Uma noite estranha...

Acordei às 3 da manhã do nada, como se meu corpo pedisse alguma coisa. Não consigo adivinhar o que é e fico deitado pensando em um monte de coisas pra conseguir dormir de novo. Nisso, sua lembrança vem na minha mente, pra me perturbar mais uma vez.
Você foi minha parceira por quase 3 anos, era a típica garota que ninguém nota... alta, um pouco cheinha, morena, seus peitos não eram muito grandes, sua bunda era bem gostosa, mas você escondia com roupa larga pra não mostrar.
Já faz quase 2 anos que não sei nada de você... a gente terminou numa terça por causa de uma briga besta, mas foi assim.
De repente, ligo meu PC, abro o chat e lá está você, online. Não faço nada além de olhar sua foto uma vez atrás da outra e me animo a te mandar só um simples e ridículo "oi", que você demora uns 15 minutos pra responder. Você só escreve "oi, como você tá?" Respondo que tô bem e finalmente começamos a conversar de um jeito mais solto. Nisso, sua mensagem me surpreende: "você tá sozinho agora?" Respondo "sim", e você não fala mais nada... Levantei pra tomar um banho quente pra dar sono de novo, quando ouço a campainha. A única coisa que consegui fazer foi vestir uma camiseta, a toalha na cintura e atender. E nunca vou esquecer o que vi... você estava parada na minha porta. Convidei pra entrar, você aceitou e, quando entrou, te olhei com calma e percebi o quanto tinha mudado. Você estava maquiada, seu cabelo preto, liso até a cintura, seus peitos maiores escondidos atrás de um decote bem sugestivo, e sua bunda empinada, dura, presa numa calça jeans que dava a impressão de que ia rasgar a qualquer momento. Fui me trocar e preparei café, ainda muito atordoado com sua visita naquela hora. A gente conversou muito, sobre tudo, até que de repente você senta perto de mim, me abraça e fica me olhando, como se esperasse alguma coisa. Eu, nublado pelos seus olhos e sua boca, comecei a te beijar, você me acompanhou, a gente se beijava de um jeito louco, desesperado. A roupa só a parte de cima e comecei a brincar com seus peitos por cima do Segura até não aguentar mais e arrancar de forma bestial pra chupar seus peitos, que já estavam durinhos de tesão. Você tocava meu peito, minhas costas, até descer a mão pro meu pau, abriu minha calça e tirou ele pra fora, começando a me chupar. Você fazia tão gostoso, chupava cada centímetro, dava mordidinhas leves na minha cabeça, enfiava ele inteiro na boca, até que senti a vontade de gozar chegando. Pedi pra você parar e baixei sua calça, vi aquela bunda que tava tão dura e empinada, enquanto notava entre suas pernas a umidade do seu tesão. Comecei a te chupar toda, chupei com desespero sua buceta, sua bunda, enfiava minha língua dentro da sua buceta e chupava igual um louco seu clitóris, fiquei um tempão fazendo isso até que de repente você começa a tremer e soltar gritos de prazer, nessa hora começo a tocar seu clitóris cada vez mais rápido até que um grito muito forte e seu corpo tremendo anunciavam seu orgasmo, saíram jatos e jatos de sua goza que molharam o chão todo.
Te deitei no sofá maior e não aguentei mais, enfiei meu pau na sua buceta enquanto você soltava gemido atrás de gemido. Eu metia cada vez mais rápido e selvagem quando você me disse com voz autoritária "me dá logo, me dá no cu". Fiquei surpreso, mas aceitei e te penetrei pelo seu cu, tava tão lubrificado pela sua própria umidade, apertado e quente, eu metia devagar e ia aumentando o ritmo. Você gritava como nunca tinha gritado com minhas estocadas. Em minutos comecei a sentir pulsões no meu pau, que você também sentiu no seu cu, você me ordenou que gozasse dentro e sem mais palavras senti aquela última contração seguida de todo meu esperma que enchia seu cu aos poucos. Nos abraçamos e beijamos até você ir embora, tomei outro banho e me deitei, pegando no sono. Só que acordei encharcado de suor, olhei a hora e são 3 da manhã. Tudo foi um sonho, lindo e cruel ao mesmo tempo, mas ainda fico com pensando em você. Ligo o PC, abro o chat e lá está você, online. Fico olhando sua foto uma e outra vez até criar coragem pra te mandar um simples e ridículo "oi"...

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