Oi, esse post me veio à mente quando eu tava voltando de ônibus pra casa, espero que vocês gostem.Fazia uns cinco anos que eu estava separado da minha mulher, ela ficou responsável pela nossa única filha, Paula. Mesmo assim, nunca me desliguei delas. Minha mulher trabalha, então eu arrumava um tempo de manhã pra buscar minha filha e levar ela pra escola. Ela tava no último ano do ensino médio, mas tinha trocado de colégio várias vezes. A separação fez mal pra ela, e ela tava atrasada. Pra seus 18 anos, parecia ter menos idade.
Um dia, quando cheguei, ela já tava me esperando na porta do apartamento. Nos últimos tempos, ela tinha se desenvolvido e virado uma jovem linda. A primeira coisa que chamou minha atenção foram as pernas bonitas dela, aparecendo por baixo da saia curta do uniforme. Em cima, ela usava só uma camisa que se levantava, desafiadora, por causa dos peitos lindos dela, cujo começo eu consegui ver quando ela se abaixou pra entrar no carro. Isso, por causa dos três botões de cima soltos, que mostravam um decote generoso. E quando ela sentou, a saia subiu, mostrando um pedacinho da calcinha branca dela… Como sempre, eu repreendi ela.
— Essa saia tá muito curta, e abotoa essa camisa um pouco mais.
— Ai, papai… que careta… vou me vestir que nem freira, vai gostar? — respondeu, fazendo biquinho.
Olhei pra ela… um rosto perfeito, uns olhos maravilhosos, um narizinho empinado igual ao da mãe dela. Os cabelos ondulados emolduravam a carinha de menina grande dela, caindo até os ombros.
Percebi, enquanto a gente se punha em movimento, que ela tava com os olhos vermelhos, como se não tivesse dormido.
— Ficou estudando até tarde? — perguntei.
— Tô com cara de quem não dormiu? — respondeu.
— É culpa da puta da sua mulher!… — explodiu.
— Ontem à noite, ela chegou umas 2 da manhã… acordei com um barulho… levantei pensando que era ela e fui cumprimentar… era ela mesmo, com um cara que tava segurando ela na mesa da sala… eles se beijavam enquanto ele enfiava a mão por baixo da saia dela — continuou.
Minha mulher Ela era muito gostosa, mesmo com seus quarenta anos ainda mantinha um corpo lindo que despertava o desejo de muitos… inclusive o meu… e se eu não sabia das aventuras dela, mesmo separados a gente se encontrava de vez em quando como amantes para matar a vontade um do outro.
— E fiquei olhando, surpresa, atrás das cortinas — continuou minha filha.
— Ali mesmo ele jogou ela no sofá da sala e a despiu, melhor dizendo, arrancou a roupa dela. Ele baixou as calças mostrando um pau impressionante, que fez mamãe dar gritinhos de alegria, pegando nele com as mãos e fazendo ela chupar aquela rola. Com que prazer dava pra ver que mamãe fazia aquilo, enfiava inteiro na boca, saboreava, dava beijinhos… depois ela mesma pediu com vontade que ele metesse, e ele meteu… fez ela gritar de prazer… parecia uma puta… ela gemia e se contorcia pedindo mais e mais… até que ele gozou dentro dela… — Ela ficou um momento em silêncio e continuou.
— Depois vi ele tirar da buceta dela, enorme, duro, escorrendo a porra, balançando na barriga dela, mostrando… e mamãe limpou ele com carinho… com a boca — Ela ficou calada me olhando.
— E você viu tudo isso?... E o que você fez? — perguntei.
— Sim… papai… vi tudo… e te confesso que me deu um tesão danado… não consegui dormir a noite inteira.
— E eles continuaram se pegando forte no quarto da mamãe, eu ouvi ela gemer, gritar, rir, implorar, e ele tratando ela com umas palavras obscenas terríveis que ela adorava e que excitavam ela pra caralho, e eu também. Ficaram assim até umas cinco da manhã, hora em que o cara foi embora, mas não sem antes beijar e apalpar ela toda, prometendo mais… e mamãe respondeu que ia estar esperando porque ainda tinham coisas pendentes pra fazer.
Fiquei pensando que aquilo não era novidade pra mim, com certeza Daniela, minha mulher, sabia que estavam olhando, era algo que ela adorava e a excitava. Quantas vezes ela fez isso comigo e depois que o amante da vez ia embora, vinha pra mim. Super gostosa, pra eu apagar o fogo dela e saborear os sucos e cheiros da sessão dela com o galã da vez.
Nisso, eu já tinha parado o carro debaixo de umas árvores numa praça, pra ouvir ela com atenção… e percebi que a história tinha me deixado excitado.
A mão da Paulita descansava na minha perna como quem não quer nada.
— Me entende, pai?… não sou de pedra… além disso, já sou uma mulher com desejos como qualquer outra.
— E o que você pretende fazer? — falei só pra falar, com a voz rouca… a mãozinha dela continuava na minha perna, subindo e descendo num carinho suave.
— Nada… eu entendo você… maaas — nessa hora, a mão dela, sem querer, chegou lá em cima na minha perna, até o volume que tinha criado uma ereção por baixo da minha calça, e de repente apertou com força, fazendo escapar um gemido baixinho de surpresa e prazer.
Em seguida, ela me abraçou, colou o corpo no meu e me deu um beijo estalado na boca. Não consegui recusar e respondi, abrindo a boca e sentindo a língua urgente dela que, safada, percorria a minha.
Ela se afastou um pouquinho e exclamou:
— Pai… pai… me perdoa, mas tô pegando fogo… tô com uma vontade danada de transar e tô morrendo de desejo por você. Você é a pessoa que mais me conhece e me ama, e eu também te amo… quero me entregar toda pra você… por favor… me leva pro apartamento, quero ficar sozinha com você… quero seu pau dentro de mim, quero saborear seu gozo, quero ser sua mulher hoje.
— Olha, me toca, são todos seus — ela exclamou, desabotoando a blusa de uma vez, fazendo um dos botões voar.
Por baixo, ela usava um sutiã daqueles que abrem na frente. Ela soltou, me mostrando a glória dos peitos jovens dela. Dava pra ver a dureza dos mamilos rosados, rodeados por uma auréola vermelha contra o fundo branco-rosado da pele dela.
Ela pegou minha mão e levou até um dos peitos dela… e ali acabou toda a minha resistência. Apertei com força o peito que ela me oferecia, sentindo o calor ardente da pele dela nas minhas mãos, belisquei o mamilo dela. causando dano, enquanto nossos labios se uniam num beijo desenfreado.
Desci minha mao percorrendo a perna dela, subindo por baixo da saia curta ate chegar na borda da calcinha, ela estava toda molhada.
Liguei o carro e segui pro meu apartamento. Moro sozinho desde a separacao, nesses anos Paula ja tinha dormido aqui varias vezes, tinha o quarto dela, mas dessa vez seria diferente.
No caminho, nao parei de acariciar meu pau, me masturbando devagar. Fui tranquilo, nao queria que desse merda por ir rapido demais.
Finalmente chegamos. Deixei o carro na garagem e, calmos como pai e filha, pegamos o elevador ate o quinto andar, onde eu moro. Cumprimentamos um vizinho que encontramos no caminho, ele saudou a Paulinha, que era conhecida e querida por todos, e chegamos no ap. Entramos e, mal terminei de fechar a porta, Paula se jogou desesperada em cima de mim, me beijando como se estivesse possuida.
— Papai... papai... finalmente... nao pensa que isso e de hoje... faz muito, muito tempo que te desejo...
— Em cada cara que eu saia, era voce que eu via.
Eu devorava ela de beijos, enquanto praticamente arrancava a roupa dela. Em segundos, ela estava nua. Segurei ela pela bunda enquanto chupava os peitos dela sem parar... em algum momento, percebi que estava mais mordendo do que chupando aqueles seios lindos, o que arrancava gritinhos de dor dela. Comecei a descer dos peitos pro abdomen, pro pubis macio coberto por uma mata cheia de cachos sedosos... ate chegar na maravilha da buceta dela, que era um mar de liquidos. Um cheirinho inebriante e forte de mulher jovem e tesuda encheu minhas narinas. Me joguei de peito pra aproveitar aquela delicia, mordendo, chupando, lambendo, saboreando aquela doçura juvenil que se oferecia pra mim.
— Papai, pelo amor de Deus... mete em mim... quero sentir dentro de mim, quero esse tronco quente dentro da minha pussy... papai... me da... me da...
Levantei ela com urgencia e fui direto pro quarto dela.
— NAO — ela disse bem alto. segura
- Ali não, tua mulher dorme na tua cama… quero fazer na tua cama e a partir de hoje, nossa cama.
Abri meu quarto e a depositei na minha ampla cama de solteiro, abri suas pernas contemplando aquela coisinha rosada, molhada e pulsante que se oferecia… coloquei suavemente a ponta do meu pau ali, massageando devagar… isso a deixava louca.
Algo dentro de mim se rebelava, rejeitava o que estava fazendo, já estava prestes a desistir de tudo, a voltar atrás, quando Paulita praticamente gritou me apressando…
- Jáááá papai… vai… mete… não vê que tô ficando louca… mete… mete -
Apagaram-se da minha mente todos os preconceitos e de repente enfiei o pau inteiro de uma só vez…
Custou um pouco porque a buceta dela ainda é de uma jovenzinha e muito apertada, um longo gemido de dor escapou dos seus lábios…
- Haaaaggggg… paaaaiii… dói… dói… mas eu adoro!
- Sou tua mulher… sou tua mulher… minha buceta é tua… eu sou tua… mete papai… mete papai…
Nunca tinha pensado no prazer que ia proporcionar a ela, no jeito que ela ia gozar… fiquei um momento parado… tinha ele até o fundo, minha menina começou a mexer os quadris de um lado pro outro, queria continuar sentindo… aí comecei um lento mas contínuo vai e vem… entrava até o fundo, tirava ele completamente… enfiava de novo até o fundo… assim cada vez mais rápido, com mais força… enquanto minhas mãos agarravam firmemente suas nádegas, abrindo e apertando, um dedo se enfiou no furinho apertado do cu dela, senti sua reação, apertou forte com os músculos anais meu dedo que entrava e saía…
- Papai… papai… papai… tô gozando… tô indooo… aiii… ai… que delícia… que beleza… meu papai, meu macho, meu homem… haaggggg.
O longo gemido indicou que ela tinha se derramado num orgasmo esplendoroso, no mesmo instante senti que também gozei dentro da buceta dela… enfiei até o fundo enquanto descarregava todo o leite contido em mim e que essa mulher tinha extraído com todo o seu ser.
Ficamos Uns minutinhos quietinhos, ouvindo a batida forte dos nossos corações que voltavam ao ritmo normal.
Tirei ele devagar, mas antes que eu me afastasse, ela pegou nas mãos dela e se abaixou, começando a lamber com carinho até deixar minha pica completamente limpa dos sucos dela e da minha porra… levantei ela e beijei na boca, saboreando a boca dela cheia do fruto do nosso amor.
Com a chupada que ela tinha me dado e o beijo, eu já tava com a pica dura de novo.
— Mmmm… papai… que gostoso, já tá pronto de novo! — disse a Paulita, pegando na minha pica com as mãozinhas macias dela, a boquinha dela fez um sorrisinho safado, enquanto começava uma punheta lenta e gostosa.
— Papai…! Adorei quando você colocou o dedinho no meu buraquinho de trás…
— Agora quero por lá… vi a Mamãe gozar que nem uma puta quando o namorado comeu ela por trás…
— Eu também quero isso… quero que você me faça gozar com sua pica no meu cu… quer?
O que eu podia dizer… sem muito esforço, virei ela e ela ficou de bunda pra cima, me mostrando toda a glória daquela carne firme, aquele cuzinho empinado… abri as nádegas dela e enfiei a cara no meio, minha língua explorou toda aquela maravilha… Paulita gemia que nem uma possessa.
— Ai… gostoso, papai… gostoso, papai… que delícia… continua, meu amor… continua.
Fiquei um tempão saboreando ela, me deliciando com os sucos dela… ela teve outro orgasmo brutal.
Deixei ela descansar uns minutos… minha pica tava a mil… pedia pra entrar… e devagar comecei a penetrar aquele buraquinho do céu da minha filha…
Ela resistia, era difícil… mesmo estando lubrificado… aos pouquinhos começou a entrar… Paulita se contorcia de dor… e de prazer… e assim mostrava:
— Ai, papai… dói… mas que delícia… uma delícia… continua… não para…
Já tava com a cabeça pra dentro… de uma só enfiada, mandei até o fundo… Paulita mordeu o travesseiro pra não deixar escapar o grito de dor…
Fiquei parado uns segundos e comecei o movimento de entrar e sair, entrar e sair… garota gemia, e se sacudia de prazer…
–Sou toda sua papaiiiii…. Minha buceta é sua papaiiii…. Meu cu é seu papaiiiii… me dá toda sua rola meu amor, me enche com seu leitinho… que gostoso papai….
Até que um novo orgasmo juntos nos envolveu… foi uma noite sem limites, de loucura, de paixão… de amor…
Um dia, quando cheguei, ela já tava me esperando na porta do apartamento. Nos últimos tempos, ela tinha se desenvolvido e virado uma jovem linda. A primeira coisa que chamou minha atenção foram as pernas bonitas dela, aparecendo por baixo da saia curta do uniforme. Em cima, ela usava só uma camisa que se levantava, desafiadora, por causa dos peitos lindos dela, cujo começo eu consegui ver quando ela se abaixou pra entrar no carro. Isso, por causa dos três botões de cima soltos, que mostravam um decote generoso. E quando ela sentou, a saia subiu, mostrando um pedacinho da calcinha branca dela… Como sempre, eu repreendi ela.
— Essa saia tá muito curta, e abotoa essa camisa um pouco mais.
— Ai, papai… que careta… vou me vestir que nem freira, vai gostar? — respondeu, fazendo biquinho.
Olhei pra ela… um rosto perfeito, uns olhos maravilhosos, um narizinho empinado igual ao da mãe dela. Os cabelos ondulados emolduravam a carinha de menina grande dela, caindo até os ombros.
Percebi, enquanto a gente se punha em movimento, que ela tava com os olhos vermelhos, como se não tivesse dormido.
— Ficou estudando até tarde? — perguntei.
— Tô com cara de quem não dormiu? — respondeu.
— É culpa da puta da sua mulher!… — explodiu.
— Ontem à noite, ela chegou umas 2 da manhã… acordei com um barulho… levantei pensando que era ela e fui cumprimentar… era ela mesmo, com um cara que tava segurando ela na mesa da sala… eles se beijavam enquanto ele enfiava a mão por baixo da saia dela — continuou.
Minha mulher Ela era muito gostosa, mesmo com seus quarenta anos ainda mantinha um corpo lindo que despertava o desejo de muitos… inclusive o meu… e se eu não sabia das aventuras dela, mesmo separados a gente se encontrava de vez em quando como amantes para matar a vontade um do outro.
— E fiquei olhando, surpresa, atrás das cortinas — continuou minha filha.
— Ali mesmo ele jogou ela no sofá da sala e a despiu, melhor dizendo, arrancou a roupa dela. Ele baixou as calças mostrando um pau impressionante, que fez mamãe dar gritinhos de alegria, pegando nele com as mãos e fazendo ela chupar aquela rola. Com que prazer dava pra ver que mamãe fazia aquilo, enfiava inteiro na boca, saboreava, dava beijinhos… depois ela mesma pediu com vontade que ele metesse, e ele meteu… fez ela gritar de prazer… parecia uma puta… ela gemia e se contorcia pedindo mais e mais… até que ele gozou dentro dela… — Ela ficou um momento em silêncio e continuou.
— Depois vi ele tirar da buceta dela, enorme, duro, escorrendo a porra, balançando na barriga dela, mostrando… e mamãe limpou ele com carinho… com a boca — Ela ficou calada me olhando.
— E você viu tudo isso?... E o que você fez? — perguntei.
— Sim… papai… vi tudo… e te confesso que me deu um tesão danado… não consegui dormir a noite inteira.
— E eles continuaram se pegando forte no quarto da mamãe, eu ouvi ela gemer, gritar, rir, implorar, e ele tratando ela com umas palavras obscenas terríveis que ela adorava e que excitavam ela pra caralho, e eu também. Ficaram assim até umas cinco da manhã, hora em que o cara foi embora, mas não sem antes beijar e apalpar ela toda, prometendo mais… e mamãe respondeu que ia estar esperando porque ainda tinham coisas pendentes pra fazer.
Fiquei pensando que aquilo não era novidade pra mim, com certeza Daniela, minha mulher, sabia que estavam olhando, era algo que ela adorava e a excitava. Quantas vezes ela fez isso comigo e depois que o amante da vez ia embora, vinha pra mim. Super gostosa, pra eu apagar o fogo dela e saborear os sucos e cheiros da sessão dela com o galã da vez.
Nisso, eu já tinha parado o carro debaixo de umas árvores numa praça, pra ouvir ela com atenção… e percebi que a história tinha me deixado excitado.
A mão da Paulita descansava na minha perna como quem não quer nada.
— Me entende, pai?… não sou de pedra… além disso, já sou uma mulher com desejos como qualquer outra.
— E o que você pretende fazer? — falei só pra falar, com a voz rouca… a mãozinha dela continuava na minha perna, subindo e descendo num carinho suave.
— Nada… eu entendo você… maaas — nessa hora, a mão dela, sem querer, chegou lá em cima na minha perna, até o volume que tinha criado uma ereção por baixo da minha calça, e de repente apertou com força, fazendo escapar um gemido baixinho de surpresa e prazer.
Em seguida, ela me abraçou, colou o corpo no meu e me deu um beijo estalado na boca. Não consegui recusar e respondi, abrindo a boca e sentindo a língua urgente dela que, safada, percorria a minha.
Ela se afastou um pouquinho e exclamou:
— Pai… pai… me perdoa, mas tô pegando fogo… tô com uma vontade danada de transar e tô morrendo de desejo por você. Você é a pessoa que mais me conhece e me ama, e eu também te amo… quero me entregar toda pra você… por favor… me leva pro apartamento, quero ficar sozinha com você… quero seu pau dentro de mim, quero saborear seu gozo, quero ser sua mulher hoje.
— Olha, me toca, são todos seus — ela exclamou, desabotoando a blusa de uma vez, fazendo um dos botões voar.
Por baixo, ela usava um sutiã daqueles que abrem na frente. Ela soltou, me mostrando a glória dos peitos jovens dela. Dava pra ver a dureza dos mamilos rosados, rodeados por uma auréola vermelha contra o fundo branco-rosado da pele dela.
Ela pegou minha mão e levou até um dos peitos dela… e ali acabou toda a minha resistência. Apertei com força o peito que ela me oferecia, sentindo o calor ardente da pele dela nas minhas mãos, belisquei o mamilo dela. causando dano, enquanto nossos labios se uniam num beijo desenfreado.
Desci minha mao percorrendo a perna dela, subindo por baixo da saia curta ate chegar na borda da calcinha, ela estava toda molhada.
Liguei o carro e segui pro meu apartamento. Moro sozinho desde a separacao, nesses anos Paula ja tinha dormido aqui varias vezes, tinha o quarto dela, mas dessa vez seria diferente.
No caminho, nao parei de acariciar meu pau, me masturbando devagar. Fui tranquilo, nao queria que desse merda por ir rapido demais.
Finalmente chegamos. Deixei o carro na garagem e, calmos como pai e filha, pegamos o elevador ate o quinto andar, onde eu moro. Cumprimentamos um vizinho que encontramos no caminho, ele saudou a Paulinha, que era conhecida e querida por todos, e chegamos no ap. Entramos e, mal terminei de fechar a porta, Paula se jogou desesperada em cima de mim, me beijando como se estivesse possuida.
— Papai... papai... finalmente... nao pensa que isso e de hoje... faz muito, muito tempo que te desejo...
— Em cada cara que eu saia, era voce que eu via.
Eu devorava ela de beijos, enquanto praticamente arrancava a roupa dela. Em segundos, ela estava nua. Segurei ela pela bunda enquanto chupava os peitos dela sem parar... em algum momento, percebi que estava mais mordendo do que chupando aqueles seios lindos, o que arrancava gritinhos de dor dela. Comecei a descer dos peitos pro abdomen, pro pubis macio coberto por uma mata cheia de cachos sedosos... ate chegar na maravilha da buceta dela, que era um mar de liquidos. Um cheirinho inebriante e forte de mulher jovem e tesuda encheu minhas narinas. Me joguei de peito pra aproveitar aquela delicia, mordendo, chupando, lambendo, saboreando aquela doçura juvenil que se oferecia pra mim.
— Papai, pelo amor de Deus... mete em mim... quero sentir dentro de mim, quero esse tronco quente dentro da minha pussy... papai... me da... me da...
Levantei ela com urgencia e fui direto pro quarto dela.
— NAO — ela disse bem alto. segura
- Ali não, tua mulher dorme na tua cama… quero fazer na tua cama e a partir de hoje, nossa cama.
Abri meu quarto e a depositei na minha ampla cama de solteiro, abri suas pernas contemplando aquela coisinha rosada, molhada e pulsante que se oferecia… coloquei suavemente a ponta do meu pau ali, massageando devagar… isso a deixava louca.
Algo dentro de mim se rebelava, rejeitava o que estava fazendo, já estava prestes a desistir de tudo, a voltar atrás, quando Paulita praticamente gritou me apressando…
- Jáááá papai… vai… mete… não vê que tô ficando louca… mete… mete -
Apagaram-se da minha mente todos os preconceitos e de repente enfiei o pau inteiro de uma só vez…
Custou um pouco porque a buceta dela ainda é de uma jovenzinha e muito apertada, um longo gemido de dor escapou dos seus lábios…
- Haaaaggggg… paaaaiii… dói… dói… mas eu adoro!
- Sou tua mulher… sou tua mulher… minha buceta é tua… eu sou tua… mete papai… mete papai…
Nunca tinha pensado no prazer que ia proporcionar a ela, no jeito que ela ia gozar… fiquei um momento parado… tinha ele até o fundo, minha menina começou a mexer os quadris de um lado pro outro, queria continuar sentindo… aí comecei um lento mas contínuo vai e vem… entrava até o fundo, tirava ele completamente… enfiava de novo até o fundo… assim cada vez mais rápido, com mais força… enquanto minhas mãos agarravam firmemente suas nádegas, abrindo e apertando, um dedo se enfiou no furinho apertado do cu dela, senti sua reação, apertou forte com os músculos anais meu dedo que entrava e saía…
- Papai… papai… papai… tô gozando… tô indooo… aiii… ai… que delícia… que beleza… meu papai, meu macho, meu homem… haaggggg.
O longo gemido indicou que ela tinha se derramado num orgasmo esplendoroso, no mesmo instante senti que também gozei dentro da buceta dela… enfiei até o fundo enquanto descarregava todo o leite contido em mim e que essa mulher tinha extraído com todo o seu ser.
Ficamos Uns minutinhos quietinhos, ouvindo a batida forte dos nossos corações que voltavam ao ritmo normal.
Tirei ele devagar, mas antes que eu me afastasse, ela pegou nas mãos dela e se abaixou, começando a lamber com carinho até deixar minha pica completamente limpa dos sucos dela e da minha porra… levantei ela e beijei na boca, saboreando a boca dela cheia do fruto do nosso amor.
Com a chupada que ela tinha me dado e o beijo, eu já tava com a pica dura de novo.
— Mmmm… papai… que gostoso, já tá pronto de novo! — disse a Paulita, pegando na minha pica com as mãozinhas macias dela, a boquinha dela fez um sorrisinho safado, enquanto começava uma punheta lenta e gostosa.
— Papai…! Adorei quando você colocou o dedinho no meu buraquinho de trás…
— Agora quero por lá… vi a Mamãe gozar que nem uma puta quando o namorado comeu ela por trás…
— Eu também quero isso… quero que você me faça gozar com sua pica no meu cu… quer?
O que eu podia dizer… sem muito esforço, virei ela e ela ficou de bunda pra cima, me mostrando toda a glória daquela carne firme, aquele cuzinho empinado… abri as nádegas dela e enfiei a cara no meio, minha língua explorou toda aquela maravilha… Paulita gemia que nem uma possessa.
— Ai… gostoso, papai… gostoso, papai… que delícia… continua, meu amor… continua.
Fiquei um tempão saboreando ela, me deliciando com os sucos dela… ela teve outro orgasmo brutal.
Deixei ela descansar uns minutos… minha pica tava a mil… pedia pra entrar… e devagar comecei a penetrar aquele buraquinho do céu da minha filha…
Ela resistia, era difícil… mesmo estando lubrificado… aos pouquinhos começou a entrar… Paulita se contorcia de dor… e de prazer… e assim mostrava:
— Ai, papai… dói… mas que delícia… uma delícia… continua… não para…
Já tava com a cabeça pra dentro… de uma só enfiada, mandei até o fundo… Paulita mordeu o travesseiro pra não deixar escapar o grito de dor…
Fiquei parado uns segundos e comecei o movimento de entrar e sair, entrar e sair… garota gemia, e se sacudia de prazer…
–Sou toda sua papaiiiii…. Minha buceta é sua papaiiii…. Meu cu é seu papaiiiii… me dá toda sua rola meu amor, me enche com seu leitinho… que gostoso papai….
Até que um novo orgasmo juntos nos envolveu… foi uma noite sem limites, de loucura, de paixão… de amor…
5 comentários - Minha única gostosa, minha filha.
Y si la nena se porto como debía ser jaja