Sara, a puta da minha professora

Faz tempo que não publicava nada, então vou postar agora 😃

Como toda manhã, cheguei em casa quase uma hora mais cedo. Não é que eu gostasse muito da escola, mas se a gente soubesse se virar, dava pra achar um incentivo. O meu apareceu cinco minutos depois de mim: a Ana entrou pela porta, largou os livros e cadernos na primeira carteira que encontrou e veio na minha direção. A gente se abraçou, trocamos um beijo longo e ela começou a se esfregar no meu corpo. Os dois ficavam muito excitados em transar na sala de aula, com o risco de sermos pegos no flagra. A Ana tinha 17 anos e o cabelo preto azulado, com risca no meio e liso, cobrindo as orelhas. A pele dela era um pouco mais clara que o normal e ela tinha uns olhos lindos que davam um ar de mistério. A gente não era namorados, mas éramos bons amigos e costumávamos dar uma trepadinha de vez em quando. Minhas mãos percorriam o corpo dela e entraram por baixo da calça, afastei a calcinha dela e comecei a acariciar com força a buceta já molhada. Não demorou pra ela começar a derreter nas minhas mãos. As mãos dela abaixaram meu zíper, acariciaram meu pau duro, tiraram ele pra fora da calça e colocaram na boca dela. O hálito quente dela me tirava as forças. Como a garota chupava, que puta sugadora. Levei ela pro banheiro, que ficava em frente à nossa sala, e lá eu meti um senhor pau nela que a fez gritar de tanto gozar. A Ana jorrou de prazer entre as pernas até ficar exausta.

Voltamos pra sala e aos poucos os outros alunos foram chegando. Já era uma rotina, e naquele dia em específico, nunca imaginei que a coisa fosse além disso. Mais tarde, no primeiro recreio, voltamos pro banheiro pra dar mais uma trepada. Naquele dia, os dois estavam muito tarados e o corpo da Ana me dava vontade o tempo todo. Levantei a saia dela, chupei a bucetinha bem molhada e me enfiei nas entranhas dela. Meti com força uma, e outra, e outra, e outra vez, até a gente gozar de novo. Depois a gente se deu uns carícia e uns amassos, e nos vestimos pra voltar pra aula. Na última hora, infelizmente, Sara, minha tutora, era quem dava aula pra gente, e de inglês nada menos. Por sorte, e como quase sempre, Laura, uma colega de classe, animou a coisa. Laura era a típica mina com jeito de macho, rebelde e respondona. Como sempre, Sara acabou fazendo ela ficar depois da aula pra aplicar algum trabalho como castigo pela boca suja dela. Todos os colegas riram pra caralho e saímos de lá. Tanto eu quanto a Ana fomos dos últimos, sem pressa. A gente tava junto e batendo papo perto da porta de saída quando, olhando entre meus livros, vi que meus cadernos não estavam, principalmente o de inglês, essencial pra uma prova que eu tinha no dia seguinte, então falei pra Ana me esperar e voltei pra sala. Quando cheguei, ia abrir a porta, mas vi que tava entreaberta e ouvi uns gemidos. Pela fresta vi uma parada que até hoje me deixa sem jeito e me excita de um jeito foda.

Fundidas num beijo eterno e molhado, Sara tinha aberto o zíper da calça jeans de Laura e metia a mão lá dentro, entre as pernas dela, enquanto Laura tinha desabotoado os botões da saia-colete de Sara e da blusa dela e massageava os peitões da professora. Aquela cena me deu a ereção mais rápida e dolorosa da minha vida. Não podia acreditar no que meus olhos viam. Laura e Sara, declaradas inimigas, eram amantes secretas. O mais puta era que a professora era casada, e o marido dela eu já tinha visto mais de uma vez na saída da aula, esperando a mulher, que sempre recebia ele com um beijo. Mas ali estavam as duas, enroscadas numa briga de línguas enquanto cada uma tocava a outra, se excitando, se explorando sem parar. Meu pau cresceu dentro da minha calça tanto que pensei que ia rasgar. Nunca tinha ficado duro daquele jeito. As mãos de Laura continuavam acariciando os peitos de Sara, e essa fazia o mesmo com os de Laura, por por cima da camiseta, procurando os mamilos dela pra apertar e sentir como eles se destacavam. Me encostei perto da porta e fiquei em êxtase admirando aquela maravilha. Laura virou de costas pro amante dela, que jogou as duas mãos na virilha dela e a tocava com força, enquanto beijava o pescoço dela e alternava entre os peitos e a buceta. A cara de Laura dava gosto de ver se deixando tocar. Naquele instante, percebi algo pelo canto do olho e virei pra esquerda: Ana tava se aproximando de mim. Cansada de esperar, e em vez de ir embora, tinha vindo ver porque eu tava demorando tanto.

Com medo de ser descoberto, levantei com cuidado e fui até ela, que ficou estupefata com a ereção que se destacava na minha calça. Ela tocou um pouco e perguntou qual era o motivo de tanta excitação. Sorri com malícia, fiz um gesto pra ela ficar quieta, peguei na mão dela e levei até o lugar onde eu tinha estado. Ana ficou tão boquiaberta quanto eu ao ver Laura e Sara se beijando de novo, com a calça de Laura já nos tornozelos. A mão direita de Ana procurou meu pau roxo e, ao encontrá-lo, tirou ele da minha calça e, com delicadeza e carinho, começou a me punhetar. Quando olhei pra ela, ela piscou um olho, e então mandei minha mão esquerda pelas costas dela, enfiei por baixo da saia, afastei a calcinha dela e, com os dedos indicador e médio, comecei a acariciar a bucetinha dela. Tanto ela quanto eu nunca tínhamos feito nada parecido, e não demoramos pra nos perder em carícias silenciosas e várias esfregadas. Nossas lésbicas favoritas, enquanto isso, estavam se esfregando uma na outra com a buceta, enquanto ouvíamos os gemidos de prazer delas, vendo como começavam a ficar molhadas entre as pernas.

Laura desabotoou completamente o vestido de Sara, deslizou pelos ombros e caiu todo no chão, deixando ela nua. Ana me olhou com um sorriso satisfeito e arqueou as sobrancelhas, divertida. Não era segredo que o corpo de Sara era meu Obscuro objeto de desejo. Eu correspondi com um pequeno bufido, um arqueio de sobrancelhas e um aceno com a cabeça. Finalmente podia contemplar Sara em todo seu esplendor. Virgem santa, que corpo de deusa tinha a vaca dela: um cabelo loiro sedoso, sempre preso num coque, uns olhos azuis safados, maliciosos, uma cintura de pilão, uma barriga bem torneada, lisa, uns peitões enormes que se sustentavam sem precisar de sutiã, umas pernas esculpidas na academia, uma bunda empinada e apetitosa, uma boa moita loira no púbis, e uma buceta bem dilatada, aberta, de formas finas, cujo cheiro, pela trepada que ela tava dando com a aluna, chegava às minhas narinas. Aquilo soltava meus instintos mais animalescos e eu realmente tive que me segurar pra não arrombar a porta, nocautear a Laura com um golpe e estuprar a Sara até o dia do juízo final. Meu pau ansiava perfurar ela como uma furadeira no automático, mas tinha que se contentar com as carícias que a Ana tava dando. Carinhosamente, ela passava o polegar na minha glande enquanto ia pra cima e pra baixo, me masturbando como uma verdadeira expert. Minha mão na buceta dela já começava a ficar ensopada, de tanta lubrificação que a Ana tava tendo.

Depois de contemplar ela nua, Laura se ajoelhou diante da professora, chegou mais perto e colou a boca na vulva dela. Começou a penetrar ela com a língua como uma possessa, enquanto Sara fazia força pra se manter firme e de pé, presa dos desejos da aluna. Laura enfiou um dedo na boceta dela enquanto a língua continuava penetrando, bebendo os sucos que jorravam dela como um riacho. Mexeu a cabeça rápido pra lamber ela com toda pressa, sentindo a dureza do clitóris e o gosto dos sucos, que deviam saber a glória celestial. Ficava com água na boca vendo aquilo. Ana e eu estávamos descobrindo o prazer do voyeurismo, e eu tinha a sensação de que essa não seria a única vez que faríamos algo parecido. O corpo da Ana começou a tremer do prazer que minha mão na buceta dela tava causando. De dentro dela buceta eu dava, enquanto ela fechava os olhos pra curtir minhas carícias. O mesmo valia pra mim, com meu pau preso na mão dela, que tentava balançar no mesmo ritmo da minha mão dentro dela.

Se eu soubesse que esquecer meus cadernos ia me render uma diversão tão boa, teria esquecido bem antes. Depois de uma porrada de gemidos de puro tesão, Sara fez Laura sentar na mesa dela, tirou toda a roupa dela e admirou o corpo por um momento: uns peitos bem desenhados, com os bicos rosadinhos, durinhos, uma cintura que combinava com o corpo, umas pernas firmes, uma barriguinha meio saliente, macia, e uma selva amazônica preta cobrindo uma buceta dilatada uns dois centímetros, rosada e molhada. Depois de lamber os lábios, Sara se ajoelhou, fez Laura abrir quase 180 graus, e começou a comer ela com a língua. Laura se jogou um pouco pra trás, gemendo e se contorcendo de prazer com as lambidas da amante nela. Enquanto a língua molhava ela, dois dedos entravam e saíam, até que molhou bem e deu pra Laura provar, que sorriu ao sentir o próprio gosto. Sara, com a mão livre, se tocava nos peitos e na buceta pra se excitar ainda mais. Ana e eu quase víamos uns fiapos fininhos de mel escorrendo entre as pernas da nossa professora, que tinha a raba numa pompa perfeita, me pedindo aos berros pra arrebentar aquele cu sem pena. Era a situação mais erótica de toda a nossa vida: Ana e eu nos masturbando em silêncio, enquanto espionávamos escondido nossa professora se entregando pra amante dela. Finalmente, ela subiu na mesa, se deitaram de lado, e aí víamos elas de perfil, e começaram a fazer um 69 lésbico no que parecia ser o auge do prazer da brincadeira delas. Meu pau já tava a ponto de gozar e Ana, que percebeu pela tensão no meu rosto, se inclinou um pouco, bateu uma mais forte e eu gozei. Ela engoliu todo o meu leite acumulado, e eu juro que pensei que ela ia Engasgar. Nunca tinha gozado tanto de uma vez só. O mais difícil era segurar os gritos, mas isso me excitava ainda mais. Quando me recuperei do orgasmo que tive, acelerei minha mão na buceta da Ana, enquanto com a outra mão ia de mamilo em mamilo, e não demorou muito para ela gozar, entre gritos abafados pela minha boca e tremores por causa do orgasmo dela. Depois desse prazer coroado com um belo beijo de língua, ficamos vendo como aluna e professora acabavam gritando de prazer quando ambas, em uníssono, atingiram o orgasmo depois de minutos sem trégua de penetração oral em suas respectivas bucetas. A Sara se virou para abraçar a aluna dela e se beijaram várias vezes, trocando algumas carícias, enquanto se deixavam levar pelo momento.

Quando começaram a se vestir, entre risadinhas, a gente se escondeu nos banheiros para não ser visto. Abraçadas, elas foram embora, enquanto nós, revivendo na mente o que tinha acontecido, fomos tomados de novo pelos nossos desejos. Meu pau endureceu de novo com a mesma força e rapidez, e a Ana se abriu pra mim, resistindo um pouco quando minha vara a penetrou e doeu de tão grande que tinha ficado. Segurei ela firme com as mãos na bunda dela, sustentando-a no ar, e fiz amor até deixá-la exausta, acabada da cavalgada que eu dei. Enchi as entranhas dela de porra e, sem tirar, fiz de novo, com ela já sem forças, como uma boneca nas minhas mãos, quando a cena de ver a Sara e a Laura juntas pela primeira vez, se beijando e se apalpando, passou pela minha mente. Desde aquele dia, aquela cena bastava para despertar o animal sexual que eu tinha adormecido dentro de mim. Me separei da Ana, que entre sorrisos de cansaço, me agradeceu por fazê-la chegar a um prazer sexual que nunca tinha alcançado antes. Com as poucas forças que restavam, me aventurei a provar o cu dela, que até então tinha me negado, e realmente me deixou vazio de porra. Foi um êxtase sem igual.

Desde então, eu e a Ana seguimos atentamente os movimentos da nossa tutora e da Laura, e toda vez que sabíamos que iam transar, a gente estava lá pra olhar e aproveitar, não vendo, mas batendo uma punheta, ou transando se tivesse distância suficiente. Viramos uns verdadeiros voyeurs, e fora da aula, nos fins de semana, também fazíamos isso com os casais que víamos nas baladas ou nos parques, mas nada nos dava mais tesão do que Sara e Laura transando na sala quando ficavam sozinhas.

Esse mundo desabou no começo de junho. Ana e eu cometemos a imprudência de ficar perto da porta da sala depois de transar, e Sara e Laura, ao sair da aula, nos pegaram no flagra. Nós quatro ficamos sem palavras, num caos total. A reprovação no olhar de Sara nos fulminava sem trégua. Ela perguntou há quanto tempo a gente sabia, e respondemos que há vários meses. Ela sussurrou algo pra Laura, e, pegando a gente pelos tornozelos, nos arrastaram pra dentro da sala. Laura fez da Ana seu brinquedo sexual e a manipulava como queria, à vontade, enquanto Sara me deitou numa carteira e me montou como uma verdadeira rabuda. Ela enfiava no meu pau e a gente transou não sei quantas vezes, a verdade é que me deixou sem forças, quase inconsciente. A putinha tinha uma resistência que eu jamais imaginaria. Meu pau foi espremido até a exaustão pela porca da minha professora, e, embora minha fantasia de comer ela tenha se realizado, nunca pensei que fosse acontecer daquele jeito nem que me deixasse tão acabado. Ana ficou igual, quando, depois de me deixar exausto em cima da mesa, Sara foi com Laura e as duas comeram ela sem piedade. Satisfeitas, nos deixaram lá, suando e ofegantes, exaustos, incapazes de levantar por um bom tempo. Nunca tínhamos recebido um castigo tão pesado nos nossos corpos. Quando conseguimos nos levantar e ir embora, fomos apoiados um no outro. Parecia inacreditável o cansaço que uma pessoa podia sentir.

Aquela maratona sexual nunca mais se repetiu, e a verdade é que Sara e Laura, desde aquele momento, ficaram mais reservadas e cautelosas. Nunca mais as vimos transando, o que foi uma decepção pra mim e pra Ana, porque ficamos sem nosso maior prazer. Mas ficou a lembrança de meses e meses vendo elas gozarem como umas selvagens, enquanto a gente fazia o mesmo. Pra nós dois, um mundo novo se abriu, e depois daquele curso, a gente explorou todo o potencial. Passávamos noites inteiras procurando casais pra observar se devorando entre si.

Hoje em dia, nunca mais soubemos da Sara, embora a vejamos de vez em quando de passagem com o marido e os dois filhos, que ela teve pouco depois daquele curso. Ela, que nos reconhece, só pisca o olho com malícia, enquanto se beija com o marido e faz umas gracinhas pra ele olhando pra gente. A Laura sumiu de vez, e eu e a Ana seguimos cada um com a nossa vida. Cada um casou e tem família, mas a amizade e a cumplicidade ainda nos unem, e muitas vezes, pelas costas dos nossos parceiros, a gente se encontra pra continuar nosso jogo favorito: procurar casais jovens em parques e bares pra espionar e foder enquanto olhamos, um jogo que a gente ampliou quando decidimos ir pra casas de swing pra fazer trocas e umas outras coisas, nos passando por um casal em busca de novas experiências. Até fizemos algumas amizades nesses lugares, que compartilham dos nossos gostos e com quem a gente se divertiu pra caralho. Mais de uma vez, eu e a Ana pensamos em divorciar dos nossos parceiros e casar, mas a verdade é que isso tiraria aquele componente tarado que a gente tanto curte. Continuamos sendo bons amigos e amantes fiéis, e adoramos ter essas aventuras cheias de tesão que nos deixam no fogo. Da minha parte, nunca vou esquecer aquela primeira imagem de ver Sara e Laura juntas, se beijando e se tocando, que até hoje me excita e me deixa duro igual àquela primeira vez, escondido atrás da porta, quando descobri o prazer de olhar…

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1 comentários - Sara, a puta da minha professora

excelente relato!! me dejo a mil! gracias por compartit!