Meu nome é Micaela, tenho 32 anos, sou mãe solteira de um menino, Maximiliano.
Fui mãe muito jovem, em circunstâncias especiais que contarei em outra história.
Me considero uma mulher atraente, não sou nenhuma modelo, mas me dou muito bem com os homens.
A história que vou contar começou no ano passado, em novembro. Meu filho começou com dores muito fortes na região do abdômen, e levei ele ao médico de urgência.
No hospital nos informaram que era apendicite e que ele precisava ser operado imediatamente para evitar complicações. Naquele dia fizeram o pré-operatório e ele foi operado na manhã seguinte.
Ficamos 3 dias no hospital, até darem alta pra ele.
Nos primeiros dias ele ficou muito incomodado, com dores, mas com o passar dos dias foi melhorando rápido. No segundo dia levei ele ao banheiro, sentei ele numa cadeira de plástico, e com uma esponja o higienizei, exatamente como o médico que atendeu o Maximiliano tinha orientado – o importante era não molhar o ferimento, até retirarem os pontos.
Em um momento percebi que meu filho estava com as mãos na virilha, cobrindo o membro, tentou esconder mas pude notar o pênis dele completamente ereto. Não disse nada, e dei uma toalha pra ele se secar e se cobrir. Quando terminou, ajudei ele a levantar e levei ao quarto, ele ainda estava com a ereção, dava pra notar debaixo da toalha.
Deitei ele, cobri e fui pro meu quarto. A situação realmente me perturbou, não soube o que pensar, no final cheguei à conclusão de que era um adolescente numa idade complicada e esfregando o corpo com a esponja, aconteceu involuntariamente. Além do mais, eu estava usando um short branco justo e uma regata verde, meio larga. Talvez tenha sido minha culpa, e provoquei isso sem perceber. Costumo me vestir de forma provocante, mesmo sendo mãe me considero jovem e atraente e gosto de chamar a atenção dos homens. Mas o que aconteceu me fez repensar que devo ser mais discreta em casa, pelo menos. No dia seguinte, fui com roupas velhas de ginástica, que ficavam largas em mim, totalmente o oposto do dia anterior, mas aconteceu a mesma coisa no banheiro: seu pênis completamente ereto, coberto com as mãos. Tentei limpá-lo rapidamente para acabar com o momento constrangedor. Para Maximiliano, a situação também era difícil; dava para ver suas orelhas bem vermelhas de vergonha, e ele ficava quieto. Por um lado, me tranquilizou saber que ele não fazia aquilo de propósito.
A situação foi se repetindo dia após dia. Foram quase duas semanas em que tive que banhá-lo sozinha. Isso nos afastou. Sempre tivemos uma relação excelente, meu filho sempre me contava tudo, e eu sempre tentei estar presente para ele, especialmente por tê-lo criado sozinha. Tentei cumprir o papel de pai e mãe ao mesmo tempo; a verdade é que éramos muito unidos até acontecer a situação no banheiro. Foi algo mútuo: surgiam uns silêncios constrangedores, Maximiliano tinha dificuldade de me olhar na cara, e eu, quando estava com ele, vinha à minha cabeça a imagem do seu pênis ereto.
As semanas foram passando, e decidi dar um tempo para nós. Só esperava que tudo voltasse ao normal, era o que mais desejava. Meu filho já estava completamente recuperado, e por dentro eu acreditava que tudo seria como antes.
Já era janeiro deste ano, alguns dias depois do Ano Novo. Eu estava no meu quarto dormindo, e em um momento estava me masturbando, acariciando meu clitóris. Lembro que estava completamente encharcada de suor, pensando no membro do meu filho e em como seria gostoso tê-lo dentro de mim. Não sei quanto tempo fiquei assim, mas era como se estivesse dormindo, mas não totalmente; estava meio inconsciente, como se estivesse pensando em outra pessoa que não era meu filho. Mas quando percebi que estava me masturbando pensando no Maximiliano, dei um pulo da cama e fui ao banheiro. Estava banhada em suor, sequei meu corpo com uma toalha, percebi que minha buceta estava completamente molhada, me limpei, coloquei um roupão e fui tomar água. Fui para a cozinha porque estava me sentindo desidratada.
Estava exausta, como se tivesse corrido 10 km, fiquei vendo televisão na sala, tentando espairecer. Passaram algumas horas até que fiquei com sono e fui me deitar, troquei os lençóis por uns secos e tentei dormir de novo.
Toda vez que fechava os olhos, a imagem do meu filho pelado vinha à minha cabeça. Fiquei me revirando na cama sem conseguir pegar no sono.
Faltavam algumas horas para eu acordar e ir trabalhar, e decidi me masturbar para esfriar a cabeça. Precisava tirar a tesão que estava sentindo.
Fui ao banheiro, tirei o roupão e sentei no vaso sanitário. Com a mão esquerda, acariciava meus seios, apertava meus mamilos, enquanto com a direita me masturbava. Estava muito molhada, como poucas vezes. Tentei pensar em homens que conhecia, mas no final a lembrança do meu filho superava todos eles e decidi não resistir mais. Apertava meus seios com força e com a outra mão comecei a me penetrar com dois dedos bem rápido, imaginando o pau do meu filho entrando e saindo da minha buceta. Estava louca de prazer, gemendo alto, nem me importava se o Maximiliano me ouvisse gemer. Só queria gozar. No final, gozei completamente.
Fiquei sentada com as pernas abertas, recuperando o fôlego. Esperei alguns minutos, me limpei a buceta e as pernas e me joguei na cama. Estava exausta, mas me sentia relaxada, com uma sensação de felicidade, como se tudo fosse perfeito.
Naquela manhã, levantei para tomar café da manhã, acordei meu filho e tomamos café juntos. Me sentia muito relaxada e tudo fluiu muito bem entre nós. Senti que nossa relação estava voltando a ser como antes.
Naquele fim de semana, fomos à casa da minha melhor amiga, Florencia. Ela é casada e tem uma casa de campo com piscina onde costumam ir todos os fins de semana.
A Florencia conhece todos os meus segredos e foi minha melhor amiga a vida toda. Ela esteve comigo no momento mais difícil, quando engravidei, e se não fosse por ela, acho que ter conseguido. Nós tivemos uma história juntas, posso dizer que somos mais que amigas.
O afeto é mútuo, nunca nos separamos desde os 13 anos, sempre estivemos conectadas de um jeito ou de outro.
Meu filho estava na piscina, conversando com a filha de uma das famílias que também tinha ido. E eu fiquei tomando sol com a Florencia, pusemos o papo em dia, e ela me contou que tinha traído o marido, não era nada sério, mas ela fazia sexo oral no chefe dela todo dia, não sentia atração nem nada, me disse, mas gostava de se sentir uma puta, foram as palavras dela.
Não sei se ela me deu abertura ao contar esse segredo, que me animei a contar pra Florencia o que estava acontecendo com meu filho. Contei tudo desde o primeiro dia no banheiro. Ela me ouviu atentamente e em um momento começou a rir.
— Tenho que te contar uma coisa, não sabia se te contava, como você ia levar, mas percebi há tempos como seu filho te olha, no começo pensei que ele te controlava, mas ele te olha como mulher, não como mãe — me disse Florencia.
— Você tá maluca, boluda, haha.
— Aposto o que você quiser. Vai até a beirada da piscina que eu te filmo e depois a gente conversa.
Florencia pegou o celular e começou a filmar, fez um bom enquadramento da minha bunda enquanto eu caminhava pela beirada da piscina até ficar uns 5 metros do meu filho, de costas. Fiquei alguns minutos, debaixo do sol, depois mergulhei na água pra me refrescar e voltei pra perto da minha amiga.
Ela me mostrou a filmagem, e ela tinha razão, Maximiliano não tirava os olhos de mim, me encarava fixamente e principalmente parecia focar na minha bunda.
— O que me diz agora? — ela perguntou.
Não soube o que dizer e respondi: — Vamos continuar tomando sol. E mudamos de assunto. Florencia me conhece muito bem e sabe quando parar de perguntar.
No mesmo dia, voltamos antes de escurecer, Maximiliano dormiu a viagem toda e enquanto dirigia tive tempo pra pensar. Mesmo que tudo parecesse uma loucura, várias coisas foram se encaixando, coisas diferentes, ainda que pequenas, se as dava pra ver o que ele sentia por mim. Não me via só como mãe.
Saber que meu filho me desejava me deixava bem, e a ideia de ter uma relação incestuosa me encantava. Não seria minha primeira vez com um familiar, mas fazer com meu filho seria único.
Fazia tempo que eu queria arrumar meu quarto. Tinha umas rachaduras e precisava de pintura, mas sempre adiava por causa do incômodo de ter gente trabalhando em casa e da sujeira que uma obra dessas faz. Mas a verdade é que essa reforma serviria aos meus propósitos.
Comentei com meu filho se ele podia me hospedar no quarto dele por algumas noites, até terminarem a obra, e ele topou.
Na primeira noite, ele ficou surpreso. Maximiliano pensou que eu levaria meu colchão pro quarto dele. Não imaginou que dormiríamos na mesma cama.
— Não te incomoda, filho, que eu durma com você na cama? É que é uma confusão enorme mover tudo.
— Não, tá tudo bem — ele disse.
Aquela noite, vimos TV até cair no sono. De madrugada, algo me acordou. Eu estava dormindo sobre o ombro esquerdo, de costas pro meu filho, e senti a mão dele acariciando minha bunda e perna. Ele fazia com muito cuidado, bem delicado, pra não me acordar. Depois, a mão dele foi subindo pelo meu abdômen, por baixo da regata, e acariciou meu peito direito. Eu fiquei imóvel, queria me virar, mas não sabia como ele ia reagir.
Ele me apalpou por um bom tempo, meus mamilos ficaram duríssimos. Em um momento, pude sentir ele se mexendo atrás de mim — percebi que estava se masturbando. Em alguns minutos, ouvi ele gozar e ir ao banheiro.
Quando voltou e me certifiquei que ele estava dormindo, fui ao banheiro me masturbar também.
E assim foi por algumas noites. Mas, conforme os dias passavam, ele foi ficando mais ousado.
Uma noite, ele deitou sem roupa da cintura pra baixo. Eu dormia como sempre, sobre o braço esquerdo, de costas pra ele.
Maximiliano encostou o corpo no meu. Pude sentir o membro dele contra minha bunda, e ele começou a esfregar. Dava pra sentir o pau dele… completamente ereto roçando minha bunda por cima do short, ele parecia confiante, como se eu estivesse num sonho profundo e nada fosse me acordar.
Não aguentava mais, se ficasse parada ia explodir. Me levantei, meu filho de repente se virou e ficou olhando pro outro lado, me dando as costas, fingindo que estava dormindo.
Peguei ele pelo braço e virei ele pra ficar de barriga pra cima na cama. Fiquei em pé na cama, tirei minha regata, desci meu short e a calcinha até ficar completamente nua. Meu filho me encarava fixamente, mas morto de medo, tremia, seu pau estava mole. Me ajoelhei na cama e aproximei meus lábios da boca dele e comecei a beijá-lo, enfiei minha língua na boca dele e enquanto beijava, com minha mão direita, comecei a masturbá-lo, em poucos segundos seu pau começou a crescer na minha mão, quando ficou bem duro, me acomodei em cima dele, uma perna de cada lado, peguei seu membro, posicionei na entrada da minha buceta e me deixei cair, seu pau começou a entrar na minha vagina completamente molhada, sua grossura era perfeita, sentia ele me enchendo por dentro, entrava cada vez mais seu pedaço de pau, pude senti-lo até o fundo, comecei a cavalgá-lo bem devagar, meu filho estava prestes a explodir dentro de mim mas eu queria que durasse mais, então fui controlando, quando sentia que ele estava quase gozando, diminuía o ritmo, meu corpo batia contra o dele, os dois gemíamos de prazer, peguei as mãos dele e levei contra meus peitos, ele apertava com força, faltava experiência em como tratar uma mulher mas eu não me importava. Tinha as mãos do meu filho apertando meus peitos, enquanto seu pau entrava e saía da minha vagina.
Vi que ele estava prestes a explodir e sentei bem em cima dele, todo seu membro estava dentro da minha vagina, ele soltou um grito de alívio, e me inundou com seu sêmen, eu continuei cavalgando por mais alguns segundos até gozar com o pau dele dentro de mim.
Continuei me mexendo, queria mais, fiquei na posição 69, comecei a chupar seu membro, cheio de sêmen e meus fluidos. Minha Meu filho começou a acariciar minhas nádegas, depois senti um dos dedos dele penetrando meu ânus, doeu, ele meteu sem lubrificar nem nada, mas deixei, enquanto eu engolia o membro dele ele brincava com meu cu. O pau dele estava completamente ereto de novo. Tentei engolir até o fundo da garganta mas não consegui, só dava pra pegar um pouco mais da metade.
Saí da posição e fiquei de quatro na cama, dando a bunda pra ele. Fazia tempo que não entregava o cu, mas estava muito excitada, e pelo meu filho faria qualquer coisa, então falei:
– Quero seu pau na minha bunda, até o fundo.
Ele se ajoelhou atrás de mim e tentou enfiar no meu ânus, deu bastante trabalho, me fez gritar bastante de dor, foi brusco, mas finalmente senti a cabeça dele atravessando meu cu, ele meteu de uma vez. Senti as mãos dele agarrando meus quadris e ele começou a enterrar o corpo contra o meu, a cada enfiada o pau dele entrava mais e mais dentro da minha bunda, ele fazia como um animal, eu gritava de dor, de prazer, estava histérica, pedia mais e mais, mais fundo. Foi uma foda brutal por alguns minutos. Senti as mãos dele apertando meus quadris, ele enterrou o pau quase até o fundo e gozou o que ainda tinha de porra.
Deixou o corpo cair sobre o meu e ficamos assim, ele em cima de mim. Era tão bom sentir o Maximiliano em cima de mim, tão relaxados.
Sem perceber, acabamos dormindo nessa posição.
Acordei quase às 10h, tinha dormido demais pra ir trabalhar, levantei rápido pra tomar banho, mas tive que parar de dor, tinha uma pontada forte no ânus, tive que deitar de barriga pra baixo de novo. Meu filho me abraçou e dormimos mais algumas horas.
Fui mãe muito jovem, em circunstâncias especiais que contarei em outra história.
Me considero uma mulher atraente, não sou nenhuma modelo, mas me dou muito bem com os homens.
A história que vou contar começou no ano passado, em novembro. Meu filho começou com dores muito fortes na região do abdômen, e levei ele ao médico de urgência.
No hospital nos informaram que era apendicite e que ele precisava ser operado imediatamente para evitar complicações. Naquele dia fizeram o pré-operatório e ele foi operado na manhã seguinte.
Ficamos 3 dias no hospital, até darem alta pra ele.
Nos primeiros dias ele ficou muito incomodado, com dores, mas com o passar dos dias foi melhorando rápido. No segundo dia levei ele ao banheiro, sentei ele numa cadeira de plástico, e com uma esponja o higienizei, exatamente como o médico que atendeu o Maximiliano tinha orientado – o importante era não molhar o ferimento, até retirarem os pontos.
Em um momento percebi que meu filho estava com as mãos na virilha, cobrindo o membro, tentou esconder mas pude notar o pênis dele completamente ereto. Não disse nada, e dei uma toalha pra ele se secar e se cobrir. Quando terminou, ajudei ele a levantar e levei ao quarto, ele ainda estava com a ereção, dava pra notar debaixo da toalha.
Deitei ele, cobri e fui pro meu quarto. A situação realmente me perturbou, não soube o que pensar, no final cheguei à conclusão de que era um adolescente numa idade complicada e esfregando o corpo com a esponja, aconteceu involuntariamente. Além do mais, eu estava usando um short branco justo e uma regata verde, meio larga. Talvez tenha sido minha culpa, e provoquei isso sem perceber. Costumo me vestir de forma provocante, mesmo sendo mãe me considero jovem e atraente e gosto de chamar a atenção dos homens. Mas o que aconteceu me fez repensar que devo ser mais discreta em casa, pelo menos. No dia seguinte, fui com roupas velhas de ginástica, que ficavam largas em mim, totalmente o oposto do dia anterior, mas aconteceu a mesma coisa no banheiro: seu pênis completamente ereto, coberto com as mãos. Tentei limpá-lo rapidamente para acabar com o momento constrangedor. Para Maximiliano, a situação também era difícil; dava para ver suas orelhas bem vermelhas de vergonha, e ele ficava quieto. Por um lado, me tranquilizou saber que ele não fazia aquilo de propósito.
A situação foi se repetindo dia após dia. Foram quase duas semanas em que tive que banhá-lo sozinha. Isso nos afastou. Sempre tivemos uma relação excelente, meu filho sempre me contava tudo, e eu sempre tentei estar presente para ele, especialmente por tê-lo criado sozinha. Tentei cumprir o papel de pai e mãe ao mesmo tempo; a verdade é que éramos muito unidos até acontecer a situação no banheiro. Foi algo mútuo: surgiam uns silêncios constrangedores, Maximiliano tinha dificuldade de me olhar na cara, e eu, quando estava com ele, vinha à minha cabeça a imagem do seu pênis ereto.
As semanas foram passando, e decidi dar um tempo para nós. Só esperava que tudo voltasse ao normal, era o que mais desejava. Meu filho já estava completamente recuperado, e por dentro eu acreditava que tudo seria como antes.
Já era janeiro deste ano, alguns dias depois do Ano Novo. Eu estava no meu quarto dormindo, e em um momento estava me masturbando, acariciando meu clitóris. Lembro que estava completamente encharcada de suor, pensando no membro do meu filho e em como seria gostoso tê-lo dentro de mim. Não sei quanto tempo fiquei assim, mas era como se estivesse dormindo, mas não totalmente; estava meio inconsciente, como se estivesse pensando em outra pessoa que não era meu filho. Mas quando percebi que estava me masturbando pensando no Maximiliano, dei um pulo da cama e fui ao banheiro. Estava banhada em suor, sequei meu corpo com uma toalha, percebi que minha buceta estava completamente molhada, me limpei, coloquei um roupão e fui tomar água. Fui para a cozinha porque estava me sentindo desidratada.
Estava exausta, como se tivesse corrido 10 km, fiquei vendo televisão na sala, tentando espairecer. Passaram algumas horas até que fiquei com sono e fui me deitar, troquei os lençóis por uns secos e tentei dormir de novo.
Toda vez que fechava os olhos, a imagem do meu filho pelado vinha à minha cabeça. Fiquei me revirando na cama sem conseguir pegar no sono.
Faltavam algumas horas para eu acordar e ir trabalhar, e decidi me masturbar para esfriar a cabeça. Precisava tirar a tesão que estava sentindo.
Fui ao banheiro, tirei o roupão e sentei no vaso sanitário. Com a mão esquerda, acariciava meus seios, apertava meus mamilos, enquanto com a direita me masturbava. Estava muito molhada, como poucas vezes. Tentei pensar em homens que conhecia, mas no final a lembrança do meu filho superava todos eles e decidi não resistir mais. Apertava meus seios com força e com a outra mão comecei a me penetrar com dois dedos bem rápido, imaginando o pau do meu filho entrando e saindo da minha buceta. Estava louca de prazer, gemendo alto, nem me importava se o Maximiliano me ouvisse gemer. Só queria gozar. No final, gozei completamente.
Fiquei sentada com as pernas abertas, recuperando o fôlego. Esperei alguns minutos, me limpei a buceta e as pernas e me joguei na cama. Estava exausta, mas me sentia relaxada, com uma sensação de felicidade, como se tudo fosse perfeito.
Naquela manhã, levantei para tomar café da manhã, acordei meu filho e tomamos café juntos. Me sentia muito relaxada e tudo fluiu muito bem entre nós. Senti que nossa relação estava voltando a ser como antes.
Naquele fim de semana, fomos à casa da minha melhor amiga, Florencia. Ela é casada e tem uma casa de campo com piscina onde costumam ir todos os fins de semana.
A Florencia conhece todos os meus segredos e foi minha melhor amiga a vida toda. Ela esteve comigo no momento mais difícil, quando engravidei, e se não fosse por ela, acho que ter conseguido. Nós tivemos uma história juntas, posso dizer que somos mais que amigas.
O afeto é mútuo, nunca nos separamos desde os 13 anos, sempre estivemos conectadas de um jeito ou de outro.
Meu filho estava na piscina, conversando com a filha de uma das famílias que também tinha ido. E eu fiquei tomando sol com a Florencia, pusemos o papo em dia, e ela me contou que tinha traído o marido, não era nada sério, mas ela fazia sexo oral no chefe dela todo dia, não sentia atração nem nada, me disse, mas gostava de se sentir uma puta, foram as palavras dela.
Não sei se ela me deu abertura ao contar esse segredo, que me animei a contar pra Florencia o que estava acontecendo com meu filho. Contei tudo desde o primeiro dia no banheiro. Ela me ouviu atentamente e em um momento começou a rir.
— Tenho que te contar uma coisa, não sabia se te contava, como você ia levar, mas percebi há tempos como seu filho te olha, no começo pensei que ele te controlava, mas ele te olha como mulher, não como mãe — me disse Florencia.
— Você tá maluca, boluda, haha.
— Aposto o que você quiser. Vai até a beirada da piscina que eu te filmo e depois a gente conversa.
Florencia pegou o celular e começou a filmar, fez um bom enquadramento da minha bunda enquanto eu caminhava pela beirada da piscina até ficar uns 5 metros do meu filho, de costas. Fiquei alguns minutos, debaixo do sol, depois mergulhei na água pra me refrescar e voltei pra perto da minha amiga.
Ela me mostrou a filmagem, e ela tinha razão, Maximiliano não tirava os olhos de mim, me encarava fixamente e principalmente parecia focar na minha bunda.
— O que me diz agora? — ela perguntou.
Não soube o que dizer e respondi: — Vamos continuar tomando sol. E mudamos de assunto. Florencia me conhece muito bem e sabe quando parar de perguntar.
No mesmo dia, voltamos antes de escurecer, Maximiliano dormiu a viagem toda e enquanto dirigia tive tempo pra pensar. Mesmo que tudo parecesse uma loucura, várias coisas foram se encaixando, coisas diferentes, ainda que pequenas, se as dava pra ver o que ele sentia por mim. Não me via só como mãe.
Saber que meu filho me desejava me deixava bem, e a ideia de ter uma relação incestuosa me encantava. Não seria minha primeira vez com um familiar, mas fazer com meu filho seria único.
Fazia tempo que eu queria arrumar meu quarto. Tinha umas rachaduras e precisava de pintura, mas sempre adiava por causa do incômodo de ter gente trabalhando em casa e da sujeira que uma obra dessas faz. Mas a verdade é que essa reforma serviria aos meus propósitos.
Comentei com meu filho se ele podia me hospedar no quarto dele por algumas noites, até terminarem a obra, e ele topou.
Na primeira noite, ele ficou surpreso. Maximiliano pensou que eu levaria meu colchão pro quarto dele. Não imaginou que dormiríamos na mesma cama.
— Não te incomoda, filho, que eu durma com você na cama? É que é uma confusão enorme mover tudo.
— Não, tá tudo bem — ele disse.
Aquela noite, vimos TV até cair no sono. De madrugada, algo me acordou. Eu estava dormindo sobre o ombro esquerdo, de costas pro meu filho, e senti a mão dele acariciando minha bunda e perna. Ele fazia com muito cuidado, bem delicado, pra não me acordar. Depois, a mão dele foi subindo pelo meu abdômen, por baixo da regata, e acariciou meu peito direito. Eu fiquei imóvel, queria me virar, mas não sabia como ele ia reagir.
Ele me apalpou por um bom tempo, meus mamilos ficaram duríssimos. Em um momento, pude sentir ele se mexendo atrás de mim — percebi que estava se masturbando. Em alguns minutos, ouvi ele gozar e ir ao banheiro.
Quando voltou e me certifiquei que ele estava dormindo, fui ao banheiro me masturbar também.
E assim foi por algumas noites. Mas, conforme os dias passavam, ele foi ficando mais ousado.
Uma noite, ele deitou sem roupa da cintura pra baixo. Eu dormia como sempre, sobre o braço esquerdo, de costas pra ele.
Maximiliano encostou o corpo no meu. Pude sentir o membro dele contra minha bunda, e ele começou a esfregar. Dava pra sentir o pau dele… completamente ereto roçando minha bunda por cima do short, ele parecia confiante, como se eu estivesse num sonho profundo e nada fosse me acordar.
Não aguentava mais, se ficasse parada ia explodir. Me levantei, meu filho de repente se virou e ficou olhando pro outro lado, me dando as costas, fingindo que estava dormindo.
Peguei ele pelo braço e virei ele pra ficar de barriga pra cima na cama. Fiquei em pé na cama, tirei minha regata, desci meu short e a calcinha até ficar completamente nua. Meu filho me encarava fixamente, mas morto de medo, tremia, seu pau estava mole. Me ajoelhei na cama e aproximei meus lábios da boca dele e comecei a beijá-lo, enfiei minha língua na boca dele e enquanto beijava, com minha mão direita, comecei a masturbá-lo, em poucos segundos seu pau começou a crescer na minha mão, quando ficou bem duro, me acomodei em cima dele, uma perna de cada lado, peguei seu membro, posicionei na entrada da minha buceta e me deixei cair, seu pau começou a entrar na minha vagina completamente molhada, sua grossura era perfeita, sentia ele me enchendo por dentro, entrava cada vez mais seu pedaço de pau, pude senti-lo até o fundo, comecei a cavalgá-lo bem devagar, meu filho estava prestes a explodir dentro de mim mas eu queria que durasse mais, então fui controlando, quando sentia que ele estava quase gozando, diminuía o ritmo, meu corpo batia contra o dele, os dois gemíamos de prazer, peguei as mãos dele e levei contra meus peitos, ele apertava com força, faltava experiência em como tratar uma mulher mas eu não me importava. Tinha as mãos do meu filho apertando meus peitos, enquanto seu pau entrava e saía da minha vagina.
Vi que ele estava prestes a explodir e sentei bem em cima dele, todo seu membro estava dentro da minha vagina, ele soltou um grito de alívio, e me inundou com seu sêmen, eu continuei cavalgando por mais alguns segundos até gozar com o pau dele dentro de mim.
Continuei me mexendo, queria mais, fiquei na posição 69, comecei a chupar seu membro, cheio de sêmen e meus fluidos. Minha Meu filho começou a acariciar minhas nádegas, depois senti um dos dedos dele penetrando meu ânus, doeu, ele meteu sem lubrificar nem nada, mas deixei, enquanto eu engolia o membro dele ele brincava com meu cu. O pau dele estava completamente ereto de novo. Tentei engolir até o fundo da garganta mas não consegui, só dava pra pegar um pouco mais da metade.
Saí da posição e fiquei de quatro na cama, dando a bunda pra ele. Fazia tempo que não entregava o cu, mas estava muito excitada, e pelo meu filho faria qualquer coisa, então falei:
– Quero seu pau na minha bunda, até o fundo.
Ele se ajoelhou atrás de mim e tentou enfiar no meu ânus, deu bastante trabalho, me fez gritar bastante de dor, foi brusco, mas finalmente senti a cabeça dele atravessando meu cu, ele meteu de uma vez. Senti as mãos dele agarrando meus quadris e ele começou a enterrar o corpo contra o meu, a cada enfiada o pau dele entrava mais e mais dentro da minha bunda, ele fazia como um animal, eu gritava de dor, de prazer, estava histérica, pedia mais e mais, mais fundo. Foi uma foda brutal por alguns minutos. Senti as mãos dele apertando meus quadris, ele enterrou o pau quase até o fundo e gozou o que ainda tinha de porra.
Deixou o corpo cair sobre o meu e ficamos assim, ele em cima de mim. Era tão bom sentir o Maximiliano em cima de mim, tão relaxados.
Sem perceber, acabamos dormindo nessa posição.
Acordei quase às 10h, tinha dormido demais pra ir trabalhar, levantei rápido pra tomar banho, mas tive que parar de dor, tinha uma pontada forte no ânus, tive que deitar de barriga pra baixo de novo. Meu filho me abraçou e dormimos mais algumas horas.
36 comentários - Mi experiencia con mi hijo (incesto)
(al culito lo tenes que calentar un poquito. porque sino te lastima. Aparte, se le puede cortar el pellejito debajo del glande, por la fuerza que hace, y lo que debe doler éso.) suerte.