Na minha família somos 4: papai, mamãe, minha irmã Vanessa e eu. Éramos uma família de classe média alta da cidade, nada nos faltava e tínhamos uma vida normal, exceto por uma coisa: sempre fomos reprimidos quando o assunto era sexo. Ninguém tocava nesse tema, mas fora isso, nossa vida era normal.
Papai era um cinquentão que trabalhava numa agência de seguros, muito vigoroso; mamãe tinha uns 44 anos, com um corpo de dar inveja, bem voluptuosa: pernas de campeonato, uma bunda grande e bem desenhada, um par de peitos grandes e lindos com mamilos enormes que sempre marcavam na roupa, e uma cabeleira loira brilhante, metade fruto de exercícios, metade de algumas cirurgias. Minha irmã era uma gostosa, com 19 anos tinha um corpo delicioso e voluptuoso igual ao da mãe, e assim como ela, tinha lábios bem carnudos e cheios que pediam para ser beijados na hora. Também era loira e vivia sendo assediada pelos caras.
O que aconteceu? Como chegamos a isso? Acontece que, desde que me lembro, a vida era monótona e simples até um tempo atrás. Ninguém percebeu de imediato, mas quando notamos, já era tarde demais.
Papai era quem sustentava a família, e mamãe só vivia para a vida social, porque para a casa tínhamos uma empregada. Normalmente, mamãe passava muito tempo com as amigas, mas aos poucos ficava cada vez menos em casa. Depois, primeiro de vez em quando, depois com mais frequência, ela alegava que, por causa das atividades, às vezes dormia na casa de uma amiga, a Marijose. Mas quando isso ficou muito frequente e papai ficou preocupado, ele perguntou para a Marijose, e ela confirmou a história de mamãe. Com o tempo, meus pais se distanciaram e brigavam cada vez mais por culpa de mamãe. Papai nunca dizia nada, mas desconfiava que ela estava traindo ele com outro. Minha irmã não ajudava muito; tinha se tornado muito mimada, mal-educada e mandona, ainda mais do que a mamãe, quase nunca Ela vinha pra casa igualzinho ela, porque vivia em festa. Eu odiava elas, porque minha irmã sempre foi muito mimada e, diferente de mim, por ser mulher, meus pais sempre a paparicavam, principalmente os namorados dela. Ela sempre andava com mais de um ao mesmo tempo.
Mamãe, por outro lado, tinha exagerado ultimamente, até que um dia ela teve uma briga horrível com papai e confessou que tinha um amante e que ia embora com ele. Na mesma hora, vazou de casa pra nunca mais voltar, porque sabia que papai era incapaz de bater nela.
Dias depois, ela marcou de se encontrar com a gente pra explicar, mas eu tava tão puto que gritei com ela. Minha irmã interveio a favor dela e a gente acabou brigando.
— É culpa do papai por não satisfazer a mamãe. — Ela disse. — Você é louca. — Respondi. — Uma mulher tem que ir pra onde é melhor pra ela. — Ela respondeu, debochando. Não acreditei, ela tava traindo o papai. — Se eu fico com o papai é porque ele me dá dinheiro. Vai chegar uma hora em que eu encontrar um homem que seja melhor pra mim, um marido gostoso. — Doeu tanto ver a puta futilidade da minha irmã que saí de lá na hora, chorando de raiva.
Não contei pro papai, porque em casa eu via ele muito acabado e triste. Ele amava de verdade a mamãe; não precisava de mais problemas. Mesmo assim, nunca mais vi minha irmã do mesmo jeito, porque, apesar de tudo, ela aproveitava a situação pra tirar mais dinheiro do papai.
As coisas pioraram. Papai não negou o divórcio, mas isso afetou ele pra caralho. Ele não costumava beber, mas no último mês chegava bêbado todo santo dia.
Eu comecei a ficar igual, com meus 20 anos. Quase não ia mais pras aulas na universidade e, com frequência, tomava umas cervejas com os amigos à tarde.
O dia em que tudo começou foi depois de eu ter tocado o fundo do poço nas últimas horas. Na noite anterior, papai chegou muito mal, dizendo que queria morrer, que nada mais importava. A Vanessa ouviu, mas parece que não ligou, porque teve a cara de pau, no auge do cinismo, de pedir dinheiro pro papai pra ir pra uma balada. Eu não Me contive e gritei com ela; brigamos feio e quase bati nela, mas ela me deu um tapa sonoro antes e saiu dizendo que os homens desta casa eram uns caretas. Papai parecia nem notar nossa presença.
Meia hora depois, ela saiu vestindo uma calça de couro preto justíssima até o quadril, umas botas pretas e uma blusa também justa de pele de leopardo. Estava uma delícia, voluptuosa, e igualzinho à mãe dela, os peitões enormes marcavam tudo. Tinha os lábios pintados de vermelho. Como eu desejei beijá-la e possuí-la ali mesmo, mas era minha irmã, e logo chegou o namorado dela e eles vazaram, me deixando de pau duro.
No dia seguinte, acordei tarde. Não tinha ido pra universidade, nem ela, porque estava no jardim de casa, deitada numa cadeira tomando sol perto da piscina. Não podia me ver, porque eu estava acima dela. Ela tinha nadado, estava molhada e se secando ao sol num biquíni preto, justo e excitante. Estava de fones, ouvindo música. Eu a observava de uma sacada bem em cima dela. Era perfeita: duas bolas preciosas apertadas no top do biquíni eram os peitos dela, umas pernas de modelo e uns pés delicados se mexendo brincalhões. Fiquei olhando feito um idiota, e meu pau pulou feito estaca debaixo do short que eu usava pra dormir.
— Como essa putinha ficou gostosa — eu pulei assustado. Papai estava atrás de mim. Nunca tinha ouvido ele falar assim, e muito menos de alguém da família. Ele continuou: — Tá ficando tão gostosa quanto a puta da mãe dela. Tá de dar vontade de comer. Não acreditei, mas ao mesmo tempo me deu confiança, e eu falei: — Não, de dar vontade de estuprar. Vi que papai também estava de pau duro. Não sei se foi impressão minha, mas pareceu que ela ria divertida, como se tivesse nos ouvido. — Pena que sou pai dela — disse papai enquanto ia embora. — Mas também é homem — murmurei. Não sei se ele me ouviu, mas percebi que já fazia 7 meses desde que mamãe tinha ido embora e não Tinha outra mulher pra foder, que eu soubesse.
Papai já não nos repreendia por nada, então não fui pra escola, mas à tarde fui com meus amigos tomar umas cervejas. Me deram a má notícia de que o mais provável era eu repetir o ano por causa das minhas notas. Fiquei muito triste e tonto.
Contei pra eles o que papai tinha dito sobre morrer e que eu tinha medo que ele se suicidasse. Aí Sandra, uma gata que eu curtia, me deu uma ideia muito boa: fazer uma festa pro papai com amigos e familiares. Isso me animou um pouco. Agradeci e fui pra casa bem bêbado. No caminho, parei pra comprar um bolo de chocolate pro papai.
Como não tínhamos parentes por perto pra vir na hora, e quase todos os amigos dos meus pais eram do lado da mamãe, decidi fazer a festa só com nós três.
Quando contei pra Vanessa, a gente tava no quarto dela. Ela zoou a ideia, disse que era idiota e que ia sair pra balada de novo, enquanto retocava o batom vermelho.
— Será que você não liga pro papai? — falei furioso.
— Ligo sim, pro que ele vai me deixar no testamento — respondeu sem se importar.
Aquilo foi mais do que eu aguentava. Queria matar ela naquela hora, odiava ela. Comecei a respirar rápido e olhei pra ela. Minha vida tava um lixo. Vi a minissaia de couro preto justa, as meias pretas apertando as pernas bem torneadas dela, os sapatos de verniz e a blusa preta colada que deixava ver o sutiã de renda preta, a cabeleira loira caindo e, por Deus, aqueles peitos! Minha vida em pedaços: mamãe de puta com o amante, papai podia amanhecer morto, eu reprovado, e essa puta, essa puta... Só senti uma ereção que queimava meu pau, o álcool no meu cérebro.
Me vi dominado pelos meus instintos em vez da razão. Ela virou as costas pra colocar uma corrente. Tirei a camiseta de uma vez, agitado, joguei ela não sei onde. Tremendo de tesão, soltei meu... Tênis, desabotoei minha calça e tirei tudo num movimento só junto com a cueca, liberando um pau duro como uma espada.
Me aproximei dela, ela virou e ficou pasma, não dei tempo pra nada, dei um tapa com toda minha força e derrubei ela, ela gritou mas não liguei, peguei ela pelos cabelos loiros e puxei até jogar ela na cama enquanto gritava furioso. — Só tem homem careta nessa casa? Ela gritava e pulei em cima dela como um tigre, como ela resistia, dei mais três tapas bem fortes na cara dela, ela ficou atordoada.
— Sua puta desgraçada, se acha superior e acha que a gente tem que satisfazer seus caprichos só porque você é gostosa? — falei enquanto rasgava a blusa preta transparente dela e puxava selvagemente o sutiã preto de renda. — É? Então vou te dar uma lição, puta, já que você não liga pra sua família, vou te estuprar! — gritei enquanto, em cima dela, enfiava a mão por baixo da minissaia dela, procurando a buceta entre as pernas.
Ela pirou na hora porque começou a gritar. — Você não pode fazer isso, você é louco! — Cala a boca! — gritei enquanto apertava com toda força a entrada da buceta dela por cima da calcinha e, com a outra mão, um dos peitos dela. Ela esperneava e gritava horrorizada.
Com força, puxei o sutiã dela pra baixo e vi então os peitos mais lindos do mundo, enormes, com mamilos grandes, suculentos. Na hora me joguei pra devorar um e, com a outra mão, massageava o outro. — Papai! — ela gritou entre soluços. Na hora, dei uma joelhada forte na virilha dela e mordi com força o peito dela, ela chorava mas não resistia, chupei e babava igual cachorro por um bom tempo os peitos dela enquanto massageava a buceta por cima da calcinha.
Bêbado de excitação, comecei a levantar a saia dela, ela se assustou porque começou a se debater violentamente, mas não era rival pra mim, levantei a saia dela com certa dificuldade até a cintura, peguei a linda calcinha fio dental preta de renda dela já manchada com os fluidos dela. provocados mais pela minha apalpação do que pela excitação, com as duas mãos puxei violentamente a calcinha fio dental dela até os pés, tirei e joguei longe.
Ela chorava e implorava desesperada enquanto eu abria suas pernas para me acomodar entre elas. — Não, pelo amor de Deus, não faz isso! Será que você não me ama? — Dei outro tapa horrível nela. — Você é uma foxy nojenta que é tão puta que coloca o prazer acima da família, o que você não quer? — Perguntei enquanto encostava a ponta do meu pau na entrada da buceta dela e esfregava. — Não quero que você me coma, por favor, pelo que você mais ama, não me estupra! — Dizia desesperada.
— Ela merece isso — disse uma voz ao fundo. Virei, era o papai, que estava de calças arriadas se masturbando. Ela também deve ter visto, porque gritou. — Papai, me ajuda, por favor! Como você pode permitir isso? — Papai, que se masturbava com raiva, disse: — Você e sua mãe são umas putas mal paridas, nada importa pra vocês além de ter dinheiro e um homem gostoso pra trepar, abusaram de nós; mas você não vai se salvar igual sua mãe, filhinha, vai pagar por ter sido uma foxy fogosa.
Vanessa não acreditava no que estava ouvindo e, como se tivesse sido completamente vencida, resignada a ser estuprada em breve, parou de lutar e chorou mais forte do que eu nunca tinha visto.
— Filho, você foi bom comigo — dizia papai. — Sou seu pai, eu trouxe vocês ao mundo junto com uma puta e posso decidir sobre vocês — ele ofegava, estava prestes a gozar. — Filho, você é bom e já tem 20 anos, então é hora de se tornar homem, aqui e na minha frente — ele estava prestes a gozar e quase não conseguia falar. — Filho, te dou sua irmã de presente pra você se estrear como homem, é sua, pega ela, possua como um macho e ainda se vinga de tudo que essas vadias zombaram de nós.
Ele se abaixou e pegou a calça de couro que ela tinha usado antes e esfregou desesperadamente o pau nela de novo. — Filho, faz isso! Te ordeno! Come a sua irmã! Estupra essa foxy que se Ele zombou de nós! Toma ela, vai ser tua mulher, come ela! Penetra ela! Fode ela! Estupra ela!". Gozou sujando a calça de couro da filha e caindo de joelhos.
Obedeci mais rápido que um soldado, de uma só vez penetrei até o útero da minha irmã, ela estava molhada e apertada, que prazer; ela gritou entre soluços. Assim montado sobre ela, comecei a fodê-la com toda força enquanto beijava sua boca lascivamente. Penetrei ela selvagemente, cada estocada do meu pau parecia machucá-la. Tava comendo ela de um jeito obsceno, pior do que se fosse uma puta. De repente me encontrei no céu, me contraí num espasmo e cheguei ao ápice da glória...
Gozei violentamente dentro dela... me sacudindo com fortes espasmos. —Agora você é minha, puta—. Falei. Desabei sobre o corpo dela, meio morto e coberto do suor dos dois. Ela ainda chorava baixinho, era um choro triste, de menina. Tava encharcada do suor de nós dois, dos fluidos dela, e da entrada dela saía meu esperma branco e viscoso da minha gozada abundante, momentos depois que tirei meu pau de dentro dela.
Apalpava ela apertando a bunda dela e, meio me recuperando, comecei a beijar e lamber as pernas e pés dela enfiados nas meias pretas; depois, excitado, rasguei as meias e falei: —Você é uma maldita que adora insultar todo mundo, agora vai usar essa língua pra chupar meu pau—.
—Não—. Disse ela fracamente, enquanto eu já montava com meu pau duro de novo na altura da boca dela. Ia dar outro tapa nela, mas antes ela abriu a boca.
Coloquei meu pau entre os lábios carnudos dela e enfiei até a garganta. Comecei a fodê-la selvagemente pela boca, tava profanando aqueles lábios deliciosos, sentia a língua dela roçar e a ponta do meu pau chegar na garganta dela. —Chupa!—. Gritei enquanto apertava e puxava sem piedade um dos mamilos dela. Com nojo, ela começou a chupar; tava comendo ela pela boca!.
De repente, ela começou a se sacudir e fazer barulhos estranhos com a garganta; ela tava... afogando e esperneando. —Não sai até você gozar — disse o pai, todo atordoado, largado no tapete, enrolado nas calças de couro da Vanessa, olhando pra cá.
Isso me excitou ainda mais e eu enfiei com mais fúria pela boca dela até começarem os espasmos e sacudidelas. Olhei pro teto e com força gozei, jorrando um esguicho de porra que bateu na garganta dela; ela se mexia com nojo. — Engole ou se afoga — falei entre gemidos.
Assim, montada em mim, ela teve que engolir a maior parte da minha porra, o resto escorria pelo canto dos lábios. Saí de cima pra deixar ela respirar, mas antes passei meu pau molhado de porra e saliva pelos olhos verdes dela e pelo resto da cara, lambuzando tudo. Ela tossia com força e tentava puxar ar em grandes golfadas, tava se afogando mesmo; a mistura de porra e saliva escorria também pelas narinas e pela boca.
Ela fez que ia vomitar, mas eu soltei outro tapa na cara dela e falei: — Se vomitar, vou fazer você engolir de novo, foxy. Já não gosta mais de porra? E todos esses namorados que você teve? Você adorava a deles, agora engole a do seu irmão.
Ela já não chorava, só suspirava e se deitou exausta na cama, eu fiz o mesmo, me deitei pra dormir de costas pra ela, segurando ela pela cintura, e ela já tinha dormido. Assim dormimos, banhados em suor, com porra, saliva e fluidos de buceta por cima.
Já não me preocupei com o pai, mas pela primeira vez em muito tempo dormi tranquilo, com o corpo totalmente relaxado, sem preocupações, profundamente e me sentindo mais macho do que nunca. Não era machista, sempre acreditei nos direitos das mulheres, mas a partir daquela noite nunca mais foi assim. Minha irmã agora tinha dois machos em casa e ia sentir as consequências de virar a mulher do pai e minha.
Papai era um cinquentão que trabalhava numa agência de seguros, muito vigoroso; mamãe tinha uns 44 anos, com um corpo de dar inveja, bem voluptuosa: pernas de campeonato, uma bunda grande e bem desenhada, um par de peitos grandes e lindos com mamilos enormes que sempre marcavam na roupa, e uma cabeleira loira brilhante, metade fruto de exercícios, metade de algumas cirurgias. Minha irmã era uma gostosa, com 19 anos tinha um corpo delicioso e voluptuoso igual ao da mãe, e assim como ela, tinha lábios bem carnudos e cheios que pediam para ser beijados na hora. Também era loira e vivia sendo assediada pelos caras.
O que aconteceu? Como chegamos a isso? Acontece que, desde que me lembro, a vida era monótona e simples até um tempo atrás. Ninguém percebeu de imediato, mas quando notamos, já era tarde demais.
Papai era quem sustentava a família, e mamãe só vivia para a vida social, porque para a casa tínhamos uma empregada. Normalmente, mamãe passava muito tempo com as amigas, mas aos poucos ficava cada vez menos em casa. Depois, primeiro de vez em quando, depois com mais frequência, ela alegava que, por causa das atividades, às vezes dormia na casa de uma amiga, a Marijose. Mas quando isso ficou muito frequente e papai ficou preocupado, ele perguntou para a Marijose, e ela confirmou a história de mamãe. Com o tempo, meus pais se distanciaram e brigavam cada vez mais por culpa de mamãe. Papai nunca dizia nada, mas desconfiava que ela estava traindo ele com outro. Minha irmã não ajudava muito; tinha se tornado muito mimada, mal-educada e mandona, ainda mais do que a mamãe, quase nunca Ela vinha pra casa igualzinho ela, porque vivia em festa. Eu odiava elas, porque minha irmã sempre foi muito mimada e, diferente de mim, por ser mulher, meus pais sempre a paparicavam, principalmente os namorados dela. Ela sempre andava com mais de um ao mesmo tempo.
Mamãe, por outro lado, tinha exagerado ultimamente, até que um dia ela teve uma briga horrível com papai e confessou que tinha um amante e que ia embora com ele. Na mesma hora, vazou de casa pra nunca mais voltar, porque sabia que papai era incapaz de bater nela.
Dias depois, ela marcou de se encontrar com a gente pra explicar, mas eu tava tão puto que gritei com ela. Minha irmã interveio a favor dela e a gente acabou brigando.
— É culpa do papai por não satisfazer a mamãe. — Ela disse. — Você é louca. — Respondi. — Uma mulher tem que ir pra onde é melhor pra ela. — Ela respondeu, debochando. Não acreditei, ela tava traindo o papai. — Se eu fico com o papai é porque ele me dá dinheiro. Vai chegar uma hora em que eu encontrar um homem que seja melhor pra mim, um marido gostoso. — Doeu tanto ver a puta futilidade da minha irmã que saí de lá na hora, chorando de raiva.
Não contei pro papai, porque em casa eu via ele muito acabado e triste. Ele amava de verdade a mamãe; não precisava de mais problemas. Mesmo assim, nunca mais vi minha irmã do mesmo jeito, porque, apesar de tudo, ela aproveitava a situação pra tirar mais dinheiro do papai.
As coisas pioraram. Papai não negou o divórcio, mas isso afetou ele pra caralho. Ele não costumava beber, mas no último mês chegava bêbado todo santo dia.
Eu comecei a ficar igual, com meus 20 anos. Quase não ia mais pras aulas na universidade e, com frequência, tomava umas cervejas com os amigos à tarde.
O dia em que tudo começou foi depois de eu ter tocado o fundo do poço nas últimas horas. Na noite anterior, papai chegou muito mal, dizendo que queria morrer, que nada mais importava. A Vanessa ouviu, mas parece que não ligou, porque teve a cara de pau, no auge do cinismo, de pedir dinheiro pro papai pra ir pra uma balada. Eu não Me contive e gritei com ela; brigamos feio e quase bati nela, mas ela me deu um tapa sonoro antes e saiu dizendo que os homens desta casa eram uns caretas. Papai parecia nem notar nossa presença.
Meia hora depois, ela saiu vestindo uma calça de couro preto justíssima até o quadril, umas botas pretas e uma blusa também justa de pele de leopardo. Estava uma delícia, voluptuosa, e igualzinho à mãe dela, os peitões enormes marcavam tudo. Tinha os lábios pintados de vermelho. Como eu desejei beijá-la e possuí-la ali mesmo, mas era minha irmã, e logo chegou o namorado dela e eles vazaram, me deixando de pau duro.
No dia seguinte, acordei tarde. Não tinha ido pra universidade, nem ela, porque estava no jardim de casa, deitada numa cadeira tomando sol perto da piscina. Não podia me ver, porque eu estava acima dela. Ela tinha nadado, estava molhada e se secando ao sol num biquíni preto, justo e excitante. Estava de fones, ouvindo música. Eu a observava de uma sacada bem em cima dela. Era perfeita: duas bolas preciosas apertadas no top do biquíni eram os peitos dela, umas pernas de modelo e uns pés delicados se mexendo brincalhões. Fiquei olhando feito um idiota, e meu pau pulou feito estaca debaixo do short que eu usava pra dormir.
— Como essa putinha ficou gostosa — eu pulei assustado. Papai estava atrás de mim. Nunca tinha ouvido ele falar assim, e muito menos de alguém da família. Ele continuou: — Tá ficando tão gostosa quanto a puta da mãe dela. Tá de dar vontade de comer. Não acreditei, mas ao mesmo tempo me deu confiança, e eu falei: — Não, de dar vontade de estuprar. Vi que papai também estava de pau duro. Não sei se foi impressão minha, mas pareceu que ela ria divertida, como se tivesse nos ouvido. — Pena que sou pai dela — disse papai enquanto ia embora. — Mas também é homem — murmurei. Não sei se ele me ouviu, mas percebi que já fazia 7 meses desde que mamãe tinha ido embora e não Tinha outra mulher pra foder, que eu soubesse.
Papai já não nos repreendia por nada, então não fui pra escola, mas à tarde fui com meus amigos tomar umas cervejas. Me deram a má notícia de que o mais provável era eu repetir o ano por causa das minhas notas. Fiquei muito triste e tonto.
Contei pra eles o que papai tinha dito sobre morrer e que eu tinha medo que ele se suicidasse. Aí Sandra, uma gata que eu curtia, me deu uma ideia muito boa: fazer uma festa pro papai com amigos e familiares. Isso me animou um pouco. Agradeci e fui pra casa bem bêbado. No caminho, parei pra comprar um bolo de chocolate pro papai.
Como não tínhamos parentes por perto pra vir na hora, e quase todos os amigos dos meus pais eram do lado da mamãe, decidi fazer a festa só com nós três.
Quando contei pra Vanessa, a gente tava no quarto dela. Ela zoou a ideia, disse que era idiota e que ia sair pra balada de novo, enquanto retocava o batom vermelho.
— Será que você não liga pro papai? — falei furioso.
— Ligo sim, pro que ele vai me deixar no testamento — respondeu sem se importar.
Aquilo foi mais do que eu aguentava. Queria matar ela naquela hora, odiava ela. Comecei a respirar rápido e olhei pra ela. Minha vida tava um lixo. Vi a minissaia de couro preto justa, as meias pretas apertando as pernas bem torneadas dela, os sapatos de verniz e a blusa preta colada que deixava ver o sutiã de renda preta, a cabeleira loira caindo e, por Deus, aqueles peitos! Minha vida em pedaços: mamãe de puta com o amante, papai podia amanhecer morto, eu reprovado, e essa puta, essa puta... Só senti uma ereção que queimava meu pau, o álcool no meu cérebro.
Me vi dominado pelos meus instintos em vez da razão. Ela virou as costas pra colocar uma corrente. Tirei a camiseta de uma vez, agitado, joguei ela não sei onde. Tremendo de tesão, soltei meu... Tênis, desabotoei minha calça e tirei tudo num movimento só junto com a cueca, liberando um pau duro como uma espada.
Me aproximei dela, ela virou e ficou pasma, não dei tempo pra nada, dei um tapa com toda minha força e derrubei ela, ela gritou mas não liguei, peguei ela pelos cabelos loiros e puxei até jogar ela na cama enquanto gritava furioso. — Só tem homem careta nessa casa? Ela gritava e pulei em cima dela como um tigre, como ela resistia, dei mais três tapas bem fortes na cara dela, ela ficou atordoada.
— Sua puta desgraçada, se acha superior e acha que a gente tem que satisfazer seus caprichos só porque você é gostosa? — falei enquanto rasgava a blusa preta transparente dela e puxava selvagemente o sutiã preto de renda. — É? Então vou te dar uma lição, puta, já que você não liga pra sua família, vou te estuprar! — gritei enquanto, em cima dela, enfiava a mão por baixo da minissaia dela, procurando a buceta entre as pernas.
Ela pirou na hora porque começou a gritar. — Você não pode fazer isso, você é louco! — Cala a boca! — gritei enquanto apertava com toda força a entrada da buceta dela por cima da calcinha e, com a outra mão, um dos peitos dela. Ela esperneava e gritava horrorizada.
Com força, puxei o sutiã dela pra baixo e vi então os peitos mais lindos do mundo, enormes, com mamilos grandes, suculentos. Na hora me joguei pra devorar um e, com a outra mão, massageava o outro. — Papai! — ela gritou entre soluços. Na hora, dei uma joelhada forte na virilha dela e mordi com força o peito dela, ela chorava mas não resistia, chupei e babava igual cachorro por um bom tempo os peitos dela enquanto massageava a buceta por cima da calcinha.
Bêbado de excitação, comecei a levantar a saia dela, ela se assustou porque começou a se debater violentamente, mas não era rival pra mim, levantei a saia dela com certa dificuldade até a cintura, peguei a linda calcinha fio dental preta de renda dela já manchada com os fluidos dela. provocados mais pela minha apalpação do que pela excitação, com as duas mãos puxei violentamente a calcinha fio dental dela até os pés, tirei e joguei longe.
Ela chorava e implorava desesperada enquanto eu abria suas pernas para me acomodar entre elas. — Não, pelo amor de Deus, não faz isso! Será que você não me ama? — Dei outro tapa horrível nela. — Você é uma foxy nojenta que é tão puta que coloca o prazer acima da família, o que você não quer? — Perguntei enquanto encostava a ponta do meu pau na entrada da buceta dela e esfregava. — Não quero que você me coma, por favor, pelo que você mais ama, não me estupra! — Dizia desesperada.
— Ela merece isso — disse uma voz ao fundo. Virei, era o papai, que estava de calças arriadas se masturbando. Ela também deve ter visto, porque gritou. — Papai, me ajuda, por favor! Como você pode permitir isso? — Papai, que se masturbava com raiva, disse: — Você e sua mãe são umas putas mal paridas, nada importa pra vocês além de ter dinheiro e um homem gostoso pra trepar, abusaram de nós; mas você não vai se salvar igual sua mãe, filhinha, vai pagar por ter sido uma foxy fogosa.
Vanessa não acreditava no que estava ouvindo e, como se tivesse sido completamente vencida, resignada a ser estuprada em breve, parou de lutar e chorou mais forte do que eu nunca tinha visto.
— Filho, você foi bom comigo — dizia papai. — Sou seu pai, eu trouxe vocês ao mundo junto com uma puta e posso decidir sobre vocês — ele ofegava, estava prestes a gozar. — Filho, você é bom e já tem 20 anos, então é hora de se tornar homem, aqui e na minha frente — ele estava prestes a gozar e quase não conseguia falar. — Filho, te dou sua irmã de presente pra você se estrear como homem, é sua, pega ela, possua como um macho e ainda se vinga de tudo que essas vadias zombaram de nós.
Ele se abaixou e pegou a calça de couro que ela tinha usado antes e esfregou desesperadamente o pau nela de novo. — Filho, faz isso! Te ordeno! Come a sua irmã! Estupra essa foxy que se Ele zombou de nós! Toma ela, vai ser tua mulher, come ela! Penetra ela! Fode ela! Estupra ela!". Gozou sujando a calça de couro da filha e caindo de joelhos.
Obedeci mais rápido que um soldado, de uma só vez penetrei até o útero da minha irmã, ela estava molhada e apertada, que prazer; ela gritou entre soluços. Assim montado sobre ela, comecei a fodê-la com toda força enquanto beijava sua boca lascivamente. Penetrei ela selvagemente, cada estocada do meu pau parecia machucá-la. Tava comendo ela de um jeito obsceno, pior do que se fosse uma puta. De repente me encontrei no céu, me contraí num espasmo e cheguei ao ápice da glória...
Gozei violentamente dentro dela... me sacudindo com fortes espasmos. —Agora você é minha, puta—. Falei. Desabei sobre o corpo dela, meio morto e coberto do suor dos dois. Ela ainda chorava baixinho, era um choro triste, de menina. Tava encharcada do suor de nós dois, dos fluidos dela, e da entrada dela saía meu esperma branco e viscoso da minha gozada abundante, momentos depois que tirei meu pau de dentro dela.
Apalpava ela apertando a bunda dela e, meio me recuperando, comecei a beijar e lamber as pernas e pés dela enfiados nas meias pretas; depois, excitado, rasguei as meias e falei: —Você é uma maldita que adora insultar todo mundo, agora vai usar essa língua pra chupar meu pau—.
—Não—. Disse ela fracamente, enquanto eu já montava com meu pau duro de novo na altura da boca dela. Ia dar outro tapa nela, mas antes ela abriu a boca.
Coloquei meu pau entre os lábios carnudos dela e enfiei até a garganta. Comecei a fodê-la selvagemente pela boca, tava profanando aqueles lábios deliciosos, sentia a língua dela roçar e a ponta do meu pau chegar na garganta dela. —Chupa!—. Gritei enquanto apertava e puxava sem piedade um dos mamilos dela. Com nojo, ela começou a chupar; tava comendo ela pela boca!.
De repente, ela começou a se sacudir e fazer barulhos estranhos com a garganta; ela tava... afogando e esperneando. —Não sai até você gozar — disse o pai, todo atordoado, largado no tapete, enrolado nas calças de couro da Vanessa, olhando pra cá.
Isso me excitou ainda mais e eu enfiei com mais fúria pela boca dela até começarem os espasmos e sacudidelas. Olhei pro teto e com força gozei, jorrando um esguicho de porra que bateu na garganta dela; ela se mexia com nojo. — Engole ou se afoga — falei entre gemidos.
Assim, montada em mim, ela teve que engolir a maior parte da minha porra, o resto escorria pelo canto dos lábios. Saí de cima pra deixar ela respirar, mas antes passei meu pau molhado de porra e saliva pelos olhos verdes dela e pelo resto da cara, lambuzando tudo. Ela tossia com força e tentava puxar ar em grandes golfadas, tava se afogando mesmo; a mistura de porra e saliva escorria também pelas narinas e pela boca.
Ela fez que ia vomitar, mas eu soltei outro tapa na cara dela e falei: — Se vomitar, vou fazer você engolir de novo, foxy. Já não gosta mais de porra? E todos esses namorados que você teve? Você adorava a deles, agora engole a do seu irmão.
Ela já não chorava, só suspirava e se deitou exausta na cama, eu fiz o mesmo, me deitei pra dormir de costas pra ela, segurando ela pela cintura, e ela já tinha dormido. Assim dormimos, banhados em suor, com porra, saliva e fluidos de buceta por cima.
Já não me preocupei com o pai, mas pela primeira vez em muito tempo dormi tranquilo, com o corpo totalmente relaxado, sem preocupações, profundamente e me sentindo mais macho do que nunca. Não era machista, sempre acreditei nos direitos das mulheres, mas a partir daquela noite nunca mais foi assim. Minha irmã agora tinha dois machos em casa e ia sentir as consequências de virar a mulher do pai e minha.
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