitar no meu quarto e ouvi pequenos barulhos vindos do quarto da Luisa. Dei uma espiada pelo buraco e, para minha surpresa, a vi se masturbando vigorosamente, gemendo baixinho. Fiquei olhando por um tempo e percebi que meu pau estava ereto, então decidi enfiá-lo no buraco para ver o que a Luisa faria. E foi o que fiz. No começo, ouvi ela se surpreender, depois ouvi passos se aproximando e depois... nada. Comecei a tirar quando senti a mão dela me segurando e ela começou a me masturbar gostoso. Depois senti a língua dela passando por ele e ouvia seus gemidos, daqueles que as mulheres fazem quando estão chupando e se masturbando ao mesmo tempo. Senti ela apertando com os lábios e acho que naquele momento ela teve um orgasmo, porque chupou com mais força e foi quando eu soltei toda minha porra na boca dela. Ouvi ela engasgar e se levantar. Foi dormir, pelo que vi, mas acho que ainda estava acordada. No dia seguinte, tomamos café normalmente e ela não disse nada. Minha mãe anunciou que ia sair e voltaria no final da noite do dia seguinte. Ela foi com minha avó e só meu pai ficaria conosco. Claro que, quando minha mãe saiu às 13h, meu pai foi pro bar. Eu sabia que isso significava que ficaríamos sozinhos até as 3 da madrugada. Fui ver TV no meu quarto e, estranhamente, ela pediu pra me acompanhar. Sentou ao lado da minha cama e eu me deitei de pijama. Estávamos assistindo um filme e parei de olhar pra tela, fixando meu olhar na minha prima, que usava um short parecido com o do dia da limpieza. Lembrei daquela noite e meu pau começou a... reagi e ela percebeu, e nervosa me disse:
- Ei, isso que fizemos na outra noite tá errado - falou com um pouco de medo - por mais que a gente tenha gostado de fazer, a gente tem que parar - disse enquanto eu me ajeitava.
- Você gostou daquela noite? - perguntei.
- Sim, foi muito gostoso - respondeu.
Naquele momento, tirei meu pau pra fora e ela engoliu em seco. Comecei a me masturbar e ela me olhava com cara de surpresa.
- Toca aqui - falei.
Ela automaticamente levou a mão até meu pau e começou a masturbar. Peguei a cabeça dela e aproximei do meu pênis; ela engoliu em seco de novo.
- Só dessa vez, tá? - disse, como se acreditasse nas próprias palavras.
Ela começou a chupar como na outra noite. Da minha parte, falei:
- Sobe em cima de mim, coloca sua coisinha na minha cara - ela concordou e fez. Comecei a lamber sua coisinha com o short ainda vestido, depois puxei e vi que seus lábios vaginais eram carnudos e macios, com pouco pelo.
Ela gemeu. Então tirei o pênis da boca dela e tirei o short completamente.
- O que você tá fazendo? - perguntou, enquanto eu a deitava e subia nela pra fazer na posição papai e mamãe.
- Você tá louco, isso não, não enfia - disse, sem fazer nada pra evitar.
Comecei a meter e a atitude dela mudou: começou a mexer o quadril como pedindo mais. Então ela teve seu orgasmo.
- Aaaaaahhhhhh - gemeu e se molhou - enfia mais, primo, enfia mais - gritava.
- Me come, primo, mais forte, me dá mais - gritava enquanto eu metia.
- Quer que eu pare de fazer isso? - perguntei.
- Não, continua fazendo - respondeu.
- A gente vai fazer todo dia e quando eu quiser? - perguntei.
- Sim, quando você quiser pode me comer - respondeu.
- Então vou te comer quando eu quiser - falei, e me veio à mente que poderia realizar meu sonho de ter uma garota à disposição sempre que eu quisesse.
Continuei perfurando sua coisinha até que ela anunciou o orgasmo. Ela ficou deitada extasiada e eu, que estava quase gozando, decidi dar tudo no rosto lindo dela. Ela nem virou pra me olhar, só recebeu na cara. Fui lavar meu pau e, quando estava no banheiro, ela entrou e lavar-se. -quando vamos fazer de novo? - ela perguntou Meu pau ficou ereto de novo, agarrei ela pelo cabelo, inclinei ela sobre a pia e a penetrei. Ela gemeu e gritou, fizemos isso por um tempo até que eu gozei na bunda dela. Desde então, transamos quando eu quero, onde quer que seja. Ela virou uma espécie de escrava para mim, tanto que decidiu vir estudar na mesma faculdade que eu e morar em casa com a minha família. E agora que minha mãe trabalha e meu pai saiu de casa, tenho mais tempo para ficar com ela e realizar minhas fantasias com ela.
E bem, essa é uma imagem de uma garota que parece com minha prima Luisa, especialmente na bunda.
Bom, esse foi o relato da semana, é só uma fantasia, claro. Eu adoraria realizar essa ideia de ter uma gostosa sempre disposta a transar comigo em qualquer lugar.
Valeu por ler meu relato, até logo.
Tava um dia de boa quando minha mãe me chamou pra comer. Na sala de jantar, encontrei minha prima mais nova, uma mina de apenas 19 anos, muito gostosa, que eu não via há um ou dois anos. Pra ser sincero, não sou muito apegado à família. Cumprimentei ela normal, e minha mãe disse que ela ia ficar em casa durante as férias e dormiria no quarto que a gente usava como depósito, que fica bem do lado do meu. Então, naquele dia, eu teria que ajudar minha prima a limpar o quarto enquanto minha mãe saía pra fazer compras.
Chegou o meio-dia e a gente começou a limpar. Pude apreciar bem o corpo da minha prima, que se chama Luisa. Ela é um pouco alta, tipo 1,70 mais ou menos, é magrinha, mas tem uns peitinhos lindos, umas pernas muito bem trabalhadas. Mas o que mais me surpreendeu foi a bunda dela, bem definida, uma coisa linda. E com o shortinho que ela tava usando, dava pra ver que ela tava de calcinha fio dental, que deixava aparecer um pouco aquele negócio que chamam de camel toe. Dava pra ver uns lábios vaginais volumosos e macios. No geral, uma beleza que me chamou a atenção e provocou uma ereção imediata. Então, decidi deixá-la nervosa com meu pau duro.
A gente começou a limpar o quarto, e eu aproveitava cada oportunidade pra deixar minha ereção bem óbvia. Ela percebeu, porque parecia meio nervosa, mas olhava pra mim sempre que podia, achando que eu não notava. Aí, vi umas prateleiras que eram meio altas e falei:
— Vou pegar uma escada pra tirar as coisas dessa prateleira, aí você pode usar.
— Tá bom, assim vou colocar minhas coisas aí — ela disse com uma vozinha baixa, nervosa.
Fui pegar a escada, subi nela e comecei a passar as coisas pra ela. Meu pau ficava quase na altura do rostinho dela. Ela, toda nervosa, pegava as coisas. Então, numa dessas, ajeitei meu pau pra ficar ainda mais evidente e aproximei ele demais da cara dela, quase... Toquei o nariz dela com meu pau, ela quase saiu correndo para o banheiro, voltou e decidi não brincar mais com ela, terminamos a limpeza e ela arrumou suas coisas. Aquela noite foi tranquila, só espiei um pouco por um buraco que tem entre os quartos por onde passava um cano antigo, mas só a vi dormindo. Fui dormir e no dia seguinte ela ainda falava pouco comigo, acho que por causa da lembrança do meu pau quase tocando o rosto dela.
Naquela noite, fui deitar no meu quarto e ouvi pequenos barulhos vindos do quarto da Luisa. Dei uma espiada pelo buraco e, para minha surpresa, a vi se masturbando vigorosamente, gemendo baixinho. Fiquei olhando por um tempo e percebi que meu pau estava ereto, então decidi enfiá-lo no buraco para ver o que a Luisa faria. E foi o que fiz. No começo, ouvi ela se surpreender, depois ouvi passos se aproximando e depois... nada. Comecei a tirar quando senti a mão dela me segurando e ela começou a me masturbar gostoso. Depois senti a língua dela passando por ele e ouvia seus gemidos, daqueles que as mulheres fazem quando estão chupando e se masturbando ao mesmo tempo. Senti ela apertando com os lábios e acho que naquele momento ela teve um orgasmo, porque chupou com mais força e foi quando eu soltei toda minha porra na boca dela. Ouvi ela engasgar e se levantar. Foi dormir, pelo que vi, mas acho que ainda estava acordada. No dia seguinte, tomamos café normalmente e ela não disse nada. Minha mãe anunciou que ia sair e voltaria no final da noite do dia seguinte. Ela foi com minha avó e só meu pai ficaria conosco. Claro que, quando minha mãe saiu às 13h, meu pai foi pro bar. Eu sabia que isso significava que ficaríamos sozinhos até as 3 da madrugada. Fui ver TV no meu quarto e, estranhamente, ela pediu pra me acompanhar. Sentou ao lado da minha cama e eu me deitei de pijama. Estávamos assistindo um filme e parei de olhar pra tela, fixando meu olhar na minha prima, que usava um short parecido com o do dia da limpieza. Lembrei daquela noite e meu pau começou a... reagi e ela percebeu, e nervosa me disse:
- Ei, isso que fizemos na outra noite tá errado - falou com um pouco de medo - por mais que a gente tenha gostado de fazer, a gente tem que parar - disse enquanto eu me ajeitava.
- Você gostou daquela noite? - perguntei.
- Sim, foi muito gostoso - respondeu.
Naquele momento, tirei meu pau pra fora e ela engoliu em seco. Comecei a me masturbar e ela me olhava com cara de surpresa.
- Toca aqui - falei.
Ela automaticamente levou a mão até meu pau e começou a masturbar. Peguei a cabeça dela e aproximei do meu pênis; ela engoliu em seco de novo.
- Só dessa vez, tá? - disse, como se acreditasse nas próprias palavras.
Ela começou a chupar como na outra noite. Da minha parte, falei:
- Sobe em cima de mim, coloca sua coisinha na minha cara - ela concordou e fez. Comecei a lamber sua coisinha com o short ainda vestido, depois puxei e vi que seus lábios vaginais eram carnudos e macios, com pouco pelo.
Ela gemeu. Então tirei o pênis da boca dela e tirei o short completamente.
- O que você tá fazendo? - perguntou, enquanto eu a deitava e subia nela pra fazer na posição papai e mamãe.
- Você tá louco, isso não, não enfia - disse, sem fazer nada pra evitar.
Comecei a meter e a atitude dela mudou: começou a mexer o quadril como pedindo mais. Então ela teve seu orgasmo.
- Aaaaaahhhhhh - gemeu e se molhou - enfia mais, primo, enfia mais - gritava.
- Me come, primo, mais forte, me dá mais - gritava enquanto eu metia.
- Quer que eu pare de fazer isso? - perguntei.
- Não, continua fazendo - respondeu.
- A gente vai fazer todo dia e quando eu quiser? - perguntei.
- Sim, quando você quiser pode me comer - respondeu.
- Então vou te comer quando eu quiser - falei, e me veio à mente que poderia realizar meu sonho de ter uma garota à disposição sempre que eu quisesse.
Continuei perfurando sua coisinha até que ela anunciou o orgasmo. Ela ficou deitada extasiada e eu, que estava quase gozando, decidi dar tudo no rosto lindo dela. Ela nem virou pra me olhar, só recebeu na cara. Fui lavar meu pau e, quando estava no banheiro, ela entrou e lavar-se. -quando vamos fazer de novo? - ela perguntou Meu pau ficou ereto de novo, agarrei ela pelo cabelo, inclinei ela sobre a pia e a penetrei. Ela gemeu e gritou, fizemos isso por um tempo até que eu gozei na bunda dela. Desde então, transamos quando eu quero, onde quer que seja. Ela virou uma espécie de escrava para mim, tanto que decidiu vir estudar na mesma faculdade que eu e morar em casa com a minha família. E agora que minha mãe trabalha e meu pai saiu de casa, tenho mais tempo para ficar com ela e realizar minhas fantasias com ela.
E bem, essa é uma imagem de uma garota que parece com minha prima Luisa, especialmente na bunda.Bom, esse foi o relato da semana, é só uma fantasia, claro. Eu adoraria realizar essa ideia de ter uma gostosa sempre disposta a transar comigo em qualquer lugar.
Valeu por ler meu relato, até logo.
1 comentários - Minha prima e a bunda na parede