Já passava do meio-dia quando acordei morrendo de sede. Me mexi com cuidado pra não acordar o Maximiliano, que tava tão relaxado que não quis incomodar. Tomei um banho rápido, me vesti em casa com uma legging preta comprida e uma regata branca, e fui pra cozinha preparar o almoço. Enquanto cozinhava, não parava de pensar no sexo sem limites que tive com meu filho, em como aproveitei aquela noite como nunca, o tesão de ter o pau do meu filho na minha boca, dentro da minha buceta e no meu cu. Ficava molhada só de pensar. Mas, por outro lado, me preocupava como ia ser daqui pra frente entre nós. Por ser mãe solteira, sempre tive uma relação muito próxima que não queria perder. Mas sabia que nada seria igual. Também pensei se fiz certo em ceder, como mãe devia ter resistido à tentação, de não me insinuar pro meu filho, provocar ele. Mas já tava tudo feito e a única coisa que podia fazer era esperar e ver como as coisas se ajeitavam. O tempo passava e eu não parava de pensar no que a gente tinha feito, e decidi ligar pra minha melhor amiga, Florencia.
-Flor, como cê tá?
-Bem, trabalhando.
-Tem uns minutos?
-Sim, o que foi? Ela perguntou.
-Acho que fiz merda, lembra do que a gente conversou sobre meu filho?
-Sim, daquilo.
-A gente dormiu junto ontem à noite.
Florencia ficou em silêncio. Eu tava morrendo de vergonha. O silêncio era super desconfortável. Até que ela respondeu:
-Cê é rápida, hein, haha.
Ouvir ela rindo me deu um pouco de alívio. Voltei a respirar.
-É, me sinto péssima, foi muito errado o que fiz, mas me dominou tudo e...
-Como ele te comeu? Minha amiga sempre foi muito direta, era o que eu gostava nela.
-Foi muito bom, ele se saiu bem, me deixou bem satisfeita.
-Bom saber pra quando eu me sentir sozinha, haha. Ela disse.
-Não, sério, minha cabeça tá explodindo, mil coisas passam pela minha mente. Ainda não conversamos desde que aconteceu. Não sei bem como lidar com a situação.
-Olha, não faz nada, deixa ele decidir como vai ser daqui pra frente e a partir daí... Vê como cê segue.
– Era o que eu queria ouvir. Foi o que pensei, falei pra ele.
– Preciso te deixar, tão me procurando, mas cê tem que me contar todos os detalhes, me ouviu, putinha? Haha, um beijo.
– Tchau, Flor. Valeu.
Fiquei bem mais tranquila depois da ligação.
Aproveitei pra ligar pro trabalho e contar uma mentira, porque não tinha ido trabalhar. Comecei a fazer alguns serviços de casa, mas a espera me matava. Ia ser ótimo sair pra correr, mas com a dor que tava no meu booty, não dava.
Deitei no sofá da sala pra ler, até que acabei dormindo.
Não sei quanto tempo passou, mas acordei com uma sensação gostosa. Ainda tava meio sonolenta quando abri os olhos e vi meu filho chupando meu peito direito, enquanto com a mão direita ele me masturbava a buceta por baixo da legging. Esperei uns minutos pra falar algo, não queria que parasse, mas deixei o prazer de lado e com a mão afastei a cabeça do meu filho do meu peito.
– Espera, me dá um segundo, a gente precisa conversar, falei.
– Mãe, não aguento mais, a gente tem que fazer.
Tentei dissuadi-lo, queria conversar primeiro sobre tudo que tinha rolado, mas conhecia bem meu filho e sabia como ele era teimoso, então cedi pra ele se acalmar e a gente poder conversar de boa.
Sentei no sofá, pedi pro Maximiliano chegar perto, e coloquei minha cara na frente do pau dele.
Tava completamente duro. Peguei com a mão direita e comecei a masturbá-lo devagar. Ouvia ele gemer de prazer, e percebi que o pau dele tava bem irritado, mas era normal, foi a primeira vez dele e ainda meteu no meu cu apertado sem muita lubrificação, só um pouco de saliva.
Não demorei pra enfiar o pau dele na minha boca, tava morrendo de vontade. Engoli até a metade e comecei a chupar. Ia pra cima e pra baixo, em cada ida e volta tentava engolir um pouco mais, queria ele até o fundo da minha garganta. Peguei as bolas dele com a mão. Direita e comecei a acariciar eles, isso matou ele, deixou ele louco de tesão.
Maximiliano segurou minha cabeça com as mãos e começou a ditar o ritmo do boquete, enfiava minha cabeça contra o corpo dele e o pau entrava bem fundo na minha boca, sentia a garganta dolorida, dava ânsia, sentia uma quantidade enorme de saliva misturada com o leite do meu filho escorrendo pelos cantos da minha boca. Tava difícil acompanhar o ritmo, mas não ia ceder, por orgulho não podia tirar a boca do membro dele, então tentei apressar a ereção, comecei a massagear com força as bolas dele e apertei muito o pau dele com meus lábios.
Maximiliano gritava de prazer, sabia que ele tava perto de gozar. Mas de repente meu filho tirou o pau da minha boca e começou a se masturbar na frente do meu rosto, com a mão esquerda aproximava minha cabeça do pau dele. Me pegou de surpresa total. Ele batia uma violentamente até jorrar vários jatos de porra na minha cara. Foram vários e em grande quantidade. O leite dele sujou praticamente todo o meu rosto, dava pra sentir a porra escorrendo da minha testa, pelo nariz, bochechas, lábios, queixo até minhas pernas.
Passei as mãos no rosto, tirei a porra das pálpebras pra conseguir abrir os olhos e chupei os dedos, isso deu muito prazer pro Maximiliano ver. Engoli o pau dele de novo e limpei até a última gota com minha boca e língua.
— Me espera na cozinha que a gente precisa conversar, falei.
Aproveitei pra ir no banheiro e pude ver minha cara. Toda suja de porra do meu filho, me excitou pra caralho, tinha o gosto de sêmen na boca e tive que me masturbar, fiquei na frente do espelho do banheiro, abaixei a legging preta e me penetrei com dois dedos, comecei a meter e tirar que nem uma louca, desenfreadamente, em uns dois minutos consegui gozar, gozei completamente, sentia meus fluidos escorrendo entre as pernas, limpei o rosto com papel higiênico, depois com água, o pior foi o cabelo, demorei pra tirar a meleca dos fios. cabelos, então decidi tomar outro banho e me limpar bem.
Depois do banho, coloquei a legging e a regata de novo e fui pra cozinha.
Lá estava o Maximiliano, comendo, dava pra ver que o exercício tinha aberto o apetite dele, já tava indo pro quarto bife à milanesa.
Quando me viu, parou de comer e me olhou com uma cara de safado, quase de tarado, que me deixou louca.
Sentei na frente dele e falei:
— O que você acha disso tudo? É uma loucura, né?
— É lindo, não acredito que aconteceu. Eu batia tanta punheta pra você, usava suas calcinhas usadas, adorava cheirar elas, e finalmente consegui.
Fiquei surpresa com a confissão dele e perguntei:
— Desde quando você sente isso?
— Sei lá, mais de dois anos. Tenho várias fotos suas no computador, vejo todo dia e sempre bato punheta pensando em você, mãe, você me excita pra caralho.
— Você acha que foi culpa minha, por algo que eu fiz, pra você se sentir assim?
— Acho que não. A verdade é que você é muito gostosa, todos os meus amigos querem te comer, e além de ser minha mãe, sei lá, me excita ainda mais.
— Tá bom, se a gente vai continuar com isso, temos que ser muito discretos, ninguém pode saber, entendeu? Não quero problema. E temos que tomar muito cuidado com tudo.
— Fechou, prometo.
Por dentro, eu me sentia muito culpada, pedi discrição pra ele, sendo que eu já tinha contado pra minha melhor amiga. Mas sabia que podia confiar nela.
Maximiliano se levantou, me encurralou contra a parede e enfiou a língua na minha boca, enquanto me beijava, as mãos dele foram parar na minha bunda por cima da legging, e ele ficou acariciando enquanto nossas línguas brincavam.
Ele me levantou e me deitou na mesa da cozinha, tirou minha legging e enfiou o pau na minha buceta, que já tava toda molhada, meteu de uma vez, até o fundo, eu senti as bolas dele batendo no meu corpo com força. Ele me fodia igual um animal, eu via ele tão confiante, sabendo o que queria, que me surpreendeu, não parecia o da noite anterior, sabia se mexer muito bem pra idade dele e pela falta de experiência. Ele me fodia tão forte que a mesa balançava pra todo lado, achei que a qualquer momento a gente ia parar no chão, mas a mesa aguentou as investidas do meu filho. Eu gritava de prazer, apertava meus peitos, gozava como nunca, meu filho tava doido como me comia. Finalmente ele gozou dentro da minha buceta. Me encheu com o leite dele.
Tava exausto, mas dava pra ver que não queria parar. Sem tirar o pau da minha pussy, continuou metendo e tirando, já não tava mais completamente duro, mas ainda sentia ele dentro de mim e em poucos minutos começou a crescer dentro de mim.
Ele me pegou pelas cadeiras, me tirou da mesa, e eu fiquei de costas pra ele. Senti o membro dele entre minhas nádegas procurando meu cu, até que encontrou e enfiou a cabeça dentro da minha Booty sem piedade.
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, gritei.
Me dobrei de dor, me apoiei com as mãos na mesa, e dobrei um pouco as pernas pra minha bunda abrir mais e não doer tanto, mas a dor continuou, embora o prazer de ter o pau do meu filho dentro da minha Booty fosse maior.
Ele me segurou pelas cadeiras com as mãos, e começou a me empurrar com o membro dele, a cada penetração ele entrava mais fundo em mim, eu gemia como a pior das vadias.
-Ahhhh, sim, maissss, ahhhh, me enche de leite filho, ahhhhh.
Ele meteu bem forte, senti o pau todo bem lá dentro, sentia nos meus intestinos, e me dobrava de dor, mas amava aquela sensação, o tesão de ser penetrada como uma puta pelo meu filho, era uma sensação única.
Maximiliano acelerou o ritmo, sentia o corpo dele batendo na minha bunda, fomos arrastando a mesa com o movimento, até que ele gritou de prazer e soltou o leite dentro da minha Booty.
Ele deixou o corpo cair sobre o meu, minhas pernas tremiam, se não fosse porque eu tava apoiada na mesa, teria caído.
Meu cu doía tanto. Sentia ele tão aberto. Mas não importava nada, sentir o corpo do meu filho sobre o meu era o que eu precisava naquele momento.
Quando nos recuperamos, fomos pro banheiro e nos Tomamos banho juntos. Nos beijamos muito, acariciamos nossos corpos, mas só isso, estávamos mortos de cansaço.
Nos secamos e deitamos no sofá da sala pelados, abraçados. Conversamos bem relaxados. Contei pra ele que fiquei surpresa quando ele gozou na minha cara. Ele riu da situação e me contou que o computador dele tava cheio de fotos e filmes pornôs, que graças a isso ele sabia muita coisa sobre sexo. Além disso, me disse que imaginou me comendo de todas as formas e situações possíveis. Eu adorava estar na intimidade com meu filho. Naquela semana, pedi férias adiantadas no trabalho e a gente trepou dia e noite com meu filho. Chegamos a nos conhecer muito bem.
-Flor, como cê tá?
-Bem, trabalhando.
-Tem uns minutos?
-Sim, o que foi? Ela perguntou.
-Acho que fiz merda, lembra do que a gente conversou sobre meu filho?
-Sim, daquilo.
-A gente dormiu junto ontem à noite.
Florencia ficou em silêncio. Eu tava morrendo de vergonha. O silêncio era super desconfortável. Até que ela respondeu:
-Cê é rápida, hein, haha.
Ouvir ela rindo me deu um pouco de alívio. Voltei a respirar.
-É, me sinto péssima, foi muito errado o que fiz, mas me dominou tudo e...
-Como ele te comeu? Minha amiga sempre foi muito direta, era o que eu gostava nela.
-Foi muito bom, ele se saiu bem, me deixou bem satisfeita.
-Bom saber pra quando eu me sentir sozinha, haha. Ela disse.
-Não, sério, minha cabeça tá explodindo, mil coisas passam pela minha mente. Ainda não conversamos desde que aconteceu. Não sei bem como lidar com a situação.
-Olha, não faz nada, deixa ele decidir como vai ser daqui pra frente e a partir daí... Vê como cê segue.
– Era o que eu queria ouvir. Foi o que pensei, falei pra ele.
– Preciso te deixar, tão me procurando, mas cê tem que me contar todos os detalhes, me ouviu, putinha? Haha, um beijo.
– Tchau, Flor. Valeu.
Fiquei bem mais tranquila depois da ligação.
Aproveitei pra ligar pro trabalho e contar uma mentira, porque não tinha ido trabalhar. Comecei a fazer alguns serviços de casa, mas a espera me matava. Ia ser ótimo sair pra correr, mas com a dor que tava no meu booty, não dava.
Deitei no sofá da sala pra ler, até que acabei dormindo.
Não sei quanto tempo passou, mas acordei com uma sensação gostosa. Ainda tava meio sonolenta quando abri os olhos e vi meu filho chupando meu peito direito, enquanto com a mão direita ele me masturbava a buceta por baixo da legging. Esperei uns minutos pra falar algo, não queria que parasse, mas deixei o prazer de lado e com a mão afastei a cabeça do meu filho do meu peito.
– Espera, me dá um segundo, a gente precisa conversar, falei.
– Mãe, não aguento mais, a gente tem que fazer.
Tentei dissuadi-lo, queria conversar primeiro sobre tudo que tinha rolado, mas conhecia bem meu filho e sabia como ele era teimoso, então cedi pra ele se acalmar e a gente poder conversar de boa.
Sentei no sofá, pedi pro Maximiliano chegar perto, e coloquei minha cara na frente do pau dele.
Tava completamente duro. Peguei com a mão direita e comecei a masturbá-lo devagar. Ouvia ele gemer de prazer, e percebi que o pau dele tava bem irritado, mas era normal, foi a primeira vez dele e ainda meteu no meu cu apertado sem muita lubrificação, só um pouco de saliva.
Não demorei pra enfiar o pau dele na minha boca, tava morrendo de vontade. Engoli até a metade e comecei a chupar. Ia pra cima e pra baixo, em cada ida e volta tentava engolir um pouco mais, queria ele até o fundo da minha garganta. Peguei as bolas dele com a mão. Direita e comecei a acariciar eles, isso matou ele, deixou ele louco de tesão.
Maximiliano segurou minha cabeça com as mãos e começou a ditar o ritmo do boquete, enfiava minha cabeça contra o corpo dele e o pau entrava bem fundo na minha boca, sentia a garganta dolorida, dava ânsia, sentia uma quantidade enorme de saliva misturada com o leite do meu filho escorrendo pelos cantos da minha boca. Tava difícil acompanhar o ritmo, mas não ia ceder, por orgulho não podia tirar a boca do membro dele, então tentei apressar a ereção, comecei a massagear com força as bolas dele e apertei muito o pau dele com meus lábios.
Maximiliano gritava de prazer, sabia que ele tava perto de gozar. Mas de repente meu filho tirou o pau da minha boca e começou a se masturbar na frente do meu rosto, com a mão esquerda aproximava minha cabeça do pau dele. Me pegou de surpresa total. Ele batia uma violentamente até jorrar vários jatos de porra na minha cara. Foram vários e em grande quantidade. O leite dele sujou praticamente todo o meu rosto, dava pra sentir a porra escorrendo da minha testa, pelo nariz, bochechas, lábios, queixo até minhas pernas.
Passei as mãos no rosto, tirei a porra das pálpebras pra conseguir abrir os olhos e chupei os dedos, isso deu muito prazer pro Maximiliano ver. Engoli o pau dele de novo e limpei até a última gota com minha boca e língua.
— Me espera na cozinha que a gente precisa conversar, falei.
Aproveitei pra ir no banheiro e pude ver minha cara. Toda suja de porra do meu filho, me excitou pra caralho, tinha o gosto de sêmen na boca e tive que me masturbar, fiquei na frente do espelho do banheiro, abaixei a legging preta e me penetrei com dois dedos, comecei a meter e tirar que nem uma louca, desenfreadamente, em uns dois minutos consegui gozar, gozei completamente, sentia meus fluidos escorrendo entre as pernas, limpei o rosto com papel higiênico, depois com água, o pior foi o cabelo, demorei pra tirar a meleca dos fios. cabelos, então decidi tomar outro banho e me limpar bem.
Depois do banho, coloquei a legging e a regata de novo e fui pra cozinha.
Lá estava o Maximiliano, comendo, dava pra ver que o exercício tinha aberto o apetite dele, já tava indo pro quarto bife à milanesa.
Quando me viu, parou de comer e me olhou com uma cara de safado, quase de tarado, que me deixou louca.
Sentei na frente dele e falei:
— O que você acha disso tudo? É uma loucura, né?
— É lindo, não acredito que aconteceu. Eu batia tanta punheta pra você, usava suas calcinhas usadas, adorava cheirar elas, e finalmente consegui.
Fiquei surpresa com a confissão dele e perguntei:
— Desde quando você sente isso?
— Sei lá, mais de dois anos. Tenho várias fotos suas no computador, vejo todo dia e sempre bato punheta pensando em você, mãe, você me excita pra caralho.
— Você acha que foi culpa minha, por algo que eu fiz, pra você se sentir assim?
— Acho que não. A verdade é que você é muito gostosa, todos os meus amigos querem te comer, e além de ser minha mãe, sei lá, me excita ainda mais.
— Tá bom, se a gente vai continuar com isso, temos que ser muito discretos, ninguém pode saber, entendeu? Não quero problema. E temos que tomar muito cuidado com tudo.
— Fechou, prometo.
Por dentro, eu me sentia muito culpada, pedi discrição pra ele, sendo que eu já tinha contado pra minha melhor amiga. Mas sabia que podia confiar nela.
Maximiliano se levantou, me encurralou contra a parede e enfiou a língua na minha boca, enquanto me beijava, as mãos dele foram parar na minha bunda por cima da legging, e ele ficou acariciando enquanto nossas línguas brincavam.
Ele me levantou e me deitou na mesa da cozinha, tirou minha legging e enfiou o pau na minha buceta, que já tava toda molhada, meteu de uma vez, até o fundo, eu senti as bolas dele batendo no meu corpo com força. Ele me fodia igual um animal, eu via ele tão confiante, sabendo o que queria, que me surpreendeu, não parecia o da noite anterior, sabia se mexer muito bem pra idade dele e pela falta de experiência. Ele me fodia tão forte que a mesa balançava pra todo lado, achei que a qualquer momento a gente ia parar no chão, mas a mesa aguentou as investidas do meu filho. Eu gritava de prazer, apertava meus peitos, gozava como nunca, meu filho tava doido como me comia. Finalmente ele gozou dentro da minha buceta. Me encheu com o leite dele.
Tava exausto, mas dava pra ver que não queria parar. Sem tirar o pau da minha pussy, continuou metendo e tirando, já não tava mais completamente duro, mas ainda sentia ele dentro de mim e em poucos minutos começou a crescer dentro de mim.
Ele me pegou pelas cadeiras, me tirou da mesa, e eu fiquei de costas pra ele. Senti o membro dele entre minhas nádegas procurando meu cu, até que encontrou e enfiou a cabeça dentro da minha Booty sem piedade.
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, gritei.
Me dobrei de dor, me apoiei com as mãos na mesa, e dobrei um pouco as pernas pra minha bunda abrir mais e não doer tanto, mas a dor continuou, embora o prazer de ter o pau do meu filho dentro da minha Booty fosse maior.
Ele me segurou pelas cadeiras com as mãos, e começou a me empurrar com o membro dele, a cada penetração ele entrava mais fundo em mim, eu gemia como a pior das vadias.
-Ahhhh, sim, maissss, ahhhh, me enche de leite filho, ahhhhh.
Ele meteu bem forte, senti o pau todo bem lá dentro, sentia nos meus intestinos, e me dobrava de dor, mas amava aquela sensação, o tesão de ser penetrada como uma puta pelo meu filho, era uma sensação única.
Maximiliano acelerou o ritmo, sentia o corpo dele batendo na minha bunda, fomos arrastando a mesa com o movimento, até que ele gritou de prazer e soltou o leite dentro da minha Booty.
Ele deixou o corpo cair sobre o meu, minhas pernas tremiam, se não fosse porque eu tava apoiada na mesa, teria caído.
Meu cu doía tanto. Sentia ele tão aberto. Mas não importava nada, sentir o corpo do meu filho sobre o meu era o que eu precisava naquele momento.
Quando nos recuperamos, fomos pro banheiro e nos Tomamos banho juntos. Nos beijamos muito, acariciamos nossos corpos, mas só isso, estávamos mortos de cansaço.
Nos secamos e deitamos no sofá da sala pelados, abraçados. Conversamos bem relaxados. Contei pra ele que fiquei surpresa quando ele gozou na minha cara. Ele riu da situação e me contou que o computador dele tava cheio de fotos e filmes pornôs, que graças a isso ele sabia muita coisa sobre sexo. Além disso, me disse que imaginou me comendo de todas as formas e situações possíveis. Eu adorava estar na intimidade com meu filho. Naquela semana, pedi férias adiantadas no trabalho e a gente trepou dia e noite com meu filho. Chegamos a nos conhecer muito bem.
12 comentários - Minha experiência com meu filho (Incesto). Parte 2
Besos