Conheci a Laura num chat. Não era tão fácil como hoje, com vários programas pra interagir, mandar fotos, se ver pela webcam ou ouvir pelo microfone. Naquela época, a gente tinha que usar a imaginação e confiar na descrição que te davam (quando não mentiam) pra ter uma ideia de quem era a pessoa do outro lado. Além disso, a internet funcionava a passos de tartaruga, praticamente, então era tudo meio desesperador.
Naquela tarde, eu tava sozinho em casa e não esperava ninguém. Então, apesar de experiências anteriores terem sido meio frustrantes, como eu tava com um tesão danado, tentei "paquerar" no chat. Coloquei como nick minha cidade de origem, e não demorou pra abrirem um privado comigo, já que era de uma cidade próxima (uns 15 km) da minha (eu tava na praia, a uns 40 km, mas isso ela não sabia).
Começamos a conversar, assuntos banais, até que surgiu a opção de se encontrar. Umas pizzas, um filme... O que você acha? "Beleza", ela disse, "mas com uma condição. A gente tem que falar antes por telefone." O pedido me pareceu razoável, já que ela teria que se deslocar uns 80 km pra encontrar alguém que talvez nem aparecesse. Então passei meu número. Ela me ligou e... uau! Que voz. Doce, suave e, na minha opinião, muito, muito sensual. Na verdade, me lembrava a da sexóloga Lorena Berdún. Brincamos um pouco até que finalmente marcamos o encontro.
Não fazia a menor ideia de como ela era, nem ela de como eu era, mas aquela voz acabou me excitando ainda mais, então fui em frente. "O pior que pode acontecer é a gente não se atrair nada, e assim que terminar a janta... cada um pro seu lado", pensei.
Depois de umas duas horas, saí pra recebê-la. Era alta, mais ou menos 1,75 (eu tenho 1,90), com uns olhos verdes muito atraentes e um peitão enorme. Era um pouco gordinha, mas pra falar a verdade, não me importou nem um pouco (é sempre melhor ter onde se agarrar).
Fomos pra casa, pedimos as pizzas e ficamos conversando até elas chegarem. Toda a desenvoltura que ela tinha mostrado no chat e no telefone, sumiu como num passe de mágica, se revelando bem tímida. Praticamente tinha que arrancar as palavras dela com um saca-rolhas... Ela sentou num sofá, e eu no outro. Jantamos, botamos o filme... E o filme acabou sem a gente trocar quase nenhuma palavra. A coisa tava feia, então fui sondar o terreno: Esse filme foi curto, cê quer ver outro? falei. Achei que ela ia dizer não e vazar, mas tinha que tentar. Tá bom, ela respondeu. Aí botei outro filme, e dessa vez sim, sentei no mesmo sofá que ela, buscando proximidade. Ela não parecia muito a fim, mas fui chegando de mansinho. Um roçado, um abraço... até que rolou. Começamos a nos beijar com paixão. A língua dela era muuuuito brincalhona e começou a me excitar pra caralho. Assim que percebeu como eu tava durasso, a timidez dela sumiu como num passe de mágica. Vamos pra cama, ela disse...
Começamos a nos despir e ela quis entrar no banheiro. Preciso de um banho, me espera aqui. Me deitei na cama enquanto ouvia a água correndo, e de repente... ela me chamou: Mr. Sex, vem aqui, por favor. Achei que ela ia precisar de uma toalha e fui pra lá, e quando abri a porta do banheiro...
Ela tava de pé, com o corpo ensaboado, inclinada pra frente e as mãos apoiadas na borda da banheira, me oferecendo aquela bunda imensa (não tinha reparado como era grande) e linda. É toda sua!
Nem preciso dizer que não tem visão melhor que uma rabeta dessas ensaboada te esperando, então, durasso como eu tava... entrei sem bater. Fiquei assim, comendo a bunda dela por mais de 20 minutos, e cada vez mais tesudo. Ela não parava de gemer, com aquela voz tão sensual pedindo mais, até que gozei de um jeito escandaloso dentro daquela bunda imensa dela.
Cê se recupera enquanto eu termino o banho? Tenho algo planejado pra depois, ela sussurrou. E eu, feito um zumbi, concordando com a cabeça, fui pro outro chuveiro. Um banho frio, reparador, e voltei. pra cama.
Eu tava completamente pelado esperando ela chegar quando ela veio, enrolada só numa toalha, e se deitou em cima de mim. *Chupa meus peitos!* ela pediu. E eu, que ainda não tava totalmente recuperado, e que tava morrendo de vontade de chupá-los desde que vi eles, me preparei animado pra cumprir a tarefa. Logo tive de volta a melhor forma e enfiei entre os peitos dela. Que sensação. Devia usar um 110, e tinha uns biquinhos pequeninos e rosados incríveis. E ainda sabia usar eles. Sabia tanto que logo eu tava pronto pra gozar de novo, e quando avisei ela... Outra daquelas frases que a gente lembra pra vida toda...
*O que você prefere, nos peitos ou na boca?*
Acho que nem deixei ela terminar a frase, quando já tava me esvaziando entre os lábios dela. Ela segurou minha rola com firmeza, e, cumpridora, tomou até a última gota...
Fantasia ou realidade?
Naquela tarde, eu tava sozinho em casa e não esperava ninguém. Então, apesar de experiências anteriores terem sido meio frustrantes, como eu tava com um tesão danado, tentei "paquerar" no chat. Coloquei como nick minha cidade de origem, e não demorou pra abrirem um privado comigo, já que era de uma cidade próxima (uns 15 km) da minha (eu tava na praia, a uns 40 km, mas isso ela não sabia).
Começamos a conversar, assuntos banais, até que surgiu a opção de se encontrar. Umas pizzas, um filme... O que você acha? "Beleza", ela disse, "mas com uma condição. A gente tem que falar antes por telefone." O pedido me pareceu razoável, já que ela teria que se deslocar uns 80 km pra encontrar alguém que talvez nem aparecesse. Então passei meu número. Ela me ligou e... uau! Que voz. Doce, suave e, na minha opinião, muito, muito sensual. Na verdade, me lembrava a da sexóloga Lorena Berdún. Brincamos um pouco até que finalmente marcamos o encontro.
Não fazia a menor ideia de como ela era, nem ela de como eu era, mas aquela voz acabou me excitando ainda mais, então fui em frente. "O pior que pode acontecer é a gente não se atrair nada, e assim que terminar a janta... cada um pro seu lado", pensei.
Depois de umas duas horas, saí pra recebê-la. Era alta, mais ou menos 1,75 (eu tenho 1,90), com uns olhos verdes muito atraentes e um peitão enorme. Era um pouco gordinha, mas pra falar a verdade, não me importou nem um pouco (é sempre melhor ter onde se agarrar).
Fomos pra casa, pedimos as pizzas e ficamos conversando até elas chegarem. Toda a desenvoltura que ela tinha mostrado no chat e no telefone, sumiu como num passe de mágica, se revelando bem tímida. Praticamente tinha que arrancar as palavras dela com um saca-rolhas... Ela sentou num sofá, e eu no outro. Jantamos, botamos o filme... E o filme acabou sem a gente trocar quase nenhuma palavra. A coisa tava feia, então fui sondar o terreno: Esse filme foi curto, cê quer ver outro? falei. Achei que ela ia dizer não e vazar, mas tinha que tentar. Tá bom, ela respondeu. Aí botei outro filme, e dessa vez sim, sentei no mesmo sofá que ela, buscando proximidade. Ela não parecia muito a fim, mas fui chegando de mansinho. Um roçado, um abraço... até que rolou. Começamos a nos beijar com paixão. A língua dela era muuuuito brincalhona e começou a me excitar pra caralho. Assim que percebeu como eu tava durasso, a timidez dela sumiu como num passe de mágica. Vamos pra cama, ela disse...
Começamos a nos despir e ela quis entrar no banheiro. Preciso de um banho, me espera aqui. Me deitei na cama enquanto ouvia a água correndo, e de repente... ela me chamou: Mr. Sex, vem aqui, por favor. Achei que ela ia precisar de uma toalha e fui pra lá, e quando abri a porta do banheiro...
Ela tava de pé, com o corpo ensaboado, inclinada pra frente e as mãos apoiadas na borda da banheira, me oferecendo aquela bunda imensa (não tinha reparado como era grande) e linda. É toda sua!
Nem preciso dizer que não tem visão melhor que uma rabeta dessas ensaboada te esperando, então, durasso como eu tava... entrei sem bater. Fiquei assim, comendo a bunda dela por mais de 20 minutos, e cada vez mais tesudo. Ela não parava de gemer, com aquela voz tão sensual pedindo mais, até que gozei de um jeito escandaloso dentro daquela bunda imensa dela.
Cê se recupera enquanto eu termino o banho? Tenho algo planejado pra depois, ela sussurrou. E eu, feito um zumbi, concordando com a cabeça, fui pro outro chuveiro. Um banho frio, reparador, e voltei. pra cama.
Eu tava completamente pelado esperando ela chegar quando ela veio, enrolada só numa toalha, e se deitou em cima de mim. *Chupa meus peitos!* ela pediu. E eu, que ainda não tava totalmente recuperado, e que tava morrendo de vontade de chupá-los desde que vi eles, me preparei animado pra cumprir a tarefa. Logo tive de volta a melhor forma e enfiei entre os peitos dela. Que sensação. Devia usar um 110, e tinha uns biquinhos pequeninos e rosados incríveis. E ainda sabia usar eles. Sabia tanto que logo eu tava pronto pra gozar de novo, e quando avisei ela... Outra daquelas frases que a gente lembra pra vida toda...
*O que você prefere, nos peitos ou na boca?*
Acho que nem deixei ela terminar a frase, quando já tava me esvaziando entre os lábios dela. Ela segurou minha rola com firmeza, e, cumpridora, tomou até a última gota...
Fantasia ou realidade?
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