Perdi minha virgindade anal na mão do meu pior inimigo

Olá, queridos leitores, aproveito o espaço pra contar essa história que aconteceu há três anos e só de lembrar já me excita pra caralho. Lembro dos detalhes bem direitinho, porque sabia que mais cedo ou mais tarde ia ter que contar essa história e, desde o dia que aconteceu, comecei a escrever pra quando criasse coragem e decidisse escrever e contar pra vocês, não esquecer nenhum detalhe importante que minha memória pudesse trair e apagar.

Bom, escrevo essa história por dois motivos: o primeiro é saber o que vocês, meus queridos leitores, acham do que aconteceu comigo. Seus comentários são muito importantes pra mim e por isso decidi compartilhar esse relato com vocês. No final, vão encontrar meu e-mail e, como resposta ao que me mandarem, vou dar fotos do meu corpo pra vocês entrarem melhor na história que vou contar. O segundo motivo (e mais importante) é que quero que uma pessoa muito importante (senão a mais importante) pra mim leia essa história: ele é meu marido.

Bom, queridos meninos e meninas que vão ler isso, quero primeiro dizer: cuidado com o que desejam, porque pode se realizar. O que aconteceu nesse relato? Por que digo isso? Porque desde que casei, sempre gostei de realizar todas as fantasias sexuais do meu marido, não importa o quão loucas fossem, eu realizo. Mas teve uma época em que ele disse que adoraria me ver dando pra outro cara, que a ideia de ser possuída por outro excitava ele pra caralho. Eu, só de pensar, já gostava da ideia e queria satisfazê-lo, mas não encontrava o candidato perfeito pra transar e botar chifre no meu marido. Imaginava transando com o vizinho e não me excitava, com algum colega de trabalho e também não me agradava cem por cento. Ele começou a insistir que queria me ver dando pra outro, mas eu pedia pra ele me entender, que eu tinha me entregado por amor e, se fosse me entregar a outro... Tipo que não fosse o não, não ia ser por amor, mas por excitação, e pra uma mulher é difícil se entregar pra alguém se não tem amor ou pelo menos paixão. Pra um homem, suponho que é fácil transar com a primeira mina que dá a bunda, mas pra uma mulher não é fácil fazer isso. E o principal é que eu não conhecia ninguém que me excitava igual meu marido fazia, então pedi tempo pra conhecer a pessoa certa que me excitasse tanto a ponto de eu dar pra ele sem pensar duas vezes.

E como há três anos conheci a pessoa (que eu menos imaginaria ou apostaria) que me excitou a ponto de me deixar ser comida do jeito que ele quisesse, então realizei a fantasia do meu marido e fiquei com outro. Mas a verdade é que nunca tive coragem de contar pra ele sobre minha infidelidade, porque sabia que se contasse, ele ia perguntar quem foi o sortudo que me comeu, e quando eu dissesse quem foi que me comeu (meu pior inimigo), não sabia qual seria a reação dele: raiva, decepção ou confusão. Afinal, quem é que vai dar a bunda de graça pra alguém que odeia, detesta e sente tanto nojo?

Como eu disse antes, meu marido, antes do que aconteceu nessa história, insistia que queria que eu transasse com outro (suponho que ele pedia isso porque, quando era solteiro, foi bem safado, e eu só tinha transado com ele, então ele queria aliviar a culpa me deixando dar uma escapada, como dizem por aí). Eu transei com outro, mas nunca tive coragem de contar. Com o tempo, ele parou de insistir nessa fantasia. Mas antes de parar de insistir, ele me convencia de que em certos casamentos era normal ter esses prazeres, e ele adorava entrar nesse site e me fazer ler relatos de infidelidade consentida. Na verdade, várias vezes, depois de ler relatos desse site, ficávamos tão excitados que acabávamos transando. Mas eu ainda não tinha coragem de realizar a fantasia dele. Com o tempo, ele parou de insistir e deixou pra lá. Assim que entrei nessa página e li relatos de infidelidade consentida. O tempo passou e, de novo (hoje em dia), o bichinho voltou a coçar nele, e ele decidiu insistir na fantasia de me ver transando com outro. O que ele não sabe é que já realizei isso há um tempão, mas ainda não tive coragem de contar. E como sei que ele vai continuar insistindo pra eu realizar a fantasia dele e vai voltar a entrar nessa página de todorelatos pra ler e me mostrar que é normal isso acontecer, achei que a melhor forma de dizer que a fantasia dele já foi realizada sem ver a cara que ele faria se eu contasse pessoalmente é através deste relato.

Então, vou avisando: cuidado com o que desejam, porque pode se realizar. E tô um pouco receosa e excitada (por que não admitir?) pra saber qual vai ser a reação dele ao ler isso.

Então, depois dessa introdução, começo o relato me descrevendo.

Sou uma mulher casada de 28 anos, mexicana, nascida não na Cidade do México, mas num estado do centro do país. Meu marido e eu não temos filhos, casamos há 4 anos, quando eu tinha 24, e o que aconteceu nesse relato foi quando eu tinha 25. Meu nome (não real, por segurança) é Imelda, e o do meu marido (também fictício, por segurança) é Armando. Ele é cinco anos mais velho que eu. Sou formada (assim como meu marido) pela Universidade Autônoma do estado onde nasci e moro atualmente. Sou uma garota que adora malhar, então cuido bastante do meu corpo, porque adoro estar gostosa pro Armando. O que mais gosto em mim são meus peitos, bem grandes e bonitos de mostrar, sou copa 34B, mas o que os homens mais curtem (principalmente meu marido) são minhas nádegas, bem durinhas e empinadas. Também, por causa dos exercícios, tenho pernas bonitas, minha pele é clara e tenho um rostinho angelical com olhos cor de mel. Minha Meu cabelo é longo e ondulado, chega até os ombros. Talvez meu maior defeito seja minha altura, porque tenho 1,56m, mas de salto chego a 1,63m. Peso 52 quilos, e pra vocês terem uma referência melhor, vou colocar uma foto do meu corpo no relato. Sobre minha atitude, fui criada de forma recatada, então sou meio séria e tímida, daquelas que você não acreditaria se visse o que fez nessa história. Meu jeito de me vestir é sensual, mas sem cair no vulgar, porque acredito que dá pra mostrar, mas deixar algo pra imaginação. Se uso minissaia ou calça justa pra valorizar minhas pernas e minha bunda, cubro meus peitos com uma blusa mais soltinha. Mas se vou usar um decote bonito, coloco uma calça jeans mais larga. Claro que também visto meu moletom e tênis. Mas deixo claro que, pela minha crença de não mostrar demais, se uso minissaia, vou de meia-calça pra não exibir as pernas nuas; se a saia é mais comprida, aí já não uso meia. Uma coisa importante sobre minhas meias é que meu marido é fã (pra não dizer fetichista) dessa peça, então ele me compra meias até a coxa, arrastão, de fantasia, com estampas, de liga com cinta-liga, de silicone, daquelas com uma listinha charmosa na vertical que divide a perna no meio, atrás; enfim, tenho meias de vários estilos. E sobre minha roupa íntima, uso de tudo: fio dental, tanga e calcinha de vovó. E como falei antes, os caras gostam das minhas pernas e da minha bunda, mas eu gosto dos meus peitos, então capricho nos sutiãs bonitos.

Bom, agora vou começar descrevendo o outro protagonista da minha história: meu puto inimigo.

Ele se chama (se é o nome real dele, não tô nem aí pra queimar, pelo contrário) Ivan. Tive o azar de conhecê-lo desde nova, no ensino médio, quando eu tinha 15 anos. Naquela época, a gente era só umas crianças. Na puberdade, ele era magro sem graça nenhuma, moreno pra não dizer preto, feio pra caralho, tinha os dois dentes da frente bem grandes e separados, mas o pior é que, sendo moreno, tinha sardas pretas nas bochechas. Não tinha nada de atraente, e o mais foda é que o maior defeito dele não era a aparência, mas sim o jeito de ser, porque desde que entrei no colégio com ele, ele tornou minha vida um inferno. Eu gostava dele, e ele agia como um moleque pra chamar minha atenção. Puxava meu cabelo, levantava minha saia ou esperava eu subir as escadas do colégio e ficava atrás de mim pra olhar minha calcinha, e depois saía contando pra todo mundo de que cor era, então, por culda daquele desgraçado, tive que usar aquelas malditas lycras. Resumindo, não conseguia me livrar dele, mas, pra minha sorte, minha carinha de anjo começou a chamar a atenção dos caras gostosos e fortes, e eles começaram a dar um jeito de afastá-lo. Mas, infelizmente, esse infeliz sempre voltava ao ataque e começava a me encher o saco. Várias vezes ele escondeu minha mochila, e eu achava ela nas latas de lixo. E, embora também enchesse o saco de outras garotas, nunca fazia com tanto empenho quanto comigo, porque com elas ele perturbava um pouco, elas o rejeitavam e ele se afastava, mas comigo não parava. Tentei afastá-lo com insultos, denunciando aos professores, com meus pretendentes, e nada, ele só se afastava por temporadas. Resumindo, ele tornou minha vida impossível por dois anos no ensino médio. Mas o que também marcava esse cara é que ele tinha toda noite os tais sonhos molhados, acho que de manhã não tomava banho, e todo dia chegava na escola com aquele maldito e nojento cheiro de sêmen, e ao meio-dia a coisa ficava feia, porque quando fazia calor, o suor dele fazia o cheiro de sêmen se espalhar com mais força, e era insuportável ficar perto dele. E eu já sabia quando ele se aproximava de mim, porque aquele maldito... O cheiro de sêmen denunciava ele, e embora fosse verdade que de repente outro dos caras chegava cheirando igual, ele fazia isso todo dia, então os outros meninos que de vez em quando apareciam com cheiro de sêmen diziam que era o Ivan o fedido, e isso lhe rendeu o apelido de "fedorento" ou "seu peixe" (adoraria ter sido eu quem desse esse apelido a ele), mas ele sabia usar esse apelido a seu favor, porque quando eu já tava de saco cheio, só faltava gritar "maldito fedorento" e ele se encolhia igual cachorro humilhado, era muito engraçado ver ele se afastar depois de humilhá-lo com esse apelido que o infeliz sempre odiou, mas que ele merecia.

Enfim, passei o tempo no ensino fundamental junto com meu assediador, mas no terceiro e último ano do colégio tive a sorte de perder ele de vista. Porque Ivan "o fedorento" nunca teve um amigo fixo por causa do jeito dele, acabava cansando todo mundo. Mas se não tinha amigo, namorada nunca se conheceu, porque qual garota seria capaz de aguentar tanta feiura, tanta hostilidade e um cheiro tão desagradável num único cara. O caso é que no começo do terceiro ano fomos surpreendidos pela notícia de que a Cláudia (nome real), a garota mais tímida da escola, tinha engravidado. Na minha época, isso era algo horrível para uma garota (acho que infelizmente hoje em dia é algo comum), mas a dúvida era quem era o pai, porque ela não era muito atraente, já que era a garota mais gordinha da sala, morena, e apesar de eu achar que garotas gordinhas são muito bonitas, pelo rostinho redondo e pelo brilho da cara; a verdade é que ela era feia. Enfim, ela parou de ir às aulas para cuidar da gravidez, mas pouco depois de sair, a gente deduziu que o tarado que comeu ela era o Ivan "o fedorento". Então, pra minha sorte, ele teve que largar a escola pra trabalhar como pedreiro e sustentar a nova família. E não é que eu seja de má vibração, mas a verdade é que eles formavam um casal perfeito. mas mesmo assim, não conseguia deixar de sentir pena da Cláudia, porque ter que aguentar "o fedorento" a vida inteira é algo de muito valor.

Enfim, o tempo passou e entrei no ensino médio, depois na universidade, e tive vários namorados (já depois que o "fedorento" saiu do colégio, porque o assédio dele era tanto que os caras não se animavam ou eu não durava com eles). Tanto no final do ensino médio quanto no colegial, eram namoros de mão suada, não passava de um bom passeio e um beijo gostoso, mas disso pra algo mais, nada. Enfim, meu corpo começou a tomar forma de mulher e já não era só meu rostinho de anjo que chamava a atenção deles, mas também meu corpo, então fiquei bem popular na escola. E aí entrei na faculdade, onde conheci meu futuro marido. Desde o primeiro dia a gente começou a namorar e ficamos juntos até o fim da faculdade, pra casar assim que nos formamos. Ele era mais velho que eu e tinha mais experiência, então ainda namorando decidi dar minha virgindade pra ele. Assim, ele foi meu primeiro e único homem, e ele, que já era bem safado, me ensinou tudo sobre a cama.

Mas o que eu adoro no sexo com ele é que ele sempre, mas sempre faz questão de que os dois gozem. A gente sempre faz posições onde os dois chegam lá, então a posição de quatro não me agrada muito e a gente não faz, e se faz, é só por um tempinho, porque nessa posição ele diz que quem goza é o homem e a verdade é que pra mulher é uma posição sem satisfação, a menos que a gente fique se estimulando o clitóris. Mas o pior dessa posição é o cansaço que dá, porque os braços começam a doer e a gente treme toda. Enfim, não praticamos, e sexo oral meu marido adora, mas fazer em mim, que eu faça nele, ele não curte muito, porque na juventude teve uma experiência ruim com uma garota que Um canino bateu nele e ele disse que a dor durou dias, então quando sente uma boca perto do pau dele, treme e ri de nervoso. Enfim, agradeço àquela garota por esse infortúnio, porque não curto muito fazer sexo oral, desculpem aí, mas principalmente por causa do cheiro.

Enfim, tive a sorte de arrumar um marido muito bom e muito trabalhador. Aliás, na época do que aconteceu no meu relato, a gente tinha um ano de casados, ele tinha acabado de entrar no emprego atual, que ocupa mais de 8 horas, sai cedo e volta já de noite. Mas o dinheiro não era tão bom como hoje, então tive que ajudar nas despesas de casa e arrumei um trampo. Um amigo do meu pai ia se candidatar a prefeito da cidade onde moro agora. Então a gente ajudou na campanha dele e em trazer gente que pudesse votar nele. O negócio é que ele ganhou a eleição e me chamou pra ser secretária dele. E a decisão de me ter como secretária principal foi meio duvidosa da parte dele, porque apesar de eu visualmente cumprir o requisito de apresentação, ele achava que, pro gosto dele, faltava um pouco mais de altura, já que, como falei, tenho 1,56m. Mas com a eficiência do meu trabalho ao longo do tempo, ele se convenceu e me deixou como secretária principal. No total, éramos 6 garotas que atuavam como secretárias dele; fiz amizade com uma que também está na prefeitura como secretária, o nome dela é Judith; uma garota bem doida, mãe solteira de dois filhos (de pais diferentes), uma mina bem alucinada que se esfregava com qualquer doutor com muita grana que pudesse bancar os caprichos dela ou tirá-la de uma enrascada. Pra isso, ela vivia me contando sobre as noites de paixão com os caras que desfilavam, tipo, era uma puta divertidíssima. Mas admito que as histórias dela me excitavam, e eu contava pro meu marido e a gente transava com as histórias perversas do que ela fazia. Judith com seus amantes.

No trabalho, a gente tinha que ir uniformizada de segunda a quinta. Sexta-feira era dia de ir à paisana, do jeito que a gente quisesse. Então, nossos uniformes eram os seguintes: uma calça tipo justa de lycra, preta com listras verticais finas na cor branca, blazer do mesmo tom e uma blusa branca. Uma saia branca longa, um pouquinho acima do joelho, na cor branca com listras verticais pretas, blazer do mesmo tom e blusa branca. Uma calça creme com listras verticais finas na cor marrom, blazer do mesmo tom e blusa branca. E, por último, o preferido do meu marido: uma minissaia que chegava no meio da coxa, na cor creme com listras verticais marrons, blazer do mesmo tom. Esse uniforme eu adorava usar com meias. Às vezes, usava com meia-calça inteira; outras vezes, com meias ¾ com silicone; e outras, com meias de liga e meu cinto ligueiro pra evitar que a meia caísse e fosse algo constrangedor. Mas a saia era tão curta que, quando eu usava com meias ¾, seja com ligueiro ou meias de silicone, eu precisava chegar ao trabalho de táxi e não no meu carro, porque a saia, quando sentava, subia e deixava aparecer o rendado das meias. E, claro, os tarados não faltavam. Então, no táxi, eu sentava e já colocava minha bolsa de mão nas pernas, bem onde a saia terminava e o rendado das meias começava, pra evitar que o taxista tivesse o luxo de me ver. Já no escritório, eu me soltava com essa saia. Como minha mesa era toda fechada, não dava pra ver nada, e eu podia ficar de pernas abertas sem problema nenhum de alguém que entrasse na sala me ver.

Bom, desculpa se me estendi um pouco mais nos detalhes, mas acho importante vocês conhecerem pra que a história possa ser apreciada de forma melhor.

O caso é que o tempo Já tava trabalhando na presidência e, claro, muito sexo com meu marido. Mas numa certa ocasião, uma amiga do colégio, a Margarita, ia se casar, então ela e o futuro marido decidiram fazer a despedida de solteiros juntos. Alugaram uma discoteca pra fazer o evento lá. O lugar eu já conhecia, era bem legal. O problema é que tanto o banheiro feminino quanto o masculino ficavam no andar de cima, perto de um terraço onde dava pra fumar. Então, pra ir ao banheiro, eu tinha que subir, o que não me agradava 100%, porque se eu ficasse bêbada, podia levar um tombo feio se escorregasse.

Mas uns dias antes da festa de despedida de solteiros, o time de futebol (que meu marido torce) ia jogar um jogo super importante. Pra provocar ele, falei que o time dele ia perder. Aí ele resolveu fazer uma aposta comigo: se o time dele perdesse, ele realizava qualquer fantasia sexual minha; e se ganhasse, eu realizava uma fantasia sexual dele. Pensei em aceitar a aposta porque naquela época ele vivia enchendo o saco pra eu transar com outro cara, e eu sabia que essa ia ser a fantasia que ele ia querer. Pensei duas vezes e decidi topar, porque o jogo era muito difícil pro time dele ganhar. Mas, pra minha desgraça, o time dele venceu. Já conformada, perguntei o que ele queria que eu realizasse. Ele me surpreendeu e me deu muita graça a fantasia que pediu.

Ele pediu que, pra festa de despedida da Margarita, eu levasse uma minissaia jeans que tenho. Por causa das minhas bundas redondas, ela fica só uns dois centímetros abaixo da minha bunda, então tenho que tomar muito cuidado quando uso. Mas ele pediu que eu fosse com tênis e meia-calça inteira, mas sem calcinha. Ele queria que a meia-calça guardasse meu cheiro que eu exalasse na festa pra ele lamber depois. Chegando em casa, minha coisinha. Pelo que aceitei, aquela fantasia era melhor do que eu imaginava que ele ia me pedir. Era final de janeiro de 2009, e o frio aqui era forte, então eu vesti minha saia jeans, minhas meias pretas com sapatilhas pretas, blusa preta e uma jaqueta jeans que batia na minha cintura, então minhas nádegas podiam ser vistas mal cobertas pela minissaia. Sabia que naquele dia ia sentir muito frio nas pernas, mas fazer o quê, tinha perdido a aposta e tinha que cumprir.

Naquele dia, por nos arrumarmos e darmos uma rapidinha, já que meu marido tava muito excitado com minha roupa, chegamos um pouco atrasados na festa. Quando chegamos, o lugar já tava lotado. Margarita mal nos viu e nos recebeu, procurou uma mesa pra sentarmos (as mesas eram redondas com assentos de couro semi circulares) e encontramos uma onde uma garota morena gordinha de cabelo preto comprido tava sentada. Assim que me viu, essa garota gordinha me cumprimentou bem sorridente e indicou pra sentarmos com ela. Eu não a reconheci, mas era um lugar bem bom onde meu marido e eu cabíamos com bastante conforto, porque o espaço dentro do sofá era grande. Meu marido pediu pra eu sentar do lado da garota pra poder conversar com ela, e ele sentaria na ponta do sofá. Falei que não reconhecia a garota gordinha, mas ele disse: "Bom, com mais razão senta do lado dela, assim conversando você vai saber quem é". Então aceitei. Assim que sentei do lado dessa garota (do lado esquerdo), meu marido sentou do meu lado direito. Mas depois de sentados, essa garota falou: "Que pena, mas meu marido foi ao banheiro e já volta, mas a gente cabe todo mundo, só precisa se apertar um pouco. Olha, ele vem aí." E quando virei pra ver o tal marido, vi caminhando em nossa direção o Ivan "o fedorento". Não podia ser! Ela era a Cláudia, a esposa gorda do Ivan. Quis morrer quando vi ele vindo na nossa direção. Pois pra minha maldita desgraça, Ivan tinha voltado pra minha vida. vida em quatro ocasiões nos primeiros meses de casada com Armando e não de forma muito agradável esse infeliz tinha voltado a se encontrar comigo.

Aqui faço um parêntese pra contar as quatro ocasiões em que Ivan "O Fedorento" tinha voltado pra minha vida.

Primeira Ocasião. Eu tava indo comprar um pão pra comer, vestida com uma calça jeans (bem larguinha), um boné e meus tênis. Enfim, tava caminhando bem de boa, quando ouvi atrás de mim: "Mamacita, essas bundas eu como sim!" Virei muito puta pra ver quem tinha me faltado com respeito e era o imbecil do Ivan "o fedorento", mas do Ivan que eu tinha visto pela última vez no colégio já não restava nada, esse era um cara com uma barriga enorme, mais moreno (queimado de sol) do que já podia ser, com as malditas sardas no rosto, os dentes da frente separados e saindo da boca (aliás, foi isso que me fez reconhecê-lo) e um bigode cheio no lábio, mas o pior é que se já era feio quando moleque, agora adulto tava pior, porque tava quase careca, tinha entradas enormes na testa. Quando vi, não consegui segurar o riso e caí na gargalhada enquanto continuava meu caminho, acho que aquela risada sincera e debochada respondeu a grosseria que ele tinha soltado uns segundos antes. Dei uns passos pra frente ainda rindo quando senti um beliscão enorme na minha bunda, o beliscão foi tão forte que me deixou um roxão enorme, virei e vi a cara do imbecil do "fedorento" com um sorrisão e ele saiu correndo, o beliscão me pegou de surpresa e fiquei parada feito uma idiota sem soltar nem um grito, apesar de a rua estar vazia senti que todo mundo me viu. Momentos depois me recuperei e continuei andando, mas com uma raiva do caralho, voltei pra casa e contei pro meu marido o que tinha acontecido, como nunca tinha falado do imbecil do Ivan, porque achava que ele já tinha saído da minha vida, então contei todas as idiotices que ele fez comigo quando éramos crianças. Meu Meu marido ficou puto e disse que ia procurar aquele filho da puta, mas eu segurei ele, porque, embora pudesse dar uma surra no Ivan, o mais provável era que ele não estivesse sozinho, e eu não queria expor meu marido a algo pior. No fundo, pensei que, mais cedo ou mais tarde, isso ia acontecer com qualquer garota.

Segunda Ocasão. Tava indo pro escritório, nesse dia tive que vestir minha minissaia de trabalho marrom avermelhada, coloquei com uma meia de silicone preta, mas já tava atrasada, então fui na esquina da minha casa esperar o táxi; mas dei o azar de não passar nenhum táxi e já faltavam cinco minutos pra minha hora de entrada. De repente, vi uma caminhonete azul toda caindo aos pedaços e sem pintura que parou, era o imbecil do Ivan, que me perguntou: "quer carona?" Falei que não, então ele disse "tá bom, vou embora", mas eu olhei a hora e não vi nenhum táxi por perto, então gritei "ok, vamo nessa", ele parou e eu subi, mas quando entrei na caminhonete dele, acabei dando a melhor vista da vida dele, porque ao dar o passo grande pra subir, a saia subiu, por causa do tamanho pequeno da saia, e ele pôde ver minhas pernas enfiadas numa meia preta no meio da coxa presa pelo silicone, por sorte ele não viu minha calcinha, sentei rápido, mas enquanto eu dava a melhor vista da vida dele, ele não parava de gritar "uau". Sentei e imediatamente coloquei minha bolsa de mão nas pernas, assim que ele teve oportunidade, me segurou pelo joelho e começamos a nos debater enquanto ele não parava de dirigir, ele tentando subir a mão até minha coxa e eu com a bolsa impedindo, ficamos assim por um bom tempo. Quando chegamos no meu trabalho, bem na hora que eu descia, ele aproveitou que eu peguei a maçaneta da porta pra abrir e sair daquele inferno, e enfiou a mão até minhas coxas, chegando na parte do rendado da meia, então a mão dele tava por baixo da minha saia, rapidamente pulei da caminhonete e consegui descer, nisso ele gritou: "Tchau, mamacita, valeu pela visão! Viagem! O fato de duas ou três pessoas terem ouvido aquilo me deu uma puta raiva, mas o pior é que senti minha calcinha fio dental ficar molhada, não entendi, eu estava excitada pelo empurra-empurra, pela mão dele na minha coxa no final da viagem e pelo que ele tinha gritado na frente de algumas pessoas, mas ao mesmo tempo estava com raiva, não sei se a raiva me levou à excitação, mas o filho da puta, tenho que admitir, me acendeu. Pra minha sorte, a excitação durou pouco, porque o excesso de trampo fez eu esquecer do assunto (esse encontro eu não contei pro meu marido, porque sabia que ele ia me dar uma bronca por ter subido na caminhonete).

Terceira Ocasão. Armando, meu marido, tinha me convidado pra sair, ele disse que saindo do escritório dele a gente ia pra uma balada, que eu fosse e ele me encontrava lá na balada, então fui vestida com uma saia azul turquesa bem colada na minha bunda e um pouquinho abaixo dos joelhos, com umas botas de couro preta que iam até a metade da minha canela. O negócio é que não quis entrar na fila até o Armando chegar, então fiquei esperando ele na esquina da balada. Mas aí chegou um cara que começou a me encher o saco, e aí fui melhor pra fila da balada, porque lá tinha mais gente, mas esse sujeito me seguiu até a fila da balada, quando de repente vi o Ivan. Pela primeira vez na vida fiquei feliz em vê-lo, me aproximei e o cumprimentei, porque entre ser assediada por um assediador velho e um novo, melhor o velho; ele estava com três amigos e me apresentou a eles, logo em seguida o imbecil do Ivan grudou bem perto do meu ombro e aí, pá! Ele agarrou uma das minhas nádegas, do jeito mais gostoso, tenho que confessar, ele estava massageando, enquanto dizia bem sorridente pros amigos dele, como se nada estivesse acontecendo, como a gente se conheceu e não sei mais que besteira ele falava, porque eu não estava prestando atenção, eu só sorria e balançava a cabeça, enquanto minha cabeça pensava na mão do Ivan subindo e descendo na minha bunda e na minha calcinha começando a molhar, quando de repente eu vi o carro do Armando e falei pro Ivan: "Bom, vou nessa, meu marido chegou". Saí correndo pro carro e falei pro meu marido: "Não quero ir pra balada, vamos pra casa". E aí descontou a tesão que "o fedorento" tinha me dado.

Quarta vez. E a mais humilhante da minha vida. Essa quarta vez me fez jurar que ia me vingar desse filho da puta, porque nunca fui tão humilhada. Nesse dia, tive que vestir o uniforme: calça preta com paletó preto. Na época, não usei meia, e de roupa íntima coloquei uma tanga branca, porque, como já disse, essa calça era muito apertada em mim. Por causa do acúmulo de serviço, tive que voltar a trabalhar depois do almoço. Saí umas nove da noite e liguei pro Armando, meu marido, pra ele passar me pegar, porque ele já tava em casa. Mas ele disse que tava muito cansado, que era melhor eu pegar um táxi. Fiquei puta porque ele não quis vir me buscar e, de raiva, não fui de táxi, fui de transporte coletivo. Desci na esquina e, pra chegar em casa, tenho que andar umas poucas casas. Tava caminhando quando ouvi uma bicicleta. Já tava bem escuro, porque só tem um poste iluminando a rua da minha casa. Depois de ouvir a bicicleta, ouvi alguém falar: "E aí, gostosa, quando é que você vai deixar eu pegar essa sua bunda de novo? Ou melhor, chupar ela toda!" Virei e, claro, era o "fedorento" na bicicleta dele. Não liguei e continuei andando. Ele vinha atrás de mim. Aí cheguei perto do poste, parei, abaixei a calça alguns centímetros, enfiei os dedos pra achar o elástico da minha tanga, puxei ela um pouco pro lado do quadril e falei: "Queria ter isso, né? Mas sabe quando você vai ter? Nunca!" E continuei andando (de novo, cometi o erro de virar as costas pra ele). Mas mal tinha dado uns passos quando ouvi a bicicleta dele cair. A rua tava vazia. De repente, senti um empurrão enorme que me jogou contra a parede. Meu rosto e minhas costas ficaram apoiados na parede. Ele Fedido" me segurou apertada contra a parede da fachada de algum vizinho, com uma mão me pressionava contra a parede empurrando minhas costas e com a outra começou a acariciar minhas nádegas, primeiro uma e depois passou pra outra de cima pra baixo, massageava elas, minhas mãos estavam grudadas junto com meu corpo na parede, então era impossível me defender. Enquanto me acariciava as nádegas, ele dizia: "Olha, eu toco quando quero, essas mais cedo ou mais tarde vão ser minhas!" Comecei a ficar molhada e excitada, enquanto ele sussurrava no meu ouvido. De repente, ele colocou o dedo na racha das minhas nádegas, começando de baixo subindo o dedo até chegar na minha lombar, depois sussurrou no meu ouvido: "Se não quer rasgar sua calcinha, faz direito" e logo em seguida enfiou dois dedos por dentro da minha calça, pegou minha fio-dental, bem na parte onde o tecido se junta e forma o T da calcinha, e puxou pra cima. O filho da puta estava fazendo o famoso "calção chinês" em mim. Puxou com tanta força que, mesmo eu usando salto, me levantou do chão, meus pés ficaram flutuando alguns centímetros. Soltei um gritinho e ele me soltou, subiu na bicicleta dele e foi embora. Minha fio-dental ficou toda bagunçada dentro de mim, porque a parte do elástico que vai na frente, na altura do quadril, estava no meu clitóris, a parte que deveria estar na minha buceta estava no meu cu, e onde deveria estar meu cu estava nas minhas costas, fora da calça. Do jeito que deu, enfiei um pouco da calcinha que estava pra fora da calça e andei super desconfortável até chegar em casa. Entrei direto no banheiro e comecei a chorar. Minha fio-dental estava quase rasgada, só uma costurinha pequena se salvou, e o filho da puta não conseguiu rasgar ela com o calção chinês por causa dessa costura que sobreviveu ao ataque. Meu cu e minha buceta sangravam um pouco. Armando chegou perto do banheiro e perguntou se eu estava bem. Eu disse que sim, não quis contar nada do que aconteceu, mas jurei me vingar daquele filho da puta. chingada.
Volto então pra festa de despedida da minha amiga Margarita. O "fedido" sentou no lugar dele, do lado da esposa Claudia. Mas pra ele conseguir sentar, eu e meu marido levantamos do sofá e deixamos ele passar. Quando o fedido me viu, sorriu de um jeito debochado. Meu marido mandou eu sentar do lado do fedido, eu falei que não, que queria sentar ali, que ele sentasse. Ele perguntou por quê, e bom, meu marido, sem conhecer o fedido, já tava puto com ele por causa do que eu contei sobre o beliscão que ele me deu (as outras três vezes que encontrei ele, não contei) e pelo que ele fez comigo quando eu era criança. Como não queria estragar a festa da minha amiga Margarita, preferi ficar quieta e sentar do lado do fedido, o que eu podia fazer se a esposa dele tava ali? A piada é que sentamos e começamos a conversar. Além de Claudia, o fedido, meu marido e eu, tinha mais três casais na mesa. Tava todo mundo batendo papo quando, de repente, o fedido se recostou no encosto do sofá, colocou as duas mãos debaixo da mesa e depois pôs a mão esquerda no meu joelho. Filho da puta, ele tava fazendo isso na frente do meu marido e da esposa dele, não tava nem aí. Não falei nada pra não estragar a festa. Depois, ele colocou a mão que tava livre na mesa e com ela pegava a cerveja, enquanto com a outra acariciava meu joelho. A verdade é que a ousadia dele tava me excitando e molhando minha calcinha. Ele começou a subir a mão pra minha coxa e abriu minhas pernas pra acariciar a parte interna da minha coxa, e eu sem poder falar nada. De repente, ele aproveitava que Claudia tava falando comigo e virava o corpo, supostamente pra ouvir minha resposta pras perguntas que ela fazia, e com o corpo virado, o filho da puta enfiava a mão por baixo da minha minissaia, mas sem chegar na minha buceta. A verdade é que a cena tava me esquentando tanto que eu queria abrir as pernas e deixar ele acariciar meu clitóris, mas me segurei. Enquanto ele enfiava mais a mão por baixo da minha minissaia, eu apertava mais as pernas pra evitar que ele chegasse naquela área, até porque ele ia perceber que eu não tava de calcinha.

Resolvi falar pro meu marido irmos dançar, assim eu me livrava da mão do "fedorento". No meio da dança, meu marido foi até o balcão pegar outra cerveja, e eu não queria voltar pra mesa nunca mais. Pedi pra ele pegar uma pra mim também e fui ao banheiro. Tava subindo as escadas pra ir ao banheiro, quando de repente, no segundo ou terceiro degrau, senti uma mão entrar na minha bunda por baixo da minha minissaia. Virei e era "o Fedorento", o dono daquela mão. O filho da puta tava agarrando minha bunda por baixo da minha saia. Ele tava um degrau abaixo de onde eu já tinha subido, e por isso conseguiu enfiar a mão com facilidade. Ele sentiu minha bunda só coberta pela meia. Me virei e apertei a mão dele e minha bunda contra a parede. Depois do aperto, ele não teve escolha a não ser tirar a mão, mas aquela ousadia me deixou com tesão. O fato de sentir a mão dele acendeu uma faísca em mim que não consigo explicar, mas nunca tinha sentido tanta excitação. Subi correndo o que faltava da escada e fui pro banheiro. Me acalmei e tentei fazer a excitação baixar, mas não consegui. Saí do banheiro e me juntei de novo com meu marido, que tava no balcão conversando com um cara. Me aproximei e a gente voltou a dançar, mas eu não parava de pensar no "Fedorento". Então, sempre que podia, virava pra olhar ele, e lá estava ele sentado na mesa me olhando dançar. De novo, meu marido foi ao balcão e eu falei que ia ao banheiro. Procurei o olhar do Fedorento e, quando encontrei, olhei pra ele. Ele tava sentado na mesa. Apontei enquanto andava que ia pra cima. Rapidamente ele se levantou e me alcançou. Percebi que não tinha ninguém por perto e fui pro varanda que fica perto dos banheiros. Assim que ouvi ele subindo, me inclinei, apoiando as costas na parte de fora do... No balcão, assim que ouvi ele terminar de subir as escadas, levantei a saia por trás. Sim, eu tava muito excitada, ou melhor, aquele filho da puta tinha me deixado a mil. Eu também queria deixar ele a mil e mostrar que não tava de calcinha. Tava mostrando minha bucetinha, só coberta pelas meias. Senti as mãos dele agarrarem minha cintura, estranhei ele não pegar nas minhas nádegas. Me virei na direção da porta do banheiro masculino. Um cara tava saindo do banheiro, e o "fedorento", com as mãos na minha cintura, desceu elas até onde começava minha saia na frente, que ainda tava no lugar porque eu só tinha levantado por trás. Naquele momento, ele levantou minha minissaia e falou pro cara que tava saindo do banheiro: "Gostou do coelhinho da minha esposa?" E eu tava ali, encostada na barriga do fedorento, que tava com uma ereção descomunal, mostrando minha parte raspada pra um estranho. Eu tapei minha parte com as mãos, e o fedorento as afastou. Eu não queria que ele segurasse minhas mãos, queria que ele massageasse meu clitóris. Mas, em vez disso, o imbecil tava exibindo o que ele podia comer pra outro. Como pude, me livrei dele e saí correndo. Procurei meu marido. A ideia de mostrar minha parte pra um desconhecido tinha me excitado pra caralho. Falei pro meu marido que queria ir embora, e fomos. Chegamos em casa e eu comi ele como nunca tinha feito. Ele ficou muito satisfeito, porque minhas meias estavam mais molhadas do que nunca, do jeito que ele gostava.

Isso aconteceu no final de janeiro. No final de fevereiro de 2009, eu tava dormindo quando meu celular tocou. Era Judith, minha colega de trabalho gostosa. Ela me ligou pra contar que, na noite anterior, tinha transado com o Dr. X. Me contou os detalhes de como a noite toda ele a fez gritar até ficar rouca, mas que a posição que mais a fez gritar foi de quatro, metendo tudo sem piedade. A história da Judith me acendeu, mas meu marido já não tava mais lá. Na cama, ele se levantou cedo pra ir pro escritório. Eu levantei, me arrumei e fui trabalhar, mas a ligação da Judith tinha me deixado mal, me deixou com muito tesão imaginando ela de quatro, mas o pior é que eu queria estar de quatro sendo penetrada pelo meu marido e fazendo eu gritar, então decidi que teria uma noite de sexo naquele dia com ele. Tomei banho e me masturbei pra aliviar o tesão que tava sentindo, mas não adiantou, a punheta não resolveu, ainda me senti quente. Coloquei meu sutiã de renda branca, minha blusa branca abotoada, uma meia cor da pele que a renda chegava um pouco acima da coxa, quase na altura da costura da calcinha, não eram meia-calça, eram de silicone, com uma faixa vertical marrom no meio da perna que começava da sola do pé. Minha saia branca que chega um pouco acima do joelho e tinha uma abertura na coxa, e como o tesão tava grande, coloquei uma calcinha branca de vovó, na esperança de que a calcinha acalmasse a coceira que eu tinha entre as pernas. Saí de casa e fui pra esquina da minha rua pegar o ônibus. Mesmo a manhã sendo fria, eu sentia um calor por dentro das minhas pernas que me consumia. Cheguei na esquina e aí parou a caminhonete azul e toda caindo aos pedaços do "fedorento", perfeito, pensei. Apesar de ser cedo e eu estar com tempo, era hora da minha vingança pela calcinha chinesa, queria deixar ele tão excitado quanto a Judith me deixou, era hora de dar um amasso e deixar ele no fogo.

Não insisti muito pra ele me deixar entrar no carro, sentei e assim que sentei falei pra ele me levar pro escritório. Ele deu a partida e assim que arrancou, eu levantei a saia com a ajuda das aberturas que ela tinha nas laterais, mostrando minhas pernas, mas sem deixar ver a calcinha, não queria que ele visse qual eu tava usando. Desabotoei três botões da minha blusa até aparecer meu sutiã e meus peitos suculentos. E na hora ele começou a passar a mão nas minhas pernas. "Finalmente você... Encontro ele aqui todo dia desde a balada pra ver se te achava, queria te chamar pra sair e você não se deixava ver! Mas agora foi, essa foi minha resposta pro comentário dele. No único semáforo que pegamos vermelho, ele se jogou em cima de mim e tentou me beijar na boca. Falei que nada de beijos, que minha boca era do meu marido, que podia tocar, mas não beijar. Então, com uma mão ele tocou meus peitos e com a outra minha perna. Pra azar dele, a gente tinha chegado no meu trabalho e ele tava com uma ereção que dava pra ver pela calça. Ele perguntou se a gente podia se ver, e eu falei pra me levar a um lugar íntimo e bonito, mas que era hoje ou nunca.

Combinamos que eu passaria lá saindo do trabalho e que ele ia dar um jeito de fugir um pouco da obra onde tava trabalhando. O resto do dia fiquei muito confusa, por um lado muito excitada com a pegação da manhã, por outro lado confusa e decidida a dar pra trás, sair uns minutos antes pra deixar ele plantado, podia ser uma boa vingança pela calcinha chinesa. Pensava no meu marido e que tinha prometido a ele dar uma trepada com aquele cara que soubesse me excitar, e tenho que admitir que o "fedido" já tinha me excitado às vezes mais forte do que meu marido. Mas senti que tava sendo infiel ao meu marido por não contar nada disso, então pensei em ligar pro escritório dele e pedir permissão pra deixar me comer pelo cara que mais odeio e mais sujo que já vi na vida, mas que me provocava algo que nunca tinha sentido. E enquanto isso, a Judith detalhando (o que não conseguiu fazer por telefone) como tinham comido ela, o que me deixava ainda mais nervosa. Sem perceber, as horas passaram e era hora de sair. Respirei fundo e deixei o destino fazer o papel dele.

Saí e lá estava a caminhonete azul. Entrei rapidão pra ninguém me ver subir e falei: "Pisa fundo". Já longe do meu trabalho, desabotoei a blusa até o umbigo, só um botão separava minha Blusa da nudez. Levantei a saia e de novo a gente procurava um lugar mais alto pra se pegar. Quando um carro passava do nosso lado, eu fechava as costas apertando o casaco. Perguntei pra ele: "E aí, pra onde você vai me levar?" "Pra onde você quiser que eu te leve?" "Pra onde você quiser, hoje não vou te barrar em nada." A gente estacionou na frente de um motel e ele disse: "É que só tenho isso", e mostrou umas notas. Tava faltando grana pro motel. Reclamei que se ele já sabia que ia me levar ali, por que não trouxe mais dinheiro? Aí ele comentou que a esposa limitava os gastos dele, que ele recebia o dinheiro e ela tirava tudo pra casa, deixando só pros caminhões. Quis zoar ele, mas não era hora, então falei que eu pagava o resto.

Assim que entramos no quarto, ele foi pro banheiro. Lembrei que tava de calcinha de vovó, então tirei rapidão enquanto ele tava lá. Quando ele saiu, deu tempo de jogar a calcinha com o salto debaixo da cama. Ele saiu do banheiro que nem um bicho no cio e se jogou em cima de mim. Começou a beijar meus peitos e de novo tentou beijar minha boca. Falei que não, e aí ele continuou beijando a entrada dos meus seios, enquanto me agarrava nas bundas. Com as mãos livres, desabotoei o que faltava da minha blusa. Virei de costas pra ele e tirei o casaco e a blusa, enquanto esfregava minha bunda no volume que ele tinha na calça. Ele me virou de novo e voltou a beijar a entrada dos meus peitos, só com o sutiã e a saia. Virei de novo e ele tirou meu sutiã. Já tava só eu e ele, só com meus saltos e a saia, as costas nuas. Caminhei pro lado do quarto pra ele ver bem o corpinho que ia comer. Ele se jogou de novo em cima de mim e colocou a bocona dele na minha teta. Minha teta inteira tava naquela bocona enorme. Os dentes grandes que tanto serviram pra eu zoar ele agora eram usados pra roçar meus mamilos. E apesar de O bigode me coçava na teta, mas não liguei e deixei ele lamber até meus peitos ficarem brilhando de saliva. Não aguentei mais e fiquei de quatro em cima da cama; lá estava eu, diante do pior inimigo dele, de quatro, com o torso nu e só vestindo saia, meia e salto.

— Olha o presentinho que tenho pra você — falei, e ele respondeu levantando minha saia e olhando minha buceta molhada e pronta pra ser penetrada. Ouvi ele rasgar a embalagem da camisinha e agradeci em silêncio, porque não queria me expor ao que esse imbecil poderia me passar. E ele disse: — Que teu marido não tem dinheiro pra te comprar calcinha? — e me deu um tapa na bunda, fortíssimo. Eu tava de cabeça baixa, ainda sem acreditar no que ia fazer. Ele meteu de uma vez, e eu até suspirei. Graças ao lubrificante da camisinha e à minha xota molhada, entrou fácil. Assim ele me teve, entre tapas na bunda e estocadas, e eu só estava aproveitando o prazer. O pau dele era o segundo que eu tinha na vida, e olha, tenho que dizer: Deus não fez ele bonito, nem educado, nem inteligente. Mas deu a ele um pau enorme. E não era só isso, o mais maravilhoso no pau dele era que era muito grosso. E apesar de ser grande e francamente grosso (grosso e grande o suficiente pra satisfazer uma gorda como a esposa dele), o melhor era que ele demorava pra gozar. Eu tava aproveitando como nunca, e mesmo que meu marido e eu não gostássemos de fazer de quatro porque só o homem aproveita, a verdade é que ele tava me fazendo gozar como uma louca. Gozei duas vezes no pau dele. Tava me cansando naquela posição de quatro, meus braços tremiam porque já tava mais de meia hora assim, mas não me importava, contanto que não parasse de receber a satisfação que desde de manhã eu já pedia. Não me importava se meus braços se despedaçassem de cansaço.

Mas ele percebeu que minha cabeça ainda sentia o remorso do que a gente tava fazendo e me deu a ordem gritando:

— Levanta a Cabeça. Seguida de uma palmada forte.
— Não quero.
— Levanta, sua puta, quero que veja como eu te fodo.

E ela levantou e me olhou no espelho sendo comida por outro.

Nisso, ele tirou o pau da minha buceta, sentia minhas nádegas ardendo de tanta palmada que tinha levado. Quis descansar um pouco os braços e deitar, mas ele me pegou de novo pela cintura e apontou um pouco mais acima da minha buceta, o pau dele estava na entrada do meu cu.

— Por aí não.
— Por que não?
— Nunca fiz por aí e tenho medo de você me machucar.
— Como é que com uma bunda tão gostosa dessas seu marido nunca te meteu por aí?
— Não, não me diga que você mete na sua esposa por aí.
— Ela não deixa.
— E o que te faz pensar que eu vou deixar?
— Não acredito que você seja virgem por aí com uma bunda tão suculenta.
— E você já meteu em alguém por aí?
— Nunca, por isso quero que a gente estreie junto.

Bom, o primeiro homem com quem estive me estreou, e agora ele era o segundo homem da minha vida. Se alguém além do meu marido tinha tocado tanto na minha bunda e de forma tão descarada, e se alguém merecia que eu desse minha virgindade anal, acho que era ele. Então falei para ele meter com cuidado e devagar, que só colocasse até onde eu mandasse.

Então lá estava eu com um pedaço de carne dentro de mim, com minha saia levantada até a cintura, minhas meias e meus saltos ainda nos pés, me olhando no espelho enquanto perdia a virgindade anal nas mãos do meu pior inimigo.

Ele colocou um pedaço, deixou parado, e eu ia indicando quando ele podia meter mais. Fomos assim, devagar, até chegar na metade. Aí meus braços não aguentaram mais o cansaço e eu me deitei na cama com a bunda empinada e penetrada. Coloquei uma mão em cada nádega e abri o máximo que pude, deixei todo o meu cu aberto com a ajuda das minhas mãos e gritei: mete tudo. Ele meteu sem dó, tirava e metia de novo. Eu me levantei de quatro e me apoiei no torso dele, na barriga gorda e dura dele. Peluda, o suor dela molhava minhas costas. Enquanto eu tava encostada nas costas dela, ela lambia minhas orelhas e pegava nos meus peitos com as mãozonas dela. Eu olhava no espelho e ficava excitada com o que via.

- De quem é essa bunda?
- Do meu marido.
- Seu marido tirou a virgindade do seu cu?
- Nããão.
(Ela me deu um tapa tão forte na bunda que me fez gritar, mas meus gritos se misturavam entre dor e prazer.)
- Então de quem é essa bunda?
- Sua, piranha, só sua. Você pode foder quando quiser e como quiser.

Senti um fio de sangue escorrer do meu cu até minhas coxas e parar nas minhas meias.

Nisso, ela soltou um grito enquanto me dizia: "Te falei que essa bunda seria minha."

E gozou dentro do meu cu com a camisinha dela. Senti a camisinha inchar dentro do meu intestino, e eu tive meu terceiro orgasmo. Dois na minha buceta e outro penetrada no meu cu.

Ela não deixou eu tomar banho. Jogou a camisinha no vaso enquanto eu me vestia. Senti meu cu pulsar de dor. Ela me deixou na esquina da minha casa, onde de manhã tinha me pegado.

Cheguei em casa e dormi muito, de depressão pelo que tinha feito. Me sentia como se tivesse bêbada de felicidade na hora, mas com a ressaca moral depois que a alegria passou. Como eu ia explicar pro meu marido tudo que aconteceu? E agora, como ia me livrar daquele fedido? Queria me vingar dele, e o que consegui foi ficar com o cu arrombado.

Bom, peço desculpas por esse relato tão longo. Espero que tenham gostado. Mas se acham que foi a única vez que transei com o "fedido", tão enganados. Consegui minha vingança e ainda comemos mais três vezes. Se quiserem descobrir o quão baixo eu caí de mãos dadas (ou de pau) com o fedido, me motivem a escrever a conclusão das minhas histórias. Prometo que as outras não vão ser tão longas. E se não gostaram, aceito sugestões. A ideia é que meu marido leia isso e vocês me motivem a botar tudo pra fora, como dizem por aqui.

28 comentários - Perdi minha virgindade anal na mão do meu pior inimigo

demore mi vida para leerlo 😳 gracias por el aporte
gracias por el comentario y perdón por lo extenso
Que buen relato...me encantaría cojerte el culito ahora q lo tienes estrenado...y quiero fotito de ti... Me mandas por privado? Besos y van puntos...
neco23
Muy bueno preciosa execelente, me gustaria saber como fueron los demas encuentros con el "apestoso" jejejej y quiero tu foto...
gracias!!
Me encantó.
Nada tan aburido como llegué, me la cogí y me fui.
Me encantan las historias cachondas y que poco a poco hagan volar mi imaginación.
Felicidades
gracias!!
yo creo ke eres hombre y si no, ke largo choro te aventaste...
sos demasiado inteligente, acaso leíste mi nick?
Me gusto porque finalmente quien gano fue el apestoso y tu terminaste aseptando que eres su puta, su perra,su zorra sube pronto las demas historias y tu foto
Zegado
Aceptaste ser la puta de ese mal llamado #apestoso# que a partir de ahora deberias decirle: Papi!! por hacerte sentir más calentura que tu ESPOSO y no vayas a negar que te gustó más por la COLITA, sabes que interiormente ya empezó a gustarte que te den una buena ACEITADA en esa cola tan dura y sabrosa. Por último, no me imagino la carita de angelical que debes tener a la hora de ponerte DIABLITA en TU momento: PASSION ! Ufff... Espero con ansias tu siguiente relato belleza 😳
jl708
Un relato largo, muy bien relatado!! me tarde tiempo en leerlo, pero valio la pena y espero que escribas algo mas muy pronto, seguire tus relatos de ahora en adelante so no te tardes ok??Suerte y que envidia le tengo al apestoso ahora lol...... Hasta la proxima y gracias otra vez, ahi te dejo los puntos que te mereces chiquita!!!!
Muy buen relato, pero no ha visto la foto q ofreces
ciecs
me demoré en leerlo, pero valió pa pena... tengo la curiosidad de saber que le sigió pasando a tu culo roto. hasta pronto Puta del Apestoso.
dayse2
Invreible relatoooo, genial... Esperare los proximos encuentros.
Falto la foto nunca la vi
:wink2: 😘
Muy buen relato!! Me gustariar que sigas contando como te convertiste en la putita del apestoso
me encanto el relato, me gustaria que me enviaras esas fotos tuyas, si quieres te doy mo correo,,,, besos,, y van puntos,,,,
Pues siempre que leo éste tipo de relatos pienso: ''Realmente solo es sexo?'' quiero decir, se puede separar el deseo de el amor :v hahahahah creo que si mi esposa me hiciera algo así y yo me enterara xD la dejaba sin más, sin importar hijos, matrimonio,etc, si a ella no le importó todo eso por qué a mi sí? xD
Pero veo que muchas veces los maridos son quienes las inducen a que lo hagan XD hahahahha yo sinceramente no podría con eso XS
Muy buen relato. Quisiera que siguieras contado todas las veces que te entregaste al apestoso. Me calienta mucho.
Muy rico relato la verdad me lo imagine todo y me estuve masturbando eres la mejor que afortunado el apestoso te dejó mi email me gustaría que me dijeras los demás relatos me quede muy excitado bogus.hice85@gmail.con te agradecería mucho si nos sigues pla
si_yes
Muy bueno tu relato, me calentaste demasiado! Espero la segunda parte, todo lo q