Sexo no planeado con mi hermano mayor

Fui pra cozinha, apoiei meus peitos nas costas do meu irmão e comecei a acariciar o volume de Javier por cima da calça. Esperava que ele me mandasse parar ou algo assim, mas ele nunca fez isso.

Em abril deste ano, tive minha primeira experiência incestuosa. Foi com meu irmão mais velho, Javier. Ele tem 38 anos. E naquela época, a mulher dele estava de 7 meses de gravidez.

Era quinta-feira, eu tinha voltado de uma viagem de trabalho que me deixou vários meses fora do país e meu irmão me convidou pra jantar na casa dele.

Foi um dia comum, nada diferente do típico jantar com meu irmão e cunhada. A gente tinha jantado cedo, por volta das 21h30. Já tínhamos terminado de jantar e minha cunhada, Laura, se desculpou e foi dormir cedo. Meu irmão me contou que a gravidez tava deixando ela bem mal, com muitas dores, deprimida e de um mau humor constante.

Meu irmão abriu outra garrafa de vinho e a gente ficou conversando na mesa por um bom tempo. Sem perceber, já eram 23h00, quando prestei atenção na mesa a gente tinha bebido duas garrafas de vinho. Tava sendo muito bom, um clima bem relaxado, a gente contava coisas íntimas, coisas que não costumávamos falar, mas parece que o tempo separados e o álcool nos levaram pra esses assuntos.

Num momento, Javier me contou que fazia meses que não transava por causa da Laura, no começo era por causa das dores que ela sentia, mas depois ela perdeu o apetite sexual.

Meu irmão sempre foi muito ativo sexualmente, lembro que sempre tinha namoradas novas, e de vez em quando conversando com alguma, elas me contavam o viciado em sexo que ele era.

Javier me disse que a vizinha do lado tinha dado em cima dele e que ele tava pensando seriamente.

— Não seja idiota, você tá prestes a ser pai e as vadias são muito fdp, imagina se ela te dedura pra Laura — falei.

— É isso que me segura, mas não sei, tô podre de tanto bater punheta sozinho — ele disse.

Indignado, ele se levantou, recolheu os pratos e levou pra A pia da cozinha, ele voltou pra pegar os copos e começou a lavar a louça.

Fiquei sentada sozinha na mesa por uns instantes, tive uma vontade muito doentia de fazer alguma coisa, não tinha certeza, apesar de eu ser uma puta tremenda, minha família e amigos não sabem disso e isso me segurou por alguns minutos, mas a puta que eu realmente sou apareceu e deixou de lado a máscara que mantenho com meus conhecidos.

Fui pra cozinha, encostei meus peitos nas costas do meu irmão e comecei a acariciar o volume de Javier por cima da calça, esperava que ele me mandasse parar ou algo do tipo, mas ele nunca fez isso. Desabotoei o botão da calça jeans dele, abaixei o zíper e enfiei a mão por baixo da cueca dele, peguei no pau dele, meio duro, e puxei pra fora, comecei a masturbá-lo, na posição em que estávamos, com a mão direita segurando o pau dele, cheio de veias e bem proporcionado, sem tirar meus peitos das costas dele, masturbei ele com força, apertava o pau dele com força e sacudia como uma louca, ele tava tão duro que mal dava pra segurar. Javier gemia muito alto, fiquei preocupada que minha cunhada ouvisse alguma coisa, mas deixei pra lá, a situação de bater uma pro meu irmão enquanto minha cunhada dormia no outro quarto era demais, eu me molhava toda, sentia minha buceta tão molhada, como poucas vezes.

Não passou muito tempo até meu irmão gozar, ele gritou de prazer e as pernas dele ficaram meio bambas. Ele tava muito ofegante. Mas em nenhum momento ele se virou.

Me ajoelhei atrás dele e pedi pra ele se virar. O pau dele, mole, ficou na frente do meu rosto, e eu não consegui me segurar, coloquei na boca, limpei os restos de gozo da cabeça do pau dele e comecei a chupar, segurei ele pelas nádegas e empurrava o corpo dele contra minha boca, o pau dele começou a crescer dentro da minha boca, eu engolia ele todo, o pau dele tava dentro da minha garganta, entrava e saía, sentia minha saliva escorrendo pela boca, em quantidade, engoli o máximo que pude até ele ficar completamente duro e ficou muito difícil. Difícil engolir ela toda. Tirei ela fora pra começar a chupar os ovos dele, enquanto com a mão direita continuava masturbando ele, consegui ter os dois ovos dele dentro da minha boca.

Eu tava toda melada, sentia minha calcinha fio dental encharcada com meus fluidos.

Queria ele dentro de mim, me levantei, abaixei minha legging preta junto com a calcinha fio dental preta até meus tornozelos. Cuspi na ponta dos meus dedos e passei eles no meu cu.

— Arrebenta meu rabo, enche meus intestinos de porra — falei. Meu irmão não me reconhecia, ficou paralisado por uns instantes, não era a irmã que ele conhecia. Mas o tesão dele fez ele me virar e me empurrar contra uma das paredes com muita violência, bati minha bochecha na parede, e ele se jogou em cima de mim, senti o pau dele tocar minhas nádegas, procurando meu cu, quando achou, enfiou o pau sem piedade, e senti o pau dele atravessar meu cu, me causando uma dor muito forte, soltei um grito, não sei como minha cunhada não ouviu nada.

Javier tapou minha boca com a mão esquerda, e a mão direita começou a amassar minha buceta, enquanto fazia isso, me macetava como uma puta qualquer, sentia o pau inteiro dele dentro do meu cu, o corpo dele batia nas minhas nádegas com violência, sentia ele estuprar meu cu sem pena, não segurei meus gritos, mas graças à mão dele tampando minha boca, não dava pra ouvir, só se ouviam uns gemidos abafados.

Poucas vezes fiquei tão molhada, sentia meus fluidos escorrendo pela minha virilha.

Num momento, ele enfiou vários dedos na minha buceta, causando muita dor, a boca dele mordeu meu ombro direito, e sem soltar a mão da minha boca, ele descarregou a porra dele nos meus intestinos, enquanto gozava dentro do meu cu, me mordia o ombro, foi uma situação muito selvagem, mas me fez gozar completamente.

Ficamos mudos por uns minutos, na mesma posição enquanto o pau dele perdia a ereção, ele tirou a mão da minha buceta e começou a acariciar meu peito direito, por baixo da camiseta, fazia isso suavemente, beliscando. delicadamente meu mamilo.
Quando ele tirou o pau praticamente mole do meu cu, senti uma porrada de sêmen saindo do meu ânus, a maior parte caiu na minha calcinha fio dental e na minha legging que estavam abaixadas até os tornozelos, depois senti pequenas quantidades escorrendo pelas minhas pernas.

Peguei uns guardanapos de papel e limpei minha buceta, minha bunda e pernas. Minha calcinha fio dental e legging estavam uma bagunça, peguei um pano de prato e limpei como pude e as subi.

Meu irmão ainda estava com a calça abaixada, dei um beijo na boca dele e me despedi.

— Espera, você não precisa ir, ele disse.

— Já é tarde, amanhã te ligo, respondi.

Ele concordou, peguei uma jaqueta que tinha, minha bolsa e fui embora.

No caminho pra casa, fiquei pensando no prazer que senti, foi uma das melhores experiências de longe, mas ao mesmo tempo foi estranho o fato do meu irmão conhecer minha verdadeira personalidade.

Javier me ligou várias vezes nos dias seguintes, mas não atendi. Depois de uma semana, mandei um e-mail dizendo que estava viajando de novo a trabalho. Era uma viagem que dava pra adiar, mas preferi manter distância do meu irmão pra ver se tudo esfriava e ficava como uma experiência isolada. É difícil acreditar, mas quando eu o ver de novo, vou saber.

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