— Vale, valeu pela ajuda, agora entendi melhor a física — disse um amigo da aula.
— Quando quiser, e lembra de decorar bem essas duas fórmulas e estudar as leis de Newton — falei num tom de "de nada".
É assim que sou. Ajudando as pessoas nas matérias ou nos assuntos que elas não entendem. Sou o cara mais inteligente da escola, consigo saber mais a fundo do que o professor pode ensinar, e às vezes até prever o que as pessoas vão me dizer ou fazer. Não sou um mutante nem alguém saído de um laboratório de inteligência, só nasci com uma mente foda, mas é isso: vou entrar na faculdade em breve e ainda não transei com nenhuma mina, nem me chuparam ou tocaram. Por quê? Não precisa, não sou muito atraente. Meus óculos me fazem parecer um cara estranho, não sou nem magro nem gordo, mas todos os caras daqui são meio atléticos. Eu seria o oposto do que uma garota quer na aparência de alguém, já que elas não notam meus sentimentos, minha gentileza, sinceridade, solidariedade, e até meu lado amoroso e cheio de detalhes. Mas fazer o quê, é a minha vida.
— Fala, mano, valeu por me emprestar teu caderno de matemática, tô te devendo essa — disse um dos meus amigos de infância.
— De nada, mas se liga, ainda faltam quatro dias pra acabar a semana de provas.
— Eu sei, eu sei, mas com você como meu professor, não tem erro — ele falou rindo e me dando um tapinha de amizade no ombro —. E aí, que tal depois da aula a gente testar o novo jogo que lançou?
— Não vou poder... tenho que estudar — queria jogar aquele jogo novo, mas primeiro as prioridades.
Ah, qual é... você é o mais inteligente da sala, não acho que... — de repente, algo distraiu ele, e acho que sei o que foi — gostosa às 6 horas.
A gostosa que ele se referia era a garota mais linda e sensual da escola, chamada Melani. Pele branca, cabelo loiro, olhos azuis, peitos grandes e firmes, pernas... em poucas palavras, era uma deusa em carne e osso. Como de costume, era a mais popular e, claro, a mais desejada. Formadora do time de líderes de torcida, chefe de grupo, festeira... bom, você já sabe o normal, embora o mais estranho não só pra mim, mas pra escola inteira é que ela não tem namorado. Não que seja da minha conta, mas acho estranho uma garota com um corpo gostoso não ter um cara, e ainda recusou os caras mais bonitos do colégio.
— Caralho, amigo, o que eu daria pra meter meu pau no cuzinho dela e deixar cheio de porra — disse ele babando horrores sem tirar os olhos da garota.
— Hehe... você e todos os caras dessa escola. Ia formar uma fila, você não ia conseguir — tirei um pouco sarro dele.
— Hahaha e você, hein? Não mente que também já pensou em comer ela. Além disso, imagina só, você perdendo a virgindade com ela... amigo, você não seria mais o mesmo, seria o escolhido, tocado por Deus.
— Não vou mentir, admito, mas tem que ver a expectativa e depois a realidade... essa mina é um nível acima, quase inalcançável.
— Tá, tá, não precisa se achar o filósofo — dei uma risadinha da piada dele — mas é melhor fantasiar um pouco.
Pouco depois tocou o sinal, hora de continuar com os estudos. De qualquer forma, faltam três matérias e o dia de escola acaba hoje.
Era isso. As aulas terminaram, hora de descansar. Enquanto caminhava até meu armário pra pegar meus livros, ouvi uma voz doce de mulher me chamando. Olhei pros dois lados, mas não encontrei, até que alguém tocou meu ombro. Virei devagar e era a Melani? Não esperava por essa, pra ser sincero.
— Mmmm, oi, como você tá? — ela perguntou, mas a voz era tímida, embora doce, eu adorava.
— Tô bem, obrigado, espero que você também esteja bem — respondi sendo educado, mas sem nervosismo, nunca fui assim.
— Muito obrigada, hmm, ouve? Você poderia me ajudar numa coisa? — ela perguntou.
— Claro, o que você precisa? — perguntei.
— É que preciso de ajuda com uma matéria, química; é a matéria que tenho dificuldade, e vão aplicar no último dia da semana de provas e, bom... queria que você fosse meu tutor nos dias que faltam pra mim. exame.
—Bom, aham, eu posso, mas também tenho que estudar e...
—Por favor, não quero rodar de novo em química e você pode me ajudar, sério, tô te pedindo — disse ela me interrompendo enquanto tocava minhas mãos.
Naquele momento, três coisas aconteceram. Primeira: ela segurava minhas mãos... eu já via isso vindo, sim, mas ao sentir, eram macias como se eu tocasse uma nuvem de verdade; segunda: todo mundo ficou olhando pra ela e pra mim, era estranho, ninguém nunca viu alguém conversar?; e terceira: não sei o que foi, mas juro que a voz dela, sei lá, angelical me atraiu, então aceitei. Ela escreveu o endereço dela num pedaço de papel. Nos últimos dois dias, fui na casa dela, estudávamos cinco horas, eu sei, era cansativo e mais ainda pra ela, principalmente quando eu passava exercícios, embora não tão difíceis; mas ela aprendia rápido, e eu até conhecia ela um pouco melhor, mas não tanto; mas não vou mentir, toda vez que olho pra ela, o corpo dela, os peitos dela, o rostinho lindo... não sei, cresce algo que sinto que pode rolar, mas não sei o quê.
É o último dia de ensinar química pra ela, bom, o mais importante pra prova dela. Cheguei na casa dela, uma casa enorme, bonita, com um jardim grande. A mãe dela me recebeu e me convidou pra entrar; eles iam viajar, percebi pelas malas prontas e duas passagens de avião pra Londres, são gente de negócios.
— Melani, desce, seu amigo já chegou — gritou a mãe dela.
— Já vou, me dá um minuto — disse ela respondendo lá de cima, no quarto.
— Obrigada por ajudar minha filha com os estudos, ela precisava muito — disse ela me agradecendo.
— Não tem de quê, gosto de ajudar.
— Bom, a gente tem que ir, se quiser pode sentar na sala, filha, já vamos e não faça seu amigo esperar.
Não ouvi a resposta da Melani nem dos pais dela esperando, já que eles se despediram e estavam lá fora. Aceitei a oferta de sentar, mas durou pouco; vi a Melani descendo, ela tava com o uniforme de líder de torcida vermelho e branco, estranho, ela não usava quando a gente tava na escola, ela só usa quando treina e torce pelo time, além disso, esse... Era outro, a saia era mais curta, e mostrava os peitos dela, e o outro era igualmente gostoso, mas mais coberto.
— Oi — ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, foi a primeira vez que senti um beijo dela.
— Oi, já é seu último dia de estudo, e o melhor é que esse assunto é fácil e você vai aprender rápido.
— Que bom, e sim, aprendi melhor do que com o professor de química.
— Beleza, vamos, pra gente terminar rápido e você poder fazer o que quiser depois — falei enquanto me dirigia pra sala de jantar, já que a gente estudava lá.
— Ahm, espera — ela me parou — vamos pro meu quarto, vai ser mais confortável, ainda mais por ser o último dia.
— Como você quiser. Subimos pro quarto dela, nunca tinha entrado nos poucos dias que estive aqui. Ao entrar, notei o rosa claro e branco do cômodo, bichinhos de pelúcia num instante, pôsteres de famosos e um monte de coisas. Graças a isso, dava pra deduzir o que mais poderia saber sobre ela, embora não estivesse ali pra isso, estava ali pra ajudá-la a estudar.
Quase duas horas depois...
— Pronto. Já terminamos o assunto, é só isso.
— Sério? Nossa, você tava certo, e sim, entendi, você é o melhor — disse me abraçando.
— Hehe, beleza, ok, ok, e então, eu tenho que ir.
— V-você tem que ir mesmo? — falou com a voz meio trêmula.
— Ué, se não tem mais nada, com o que estudamos, os exercícios e tal, te garanto que vai tirar uma boa nota. Além disso, te falei que isso não ia demorar muito — peguei minhas coisas e me preparei pra sair.
— Ma-mas por que você não fica nas horas que faltam? — ainda falava com a voz cortada e meiga.
— Acho que não, não teria motivo, você ia ficar entediada, eu não saberia do que falar com você, então melhor aproveitar, o dia tá livre.
— Tem certeza? — perguntou, mas com um tom mais triste que até me deu uma ternura.
— Certeza, a gente se vê amanhã — já estava quase saindo do quarto dela quando ela me chamou.
— Um... momento, antes de ir, quero te pedir um último favor — disse com um tom meio alarmante e ao mesmo tempo calmo.
Eu sabia que era algo relacionado a nós dois, que era pra eu dizer que não a ajudasse a estudar. ou algo assim, mas eu perguntei qual era a favorita dela.
- Prô... promete que não vai ficar brava com isso? - ela disse, fechando os olhos e colocando os dedos nos lábios.
Eu não entendia muito bem o que ela dizia, ia pedir pra ela se explicar, mas não consegui, porque ela se jogou em cima de mim e os lábios dela bateram nos meus. Foi um baita susto, ela tá me abraçando e não solta, eu tô correspondendo o beijo, me faltou o ar, preciso respirar, mas esses lábios, sabe, brincalhões, caralho, não quero parar de provar eles, mas tô sem ar, preciso respirar.
- Por que foi isso? - falei enquanto afastava a Melani devagar.
- Vo... você disse que não ia ficar brava - a voz dela começou a falhar, parecia que ia chorar.
- Não tô, juro, mas por que você me beijou?
- É... bom... não... não posso te contar, é complicado.
- Não acredito, você me beijou e deve ser por algo, você apostou que ia me beijar? - perguntei enquanto tirava os restos de batom que estavam nos meus lábios, mesmo não querendo.
- N... não
- Então?
- Falei que você não ia entender - ela tava quase chorando, não tava pressionando ela, mas ela tem que me dar uma resposta.
- Não, não chora, sim, olha, não vou ficar brava se era um plano com seus amigos ou algo assim, ou me iludir com você, sei lá, se você se arrependeu... eu falava o que podia pra fazer ela se sentir bem, mas os olhos dela começaram a encher de lágrimas, eu devia calar a boca e é melhor ir embora.
- É melhor eu ir... tudo bem se você não quiser me contar o que...
- É que eu te amo!!!
Certo, isso nunca poderia ter passado nem nos meus sonhos, ela me dizendo que me ama, eu podia rir, mas era sério, dava pra ver nos olhos azuis claros dela. Deixei minha mochila cair e queria que ela tirasse o que tinha dentro e me dissesse por quê.
Ela me disse que sentia atração por mim desde os anos que a gente entrou junto no colégio, ela não era de procurar caras gostosos, com corpo bonito, com dinheiro e essas coisas, ela reparava mais nas emoções e nunca encontrou, porque eu era muito inteligente e ela pensava que eu não ia reparar nela, também me disse que queria me falar que gostava de mim. Mas a popularidade veio nela por ser líder de torcida, e se ela me contasse, todo mundo ia zoar ela, e eu entendia. Ela é muito sensível com sentimentos, frágil como uma rosa.
— Por favor, não fica bravo, não pensa mal de mim...
— Não interpreta errado, já — ela disse enquanto levantava levemente o rosto pra me olhar e parar de chorar. Reconheço que foi muito lindo e corajoso ela me falar isso.
Ela ainda tava chorando, por quê? Eu devia saber, a menos que minha presença estivesse incomodando ela.
Eu me agachei pra ficar na altura dela, que tava sentada na cama.
— Vou embora, acho que você continua assim por minha causa, descansa melhor já que... — ela não me deixou terminar e me empurrou na cama dela. Em seguida, ela tá em cima de mim ainda me beijando, mas dessa vez o beijo não foi igual ao primeiro, era mais carente e ardente. Eu fiz o mesmo, beijando ela de volta, não queria pensar, só sabia que os lábios que eu beijava eram maravilhosos. Daí ela pega minha mão e coloca num dos peitos dela.
— Melani... o que você tá tentando fazer? — mas ela me cala.
— Shhh... eu te amo e vou te mostrar que sim, quero que minha primeira vez seja com você — daí ela mostra os peitos dela.
Eu sabia que não era certo, não era uma forma adequada de alguém demonstrar amor pela primeira vez, mas algo me inquietava também, eu queria fazer, queria foder com ela agora.
De novo nossos lábios se uniram enquanto ela acariciava os peitos grandes dela e eu tocava a bunda dela, sentia e massageava. Daí era eu quem tava por cima dela, mas agora comecei a beijar os peitos dela, brancos, grandes e com os biquinhos rosados, enquanto chupava, ouvia os gemidos da Melani, caralho, isso é real, tô chupando e fazendo gemer com minhas lambidas a garota que se considera uma deusa. Em mim cresce o calor, o desejo cada vez que provo a pele dela.
Agora ela tá em cima de mim, mas daí ela desce até minha cintura e começa a desabotoar minha calça...
— Ei, espera, você não devia... — falei, mas ela me calou do mesmo jeito.
— Fica tranquilo, já vi em vídeos, sei como fazer — ela disse, mas sua... Minha voz ainda continuava suave e angelical, mas mais quente e sexy.
— Tem certeza? Você não é obrigada — falei firme e gentil.
— Quero que você saiba que isso é parte do meu amor, quero me entregar a você e te mostrar que isso eu faço por amor.
Sei que existe mais de um jeito de expressar amor por alguém, mas isso... sinto que tem alguém que tomou conta do meu corpo e está seguindo o ritmo do desejo, é algo que nunca experimentei e não quer se controlar, mas eu luto, sei que se não controlar, vou virar um selvagem.
Ela começou a me masturbar devagar enquanto dava pequenas lambidas, como se meu pau fosse um pirulito de sabor que ela gostasse muito, começa cada vez mais gostoso quando saboreia, até enfiar na boca. Isso é algo fora de série, nunca me deram um boquete, mas ela está me dando, é algo delirante, molhado e macio ao mesmo tempo, os lábios dela derretem meu pau, toco o cabelo branco dela pra ela continuar, gosto do que sinto... já não aguento mais, vou tirar.
— Melani... acho que vou gozar — minha voz falhou.
— Pode gozar, meu amor, quero provar sua essência, goza.
Eu gozei na boca macia dela. Meu coração quase saiu do peito, sinto meu corpo relaxar.
Agora tenho que retribuir o favor que ela me fez... Agora estava de novo em cima dela, mas igual nos quadris dela, levantei a saia dela embora não parecesse necessário, era curta, tirei meus óculos, estavam atrapalhando. Vi a calcinha dela e estava meio molhada, ela estava excitada como eu. Abaixei a calcinha dela devagar até tirar e joguei num canto do quarto dela. Ajeitei ela numa posição boa e confortável pra ela e comecei a beijar a buceta rosada dela, era suculenta, parecia que o gosto do corpo dela era uma mistura de morango com maçã, eu gostava da buceta dela, lambia, beijava, chupava e sugava aquele tesouro enorme. Ela gemia, mas de um jeito diferente, o gemido dela era ainda mais claro e lindo, acariciava meu cabelo.
— É lindo o que você faz comigo, meu amor, me sinto no céu, não para. por favor, continua.
Eu te amo, meu amor, isso é real e minha mente já age com minha inteligência, em troca eu encho isso de desejo. Nunca tinha feito isso antes, até assisti vídeos pornô, mas parecia que eu fazia como um expert no assunto. Mas não me importava, o que eu sentia é algo indescritível em mim, mas eu gostava, ela gostava.
Depois de um tempo, ela me disse que algo queria sair e parecia que ela tinha se mijado, mas não era, era mais o sêmen feminino. Ela estava ofegante, eu ouvia a respiração dela, ela se sentou e me trouxe de volta aos lábios dela, não nos importamos de ter o gosto dela no meu pau e eu na buceta dela, só sentíamos a mesma coisa.
Ela parou de me beijar e sussurrou no meu ouvido: "estou pronta", seguido de um abraço delicado. Eu sabia que ela se referia a estar pronta, era a hora de perder nossa virgindade.
Ela tirou o uniforme de líder de torcida e eu também tirei minha roupa. Ficamos os dois pelados, nunca tinha ficado nu na frente de alguém, mas não senti vergonha, nem ela, ela não cobria os peitos nem a buceta. Agora era minha vez de beijá-la, beijei suave como ela enquanto ela passava as mãos na minha cabeça e nuca, enquanto eu acariciava a bochecha dela e as coxas dela, enquanto a deitava, delicadamente. Paramos de nos beijar e nos olhamos, os olhos dela começaram a brilhar, pareciam estrelas fabulosas, que quase dava para pedir um desejo. Ela tocou meu peito e disse: "faz". Era hora, afastei um pouco as pernas dela e as abri levemente, meu pau estava na posição, rocei por alguns segundos até começar a meter pra dentro. Ela disse que também era virgem e não sei se meu pau é grande ou pequeno pra ela, mas eu tinha que fazer com cuidado, devagar, eu via o rosto da Melani, ela apertava os olhos como de dor, até que meti completamente, mas ela deu um pequeno grito de dor e vi escorrerem umas lágrimas.
— Melani, tô te machucando, acho que não deveria — falei preocupado quando a vi.
— Não... tô bem, só não se mexe por um momento.
Fiz o que ela pediu. Deixei ela respirar o tempo que precisava, o que foram uns segundos.
— Pronto, já tô bem, já pode se mexer — ela disse, mas ainda com a voz chorosa. Também não quero machucá-la, mas ela me pede pra fazer isso, eu tenho que fazer.
Meus quadris se movem devagar, vejo o rosto dela ainda de olhos fechados, mas a expressão de dor já tinha sumido. Eu ouvia ela gemer baixinho, enquanto eu ainda não acreditava. Agora eu achava que tava num lugar mais lindo que o próprio céu, eu tava com ela, com meu pau dentro da buceta dela. É meio apertada, mas é óbvio, por isso eu sabia que tinha que meter devagar. E, na real, quando cheguei no fundo, senti que já tava conectado com o corpo dela, algo que nem nos sonhos alguém ia querer ter.
— Agora somos um, amor. Isso mostra que te amo. Talvez você diga que tem outros jeitos, sim, eu sei, também acredito, mas isso é especial. Te dei minha virgindade, é algo que jurei dar pro homem que fosse ficar comigo com um grande amor.
Parecia que antes ela tinha entrado na minha cabeça, mas ela me dizer "te amo" parece que também tô amando ela. Talvez porque pensem que é porque tô comendo ela, não, é algo que o coração diz, não minha cabeça nem minha razão.
— Continua mais!! — ela falou com voz quente.
Eu aumentei minha velocidade, ao ouvir a voz dela, ver o corpo nu dela de pele branca, mas tinha algo que eu tava ciente: minha força e meus músculos, eu sentia eles maiores, e meu desejo de fazer mais forte. Parece que quer sair um ser que quer machucar ela, porque eu nunca soube dos meus impulsos selvagens, mas tenho que controlar. É a primeira vez dos dois, e tem que ser lindo e prazeroso.
Tiro meu pau devagar e viro o corpo lindo dela de bruços, beijo o pescoço dela e as costas enquanto acaricio as bundas dela, redondas, firmes, enfim... perfeitas. Começo a colocar ela de joelhos e de novo meto de volta, não foi brusco, mas quase meti com força. Porra, tenho medo de machucar ela se meu corpo ficar selvagem. Comecei a comer ela de novo, mas Cada vez mais, ela gemia tanto que nem sentia a dor. Não conseguia ver o rosto dela, mas sabia que estava doendo com as investidas leves. Precisava fazer alguma coisa. Comecei a massagear a bunda gostosa dela, mas minha velocidade aumentava de leve. Olhei pro meu pau e vi sangue saindo. NÃO!!! Tô machucando ela. Sei que as mulheres sangram quando perdem a virgindade, mas não é muito. Só que quando perde a virgindade de forma violenta, sangra mais. Precisava parar, mas meu corpo já não respondia direito. Por sorte, tive uma ideia. Com as mãos, comecei a massagear os peitos dela enquanto subia o corpo dela. Aos poucos, fui diminuindo a velocidade e mudando pra movimentos circulares. Com as costas dela encostadas no meu peito, me virei pra beijar o pescoço dela, ainda massageando os peitos. A dor já tinha passado, eu sabia. Agora ela gemia de prazer. Ela levou a mão pra trás, na minha nuca, como se não quisesse que eu parasse de beijar o pescoço dela, e a outra mão numa das minhas que massageavam os peitos dela. Meu corpo tava quente, e eu sentia o corpo dela esquentar cada vez mais.
Coloquei a mão que não tava tocando ela na buceta dela. Ouvi o gemido mais forte dela, e a mão que tava na minha nuca foi pra minha mão, esfregando e dedando a buceta dela. Enquanto fazia isso, comecei a passar a língua na orelha dela. Parecia que eu sabia o que fazer em cada momento, até que ouvi de novo: "Te amo". Será que eu devia falar também? Devia dizer que amo ela? Pensei rápido até que me atrevi. Já não me importava se era um sonho real: "Também te amo". Ela virou a cabeça o máximo que podia pra olhar nos meus olhos. Vi um sorriso perfeito enquanto fechava os olhos e me beijava. Só durou uns segundos até a gente separar os lábios.
— Bebê, quero ficar por cima agora — aquela voz tão sedutora me pegou.
— Te machuquei, desculpa — acho que machuquei ela, por isso quer assim, pra não transar do jeito que transei agora.
— Não, não é isso. Só quero que agora você sinta minha cintura se mexer.
Fiquei feliz. Espero que ela não tenha mentido, mas é verdade: agora quero sentir ela se mexer. Deitei e ela subiu. Subiu em mim, ainda me beijava. Aqueles lábios pareciam uma droga que, aos poucos, me viciava no sabor dela. Com a mão, ela puxava meu pau e se mexia pra conseguir enfiar ela mesma. Já sentia a buceta dela, e ela se sentou no meu pau, senti mais pressão, e vi o rosto da Melani gozando, mas ainda com um pouco de dor. Até que ficou dentro dela, começou a mexer o quadril em círculos, e isso foi delicioso. Agora ela quem tá fazendo o trabalho, e é ainda mais gostoso tê-la assim. Cada vez ela se mexe mais e arqueia a cintura. Eu quero tocá-la mais, coloco minhas mãos na bunda dela, que acompanham o movimento do quadril, até que ela começa a me dar umas sentadas. Sentir o peso leve dela batendo a pélvis na minha. Agora coloco minhas mãos nos peitos dela, massageando, e ela abaixa o corpo até me beijar de novo, mas não paro de beijá-la. Até que ela sobe o corpo até meu rosto encostar nos peitos dela. Vou chupá-los enquanto os gemidos dela me enlouquecem. Não quero que esse sonho acabe, se é que é um sonho. Sinto que conquistei um espaço no universo. Agora a tenho, amando-a, aproveitando-a, mas meu pau já não aguenta mais.
— Melani, tô quase gozando. Para e deixa eu tirar pra fora de você — falei.
— Não. Não quero que tire. Quero que seu sêmen fique dentro do meu corpo. Quero que seu amor esteja em mim.
— O quê? Você não vai engravidar? Não posso fazer isso — quando ela disse isso, tentei tirá-la de cima de mim, tava prestes a explodir, mas ela me impediu, segurando meus braços e colocando mais peso.
— Não importa. Vai ser o fruto do nosso amor. Deixa seu sêmen encher meu corpo.
Queria impedir, ainda não era hora de ter um filho, mas ela aumentou a velocidade. Sentia cada vez mais gostoso, meu corpo pedia. O rosto dela doía de prazer até que aconteceu. Gozei dentro dela. Em vez de me irritar e afastá-la, deixei que tudo que precisava expelir ficasse nela, e meu corpo falava. Ela teve o orgasmo dela, que faria qualquer um perder a audição de tanto prazer. Que se escutava, ela se levantou mas tava exausta, aos poucos foi se erguendo e vi que na hora de tirar, meu pau soltou um pequeno jato de porra dela e minha, mal conseguiu se levantar até se deitar e encostar no meu peito, os dois respirando calma e agitadamente, tudo agora era descanso mas ainda assim a puta excitação que foi.
Não lembro que horas dormi, só que acordei quase de repente, me sentando na cama, não via nada, claro, sem meus óculos, tentando achar eles vi em cima da cama, coloquei e tava no quarto da Melani, não era sonho, foi tudo real, o desejo, o prazer, sentir meu ser dentro dela, tudo, ali tava minha roupa e o uniforme dela, ia virar pra ver ela, mas senti alguém se deitar no meu ombro e uma mão segurando a minha, apertando como se nunca quisesse soltar.
— Tá bem, love? — perguntou
— Isso foi real, não foi um sonho, isso aconteceu — falei espantado mas sem alarme
— Pra mim foi meu sonho realizado, você me fez a garota mais feliz, me fez sentir o amor mais que um sentimento, algo que nunca vou conseguir largar — enquanto os dedos dela roçavam todo meu braço
Olhei pra janela que já era noite, depois vi o relógio na parede em formato de hello kitty e eram 8 da noite, caralho, meus pais vão me matar, nunca cheguei tão tarde, só quando falo que vou demorar com os estudos.
Levantei na hora, enquanto me trocava, ela me ajudava um pouco passando minha camisa e as coisas, mas não tava apavorada igual eu, já com tudo pronto tava saindo do quarto, e só falei: Melani, a gente se vê amanhã, mas ela me parou com a voz, chegou perto e me deu um abraço bem forte do jeito que ela podia, isso me acalmou da minha preocupação, e ao mesmo tempo, respondi o abraço dela.
— Não se preocupa, eles não vão ficar bravos, te garanto, se cuida e lembra que eu te amo
— Eu... também — não me senti seguro falando, no fim ela me deu um beijo na bochecha e eu fui o mais rápido que pude. Nunca tinha corrido tanto. Depois do exercício de educação física, cheguei em casa, mas tava tudo escuro, nenhuma luz acesa. Entrei na maciota e acendi a luz da sala. Tinha um bilhete.Filho, seu pai e eu vamos chegar muito tarde por causa das reuniões de trabalho. Não nos espere, se cuida.Da que me salvei, pensei por um momento que tava na guilhotina, subi pro meu quarto, larguei minhas coisas e tomei um banho. Lá dentro, ainda tava pensando no que aconteceu, aqueles lábios rosados deliciosos, aquele corpo perfeito, caralho, foi mágico pra mim, mas aquele "te amo" ainda é real? Ela falou isso pra mim e eu repeti, mas com sentimentos verdadeiros, não por tesão. Mas não queria pensar nisso agora, tenho que estudar mais um pouco pra minha última prova, se esse sentimento existe mesmo, a gente vai ver amanhã.
No dia seguinte, todo mundo tava fazendo as provas, eu tirei 10 como sempre, mas não vi a Melani. Na cantina, tava sentado almoçando quando ela chegou, mas parecia que eu não existia pra ela, o que me decepcionou, até passou na minha frente sem falar nada, também não queria ir atrás, se fizesse isso ia ser motivo de piada por querer ficar perto dela. Fazer o que, a vida é assim.
— E aí, mano, beleza? Como foi na prova? Com certeza foi bem, né — disse meu amigo de infância sentando pra almoçar também. Eu só concordei com a cabeça.
— Pô, cadê você ontem? Te liguei no celular e caía direto na caixa postal.
— Ah, meu celular tava sem bateria, e ainda capotei de sono — não precisava falar onde ou com quem eu tive, melhor assim.
— Entendi, mas devia passar menos tempo estudando, senão sua cabeça vai explodir — ele falou, e eu ri um pouco.
Quando ia falar sobre a prova dele, a voz da Melani apareceu pedindo atenção.
— Atenção, pessoal, quero dizer que encontrei o garoto dos meus sonhos — ela falou, chamando a atenção de todo mundo na cantina, até quem tava longe parou pra ouvir. Ela chamou minha atenção também, mas mais ainda a do meu amigo, porque isso era novidade pra todo mundo — Hoje vou confessar quem é o cara por quem me apaixonei há anos, e ele tá aqui, e é ele — disse apontando pra mim, e todos os olhares se fixaram em mim como ímãs, até o do meu amigo, que tava mais estupefato, já sentia o peso de todo mundo — Sim, por mais que não acreditem, o garoto mais inteligente da escola é o meu grande Amor, eu fiquei apaixonada desde os primeiros anos que a gente entrou junto, eu guardei isso por tanto tempo, mas chega. Ontem a gente mostrou, eu e ele fizemos isso. Sim, isso mesmo, eu e ele transamos, porque eu amo ele e ele me ama. — Ok, não precisava disso, já mostrou que me ama e, bem, eu também amo ela, mas graças a isso todo mundo ficou cochichando e olhando mais pra mim.
— Amigo, você... é... e você e ela... — meu amigo não sabia o que dizer, ele tava mais impressionado do que eu, só concordei com a cabeça, meio tímido.
— Se alguém aí não gosta que ele seja meu amor de verdade, pode ir pro inferno. Eu não vou me cansar de dizer: ele é meu namorado, e nada vai me fazer largar ele. É isso. — Ela terminou o discurso e veio até mim, sentou enquanto me beijava e descansou a cabeça no meu ombro, apertando minha mão. Mesmo que todo mundo continuasse andando, ainda não tiravam os olhos da gente. Com certeza a escola inteira vai ficar sabendo.
— Viu? Eu te falei que não era um sonho. Eu te amo e você me ama, né? — perguntou meio insegura, me olhando.
— Claro que te amo. Foi corajoso o que você fez, mas precisava contar sobre ontem à noite? — perguntei mais relaxado, já nem ligava mais pros olhares.
— Bom, é... me escapou, amor. Você não tá bravo comigo? — disse tímida, mas eu falei que não.
— Pe... como... vocês... ele... — Meu amigo ainda tava pasmo, parecia engraçado assim.
— Amor, seu amigo é engraçado, hehe — ela riu enquanto estendia a mão pra se apresentar, claro que só conhecia ele de vista.
— Oi...la... eu... hum, já volto. — Ele se mandou, com certeza foi no banheiro jogar água no rosto por achar que tava sonhando. E nos próximos dias vai querer saber como rolou a nossa história, ele é assim.
— Amor, que tal se no sábado você for comigo comprar umas coisas? — ela perguntou.
— Claro, mas se você for na minha casa e conhecer meus pais, é justo que eles conheçam meu primeiro namorado.
— Claro, quando meus pais voltarem, vou dar a notícia. Mas se no sábado der tempo, queria que a gente passasse a noite de novo na minha casa, juntos.
— OK, mas vamos ver. também sobre se você engravidar - ele lembrava.
-É verdade, mas se eu ficar premiada, você vai me largar? - falei de novo, insegura e tímida.
-Claro que não, não sou um covarde, te amo... (dessa vez é pra valer, eu amo ela), e o bebê, como você diz e eu também vou dizer, é fruto do nosso amor.
Ela me mostrou aquele sorriso angelical, seguido de um beijo longo, nunca vou me cansar dos lábios dela, agora são droga pra mim.
FIM
— Quando quiser, e lembra de decorar bem essas duas fórmulas e estudar as leis de Newton — falei num tom de "de nada".
É assim que sou. Ajudando as pessoas nas matérias ou nos assuntos que elas não entendem. Sou o cara mais inteligente da escola, consigo saber mais a fundo do que o professor pode ensinar, e às vezes até prever o que as pessoas vão me dizer ou fazer. Não sou um mutante nem alguém saído de um laboratório de inteligência, só nasci com uma mente foda, mas é isso: vou entrar na faculdade em breve e ainda não transei com nenhuma mina, nem me chuparam ou tocaram. Por quê? Não precisa, não sou muito atraente. Meus óculos me fazem parecer um cara estranho, não sou nem magro nem gordo, mas todos os caras daqui são meio atléticos. Eu seria o oposto do que uma garota quer na aparência de alguém, já que elas não notam meus sentimentos, minha gentileza, sinceridade, solidariedade, e até meu lado amoroso e cheio de detalhes. Mas fazer o quê, é a minha vida.
— Fala, mano, valeu por me emprestar teu caderno de matemática, tô te devendo essa — disse um dos meus amigos de infância.
— De nada, mas se liga, ainda faltam quatro dias pra acabar a semana de provas.
— Eu sei, eu sei, mas com você como meu professor, não tem erro — ele falou rindo e me dando um tapinha de amizade no ombro —. E aí, que tal depois da aula a gente testar o novo jogo que lançou?
— Não vou poder... tenho que estudar — queria jogar aquele jogo novo, mas primeiro as prioridades.
Ah, qual é... você é o mais inteligente da sala, não acho que... — de repente, algo distraiu ele, e acho que sei o que foi — gostosa às 6 horas.
A gostosa que ele se referia era a garota mais linda e sensual da escola, chamada Melani. Pele branca, cabelo loiro, olhos azuis, peitos grandes e firmes, pernas... em poucas palavras, era uma deusa em carne e osso. Como de costume, era a mais popular e, claro, a mais desejada. Formadora do time de líderes de torcida, chefe de grupo, festeira... bom, você já sabe o normal, embora o mais estranho não só pra mim, mas pra escola inteira é que ela não tem namorado. Não que seja da minha conta, mas acho estranho uma garota com um corpo gostoso não ter um cara, e ainda recusou os caras mais bonitos do colégio.
— Caralho, amigo, o que eu daria pra meter meu pau no cuzinho dela e deixar cheio de porra — disse ele babando horrores sem tirar os olhos da garota.
— Hehe... você e todos os caras dessa escola. Ia formar uma fila, você não ia conseguir — tirei um pouco sarro dele.
— Hahaha e você, hein? Não mente que também já pensou em comer ela. Além disso, imagina só, você perdendo a virgindade com ela... amigo, você não seria mais o mesmo, seria o escolhido, tocado por Deus.
— Não vou mentir, admito, mas tem que ver a expectativa e depois a realidade... essa mina é um nível acima, quase inalcançável.
— Tá, tá, não precisa se achar o filósofo — dei uma risadinha da piada dele — mas é melhor fantasiar um pouco.
Pouco depois tocou o sinal, hora de continuar com os estudos. De qualquer forma, faltam três matérias e o dia de escola acaba hoje.
Era isso. As aulas terminaram, hora de descansar. Enquanto caminhava até meu armário pra pegar meus livros, ouvi uma voz doce de mulher me chamando. Olhei pros dois lados, mas não encontrei, até que alguém tocou meu ombro. Virei devagar e era a Melani? Não esperava por essa, pra ser sincero.
— Mmmm, oi, como você tá? — ela perguntou, mas a voz era tímida, embora doce, eu adorava.
— Tô bem, obrigado, espero que você também esteja bem — respondi sendo educado, mas sem nervosismo, nunca fui assim.
— Muito obrigada, hmm, ouve? Você poderia me ajudar numa coisa? — ela perguntou.
— Claro, o que você precisa? — perguntei.
— É que preciso de ajuda com uma matéria, química; é a matéria que tenho dificuldade, e vão aplicar no último dia da semana de provas e, bom... queria que você fosse meu tutor nos dias que faltam pra mim. exame.
—Bom, aham, eu posso, mas também tenho que estudar e...
—Por favor, não quero rodar de novo em química e você pode me ajudar, sério, tô te pedindo — disse ela me interrompendo enquanto tocava minhas mãos.
Naquele momento, três coisas aconteceram. Primeira: ela segurava minhas mãos... eu já via isso vindo, sim, mas ao sentir, eram macias como se eu tocasse uma nuvem de verdade; segunda: todo mundo ficou olhando pra ela e pra mim, era estranho, ninguém nunca viu alguém conversar?; e terceira: não sei o que foi, mas juro que a voz dela, sei lá, angelical me atraiu, então aceitei. Ela escreveu o endereço dela num pedaço de papel. Nos últimos dois dias, fui na casa dela, estudávamos cinco horas, eu sei, era cansativo e mais ainda pra ela, principalmente quando eu passava exercícios, embora não tão difíceis; mas ela aprendia rápido, e eu até conhecia ela um pouco melhor, mas não tanto; mas não vou mentir, toda vez que olho pra ela, o corpo dela, os peitos dela, o rostinho lindo... não sei, cresce algo que sinto que pode rolar, mas não sei o quê.
É o último dia de ensinar química pra ela, bom, o mais importante pra prova dela. Cheguei na casa dela, uma casa enorme, bonita, com um jardim grande. A mãe dela me recebeu e me convidou pra entrar; eles iam viajar, percebi pelas malas prontas e duas passagens de avião pra Londres, são gente de negócios.
— Melani, desce, seu amigo já chegou — gritou a mãe dela.
— Já vou, me dá um minuto — disse ela respondendo lá de cima, no quarto.
— Obrigada por ajudar minha filha com os estudos, ela precisava muito — disse ela me agradecendo.
— Não tem de quê, gosto de ajudar.
— Bom, a gente tem que ir, se quiser pode sentar na sala, filha, já vamos e não faça seu amigo esperar.
Não ouvi a resposta da Melani nem dos pais dela esperando, já que eles se despediram e estavam lá fora. Aceitei a oferta de sentar, mas durou pouco; vi a Melani descendo, ela tava com o uniforme de líder de torcida vermelho e branco, estranho, ela não usava quando a gente tava na escola, ela só usa quando treina e torce pelo time, além disso, esse... Era outro, a saia era mais curta, e mostrava os peitos dela, e o outro era igualmente gostoso, mas mais coberto.
— Oi — ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, foi a primeira vez que senti um beijo dela.
— Oi, já é seu último dia de estudo, e o melhor é que esse assunto é fácil e você vai aprender rápido.
— Que bom, e sim, aprendi melhor do que com o professor de química.
— Beleza, vamos, pra gente terminar rápido e você poder fazer o que quiser depois — falei enquanto me dirigia pra sala de jantar, já que a gente estudava lá.
— Ahm, espera — ela me parou — vamos pro meu quarto, vai ser mais confortável, ainda mais por ser o último dia.
— Como você quiser. Subimos pro quarto dela, nunca tinha entrado nos poucos dias que estive aqui. Ao entrar, notei o rosa claro e branco do cômodo, bichinhos de pelúcia num instante, pôsteres de famosos e um monte de coisas. Graças a isso, dava pra deduzir o que mais poderia saber sobre ela, embora não estivesse ali pra isso, estava ali pra ajudá-la a estudar.
Quase duas horas depois...
— Pronto. Já terminamos o assunto, é só isso.
— Sério? Nossa, você tava certo, e sim, entendi, você é o melhor — disse me abraçando.
— Hehe, beleza, ok, ok, e então, eu tenho que ir.
— V-você tem que ir mesmo? — falou com a voz meio trêmula.
— Ué, se não tem mais nada, com o que estudamos, os exercícios e tal, te garanto que vai tirar uma boa nota. Além disso, te falei que isso não ia demorar muito — peguei minhas coisas e me preparei pra sair.
— Ma-mas por que você não fica nas horas que faltam? — ainda falava com a voz cortada e meiga.
— Acho que não, não teria motivo, você ia ficar entediada, eu não saberia do que falar com você, então melhor aproveitar, o dia tá livre.
— Tem certeza? — perguntou, mas com um tom mais triste que até me deu uma ternura.
— Certeza, a gente se vê amanhã — já estava quase saindo do quarto dela quando ela me chamou.
— Um... momento, antes de ir, quero te pedir um último favor — disse com um tom meio alarmante e ao mesmo tempo calmo.
Eu sabia que era algo relacionado a nós dois, que era pra eu dizer que não a ajudasse a estudar. ou algo assim, mas eu perguntei qual era a favorita dela.
- Prô... promete que não vai ficar brava com isso? - ela disse, fechando os olhos e colocando os dedos nos lábios.
Eu não entendia muito bem o que ela dizia, ia pedir pra ela se explicar, mas não consegui, porque ela se jogou em cima de mim e os lábios dela bateram nos meus. Foi um baita susto, ela tá me abraçando e não solta, eu tô correspondendo o beijo, me faltou o ar, preciso respirar, mas esses lábios, sabe, brincalhões, caralho, não quero parar de provar eles, mas tô sem ar, preciso respirar.
- Por que foi isso? - falei enquanto afastava a Melani devagar.
- Vo... você disse que não ia ficar brava - a voz dela começou a falhar, parecia que ia chorar.
- Não tô, juro, mas por que você me beijou?
- É... bom... não... não posso te contar, é complicado.
- Não acredito, você me beijou e deve ser por algo, você apostou que ia me beijar? - perguntei enquanto tirava os restos de batom que estavam nos meus lábios, mesmo não querendo.
- N... não
- Então?
- Falei que você não ia entender - ela tava quase chorando, não tava pressionando ela, mas ela tem que me dar uma resposta.
- Não, não chora, sim, olha, não vou ficar brava se era um plano com seus amigos ou algo assim, ou me iludir com você, sei lá, se você se arrependeu... eu falava o que podia pra fazer ela se sentir bem, mas os olhos dela começaram a encher de lágrimas, eu devia calar a boca e é melhor ir embora.
- É melhor eu ir... tudo bem se você não quiser me contar o que...
- É que eu te amo!!!
Certo, isso nunca poderia ter passado nem nos meus sonhos, ela me dizendo que me ama, eu podia rir, mas era sério, dava pra ver nos olhos azuis claros dela. Deixei minha mochila cair e queria que ela tirasse o que tinha dentro e me dissesse por quê.
Ela me disse que sentia atração por mim desde os anos que a gente entrou junto no colégio, ela não era de procurar caras gostosos, com corpo bonito, com dinheiro e essas coisas, ela reparava mais nas emoções e nunca encontrou, porque eu era muito inteligente e ela pensava que eu não ia reparar nela, também me disse que queria me falar que gostava de mim. Mas a popularidade veio nela por ser líder de torcida, e se ela me contasse, todo mundo ia zoar ela, e eu entendia. Ela é muito sensível com sentimentos, frágil como uma rosa.
— Por favor, não fica bravo, não pensa mal de mim...
— Não interpreta errado, já — ela disse enquanto levantava levemente o rosto pra me olhar e parar de chorar. Reconheço que foi muito lindo e corajoso ela me falar isso.
Ela ainda tava chorando, por quê? Eu devia saber, a menos que minha presença estivesse incomodando ela.
Eu me agachei pra ficar na altura dela, que tava sentada na cama.
— Vou embora, acho que você continua assim por minha causa, descansa melhor já que... — ela não me deixou terminar e me empurrou na cama dela. Em seguida, ela tá em cima de mim ainda me beijando, mas dessa vez o beijo não foi igual ao primeiro, era mais carente e ardente. Eu fiz o mesmo, beijando ela de volta, não queria pensar, só sabia que os lábios que eu beijava eram maravilhosos. Daí ela pega minha mão e coloca num dos peitos dela.
— Melani... o que você tá tentando fazer? — mas ela me cala.
— Shhh... eu te amo e vou te mostrar que sim, quero que minha primeira vez seja com você — daí ela mostra os peitos dela.
Eu sabia que não era certo, não era uma forma adequada de alguém demonstrar amor pela primeira vez, mas algo me inquietava também, eu queria fazer, queria foder com ela agora.
De novo nossos lábios se uniram enquanto ela acariciava os peitos grandes dela e eu tocava a bunda dela, sentia e massageava. Daí era eu quem tava por cima dela, mas agora comecei a beijar os peitos dela, brancos, grandes e com os biquinhos rosados, enquanto chupava, ouvia os gemidos da Melani, caralho, isso é real, tô chupando e fazendo gemer com minhas lambidas a garota que se considera uma deusa. Em mim cresce o calor, o desejo cada vez que provo a pele dela.
Agora ela tá em cima de mim, mas daí ela desce até minha cintura e começa a desabotoar minha calça...
— Ei, espera, você não devia... — falei, mas ela me calou do mesmo jeito.
— Fica tranquilo, já vi em vídeos, sei como fazer — ela disse, mas sua... Minha voz ainda continuava suave e angelical, mas mais quente e sexy.
— Tem certeza? Você não é obrigada — falei firme e gentil.
— Quero que você saiba que isso é parte do meu amor, quero me entregar a você e te mostrar que isso eu faço por amor.
Sei que existe mais de um jeito de expressar amor por alguém, mas isso... sinto que tem alguém que tomou conta do meu corpo e está seguindo o ritmo do desejo, é algo que nunca experimentei e não quer se controlar, mas eu luto, sei que se não controlar, vou virar um selvagem.
Ela começou a me masturbar devagar enquanto dava pequenas lambidas, como se meu pau fosse um pirulito de sabor que ela gostasse muito, começa cada vez mais gostoso quando saboreia, até enfiar na boca. Isso é algo fora de série, nunca me deram um boquete, mas ela está me dando, é algo delirante, molhado e macio ao mesmo tempo, os lábios dela derretem meu pau, toco o cabelo branco dela pra ela continuar, gosto do que sinto... já não aguento mais, vou tirar.
— Melani... acho que vou gozar — minha voz falhou.
— Pode gozar, meu amor, quero provar sua essência, goza.
Eu gozei na boca macia dela. Meu coração quase saiu do peito, sinto meu corpo relaxar.
Agora tenho que retribuir o favor que ela me fez... Agora estava de novo em cima dela, mas igual nos quadris dela, levantei a saia dela embora não parecesse necessário, era curta, tirei meus óculos, estavam atrapalhando. Vi a calcinha dela e estava meio molhada, ela estava excitada como eu. Abaixei a calcinha dela devagar até tirar e joguei num canto do quarto dela. Ajeitei ela numa posição boa e confortável pra ela e comecei a beijar a buceta rosada dela, era suculenta, parecia que o gosto do corpo dela era uma mistura de morango com maçã, eu gostava da buceta dela, lambia, beijava, chupava e sugava aquele tesouro enorme. Ela gemia, mas de um jeito diferente, o gemido dela era ainda mais claro e lindo, acariciava meu cabelo.
— É lindo o que você faz comigo, meu amor, me sinto no céu, não para. por favor, continua.
Eu te amo, meu amor, isso é real e minha mente já age com minha inteligência, em troca eu encho isso de desejo. Nunca tinha feito isso antes, até assisti vídeos pornô, mas parecia que eu fazia como um expert no assunto. Mas não me importava, o que eu sentia é algo indescritível em mim, mas eu gostava, ela gostava.
Depois de um tempo, ela me disse que algo queria sair e parecia que ela tinha se mijado, mas não era, era mais o sêmen feminino. Ela estava ofegante, eu ouvia a respiração dela, ela se sentou e me trouxe de volta aos lábios dela, não nos importamos de ter o gosto dela no meu pau e eu na buceta dela, só sentíamos a mesma coisa.
Ela parou de me beijar e sussurrou no meu ouvido: "estou pronta", seguido de um abraço delicado. Eu sabia que ela se referia a estar pronta, era a hora de perder nossa virgindade.
Ela tirou o uniforme de líder de torcida e eu também tirei minha roupa. Ficamos os dois pelados, nunca tinha ficado nu na frente de alguém, mas não senti vergonha, nem ela, ela não cobria os peitos nem a buceta. Agora era minha vez de beijá-la, beijei suave como ela enquanto ela passava as mãos na minha cabeça e nuca, enquanto eu acariciava a bochecha dela e as coxas dela, enquanto a deitava, delicadamente. Paramos de nos beijar e nos olhamos, os olhos dela começaram a brilhar, pareciam estrelas fabulosas, que quase dava para pedir um desejo. Ela tocou meu peito e disse: "faz". Era hora, afastei um pouco as pernas dela e as abri levemente, meu pau estava na posição, rocei por alguns segundos até começar a meter pra dentro. Ela disse que também era virgem e não sei se meu pau é grande ou pequeno pra ela, mas eu tinha que fazer com cuidado, devagar, eu via o rosto da Melani, ela apertava os olhos como de dor, até que meti completamente, mas ela deu um pequeno grito de dor e vi escorrerem umas lágrimas.
— Melani, tô te machucando, acho que não deveria — falei preocupado quando a vi.
— Não... tô bem, só não se mexe por um momento.
Fiz o que ela pediu. Deixei ela respirar o tempo que precisava, o que foram uns segundos.
— Pronto, já tô bem, já pode se mexer — ela disse, mas ainda com a voz chorosa. Também não quero machucá-la, mas ela me pede pra fazer isso, eu tenho que fazer.
Meus quadris se movem devagar, vejo o rosto dela ainda de olhos fechados, mas a expressão de dor já tinha sumido. Eu ouvia ela gemer baixinho, enquanto eu ainda não acreditava. Agora eu achava que tava num lugar mais lindo que o próprio céu, eu tava com ela, com meu pau dentro da buceta dela. É meio apertada, mas é óbvio, por isso eu sabia que tinha que meter devagar. E, na real, quando cheguei no fundo, senti que já tava conectado com o corpo dela, algo que nem nos sonhos alguém ia querer ter.
— Agora somos um, amor. Isso mostra que te amo. Talvez você diga que tem outros jeitos, sim, eu sei, também acredito, mas isso é especial. Te dei minha virgindade, é algo que jurei dar pro homem que fosse ficar comigo com um grande amor.
Parecia que antes ela tinha entrado na minha cabeça, mas ela me dizer "te amo" parece que também tô amando ela. Talvez porque pensem que é porque tô comendo ela, não, é algo que o coração diz, não minha cabeça nem minha razão.
— Continua mais!! — ela falou com voz quente.
Eu aumentei minha velocidade, ao ouvir a voz dela, ver o corpo nu dela de pele branca, mas tinha algo que eu tava ciente: minha força e meus músculos, eu sentia eles maiores, e meu desejo de fazer mais forte. Parece que quer sair um ser que quer machucar ela, porque eu nunca soube dos meus impulsos selvagens, mas tenho que controlar. É a primeira vez dos dois, e tem que ser lindo e prazeroso.
Tiro meu pau devagar e viro o corpo lindo dela de bruços, beijo o pescoço dela e as costas enquanto acaricio as bundas dela, redondas, firmes, enfim... perfeitas. Começo a colocar ela de joelhos e de novo meto de volta, não foi brusco, mas quase meti com força. Porra, tenho medo de machucar ela se meu corpo ficar selvagem. Comecei a comer ela de novo, mas Cada vez mais, ela gemia tanto que nem sentia a dor. Não conseguia ver o rosto dela, mas sabia que estava doendo com as investidas leves. Precisava fazer alguma coisa. Comecei a massagear a bunda gostosa dela, mas minha velocidade aumentava de leve. Olhei pro meu pau e vi sangue saindo. NÃO!!! Tô machucando ela. Sei que as mulheres sangram quando perdem a virgindade, mas não é muito. Só que quando perde a virgindade de forma violenta, sangra mais. Precisava parar, mas meu corpo já não respondia direito. Por sorte, tive uma ideia. Com as mãos, comecei a massagear os peitos dela enquanto subia o corpo dela. Aos poucos, fui diminuindo a velocidade e mudando pra movimentos circulares. Com as costas dela encostadas no meu peito, me virei pra beijar o pescoço dela, ainda massageando os peitos. A dor já tinha passado, eu sabia. Agora ela gemia de prazer. Ela levou a mão pra trás, na minha nuca, como se não quisesse que eu parasse de beijar o pescoço dela, e a outra mão numa das minhas que massageavam os peitos dela. Meu corpo tava quente, e eu sentia o corpo dela esquentar cada vez mais.
Coloquei a mão que não tava tocando ela na buceta dela. Ouvi o gemido mais forte dela, e a mão que tava na minha nuca foi pra minha mão, esfregando e dedando a buceta dela. Enquanto fazia isso, comecei a passar a língua na orelha dela. Parecia que eu sabia o que fazer em cada momento, até que ouvi de novo: "Te amo". Será que eu devia falar também? Devia dizer que amo ela? Pensei rápido até que me atrevi. Já não me importava se era um sonho real: "Também te amo". Ela virou a cabeça o máximo que podia pra olhar nos meus olhos. Vi um sorriso perfeito enquanto fechava os olhos e me beijava. Só durou uns segundos até a gente separar os lábios.
— Bebê, quero ficar por cima agora — aquela voz tão sedutora me pegou.
— Te machuquei, desculpa — acho que machuquei ela, por isso quer assim, pra não transar do jeito que transei agora.
— Não, não é isso. Só quero que agora você sinta minha cintura se mexer.
Fiquei feliz. Espero que ela não tenha mentido, mas é verdade: agora quero sentir ela se mexer. Deitei e ela subiu. Subiu em mim, ainda me beijava. Aqueles lábios pareciam uma droga que, aos poucos, me viciava no sabor dela. Com a mão, ela puxava meu pau e se mexia pra conseguir enfiar ela mesma. Já sentia a buceta dela, e ela se sentou no meu pau, senti mais pressão, e vi o rosto da Melani gozando, mas ainda com um pouco de dor. Até que ficou dentro dela, começou a mexer o quadril em círculos, e isso foi delicioso. Agora ela quem tá fazendo o trabalho, e é ainda mais gostoso tê-la assim. Cada vez ela se mexe mais e arqueia a cintura. Eu quero tocá-la mais, coloco minhas mãos na bunda dela, que acompanham o movimento do quadril, até que ela começa a me dar umas sentadas. Sentir o peso leve dela batendo a pélvis na minha. Agora coloco minhas mãos nos peitos dela, massageando, e ela abaixa o corpo até me beijar de novo, mas não paro de beijá-la. Até que ela sobe o corpo até meu rosto encostar nos peitos dela. Vou chupá-los enquanto os gemidos dela me enlouquecem. Não quero que esse sonho acabe, se é que é um sonho. Sinto que conquistei um espaço no universo. Agora a tenho, amando-a, aproveitando-a, mas meu pau já não aguenta mais.
— Melani, tô quase gozando. Para e deixa eu tirar pra fora de você — falei.
— Não. Não quero que tire. Quero que seu sêmen fique dentro do meu corpo. Quero que seu amor esteja em mim.
— O quê? Você não vai engravidar? Não posso fazer isso — quando ela disse isso, tentei tirá-la de cima de mim, tava prestes a explodir, mas ela me impediu, segurando meus braços e colocando mais peso.
— Não importa. Vai ser o fruto do nosso amor. Deixa seu sêmen encher meu corpo.
Queria impedir, ainda não era hora de ter um filho, mas ela aumentou a velocidade. Sentia cada vez mais gostoso, meu corpo pedia. O rosto dela doía de prazer até que aconteceu. Gozei dentro dela. Em vez de me irritar e afastá-la, deixei que tudo que precisava expelir ficasse nela, e meu corpo falava. Ela teve o orgasmo dela, que faria qualquer um perder a audição de tanto prazer. Que se escutava, ela se levantou mas tava exausta, aos poucos foi se erguendo e vi que na hora de tirar, meu pau soltou um pequeno jato de porra dela e minha, mal conseguiu se levantar até se deitar e encostar no meu peito, os dois respirando calma e agitadamente, tudo agora era descanso mas ainda assim a puta excitação que foi.
Não lembro que horas dormi, só que acordei quase de repente, me sentando na cama, não via nada, claro, sem meus óculos, tentando achar eles vi em cima da cama, coloquei e tava no quarto da Melani, não era sonho, foi tudo real, o desejo, o prazer, sentir meu ser dentro dela, tudo, ali tava minha roupa e o uniforme dela, ia virar pra ver ela, mas senti alguém se deitar no meu ombro e uma mão segurando a minha, apertando como se nunca quisesse soltar.
— Tá bem, love? — perguntou
— Isso foi real, não foi um sonho, isso aconteceu — falei espantado mas sem alarme
— Pra mim foi meu sonho realizado, você me fez a garota mais feliz, me fez sentir o amor mais que um sentimento, algo que nunca vou conseguir largar — enquanto os dedos dela roçavam todo meu braço
Olhei pra janela que já era noite, depois vi o relógio na parede em formato de hello kitty e eram 8 da noite, caralho, meus pais vão me matar, nunca cheguei tão tarde, só quando falo que vou demorar com os estudos.
Levantei na hora, enquanto me trocava, ela me ajudava um pouco passando minha camisa e as coisas, mas não tava apavorada igual eu, já com tudo pronto tava saindo do quarto, e só falei: Melani, a gente se vê amanhã, mas ela me parou com a voz, chegou perto e me deu um abraço bem forte do jeito que ela podia, isso me acalmou da minha preocupação, e ao mesmo tempo, respondi o abraço dela.
— Não se preocupa, eles não vão ficar bravos, te garanto, se cuida e lembra que eu te amo
— Eu... também — não me senti seguro falando, no fim ela me deu um beijo na bochecha e eu fui o mais rápido que pude. Nunca tinha corrido tanto. Depois do exercício de educação física, cheguei em casa, mas tava tudo escuro, nenhuma luz acesa. Entrei na maciota e acendi a luz da sala. Tinha um bilhete.Filho, seu pai e eu vamos chegar muito tarde por causa das reuniões de trabalho. Não nos espere, se cuida.Da que me salvei, pensei por um momento que tava na guilhotina, subi pro meu quarto, larguei minhas coisas e tomei um banho. Lá dentro, ainda tava pensando no que aconteceu, aqueles lábios rosados deliciosos, aquele corpo perfeito, caralho, foi mágico pra mim, mas aquele "te amo" ainda é real? Ela falou isso pra mim e eu repeti, mas com sentimentos verdadeiros, não por tesão. Mas não queria pensar nisso agora, tenho que estudar mais um pouco pra minha última prova, se esse sentimento existe mesmo, a gente vai ver amanhã.
No dia seguinte, todo mundo tava fazendo as provas, eu tirei 10 como sempre, mas não vi a Melani. Na cantina, tava sentado almoçando quando ela chegou, mas parecia que eu não existia pra ela, o que me decepcionou, até passou na minha frente sem falar nada, também não queria ir atrás, se fizesse isso ia ser motivo de piada por querer ficar perto dela. Fazer o que, a vida é assim.
— E aí, mano, beleza? Como foi na prova? Com certeza foi bem, né — disse meu amigo de infância sentando pra almoçar também. Eu só concordei com a cabeça.
— Pô, cadê você ontem? Te liguei no celular e caía direto na caixa postal.
— Ah, meu celular tava sem bateria, e ainda capotei de sono — não precisava falar onde ou com quem eu tive, melhor assim.
— Entendi, mas devia passar menos tempo estudando, senão sua cabeça vai explodir — ele falou, e eu ri um pouco.
Quando ia falar sobre a prova dele, a voz da Melani apareceu pedindo atenção.
— Atenção, pessoal, quero dizer que encontrei o garoto dos meus sonhos — ela falou, chamando a atenção de todo mundo na cantina, até quem tava longe parou pra ouvir. Ela chamou minha atenção também, mas mais ainda a do meu amigo, porque isso era novidade pra todo mundo — Hoje vou confessar quem é o cara por quem me apaixonei há anos, e ele tá aqui, e é ele — disse apontando pra mim, e todos os olhares se fixaram em mim como ímãs, até o do meu amigo, que tava mais estupefato, já sentia o peso de todo mundo — Sim, por mais que não acreditem, o garoto mais inteligente da escola é o meu grande Amor, eu fiquei apaixonada desde os primeiros anos que a gente entrou junto, eu guardei isso por tanto tempo, mas chega. Ontem a gente mostrou, eu e ele fizemos isso. Sim, isso mesmo, eu e ele transamos, porque eu amo ele e ele me ama. — Ok, não precisava disso, já mostrou que me ama e, bem, eu também amo ela, mas graças a isso todo mundo ficou cochichando e olhando mais pra mim.
— Amigo, você... é... e você e ela... — meu amigo não sabia o que dizer, ele tava mais impressionado do que eu, só concordei com a cabeça, meio tímido.
— Se alguém aí não gosta que ele seja meu amor de verdade, pode ir pro inferno. Eu não vou me cansar de dizer: ele é meu namorado, e nada vai me fazer largar ele. É isso. — Ela terminou o discurso e veio até mim, sentou enquanto me beijava e descansou a cabeça no meu ombro, apertando minha mão. Mesmo que todo mundo continuasse andando, ainda não tiravam os olhos da gente. Com certeza a escola inteira vai ficar sabendo.
— Viu? Eu te falei que não era um sonho. Eu te amo e você me ama, né? — perguntou meio insegura, me olhando.
— Claro que te amo. Foi corajoso o que você fez, mas precisava contar sobre ontem à noite? — perguntei mais relaxado, já nem ligava mais pros olhares.
— Bom, é... me escapou, amor. Você não tá bravo comigo? — disse tímida, mas eu falei que não.
— Pe... como... vocês... ele... — Meu amigo ainda tava pasmo, parecia engraçado assim.
— Amor, seu amigo é engraçado, hehe — ela riu enquanto estendia a mão pra se apresentar, claro que só conhecia ele de vista.
— Oi...la... eu... hum, já volto. — Ele se mandou, com certeza foi no banheiro jogar água no rosto por achar que tava sonhando. E nos próximos dias vai querer saber como rolou a nossa história, ele é assim.
— Amor, que tal se no sábado você for comigo comprar umas coisas? — ela perguntou.
— Claro, mas se você for na minha casa e conhecer meus pais, é justo que eles conheçam meu primeiro namorado.
— Claro, quando meus pais voltarem, vou dar a notícia. Mas se no sábado der tempo, queria que a gente passasse a noite de novo na minha casa, juntos.
— OK, mas vamos ver. também sobre se você engravidar - ele lembrava.
-É verdade, mas se eu ficar premiada, você vai me largar? - falei de novo, insegura e tímida.
-Claro que não, não sou um covarde, te amo... (dessa vez é pra valer, eu amo ela), e o bebê, como você diz e eu também vou dizer, é fruto do nosso amor.
Ela me mostrou aquele sorriso angelical, seguido de um beijo longo, nunca vou me cansar dos lábios dela, agora são droga pra mim.
FIM
2 comentários - Relatos: Inteligência + Popularidade = Sexo
te pido disculpas si te ofendes pero en esta comunidad hacen falta mas usuarios sinceros yo no soy de escribir comentarios pero este post me gusto pero baja la soverbia y el ego y despues volvelo a subir vas a tener mejor respuesta de la gente. proba
saludo y a pensar loko